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França estuda uso de ‘dirigível estratosférico’ para coleta de informações, vigilância e reconhecimento

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O Stratobus da Thales Alenia Space.

A Thales Alenia Space assinou um contrato com a agência francesa de compras de defesa para realizar um estudo conceitual de aplicativos de inteligência, vigilância e reconhecimento usando uma plataforma do tipo Stratobus para atender às necessidades operacionais do exército francês.

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M-346 inicia tarefa “aggressor” na Força Aérea Italiana

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O jato M-346 na Base Aérea de Grosseto, onde vai atuar em missões dissimilares com caças Eurofighter. (Foto: Alenia Aermacchi)
O jato M-346 na Base Aérea de Grosseto, onde vai atuar em missões dissimilares com caças Eurofighter. (Foto: Alenia Aermacchi)

Um jato M-346 (chamado de T-346A pela Força Aérea Italiana), da 61ª Ala Aérea da Força Aérea da Italiana foi temporariamente destacado para Base Aérea de Grosseto para começar a testar a capacidade da aeronave como “aggressor”, em missões de treinamento de combate dissimilar com os Eurofighters do 20º Esquadrão OCU (Unidade de Conversão Operacional), da 4ª Ala Aérea.

Alenia inicia montagem final do primeiro C-27J Spartan para Real Força Aérea Australiana

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A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para RAAF. (Foto: Alenia Aermacchi)
A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para RAAF. (Foto: Alenia Aermacchi)

A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para a Real Força Aérea Australiana (RAAF) chegou na fábrica da Alenia Aermacchi em Turim, Itália, para a montagem final. Fabricado no site da Alenia Aermacchi de Nápoles Capodichino, a fuselagem chegou até Turim por caminhão (de Capodichino para o Porto de Nápoles e de Gênova a Turim) e de frete marítimo (de Nápoles a Gênova).

A encomenda australiana para 10 aeronaves C-27J foi colocada através do Programa Conjunto de Aeronaves de Cargas de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) do Exército dos EUA. O primeiro C-27J chegará na Austrália no início de 2015, e será utilizado para o transporte aéreo tático. Eles vão substituir os aviões Caribou, que foram aposentados em 2009, após 45 anos de serviço.

Na tarefa de transporte tático, o C-27J fornece a melhor integração possível com a frota existente da Força de Defesa Australiana (ADF). Ele irá fornecer uma capacidade de transporte aéreo entre os helicópteros CH-47 Chinook e dos C-130J Hercules, bem como uma integração muito maior com o C-17A Globemaster.

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Alenia Aermacchi oferece aeronave C-27J para tarefa de busca e salvamento no Canadá

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Aeronave C-27J Spartan nas cores da Força Aérea Canadense para tarefa de SAR.

A Alenia Aermacchi, a Alenia Aermacchi North America and Canada, a General Dynamics Canada, e Aerospace Provincial, e a DRS Canadá anunciaram hoje a assinatura de uma Carta de Intenção para participar numa Proposta de Solução de Aeronave de Asa-Fixa de Busca e Salvamento (FWSAR) para o Canadá. As empresas estão finalizando os termos e condições da parceria e vão trabalhar sobre mais detalhes do acordo definitivo nos próximos meses. Veja a seguir um vídeo produzido pela Alenia para a competição.

A parceria formada foi em resposta ao plano do Departamento de Defesa Nacional (DND) para adquirir uma nova capacidade para substituir a frota de antigas aeronaves FWSAR. A seleção da nova capacidade será realizada através de um processo competitivo, com um pedido de projeto de proposta (RFP) esperado no outono de 2012, e a seleção da contratante projetada para 2014.

A aeronave C-27J Spartan da Alenia Aermacchi é a aeronaves de busca e salvamento oferecida pela empresa. De acordo com as empresas, as exigências do Canadá tornam o C-27J a melhor adequação para as necessidades FWSAR. A aeronave pode operar em ambientes hostis e em terrenos vastos, e pode fornecer a velocidade necessária para chegar aos que precisam rapidamente de ajuda.

“As equipes de busca e salvamento precisam de uma aeronave que possam contar, não importa as condições, ou a distância. O C-27J é bem adequado para alguns dos mais duros terreno do Canadá onde serão muitas vezes postos em serviço. As características que fizeram o C-27J a solução certa para dez outras forças aéreas nacionais são críticas no processo de seleção do Canadá também”, disse Alan Calegari, diretor executivo da Alenia Aermacchi North America. “Estamos ansiosos para trabalhar com nossos excelentes parceiros canadenses no presente contrato.”

Com o C-27J da Alenia Aermacchi, a experiência da General Dynamics Canada no apoio dedicado nas bases das aeronaves em serviço no Canadá, e a experiência e reputação internacional da Aerospace Provincial modificar especialmente as aeronaves para missão de busca e salvamento, integração, operação e organização de MRO, essa equipe oferece a melhor aeronave para FWSAR com uma forte presença canadense. A engenharia de longo prazo e suporte de manutenção da frota, e os resultados a longo prazo, com empregos bem remunerados em todo o país, farão desta parceria um excelente estímulo econômico para o setor aeroespacial do Canadá.

Austrália confirma aquisição de 10 aeronaves de transporte militar C-27J Spartan

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A Austrália decidiu adquirir 10 aeronaves de transporte militar C-27J Spartan. (Foto: Alenia)

O Ministro da Defesa Stephen Smith e o Ministro da Defesa de Material Jason Clare anunciaram hoje que o Governo Australiano concordou em comprar 10 aeronaves de transporte Alenia C-27J Spartan a um custo de US$ 1,4 bilhões.

