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Lenda do nome Enterprise continua na Marinha dos EUA com o novo porta-aviões CVN 80

Publicado em 01/12/2012 por em Militar

O novo porta-aviões da classe Ford, o CVN 80 apresentado hoje nos EUA, será batizado de USS Enterprise. (Foto: U.S. Navy)

Hoje, dia 1° de dezembro, o USS Enterprise (CVN 65) foi oficialmente desativado e deixou a frota ativa de porta-aviões da Marinha dos EUA para sempre. A inativação do CVN 65 não é apenas um marco para a Marinha, marca o fim de uma era de um lendário navio e o início de uma nova era para a aviação naval, com a introdução do porta-aviões USS Enterprise na Classe Gerald R. Ford.

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) no seu último destacamento, no dia 2 de nveombro. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Scott Pittman / U.S. Navy)

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) continuará a servir a Marinha, já que mais de US$ 100 milhões de seus equipamentos serão reutilizados e instalados a bordo de porta-aviões das classes Nimitz e Ford. Sete navios jpa tiveram a honra de receber o nome Enterprise, e o CVN 65 ou “Big E” é uma lenda por si só, como o navio de guerra mais condecorado da história dos EUA. Crucial em todos os conflitos dos EUA desde sua colocação em funcionamento, e sendo o primeiro porta-aviões nuclear da história, o Enterprise mudou o futuro da aviação naval.

Infográfico sobre a clase Ford de porta-aviões. Clique para ampliar.

O porta-aviões USS Gerald R. Ford (CVN 78) está em construção e irá substituir o Enterprise quando ele for entregue. Apenas algumas semanas a partir de agora a ilha vai ser adicionada ao convés de vôo, e a Marinha dos EUA espera poder batizar e lançar ao mar o Ford no final de 2013. Sua missão permanecerá inalterada, mas com os avanços da tecnologia, com um novo reator, e melhorados sistema de propulsão, planta elétrica, catapultas eletromagnéticas, avançados ganchos de parada, controle de máquinas e sistemas de guerra integradas, ele vai seguir para suas missões com maior letalidade, capacidade de sobrevivência, interoperabilidade conjunta, e com reduzido custo de operação e manutenção para os contribuintes. As melhorias para a configuração do convés de vôo, elevadores de armas, e estações de reabastecimento trarão mais poder de combate.

O porta-aviões USS Enterprise completou 51 anos em operação na Marinha dos EUA, como pode ser visto no infográfico acima. Clique para ampliar.

Atualmente os porta-aviçoes da classe Nimitz podem rotineiramente gerar 120 missões de combate por dia, enquanto os porta-aviões da classe Ford serão capazes de gerar 33 por cento a mais de saídas por dia – 160 surtidas, e mais de 270 surtidas por dia por curtos períodos de ritmo elevado de operações. Um classe Ford também traz qualidade de vida melhoriada para os marinheiros, como espaço de academia reprojetado, reduz a manutenção, melhora a disponibilidade operacional e capacidade, e reduz o custo total de propriedade durante a sua vida de 50 anos em US$ 4 bilhões, em comparação com um porta-aviões da classe Nimitz portadores.

Infográfico sobre o porta-aviões USS Enterprise (CVN 65). Clique para ampliar.

É importante lembrar por que a Marinha decidiu construir uma classe de navio, que terá uma vida útil de 94 anos, e permanecerá em serviço até 2110. A classe Ford vai entregar uma capacidade maior de operação que reduzirá significativamente os custos e vai permanecer na vanguarda de implantação de longa data no combate às ameaças e fornecendo a presença militar dos EUA em apoio a uma ampla variedade de objetivos de segurança.

O porta-aviões USS Enterprise no dia que partiu para seu último destacamento, no dia 27 de setembro de 2012. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Scott Pittman / U.S. Navy)

Assim como o “Big E” fez quando ele foi entregue há 51 anos, o classe FORD representa um verdadeiro “salto no futuro” de um navio que será a peça central do poder naval dos EUA para o resto do século 21, orgulhosamente carregando a tradição e o legado do Enterprise.

