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Tag: Acidentes Aeronáuticos

Acidente com Tucano da Esquadrilha da Fumaça

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O Capitão Anderson Amaro, Fumaça #7, partiu para seu último voo. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Infelizmente, durante a demonstração em Lages/SC, o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) veio a perder uma aeronave T-27 Tucano e seu piloto, o Capitão-Aviador Anderson Amaro Fernandes. O acidente ocorreu no por volta das 17:25h da sexta-feira Santa, 02 de abril, durante a demonstração aérea em comemoração aos 68 anos do Aeroclube de Lages.

O T-27 FAB 1307 “7” do Cap Av Anderson, que voava como número “7” (isolado) da formatura, realizava uma sequência de manobras isoladas. Após um looping com giro rápido no topo, o T-27 iniciou o mergulho para a recuperação da manobra, já apontando para a entrada no circuito de demonstração dos “Fumaças 5 e 6”. Porém, a recuperação foi muito baixa e a aeronave acabou colidindo violentamente com o solo, explodindo na sequência. Foi uma comoção no local, porém nada mais podia ser feito, pois o piloto havia falecido no local.

Após o impacto a demonstração foi suspensa e os T-27 pousaram imediatamente. Dois T-27 sobrevoaram o local da queda, localizado perto da cabeceira da pista, antes do pouso. O Cap Av Anderson Amaro tinha 33 anos, é natural de Fortaleza/CE tinha quase 14 de experiência como piloto. Ingressou na FAB em 1996, saindo Aspitante-a-Oficial Aviador de 2000. Era piloto de ataque, tendo servido na 2ª Esquadrilha de Ligação e Observação (2ª ELO) sediada na Base Aérea de Santa Cruz. Em 2004 passou a ser instrutor de T-27 do 1° Esquadrão de Instrução Aérea (1° EIA) da Academia da Força Aérea (AFA). Foi o passo anterior para ingressar no EDA em 2007. Era Ala Direita, estava em seu último ano de ‘Fumaça’ e já acumulava mais de 180 demonstrações.

Texto: Leandro Casella – Cavok

Nota do Editor: Em respeito a família do Capitão Anderson Amaro e aos amigos da Fumaça, não publicaremos vídeo do acidente com o T-27 da Fumaça.

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Dois aviões dos Red Arrows colidem em voo durante treinamento na Grécia

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O acidente com duas aeronaves Hawk dos Red Arrows ocorreu durante um voo de treinamento na Grécia.

Duas aeronaves Hawk da equipe acrobática da Royal Air Force, os Red Arrows, colidiram em voo durante um treinamento que estava sendo realizado no aeródromo grego de Kastelli, na manhã de hoje, dia 23.

Militares analisam os destroços da aeronave BAE Hawk dos Red Arrows que caiu nessa terça-feira, dia 23, na ilha de Creta.

O Ministério da Defesa do Reino Unido confirmou que as aeronaves estavam voando a manobra ‘Synchro Pair’, com os pilotos Red 6 e Red 7, respectivamente Tenente Mike Ling e Tenente Dave Montenegro.

O Tenente Ling ejetou de sua aeronave, tendo o ombro deslocado e pequenos ferimentos devido a ejeção. Sua aeronave ficou seriamente destruída com o impacto na pista. O piloto foi levado para o hospital em Heraklion.

A segunda aeronave do Tenente Montenegro foi pilotada até o solo pousando sem maiores problemas.

As oito aeronaves restantes estão no momento paradas no Aeroporto de Iraklion, cerca de 35 km do local do acidente.

A equipe está em Kastelli, na Ilha de Creta desde este domingo para o primeiro estágio do Exercício Springhawk, os trabalhos de pré-temporada exigidos para obter a autorização para as apresentações aéreas da temporada 2010 que deve começar em maio.

Informações postadas no website da embaixada britânica na Grécia, informa que os aviões, fariam 3 apresentações diárias, entre os dias 22 e 25 de março.

Dez aeronave Hawks e uma aeronave de transporte C130 Hercules deixaram a base da RAF de Scampton, em Lincolnshire, no sábado e viajaram para Creta via França e Itália.

