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RAAF recebe seu primeiro P-8A ‘Poseidon’

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P-8A durante seu pouso na capital australiana de Canberra (Foto: Paul Sadler)
P-8A durante seu pouso na capital australiana de Canberra (Foto: Paul Sadler)

O primeiro Boeing P-8A Poseidon de uma frota planejada de 15 aeronaves de vigilância marítima para a Força Aérea Real Australiana (RAAF) foi oficialmente recebido na capital de Canberra na quarta-feira pelo primeiro-ministro Malcolm Turnbull e Chefe do Marechal Aéreo da Força Aérea Leo Davies.

Austrália, Reino Unido e Holanda terão centros globais de manutenção do F-35

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F-35A mostrando toda a brutalidade do seu motor F135 com 191kN de potencia.
F-35A mostrando toda a brutalidade do seu motor F135 com 191kN de potencia.

O Pentágono escolheu seus primeiros centros globais de manutenção para o F-35, Austrália, Reino Unido e Holanda são os grandes vencedores.

Isto estabelece a Grã-Bretanha como um centro para todos os F-35s europeus, é uma notícia extremamente positiva para a nossa indústria de defesa, inovadora e de alta tecnologia“, Disse o Secretário de Defesa britânico Michael Fallon em um comunicado de imprensa. “É um endosso das habilidades e capacidades que o Reino Unido oferece, ajudará a criar centenas de empregos de alto cargo, vai proteger milhares mais, e vai ser um impulso substancial para as exportações do Reino Unido”. Entre 2021 e 2025, A Austrália, Reino Unido e Holanda vão ser responsáveis por 65 componentes do F-35.

Durante este período inicial, a Holanda realizará serviços de manutenção, reparação, revisão e atualização para 14 componentes, enquanto a Austrália supervisionará três componentes. Os países serão responsáveis por uma série de peças que abrangem 18 categorias, com a Holanda com foco em trem de pouso e Austrália em sistemas de suporte de vida, entre outros componentes, disse o porta-voz Joe DellaVedova, gerenciador do programa F-35.

A manutenção do F-35 será efetuada numa base regional a partir de 2025, com trabalhos divididos entre a Europa e Pacífico. Na Europa, o Reino Unido continuará a ser responsável pela maioria destes componentes, 51 partes no total, enquanto a Holanda mantêm a sua atribuição para 14 componentes.

Em um esforço para reduzir os custos de manutenção e aumentar a prontidão do caça, o programa F-35 planeja competir contratos de manutenção entre os parceiros internacionais do F-35, e clientes estrangeiros em três regiões: América do Norte, Europa e Pacífico. Essa estratégia de manutenção também dá aos países que planejam comprar o F-35 uma outra maneira de aumentar sua participação industrial no programa.

O centro britânico envolverá uma parceria entre a Agência de Defesa Eletrônica e Componentes, BAE Systems e a Northrop Grumman, com o centro localizado em Sealand, no País de Gales, de acordo com o governo do Reino Unido. Na esteira do anúncio, BAE e Northrop emitiram boletins de imprensa dando boas-vindas a sua parte na sustentação trabalham.

F-35A da RAAF durante uma leve curva a esquerda.
F-35A da RAAF durante uma leve curva a esquerda.

A seleção do Reino Unido para realizar este trabalho é uma conquista notável, quee reconhece as habilidades e capacidades de apoio de aeronaves militares que temos aqui no Reino Unido“, disse Andrew Tyler, diretor executivo da Northrop Grumman Europa.

A BAE Systems desempenhará um “papel de liderança” para a manutenção no Reino Unido e na Austrália, afirmou a empresa.

