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Boeing entrega o 737 Next Generation de número 4.000

Publicado em 13/04/2012 por em Comercial

A Boeing celebrou hoje a entrega de sua aeronave 737 Next Generation de número 4.000, um modelo -700 para a cliente China Southern Airlines. (Foto: Boeing)

Executivos da Boeing e mais de 500 funcionários, fornecedores, representantes sindicais e entidades governamentais juntaram-se à China Southern Airlines para celebrar a entrega da aeronave 737 Next Generation de número 4.000 num evento realizado hoje em Seattle.

O 4.000° jato 737 Next Generation produzido nas instalações de Renton, Washington, será entregue oficialmente durante a próxima semana, na sede da China Southern Airlines em Guangzhou, China.

“O sucesso do 737 Next Generation é o resultado de anos de experiência que centenas de funcionários da Boeing continuam a aplicar em todos os 737 para uso executivo, governamental ou para o serviço regular de passageiros,” afirmou Beverly Wyse, vice-presidente e diretor executivo do programa 737. É um marco histórico entregar o 737 Next Generation de número 4.000. Queremos agradecer à China Southern Airlines e a todos os nossos clientes que possibilitaram que o 737 seja a aeronave comercial mais popular da história da aviação civil.”

Para a China Southern Airlines esta aeronave também é importante porque será o 75º 737 entregue diretamente à companhia aérea. Com mais 45 Boeing 737-700/800s encomendados, a China Southern é a maior companhia aérea chinesa, com uma frota de 450 aeronaves, sendo a sexta maior companhia aérea a nível mundial.

“A China Southern e a Boeing construíram uma excelente parceria e estamos extremamente honrados em recebermos o 737 Next Generation de número 4.000,” afirma Dong Suguang, vice presidente executivo da transportadora aérea Chinesa. “O 737 Next Generation tornou-se uma importante ferramenta na frota moderna, econômica e eficiente da China Southern Airlines”.

O 4.000° 737 Next Generation é um modelo 700 com capacidade para 126 passageiros numa configuração em duas classes e equipada com o novo Boeing Sky Interior.

O Boeing 737 é a aeronave comercial com mais unidades produzidas na historia da aviação e continua a quebrar recordes com o avanço do programa e com a produção de novas aeronaves. O espaço temporal entre a produção de cada 737 Next Generation é cada vez mais curto. Demorou cerca de três anos e um mês entre a entrega do 2.000º e o 3.000º, enquanto a produção entre o 3.000º e o 4.000º demorou apenas dois anos e oito meses. A Boeing prevê o aumento da taxa de produção para 42 aeronaves mensais a partir do primeiro semestre de 2014.

A família 737 Next Generation já recebeu mais de 6.600 encomendas com cerca de 2.600 unidades ainda a serem produzidas. Com mais de 5.500 aeronaves atualmente em serviço, a família 737 representa mais de um quarto do total mundial da frota de aeronaves comerciais. Mais de 358 operadores em 114 países voam o Boeing 737.

 
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Aliados da OTAN expressam interesse no sistema K-MAX

Um helicóptero não tripulado K-MAX durante testes em Yuma Proving Ground, Arizona. (Foto: Lockheed Martin)

Uma fonte oficial da Lockheed-Martin tornou público o interesse de alguns países aliados da OTAN pela versão híbrida do helicóptero de transporte Kaman desenvolvida pela companhia.

“Existe um enorme interesse demonstrado por alguns dos nossos aliados” afirma Jim Naylor, diretor de desenvolvimento do projeto K-MAX da Lockheed.

Naylor identifica os interessados como membros integrantes da Aliança Atlântica, mas afirma que não pode especificamente identificar quais os países.

Actualmente a companhia encontra-se focada no programa não-tripulado dos Fuzileiros Navais dos EUA (USMC), mas também existe a hipótese de desenvolverem uma versão armada ou de vigilância utilizando a versão tripulada do K-MAX.

A Lockheed equipou a aeronave com um sistema seguro de datalink, e com a utilização desse sistema a aeronave pode desempenhar outras missões se assim for necessário. “Esta plataforma é ideal para ser acrescentada com outro tipo de capacidades devido ao seu desempenho no transporte de carga,” afirma Naylor.

