Novo impasse!

Rafale to IAFFrança se recusa a ceder nas especificações da IAF para Rafale.

As negociações em curso entre a Índia e a França para a compra de 36 jatos de combate Rafale atingiu mais um impasse. A França se recusa em aceitar as alterações nas especificações técnicas exigidas pela Força Aérea Indiana para integrar o míssil BVR Astra, de produção indiana, na plataforma francesa.

A IAF quer determinadas alterações na configuração do Rafale para integrar o míssil Astra, de combate além do alcance (BVR – beyond-visual-range). Este AAM está sendo integrado ao Su-30 MKI. Dois disparos já foram efetuados com sucesso.

Após o sucesso, a IAF quer alguns dos aviônicos e sistemas de armamento aberto para uma futura integração do Astra.

Os negociadores franceses são contra. Uma mudança na configuração significa passar pelo processo de certificação da aeronave, mais uma vez, o que levaria a um aumento nos custos. Em vez disso, a França quer fornecer seus próprios mísseis ar-ar, que a Índia terá que comprar adicionalmente.

Outro ponto delicado na negociação é a cláusula de compensação, da qual a Dassault Aviation teria que reinvestir uma parte do dinheiro no setor militar indiano.

O ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, reuniu-se com seu colega indiano, Manohar Parrikar, em maio, para trabalhar nos detalhes do plano de aquisição. Os dois lados decidiram concluir a negociação até 31 de Julho, mas, a conclusão não veio por conta de impasses.

O preço do Rafale para a Índia não pode ser menor do que foi para o Egito e o Qatar“, relatou uma fonte francesa.


FONTE: Deccan Herald – Tradução e edição: CAVOK

IMAGEM de capa: Deviantart – Cocar IAF: Giordani

NOTA DO EDITOR: “Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.” (Platão)


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84 COMENTÁRIOS

  1. O Problema é "Politico e econômico"….Lá, como aqui, o Governo Indiano apostou em crescimento sustentado… tem gastado a vontade, apostando sempre em superávit futuro…Vamos comprar Rafales, Apaches, Sukhoys, Navios, tanques…Olhem com quantos bilhões de dólares em armamento a Índia está comprometida nos últimos anos. Só que a economia Mundial encolheu em 2014/15, e todos estão desconfiados sobre o futuro.A 02 anos atrás a China estava crescendo 10% ao ano…hoje tá despencando, o barril de petróleo era U$ 150,00 e hoje está U$ 60,00, e pode cair mais…Para mim, estão fazendo estas "exigências" (ou Teatro) para cancelar de vez esta compra de Rafales, pois lá também deve estar soando a Luz vermelha da Irresponsabilidade Financeira, e a Oposição deve estar gritando alto…
    Abaixo uma reportagem que dá bem idéia de que o "céu não tá para brigadeiro"…Abraço! http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/03

    • Quem está gostando é o Paquistão, com uma força aérea compacta e bem treinada. Olha a racionalidade deles. F-16 + Thunder.

      • É verdade! Mas Eles que tomem cuidada…a revolta tá fervendo por lá! kkk

      • o que o paquistão conseguiria em termos de forças convencionais seria tornar dispendioso uma empreitada indiana, mas a dissuasão deles mesmo esta em seu arsenal nuclear

  2. Um tapa na cara de alguns "gênios" que defendem ate hoje a compra dessa jaca na FAB

    • tanto tempo comentando… e nada acrescentando… provocação infantil e sem noção.

  3. Pessoal,

    Não é só uma questão de um míssil por outro…

    Ter a capacidade de integrar suas armas é uma questão estratégica, que permite operar o caça com maior grau de independência…

    Motores, da-se um jeito. Aviônicos, idem. Canibaliza-se, se for preciso… Mas armas…? Acabou o estoque e já era…

    Hoje, não é possível produzir aeronaves em tempo para repor perdas. Não é concebível que um conflito convencional pelos nossos dias dure mais que alguns meses, o que é insuficiente para se ver os primeiros substitutos deixarem as linhas de montagem… Mas com relação a armas, é possível se adquirir de fornecedores diversos no decorrer do conflito; de quem tenha estoques para ceder. Logo, nada mais lógico em se poder integrar o que se precisa…

    • Exatamente por isso que "talvez" a India vá "melar" esta compra. Não só pela questão econômica, mas acho que os Indianos perceberam que os Franceses só deixarão integrar armas "Francesas"….e (ou) outras que lhe convierem…E quem paga o preço de um Rafale (absurdamente caro) quer integrar as armas que quiser nele..Também acho que a questão "Mistral" esteja repercutindo e fazendo estragos na confiabilidade da Politica de Vendas de Armas Francesa….Outrora totalmente independente, hoje, como sabemos, nem tanto.

