A Raytheon recebeu um contrato de US$ 768 milhões para um novo lote de mísseis AMRAAM e que vai atender 22 nações aliadas dos EUA.

O contrato, assinado entre a fabricante e a Força Aérea dos EUA no dia concedido em 27 de dezembro de 2019, marca o 33.º lote de produção do AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile – míssil ar-ar avançado de médio alcance). O contrato, via FMS (Foreign Military Sales) visa atender as seguintes nações, de acordo com um anúncio do Departamento de Defesa dos EUA:

  • Austrália
  • Bélgica
  • Canadá
  • Dinamarca
  • Indonésia
  • Japão
  • Kuwait
  • Marrocos
  • Holanda
  • Noruega
  • Omã
  • Polônia
  • Catar
  • Romênia
  • Arábia Saudita
  • Cingapura
  • Eslováquia
  • Coréia do Sul
  • Espanha
  • Tailândia
  • Turquia
  • Reino Unido

O Pentágono não disse quantos mísseis estão incluídos nesse lote.

O financiamento da USAF e da USN prevê novos mísseis operacionais, unidades de treinamento, sistemas de orientação, peças de reposição e outro hardware de suporte. O trabalho de Raytheon será realizado até o final de fevereiro de 2023.

O programa AMRAAM prevê quase 13.000 mísseis ao custo global de US$ 13,3 bilhões. O míssil – segundo o folhetim do fabricante – é pequeno, leve, rápido, com recursos aprimorados contra alvos de altitude muito baixa e alta e pode resistir a ataques eletrônicos.


Com informações de Air Force Magazine.

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