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VÍDEO: FAB realiza cerimônia alusiva aos 30 anos do Projeto AMX no Brasil

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A solenidade, realizada nesta sexta-feira (29), foi presidida pelo Comandante da Aeronáutica.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, presidiu a cerimônia realizada nesta sexta-feira (29/11), na Ala 4, em Santa Maria (RS), em homenagem aos 30 anos de operação do projeto Binacional Ítalo-Brasileiro AMX, designado na Força Aérea Brasileira (FAB) como A-1.

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IMAGENS: 30 anos de operação do AMX na Força Aérea Italiana

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AMX da Força Aérea Italiana com pintura especial de 30 anos. (Foto: Aeronautica Militare)

No dia 13 de setembro, no aeroporto militar de Istrana, na Itália, na presença do Chefe do Estado Maior da Força Aérea Italiana, ocorreu a comemoração do 30º aniversário da entrada em operação das aeronaves AMX. Juntamente foi comemorado o 80º aniversário do estabelecimento da 51ª ala da Força Aérea Italiana.

Jatos AMX italianos apoiam missões pós-erupção do vulcão Stromboli

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Aeronaves AMX da 51ª Ala de Caça da Força Aérea Italiana apoiaram as operações dos serviços de emergência da Itália após a erupção do vulcão Stromboli.

Aeronaves AMX pertencentes à 51ª Ala da Força Aérea Italiana estão atualmente envolvidas na realização de missões de reconhecimento sobre o vulcão Stromboli, na Sicília.

IMAGENS: Piloto de A-10 da USAF voa com AMX italiano na luta contra o ISIS

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O Lt. Col. Joe “Slap” Goldsworthy a bordo de um AMX A-11 Ghibli da Força Aérea Italiana. (Foto: USAF)

Na guerra aérea para derrotar o ISIS, uma coalizão aérea de 20 nações de todo o mundo trabalha em conjunto para equipar, informar e implantar forças aéreas em todo o Oriente Médio em apoio à Operação Inherent Resolve. O Lt. Col. Joe “Slap” Goldsworthy, piloto de aeronave A-10 da USAF tem servido com a Força Aérea italiana por quase três anos como membro do Programa de Intercâmbio de Pessoal Militar.

FAB: Esquadrões de jatos A-1 realizam exercício com bomba guiada a laser

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A bomba equipada com o kit Lyzard II em uma aeronave A-1 da FAB. (Foto: III FAE)
A bomba BAFG-230 equipada com o kit Lizard II em uma aeronave A-1 da FAB. (Foto: III FAE)

Os esquadrões Adelphi (1º/16º), Centauro (3º/10º) e Poker (1º/10º) realizaram uma missão conjunta de 16 dias no estande de tiro de Saicã, em Santa Maria (RS). A atividade, que envolveu dez aviões de combate A-1 e A-1M, teve como objetivo o treinamento dos pilotos nas operações para emprego de bombas sem guiamento, canhão de 30mm, reabastecimento em voo e, principalmente, o lançamento de bombas guiadas a laser.

FAB: Esquadrão Adelphi alcança 2000 horas de voo em aeronaves modernizadas A-1M

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Número foi atingido em uma missão de emprego ar-solo simulado em grande altitude. (Foto: Cap Av Perdoná  1°/16° GAV)
Número foi atingido em uma missão de emprego ar-solo simulado em grande altitude. (Foto: Cap Av Perdoná 1°/16° GAV)

O 1º/16º Grupo de Aviação, Esquadrão Adelphi, completou 2.000 horas de voo com suas aeronaves de caça A-1M. A unidade aérea da Força Aérea Brasileira é a única que opera esse tipo de aeronave modernizada.

IMAGENS: Um pouco de AMX… #2

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A-1 e KC-137

Vasculhando no Flickr da FAB me deparei com estas belas imagens do A-1 (AMX).

Ministro da Defesa visitou linha de montagem do KC-390

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KC-390 Wagner
Ministro Jaques Wagner conhece cargueiro KC-390 (Foto: Tereza Sobreira / MD)

KC-390 é destaque da linha de produção da Embraer!