      • Não existe 100% de independência em nenhum mercado. Isso é fato.
        Basta olharmos a recusa chinesa em fornecer mísseis ar-mar para os argentinos, caso eles optassem pelo JF-17. A recusa russa em entregar 24 caças MiG-29 à Síria, adquiridos em 2011. A recusa russa em entregar o sistema S-300 adquirido pelo Irã em 2007, e por aí vai!

        • Em Todos estes casos que você citou e também no caso "Mistral" a negativa de entrega são por questões objetivamente Politicas, visto as "questões delicadas" envolvidas….Não é o caso da India, um País que está comprando equipamentos de alta tecnologia de diversos fornecedores…USA, Russia, França, Israel, etc…e todos querem vender para eles….a França que se cuide….
          ……JF-17 na Argentina também não foi Sputinice?

          • Por certo que foram razões políticas, Cylon… mas esse fator sempre irá existir, o que mostra que a tal independência de mercado, ressalvadas às respectivas capabilidades dos players, é puramente uma questão de ponto de vista

            Ora vejamos, o Tio Sam já vendeu caças F-16 à Venezuela, mas após a ascensão de Chaves ao poder, vetou a venda de unidades do AMX e do Super Tucano aos venezuelanos, por parte do Brasil, justamente por questões políticas.

            Lembrando que quando a Rússia negociou com a França a aquisição dos Mistral, o comando da VMF não era a favor do negócio, pois temiam que justamente isso podia ocorrer. Na época, entretanto, os presidentes Medvedev e Sarkozy eram “best friends”, e o negócio foi feito à revelia dos comandantes militares da marinha russa. Sempre vai haver o fator político. Sempre!

            Sobre a Índia, é bem verdade que todos querem vender para os indianos, mas não pense que isso não tem um custo. Bastou o Tio Sam se aproximar, e a Arábia Saudita, por conta de seu aliado, o Paquistão, tratou de iniciar negociações para aquisição de mísseis Iskander russos. Quem em sã consciência iria apostar as fichas em num negócio militar envolvendo Riad e Moscou? Tudo tem um preço político a ser pago.

            Sobre o JF-17, é sabido que os argentinos, em mais de uma ocasião, tentaram adquirir a aeronave; na primeira vez, inclusive, antes mesmo de iniciar a negociação com Israel para a aquisição dos Kfir. Até aí, tudo bem…
            A Sputinice ocorreu quando, recentemente, alguns sites brasileiros afirmaram que o negócio estava fechado… etc… etc…
            É como eu te disse: ninguém está livre da barrigada. Pode acontecer com qualquer um. Já aconteceu comigo.
            O que, na minha opinião, deve ser evitado é continuar bebendo da mesma fonte.

            • E falando em barrigada, tu viu que os caras caíram na barrigada do MiG-31 para a Síria?

              • Claro que vi… é aquela coisa:

                “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Joseph Goebbels

                O pior é que na internet eles tem mostrado algumas fotos dos tais MiG-31… só esqueceram de escolher o caça correto, e colocaram a foto de um MiG-25 https://twitter.com/Syria_Rising/status/633367891

                Para qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento a respeito das aeronaves, o erro é gritante. Volto a perguntar, para que Assad quer o MiG-31 se a luta que ele trava é no solo?
                Se fosse Su-25, MiG-29…. ou qualquer outra aeronave de ataque, eu acreditaria… mas um interceptador?
                E quem vai voar o MiG-31? Não se aprende a voar nesse monstro da noite para o dia?

                Isso tudo que em 2010 a Rússia já havia negado o negócio:

                “The existence of a contract on the delivery of MiG-31 interceptors to Syria is a journalistic hoax,” Rosoboronexport General Director Anatoly Isaykin told reporters at the Euronaval 2010 exhibition in Paris.

                Já que é p divulgar, faz, no mínimo, igual ao Janes, que cita a informação a respeito do MiG-31, mas também informa que no passado a própria Rússia já tinha negado o fato. Ou seja, deixa uma porta aberta…

        • no lugar dos argentinos eu compraria o JF-17 depois pensaria mais pra frente em como integrar um missil anti-navio, n sei se teria como integrar algum missil russo, ja que os misseis russos costumar ser superdimensionados e o JF-17 é pequeno. Nao vejo vantagem em gastar com kfir usado até o osso, pra daqui a pouco viver dando problema igual carro velho

          • Eu tbm torcia pelo Thunder… mas recentemente, um leitor argentino expôs as razões pela qual a FAA teria recusado o caça. Segundo eles, sob certos aspectos, o JF-17 era inferior aos A-4 e possuía aviônica inferior aos Pampa II. Se realmente for assim, a recusa está muito bem justificada.

