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Raytheon atrasa entrega de mísseis AMRAAM por falta dos motores

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Cerca de 900 mísseis AMRAAM estão estocados na Raytheon, e estão sendo necessários para USAF. (Foto: Master Sgt.. Michael Ammons / U.S. Air Force
Cerca de 900 mísseis AMRAAM estão estocados na Raytheon, e estão sendo necessários para USAF. (Foto: Master Sgt.. Michael Ammons / U.S. Air Force

A empresa Raytheon Missile Systems baseada em Tucson estocou quase 900 mísseis ar-ar para as forças aéreas dos EUA e aliados, porque está faltando um componente importante – os motores.

Os mísseis AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missiles) são totalmente montados, incluindo a seção de orientação, “mas sem os motores de foguetes, e depois estão sendo armazenados na Raytheon Missile Systems enquanto aguardam a montagem final, quando os novos motores estiverem disponíveis”, segundo um comunicado do porta-voz da Força Aérea dos EUA Charles Gulick .

A Força Aérea dos EUA havia antes divulgado a informação que os mísseis tinham sido “entregues” até 30 de novembro, uma quantidade de cerca de 900 antes do prazo estipulado em contrato. O serviço não mencionou que os mísseis estavam sem seus motores e que ainda estavam armazenados na Raytheon.

“A Força Aérea dos EUA realmente não recebeu os mísseis”, reconheceu o serviço num comunicado de acompanhamento. As seções de mísseis estão armazenadas em Tucson, onde a unidade da Raytheon Missile Systems está está baseada, porque a subcontratado Alliant Techsystems Inc. (ATK), com sede em Arlington, Virgínia, teve dificuldade na fabricação dos motores.

As armas em atraso ??são a mais nova versão do míssil ar-ar de médio alcance AMRAAM. Eles estão destinados para as alas de caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA, uma vez que forem testados e declararados prontos para o combate.

A Raytheon tem contrato com um segundo fabricante do motor, a Nordic Ammunition Group, de Raufoss, Noruega, para trabalhar com a Alliant Techsystems num número limitado de motores visando construir a sua própria capacidade de produção, disse a Força Aérea.

“Eu só estou tendo agora uma nova empresa chegando para acelerar o desenvolvimento dos motores de foguete para substituir uma empresa que tem sido incapaz de produzir os motores de foguete e para passar o seu teste de aceitação”, disse o tenente-general Charles Davis, o vice-chefe de aquisição para a Força Aérea.

“Dentro da planta em Tucson, eles acreditam que estão mantendo um cronograma razoável para o contrato original para desenvolver as seções de orientação”, disse Davis.

Desde fevereiro, a Força Aérea reteu cerca de US$ 438 milhões em pagamentos para fabricante líder em mísseis Raytheon baseada em Waltham, Massachusetts.

“A razão pela qual houve até US$ 400 milhões de valor retido é que eles não entregaram os mísseis que eu preciso para acertar alguém”, disse Davis. “Essa é a única coisa que me interessa.”

“Se é apenas uma seção de orientação, não podemos acertar alguém somente com a seção de orientação”, disse ele.

A Raytheon investiu dois anos no desenvolvimento da empresa norueguesa como uma segunda fonte, e “neste outono, a Raytheon entregou mais de 120 mísseis”, disse o porta-voz da Raytheon Jon Kasle.

“Este mês estamos entregando os primeiros mísseis”, com motores produzidos pela empresa norueguesa, disse Kasle. O segundo fornecedor “está acelerando rapidamente” para aumentar a produção, disse ele.

A Raytheon continua a produzir as seções de orientação e controle que representam 95 por cento do seu trabalho sobre os mísseis, disse Kasle.

Davis disse que a empresa “rapidamente disse que 90 por cento do custo do míssil está na seção de orientação, e eles estão bem no prazo.”

“Nós não aceitamos somente as seções de orientação”, disse Davis.

a Raytheon, disse que os pagamentos não devem ser suspensos “porque” fizemos 90 por cento do míssil, e eles estão se acumulando em nosso armazém”, disse Davis. “Nós não concordamos com isso.”

No dia 11 de dezembro, o serviço chegou a um acordo com a Raytheon para uma revisão no cronograma de entrega que elevou a retenção de pagamentos e disparou um pagamento inicial de US$ 104 milhões que agora está sendo processado, de acordo com um comunicado da Força Aérea.

Os US$ 104 milhões são susceptíveis de pagamento até segunda-feira, disse o porta-voz da Força Aérea. O dinheiro restante será pago quando os mísseis estiverem completamente montados e entregues, disse ele.

A empresa está obrigada a retomar sua programação até meados de 2014, disse Davis.

Os mísseis atrasados ??foram encomendados pelos EUA e Taiwan, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Coreia do Sul, Marrocos, Chile, Jordânia, Kuwait, Cingapura e Turquia, de acordo com a Força Aérea dos EUA.

Fonte: Arizona Daily Star – Tradução: Cavok

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Austrália solicita compra de 110 mísseis AMRAAM para seus caças Super Hornets

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A Austrália continua integrando armas nos seus novos caças F/A-18F Super Hornets. (Foto: MoD Australia)

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou o Congresso dos EUA de uma possível Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) para o Governo da Austrália de até 110 mísseis ar-ar AIM-120C-7 AMRAAM (Advanced Medium-Range Air-to-Air Missiles) e equipamentos, peças, treinamento e apoio logístico relacionado num custo estimado de US$202 milhões.

O Governo Australiano requisitou uma possível venda dos 110 mísseis AMRAAM, 10 AIM-120C-7 Air Vehicle-Instrumented, 16 mísseis de treinamento AIM-120C-7 Captive Air, caixas, equipamento de apoio do sistema de armas, testes, transporte, reparos, garantias, documentações técnicas, treinamento de pessoal, além de toda logística e implantação no local feita pelo pessoal dos EUA.

Vista lateral de como ficará um Super Hornet da Austrália equipado com mísseis AMRAAM.

De acordo com a estratégia de defesa da Austrália, a compra no padrão FMS está relacionada com a integração e colocação em operação dos mísseis AIM-120C-7 nos novos caças F/A-18F Super Hornet da Real Força Aérea da Austrália (RAAF).

Um caça F/A-18A Hornet da RAAF equipado com quatro mísseis ar-ar AIM-120 AMRAAM e quatro mísseis ar-ar de curto alcance ASRAAM, além de dois AIM-7 Sparrow. (Foto: RAAF)

A venda permitirá que a Força de Defesa da Austrália complete seu programa do F/A-18 da RAAF no projeto AIR 5349. A Fase I compreendia a aquisição dos caças F/A-18F Block II e a Fase II a aquisição de armas. A RAAF já utiliza os mísseis ar-ar AIM-120 AMRAAM nos seus caças F/A-18A Hornet, portanto não terá dificuldade na integração dos novos sistemas de armas nos caças Super Hornets.

A principal contratada será a Raytheon Missile System Corporation de Tucson, Arizona. Não haverá acordos de compensações financeiras (offsets) e nem transferência de tecnologia na venda proposta.

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