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Acidente com jato de treinamento IAR-99 da Força Aérea da Romênia

Um jato de treinamento IAR-99 Soin, da Força Aérea da Romênia. (Foto: Lukasz Golowanow)

Um avião de treinamento a jato IAR-99 Soin (Falcão) da Força Aérea da Romênia caiu no dia 23 de agosto enquanto realizava um exercício de treinamento de rotina, matando o piloto e ferindo outro tripulante. O acidente ocorreu a cerca de 500 metros do Aeroporto de Craiova, numa área habitada, logo após a decolagem.

O piloto da aeronave morreu no momento do impacto, mas o instrutor conseguiu ejetar da aeronave antes do acidente. Equipes de emergência chegaram ao local e trataram seus ferimentos, e as autoridades locais confirmaram que ele permanece em estado crítico.

A aeronave IAR-99 realizou seu primeiro vôo em dezembro de 1985, e tem estado em serviço com a Força Aérea Romena desde 1989, substituindo os jatos tchecos L-29 e L-39. A última variante da aeronave, o IAR-99C, começou a ser entregue à Força Aérea Romena em 2001, que atualmente possui 22 jatos de treinamento IAR-99.

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IMAGEM: Sea King e Seahawk do HS-1 da Marinha voam juntos

Um helicóptero SH-3 Sea King lidera uma formação com um dos novos helicópteros MH-16 Seahawk durante um voo sobre o litoral carioca. (Foto: HS-1 / Marinha do Brasil)

O Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1) da Marinha do Brasil colocou para voar seu novo helicóptero MH-16 (S-70B) Seahawk que foi acompanhado por um helicóptero SH-3 Sea King, o qual o Seahawk vai substituir em breve. Dois helicópteros de guerra anti-submarina S-70B foram entregues no Brasil no último dia 30 de julho, e agora já estão na Base Aéreo Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), no Rio de Janeiro. A Marinha do Brasil deve receber mais duas unidades do MH-16 no mês de setembro.

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Força Aérea do Peru finaliza modernização do primeiro lote de caças MiG-29

Publicado em 23/08/2012 por em Militar

As oito primeiras aeronaves de caça MiG-29SMP estão sediadas na Base Aérea de Chiclayo, junto a Grupo Aéreo 6. (Foto: JSCS)

A empresa russa RAC MiG trabalhou com técnicos peruanos para entregar o primeiro lote de oito aeronaves de caças modernizados MiG-29SMP Fulcrum para Força Aérea do Peru (FAP). O Grupo Aéreo 6 da FAP, com sede na cidade de Chiclayo, já está com essas oito aeronaves no serviço operacional, voando com frequência na região.

A FAP está em negociação com a fabricante russa para começar o mais cedo possível a manutenção e modernização de um segundo lote de oito caças MiG-29.

O trabalho, segundo os peruanos, têm reforçado as necessárias capacidades de superioridade aérea do principal sistema de armas do MiG-29, e aumentou a capacidade de transportar armas, incluindo munições inteligentes para missões de ataque ar-solo, como os mísseis PKR Ch-31A, PRLR Ch-31P e UR Ch-29. Os jatos foram equipados com novas cabines e modernos equipamento de comunicação e navegação, além de um novo radar. Além disso, os MiG-29 estão compatíveis com os mísseis ar-ar R-77.

O valor da modernização para este primeiro lote de oito aeronaves foi avaliado em US$ 106 milhões, através de um contrato assinado entre o Ministério da Defesa do Peru e a SAC Aviamir, a filial peruana da MiG, em agosto de 2008.

A FAP possui 19 caças MiG-29, dos quais dois são da versão MiG-29UB de dois lugares, que foram adquiridos em dois lotes. Um primeiro lote de 18 aviões MiG-29 foi adquirido da Bielorrússia em 1996 e depois três caças MiG-29SE foram adquiridos da Rússia, diretamente com a fabricante. Duas aeronaves foram perdidas em acidentes em datas separadas, uma por desorientação espacial do piloto e a outra por avaria mecânica.