EMBRAER: Dívida com programas de defesa é da ordem de R$ 850 milhões

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Aeronave de transporte militar KC-390, por ocasião do seu primeiro voo, realizado no dia 03/02/2015, na cidade de Gavião Peixoto, SP. (Foto: Embraer)

O vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Embraer, José Antônio Fillipo, disse nesta quinta-feira, em teleconferência com analistas, que o valor total do contas a receber da Embraer relacionados aos programas de defesa é da ordem de R$ 850 milhões.

Acidente com um AM-X

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amx_1Um avião de caça da Força Aérea italiana caiu esta manhã (1º) em uma área montanhosa na localidade Carovilli, na província de Isernia, durante um vôo de transferência.

BRASIL: Avio Aero fecha acordo com a FAB para o apoio logístico aos motores dos caças A-1

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AMX armado_MAA-1_militarypower-comA Avio Aero assinou um acordo de longo prazo para o apoio logístico dos motores Spey Mk 807 que equipam os caças A-1 da Força Aérea Brasileira.

IMAGENS: Um pouco de AMX…

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O primeiro A-1M da FAB. O AMX finalmente como deveria ser. (Imagem: Agência força aérea)
O primeiro A-1M da FAB. O AMX finalmente como deveria ser. (Imagem: Agência força aérea)

Nesta semana a FAB recebeu o seu primeiro AMX “Modernizado”. Demorou vinte anos, mas o AMX finalmente foi entregue como deveria ter sido para a FAB. Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, a força aérea italiana sempre operou o AM-X da forma como ele foi pensado.

AERONAVES FAMOSAS: Alenia-Aermacchi-Embraer AMX A-1

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O primeiro protótipo brasileiro do AMX. Sua principal diferença em relação ao modelo italiano está no armamento. Dois canhões de 30mm em ambos os lados da fuselagem. (Imagem: Coleção particular)
O primeiro protótipo brasileiro do AMX. Sua principal diferença em relação ao modelo italiano está no armamento. Dois canhões de 30mm em ambos os lados da fuselagem.

O AM-X a serviço da Aeronautica Militare Italiana – AMI – recentemente alcançou a marca de 200.000 horas, um feito para o projeto. Este post é dedicado a esse valoroso e por vezes injustiçado Guerreiro. Veja como o Mundo pensava o AMX em 1986. Boa Leitura!

Trabalhando em cooperação, italianos e brasileiros puseram no ar um moderno e versátil aparelho de ataque ao solo.

200.000 horas de voo da frota AM-X da Força Aérea Italiana

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Uma cauda de um AM-X recebeu as bolachas dos esquadrões italianos que operam o AM-X e a marca de 200 mil horas de voo no topo. (Foto: AMI)
Uma cauda de um AM-X recebeu as bolachas dos esquadrões italianos que operam o AM-X e a marca de 200 mil horas de voo no topo. (Foto: AMI)

A Alenia Aermacchi e aa Força Aérea Italiana comemoraram hoje as 200 mil horas de vôo de suas aeronaves AM-X, um total que inclui tanto horas de voo operacionais e de teste (2.200) desde 1984, data do primeiro vôo do protótipo do avião de apoio tático desenvolvido em conjunto pela Aeritalia (46,5%), Aermacchi (23,8%) e a brasileira Embraer (29,7%).

LAAD: Alenia Aermacchi assina contrato de suporte logístico para a frota brasileira de caças AMX

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Uma aeronave A-1B da Força Aérea Brasileira, fabricada em parceria entre a Alenia Aermacchi e a Embraer. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)
Uma aeronave A-1B da Força Aérea Brasileira, fabricada em parceria entre a Alenia Aermacchi e a Embraer. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)

Em vigor desde a semana passada, o contrato de suporte logístico de longo prazo para a frota de caças AMX a serviço da Força Aérea Brasileira tem período de vigência inicial de três anos e valor de 58 milhões de Euros. O contrato prevê uma série de serviços de apoio logístico à FAB, como peças de reposição necessárias para abastecer a frota de caças AMX, rebatizados A-1 no Brasil.

O contrato prevê as seguintes atividades: suporte presencial de engenharia, com a instalação, a ser providenciada pelo Parque do Galeão no Rio de Janeiro, de um corpo técnico permanente da Aermacchi Alenia, serviços de apoio logístico, fornecimento de componentes, além de manutenção e revisão.

A Alenia Aermacchi foi selecionada pela FAB em virtude de sua experiência logística, aperfeiçoada no programa AMX, e os resultados comprovados alcançados tanto em termos de disponibilidade de peças de reposição e nível de eficiência das frotas de caças AMX em operação na Itália.