Acidente com um avião Lancair IV-P mata uma pessoa que estava caminhando na praia

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A aeronave Lancair IV-P que caiu em Hilton Head, Carolina do Sul. (Foto: AP)

Uma aeronave Lancair IV-P, prefixo N9JE, caiu hoje na praia de Palmetto Dunes, na cidade de Hilton Head, Carolina do Sul, EUA, matando Robert Gary Jones de Woodstock, Georgia. Jones estava caminhando na areia da praia enquanto escutava música no seu iPod quando o Lancair IV-P fez um pouso de emergência na praia. O Lancair IV-P perdeu sua hélice, forçando o pouso na beira da praia. Robert Gray Jones provavelmente não ouviu a aeronave vindo planando em direção à praia.

Autoridades locais divulgaram a informação de que o Lancair IV-P estava efetuando um voo entre Orlando e o estado da Virgínia quando ocorreu o problema no motor, numa altitude de 3.900 metros. O piloto comunicou que precisaria efetuar o pouso no aeroporto de Hilton Head, mas um vazamento de óleo junto com a perda da hélice forçou o pouso de emergência. O óleo cobriu todo parabrisa da aeronave, a qual impediu que o piloto evitasse de bater em Robert Gary Jones durante o pouso.

O piloto e o passageiro do Lancair IV-P não ficaram feridos. As autoridades também disseram que a brigada de incêndio de Hilton Head, a polícia do Condado de Beaufort, e o serviço de emergência de Beaufort chegaram no local do acidente, mas não puderam salvar Robert Gary Jones.

Dados da FAA mostram que o Lancair IV-P envolvido no acidente estava no nome de Edward I. Smith de Chesapeak, Virginia. A aeronave ficou na praia por horas após o acidente. Uma âncora com uma corda foram amarradas na cauda da aeronave para que com a maré alta ela não fosse levada para dentro do oceano.

O Lancair IV-P é uma aeronave monomotora a pistão turbinado, de quatro lugares. O valor de cada aeronave fica entre US$275.000 e US$375.000. Maiores informações sobre a aeronave poderão ser encontradas no site oficial da Lancair.

Helicóptero Esquilo do Exército cai no Pantanal e quatro militares morrem

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Helicópteros do Eurocopter Esquilo (FENNEC) do Exército Brasileiro, similar ao que caiu ontem a noite no Pantanal do Mato Grosso. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Um helicóptero Aérospatiale/Eurocopter AS550A2 Fennec (HA-1), matrícula EB1029, pertencente ao Exército Brasileiro caiu ontem à noite no Pantanal da Nhecolândia, no município de Corumbá, e quatro pessoas morreram, de acordo com informações do Boletim de Ocorrência.

Os quatro militares mortos, Rodrigo da Silva Corrêa, 24, Renan Moreira Orizo, 23, Vinicius Viglioni Salgado, 29 e André Luiz Almeida dos Santos, 31 participavam da Operação Caburé, para adestramento de pilotos e tripulações.

O acidente foi às 23 horas de ontem. A região onde ocorreu o acidente é de difícil acesso.

Os militares eram integrantes do Destacamento do 3º Batalhão de Aviação do Exército, sediado em Campo Grande e da Companhia de Comando Militar do Oeste.

Segue comunicado oficial do Exército Brasileiro:

O Comando do Exército lamenta profundamente informar a ocorrência de um acidente com uma aeronave Esquilo (FENNEC), do Destacamento do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Dst Av Ex), sediado em Campo Grande/MS, ocorrido por volta das 21:50 horas, do dia 10 de março do corrente ano, na localidade de Nhecolândia, município de Corumbá/MS, provocando 04(quatro) vítimas fatais, 02 capitães, 01 sargento e 01 cabo.

As causas do acidente, que ocorreu durante a realização da OPERAÇÃO CABURÉ, exercício de adestramento dos pilotos e tripulações do Dst Av Ex, serão apuradas por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) e de investigação aeronáutica, na forma do que está previsto no ordenamento jurídico vigente.