            • vish, então a unica coisa que presta é o motor, que dize ter sanado as deficiencias da versão anterior

              • Mas o motor continua sendo o Klimov RD-93… A China ainda não conseguiu emplacar um motor nacional no caça, e os paquistaneses estão comprando o RD-93 diretamente dos russos. Apenas as primeiras unidades do Thunder é que usaram o RD-33 modificado. Em termos práticos, é o mesmo motor, que é um projeto de 1976.

                O que eles querem é empregar no caça a variante RD-33MK, sem o empuxo vetorado. Este, sim, é o motor que dizem terem sanado as deficiências da versão anterior.

                Para o J-31, essa também é a variante desejada, mas a Rússia, até agora, só concordou em vender o RD-93.

                O RD-33MK é empregado nos MiG-29 K/KUB, MiG-35, e opcionalmente pode equipar o MiG-29SMT.

                Thunder equipado com RD-33MK é folclore.

                • é que a sopa de letrinhas russa confunde, mas o RD-93 não tem diferenças pro RD-33? parece que alem de mais potente ele não tem o mesmo historico de problemas

                • A diferença é basicamente física, com a mudança de posicionamento na caixa de engrenagens.
                  Em termos de desempenho, ele é um pouco melhor, tendo havido um ganho de 19kN (4.271 lbf) de empuxo, mas, em compensação, a vida útil dele é de 2.200 horas, contra as 4.000 do RD-33.

                • Eu não duvido que usem… mas ele fazem por conta e risco…

                  Sobre o radar… sem comentários!

                  Vamos só analisar que o Paquistão compra todos os F-16 usados que consegue colocar a mão, e que o Tio Sam autorize, e depois, trata de modernizar todos.

                  Já que o Thunder é tão incrível, não seria mais fácil simplesmente fabricar mais unidades do caça?

                • eles queriam avionica ocidental nele, mas os chinas não deixaram

                  sobre o radar, eles devem ter feito esse tipo de comparação visando o pak-fa indiano, independente de qual seja o 5G que o thunder enfrente, é mais facil ele levar um petardo sem saber de onde veio do que conseguir mirar em algo

                • Eu torço pelo Thunder, pq acho que a proposta é bacana, de baixo custo, mas não se pode esperar muita coisa do caça. Acima de tudo, se fosse muito bom, a própria China estaria o empregando…

                • forças aéreas de baixo orçamento e em estado terminal não tem muito poder de escolha, não é mesmo?

    • RR, vou "guardar" estas tuas escritas para quando formos integrar armas no Gripen BR… e PAGAR muito bem por esta integração… quero ver mesmo se está tudo Incluso na proposta sueca… não se esqueça! 🙂

      • Mesmo assim, Francisco, no caso da FAB a compra dos Rafales não seriam muito mais caros ainda? Mesmo com integração e tudo?

        • Você está comparando um caça bimotor médio com um monomotor leve, o que é mais barato, fusca ou Ferrari?

          • RSviveiros,

            Não creio ser possível dizer que um caça que vai pesar mais de sete toneladas vazio é leve…

            Leves são caças como o F-5 ou o Mig-21, que saem do chão com no máximo umas 11 toneladas… O Gripen NG será substancialmente mais encorpado que isso…

            No mais, os sistemas embarcados e as armas a serem utilizadas pertencem essencialmente a mesma classe…

            Ora pois… O que é mais lógico? Ter o mais caro ou o mais barato sabendo que os dois podem fazer o que eu preciso…?

            • RR, F-5 não é mais fabricado a muitos anos… nem o Mig-21… os caças fabricados desde os anos 80 para cá, todos eles, são maiores e mais potentes que o Gripen será em 2025…(sim esta é uma data mais realista para ele estar voando e operacional, se não for para 2030)… o Gripen C/D é um super-lift… e isso já é entendimento de muitos… a fila andou meu amigo… Mirage 2000 e F-16 eram os caças peso-leves… agora o Gripen E/F, ao lado do Lift-plus, Tejas, serão os caças leves… aliás, o Gripen não deveria pesar este número… lembra? subiu uma tonelada já antes de nascer, mesmo seus componentes "fodásticos" serem mais modernos e de menor "volume"… ou seja, na verdade a SAAB deu um KO… bem dado… agora, teria sido em parceria com a FAB? 🙂

              • se formos comparar os carros, como o amigo esta fazendo… poderíamos afirmar que um UNO é um carro grande… pois existe, ainda, o mini… o 500… o 2cv…

