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VÍDEO E IMAGENS: Boeing Phantom Eye realiza seu segundo voo

O segundo voo do Boeing Phantom Eye realizado dia 25 de fevereiro de 2013 na Base Aérea de Edwards, California. (Foto: Boeing)

O segundo voo do Boeing Phantom Eye realizado dia 25 de fevereiro de 2013 na Base Aérea de Edwards, California. (Foto: Boeing)

O Boeing Phantom Eye, um sistema aéreo não tripulado movido a hidrogênio líquido, completou o seu segundo voo no dia 25 de fevereiro, demonstrando as capacidades que lhe permitam executar missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) por até quatro dias sem reabastecimento. Veja a seguir o vídeo do segundo voo.

Durante o voo, realizado no Centro de Pesquisa de Voo Dryden da NASA, na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, o Phantom Eye subiu acima de uma altitude de 8.000 metros e permaneceu no ar por 66 minutos, numa velocidade de cruzeiro de 62 nós antes de pousar. A aeronave ultrapassou o que foi realizado no ano passado, durante seu primeiro voo, quando voou a uma altitude de 4.080 pés e permaneceu no ar por 28 minutos.

“A combinação atual de questões geopolíticas e econômicas torna as capacidades de acessibilidade e flexibilidade do Phantom Eye muito atraentes para nossos clientes globais”, disse Darryl Davis, presidente da Boeing Phantom Works. “Nenhum outro sistema mantém a promessa de oferecer missões persistentes de ISR e comunicações on-demand para qualquer região do mundo, rapidamente respondendo a desastres naturais e as questões de segurança nacional.”

Com melhorias, o Phantom Eye aumentou seu envelope de voo e pousou sem problemas após 66 minutos de voo. (Foto: Boeing)

Com melhorias, o Phantom Eye aumentou seu envelope de voo e pousou sem problemas após 66 minutos de voo. (Foto: Boeing)

A Boeing está auto-financiando o desenvolvimento do ambientalmente responsável Phantom Eye, que gera apenas água como subproduto de seu sistema de propulsão.

“Este voo, num envelope de voo mais exigente de alta altitude, demonstrou com sucesso as capacidades de manobra, de resistência, e de pouso do Phantom Eye”, disse Drew Mallow, gerente do programa Phantom Eye.

Após o primeiro voo, a Boeing atualizou o software da aeronave e também o hardware, incluindo o trem de pouso. Os upgrades se pagaram na forma de um pouso perfeito.

O demonstrador Phantom Eye é capaz de transportar uma carga útil de 450 libras, enquanto poderá operar por até quatro dias em altitudes de até 65.000 pés.

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IMAGEM: Primeiro Airbus A350 XWB está estruturalmente completo

O Airbus A350 XWB "MSN001" recebeu toda estrutura das asas e agora foi movimentado para primeiros testes externos no solo. (Foto: P. Pigeyre / Airbus)

O Airbus A350 XWB “MSN001″ recebeu toda estrutura das asas e agora foi movimentado para primeiros testes externos no solo. (Foto: P. Pigeyre / Airbus)

O primeiro Airbus A350 XWB (MSN001) agora já com suas asas concluídas, foi movimentado para sua próxima fase de testes no solo, a partir da “Estação 30″ da Linha de Montagem Final “Roger Beteille” do A350 XWB para a Área Clément Ader da “Estação 18″ em Toulouse. A aeronave está estruturalmente completa e já mostra os winglets instalados, painéis de carenagem na parte de baixo, e as portas do trem de pouso principal.

A aeronave recentemente concluiu com êxito uma série de testes em solo dentro do hangar, incluindo testes de estabilidade em elementos ‘móveis’ como leme, profundores, ailerons e spoilers laterais, bem como testes de extração / retração do trem de pouso.

Os próximos passos, que vão ocorrer ao ar livre na Estação 18 incluirão três grupos planejados de testes: testes nos tanques de combustível – incluindo níveis, fluxos, funções de transferência, de vedação interna e de combustível; testes de pressão da fuselagem, e testes de equipamentos de rádio.

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Primeiro KC-135 é retirado de operação na Força Aérea dos EUA

O KC-135R Stratotanker "61-0312" realiza uma passagem baixa sobre a pista da Base Aérea de Altus, em Oklahoma, no dia 21 de fevereiro de 2013, marcando sua despedida do serviço operacional na USAF. (Foto: Airman 1st Class Franklin R. Ramos / U.S. Air Force)

O KC-135R Stratotanker “61-0312″ realiza uma passagem baixa sobre a pista da Base Aérea de Altus, em Oklahoma, no dia 21 de fevereiro de 2013, marcando sua despedida do serviço operacional na USAF. (Foto: Airman 1st Class Franklin R. Ramos / U.S. Air Force)

Após mais de 50 anos de serviço e 22,5 mil horas de voo, o primeiro Boeing KC-135 Stratotanker é retirado do serviço operacional com a Força Aérea dos EUA no dia 21 de fevereiro de 2013.

