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Suíça adia a compra de caças Gripen para realizar aquisição coordenada com a Suécia

Publicado em 27/04/2012 por em Militar

A Suíça vai aguardar decisão de compra de caças da Suécia para fechar o contrato de compra dos 22 jatos Gripen. (Foto: Roel Kroes)

A Suíça decidiu adiar a entrega de 22 jatos de caça Gripen da Saab por cerca de dois anos para que possa ser coordenada sua compra com um acordo mais amplo da Suécia e possivelmente economizar nos custos, informou o governo nesta quinta-feira.

“Esperamos para … perceber certas sinergias na produção e desenvolvimento do programa,” disse o ministro da Defesa Ueli Maurer numa entrevista coletiva.

O governo suíço disse que seria vantajoso coordenar a sua aquisição com a compra aguardada da Suécia entre 60 e 80 aviões. O projeto de lei para 22 novos caças Gripen da Suíça permaneceria abaixo dos 3,126 bilhões de francos suíços (US$ 3,43 bilhões), disse o ministro.

A Suíça fez uma competição que durou três anos para encontrar um substituto para seus antigos caças Northrop F-5E/F Tiger, comprados em 1976 e 1981. Em novembro, o governo optou pela compra de 22 caças Gripen JAS39 avaliados em 3,1 bilhões de francos suíços (US$ 3,4 bilhões).

Mas a compra dos aviões gerou polêmica, já que exigirá cortes de gastos em outras áreas, como educação e agricultura.

O parlamento da Suécia deverá votar sobre sua compra de caças em setembro, e o parlamento suíço tem a compra do Gripen na sua agenda para outubro, disse uma porta-voz do Ministério da Defesa suíço.

Os dois países ainda estavam em negociações e mais detalhes ainda tinham de ser resolvidos, disse também ela.

No início deste mês, a Suíça disse que consideraria propostas alternativas após relatórios de ensaios publicados pelo jornal Sonntagszeitung sugerirem que o Gripen não “atendedia aos requisitos mínimos esperados de capacidades”.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

 

Alunos da Força Aérea Americana (USAF) participam de intercâmbio no Brasil

Alunos da Força Aérea Norte-Americana no IPEVO Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) recebeu (23 a 27/04) a visita dos alunos e instrutores da United States Air Force Test Pilot School (USAF TPS), unidade de formação em ensaios em voo da força aérea americana. O objetivo principal do encontro foi proceder a avaliação sumária da aeronave A-29B “Super Tucano” por parte dos futuros pilotos e engenheiros de prova, como exercício final do curso de formação da escola americana.

O intercâmbio conduzido, no IPEV, pela Divisão de Formação em Ensaios em Voo (EFEV), prevê ainda voos de avaliação qualitativa nas aeronaves AT-26 Xavante, C-97 Brasília e Embraer Phenom 300. Dentro da estrutura do IPEV, a EFEV é responsável pela formação dos pilotos e engenheiros de ensaio para as Forças Armadas brasileiras.

Anualmente, a EFEV apoia a formação de pilotos e engenheiros de ensaio da Força Aérea Americana, recebendo seus instrutores e alunos para o exercício denominado “Capstone Visit”. Nesta atividade, os alunos da USAF TPS aplicam os conhecimentos adquiridos durante um ano, para avaliarem o desempenho, as qualidades de voo e os sistemas embarcados de uma aeronave ainda não voada no curso.

A EFEV é a escola brasileira de ensaios em voo reconhecida internacionalmente pela Society of Experimental Test Pilots (SETP). Atualmente no mundo apenas EUA, França, Inglaterra, Índia e Brasil possuem escolas de ensaio em voo com reconhecimento internacional.

Nesta troca de experiências, o IPEV contou, também, com o apoio da EMBRAER que se propôs a disponibilizar o Embraer Phenom 300 para voos com os visitantes.