Fonte: Blog da Marinha dos EUA – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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VÍDEOS E IMAGENS: Marinha dos EUA dá hoje o adeus ao porta-aviões USS Enterprise

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) chega em Norfolk, após sua última implantação, no dia 4 de novembro de 2012. (Foto: Mass Communication Specialist 1st Class Julie Matyascik / U.S. Navy)

A maior embarcação naval do mundo, o porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) está sendo desativado hoje, dia 1° de dezembro de 2012. O “Big E” foi o primeiro porta-aviões movido a energia nuclear e a oitava embarcação militar dos Estados Unidos a ostentar o nome. Veja a seguir um vídeo que conta um resumo da história de um dos porta-aviões mais famosos dos EUA.

A inativação começa no dia 1° de dezembro de 2012, na Estação Naval deNorfolk, Virginia, com seu desmantelamento programado até o dia 15 de março de 2013. A desativação do Enterprise irá resultar num aumento de cerca de US$ 857,3 milhões nos custos de operação de manutenção de depósito para a Marinha dos EUA, e para o orçamento de manutenção para o ano fiscal de 2013.

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) no dia 5 de novembro de 2001, quando comemorou seus 40 anos de serviço com a Marinha dos EUA. (Foto: Mate 3rd Class Douglass M. Pearlman / U.S. Navy)

No dia 5 de novembro de 2012, o Enterprise voltou pela última vez a seu porto natal na Estação Naval de Norfolk, Virgínia, pela última vez. Ele chegou com sua própria propulsão e está terminando uma era em serviço no mar contada desde a crise dos mísseis de Cuba, há 50 anos, passando por diversas outras guerras.

O esquadrão Checkmates (VFA 211), com os caças F/A-18 Super Hornets, sobrevoa a Estação Naval de Oceana, após deixarem o convés do porta-aviões USS Enterprise pela última vez. (Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Antonio P. Turretto Ramos / U.S. Navy)

O porta-aviões USS Enterprise no final da década de 1990, ainda com caças F-14 a bordo. (Foto: U.S. Navy)

Na sua última viagem, o Enterprise cruzou quase 81.000 milhas numa implantação de 238 dias para o Golfo Pérsico e seus aviões voaram mais de 2.000 missões em apoio à Operação Liberdade Duradoura no Afeganistão. Veja a seguir um vídeo da chegada do Enterprise na estação de Mayport, após sua última viagem operacional.

O navio vai ser depois rebocado novamente para o Estaleiro Naval de Puget Sound Naval no estado de Washington, onde será desmontado e ter seu metal vendido como sucata. Todo o processo levará cerca de quatro anos.

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Tecnologia stealth não vai estar ultrapassada num curto prazo, diz comandante do Comando de Combate Aéreo dos EUA

Publicado em 01/12/2012 por em Militar

A tecnologia stealth aplicada na pintura do caça F-22 ainda deve permanecer atualizada por vários anos.

Durante um discurso no Centro de Estudos e Informações Estratégicas, o comandante do Comando de Combate Aéreo(ACC) da USAF, General Mike Hostage disse que a tecnologia stealth não vai estar obsoleta em breve, contradizendo a colocação de especialistas da indústria canadense que teriam dito que a tecnologia stealth estaria obsoleta em pouco tempo.

“Nossos adversários estão construindo capacidades para ver os aviões furtivos”, disse o General Hostage no dia 30 de novembro. “Mas não numa taxa mais rápida que as habilidades que estamos desenvolvendo para permanecermos – não invisível, mas capaz de lidar com uma visibilidade relativa e invisibilidade.”

Hostage salienta que a tecnologia stealth não significa que uma aeronave é invisível. Significa apenas que o jato é muito mais difícil para um inimigo detectar. Isso permite que a aeronave possa chegar mais perto do alvo que está tentando atacar ou observar.