O C-27J irá substituir os aviões Caribou, que foram retirados de serviço em 2009, após uma carreira de mais de quatro décadas. O C-27J complementa as capacidades da aeronave C-130 e C-17 e utiliza uma infra-estrutura e os sistemas das aeronaves comuns, tais como motores, aviônicos e sistemas de manuseio de carga.

A aquisição do C-27J irá melhorar significativamente a capacidade da Força de Defesa Australiana (ADF) para mover tropas, equipamentos e suprimentos. O C-27J tem a capacidade de transportar uma carga significativa e ainda conseguir operar em pistas pequenas, estreitas e semi-preparadas que são demasiadas curtas para os C-130J ou pistas que são incapazes de sustentar o uso repetido de aviões maiores.

Na Austrália, o C-27J pode operar em mais de 1.900 aeroportos em comparação com os cerca de 500 para a aeronave C-130 Hercules. Na região de Camberra, o C-27J será capaz de operar em mais de 400 aeroportos, em comparação com os cerca de 200 para a aeronave C-130.

Estas aeronaves proporcionarão um transporte aéreo ao campo de batalha, mas também são capazes de realizar o transporte aéreo pela Austrália. Eles serão capazes de operar a partir de pistas rudimentares na Austrália e no exterior, e serão capazes de apoiar as missões humanitárias em locais remotos.

A flexibilidade do C-27J lhe permite realizar uma vasta gama de missões para ressuprimentos de munição às tropas da linha de frente, e para realizar a evacuação aeromédica de militares.

Uma aeronave de transporte para o campo de batalha precisa ser capaz de operar num ambiente de ameaça elevada. O C-27J, com os seus sistemas de alerta de mísseis, uma auto-proteção eletrônica, comunicações seguras e blindagens, oferece proteção contra ameaças que vão desde armas pequenas até sistemas de armas letais portáteis de defesa aérea (MANPADS).

O C-27J foi avaliado pela Defesa Australiana como a aeronave que melhor atendeu todos os requisitos de capacidade essencial e fornece o melhor custo benefício. Ele foi avaliado como sendo capaz de voar mais longe, mais rápido, mais alto, enquanto transportando mais carga e exigindo uma menor pista do que a outra aeronave em questão, o Airbus Military C-295.

A aquisição dos 10 aviões C-27J com equipamento de suporte associados será realizada através de um acordo de Vendas Militar Estrangeira (FMS) com os Estados Unidos (EUA) num custo de cerca de US$ 1,4 bilhão. A primeira aeronave está prevista para ser entregue em 2015, com a capacidade operacional inicial prevista para o final de 2016.

O apoio logístico inicial, incluindo a formação para o pessoal de tripulação e manutenção será fornecido através do programa FMS, utilizando o sistema que foi criado nos EUA. A Defesa Australiana procurará um acordo separado com o fabricante do C-27J, a Alenia, a fim de assegurar que a RAAF possa operar, manter e modificar a aeronave ao longo da sua vida prevista.

Desde a aposentadoria da frota de Caribou em 2009, a capacidade de transporte aéreo militar da Real Força Aérea da Austrália compreendeu aviões de carga pesada C-17, aeronaves C-130 Hercules dos modelos H e J, e dos aviões de transporte leve provisórios (8 Beechcraft King Air 350) e de helicópteros da Marinha e do Exército.

No orçamento, o Governo anunciou a aposentadoria dos C-130H, que irá proceder de forma ordenada ao longo do ano. Os 10 aviões C-27J serão baseados em Richmond.

Elbit fornecerá radares virtuais para a frota de M-346 israelitas

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Israel selecionou as aeronave M-346 Master para substituir seus jatos de treinamento TA-4 Skyhawk. (Foto: Alenia Aermacchi)

A Elbit Systems foi escolhida pela Forca Aérea Israelita para fornecer o seu sistema de missão de treino virtual (VMTS) para equipar a frota de aeronaves de treinamento avançado Alenia Aermacchi M-346. Este sistema possibilita a capacidade de simulação de utilização de um radar a bordo da aeronave.

O sistema VMTS simula um radar com capacidades tácticas ar-ar e ar-superfície utilizando data links instalados nas aeronaves que possuem o sistema, estando as mesmas linkadas a uma estação terrestre operada pelos instrutores. Com a utilização deste equipamento os pilotos em instrução são capazes de treinar a utilização de armamento e sistemas de guerra eletrônica.

Os M346s começarão a ser entregues à Forca Aérea Israelita em 2014 pela TOR Systems, uma joint venture entre a Elbit e a Israel Aerospace Industries. A empresa adquirá as aeronaves e todo o equipamento associado e posteriormente venderá pacotes de horas de voo à Forca Aerea Israelita inseridos num contrato pluri-anual.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Alenia e Airbus Military disputam venda de novas aeronaves de transporte tático para Índia

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A Alenia participa da competição na Índia com o avião de transporte tático C-27J Spartan. (Foto: Finmeccanica)

Durante o ano de 2012, a Forca Aérea Indiana poderá emitir um pedido de propostas (RFP) para a aquisição de 56 aeronaves de transporte tático para a substituição dos HS748s construídos localmente pela Hindustan Aeronautics (HAL). Os dois principais concorrentes serão o C-295 da Airbus Military e o C-27J Spartan da Alenia.