O contrato estabelece, no âmbito do programa iniciado pela FAB, a garantia da plena capacidade operacional para a frota de caças AMX para os próximos 20 anos, e integra o programa de atualização da frota denominado A-1M destinado à empresa brasileira de aeronáutica, a Embraer, e apoiado diretamente pela Alenia Aermacchi.

Em relação ao suporte de longo prazo da frota brasileira de caças AMX, a Alenia Aermacchi e a Embraer assinaram recentemente um memorando de entendimentos específico que prevê a criação de uma empresa de coparticipação para gerir de maneira eficaz todas as atividades de apoio logístico necessárias para as operações dos caças AMX ao longo de todo o ciclo de vida das aeronaves no Brasil.

Giuseppe Giordo, CEO da Alenia Aermacchi, comentou: “Com a celebração deste contrato, a Alenia Aermacchi e a Embraer confirmam sua parceria que perdura há décadas e que, nos anos 70, permitiu o desenvolvimento, a industrialização e a produção no Brasil da aeronave de treinamento MB.326 (batizada de AT-26 Xavante pela FAB) e, posteriormente, a parceria industrial que resultou na fabricação do caça-bombardeiro ítalo-brasileiro AMX”.

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Embraer detalha modernização de aeronaves para o Brasil e estuda radar para Super Tucano

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Uma aeronave de caça F-5EM modernizada para FAB pelo Embraer Defesa e Segurança. (Foto: Embraer)
Uma aeronave de caça F-5EM modernizada para FAB pelo Embraer Defesa e Segurança. (Foto: Embraer)

A Embraer recebeu na semana psssada jornalistas de publicações internacionais e forneceu detalhes de modernizações e trabalhos feitos na área militar. Em especial foi mostrado o andamento da modernização das aeronaves de combate da Força Aérea e Marinha do Brasil e melhorias nas aeronaves Super Tucano

Para Força Aérea Brasileira (FAB) a Embraer iniciou os trabalhos de modernização do segundo lote de caças F-5E/F que serão transformadas nos modelos “M”. Das 11 aeronaves do lote, três já estão sendo modernizadas na unidade de Gavião Peixoto, e a entrega deverá começar ainda este ano. Em março do  ano passado a Embraer finalizou a entrega do primeiro lote de 46 caças F-5EM/FMs.

A Embraer também está trabalhando na modernização de 43 aeronaves de ataque leve A-1 (AMX) no programa A-1M, sendo que 16 jatos estão sendo trabalhados em diversos estágios. De acordo com a publicação Flightglobal, a Embraer vai começar a entregar os primeiros A-1M para FAB no final de 2013, e quando o programa estiver completo, a vida útil da aeronave será prorrogada em 15-20 anos, mas não detalhou a quantidade de horas que isso representa.

Após as modernizações, as aeronaves F-5EM/FM e A-1M vão ter uma maior comunalidade de aviônicos, onde também estará junto a aeronave de ataque leve Super Tucano, reduzindo custos de transição e diminuindo o tempo de treinamento de pilotos de combate.

As frotas de aeronaves A-1 e F-5 estão recebendo radares desenvolvidos pela Elbit Systems, novos equipamentos de guerra eletrônica, sistemas de reabastecimento em voo e outras melhorias.

Para Marinha do Brasil, a Embraer está trabalhando na modernização dos 12 aviões de ataque leve embarcados Douglas A-4 Skyhawk, sendo que uma aeronave já está passando pela modernização em Gavião Peixoto, mas não foi fornecido maiores detalhes.

Radar no Super Tucano

A Embraer estuda equipar um radar na aeronave Super Tucano. (Foto: Embraer)
A Embraer estuda equipar um radar na aeronave Super Tucano. (Foto: Embraer)

O presidente da Embraer Defesa e Segurança Luiz Carlos Aguiar disse que está sendo estudado a instalação de um radar no turboélice de ataque Super Tucano, provavelmente externo. De acordo com o site Defensa, o projeto está sendo desenvolvido através da empresa Orbisat. A Embraer espera aumentar a competividade do modelo, mediante uma solicitação feita pela Força Aérea Colombiana.