O Exército Brasileiro, consternado e imbuído do mais alto sentimento de solidariedade, está empenhado em prestar todo o apoio necessário às famílias dos militares vitimados pelo acidente.
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Gen Bda CARLOS ALBERTO NEIVA BARCELLOS
Chefe do CCOMSEx

O Portal Cavok Brasil gostaria de deixar aqui as condolências às famílias dos soldados que faleceram nesse triste acidente.

IMAGENS: Acidente com F/A-18D Hornet dos Marines, pilotos ejetam em segurança

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O Coronel David Robinson, comandante do Grupo de Ataque dos Fuzileiros, recebe os pilotos do F/A-18 que foram resgatados na quarta-feira na costa da Carolina do Sul. (Foto: Sgt. Angel Galvan / US Marine Corps)

Um caça F/A-18D Hornet caiu nesta quarta-feira, dia 10, por volta das 17:15 (horário local) a cerca de 35 milhas da costa de St. Helena Sound, Carolina do Sul.

Os pilotos do F/A-18D Hornet que caiu na quarta-feira posam com a tripulação do HH-65 Dauphin da Guarda Costeira dos EUA. (Foto: Sgt. Angel Galvan / US Marine Corps)

A Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros (MCAS) de Beaufort reportou que piloto e o oficial de sistema de armas dos fuzileiros ejetaram em segurança e foram resgatados por um helicóptero HH-65 Dolphin de uma unidade de busca e salvamento da Guarda Costeira dos EUA baseada em Charleston menos de uma hora após o acidente, que estava patrulhando a aérea próxima ao acidente.

A MCAS Beaufort disse que eles foram forçados a ejetar após a perda dos dois motores durante o voo de retorno para base numa rotineira missão de treinamento.

O piloto e o Oficial de Sistemas de Armas foram examinados pela equipe médica da guarda costeira. A MCAS Beaufort está conduzindo as investigações para determinar a causa da queda.

Um caça F/A-18D Hornet do VMA(AW)-224 do U.S. Marine Corps, esquadrão "Bengals". (Foto: Jonathan Derden / Fence Check)

O caça F/A-18D Hornet pertencia ao 224° Esquadrão de Caças de Ataque (VMA(AW)) “Bengals”, da MCAS Beafort, que mantém na base sete esquadrões de caças F/A-18 dos U.S. Marine Corps e dois esquadrões da U.S. Navy.

As identidades dos dois Marines ainda não foram divulgadas.

Fonte: Comunicado Oficial da U.S. Coast Guard – Texto: Cavok

VÍDEO: Aeronave HJT-16 Kiran do esquadrão Sagar Pawan da Marinha da Índia cai durante demonstração aérea

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Dois pilotos da Marinha da Índia morreram e três pessoas ficaram feridas no solo quando uma aeronave da equipe acrobática Sagar Pawan da Marinha caiu durante uma apresentação aérea numa feira de aviação internacional e atingiu um prédio numa área residencial próxima ao aeroporto de Begumpet, em Hyderabad.

O esquadrão de demonstração aérea da Marinha da Índia, Sagar Pawan, e as aeronaves HJT-16 Kiran.

A Marinha da Índia informou que o Comandante S K Maurya e o Tenente Comandante Rahul Nair morreram na queda da aeronave de treinamento HJT-16 Kiran Mk2, fabricado pela Hindustan Aeronautics Ltd, que caiu minutos antes do meio-dia em Bowenpally, localizada próxima ao antigo Aeroporto Begumpet, no centro da cidade, caindo sobre um prédio de dois andares quando efetuava uma manobra acrobática juntamente com outras três aeronaves.

O esquadrão se apresentava na feira internacional India Aviation Show.