Fontes do setor afirmaram durante a Defexpo India 2012, em Nova Delhi, que a RFP devera ser emitida em 2012, após um pedido de informações (RFI) emitido em 2010.

O programa prevê a aquisição de 16 aeronaves diretamente do construtor, e 40 unidades produzidas localmente na Índia. Segundo a mesma fonte, este programa será bastante importante visto que prevê que pela primeira vez uma aeronave seja produzida localmente por uma empresa privada do setor, e não pela Hindustan Aeronautics (HAL).

Atualmente ainda não existe uma importante companhia privada indiana, mas existe um significativo número de conglomerados industriais com capacidade para a produção local de uma aeronave, como a Larsen & Toubro, Mahindra & Mahindra, e a Tata, que durante os últimos anos têm investido significativamente nas suas unidades aerospaciais.

A primeira aeronave poderá ser entregue num prazo de dois anos a contar da assinatura do contrato, com as restantes 15 a serem entregues nos 24 meses seguintes. Um ano depois está prevista a primeira entrega das 40 aeronaves a serem produzidas localmente sendo entregues oito aeronaves por ano.

Na DefExpo, a Airbus Military colocou em exposição um C-295 e a Alenia um C-27J.

Durante o evento, a Airbus Military destacou que o C-295 tornou-se o principal avião de transporte de diversas forcas aéreas.

Por sua vez, a Alenia ressalvou o elevado índice de comunalidade que o C-27J tem com o Lockheed-Martin C-130J, incluindo os mesmos motores. A Índia atualmente opera seis C-130J e esta em negociações para a aquisição de mais seis unidades a serem igualmente adquiridas via Foreign Military Sales (FMS).

A Forca Aerea Indiana tem feito um progresso significativo nas suas capacidades de transporte aéreo. Somando à aquisição dos C-130J, e confirmando em 2011 a compra de 10 aeronaves de transporte estratégico Boeing C-17 Globemaster III, que se tornará o segundo maior operador mundial desta aeronave depois da Forca Aérea dos Estados Unidos.

Atualmente 105 aeronaves Antonov An-32 indianas também estão sendo modernizadas com uma significativa melhoria nos seus aviônicos.

O HAL 748 é a versão indiana do Hawker Siddeley HS748 inglês construído nos anos sessenta.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Alenia apresenta o avião de transporte C-27J Spartan na FIDAE 2012

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A Alenia levou a aeronave acima para ser demonstrada na FIDAE 2012 no Chile. Durante a ida o Spartan fez uma escala em Florianópolis, Santa Catarina. (Foto: Juliano Damásio / Cavok)

A aeronave de transporte Alenia Aermacchi C-27J Spartan estará sendo demonstrada durante a FIDAE 2012. Comercializada através de uma parceria entre a empresa italiana Alenia, do grupo Finmeccanica, e a norte americana Lockheed Martin, o C-27J é um bimotor turboélice que pode oferecer uma alternativa de serviços de transporte militar na região. O Spartan chegou hoje em Santiago e deve permanecer no evento até o dia 1° de abril. Durante o voo entre a Itália e o Chile, a aeronave ainda fez uma escala no Brasil, em Florianópolis.

Como um desenvolvimento do avião italiano Alenia G-222, o C-27J incorpora novos aviônicos e motores, com hélices similares a da última versão do C-130 Hércules, o C-130J, dando assim maior capacidade de carga útil (cerca de 11 toneladas), maior velocidade (600 km/h) e uma melhoria significativa em suas performances.

O cockpit do C-27J Spartan. (Foto: Juliano Damásio / Cavok)

O Spartan é uma aeronave de transporte tático menor do que o KC-390 da Embraer, o qual disputa o mercado deixado pela aeronave C-130 Hercules. Na feira, a Alenia espera encontrar interessados na aeronave, pois oferece uma ótima capacidade operacional em pistas semi-preparadas.

Nota do Editor: Lembrando que nas últimas feiras aéreas em que o Spartan esteve presente, o piloto sempre realizou manobras sensacionais com a aeronave, incluindo loopings e tounneau. Vamos esperar para ver como será na FIDAE…

Guarda Costeira dos EUA pretende ficar os C-27Js que a USAF não quer mais

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A Guarda Costeira dos EUA tem interesse em ficar com as aeronaves C-27J que a USAF não quer mais. (Foto: U.S. Air Force)

O Comandante da Guarda Costeira, almirante Robert Papp, disse aos congressistas na semana passada que ele falou com o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General Norton Schwartz, sobre a viabilidade de transferência dos aviões de transporte C-27Js para o serviço marítimo. A Guarda Costeira está realizando uma análise no caso de negócio de transferência dos aviões de carga.

A Guarda Costeira voa com aeronaves C-130Js da Lockheed e os CN-235 fabricados pela EADS, estes chamados de HC-144. A Guarda Costeira optou pelo HC-144 sobre o C-27J por causa do custo de ciclo de vida inferior, disse Papp durante uma audiência da subcomissão de segurança nacional de Apropriações da Câmara. Ainda assim, ele não descarta uma frota mista de HC-144s e C-27Js.

“Ás vezes as coisas podem cair no seu colo se conseguirmos… basicamente com a liberação da Força Aérea, poderemos ser capazes de avançar com o plano que permitiria uma mistura de aeronaves CN-235s e de C-27, e, a propósito, poderíamos colocar algum dinheiro extra no nosso orçamento que poderíamos dedicar a alguns desses outros projetos”, disse Papp no dia 6 de março.

Papp observou que o C-27J e C-130J usam os mesmos motores, o que poderia ajudar a reduzir os custos logísticos da operação das duas aeronaves.