A tecnologia aplicada nos novos F-35 permitirá uma manutenção mais barata da pintura especial que oferece a furtividade no caça. (Foto: Lockheed Martin)

Mas, enquanto os EUA estão fazendo avanços em aeronaves stealth ainda mais difíceis de detectar e rastrear, há avanços também em tornar a tecnologia de baixa observáção mais fácil de manter, disse Hostage. Uma aeronave furtiva inevitavelmente leva mais tempo e custa mais para manter do que um avião não-furtivo, mas o Lockheed Martin F-35 deve ser muito mais fácil de manter do que as aeronaves stealth anteriores. No entanto, ele nunca vai ser tão fácil de manter como as aeronaves de quarta geração. “Sempre será mais caro manter um avião furtivo,” disse Hostage.

Mas Hostage disse que, embora a tecnologia stealth continue evoluindo, não vai ser sempre assim. “Eu tenho certeza que há um ponto de retornos decrescentes em algum lugar”, disse ele. “E é por isso que já estamos olhando para o que define a sexta geração.”

“Teremos que ter um caça de sexta geração em algum momento antes de 2030″, disse Hostage. Diferentemente dos caças de quinta geração, onde Hostage diz que a tecnologia definitiva é a stealth, não pode haver um determinado atributo que defina uma aeronave de sexta geração. Poderia ser uma combinação de várias tecnologias emergentes, mas ainda é muito cedo para dizer. “Vai ser algum tipo de jogo de mudança de capacidade,” disse Hostage. “Vai ser um processo de crescimento interativo dessa capacidade.”

Fonte: Flightglobal – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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Chefe do Comando de Combate Aéreo dos EUA dá dicas sobre caça de 6ª geração

Publicado em 01/12/2012 por em Militar

Concepção artística de um estudo para caça de sexta geração apresentada pela Northrop Grumman.

Mesmo com o caça de quinta geração F-35 lutando para conseguir entrar em operação, a Força Aérea dos EUA está começando a planejar como fazer decolar o projeto do caça de 6ª geração.

Quais as capacidades que um jato de 6ª geração vai possuir ainda não está claro, mas o General Hostage Mike, o chefe do Comando de Combate Aéreo, deu algumas dicas num evento organizado esta manhã pelo Centro de Estudos e Informações Estratégicas.

Durante uma sessão de perguntas e respostas, Hostage reiterou um cronograma do Departamento de Defesa dos EUA onde uma nova geração de caças será necessária até 2030.

“É por isso que já estamos visando para definir a 6ª geração,” disse Hostage. “Vai ser uma espécie de jogo de mudança de capacidade. Você ainda não sabe o que é, mas estamos trabalhando, e visando ele com cuidado.

Depois de seu discurso, Hostage expandiu seus comentários a jornalistas.

“Nós estamos tentando decidir o que é a tecnologia de 6ª geração”, disse ele. “Nós estamos olhando para tecnologias que prometem definir potencialmente a 6ª geração, mas não disse ‘é isso, vamos por esse caminho.” Estamos a partir de hoje tentando defini-la, porque leva muito tempo para adquirir essas coisas,” acrescentou Hostage.

Os projetos de caças de combate de 5ª geração foram definidos por suas habilidades stealth. Hostage se recusou a entrar em detalhes sobre o que a Força Aérea dos EUA está visando, mas deu a entender que não seria uma única peça de tecnologia que define o caça como de 6ª geração.

“Existem algumas tecnologias muito interessantes sendo desenvolvidas,” disse Hostage. “Eu acredito que será uma combinação, eu não acredito que será uma coisa radical que vamos dizer ‘vamos fazer as coisas de forma completamente diferente’. “Eu acho que vai ser uma combinação de algumas tecnologias muito interessantes que irão produzir as capacidades de mudança de jogo”.

No entanto, a possibilidade de uma próxima geração de caças de alto nível não apaga a necessidade de outros aspectos da frota da Força Aérea. Hostage disse poder aéreo ainda exige uma “família de sistemas”, incluindo o bombardeiro de longo alcance proposto, que o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Mark Welsh identificou como um de seus principais programas.

