A oferta da Boeing-Saab para a concorrência T-X da Força Aérea dos EUA é uma aeronave relevante para a produção“, afirmou a Boeing nesta semana. O fabricante rebateu as críticas de que seu modelo levará mais tempo para ficar pronto do que os jatos concorrentes com base em modelos operacionais.

Reunindo-se com repórteres no dia 17 de maio, o gerente do programa da Boeing para o T-X, Ted Torgerson, rebateu firmemente as informações sobre o jato treinador da companhia de que ele levará mais tempo para entregar a USAF o que as outras podem entregar em menos tempo, uma vez que o Boeing T-X é um produto novo e os demais concorrentes são baseados em aeronaves que já voam operacionalmente.

Perguntado sobre quantas horas de vôo os jatos (TX-1 e TX-2) acumularam, Torgerson disse apenas que “eles voaram muito, até quatro vezes num dia“. Ele acrescentou que a Boeing entendeu o que a Força Aérea quer para dados de testes de voo.

Valorizado em US$ 16,3 bilhões, o programa T-X solicita 350 jatos e sistemas de treinamento baseados no solo para substituir a envelhecida frota de Northrop T-38 que USAF usa para treinar pilotos. Após a apresentação de dados de testes de vôo em junho, os contratantes concorrentes têm até o final da agosto para fazer as revisões da proposta final. Eles esperam que a Força Aérea selecione um jato em dezembro, iniciando a fase de desenvolvimento de engenharia e fabricação do programa.

O avião ofertado pela Boeing-Saab é equipado com um motor GE Aviation F404-GE-402 e concorrerá contra a proposta da Lockheed Martin-Korea Aerospace Industries, com sua variante T-50A do T-50 Golden Eagle da KAI; E a italiana Leonardo e sua subsidiária americana DRS Technologies, oferecendo a variante T-100 do Alenia Aermacchi M-346 Master.

O vice-presidente executivo da Lockheed, Rob Weiss, disse que sua empresa, se necessário, poderia entregar o T-50A seis anos antes do que um projeto a partir do zero, economizando US$ 1 bilhão na manutenção do T-38”.

Se a Força Aérea selecionar o T-50A, a Lockheed irá produzi-lo na Carolina do Sul. A Leonardo e a DRS Technologies montariam o T-100 no Alabama. A Boeing anunciou que se vencedora, sua proposta geraria 1.800 empregos diretos e indiretos. Para a Boeing, o seu TX é um produto e uma produção muito relevante.


FONTE: AINonline

1 COMENTÁRIO

  1. Claro que cada fabricante considera seu avião relevante, esta guerra de informações divulgadas pelos concorrentes deste negócio bilionário vai gerar outros artigos como este transcrito aqui pela Cavok.
    Vai valer tudo para parecer mais relevante, a ultima bolacha do pacote…

Comments are closed.