Fonte: Navy Times – Tradução: Cavok

Resultado Cavok Foto Quiz 27-2 – Alenia Aermacchi M-346 Master

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O jato italiano de treinamento avançado Alenia Aermacchi M-346 Master. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Parabéns aos que acertaram, e creio que foram todos, que o detalhe era da aeronave militar de treinamento avançado Alenia Aermacchi M-346 Master. O jato foi desenvolvido sobre o projeto do treinador Yak-130, no qual a empresa italiana participava de uma joint-venture com a russa Yakovlev. O primeiro voo da aeronave foi em julho de 2004, e somente no ano passado começou a ser entregue para Força Aérea Italiana, que adquiriu até o primeiro momento um primeiro lote de 15 aeronaves (seis encomendas e 9 opções). A Real Força Aérea de Cingapura também adquiriu 12 aeronaves M-346, e mais recentemente, Israel selecionou o jato M-346 para substituir os antigos A-4H Skyhawks, com cerca de 30 aeronaves encomendadas. Além disso, o jato compete no programa T-X da Força Aérea dos EUA, onde recebeu a designação T-100. Outro país interessado na aeronave de treinamento é os Emirados Árabes Unidos, que selecionaram o jato, mas o contrato está aguardando a resolução de questões relativas ao desempenho da aeronave. A foto acima é de um mockup em escala de 100% exposta na FIDAE 2004. Parabéns aos acertadores, e até o próximo final de semana.

Provável esquema de camuflagem do jato de treinamento M-346 na Força Aérea de Israel

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Concepção artística do jato de treinamento avançado M-346 Master nas cores da Força Aérea de Israel. (Foto: Al Clark / Janet Airlines)

Na última sexta-feira, dia 17 de fevereiro, Israel escolheu a aeronave Alenia Aermacchi M-346 Master como novo jato de treinamento avançado para seus pilotos de combate. O ótimo site italiano The Aviationist divulgou uma montagem de um dos novos jatos M-346 com as atuais cores utilizadas nos jatos de treinamento A-4 Skyhawk, os quais as aeronaves italianas substituirão.

Israel deve adquirir cerca de 30 jatos M-346 Master, avaliados em quase US$ 1 bilhão. A aeronave concorrente do M-346 foi o jato supersônico T-50 Golden Eagle da Coreia do Sul. Os novos treinadores italianos devem ser entregues a partir de 2014.

Israel decide adquirir jatos de treinamento M-346 da Itália

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Israel vai adquirir 30 jatos de treinamento avançado M-346 Master fabricados pela empresa italiana Alenia Aermacchi. (Foto: Alenia)

Israel chegou a um acordo preliminar de US$ 1 bilhão para compra de 30 jatos de treinamento M-346 italianos, fabricados pela empresa Alenia Aermacchi, disseram oficiais de defesa israelenses nessa quinta-feira. O acordo, que ainda precisa da aprovação formal do governo, marcou o final de uma longa competição entre a Itália e a Coréia do Sul para esta lucrativa venda. Os novos jatos substituirão os antigos jatos Skyhawk que estão sendo usados pela Força Aérea de Israel por 40 anos.

Itália vai retribuir a compra de Israel através de uma compra de US$ 1 bilhão em equipamentos de defesa israelenses, disse o Ministério de Defesa de Israel.

O diretor geral do ministério, Udi Shani, disse que o acordo de offset permitiu que Israel pudesse fazer a compra num grande momento de “dura realidade orçamental”.

A Coreia do Sul esperava vender suas aeronaves T-50 para Israel e tinha emitido uma contraproposta de US$ 1,6 bilhões, incluindo a compra do caro sistema anti-foguetes Iron Dome, disseram responsáveis pela defesa. Enquanto Israel considerava suas opções, a Coréia do Sul reclamava da falta de transparência no negócio.

Os funcionários falaram sob condição de anonimato porque eles estavam discutindo as deliberações internas.

Em uma carta à Coreia do Sul, Shani escreveu que “após análise cuidadosa de ambas as propostas, e na conclusão de um longo a abrangente processo de revisão, foi decidido que a proposta italiana foi a escolha mais eficiente para o Ministério de Defesa israelense.”

Ele citou a adequação dos jatos para as “necessidades diretas” da força aérea israelense, o custo e as “significativas condições de offsets.”

Outro funcionário do estabelecimento de segurança acrescentou que “nossos pilotos já voaram dezenas de missões para testar os jatos de treinamento, na Coréia do Sul, bem como na Itália. Muitos parâmetros foram examinados, especialmente a qualidade de segurança de treinamento e preço. Durante estes testes, chegamos a a conclusão de que, além das vantagens profissionais, os aviões italianos seriam mais baratos para operar.”

Antes do acordo, Israel pediu à Itália esclarecimentos sobre um incidente em que um dos jatos de treinamento do país caiu em Dubai. Pensou-se inicialmente que o acidente, que ocorreu há alguns meses, pudesse afetar os resultados do concurso.

“Os italianos divulgaram todos os dados necessários, fotos e as conclusões do inquérito sobre o acidente, e ficamos sabendo que o acidente foi resultado de uma avaria no sistema elétrico do avião que é um protótipo e não um avião que havia saido da linha de produção”, disse um funcionário da defesa israelense.

“Esta anomalia é característica apenas de protótipos e não é relevante para a linha de produção.”

A decisão decepcionou Seul, mas o estabelecimento de segurança de Israel não acredita que levará à suspensão da cooperação de segurança com os coreanos.