“Nós não podemos nos dar ao luxo de construir uma peça única de equipamentos que podem fazer qualquer coisa, tudo, em qualquer lugar”, disse Hostage.

Fonte: Air Force Times – Tradução: Cavok

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Gol faz acordo com BOC Aviation para 8 aviões novos

Uma das aeronaves Boeing 737-800 da companhia aérea GOL. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A BOC Aviation, a maior companhia de leasing de aviões da Ásia, anunciou hoje que assinou acordos para realizar operações de compra e “leaseback” (operação em que um proprietário vende um bem e em seguida faz o arrendamento) de oito novos aviões Boeing 737-800 para a companhia brasileira Gol.

O prazo de entrega vai do primeiro trimestre de 2013 ao terceiro trimestre de 2014, segundo comunicado da BOC Aviation.

“Estamos contentes com o desenvolvimento de nosso relacionamento com a BOC Aviation e apreciamos o apoio no financiamento de um número significativo [dos aviões] 737-800”, disse Edmar Prado Lopes Neto, executivo-financeiro da Gol.

O executivo da área comercial da BOC, Steven Townend, informou que nos últimos meses a BOC tem compromissos equivalentes a cerca de US$ 1,5 billhão em operações de novas compras e “leaseback”.

BOC Aviation pertence ao Bank of China, um dos maiores do mundo.

Fonte: Valor Econômico

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IMAGENS: Voa pela primeira vez o UCAV nEUROn da Dassault Aviation

O demonstrador stealth de tecnologia UCAV da Europa, o nEUROn, durante seu primeiro voo realizado em Istres, França. (Foto: R. Michelin / Dassault Aviation)

Hoje, dia 1° de dezembro, o nEUROn, o demonstrador stealth de tecnologia do veículo aéreo não tripulado (UCAV) da Europa, completou com sucesso seu primeiro voo a partir da base de testes de voo da Dassault Aviation Company em Istres, em colaboração com o pessoal de teste de vôo da agência francesa de aquisição de defesa (DGA)

Momentos antes da decolagem do UCAV nEUROn em Istres, França. (Fotos: R. Michelin / Dassault Aviation)

O nEUROn foi lançado em 2005 pela cliente, a DGA, e envolve a França, Itália, Suécia, Espanha, Grécia e Suíça. Ele define um futuro para a excelência aeronáutica da Europa.

A aeronave não tripulada nEUROn é desenvolvida pela Dassault Aviation em parceria com várias empresas europeias. (Foto: R. Michelin / Dassault Aviation)

Com a Dassault Aviation como contratante principal, o programa foi concebido para reunir os conhecimentos e know-how da Alenia Aermacchi (Itália), Saab (Suécia), a EADS-CASA (Espanha), HAI (Grécia), RUAG (Suíça) e Thales (França).

Decolagem do nEUROn no dia 1° de dezembro, na França. (Fotos: R. Michelin / Dassault Aviation)

Com um comprimento de 10 metros, uma envergadura de 12,5 metros e um peso vazio de 5 toneladas, a aeronave é alimentada por um motor Rolls-Royce Turbomeca “Adour”.

O nEUROn chegando para pouso após seu primeiro voo. (Foto: R. Michelin / Dassault Aviation)

O nEUROn continuará a ser submetido a testes na França em 2014, quando então será enviado para Vidsel, na Suécia, para uma série de testes de funcionamento. Ele, então, irá para a área de testes de Perdadesfogu (Itália) para mais testes, em particular para disparos de armas e medições de sua capacidade stealth.

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IMAGENS: Real Força Aérea da Austrália se despede de suas aeronaves C-130H Hercules

Publicado em 01/12/2012 por em Militar

A aeronave C-130H do Esquadrão n°37 sobrevoa Sidney num voo de despedida da RAAF. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Depois de trinta e quatro anos de serviço operacional, a Real Força Aérea Australiana (RAAF) finalmente retirou de operação seus C-130H Hercules, com a realização de uma cerimônia formal na Base Aérea da RAAF de Richmond, no dia 30 de novembro.