A aeronave fez uma passagem em alta velocidade sobre a pista da Base Aérea de Altus, Oklahoma, antes de seguir para o 309° Grupo de Regeneração e Manutenção Aeroespacial, na Base Aérea de Davis-Monthan, no Arizona, mais conhecido como “Boneyard“, onde aeronaves da Força Aérea dos EUA seguem para posteriormente poder fornecer peças para satisfazer a crítica necessidade de abastecimento das aeronaves em serviço, sem necessitar esperas prolongadas.

A aeronave, número de cauda 61-0312, voou pela primeira vez com a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) em 14 agosto de 1962, e foi remotorizada no dia 27 de junho de 1985. A aeronave voou 15 surtidas apenas em janeiro de 2013.

O Ato de Autorização da Defesa Nacional para o ano fiscal de 2013 autorizou a redução da estrutura de força da frota de KC-135 em 16 aeronaves.

O Escritório do Programa KC-135 na Base Aérea de Tinker, Oklahoma, utiliza uma Ferramenta de Análise de Condições da Frota para definir cada aeronave em vários critérios, como o número de horas de voo, a severidade de uso, integridade estrutural da fuselagem / asa / célula de combustível, e a data de vencimento para a próxima manutenção programada em depósito. A Divisão Estratégica da Força Aérea identificou o 61-0312 como pronto para se aposentar no dia 19 de fevereiro de 2013.

A missão da 97ª Ala de Mobilidade Aérea é “Forjar as forças de mobilidade de combate … implantando guerreiros aviadores”, sendo o primeiro local definido para o treinamento de mobilidade aérea das aeronaves KC-135R Stratotanker e C-17 Globemaster III.

“Os KC-135Rs atribuídos na Base Aérea de Altus voam cerca de 1.820 missões por ano fiscal, o que dá em média 91 surtidas por aeronave”, disse Joey Dauzat, encarregado pelas surtidas de voo com o 97° Escritório de Manutenção da ala 97. “As horas de voo estão em cerca de 7.030 horas por ano fiscal, que dão uma média de 351 horas de voo por aeronave. Todas as saídas obrigam a ter um operador de lança, de modo que em cada surtida voada uma surtida de treinamento de operador é realizada.”

A aposentadoria do 61-0312 não deverá afetar negativamente a missão da 97ª Ala de Mobilidade Aérea.

“Nós temos um número suficiente de KC-135Rs para apoiar os requisitos de voo sem o 312″, disse Carl Martin, vice-diretor de manutenção da ala. “Na verdade, ter um avião tanque a menos poderá ser benéfico, pois nos permitirá voar com os restantes um pouco mais frequentemente. Até um certo ponto, o desempenho dos KC-135Rs melhora quando eles voam mais.”

No entanto o 61-0312 não verá seu fim ainda, pelo menos nos próximos anos, pois ele será usado para manter voando a frota de KC-135 e de outras aeronaves do Departamento de Defesa através do fornecimento de suas partes, ou será colocada em armazenamento para uma potencial reactivação, se necessária.

Texto: Airman 1st Class Klynne Pearl Serrano / 97th Air Mobility Wing, Public Affairs – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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IMAGEM: Segundo A-50U AWACS modernizado está próximo da entrega para Força Aérea da Rússia

A aeronave Beriev A-50U "Vermelho 33" visto no Centro de Aviação em Taran.

A aeronave Beriev A-50U “Vermelho 33″ visto no Centro de Aviação em Taganrog.

A segunda aeronave A-50U AWACS (Aeronave de Alerta Aéreo Antecipado e Sistema de Controle), de um programa de modernização em série para Força Aérea da Rússia, está pronta para entrega e já ostenta a pintura final na cor cinza-escuro.

A aeronave “Vermelho 33″ (número de série 43454618 “41-05″), foi fabricada em 1984 e foi a atualizada em 2011-2012 pelo Complexo Técnico Científico de Aviação Beriev em Taganrog. O avião voou pela primeira vez após modernizada no final de 2012.

Com informações do Rustam, direto da Rússia.

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Caças F-35s têm previsão para retomar voos dentro de uma semana

Os caças F-35 tem uma previsão de retomada de voos no início de março. (Foto: Lockheed Martin)

Os caças F-35 tem uma previsão de retomada de voos no início de março. (Foto: Lockheed Martin)

O caça F-35 Joint Strike Fighter da Lockheed Martin poderá retomar os voos dentro de uma semana após a resolução dos problemas que causaram a suspensão dos voos, disse o chefe de programa junto ao Pentágono.