Até ao momento os Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA foi a entidade que se mostrou mais interessada. Os Fuzileiros têm efetuado diversos ensaios com o K-MAX no Afeganistão desde Dezembro de 2011, mediante um contrato de seis meses. Segundo Naylor, o contrato pode ser prorrogado por mais seis meses.

As duas aeronaves que estão sendo testadas têm voado em conjunto entre cinco a seis missões diárias a partir de duas bases avançadas. Foram efetuadas mais de 230 missões com um índice de eficácia de cerca de 94%, afirma Naylor. O K-MAX atualmente tem uma taxa de manutenção de cerca de 0.8 horas por hora de voo.

Segundo Naylor, a experiência que esta sendo adquirida no Afeganistão levará o Departamento de Defesa Americano (DoD) a adquirir mais helicópteros.

A produção do K-MAX foi encerrada em 2003, e a Kaman terá de reabrir e manter a sua linha de produção caso o DoD ou outro país adquira este helicóptero híbrido.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

 

Bombardier entrega o primeiro Global 6000 equipado com o Vision Flight Deck

Publicado em 13/04/2012 por em Executiva

A Bombardier entregou o primeiro jato executivo Global 6000 com o Visual Flight Deck. (Foto: Bombardier)

A Bombardier Aerospace anunciou hoje a entrega do primeiro jato executivo Global 6000 equipado com o sistema Vision Flight Deck. A aeronave operada pela Wideworld Services, foi entregue numa cerimônia realizada no último dia 31 de Março nas instalações da Bombardier em Dorval, Canadá.

“Estamos muito orgulhosos de recebermos o primeiro Global 6000 equipado com o Vision Flight Deck,” afirma o Comandante Edward Murray, piloto chefe da Wideworld Services.” Este novo painel de instrumentos foi um fator decisivo que nos levou a optar pelo Bombardier Global 6000, e estamos muito entusiasmados em poder voar numa aeronave com este sistema tecnologicamente avançado.”

A Bombardier Aerospace e a Rockwell Collins foram as primeiras empresas a certificar um head-up display (HUD) equipado com imagens de visão sintética, parte integrante do sistema de aviónicos Pro Line Fusion® que compõe o Vision Flight Deck. O Vision Flight Deck que equipam os Global da Bombardier foram certificados no dia 20 de Fevereiro de 2012 pela EASA, e 29 de Fevereiro de 2012 pela FAA, e no dia 3 de Junho de 2011 pela Transport Canada.

O HUD do Visual Flight Deck usado nos jatos Global 5000 e Global 6000 da Bombardier. (Foto: Bombardier)

“Este é um marco extremamente importante no programa Global,” afirma Stéphane Leblanc, vice-presidente e diretor executivo da Bombardier Business Aircraft. “O Vision Flight Deck é um avanço na tecnologia, e estamos muito orgulhosos que este painel de instrumentos equipe a nossa gama de jatos executivos Global 5000 e Global 6000.”

 

Força Aérea dos EUA espera novo contrato de aviões de ataque leve para 2013

Publicado em 13/04/2012 por em Brasil, Militar

A Embraer tinha vencido a competição LAS da USAF em dezembro de 2011.

A Força Aérea dos Estados Unidos disse nesta sexta-feira que emitirá na semana que vem um rascunho das regras revisadas para a disputa pelo contrato de fornecimento de 20 aeronaves leves de ataque para o Afeganistão, com o objetivo de escolher a empresa vencedora no início de 2013. A Força Aérea informou ainda que vai convocar a fabricante brasileira de aeronaves Embraer e a americana Hawker Beechcraft para a nova licitação.

As notícias surgem enquanto uma investigação interna da Força Aérea descobriu que a concessão de um contrato valorado em US$ 355 milhões, que foi concedido e abruptamente cancelado no final de fevereiro, foi decidida sem seguir o processo apropriado, disse uma fonte à Reuters.

Oficiais da Força Aérea disseram a funcionários do Congresso nesta sexta-feira que a equipe de aquisição que concedeu o contrato à Sierra Nevada e à brasileira Embraer era inexperiente e não aderiu ao processo de aquisição, disse a fonte.