        • decerto que custaria mais caro que compra de prateleira… mas não foi o Rafale que venceu! aliás, hoje até agradeço, pois fabianos iriam boicotar o avião, e, entendo perfeitamente que nem precisamos de um Rafale, o SH pelo conjunto, nos atenderia com maestria… melhor ainda seria o F-16B50BR… não pense que sou um defensor do Rafale na FAB, no início, eu até achava que poderia ser… mas logo, com a parte geopolítica "nos ferrando" por aqui, "aceitei" os americanos de vez! hoje sou um americanista consciente, sempre admirei os caras, mas com parcimônia… os aviões americanos nos garantiriam o melhor custo operacional, de fato… já este Gripen NG, com poucas e parcas aeronaves, nos colocará num patamar muito temerário, em termos de custos de aquisição e operação… Leve em conta que os outros 2 concorrentes estão prontos e muito bem testados e aprovados em operações… já o "vencedor"… para mim, não passa de um dreno de dinheiro "eterno" que acaba de inaugurar suas primeiras purgações… escreve aí…. e daqui a 5 anos nos conversamos…

      • Francisco,

        "O Gripen NG integra um conjunto completo de sensores, com total flexibilidade de integração de armas, podendo ser equipado com armas adquiridas de outros fornecedores no mundo."
        http://www.defesanet.com.br/fx2/noticia/13530/GRI

        Nem poderia ser diferente, já que as opções da industria sueca são limitadas…

        Ademais, a própria compra recentemente divulgada é indício claro dessa capacidade…

        • RR, tu tá me dizendo que pq o software do gripen "pode" ser configurado (como se os dos concorrentes dele, como Rafale, SH, F-16… não pudessem) e que por isso a integração está garantida e sem custo? e os parâmetros aerodinâmicos de lançamentos em todas as suas variáveis? tu tá acreditando que a SAAB, com uma bola de cristal que prevê o futuro, já fez todos estes testes num avião que nem existe em protótipo… e já aplicou este preço na proposta… ela já anteviu quais as armas que o Brasil vai conceber e tudo mais… foi isso que tu quis colocar? e isto tudo já tem preço incluso na proposta? mesmo tu sabendo da subida de, hoje, mais de 3 bilhões de reais devido a 36 telas "únicas" e mais uns pinduricalhos que a FAB já sabia que iria incluir… amigo, me desculpe, mas esta não cola nem com meu filho de 9 anos de idade…

    • concordo, ter acesso aos sistema de armas e comunicação é fundamental, dispenso o resto da ToT, mas disso n abriria mão

  4. Franscisco AMX

    para de choro cara!!! toda hora comparando o MMRCA com o FX-2
    toda hora q alguém questiona os problemas do indianos vc me vem e coloca o gripen no meio da conversa reparou nisso ?
    Já falei, vc tá com sérios problemas de trauma, melhor procurar ajuda de especialista

    Cada macaco no seu galho, esqueça o gripen, afinal vc mesmo tá cansado de dizer q o caça é inferior em tudo com o Rafale, então esqueça a pulga e procure outros argumentos para justificar essa palhaçada dos franceses.

    tá parecendo até petista, que qualquer burrada q alguém descobre quer comparar com o governo FHC rsrs..

    • tu é deslexo ou só se faz? estou ponto o dedo na ferida dos que criticam o MMRCA e a postura francesa… criticam os Indianos por estes estarem lutando pelo seu, criticam os franceses por eles estarem lutando pelo deles… e se fazem de sonsos quando a FAB e nós, nos “entregamos” aos Suecos, sem questionar preços de forma rígida, aliás esta postura foi responsável por questionamentos de mais de uma instituição nacional, se tu não sabe… então, se não tem nada para argumentar, não venha me aporrinhar… pois teus 36p no intense debate, mesmo com um tempo muito grande comentando, deixam claro o quão significativo são tuas escritas… procure tu, ajuda, mas ajuda intelectual.

  5. "Não acredito que os franceses querem forçar uma venda!" —- ufric, isso mesmo, é lógico que os franceses querem o mercado das armas… mas tenho convicção de que eles sabem o que fazem e os indianos idem… estão peleando pelos seus lados… é natural! ora, se os Indianos querem mesmo a integração, vão ter de pagar, e certamente, a Dassault irá fazer de tudo para não perder a venda, mas tudo dentro de uma margem aceitável…

    • Exatamente Francisco! E se fosse os americanos? Vc acha que não teria uma novela tbm?
      Abraços

      • claro!… esta "novela" faz parte quando existe negociação de verdade… só não existe novela quando os 2 lados estão "acertadinhos"… se é que tu me entende!?… 🙂

  6. Atá, você acredita em Papai Noel!….Quer dizer que tu acreditas que a França pode vender os (peixes) equipamentos militares deles para quem bem entenderem….Kkkkkk!

    • não disse isso, decerto que a política dos franceses preza pelo bom relacionamento com os Ingleses e americanos… mas o que muitos tentam emplacar é que a frança é uma inglaterra da vida… e isso não é verdade, pois a França é independente em sua indústria bélica… se pegarmos a tua linha de pensamento, penso eu, nem os USA são "independentes"… tanto tecnica como politicamente… veja o que Israel "faz" com os americanos no campo geopolítico…

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