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MMRCA: Alemanha diz que ainda está tentando negociar seus caças Eurofighter

Publicado em 23/08/2012 por em Militar

O caça Eurofighter Typhoon, que chegou a ser finalista da competição MMRCA na Índia.

Apesar de não estar falando sobre a decisão da Índia de preferir o caça francês Rafale ao invés do Eurofighter Typhoon, a Alemanha ainda está tentando negociar com a Índia o contrato de US$ 10 bilhões para as 126 aeronaves de combate multimissão médias (MMRCA). A Alemanha é um dos países-chaves por trás do consórcio europeu, que projetou o Typhoon.

O vice-chefe da comissão parlamentar que cuida dos assuntos relacionados a Negócios Estrangeiros e da Defesa, Andreas Schockenhoff, disse na quarta-feira que a última palavra ainda não havia sido dada sobre o negócio MMRCA.

A Índia e a França estão tendo atualmente “exclusivas” negociações sobre preços e outras questões para o negócio de 126 aeronaves, e o Ministério da Defesa da Índia sustenta que não há questões pendentes sobre decisão de entrar em negociações com a fabricante do Rafale, a Dassault Aviation.

“Houve discussões entre oficiais alemães e indianos e posso dizer que este não é um livro fechado ainda”, disse Schockenoff, um assessor próximo da chanceler Angela Merkel, que está na Índia para uma visita de quatro dias.

“Até onde eu sei, ainda não há uma ordem comercial confirmada pelo governo indiano. Os fabricantes do Eurofighter estão trabalhando novamente sobre a oferta e este é um assunto de negociações entre o consórcio europeu e o governo indiano”, acrescentou.

Schockenhoff se encontrou com altos oficiais do Ministério da Defesa da Índia, incluindo o ministro do Estado para Defesa Pallam Raju, mas disse que não tinha levantado a questão durante sua visita à Índia.

Curiosamente, os comentários de Schockenhoff surgem ao mesmo tempo das observações feitas por um porta-voz do governo russo, que disse que a Índia provavelmente cancelaria o resultado do concurso já que as negociações entre a Índia e a França tinham falhado. O caça russo MiG-35 também fazia parte da oferta, mas perdeu nas fases preliminares.

Ao contrário, como no Reino Unido, outro país associado ao Eurofighter, onde a reação à decisão da Índia deixou o governo em alerta, a reação inicial na Alemanha foi contida. O governo disse que embora existam conversas exclusivas elas não conduzem necessariamente a uma real venda.

Foi dito que o Eurofighter perdeu para o Rafale por causa do custo e dos caros problemas de manutenção e também por causa das semelhanças do Rafale com os jatos de combate franceses Mirage 2000 que estão sendo usados pela Força Aérea da Índia.

Fonte: Times of India – Tradução: Cavok

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Rússia sugere que Índia poderá cancelar resultado final do MMRCA

Publicado em 23/08/2012 por em Militar

A Rússia ofereceu sue caça MiG-35 na competição MMRCA da Índia. (Foto: K. Bhagya Prakash)

Um oficial russo sugeriu que a Índia poderá cancelar os resultados do programa de Aviões de Combate Multimissão Médio (MMRCA) e começar ele novamente.

Uma reportagem publicada no jornal The Hindu citou o porta voz do Ministério de Defesa da Rússia Vyacheslav Dzirkaln, dizendo que a Índia e a França não conseguiram chegar a um acordo sobre as questões cruciais, incluindo a transferência de tecnologia e os termos financeiros.

Dzirkaln indicou que a Rússia irá concorrer novamente se a competição for reiniciada. O caça russo MiG-35 havia sido eliminado nas primeiras fases da competição MMRCA.

O caça Rafale da empresa francesa Dassault Aviation ganhou o acordo de US$ 10,4 bilhões para fornecer as 126 aeronaves MMRCA para Força Aérea Indiana (IAF).