Fonte: DCTA

 
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Piloto da Força Aérea da Itália atinge a marca de 1.000 horas de voo em caças Eurofighter

Publicado em 27/04/2012 por em Militar

O piloto italiano atingiu a marca de 1.000 horas de voo durante uma missão de defesa aérea que partiu da Base Aérea de Grosseto.

O tenente-coronel Daniele L., da Força Aérea italiana, tornou-se o primeiro piloto Italiano de caça Typhoon a atingir as 1.000 horas de vôo na aeronave. Este marco foi atingido durante uma missão de treinamento de Defesa Aérea num recente voo sobre o espaço aéreo da Toscana.

O tenente coronel Daniele L., da 4ª Ala sediada em Grosseto, em frente ao caça Eurofighter. (Foto: AMI)

O oficial, em serviço na 4ª Ala de Grosseto, com o papel de Chefe de Segurança de Vôo, passou sua carreira de vôo no Typhoon principalmente como piloto instrutor no 20° Grupo UCO (Unidade de Conversão Operacional), contribuindo para a transição de muitos pilotos atribuídos ao Eurofighter.

O 20° Grupo, além de apoiar o outro grupo IX da 4ª Ala, no Serviço de Vigilância do Espaço Aéreo italiano, é responsável pela conversão operacional dos futuros pilotos de Eurofighter.

“O 20° Grupo conta uma equipe de pilotos especialistas provenientes de diferentes grupos operacionais”, disse o comandante da 4ª Ala, o coronel Michele Morelli. “Os instrutores são selecionados tanto na base de indiscutíveis habilidades profissionais como nas características pessoais, fundamental na efetiva partilha de experiência para garantir a qualificação rápida do piloto operacional na aeronave Eurofighter”.

Dois tipos de curso de formação são executados em Grosseto à cada ano para até vinte pilotos. O primeiro é o curso “completo”, que tem a duração de nove meses e é dividido em duas fases, sendo uma delas uma fase solo que abrange todos os sistemas de aeronaves, bem como a realização de uma primeira série de atividades básicas de simulador, e sendo o outro onde pilotos desempenham as atividades de vôo reais em paralelo com os simulados, com níveis crescentes de dificuldade. O segundo é curso “curto”, para a transição dos pilotos vindo de esquadrões de aviões de combate F-16 ou outras e leva apenas três meses para ser concluído.

 
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HISTÓRIA: Cinquentenário do primeiro voo do Lockheed A-12

O lendário jato A-12 da Lockheed no seu voo inaugural "oficial" do dia 30 de abril de 1962. (Foto: Lockheed)

No dia 26 de abril de 1962, há exatos 50 anos, o piloto de testes da Lockheed Lou Schalk realizava o primeiro vôo real do jato de reconhecimento de alta altitude e alta velocidade A-12. O voo partiu da unidade de ensaios em Groom Lake, Nevada.

Um dia antes, Schalk chegou a colocar brevemente em voo a aeronave durante um teste de alta velocidade de táxi. O primeiro vôo “oficial” ocorreu depois no dia 30 de Abril, como visto na imagem acima, quando o trem de pouso foi recolhido. Schalk também foi o primeiro piloto a levar a aeronave a Mach 3.

Desenvolvido pelos Grupo de Desenvolvimento de Projetos Avançados da Lockheed, chamado de Skunk Works, a carreira do revolucionário A-12, o precursor do SR-71 Blackbird, durou apenas 10 anos. Schalk faleceu em 2002, aos 76 anos.

 

Pilotos norte americanos e búlgaros realizam exercício conjunto com caças F-16 e MiG-29

Um caça MiG-29 da Força Aérea da Bulgária taxia em frente a um F-16 da Força Aérea dos EUA durante o exercício Thracian Star 2012 que ocorre na Base Aérea de Graf Ignatievo, Bulgária. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

Pilotos norte americanos dos esquadrões de caça 555° e 510° da Base Aérea de Aviano, Itália, estão tendo a rara oportunidade de treinar e compartilhar experiência com os pilotos de caças MiG-29 e MiG-21 da Força Aérea Búlgara durante o seu destacamento operacional na Base Aérea de Graf Ignatievo em apoio ao exercício Thracian Star 2012.