A Força Aérea disse que nomeou uma nova e melhor qualificada equipe de seleção para avaliar novas propostas enviadas pelas empresas, de acordo com a fonte, que não tem autorização de falar publicamente. Citando as autoridades, a fonte disse que a investigação não havia identificado má-conduta voluntária entre os funcionários do governo envolvidos.

Oficiais da Força Aérea descreveram o incidente como vergonhoso e desanimador após anos de esforços para melhorar os procedimentos de aquisição e reconstruir a reputação do serviço após uma série de decisões deficientes relativas a contratos ao longo da última década.

O serviço disse em nota nesta sexta-feira que emitirá em 17 abril uma versão preliminar de emendas às regras anteriores de competição e informará as empresas no mesmo dia. As mudanças definirão “mais claramente os critérios de avaliação e tornarão mais eficiente o processo de tomada de decisões”, disse.

As empresas terão até 24 de abril para responder, com as regras finais sendo emitidas em 30 de abril.

Isso permitirá uma concessão de contrato no início de 2013, com as primeiras entregas de aeronaves ao Afeganistão atrasadas para o terceiro trimestre de 2014, cerca de 15 meses mais tarde do que o inicialmente planejado, disse a Força Aérea em nota.

O serviço disse que havia completado a primeira frase de uma investigação liderada por um comandante na semana passada, mas não deu detalhes já que a competição deve continuar.

A Força Aérea disse que quaisquer ações com o fim de responsabilizar indivíduos específicos por conduta inapropriada relativa a decisões de contrato serão tomadas nos próximos meses. O órgão não deu mais detalhes.

Segundo o serviço, uma segunda fase das investigações estão sendo realizadas, com investigadores revisando duas seleções do Air Force Material Command e ‘do Space and Missile Center do Air Force Space Command “para avaliar a qualidade e consistência dos procedimentos de seleção de fonte implementados em outros sistemas de aquisição das Forças Aéreas”.

Fonte: Reuters, via Terra

 

Polícia Nacional do Japão encomenda seus dois primeiros helicópteros AgustaWestland GrandNew

A Polícia Nacional do Japão adquiriu seus dois primeiros helicópteros AgustaWestland GrandNew. (Foto: AgustaWestland)

A AgustaWestland, uma empresa Finmeccanica, e a Corporação Kanematsu com prazer anunciaram que receberam um contrato da Agência da Polícia Nacional do Japão (JNPA) para o fornecimento de dois helicópteros bimotores GrandNew na configuração policial como parte de um programa em curso para modernizar os helicópteros da Polícia Nacional Japonesa.

As duas aeronaves serão operadas nas prefeituras de Saga e Tottori. A encomenda representa a primeira venda de helicópteros GrandNew para a Agência da Polícia Nacional do Japão e é parte de seu plano para modernizar sua frota com um helicóptero moderno e de alto desempenho.

O helicóptero bimotor leve AgustaWestland GrandNew apresenta aviônicos de última geração, alto desempenho e segurança, uma espaçosa cabine e grande capacidade de carga que antes estava disponível apenas com helicópteros de categoria intermediária, agora oferecido por uma categoria de helicópteros leves mais econômicos.

A seleção do helicóptero GrandNew eleva o número de helicópteros AgustaWestland leves bimotores que operam no mercado policial japonês para 25 e continua crescendo a participação da AgustaWestland no mercado japonês de helicópteros bimotores leves. A AgustaWestland espera que este crescimento continue nos próximos anos.

Andrew Symonds, o presidente da AgustaWestland Japão, disse: “Esta última encomenda é mais uma prova do crescente sucesso que temos vivido no mercado de helicópteros japonês nos últimos anos, indo de encontro com as necessidades governamentais, comerciais e militares, oferecendo as melhores soluções e estabelecendo relações fortes com os nossos parceiros locais. Estamos empenhados em construir este sucesso oferecendo as melhores soluções para os futuros requisitos de helicópteros no Japão”.

 
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F-X2: Boeing promove visitas técnicas à empresas mineiras

Um caça Super Hornet da Marinha dos EUA sobrevoa o Yankee Stadium no dia 13 de abril. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

A Boeing e os seus parceiros da indústria para o Super Hornet percorreram o estado brasileiro de Minas Gerais nos dias 20 a 22 de março para avaliar as capacidades aeroespaciais de empresas locais e para identificar oportunidades de trabalho com a Boeing e sua cadeia de suprimentos em todo o mundo.