“Houve uma competição, e em todas as competições há um lado perdedor”, disse um funcionário da defesa da Coreia do Sul.

O Ministério da Defesa rejeitou as afirmações de que não deveria ter feito a compra durante um período de cortes orçamentários. “Os aviões Skyhawk que nossos pilotos estão usando para o treinamento tem mais de 40 anos”, disse um oficial da Força Aérea.

“A Força Aérea de Israel determinou que continuar a usá-los seria muito oneroso, devido a repetidos problemas técnicos, e eles podem colocar os pilotos e até mesmo os cidadãos do Estado de Israel em perigo.”

O negócio só tem a aprovação inicial e precisa de autorização oficial do ministro de defesa de Israel, o governo e o parlamento israelense.

O Ministério da Defesa disse que o acordo deverá ser aprovado, e os aviões devem ser entregues em 2014.

Fonte: YnetNews – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Segundo jato de treinamento Alenia T-346A Master é entregue para Força Aérea da Itália

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A segunda aeronave de série T-346A Master decolou no dia 6 de fevereiro para entrega a Força Aérea Italiana. (Foto: Alenia Aeronautica)

A segunda aeronave de série M-346 Master, fabricada pela Alenia Aermacchi (uma empresa Finmeccanica), designada T-346A, foi entregue à Força Aérea Italiana alguns dias atrás.

A entrega da aeronave ocorreu após a assinatura dos documentos oficiais, e após a conclusão dos testes de controles efetuados na fábrica da Alenia Aermacchi em Venegono Superiore (VA) pela Comissão de Ensaio especificamente designada pela Direcção-Geral de Armamento Aéreo (DGAA).

A segunda aeronave T-346A decolou da unidade da Alenia Aermacchi em Venegono Superiore, no dia 6 de fevereiro, seguindo para a Base Aérea de Pratica di Mare, onde a Ala Experimental (RSV) vai realizar uma série de testes e atividades antes da sua implantação operacional. Uma vez que a avaliação for concluída, os dois primeiros T-346As serão operados pela Ala 61 em Galatina-Lecce, que também vai receber quatro aeronaves e outros sistemas relacionados a formação no solo, conforme estipulado no contrato assinado em 2009.

A primeira aeronave está programada para ser entregue em 2012. A Alenia Aermacchi também finalizou contratos em junho de 2011 para fornecer apoio logístico para a frota de aeronaves M-346 compradas pela Força Aérea da República de Singapura. Em fevereiro de 2009, o M-346 foi escolhido pelos Emirados Árabes Unidos numa proposta para 48 aeronaves do novo treinador.

Sukhoi Superjet 100 recebe a certificação da EASA

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O jato regional Sukhoi Superjet 100 recebeu a certificação do tipo emitida pela EASA. (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Superjet International)

A European Aviation Safety Agency (EASA), a agência de aviação civil europeia, emitiu hoje o Certificado de Tipo A-176 para o Sukhoi Superjet 100 (modelo RRJ-95B). Este certificado reconhece que a aeronave SSJ100 demonstra a conformidade com a aeronavegabilidade e as exigências ambientais da EASA. O reconhecimento permite que as companhias aéreas europeias, bem como as companhias aéreas que operam nos países que usam os regulamentos EASA como padrão de referência, possam aceitar e operar a aeronave SSJ100 (RRJ-95B). Este resultado representa um marco fundamental de apoio à credibilidade da marca do Sukhoi Superjet 100, que é o primeiro “grande avião” russo de passageiros a alcançar a Certificação EASA CS-25. O Certificado de Tipo da EASA será oficialmente entregue à Sukhoi Civil Aircraft no dia 24 de fevereiro de 2012, na sede da IAC em Moscou.

O certificado EASA, que é a validação do certificado emitido pelo Interstate Aviation Committee Aviation Register (IAC AR), é o resultado da vasta campanha de certificação realizada pela EASA, IAC AR e SCAC em associação com os centros de certificação, a Alenia Aermacchi (ex- Alenia Aeronautica) e os fornecedores de sistemas chaves da aeronaves.

A validação Europeia começou após o pedido de certificação da IAC AR em 2004 e passou por quatro fases distintas, em paralelo com o processo de Certificação na Rússia: Familiarização, Acordo de Programas de Certificação de Conformidade, Determinação e Relatório de Projeto Final. A Autoridade Europeia foi a primeira a ser familiarizada com a aeronave, e em seguida, profundamente examinou as características e técnicas da aeronave, e no último período, teve provas de suas performances e segurança. O processo global permitiu avaliar o cumprimento rigoroso do Código de Aeronavegabilidade europeu, resultando na emissão do Certificado de Tipo.

Graças à experiência e dedicação da equipe multicultural totalmente integrada do SSJ100, o Certificado EASA foi concedido apenas um ano após a realização do Certificado de Tipo da IAC AR.

O programa de validação Europeu incluiu um vôo dedicado e vários testes em solo. Em particular, os pilotos da EASA passaram por várias sessões sobre a eletrônica embarcada (num simulador integrado da SCAC) e participou de 45 voos de certificação (com duração total de cerca de 70 horas de vôo), a fim de comprovar a segurança e desempenho em vôo da aeronave SSJ100 em qualquer situação. Os testes no solo cobriram, entre outros, a carga de pressão final da fuselagem, testes de impacto de pássaros do painel frontal superior da cabine, impacto de borracha de pneus estourados na tampa inferior do tanque de combustível da asa e na resistência ao fogo do material composto. No trabalho realizado por dez grupos (“painéis”) 84 itens de certificação de revisão e 60 artigos de ação de certificação foram analisados, fundamentados e concordados, enquanto mais de 500 ações e perguntas foram recebidas das autoridades e foram oportunamente e satisfatoriamente resolvidas.