A aeronave, parte do esquadrão de demonstração da Marinha da Índia que utiliza quatro aeronaves, pertencente ao Esquadrão Naval 551 baseado em Hansa, não conseguiu recuperar-se de um mergulho e entrou em parafuso assim que deixou a formação, indo para uma diferente direção das outras aeronaves. A Marinha da Índia antes do acidente possuía seis aeronave Kiran. A Força Aérea tambepm opera o tipo de aeronave, inclusive no Esquadrão de Demonstração Aérea Surya Kiran, mas com pintura vermelha e branca.

A aeronave caiu sobre um prédio de dois andares matando seus tripulantes e ferindo outras três pessoas que estavam no prédio.

As causas do acidente ainda são desconhecidas. No momento da colisão, milhares de pessoas assistiam a apresentação de acrobacias aéreas no evento India Aviation Show, do qual participava o aparelho acidentado. O show aéreo havia começado às 11:05 e o acidente ocorreu cerca de 15 minutos após o ínicio.

O acidente de hoje acontece dias após um pouso forçado de um helicóptero Dhruv da Força Aérea da Índia no dia 28 de fevereiro durante uma apresentação do Esquadrão Sarang (veja aqui no Cavok).

Aciidente com aeronave OV-10 Bronco da Força Aérea das Filipinas

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Aeronave OV-10C Bronco da Força Aérea das Filipinas. (Foto: Jack Hannen)

Dois pilotos morreram quando seu avião OV-10C Bronco caiu na província de Tarlac nessa quarta-feira, dia 24, informaram militares da Força Aérea das Filipinas.

Um helicóptero UH-1H com cinco pessoas de uma equipe de busca e salvamento encontrou os corpos dos dois pilotos que morreram na queda do OV-10 em Crow Valley, um campo de testes de bombardeio e de tiro oficialmente mantido por militares norte americanos, por volta das 14:30 dessa quinta-feira, dia 25, informou o Tenente Coronel Romeo Brawner.

“Ainda é muito cedo para informar a causa do acidente, mas a Força Aérea das Filipinas já iniciou as investigações,” ele disse.

No mês passado uma aeronave GAF Nomad caiu matando um General e outras oito pessoas na cidade de Cotabato (veja aqui no Cavok).

Na quarta-feira, o acidente ocorreu a menos de duas semanas do início do exercício militar conjuntoIlocos Sur, entre soldados dos EUA e das Filipinas.

Brawner identificou as vítimas como sendo o Capitão Corpuz e o Tenente Carrandang, que estavam efetuando um treinamento de disparo aéreo quando houve o acidente. Os exercícios envolvendo o OV-10 Bronco iniciaram no dia 5 de fevereiro.

No dia 4 de janeiro o Chefe da Força Aérea, o General Oscar Rabena ordenou que fossem tiradas de operação as aeronaves OV-10 após uma dessas aeronaves entrar em pane segundos antes do pouso em Davao City. O piloto não se feriu e o avião ficou levemente danificado.

A Força Aérea das Filipinas utiliza 10 antigos OV-10 que foram doados pelaTailândia entre 2003 e 2004, mas atualmente somente três estão operacionais. Agora resta somente dois em condições de voo. Essas aeronaves voam desde a década de sessenta.

Segundo Brawer as Filipinas necessitam urgente modernizar sua Força Aérea, mas demandam verbas ao governo, que diz não ter condições de atender todas necessidades. Mas o governo tomou algumas medidas como a aquisição de três aeronaves de transporte leve, oito helicópteros e a modernização de um C-130 Hercules (veja aqui no Cavok).

Fonte: Manila Standard Today – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Acidente com um MiG-27 da Força Aérea da Índia

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Um MiG-27 da Força Aérea da Índia.

Em mais um acidente da Força Aérea da Índia, um caça MiG-27 caiu hoje a tarde, dia 16, próximo a Siliguri, na região de West Bengal, matando o piloto, um líder de esquadrão. O acidente ocorreu logo após a decolagem, de acordo com fontes locais.

A Força Aérea da Índia possui mais de 100 unidades do caça MiG-27 na frota de combate que voou muito pouco nos anos de 2005 e 2006 após terem sido encontrados problemas nos motores R-29 que causavam um grande número de acidentes. Somente no ano passado dois caças MiG-27 foram perdidos em acidentes.