A suspensão dos voos não afetará a entrega dos aviões e a causa dos problemas no motor será conhecida até o final da semana, disse Chris Bogdan, diretor do programa F-35 no Departamento de Defesa dos EUA, durante uma coletiva hoje em Melbourne, na Austrália, onde está sendo tomada a decisão de compra das aeronaves furtivas, em meio a um corte de 7 por cento do seu orçamento de equipamentos de defesa e atrasos no cronograma de entrega da aeronave.

O Pentágono suspendeu no dia 22 de fevereiro todos os voos do programa F-35 avaliado em US$ 396 bilhões, depois que uma inspeção no motor revelou uma rachadura numa pá da turbina. O programa já está enfrentando pressões de custos após uma revisão no projeto, rachaduras no anteparo, muito peso, e com os atrasos num software essencial, que colocaram o jato sete anos atrasado e 70 por cento acima do orçamento.

“Uma vez que soubermos a causa, e eu acho que nós vamos saber isso antes do final da semana, temos várias opções para quando colocaremos os aviões de volta em voo”, disse Bogdan. “Se fosse tão simples quanto um problema de objeto estranho ao voo (FOD) ou um problema de qualidade de fabricação, eu poderia prever que o avião estaria de volta ao voo na próxima semana ou em duas semanas.”

O custo total de US$ 1,1 bilhão do programa poderia ser cortado em bilhões, se eventos como a suspensão de voo não fosse incomum para os aviões durante o desenvolvimento, de acordo com Bogdan. O preço de cada aeronave está descendo, disse ele.

Incidente com fumaça

Num incidente separado, um voo teste com um F-35 no dia 14 de fevereiro foi interrompido após o cockpit ficar com “um pouco de fumaça” com o piloto pousando em segurança, de acordo com Nathan Drevna, um porta-voz da Honeywell International, um fornecedora da Lockheed. O sistema de gerenciamento térmico da aeronave, que controla a temperatura da cabine, está sendo enviado para a Honeywell para testes, disse Drevna.

Cerca de um quarto das aeronaves de produção serão compradas por aliados dos EUA, incluindo Austrália, Reino Unido, Japão, Israel, Turquia, Holanda e Noruega. A Itália, Canadá e Dinamarca já reduziram suas compras planejadas pela metade devido a pressão sobre os orçamentos de defesa e quase o dobro do custo de cada aeronave de 137 milhões de dólares desde 2001.

A Austrália prevê investir US$ 13,21 bilhões se decidir adquirir o total planejado de 100 caças F-35, de acordo com um relatório de setembro do ano passado por um gabinete de auditoria do governo, com um orçamento já aprovado de US$ 2,4 bilhões com as primeiras fases do projeto.

Entregas australianas

As duas primeiras aeronaves serão entregues durante 2014 para testes e treinamento, com 12 adicionais chegando com dois anos de atraso, a partir de 2017 até 2019. mas a decisão para compra de outras 100 aeronaves provavelmente não será tomada até 2015, diz o governo.

Os atrasos para o programa poderiam ser caros, disse a auditoria de gastos do governo num relatório em setembro passado, com a Austrália tendo que manter seus caças F/A-18 Super Hornet além da data prevista de retirada de 2020.

“O Ministério de Defesa não tem mais nenhuma capacidade de absorver os atrasos”, de acordo com um relatório do auditor-geral Ian McPhee, “provavelmente será mais caro, e isso implica na capacidade.”

Cortes no orçamento

O governo australiano vem cortando seus gastos de defesa, uma vez que tenta acertar uma meta para alcançar o superávit orçamentário no ano que terminou em junho deste ano, em meio a uma desaceleração no boom da mineração que tem alimentado a economia do país desde a crise financeira de 2008.

Os atrasos no programa F-35 economizaram US$ 1,61 bilhão nas projeções de orçamento, de acordo com um documento informativo anexado a revisão de gastos do governo em maio passado. O financiamento para a Organização de Material de Defesa da Austrália será cortado em sete por cento, para US$ 9,2 bilhões este ano, principalmente como resultado de um corte de um 664 milhões de dólares em planos de investimento de capital, disse o governo na época.

O programa F-35 é um “falha catastrófica técnica e gerencial em várias frentes”, disse Peter Goon, consultor da agências de análises Air Power Austrália, numa comissão parlamentar em fevereiro passado.

“O Joint Strike Fighter é um programa falho com nenhuma perspectiva de recuperação”, disse ele. “A aeronave Joint Strike Fighter é o produto errado.”

O jato também está enfrentando o escrutínio nos EUA, enquanto o dia 1° de março se aproxima, com o país tentando evitar os cortes automáticos no orçamento configurados como parte de um acordo de 2011 para aumentar o limite da dívida do país.

Os cortes, que serão divididos quase igualmente entre as despesas de defesa e não-defesa, retirariam do orçamento cerca de US$ 45 bilhões este ano a partir de programas do Pentágono, incluindo o F-35.

