Dois Airbus H225M da Real Força Aérea da Tailândia sobrevoando o Mediterrâneo antes de sua entrega. A Tailândia já encomendou oito helicópteros similares, e essa nova encomenda aumentará sua frota para 12 helicópteros. (Foto: Airbus Helicopters)

A Airbus Helicopters garantiu uma encomenda adicional de quatro helicópteros utilitários multimissão H225M (anteriormente conhecidos como EC725) da Real Força Aérea Tailandesa (RTAF), como parte do programa de fortalecimento da frota. Este pedido subseqüente trará a frota H225M da RTAF para 12 unidades até 2021.

Especialmente equipados com sistema de flutuação de emergência, fast roping, cabo externo de carga, luz de busca e sistemas eletro-ópticos, esses quatro novos helicópteros H225M se unirão à frota existente de seis H225Ms da RTAF para missões de busca e resgate de combate, voos de busca e resgate e operações de transporte de tropas. A força aérea também receberá dois H225Ms de sua encomenda anterior, até o final deste ano.

Este último contrato também abrangerá o suporte técnico no local e os serviços da organização de gestão da aeronavegabilidade permanente, totalmente apoiados pela equipe da Airbus na Tailândia.

“Os H225M serviram bem para Real Força Aérea Tailandesa desde a entrega de seu primeiro lote em 2015, e estamos verdadeiramente honrados por este pedido renovado, ressaltando sua confiança contínua em nossos helicópteros e o apoio comprometido à sua frota. Com sua versatilidade comprovada, confiabilidade e resistência, sabemos que o H225 continuará a cumprir de maneira competente as missões mais desafiadoras. A RTAF pode contar com o nosso centro de clientes sediado na Tailândia para disponibilidade contínua da frota”, disse Philippe Monteux, chefe da região Sudeste da Ásia e Pacífico.

Com instrumentos eletrônicos de última geração e o renomado sistema de piloto automático de 4 eixos, o biturbina H225M de 11 toneladas oferece resistência excepcional e rápida velocidade de cruzeiro, e pode ser equipado com vários equipamentos para atender qualquer função. Perto de 90 unidades estão em serviço, alcançando 100.700 horas de voo até o momento.

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20 COMENTÁRIOS

  1. De quanto terá sido o cascalho para que os tailandeses comprassem mais Kombosas?

  2. 90 unidades em serviço? Quer dizer que o Brasil tem mais da metade da frota existente? Porque 50 são nossos né?

    • Não foram todos fabricados ainda, mas a participação será expressiva. Quem vende mesmo não tem muito interesse.

  3. Segundo se diz por aí, esse helicóptero é um grande tonel de lixo. Segundo esses mesmos, o único helicóptero que presta no universo é o Blackhawk. O mistério é que não param de surgir novos clientes pro tonel de lixo…vai entender esses novos clientes, devem gostar de sofrer.

    • Antes de ficar conjecturando sobre o nada já se perguntou por que motivo mais da metade dos aparelhos encomendados o foi pelo Brasil quando o correto seria pelo país de origem?

      A propósito, já comparou a base de clientes da kombosa com a base de clientes do Blackhawk, do Merlin e do Mi-8/17?

      "Não param de surgir novos clientes": ERRADO! A Tailândia já era cliente, agora resolveu jogar dinheiro fora encomendando mais kombosas…

    • Não inventei nada. Basta uma breve leitura das matérias sobre o assunto aqui e nos outros blogs/sites pra constatar.
      Aliás, esses mesmos vivem repetindo por aí que os franceses só fazem porcarias dispendiosas, desnecessariamente complexas, ineficientes e antieconômicas e cheias de enfeites que custam os olhos da cara. Boa mesmo deve ser a indústria brasileira com os santos e impolutos empresários e o seu velho lema "privatizar o lucro e socializar o prejuízo" rsrsrsrs

      • Se você se informasse melhor e não ficasse conjecturando sobre o nada saberia que a despeito de estar instalada há praticamente 40 anos "nestepaiz" através da apertaparafusobrás a Aerospatiale/Eurocopter/Airbus até hoje não projetou e construiu um helicóptero nacional apesar de renovar essa promessa a cada dez anos. Ao mesmo faz um lobby que eu poderia descrever como criminoso que impede outras empresas do ramo como a Sikorsky, a Leonardo e mesmo a Rosvertol russa de se estabelecer por aqui e quem sabe produzir helicópteros que não seja pelo método de apertar parafusos.

        A propósito a EMBRAER, indústria brasileira, é a terceira maior do mundo tanto que está sendo cobiçada pela Boeing….

        Por fim, sugiro a você comparar o preço de aquisição e operação do NH-90 com o do UH-60 e o do Mi-8/17

        • Tergiversou, para variar.
          Nada disso que você citou faz a aeronave ser o lixo que falam nem a indústria francesa ou europeia ser a porcaria que dizem.

          • Se alguns acidentes fatais e o fato do aparelho voar até hoje com uma gambiarra não lhe convencem…

    • Tem gente que compra produtos eletrônicos da CCE, Positivo, Multilaser…

  4. O helicoptero é tão "ruim" que Singapura que usava 6 SeaHawk, portanto conhece o helicoptero, fez uma concorrencia e encomendou 16 A225M ao invés do BlackHawk.

    • Walfrido,
      Esquece meu chapa…Tem gente que não tem interesse de pesquisar, apenas mastigar a mesma ladainha de sempre…Para o cara do comentário lá de cima, o que importa para ele é o que ele acha ser a verdade suprema.
      Deixa ladrar…Pode ser que, como um cão na madrugada, uma hora se canse e vai deitar. Se não…É só mais um cão nada mais!

      CM

      • De ladrar você entende afinal vide a poluição aqui e em outros sites. Mas usar esse verbo no seu caso seria aviltar o cachorro não é mesmo!?

        Agora voltando ao aparelho em si, você vai negar o alto custo unitário de cada aparelho, semelhante ao de um F-16 recém fabricado ou vai insistir que o mesmo se justifica pela "transferênfia di tequinúlugia" a despeito dela ser feita da fabricante para a filial? E vai negar que o aparelho ainda voa com uma gambiarra para a MGB?

      • É um mero detalhe o gearbox se esmigalhar e a hélice sair voando sozinha.

        • Bem lembrado! é porque é fácil para quem não voa na Kombosa defender essa joça!

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