Em maio de 2009, um MiG-27 caiu em Jodhpur, e em outubro outro MiG-27 caiu próximo a New Jalpaiguri, em West Bengal. Em ambos os casos, os pilotos ejetaram em segurança.

Com a frota de MiG-27 necessitando de uma modernização desde então, a Força Aérea da Índia atualmente planeja operar esses caças ainda até a metade da próxima década, mesmo sabendo que eles são antigos, devido a eles constituirem um importante elemento de ataque na força.

O número de esquadrões de caça da Força Aérea da Índia, é claro, foi reduzido para apenas 32 ou 33 a partir de um autorizado enxugamento dos 39 esquadrões. A Força Aérea da Índia atingirá seu desejado objetivo de aumentar o número de esquadrões para 42 somente após 2020.

No período de  1971-72 até 2003-04, a taxa média consolidada pela Força Aérea da Índia se manteve em 1,09 acidentes por cada 10.000 horas de voo, friamente traduzindo na perda de 23 aeronaves e na morte de 10 a 14 pilotos por ano.

A taxa de acidentes foi reduzida drasticamente para cerca de 0,27 acidentes por cada 10.000 horas de voo, com uma redução maior que 50% após 2003-2004. Mas o número de acidentes parace que está subindo mais uma vez.

As versões antigas de aeronaves MiG, as quais constituem a espinha da frota de combate da Índia, foram, é claro, os principais culpados. A alta demanda de uso dos MiG-21, em particular, possuem uma história de vários acidentes na Força Aérea da Índia.

Dos 793 caças MiG-21 introduzidos na Força Aérea da Índia desde 1963, mais de 330 foram perdidos em acidentes. O problema tem sido o conjunto de: manutenção de má qualidade, fraco controle de qualidade de peças sobressalentes e treinamento inadequado dos pilotos iniciantes.

Fonte: The Times Of India – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

O Exército do EUA informa queda de um helicóptero Black Hawk na Alemanha

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Sikorsky UH-60 Black Hawk

Três soldados do Exército dos Estados Unidos morreram no final da tarde de ontem quando um helicóptero UH-60 Black Hawk caiu a noroeste de Mannheim, na Alemanha.

Num comunicado oficial, o U.S. Army disse que o Black hawkestava efetuando um voo de treinamento para o Aeródromo do Exército de Coleman, em Sandhofen, distrito de Mannheim.

“Eu queria prestar um reconhecimento pela prontidão e resposta profissional da polícia alemã e pelo corpo de bombeiros” disse o Brigadeiro General Michael A Ryan, a partir da base – “Eles chegaram no local da queda o mais rápido possível.”

Um equipe de investigação de acidentes do Centro de Segurança em Combate do Exército, em Fort Rucker, no Alabama, EUA, verificará as causas do acidente. O U.S. Army opera os helicópteros Black hawk em várias unidades na Europa e não se sabe de qual dessas bases esse helicóptero que caiu estava baseado.

Fonte: AFP – Tradução e Adaptação doTexto: Cavok

A famosa aeronave A320 que afundou no Rio Hudson em Nova York irá a venda num leilão

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Airbus A320 (N106US) da US Airways que pousou no Rio Hudson, em Nova York, no ano passado.

O Airbus A320-214 (N106US), fabricado em 1999, da US Airways, a famosa aeronave que pousou nas águas do Rio Hudson em Nova York, e que era pilotada pelo Comandante Chesley ‘Sully’ Sullenberger, em janeiro de 2009, irá a venda num leilão.

Fuselagem do Airbus A320 da US Airways, do voo US1549, de janeiro de 2009, que pousou no Rio Hudson, em Nova York.

“Graves danos causados pela água em toda fuselagem” descreve a fuselagem da aeronave no website da Chartis Aerospace Insurance Services. Os motores, asas e cauda foram removidos e existem danos em quase toda extensão da parte de baixo da fuselagem, mas a fuselagem poderá interessar a museus deviso a sua única história.

