O Boeing F/A-18E/F está bem posicionado para satisfazer aos requisitos de combate indianos e brasileiros, afirmou a empresa e seus parceiros da indústria, em 28 de Outubro.

A Boeing e seus parceiros do Team Super Hornet – Raytheon e General Electric (GE) – apresentou uma abrangente revisão da posição do F/A-18E/F, tanto na concorrência Medium-Multirole Combat Aircraft (MMRCA) da Força Aérea da Índia (IAF) para 163 aeronaves mais 63 opções, e no Programa F-X2 da Força Aérea Brasileira (FAB), para os 36 primeiros caças, de um total projetado para 120 caças.

Boeing F/A-18F Super Hornet
Boeing F/A-18F Super Hornet

A Boeing afirma que dois fatores principais tornam o Super Hornet competitivo em ambos os mercados: a primeira é a economia de escala, resultado de a aeronave e seus subsistemas principais estarem quentes (ativos) nas linhas de produção, o que reduz o custo unitário do caça; o outro é a natureza modular dos sensores da aeronave e do sistema de propulsão, que permite a inserção de tecnologias que aumentam dramaticamente o desempenho, com custo mínimo.

“A história do desenvolvimento do F/A-18E/F tem agora uma inclinação negativa em termos de custo e uma inclinação positiva em termos de capacidade. Por esta razão, sentimos pela primeira vez que estamos competindo em termos de custo, mesmo com a (Lockheed Martin) F-16?, afirmou o Presidente da Boeing Military Aircraft IDS, Chris Chadwick.

Representantes da Raytheon também informaram enfaticamente, durante conferência em Nova Deli, que “a Raytheon produziu o primeiro radar AESA operacional para a USAF e US Navy”, e que a empresa continua trabalhando para alavancar melhorias tecnológicas em toda a sua linha de produtos, para aperfeiçoar o radar do Super Hornet, o AN/APG-79.

Fonte: Jane’s

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