Duas aeronaves C-130H realizaram o último voo na Base da RAAF de Richmond. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A aeronave C-130H desempenhou um papel inestimável desde 1978, tendo apoiado o pessoal da Defesa sobre as operações em Timor Leste, Iraque e Afeganistão, e desde tempos de paz e de serviços humanitários, incluindo a evacuação australianos do Camboja em 1997 e retornando para casa feridos australianos a partir dos atentados de Bali.

Após o voo de despedida, as duas aeronaves C-130H foram saudadas com canhões de água dos caminhões da equipe de bombeiros da base. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Eles têm sido usados para ajudar em desastres e prestar assistência humanitária para o povo da Indonésia, Papua Nova Guiné, e em todo o Sul do Pacífico, em pontes aéreas humanitárias e em variadas missões como lançamento em voo de feno para o gado perdido, apoio aéreo para a missão Antártica Australiana e, claro, transporte dos passageiros que estavam isolados durante a greve dos pilotos de 1989.

As tripulações do Esquadrão N°37 que voaram com as duas aeronaves C-130H no voo de despedida em Richmond. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

O Ministro da Defesa, Stephen Smith, disse que a nova geração de C-130Js continuará o legado de transporte da Força Aérea com o Hércules.

Até o momento, está confirmado que somente duas aeronaves C-130H vão permanecer na Austrália, uma para treinamento e outra num museu. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Quatro dos aposentados C-130Hs serão transferidos para a Força Aérea da Indonésia, dois serão retidos pela RAAF para fins de treinamento na Base da RAAF de Richmond e para o Museu da Força Aérea em Point Cook, enquanto as opções estão sendo consideradas para a eliminação dos seis aviões restantes.

Uma das aeronaves C-130H que permanecerá na Austrália será o A97-005 que tem uma pintura especial na cauda. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A capacidade da RAAF de transporte aéreo será mantida por 12 aviões C-130Js, seis Boeing C-17 Globemaster II e 10 Alenia C-27J Spartans.

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XL Airways France é a mais nova companhia aérea a operar o Airbus A330-300

Publicado em 01/12/2012 por em Comercial

O primeiro Airbus A330-300 da companhia aérea XL Airways France quando decolava de Toulouse, sede da fabricante. (Foto: P. Pigeyre / Airbus)

A XL Airways France expande sua frota de aeronaves Airbus após a entrega do seu primeiro novo A330-300 na sede da fabricante em Toulouse, França.

Operado sob um acordo de leasing com a GECAS, a aeronave tem motores GE CF6-80E. A XL Airways France vai voar seus A330-300, configurados numa única classe, com 408 assentos, para destinos no Caribe francês, a partir de dezembro de 2012.

Esta nova aeronave irá juntar-se à frota de Airbus já operada pela XL Airways France, compreendendo dois A330-200 e um A320.

“A entrada em serviço do nosso primeiro A330-300 é um grande dia para a XL Airways France e os nossos passageiros. Com esta nova aeronave, vamos abrir rotas adicionais, como parte da expansão dos nossos negócios no Caribe francês”, comentou Laurent Magnin, CEO da XL Airways France. “Esta nova aeronave Airbus vai apoiar o nosso contínuo crescimento graças a sua capacidade de eficiente consumo de combustível, capacidade e alcance, beneficiando tanto nossas operações de passageiros como de carga”, acrescentou.

“Estamos muito felizes em receber a XL Airways France como a mais recente operadora de nosso best-seller A330-300″, disse John Leahy, Diretor de Operações da Airbus para Clientes. “Mais uma vez esta entrega destaca o sucesso do A330 como a aeronave mais popular de sua categoria, oferecendo o menor custo operacional, alta confiabilidade comprovada e uma grande experiência em voo.”

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