A Embraer está também fabricando novas aeronaves Super Tucano para as forças aérea de Angola e Indonésia. Sobre o programa LAS, pouco foi comentado, pois grande parte do trabalho será feito na unidade da Sierra Nevada/Embraer em Jacksonville, Florida.

A Embraer espera aumentar as vendas do Super Tucano com a instalação do radar. Até o momento a Embraer recebeu 211 encomendas de aeronaves Super Tucano, com 170 já entregues.

Obrigado pelas dicas dos amigos Konner, Jakson e Amandio Fernandes de Brito.

 

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Esquadrão Adelphi realiza primeira missão de treinamento de interceptação

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Uma aeronave A-1 do Esquadrão Adelphi durante treinamento de interceptação aérea. (Foto: 1°/16° GAV)
Uma aeronave A-1 do Esquadrão Adelphi durante treinamento de interceptação aérea. (Foto: 1°/16° GAVCA)

O Esquadrão Adelphi (1º/16º Grupo de Aviação), sediado na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), realizou o primeiro voo de treinamento de interceptação na terça-feira (05/03). Especializada em missões de ataque ao solo, a unidade aérea poderá, eventualmente, cumprir missões de policiamento do espaço aéreo.

A nova missão inserida na operacionalidade das unidades aéreas que operam a aeronave A-1 será empregada, quando necessária, para defesa aérea em eventos nacionais de grande vulto, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Ou, a critério do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro – COMDABRA.

Fonte: 1°/16° GAVCA

Divisão de Aerodinâmica do IAE realiza pesquisa de desenvolvimento tecnológico na aeronave A-1

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A aeronave A-1 em escala, com canards, durante testes no túnel de vento do IAE. (Foto: IAE)
A aeronave A-1 em escala, com canards, durante testes no túnel de vento do IAE. (Foto: IAE)

Nos meses de novembro/dezembro de 2012 foram realizados, no túnel de vento TA-2 da Divisão de Aerodinâmica (ALA) do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), ensaios aerodinâmicos com a instalação de “canards” na maquete do caça A-1.

Os testes foram realizados no final de 2012 em São José dos Campos. (Foto: IAE)
Os testes foram realizados no final de 2012 em São José dos Campos. (Foto: IAE)

Os “canards” compõem o segundo plano sustentador da aeronave, sendo responsáveis pelo incremento na sustentação e melhora no desempenho em altos ângulos de ataque. Estes ensaios, iniciativa dos engenheiros de ensaios em tunel de vento, compõem a primeira fase da pesquisa de largo espectro envolvendo aerodinâmica experimental, estabilidade e desempenho em altos ângulos de ataque. O objetivo destes ensaios é investigar a influência dos canards no desempenho em manobra do A-1.

Os testes servirão para futuras melhorias que poderão ser implantadas nos atuais jatos A-1. (Foto: IAE)
Os testes servirão para futuras melhorias que poderão ser implantadas nos atuais jatos A-1. (Foto: IAE)

A atual pesquisa tem como objetivos principais a capacitação de pesquisadores e engenheiros em área de interesse estratégico e ampliação da agilidade da aeronave em combate aéreo através do aumento de sua razão de curva instantânea, assim como do desempenho em decolagens e aterrissagens.

CLversusALFA_COR1Por ser uma aeronave de asa alta e pelo espaço restrito entre a raiz da asa e a entrada de ar, a instalação dos canards constituiu um desafio, assim como a confecção dos mesmos. Os canards ensaiados eram fixos, planos, com bordo de ataque afilados, tendo como parâmetros relevantes sua área em relação a asa, alongamento e ângulo de ataque. Os ensaios contaram com medições com a balança aerodinâmica do túnel permitindo comparações quantitativas. Uma vez que resultados positivos foram obtidos e os parâmetros relevantes identificados, outra campanha deverá ser realizada em outubro de 2013 contando com “canards” otimizados, medidas com balanças aerodinâmicas e anemometria laser (PIV – Particle Image Velocimetry), além de visualizações com tinta.

Muito embora o A-1 já esteja fora de produção, a instalação destes dispositivos – assim como ocorrido no Mirage III – os resultados obtidos sugerem ganhos significativos com baixo custo de produção e instalação.

Fonte: IAE – Campo Montenegro

Dica de um colaborador do Cavok que pediu para não ser identificado, mas o qual agradecemos aqui.