Um caça F-16 Fighting Falcon da Força Aérea dos EUA se prepara para um voo durante o Thracian Star 2012 que ocorre na Bulgária. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

Desde o início da missão de treinamento no dia 18 de abril, os pilotos búlgaros e norte americanos estão voando juntos e trabalhando rumo ao objetivo do exercício: fortalecer as parcerias, aumentar a interoperabilidade entre os aliados da OTAN e manter um padrão de excelência.

Ao longo do exercício de treinamento bilateral de um mês de duração, os pilotos de caças F-16 de Aviano devem realizar mais de 60 horas por semana voando missões de apoio aéreo aproximado, caça básico e manobras de combate aéreo, táticas de interceptação, defesa aérea e missões de grande força com os pilotos búlgaros de aeronaves MiG-21 e MiG-29.

O Capitão Kirby Sanford (assento traseiro), piloto de F-16 do 555° Esquadrão de Caça da USAF, se prepara para seu voo num caça MiG-29 da Força Aérea da Bulgária. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

“Estamos realizando os mesmos conjuntos de missões que fazemos na base italiana, mas estamos integrando os pilotos da Bulgária no treinamento”, disse o capitão Bryan Faughn, piloto de F-16 do 555° Esquadrão de Caça. “Isso nos dá a oportunidade de ver como a força aérea de um outro país funciona. Eles são uma força aérea profissional como nós somos e eles têm orgulho no que fazem. Estamos ganhando experiência ao trabalhar com um parceiro internacional – é uma oportunidade única.”

Para obter uma melhor visão das táticas dos pilotos de ambos lados e as capacidades das diferentes aeronave, os pilotos tiveram a oportunidade de voar em jatos do outro país.

Linha de voo da Base Aérea de Graf Ignatievo, na Bulgária, palco do Exercício Thracian Star 2012, com aeronaves MiG-29 e MiG-21 da Bulgária e F-16 dos EUA. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

O Capitão Kirby Sanford, piloto de F-16 do 555° Esquadrão de Caça, foi o primeiro piloto americano a ter a oportunidade de voar num MiG.

“Foi realmente uma experiência incrível e única da minha vida”, disse Sanford sobre o seu vôo. “Ele realmente destacou as vantagens de ambas as aeronaves e mostrou a mentalidade, habilidades e técnicas dos búlgaros.”

Um caça MiG-21 da Força Aérea da Bulgária taxia na Base Aérea de Graf Ignatievo durante o Thracian Star 2012. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

“Embora o MiG seja um avião mais antigo, ainda é uma aeronave muito capaz”, continuou ele. “Ele só vai mostrar que mesmo um avião mais velho pode ser um adversário formidável, com o piloto certo.”

O Capitão da Força Aérea da Bulgária Petar Milkov, foi o primeiro piloto de MiG-29 a voar num F-16 durante o Thracian Star 2012. A aeronave foi pilotada pelo coronel David Walker, comandandante do destacamento Thracian Star 2012 e do 31° Grupo de Operações.

“Fiquei muito impressionado com a ergonomia da cabine, a facilidade de vôo e a complexidade da missão”, disse Milkov. “Este treinamento bilateral com os meus colegas norte americanos é uma grande oportunidade para estender a nossa parceria de uma forma profissional, cultural e pessoal. Espero também para enriquecer a minha experiência pessoal e fazer novos contatos.”

Um caça MiG-29UB da Força Aérea da Bulgária pousa na Base Aérea de Graf Ignatievo após realizar um voo no exercício Thracian Star 2012. (Foto: Senior Airman Katherine Windish / U.S. Air Force)

Enquanto a barreira da língua poderia ter feito com que fosse difícil para os pilotos búlgaros e norte americanos encontrar um terreno comum, Sanford disse que todos eles têm uma coisa em comum que faz com que seja fácil o relacionamento entre eles: a paixão por voar.