Representantes da Boeing, General Electric, GKN Aerospace, Hamilton Sundstrand, Northrop Grumman, Parker Aerospace, e Woodward participoram das visitas técnicas. Uma dúzia de empresas em Belo Horizonte, Contagem e Itajubá, todas no estado de Minas Gerais, foram adicionados à lista de licitantes elegíveis da Boeing e terão a chance de concorrer quando surgirem oportunidades de contratos públicos em suas áreas de especialização.

“As pesquisas da indústria que a Boeing está realizando no Brasil são valiosas para forjar relações comerciais de longo prazo com empresas que podem ajudar a oferecer as soluções certas para os nossos clientes – tanto governamentais como comerciais”, disse Susan Colegrove, director regional de Parcerias Internacionais estratégicas para a Boeing Defense, Space & Security. “As empresas brasileiras têm demonstrado competência no trabalho aeroespacial, pesquisa e desenvolvimento, e uma ampla gama de serviços internos que podem apoiar as operações da Boeing e da nossa cadeia de suprimentos.”

As visitas lideradas pela Boeing fazem parte do curso de extensão em todo o Brasil em apoio ao programa de parceria industrial para a campanha dos jatos de caça F-X2, com base nos requisitos da Força Aérea Brasileira.

 

Boeing toma importantes decisões de design sobre o 737 MAX

Publicado em 13/04/2012 por em Comercial

A Boeing fez mais melhorias na nova aeronave 737 MAX. (Foto: Boeing)

A Boeing fez uma série de atualizações de design para a aeronave 737 MAX para otimizar ainda mais o desempenho do novo modelo remotorizado.

“O 737 MAX está dentro dos planos para oferecer substanciais economias de combustível aos clientes a partir de 2017″, disse Beverly Wyse, vice-presidente e gerente geral do programa 737. “Fizemos várias decisões de design que apoiam as metas de desempenho para o MAX evoluindo o design do 737 Next-Generation, no âmbito do programa 737 MAX.”

A maquete do 737 MAX exposta no estande da Boeing durante a FIDAE 2012. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Essas decisões de projeto incluem:

  • Melhorias aerodinâmicas da parte posterior da fuselagem: O cone de cauda será estendido e a seção acima do estabilizador foi engrossada para melhorar a estabilidade do fluxo de ar. Isto elimina a necessidade dos geradores de vórtice na cauda. Essas melhorias vão resultar em menos arrasto, dando o melhor desempenho ao avião.
  • Instalação do motor: Os novos motores CFM International LEAP-1B serão integrados com a asa semelhante às linhas aerodinâmicas do motor com a asa no 787 Dreamliner. Um novo pilone e estrutura, juntamente com uma extensão da engrenagem de 8 polegadas do cone, irá manter a distância ao solo semelhante ao 737 atual, acomodando o maior fan do motor. O design da entrada do cone do motor foi alterada para se encaixar com esta revisão.
  • Atualizações do controle de voo e do sistema: Os controles de vôo incluirão spoilers fly-by-wire, que vão economizar peso, substituindo um sistema mecânico. O MAX também contará com um sistema de sangramento do ar eletrônico, permitindo a otimização do aumento da pressurização da cabine e sistemas de proteção de gelo, resultando em melhor queima de combustível.

Outras pequenas modificações para o avião incluem o reforço do trem de pouso principal, asa e fuselagem para acomodar o aumento da carga devido aos maiores motores. A Boeing vai continuar a conduzir os estudos de motores, aerodinâmica e comerciais do avião enquanto a equipe trabalha para otimizar o projeto do avião, até meados de 2013.

“Também continuamos a fazer o trabalho no túnel de vento para afirmar o baixo desempenho e alta velocidade do projeto 737 MAX,” disse Michael Teal, engenheiro chefe do projeto e gerente do programa 737 MAX. “Com base no trabalho de concepção e os resultados dos testes preliminares, temos mais confiança na nossa capacidade de dar aos nossos clientes a economia de combustível de que necessitam, minimizando o risco de desenvolvimento deste programa.”

Uma possível revisão para as pontas das asas no MAX também está sendo testado no túnel de vento para ver se esta nova tecnologia poderia beneficiar ainda mais o avião.

