O Regimento Aéreo Kursk, da Força Aérea Russa, recebeu outros quatro caças Sukhoi Su-30SM, e os dois últimos devem ser entregues antes do final do ano, completando a conversão da unidade que operava jatos MiG-29SMT. (Foto: Ministério de Defesa da Rússia)

O Ministério de Defesa da Rússia informou que quatro caças Su-30SM entraram no serviço com o regimento aéreo estacionado na região de Kursk, Distrito Militar Ocidental.

De acordo com o porta-voz do Distrito Militar Ocidental, Igor Muginov, quatro caças Su-30SM reforçaram o regimento aéreo na região de Kursk.

Os pilotos receberam quatro caças a jato da geração 4++ na Unidade de Aviação da Irkut e fizeram um voo do aeródromo para a estação de origem.

O rearmamento do regimento Kursk está quase pronto. A frota aérea será totalmente renovada até o final do ano, quando o regimento receberá outro par de Su-30SM.

Em 2017, o primeiro esquadrão do Regimento Aéreo Kursk estava totalmente armado com o material. Atualmente, o rearmamento da base militar se aproxima de sua conclusão. Os caças a jato MiG-29SMT que foram substituídos por aviões de nova geração continuam com seu dever de combate para a defesa de fronteiras estaduais em 2018.

O jato Su-30SM Flanker-H é projetado para ter a supremacia aérea, bloquear adversários em grandes distâncias, atingir alvos no solo e em voo de dia e noite e com mau tempo. A aeronave pode escoltar e proteger grupos de aviação militar, fornecer alvos para seu grupo e suprimir a guerra eletrônica adversária. O Su-30SM pode operar como uma aeronave de ataque ou jato de defesa aérea dependendo dos armamentos.

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8 COMENTÁRIOS

  1. Bem que a MB poderia adquirir esses Su-30SM para patrulhar a nossa costa.

    • A Marinha do Brasil nao pode operar aeronaves de asa fixa à partir de terra , só a FAB pode. Os A4 foram adquiridos para usar no São Paulo, hoje uma compra destas jamais seria permitida .

    • O que a MB precisa são de escoltas, patrulhas oceânicos e mais Seahawks. Aviação de asa fíxa é luxo para um país que não tem pretensões ofensivas como o Brasil. Para nós o ideal seria um BPE com uns 8 F-35B (já que os Harriers estão no osso e por essa época serão mais caros de operar que o Lightning II) lá para 2030. Para o Atlântico Sul seria o suficiente.

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