“Nós todos queríamos ser pilotos de caça desde que éramos pequenos”, disse ele. “Essa é uma boa base para começar. Nós já temos algo em comum, e que cada um de nós pode se relacionar com essa forma de respeito mútuo entre nós.”

Texto: Senior Airman Katherine Windish, 31st Fighter Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

 

Saab vai fornecer equipamentos para comunicação entre navio de guerra e caças tailandeses

Publicado em 26/04/2012 por em Militar

Um caça Saab JAS39 Gripen D e uma aeronave de alerta aéreo antecipado Saab 340 AEW da Real Força Aérea da Tailândia. (Foto: Saab Group)

A empresa de defesa e segurança Saab recebeu um pedido da Marinha Real da Tailândia para a modernização do sistema de comando e controle do navio aeródromo HTMS Chakri Naruebet, além de um equipamento que vai permitir que a embarcação se comunique diretamente com as aeronaves do sistema de defesa aérea Gripen da Real Força Aérea da Tailândia.

O contrato envolve a atualização do navio com a última geração de sistema de comando e controle 9LV Mk4. A Saab também vai fornecer os equipamentos de link de dados, os quais vão permitir a comunicação entre o navio e as aeronave de caça Gripen e o sistema de radar aerotransportado Saab 340 AEW em operação com a Real Força Aérea Tailandesa.

A Saab é a principal contratante principal para a Marinha Real da Tailândia, e além do fornecimento de seus próprios sistemas, suas tarefas incluirão a contratação de sistemas de terceiros e responsabilidade para a integração de todos os sistemas existentes e novos. O contrato diz respeito principalmente a área de négócios de Soluções de Segurança e Defesa enquanto é a fornecedora do sistema de comando e controle.

A área de negócio de Sistemas de Defesa Eletrônica fornecerá o sistema de radar de vigiçlância Sea Giraffe AMB, bem como os equipamentos de link de dados para comunicação do navio com os caças Gripen e sistemas de alerta aéreo antecipado Erieye.

O contrato será executado entre 2012 e 2015.

 

Primeiro Boeing C-17 da USAF se despede da Base Aérea de Edwards após 21 anos

A aeronave C-17 Globemaster III "T-1" decola da Pista 22L da Base Aérea de Edwards no dia 23 de abril de 2012 rumo ao Museu Nacional da USAF. (Foto: Joe Fabara / U.S. Air Force)

O primeiro Boeing C-17 Globemaster III da Força Aérea dos EUA, conhecido como T-1, decolou no dia 23 de abril de 2012 pela última vez da Base Aérea de Edwards, para seu voo em direção ao Museu Nacional da Força Aérea dos EUA, em Dayton, Ohio.

A aeronave T-1, matrícula 87-0025, realizou seu primeiro vôo no dia 15 de setembro de 1991, quando foi entregue a partir da fábrica de montagem final da Boeing em Long Beach, Califórnia, para a Base Aérea de Edwards, onde foi usado para testes em voo durante 21 anos.

 

VÍDEO: Primeiro voo em formação de caças F-35C

No último dia 18 de abril, dois caças Lockheed Martin F-35C Lightning II, a versão embarcada em porta-aviões do Joint Strike Fighter (JSF), voaram juntos pela primeira vez. As duas aeronaves, CF-01 e CF-02, decolaram da Estação Naval de Patuxent River, em Maryland. As aeronaves de testes, CF-01 e CF-02, foram pilotadas pelo Comandante da Marinha Eric Buus e o Tenente Coronel do Corpo de Fuzileiros Navais Matt Taylor, respectivamente. A missão testou as qualidades de vôo das aeronaves durante a decolagem, pouso e voo em formação de mais de uma hora.