No dia 15 de janeiro de 2009, o voo US1549 havia decolado do Aeroporto La Guardia, e após a decolagem vários pássaros foram sugados pelas turbinas do A320, que numa manobra de emergência precisou efetuar um pouso no Rio Hudson. Todos passageiros foram salvos, graças a perícia do Comandante Sullenberger.

O leilão estará aberto ao publico em geral e ocorrerá no dia 27 de março, com a aeronave devendo ser removida até 10 de abril. A fuselagem está atualmente estocada em Kearny, NJ.

Mais imagens da fuselagem que vai para o leilão estão disponíveis no site Jalopnik.

O link para informações do leilão: www.aigaviation.com/aviationsalvage/salvagedetail.aspx?faano=N106US

Fonte: AIG Aviation – Texto: Cavok

Acidente com avião do Exército do Equador mata seis militares

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Cessna 206 da Venezuela, similar a aeronave equatoriana que sofreu o acidente no dia 6 de janeiro.

Seis militares equatorianos morreram na quarta-feira, dia 6 de janeiro, na queda de um avião Cessna 206 Stationair (Ce206G), prefixo HC-BKQ, do Exército do Equador, na Amazônia, informou à AFP um porta-voz da instituição.

A aeronave Cessna 206 em questão, vista num hangar do Exército do Equador

O acidente ocorreu quando o Cessna 206 do Grupo Escuela de Aviacion Ejercito ‘Capitan Fernando Vasconez’, sediado na Base Aérea Simon Bolivar, do Exército do Equador, voava entre os povoados de Taisha e Shell, esta última a 135 km a sudeste de Quito, em uma missão de abastecimento.

A queda, que ocorreu às 16:53 horário local (19:53 horário de Brasília), matou dois suboficiais, entre os quais o piloto e o copiloto, e quatro soldados que prestavam o serviço militar obrigatório.

Os pilotos, tenentes Edison Narváez e Raúl Cadena, tentaram fazer manobras para aterrissar de emergência na pista do setor de Mamayak, na provincia de Pastazapero, mas não obtiveram êxito. Os outros falecidos são os soldados Moreno, Ortíz, Analuisa e Guanotaxi.

Este foi o terceiro acidente aéreo envolvendo as Forças Armadas do Equador nos últimos três meses, após a queda de um helicóptero Dhruv, em 27 de outubro, durante uma cerimônia militar em Quito, com dois tripulantes feridos, e a queda no mar de um helicóptero Bell 230, também em outubro, sem vítimas.

Fonte: AFP/Univision

Boeing 737-800 da American Airlines sofre acidente na Jamaica

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Boeing 737-823 (N977AN) da American Airlines que sofreu um acidente na Jamaica (Foto: Andy Hindle / Airliners.net)
Parte da cauda do Boeing 737 da AA que se partiu após o acidente na Jamaica

Um Boeing 737 da companhia American Airlines com cerca de 154 pessoas a bordo saiu da pista durante o pouso em um aeroporto na capital da Jamaica, Kingston, e se partiu em dois na noite desta terça-feira, dia 22 de dezembro.

O Boeing 737-823 (WL), prefixo N977AN, que realizava o voo AA 331, procedente do Aeroporto Ronald Reagan, em Washington DC, com escala em Miami, de onde saiu às 20:52 horário local, enfrentou forte chuva ao chegar no Aeroporto Internacional Norman Manley.

Foram registrados 44 feridos, sendo 4 em estado grave, mas não há notícia de mortos. Estavam a bordo 148 passageiros e seis tripulantes. Os feridos foram levados para o Hospital Público de Kingston.

Um repórter da BBC em Kingston disse que o avião acabou parando perto da praia.

Roland Henry disse que os sobreviventes pensaram que a aeronave se preparava para fazer um pouso normal quando foi sentida uma série de solavancos e viram malas e bagagem caírem dos compartimentos acima das poltronas.

