Boeing 777-300ER nas cores da TAAG. (Foto: Boeing)

A Boeing e a TAAG Linhas Aereas de Angola anunciou hoje que a companhia aérea encomendou duas aeronaves Boeing 777-300ER (Extended Range) num acordo que também inclui opções para outras duas aeronaves 777-300ER.

O Ministro dos Transporte de Angola Dr. Augusto da Silva Tomas e o Presidente da TAAG Dr. Pimentel Araujo juntaram-se a vários membros governamentais dos EUA e da Boeing para celebrar o pedido ao Conselho Corporativo da África durante a Conferência de Infraestrutura USA-África em Washington, D.C.

Os dois Boeing 777-300ER está avaliados em aproximadamente US$544 milhões pelo preço de tabela. O pedido originalmente foi colocado como um cliente não identificado no site de pedidos da Boeing em 2009.

A TAAG, a companhia aérea oficial de Angola, utilizará as aeronaves para sua expansão em rotas adicionais na Europa. A TAAG atualmente opera com Boeing 777-200ER, dez vezes por semana a partir de Luanda, capital de Angola, para Lisboa; duas vezes por semana, para Beijing via Dubai, e quatro vezes por semana para o Rio de Janeiro.

“A eficiência, confiabilidade e popularidade da família do Boeing 777 contribuirá para a TAAG reestabelecer-se como uma das melhores companhias aéreas da África,” disse Marlin Dailey, vice presidente de vendas, da Boeing Commercial Airplanes. “Com essa aquisição a Boeing reconhece o contínuo comprometimento da TAAG com nossos produtos e serviços, como uma companhia aérea com uma frota toda de aeronaves da Boeing, e nós estamos honrados com esse comprometimento. Nós procuraremos continuar trabalhando com a TAAG nessa parceria de longa data.”

Boeing 777-200ER da TAAG (Transportes Aéreos de Angola). (Foto: Rui Alves / PlanePictures)

“O Boeing 777-300ER é reconhecido pelas companhias aérea e os passageiros como a opção nº 1 para as viagens de longa distância. Essas duas aeronaves 777 serão adicionadas a nossa atual frota de 777 e então nós poderemos expandir nossos serviços de primeira qualidade que estão sendo oferecidos para a Europa.” disse o Dr. Araujo.

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