“O trabalho que fizemos juntos é realmente grande. Agradecemos a nossos colegas da EASA e da IAC AR para o seu grande apoio. A certificação europeia é um marco importante no sentido de obter o reconhecimento mundial de nossa aeronave, que vai abrir novas perspectivas para o Sukhoi Superjet 100 nos mercados internacionais”, disse Vladimir Prisyazhnyuk, presidente da Sukhoi Aeronaves Civis (SCAC).

Este grande momento ganha ainda mais significado, considerando a forte natureza internacional do projeto Sukhoi Superjet 100 que vem de uma nova realidade russa em crescimento, junto com a Alenia Aermacchi, uma parceria estratégica, os serviços ao cliente de confiança fornecidos pela SuperJet International e pela capacidade da Snecma como um dos das figuras chaves para o fornecimento do motor SaM146 PowerJet.

A lista dos fornecedores internacionais e russas a referir seria interminável, todos os envolvidos, desde a SCAC com os produtos realmente avançados. No entanto deve-se, especialmente, notar uma grande contribuição dos principais fornecedores, Thales, Liebherr, Messier-Bugatti-Dowty, Hamilton-Sundstrand e B/E Aerospace, que enriqueceram o produto com a sua excelente tecnologia.

Certamente, essa integração de uma variedade de peças, processos e culturas criou desafios, mas também tem sido a marca registrada do Sukhoi Superjet 100 desde o início do programa e é agora um motivo para se orgulhar, permitindo que a SCAC e a SJI entregue ao seu mundo de clientes uma aeronave extremamente avançada e com ótimo desempenho.

Itália está comprometida com o programa F-35, mas deve diminuir seu pedido de caças

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O primeiro caça F-35B de produção durante voo na chegada a Base Aérea de Eglin, Florida. (Foto: Lockheed Martin)

A Itália está com o objetivo de reduzir em 1,45 bilhão de Euros (US$ 1,9 bilhão) os seus gastos em aquisições de defesa em 2012, e o seu plano para adquirir 131 caças Lockheed Martin F-35 Lightning IIs provavelmente na linha de fogo.

A Itália havia planejado anteriormente que encomendaria um total de 131 caças do tipo – sendo 69 da versão de decolagem e pouso convencionais F-35As e 62 do modelo de decolagem curta e pouso verticais F-35B. No entanto, mais recentemente, fontes de defesa sugeriram uma redução na encomenda pera um total entre 20-30 unidades, com a maioria destes do modelo F-35B.

A aquisição ocorre sob fortes discussões no parlamento italiano sobre o custo total do projeto previsto em € 17,4 bilhões, com cerca de € 2 bilhões já gastos na aquisição.

Apesar dos cortes possíveis para a compra, a Itália continua sendo uma peça chave na equipe industrial do Joint Strike Fighter da Lockheed.

Giampaolo di Paola, o ministro da Defesa da Itália, no dia 30 de janeiro visitou o local da montagem final e verificações (FACO) para o JSF, em construção na Base Aérea de Cameri, perto de Novara, no norte do país.

Na semana anterior, uma equipe da Lockheed, liderada por Tom Burbage, vice-presidente executivo e gerente geral de integração do programa F-35, esteve em Roma para se reunir com representantes da indústria e do governo da Itália.

O 60.000 m² (646.000 pés²) da FACO, que inclui 20 novos edifícios e infra-estrutura de atendimento, está prevista para estar operacional até ao final de 2012. Ela vai entregar o primeiro italiano JSF, um F-35A, daqui aproximadamente dois anos, disse Burbage. A aeronave, então, será transferida para os EUA, para apoiar a formação de pilotos da Força Aérea Italiana.

A unidade será destinada para a montagem e entrega de cerca de 80 caças F-35As para a Real Força Aérea da Holanda, além dos italianos. Ela também terá a capacidade de desenvolver uma capacidade de manutenção, reparo e revisão geral e atualização dos caças, numa fase posterior.

A instalação vai incluir também uma linha de montagem da Alenia Aermacchi para as unidades de seção da asa, que deverá produzir cerca de 1.200 kits para o programa das nove nações membros até 2023.

Incluindo a Alenia Aermacchi, cerca de 20 empresas italianas deverão estar envolvidas no programa F-35.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Aeronaves AMX da Itália recebem liberação para uso de bombas no Afeganistão

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Uma jato de ataque AMX da Força Aérea da Itália decola da Base Aérea de Nellis, Nevada, durante o Red Flag. (Foto: Aeronautica Militare)

Com a guerra aérea reduzindo no Afeganistão, atingindo o menor nível nos últimos 3 anos em termos de missões de combate, a Itália está prestes a liberar uma das oposições nacionais que negou as missões das aeronaves de ataque leve AMX da Força Aérea Italiana, implantadas em Herat, de levar bombas guiadas de precisão em combate.

Na verdade, apesar de ser capazes de transportar bombas para apoiar as tropas terrestres, os AMXs italianos, que emergiram como um dos ativos mais rentáveis durante a Guerra Aérea na Líbia e, muito mais cedo, durante as missões das Forças Aliadas na Sérvia e Kosovo, não estavam autorizadas a transportar qualquer tipo de bomba guiada a laser ou orientadas por GPS JDAM (Joint Direct Attack Munition).