“Qualquer nova tecnologia incorporada ao projeto MAX deve oferecer benefícios substanciais para os nossos clientes com um risco mínimo que a equipe deve buscar”, disse Teal. “No 737 MAX, estamos seguindo no nosso processo de desenvolvimento disciplinado e continuamos trabalhando numa versão do avião que irá proporcionar o maior valor para nossos clientes.”

As companhias aéreas que vão operam o 737 MAX vão poder observar uma queima de combustível entre 10 a 12 por cento menor em relação a maioria dos atuais eficientes aviões de corredor único, e um custo operacional de 7 por cento por assento menor sobre os futuros competidores.

Até o momento, o 737 MAX tem mais de 1.000 pedidos e compromissos de 16 clientes no mundo inteiro.

 
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Argentina fabricará 100 aeronaves Pampa II com ajuda de empresa alemã

Publicado em 13/04/2012 por em Militar

A FADEA da Argentina vai fabricar os jatos Pampa II em parceria com a empresa alemã Grob. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Fábrica Argentina de Aviones (FAdeA) e a Grob Aircraft AG da Alemanha assinaram um acordo onde a empresa estatal com sede em Córdoba poderá dar um salto em produtividade e ganhar relevância internacional.

Especificamente se projeta a fabricação de 60 aeronaves de treinamento avançado e ataque leve IA-63 Pampa Series II (40 das quais já estão em processo de fabricação) no prazo de 4 a 5 anos, melhorar a produtividade e a posição do produto a nível internacional. Além das 40 já previstas para a Força Aérea Argentina, como foi anunciado há um ano pelo ministro da Defesa Arturo Puricelli, algumas das unidades de treinamento devem ir para a Alemanha e o restante exportado.

“O cronograma de produção dos jatos de dois lugares tem o apoio do Ministério da Defesa Nacional, e embora não divulgado oficialmente, o preço de mercado de cada unidade varia entre US$ 9 e US$ 12 milhões, dependendo do tamanho e detalhes de cada pedido das aeronaves.

A aeronave terá um novo motor da empresa norte americana Honeywell, que dá mais potência do que o Pampa original, relata a empresa de Córdoba.

“A aeronave Pampa terá várias peças de sua versão de atualização fornecido pela fábrica alemã”, disse Raul Argañaraz, presidente da FADEA, que acrescentou que isso vai ajudar a “maior exposição no exterior”. “O motor do Pampa II terá dois conjuntos de engrenagens da empresa alemã”, complementou.

A empresa tem uma fábrica principal, em Córdoba, com 120 trabalhadores e técnicos com o objetivo primeiro de 100 unidades, ou um por mês a partir de 2013.

“Isso nos permitirá comercializar o Pampa com seu novo motor, melhorando a produtividade da fábrica e um salto no mercado internacional”, disse Argañaraz.

John Alp, CEO da Grob Aircraft AG elogiou as condições do Pampa, e disse que o acordo foi muito encorajador para esta empresa e para a FADEA.

Na fábrica, as projeções de 100 aeronaves incluem os 40 anunciado pelo ministro da Defesa, Arturo Puricelli, no ano passado. “A escala mínima eficiente é importante economicamente.

“A FADEA não vai trabalhar por conta própria, mas a partir de agora vamos trabalhar no âmbito de acordos de cooperação como a que firmamos”, acrescentou Argañaraz.

O FMA IA 63 Pampa é descrito como um avião de treinamento avançado com capacidade de combate, produzido originalmente com o apoio da Dornier, na Alemanha. Embora influenciado pelo projeto Dassault / Dornier Alpha Jet, o Pampa difere por ser um avião menor, e sendo monomotorcom asas diferentes do modelo Alpha Jet. É construído essencialmente de liga de alumínio, com fibra de carbono usado para alguns componentes, tais como as entradas de ar.

A tripulação de duas pessoas fica numa posição em tandem sob uma peça única em forma de concha. Os sistemas aviônicos também são mais simples do que o avião franco-alemão, que tem um papel secundário de combate. O protótipo do Pampa voou pela primeira no dia 06 de outubro de 1984.

Dica do amigo Diego Franca. Obrigado 😉