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Jatos de combate AMX da Força Aérea Italiana realizam treinamento conjunto com a Força Aérea Israelense

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Um jato de combate AMX da Força Aérea Italiana decola da Base da Força Aérea Israelense de Ovda, no sul de Israel. (Foto: Israel Air Force)
Um jato de combate AMX da Força Aérea Italiana decola da Base da Força Aérea Israelense de Ovda, no sul de Israel. (Foto: Israel Air Force)

A Força Aérea Italiana partiu de Israel depois de terminar um exercício de cooperação com os esquadrões de combate da Força Aérea israelense. Esta foi a terceira visita da força aérea italiana na Base Aérea de Ovda no sul de Israel.

“Nós temos um monte de apreço pela Força Aérea israelense, que é famosa por seu profissionalismo”, disse o major Marco, chefe da equipe italiana. “Para nós podermos trabalhar juntos, temos que entender todos procedimentos da outra equipe”.

Um jato AMX dentro de um hangar na Base Aérea de Ovda. (Foto: Israel Air Force)
Um jato AMX dentro de um hangar na Base Aérea de Ovda. (Foto: Israel Air Force)

Durante a primeira semana do treinamento, os pilotos italianos das aeronaves AMX praticaram uma simulação com o esquadrão inimigo israelense, “Flying Dragon”, que foi responsável por tornar o exercício particularmente desafiador.

“No começo, os italianos escolheram por praticar lançamento de armas e lidar com as ameaças terra-ar”, disse o Major Iftach, comandante-adjunto do esquadrão “Flying Dragon”. “A segunda parte do exercício teve um aspecto mais operacional para eles: Nós construímos um cenário, um país inimigo simulado, e a missão foi atacar os seus alvos”.

Um caça F-16 do Esquadrão "Flying Dragon" da Força Aérea de Israel. (Foto: Israel Air Force)
Um caça F-16 do Esquadrão “Flying Dragon” da Força Aérea de Israel. (Foto: Israel Air Force)

Entre lançar as armas e cruzar as fronteiras em decolagens (para o país inimigo simulado), os pilotos italianos foram capazes de treinar com outros esquadrões de combate da Força Aérea de Israel: F-16 do “Golden Eagle” e F-15 dos “Knights of the Twin Tail”, todos lutando juntos contra a “formação inimiga”.

O exercício acima dos céus do sul de Israel é familiar para os pilotos israelenses, mas fornece aos pilotos italianos um amplo espaço aéreo desconhecido.

“Nós podemos voar muito mais baixo aqui”, explica o Major Marco. “Na Itália há muitas cidades populosas, que são densamente povoadas e por isso não podemos voar em baixas altitudes, como um país envolvido com a OTAN. Essa experiência contribuiu para o nosso trabalho operacional significativamente”.

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FAB divulga nota oficial sobre acidente com aeronave A-1 da Base Aérea de Santa Maria

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Uma aeronave A-1A do Esquadrão Poker. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Conforme divulgado aqui anteriormente, uma aeronave A-1A AMX da Base Aérea de Santa Maria caiu nessa quinta-feira de manhã, dia 6 de dezembro, na fronteira entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No acidente morreu o piloto, o Capitão Aviador André Ricardo Halmenschlager, do Esquadrão Poker (1°/10° GAV).

Dois helicópteros Blackhawk do Esquadrão Pantera foram usados na busca ao piloto. A aeronave provavelmente teria colidido com fios de transmissão de energia da Usina de Machadinho. A FAB já deu início as investigações sobre as causas do acidente.

Segue a NOTA OFICIAL do Comando da Aeronáutica:

O Comando da Aeronáutica lamenta informar que por volta das 9h40 desta quinta-feira (06/12), uma aeronave de caça da Força Aérea Brasileira (FAB), modelo A-1 (AMX), caiu em Piratuba (SC), nas proximidades da Usina de Machadinho. O Capitão Aviador André Ricardo Halmenschlager, piloto da aeronave, faleceu no acidente.

A aeronave era do 1º Esquadrão do 10º Grupo de Aviação (1º/10º GAV), sediado na Base Aérea de Santa Maria (RS), e estava em missão de treinamento operacional. O Comando da Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os possíveis fatores que contribuíram para o acidente.

Brasília, 6 de dezembro de 2012
Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

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