Os relatórios iniciais indicam que o avião ultrapassou a pista de pouso durante uma tempestade, derrapou em uma estrada e foi parar em uma praia. A fuselagem do avião se partiu, o motor direito rompeu a partir do impacto contra a pista e o trem de pouso principal esquerdo entrou em colapso, de acordo com um porta-voz da companhia aérea. O acidente ocorreu às 22:22 locais, 01:22 horário de Brasília.

Fonte: Jamaica Observer

Tu-142 da Rússia cai com 11 tripulantes durante missão de treinamento

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Tupolev Tu-142 Bear F
Tupolev Tu-142 Bear F

Uma aeronave de reconhecimento e combate anti-submarino (ASW) Tupolev Tu-142M3 Bear F da Frota do Pacífico da Rússia caiu ontem, dia 06, no Estreito de Tatar, extremo leste da Rússia, informou o Ministro da Defesa num comunicado hoje de manhã.

Tu-142 Bear F é uma versão modificada do bombardeiro estratégico Tu-95 Bear.

“O avião estava numa missão de treinamento de combate quando desapareceu por volta de 21:19 hora local (09:19 horário de Brasília) das telas dos radares sobre o Estreito de Tatar,” dizia o comunicado.

_46686055_russia_tatarstrait_nov09O Estreito de Tatar separa o terrotório continental russo da Ilha de Sakhalin.

A área do acidente está localizada a cerca de 20 quilômetros (12,5 milhas) da costa operada por diversos navios e aviões. A fuselagem da aeronave pode estar numa profundidade de 44 metros, conforme mapas da região.

Segundo informações do Ministério da Defesa russa estavam a bordo 11 militares russos. Existem informações que os tripulantes não utilizaram os equipamentos de emergência após a queda, pois não foram encontrados vestígios de botes salva-vidas e nem sinalizadores, normalmente usados nesses acontecimentos.

De acordo com informações preliminares a queda foi devido a problemas técnicos na aeronave. Em nenhum momento a tripulação fez contato informando uma emergência ou algum problema.

As buscas prosseguem na região, mas as autoridades informaram que a caixa-preta, se não recuperada dentro de 36 horas ficará inutilizada, pois o modelo de caixa-preta dessa aeronave não aguenta mais que esse período em águas salgadas.

Passageiro ativa assento ejetor por engano durante voo e sobrevive

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Pilatus PC-7 MkII
Pilatus PC-7 MkII

Num incidente bastante incomum, um passageiro que viajava em um avião de acrobacias da força aérea sul-africana ativou o assento ejetor por engano, foi lançado a 100 metros para o alto e escapou quase sem ferimentos.

O passageiro, que não foi identificado, voava junto ao capitão Gerhard Lourens, um dos cinco pilotos da equipe de acrobacias aéreas Silver Falcons, segundo confirmou a equipe à BBC Brasil.

Os dois voavam em um avião de dois lugares, o PC-7 MkII Astra e, de acordo com a imprensa sul-africana, durante uma das acrobacias mais arrojadas, o passageiro teria se segurado à alavanca embaixo de seu assento, ativando o processo de emergência.

Segundo especialistas, o passageiro, que é civil, teria sido informado sobre o procedimento.

O assento ejetor é movido a foguetes e, normalmente, só é usado quando os pilotos precisam escapar do avião durante uma emergência, quando a nave está prestes a cair ou se chocar contra alguma coisa. Depois de lançado para fora, um para-quedas é ativado.

Um ex-piloto da equipe disse à mídia sul-africana que o passageiro teve muita sorte de escapar praticamente sem ferimentos.

“Basta puxar a alavanca a uma altura de 2,5 centímetros e você é jogado para fora”, disse ele. “Você recebe um chute enorme nas costas e é lançado para fora.”

“A gente é treinado para isso e se você não o fizer corretamente, não estiver na postura correta para ser ejetado, poderia sofrer lesões na espinha, ou até piores.”

O passageiro pousou de para-quedas sem nenhum ferimento sério, e depois foi resgatado por um helicóptero da força aérea sul-africana. O avião, no entanto, ficou danificado.

A Força Aérea já abriu um inquérito para investigar as causas do incidente.

FONTE: Globo On Line

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