Em um cálculo rápido, o acordo estima um valor unitário de US$ 143 milhões por caça.

A Polônia e os Estados Unidos finalizaram no dia 31 de janeiro um contrato de US$ 4,6 bilhões para o fornecimento de 32 caças furtivos F-35A Lightning II à Força Aérea Polonesa.

A cerimônia de assinatura da carta de aceitação (LOA) contou com a presença de Georgette Mosbacher, embaixadora dos EUA na Polônia.

“Estou emocionado por participar da cerimônia de assinatura de hoje da compra do F-35! A forte parceria de segurança EUA-Polônia beneficia a Polônia e toda a Aliança da OTAN”, afirmou a embaixadora em comunicado.

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, disse que foi um “dia excepcionalmente importante para a força aérea da Polônia e para a segurança da Polônia e de nossa parte da Europa”.

O Departamento de Estado dos EUA elogiou o compromisso da Polônia em modernizar suas forças armadas, dizendo que o jato “melhorará a capacidade da Polônia de fornecer coletiva e autodefesa”.

A Polônia está adquirindo a aeronave F-35A, a variante convencional de decolagem e aterrissagem (CTOL) do Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter (JSF). A aquisição do avião de caça avançado de quinta geração está sendo feita no âmbito do programa Harpia (Harpy) da Força Aérea Polonesa para substituir a frota envelhecida de aeronaves de caça da era soviética em que opera, composto por 21 jatos MiG-29 ‘Fulcrum’ e 26 jatos Sukhoi Su-22 ‘Fitter’.

A Força Aérea Polonesa também opera 48 jatos de combate Lockheed Martin F-16C/D Block 50+, fabricados nos EUA. Os recém adquiridos F-35As complementarão inicialmente os F-16, mas supostamente os substituirão no futuro. A aquisição de novos F-35s aumentará a capacidade de autodefesa ar-ar e ar-terra da Força Aérea Polonesa.

Os caças Lockheed Martin F-35A, juntamente com seus motores Pratt & Whitney F-135, estão sendo adquiridos por meio do programa de vendas militares estrangeiras dos EUA (FMS). A venda foi aprovada pelo Departamento de Estado dos EUA em setembro do ano passado.

A Polônia espera receber a aeronave F-35 A Lightning II entre 2024 e 2030. Será o 10º país membro da OTAN a pilotar caças F-35.

O pacote de vendas para a Polônia também inclui sistemas de guerra eletrônica; Computadores de Comando, Controle, Comunicações, e Inteligência / Comunicação, Navegação e Identificação (C4I / CNI); Sistema de Suporte Global de Logística Autonômica (ALGS); Sistema Autônomo de Informação Logística (ALIS); Instrutor de missão completo; Capacidade de emprego de armas e outros subsistemas, recursos e capacidades; central de reprogramação; Logística Baseada em Desempenho do F-35; desenvolvimento / integração de software; suporte de translado e avião-tanque para as aeronaves; equipamento de suporte; ferramentas e equipamentos de teste; equipamentos de comunicação; peças de reposição e peças de reparo; treinamento de pessoal e equipamentos de treinamento; publicações e documentos técnicos; Serviços de engenharia, logística e pessoal do governo dos EUA e contratados; e outros elementos relacionados à logística e apoio ao programa.

Os principais contratados da venda são a Lockheed Martin Aeronautics Company, em Fort Worth, Texas; – para os jatos – e Pratt & Whitney Military Engines em East Hartford, Connecticut – para os motores.

Políticos da oposição criticam o contrato por ser muito caro e argumentaram que o dinheiro poderia ter sido usado para modernizar a força aérea da Polônia de outras maneiras.

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6 COMENTÁRIOS

  1. Q inveja…

    A Polonia… que tem tamanho do Maranhao, usa melhor seus recursos que o Brasil, que tem quase o tamanho total da Europa.

    Mas os politicos sao os mesmo 0s a esquerda que em qq outro lugar, nao entendem nada e acham que poderiam rearmar-se melhor.

    Melhor que F-16 e F-35, atualmente, só se comprarem o Rafale ou o F-22 no lugar dos Falcons.

  2. Eles vão pagar somente 4,5 Bilhões pelas 32 unidades! O caça mais moderno do mundo! E nós….vamos pagar 7 Bilhões por 36 que só Deus sabe quando chegarão! E quando chegarem com certeza já estarão obsoletos!

  3. Traumas de guerra.
    O Brasil bem diferente da Polônia na história relativamente recente, nunca foi invadido e teve sua população quase dizimada. Se um dia isso acontecer, aí sim, vai se levantar do berço esplêndido em que insiste em deitar eternamente.

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