Até agora, as tropas italianas em terra com problemas no Afeganistão têm contado apenas com os canhões do AMX, ou… de apoio aéreo dos EUA.

Uma vez que eles não poderiam carregar bombas, principalmente os AMX tem conduzido missões de reconhecimento no Afeganistão, usando o pod Reccelite.

Após a experiência na Líbia, onde os aviões italianos em grande parte realizaram o uso de bombas para proteger os líbios ameaçados pelas forças pró-Kadhafi, no últimos dias, o Ministro da Defesa da Itália, Giampaolo Di Paola, disse perante as comissões conjuntas de defesa das duas casas do governo que o Ministério está disposto a utilizar a aeronave “sem limitações”.

O uso de bombas de precisão não mudará as Regras de Engajamento (Rules of Engagement), disse o general Biagio Abrate, o Chefe Conjunto do Estado-Maior, que acrescentou: “Na Líbia, nós deixamos cair as bombas e fizemos bem”.

O AMX terá a permissão de levar as bombas GBU-32 JDAMs, a GBU-16 Paveway, e o kit de orientação Lizard que permite que as bombas MK82 de 500 lbs possam acertar o alvo iluminado pelo laser.

Abrate também explicou que o Ministério da Defesa está disposto a fornecer armas para os sistemas aéreos não tripulados Predator, que no Afeganistão é usado apenas para tarefas de reconhecimento. Ambos Predator, o A e o B (Reaper), que foram usados na Líbia para aumentar a capacidade de vigilância, reconhecimento e inteligência (ISR) da OTAN, pode carregar bombas, mesmo que a Itália ainda não tenha adquirido mísseis e bombas guiadas para eles.

Fonte: The Aviationist – Tradução: Cavok

Alenia Aermacchi entrega a 1.000ª fuselagem de uma aeronave ATR

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A 1.000ª fuselagem de uma aeronave ATR na fábrica da Alenia Aermacchi em Pomigliano d'Arco. (Foto: Alenia)

A Alenia Aermacchi entregou hoje uma fuselagem ao consórcio ATR, para ser montado em Toulouse, para construir o avião de número 1000. A cerimônia contou com a participação da alta gerência da empresa e os funcionários que estão envolvidos no programa de ATR por muitos anos.

Nos próximos dias a fuselagem ATR 1000 vai deixar a linha de produção da Alenia Aermacchi Pomigliano d’Arco, onde foi feita e foi equipado com o trem de pouso antes de ser enviado para Toulouse, sede do Consórcio ATR ítalo-francês. Na França, ela será montada em conjunto com estabilizadores, asas, motores e outros componentes antes de ser entregue ao cliente final.

Giuseppe Giordo, Diretor Executivo e Responsável pelo setor da Finmeccanica Aeronáutica na Alenia Aermacchi declarou: “Os resultados só alcançados são prova tangível de quanto a Alenia Aermacchi acredita no mercado de aeronaves regionais, em que estamos presentes, não só com a ATR – uma joint venture entre Alenia Aermacchi (50%) e a EADS (50%) – mas também através da colaboração com a Sukhoi para o Superjet 100; as parcerias com outros players importantes do setor na área de aeroestruturas, a participação no programa “Clean Sky”, um projeto promovido pela Comissão Europeia, cujo objetivo é estudar a configuração de aeronaves comerciais do futuro, focando eco-compatibilidade, na melhoria da eficiência de combustível e na redução do impacto acústico. Esta importante conquista – Giordo sublinhou – prova mais uma vez a excelência, em termos de recursos humanos e tecnológicos, do setor civil da Alenia Aermacchi, que está concentrada em nossos locais de produção no Sul da Itália”.

Com 1.000 fuselagens e estabilizadores construídos, mais de 1.190 pedidos, e 970 aeronaves entregues, a ATR está no ‘Top Ten’ do ranking mundial de aviões de maior sucesso comercial na história da aviação civil. Operados por 186 companhias aéreas em 90 países, a cada 20 segundos um ATR decola no mundo: mais de 800 milhões de passageiros voaram com esta aeronave desde o início do programa. Em 2011, ganhou 157 pedidos e, com uma carteira de pedidos de 224 aeronaves continua a liderar o segmento aéreo para o transporte regional turboélice de até 90 assentos, com 80% de participação de mercado.

A fuselagem do ATR de número 1.000 seguiu para a fábrica em Toulouse. (Foto: Alenia Aermacchi)

O padrão de produção atual é representado pela série -600 com novos aviônicos digitais, lançado em 2007 e primeiro vôo em 2009, certificada em 30 de maio de 2011 e entregue a partir de julho de 2011. É caracterizado pela sua maior resistência, melhor desempenho, baixa manutenção e consumo de combustível, a suíte de aviônicos de última geração, cabine interior mais confortável ??e redução das emissões de CO2 por passageiro. O novo conjunto interno é feita com a múltipla-premiada cabine “Armonia”, projetada por Giugiaro.

A Alenia Aermacchi faz toda a fuselagem para todos os ATRs, completamente equipadas, e os estabilizadores vertical e horizontal, estas últimas partes feitas em material compósito.

A fuselagem é construída e montada na fábrica de Pomigliano D’Arco’s, perto de Nápoles, enquanto os estabilizadores são construídos e montados na fábrica de Foggia. Além disso, a Alenia Aermacchi é responsável pela modificação de apoio, logística e manufatura de peças de reposição para os componentes produzidos nas instalações italianas.