Fonte: Bloomberg – Tradução: Cavok

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Licitação LAS disputada pela Embraer nos EUA terá resultado em março

O Super Tucano disputa nos EUA um contrato para venda de até 50 aeronaves para o Afeganistão. (Foto: Built for the Mission)

O Super Tucano disputa nos EUA um contrato para venda de até 50 aeronaves para o Afeganistão. (Foto: Built for the Mission)

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) deve anunciar em março o resultado da concorrência para a compra de 20 aviões de treinamento avançado e ataque leve, que serão usados em missões no Afeganistão, segundo previsão feita para as empresas que participam da disputa. Conhecido pela sigla LAS (Light Air Support), o programa de aquisição dessas aeronaves pode alcançar a cifra de US$ 1 bilhão com a encomenda de 50 aviões.

A Embraer, que havia sido declarada vencedora da licitação no começo do ano passado, participa novamente do processo com a aeronave turboélice Super Tucano. Sua rival, a americana Hawker Beechcraft (HB), também está no páreo com a aeronave AT-6, ainda em fase de desenvolvimento. No dia 19 deste mês, a HB anunciou a sua saída do ‘Chapter Eleven‘ (pedido de proteção contra falência), feito em maio do ano passado.

A aeronave AT-6 desenviolvida pela Hawker Beechcraft, (Foto: HBC)

A aeronave AT-6 desenviolvida pela Hawker Beechcraft, (Foto: HBC)

Segundo comunicado enviado para a imprensa nesta semana, a HB informa que saiu do processo de recuperação judicial bem posicionada para competir de forma vigorosa nos mercados de aviação executiva, missões especiais, treinamento e ataque leve. O plano de reorganização da empresa foi aprovado pelo Tribunal de Falências dos Estados Unidos no dia 1° de fevereiro e entrou em vigor no dia 15.

A retração da demanda por aeronaves executivas e uma dívida de US$ 2,5 bilhões levaram a HB a entrar com o pedido de proteção contra falência no ano passado. A empresa também fez uma tentativa fracassada de venda da sua área de aviação executiva para o grupo aeroespacial chinês Superior Aviation Beijing.

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Comparativo entre as duas aeronaves.

Comparativo entre as duas aeronaves.

Em entrevista anterior, o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, disse que o Super Tucano é o avião que oferece menor risco para o programa LAS e que o modelo atende perfeitamente a missão requerida pela Usaf para a concorrência.

‘A nossa expectativa é realmente positiva. Desde que a concorrência seja justa e baseada em critérios competitivos, a Embraer tem muita esperança de ganhar novamente’, afirmou.

Pelas regras da segunda concorrência, aberta pela USAF depois que a HB entrou na Justiça americana para impedir que o contrato fosse fechado com a Embraer, a empresa brasileira poderá ser favorecida, entre outras coisas, pelo maior peso que está sendo dado para a experiência comprovada do avião em operações de contrainsurgência.

O Super Tucano da Embraer é a única aeronave atualmente em produção e comprovada em combate entre as duas que disputam o LAS. (Foto: Embraer)

O Super Tucano da Embraer é a única aeronave atualmente em produção e comprovada em combate entre as duas que disputam o LAS. (Foto: Embraer)

O avião da concorrente americana só pôde demonstrar sua experiência como treinador, já que a nova versão de ataque leve AT-6 ainda não está operacional. O Super Tucano, por sua vez, tem mais de 180 mil horas de voo, das quais 28 mil horas em voo de combate.

Em operação em nove forças aéreas da América Latina, África e Ásia, possui um total de 160 unidades entregues. Mesmo sendo um produto projetado e produzido no Brasil, o Super Tucano é um programa com impacto econômico forte para as empresas americanas.

Segundo a Embraer, cerca de 86% do valor em dólar do Super Tucano vem de componentes fornecidos por companhias ou países qualificados sob a lei ‘Buy American Act‘, que exige um conteúdo americano superior a 50% para os produtos comprados fora dos EUA.

O parque industrial envolvido com o projeto reúne mais de 100 fornecedores de serviços e de componentes em 21 Estados americanos, o que corresponde a uma cadeia de fornecedores de 1.400 funcionários nos EUA.

‘Na verdade, a Embraer adquire mais de US$ 2 bilhões em componentes fabricados por fornecedores americanos, suportando cerca de sete mil empregos nos EUA’, comenta a Embraer em seu site BuiltForTheMission, com informações dedicadas ao Super Tucano e à concorrência LAS.

Caso seja a vencedora da concorrência, a Embraer pretende ainda construir uma fábrica na cidade americana de Jacksonville, na Flórida. No site sobre o Super Tucano, a empresa informa também que não serão criados novos empregos no Brasil como resultado de um eventual contrato com a Usaf para o programa LAS.

Fonte: G1, via Hangar do Vinna

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