De acordo com fontes, o Rafale ganhou o acordo de vários bilhões de dólares, uma vez que foi escolhido por ser similar ao caça francês Mirage 2000, que já está sendo operado pela IAF.

O Rafale bateu o Eurofighter Typhoon para levar o negócio. O Rafale foi o preferido já que sua oferta comercial foi a de menor preço do que o Eurofighter Typhoon. A proposta do Eurofighter foi apoiada por quatro nações parceiras – Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido.

A Força Aérea da Índia havia convidado para a competição os maiores fornecedores de aviação militar para fabricar os 126 aviões de combate multimissão médios, e seis foram os candidatos – MiG-35 da Rússia, Lockheed F-16 e Boeing F/A-18 dos EUA, Saab Gripen da Suécia, o europeu EADS Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale da França.

Após longos testes de campo em várias regiões do globo, o Typhoon e o Rafale foram selecionados, enquanto os caças restantes foram rejeitados por não atender as qualificações técnicas especificadas pela Força Aérea da Índia.

Fonte: IBN Live – Tradução: Cavok

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Austrália oficializa investimento de US$1,5 billhão para adquirir capacidade EA-18G Growler

Publicado em 23/08/2012 por em Militar

Concepção artística de um EA-18G Growler nas cores da Real Força Aérea Australiana (RAAF).

O Ministro da Defesa da Austrália, Stephen Smith e o Ministro da Defesa de Material Jason Clare, anunciaram hoje, dia 23 de agosto, que o Governo Australiano oficialmente decidiu adquirir o sistema de guerra eletrônica Growler para os seus caças Super Hornet, num custo de cerca de US$ 1,5 bilhão.

Ao adquirir esta capacidade, a Austrália será o único país no mundo, além dos Estados Unidos, a operar aeronaves Growler, um sistema de guerra eletrônica que dá ao Super Hornet a capacidade de interferir nos sistemas eletrônicos de aeronaves e em radares e sistemas de comunicação no solo.

As ameaças eletrônicas são uma parte inerente do combate moderno e o Growler irá fornecer as opções para a Real Força Aérea Australiana (RAAF) realizar as operações de supressão de ameaças eletrônicas em apoio às operações da Força de Defesa Australiana (ADF), incluindo para as forças terrestres e marítimas.

A capacidade Growler também pode realizar missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR).

A Austrália possui 24 caças F/A-18F Super Hornets. O Super Hornet é jato de combate multimissão altamente capaz e comprovado em batalha que atualmente está em serviço com a Marinha dos EUA.

A Austrália vai converter 12 caças Super Hornets para a versão de guerra eletrônica Growler.

O Growler é uma versão especializada do Super Hornet, e também está atualmente em serviço com a Marinha dos Estados Unidos. A aeronave de guerra eletrônica Growler foi utilizada de forma muito eficaz pela Marinha dos Estados Unidos durante as operações aéreas na Líbia no ano passado.

O Livro Branco da Defesa Australiana de 2009 delineou a visão do Governo de que as Forças de Defesa da Austrália iriam requerer recursos adicionais para manter a superioridade aérea no futuro, incluindo a aquisição de uma capacidade de guerra aérea eletrônica.

Em maio de 2009, o Governo anunciou a sua decisão de preparar 12, de suas 24 aeronaves Super Hornets para uma potencial conversão para a configuração Growler. Isso ocorreu a um custo de US$ 35 milhões.

Em março deste ano, o Governo anunciou que, além da decisão de ativar 12 Super Hornets para a conversão potencial para o Growler, o Governo iria gastar quase US$ 20 milhões para compra de equipamentos eletrônicos de ponta para o Growler.

A decisão de comprar este equipamento foi feita para garantir que a Austrália continuasse tendo acesso à tecnologia Growler antes de tomar a decisão de adquiri-la.

O orçamento de maio de 2012 incluiu a aquisição da capacidade Growler, e foi incluído no Plano Público de Capacidade de Defesa lançado em julho deste ano.

O Governo já tomou a decisão de adquirir o sistema de guerra eletrônica Growler para o Super Hornet. Os Growlers estarão disponíveis para operações a partir de 2018.