Força Aérea de Israel recomenda comprar jatos de treinamento da Itália

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O jato italiano Alenia M-346 Master teria sido recomendado pela Força Aérea de Israel como escolhido para o novo treinador avançado de seus pilotos. (Foto: Alenia)

A Força Aérea de Israel recomendou a compra de jatos de treinamento avançado da Itália para substituir sua frota de antigos jatos Skyhawk. O Ministério da Defesa e as Forças de Defesa de Israel devem escolher dentro de duas semana o novo jato de treinamento entre o sul coreano T-50 Golden Eagle e o M-346 Master da Itália. O negócio está avaliado em cerca de um bilhão de dólares.

A nova aeronave substituirá toda frota de jatos de treinamento A-4 Skyhawk da Força Aérea de Israel, adquiridos dos EUA. O novo jato de treinamento avançado será a primeira aeronave usada pelos pilotos de combate em treinamento.

As relações entre Seul e Jerusalém têm sido tensas por vários meses, com a Coréia acusando Israel de favorecer a Itália nas negociações. Nos últimos anos, os sul-coreanos também adquiriram uma média de US$ 280 milhões anuais em produtos de defesa de Israel.

Em dezembro, o chefe da Agência de Aquisições de Defesa da Coreia do Sul (DAPA) e o presidente da fabricante de aviões estatal, a Korea Aerospace Industries, chegaram em Israel, onde se encontraram com chefes do Ministério da Defesa. Autoridades da defesa de Israel rejeitaram as alegações coreanas e disseram que nenhuma decisão havia sido tomada sobre qual jato treinador seria comprado.

O porta-voz da Força Aérea de Israel disse ao Haaretz que “a Força Aérea de Israel não discute suas recomendações profissionais através da mídia.”

Fonte: Haaretz – Tradução: Cavok

Dica do amigo Symon. Obrigado 😉

Nota do Editor: Acho engraçado. Se a Força Aérea de Israel não comenta com a mídia sobre essas aquisições, como a mídia sabe tais informações?

Alenia North America participa de simpósio nos EUA sobre o programa T-X da USAF

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A aeronave Alenia M-346, designada T-100 para a competição T-X nos EUA. (Foto: Alenia)

A Alenia North America esteva participando de um Simpósio do Comando de Educação e Treinamento Aéreo em San Antonio, no Texas, nos dias 12 e 13 de janeiro de 2012. O simpósio proporcionou uma oportunidade para a Força Aérea e os participantes da indústria para aprendizado e para trocar ideias.

Em preparação para o programa de novo treinador da Força Aérea dos EUA, o programa TX, a Alenia North American está trabalhando com outras empresas do setor e examinando continuamente o treinamento dos pilotos da Força Aérea. No Simpósio, a Alenia demonstra a interoperabilidade do Sistema de Treinamento no Solo do jato T-100, que estará em rede com uma aeronave de treinamento Hawker Beechcraft T-6B utilizando o software de simulação e tecnologias desenvolvidas pela CAE, Alenia North America e Hawker Beechcraft.

Além disso, a Alenia está realizando apresentações detalhadas sobre os componentes que compõem o Sistema de Treinamento no Solo T-100, incluindo o Capacete com Informações Geradas no Viso (HMD) TARGO, usado pela Força Aérea Italiana nas aeronaves T-346a.

Austrália solicita compra de 10 aeronaves de transporte C-27J Spartan

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A Austrália, depois de adquirir as aeronaves C-17, agora escolhe o C-27J Spartan para substituir sua frota de aeronaves Caribou desativada em 2009. (Foto: Lockheed Martin)

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou o Congresso dos EUA no dia 16 de dezembro de uma possível Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) para o Governo da Austrália de 10 aeronaves de transporte militar Alenia/Lockheed C-27J Spartan e equipamentos associados, peças, treinamento e apoio logístico, num custo estimado em US$ 950 milhões.

O Governo da Austrália, além das 10 aeronaves C-27J, também solicitou uma possivel venda de 23 motores Rolls-Royce AE2100D2; 12 Suítes de Auto-Proteção de Guerra Eletrônica; 12 Sistemas de Aviso de Mísseis AAR-47A(V)2; 12 sistemas de contramedidas adaptáveis ALE-47(V); 12 receptores de alerta radar APR-39B(V)2; 13 sistemas radar AN/APN-241; 44 sistemas de comunicação HF/UHF AN/ARC-210 Warrior; 12 unidades KY-100; 12 rádios HF 9550; 12 identificadores Friend or Foe APX-119 (Modo 4); 14 Rastreadores Blue Force, 12 Sistemas de Planejamento de Missão protáteis, apoio e equipamentos de teste; reparação e retorno; peças de reposição e reparação; translado de aeronaves e apoio de aviões tanque; treinamento de pessoal e equipamento de treinamento, publicações e dados técnicos; Simulador de Voo Operacional, treinamento de equipe de manutenção, logística e serviços de suporte técnico, e outros elementos relacionados com a logística e apoio ao programa.

A Força de Defesa da Austrália retirou de operação sua frota de 14 aeronaves DHC-4 Caribou em 2009 e em breve deve retirar suas 12 aeronaves C-130H Hercules. A proposta venda de aeronaves C-27J vai atender a capacidade necessária para as exigências emergentes e operacionais do Governo da Austrália.

A principal contratante dessa venda será a L3 Integrated Systems Group de Waco, Texas, e não existem contratos de offsets envolvidos na proposta.

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