Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Espanhola. (Foto: Eurofighter)
Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Espanhola. (Foto: Eurofighter)

O novo chefe da Eurofighter Typhoon vai colocar em prática planos até o fim de 2013 para reduzir o preço do avião de caça e acelerar a tomada de decisões, à medida em que a um mercado cada vez mais saturado e competitivo.

Alberto Gutierrez, ex-chefe de operações da unidade da Airbus Military da EADS e que se tornou presidente-executivo da Eurofighter em abril, disse que o objetivo era conquistar pelo menos 25 por cento de um total de mil aeronaves de vendas potenciais no mercado global.

“Nesse mercado há concorrência e temos de seguir em frente, descobrir qualquer melhora que esteja disponível para obtermos, para tornar o produto mais barato e uma maneira de começar a tomar decisões mais enxutas e mais rápidas”, disse ele no Paris Airshow nesta quarta-feira.

O executivo disse que pretendia expor os planos até o final do ano, mas se recusou a especificar números sobre quanto mais barato o produto poderia se tornar.

O jato caça multi-função Eurofighter é fabricado pela EADS representando a França e a Espanha, pela BAE Systems da Grã-Bretanha, e pela fabricante de armas italiana Finmeccanica. Cada uma está responsável por campanhas individuais. A unidade Cassidian, da EADS, por exemplo, está levando sua proposta à Coreia do Sul.

O consórcio tem como alvo as exportações –já que governos europeus focados em medidas de austeridade têm cortado orçamentos de defesa– e até agora vendeu jatos para a Áustria, Arábia Saudita e Oman, fora dos quatro países centrais.

Fonte: Reuters

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4 COMENTÁRIOS

  1. Tenho a impressão de que a Reuters quis dizer que a EADS, no consórcio Eurofighter, representa a Alemanha e a Espanha — e não a França e Espanha.

    Mas, agora? Esses euromanés descobriram agora que têm uma concorrência qualificada e devem cortar algo dos preços? Que gênios! Nem parece que estão em crise, tamanha visão, tamanha capacidade de antever percalços, afunilamentos…

    Pelo menos, tomara que tal noção de tempo e espaço ilumine a cabeça gananciosa de membros influentes do governo francês, na área de defesa, e da Dassault — para eles se mancarem que possuem um bom produto, da categoria do Typhoon, o evidente Rafale F3, mas que tentar reaver custos de desenvolvimento nas vendas para a clientela estrangeira (?) é contraproducente, digamos, imbecil.

    Que assumam esse investimento bilionário a fundo perdido e tratem de tentar lucrar algo nas vendas governo-a-governo, para ver se esse jato desencalha de uma vez (ou decola) ou afunda logo (ou cai, na limitada encomenda interna)…

  2. na realidade quando o cara fala que vai cortar preços, ele quer dizer que vai demitir um monte! a desculpa será para aumentar a competitividade, como se antes eles contrataram as pessoas para fazer caridade!

  3. Caro Kurti, na verdade, o Brasil e seus “F-Xisis” levaram várias esnobadas da Eurofighter International.

    No F-X1, após um RFI solicitado pela FAB, eles responderam tecnicamente, através da Alenia, mas disseram que não teríamos dinheiro para comprar. É sério.

    No F-X2, após um RFP, negaram — pois seria complicado consultar tantos países, quanto à “transferênfia di tequinulugía”.

    Além do que, eles só vendem de prateleira mesmo e pronto…

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