A compra deste equipamento está sendo feita através do processo de Venda Militar Estrangeira (FMS) dos Estados Unidos.

A estimativa do custo capital total para este projeto é de cerca de US$ 1,5 bilhão. Isto inclui o financiamento para a aquisição dos kits de conversão Growler, equipamento de apoio e sistemas, peças e sistemas de formação e de formação inicial.

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Acidente com helicóptero Mi-17 da Força Aérea do Cazaquistão

Um helicóptero Mi-17 da Força de Defesa Aérea do Cazaquistão (KADF), similar ao que caiu nesta quinta-feira, dia 22, próximo a capital Astana.

Um helicóptero militar Mi-17 da Força Aérea do Cazaquistão caiu no dia 22 de agosto perto da capital do país, Astana, matando as quatro pessoas a bordo, informaram autoridades do Ministério da Defesa.

O helicópteros realizava um voo de treinamento próximo do aeroporto militar, e caiu por volta das 8:00hs horário local (23:00hs hora de Brasília).

O governo do Cazaquistão criou uma comissão interministerial liderada pela força aérea para investigar as causas do acidente.

A ex-república soviética do Cazaquistão ainda depende de aeronaves ultrapassadas e muitas vezes mal conservadas construídas durante a era comunista. A Força Aérea do Cazaquistão possui cerca de 14 helicópteros Mi-17 em operação.

Relatos não confirmados dizem que um dos mortos era um alto funcionário do serviço de segurança do presidente do Cazaquistão.

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Iraque deve receber seus primeiros caças F-16 em 2014

Publicado em 23/08/2012 por em Militar

Os primeiros dos 36 caças F-16 encomendados pelo Iraque devem ser entregues em setembro de 2014.

O primeiro lote de jatos de caça F-16 comprados pelo Iraque deverão ser entregues em dois anos, disseram as autoridades dos EUA nesta terça-feira, enquanto um líder militar norte americano estave numa visita a Bagdá.

Washington concordou no ano passado em vender 36 caças F-16 para Bagdá, num acordo de vários bilhões de dólares destinados a aumentar as capacidades da nascente Força Aérea do Iraque, um ponto fraco nas suas defesas nacionais.

O primeiro lote de caças F-16 deverá ser entregue ao Iraque em setembro de 2014, disseram as autoridades dos EUA, falando sob condição de anonimato.

Eles disseram que, até agora, os EUA concordaram em negócios no valor de US$ 12 bilhões com o Iraque, que abrange a venda de armas e treinamento. O Iraque também expressou interesse em comprar sistemas de radar e defesa aérea, disseram.

Enquanto as forças de segurança do Iraque são consideradas como capazes de manter a segurança interna, as autoridades iraquianas e americanas reconhecem que não conseguem proteger o espaço aéreo do Iraque, fronteiras ou águas territoriais.

Até o ano passado, quando as forças americanas se retiraram do Iraque, as tropas americanas ajudaram Bagdá a realizar essas tarefas.

As notícias ocorrem enquanto o general Martin Dempsey, presidente da junta de chefes de equipe dos EUA se reuniu com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, e o chefe do exército iraquiano o tenente-general Babaker Zebari, em Bagdá.

Fonte: AFP – Tradução: Cavok

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VÍDEO: Melhores momentos da CF18 Demo Team canadense em 2012

O pessoal da CF18 Demo Team da Força Aérea do Canadá, que esteve no Brasil em maio, no aniversário de 60 anos da Esquadrilha da Fumaça, divulgou um vídeo com os pontos altos da temporada apresentações em 2012. A aeronave CF-18 Hornet com a especial pintura “True North Strong and Free” e o piloto Capitão Patrick “Paco” Gobeil, demonstraram com extrema perícia um dos shows aéreos mais aguardados pelos brasileiros apaixonados por aviação. O vídeo acima mostra logo no início diversos trechos das apresentações feitas em Pirassununga, nos dias 12 e 13 de maio.

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