Fonte: DefenseNews

Bombardeiro B-1B realizou treinamento CAS “na vizinhança da Austrália”

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B-1B decolando em pós-combustor da Base Aérea de Guam. Foto: USAF/Senior Airman
B-1B decolando em pós-combustor da Base Aérea de Guam. Foto: USAF/Senior Airman

No dia 25 de Outubro, um B-1B Lancer do 34º Esquadrão de Bombardeio Expedicionário da USAF, implantado na ilha de Guam, realizou um exercício de integração com JTACs (Controladores Aéreos Terminais Conjuntos) da Força Aérea Real Australiana (RAAF), sendo a primeira vez em uma década que um B-1B treina CAS perto da Austrália.

O papel dos JTACs, é atuar como uma espécie de “intermediário” entre o comandante das tropas no solo e o piloto no ar, coordenando ataques ao solo junto ao piloto.

Através do sistema ROVER (Receptor Avançado de Vídeo de Operações Remotas) disponibilizado pelos pods transportados por vários aviões (como o ATFLIR, um avançado designador de alvos que os F/A-18 carregam no lado esquerdo da fuselagem ou o Sniper pod no caso do B-1), os JTACs são capazes de receber e imagens em tempo real de cima em um terminal portátil similar a um. Essa transmissão de vídeo ao vivo é usado para determinar se o piloto está apontando as armas para o alvo em terra correto (e evitar fogo amigável ou danos colaterais).

O B-1B já demonstrou ser capaz de suportar o sistema ROVER em setembro de 2013, quando foi capaz de formar uma rede através do designador de alvos Sniper XR para vários ROVERs no solo, permitindo-lhes passar apoio aéreo digitalmente com coordenadas ou pontos de interesse para a tripulação B-1.

B-1B momentos após a decolagem
B-1B momentos após a decolagem. Foto: USAF/Senior Airman

CAS estão entre as missões mais freqüentes voadas pelo B-1, durante a sua implantação de 6 meses no ano passado em apoio da Operação Inherent Resolve (OIR) contra o Estado Islâmico, os B-1s tinham voado 490 missões usando 3.800 munições em 3.700 alvos

O desdobramento do B-1B em Guam visa além da substituição do B-52 em Guam, uma ofensiva em larga escala contra a China e Coréia do Norte.

Fonte: The Aviationist – Edição: Cavok

Austrália inicia plano reserva do programa F-35 que pode beneficiar o Super Hornet

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Atrasos no programa F-35 fizeram com que a Austrália iniciasse um programa de backup para adquirir mais aeronaves Super Hornet. (Foto: Lockheed Martin)
Atrasos no programa F-35 fizeram com que a Austrália iniciasse um programa de backup para adquirir mais aeronaves Super Hornet. (Foto: Lockheed Martin)

Na Austrália, os numerosos atrasos no programa F-35 começaram a irritar os parlamentares em Canberra, o que poderia beneficiar o jato de combate F/A-18E/F Super Hornet da Boeing.

Aeronaves KC-30A da RAAF atingem a marca de 20.000 horas de voo e reabastecem jatos F-16 de Cingapura

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Um KC-30A da Real Força Aérea Australiana reabastece em voo um F-16D+ da Força Aérea da República de Cingapura, dias antes de atingir a marca de 20.000 horas de voo. (Foto: Australian Defense Force)
Um KC-30A da Real Força Aérea Australiana reabastece em voo um F-16D+ da Força Aérea da República de Cingapura, dias antes de atingir a marca de 20.000 horas de voo. (Foto: Australian Defense Force)

A frota de aeronaves de reabastecimento e transporte KC-30A MRTT da Real Força Aérea Australiana alcançou a notável marca de 20.000 horas de voo, enquanto continua a oferecer alcance global para a Força de Defesa Australiana (ADF).

Boeing apresenta oficialmente o primeiro P-8A da RAAF

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O primeiro Boeing P-8A Poseidon (AF47-001) da RAAF, visto na unidade Boeing Field, em Seattle. (Foto: Boeing)
O primeiro Boeing P-8A Poseidon (A47-001) da RAAF, visto na unidade Boeing Field, em Seattle. (Foto: Boeing)

A primeira, de 12 aeronaves de vigilância marítima Boeing P-8A Poseidon para a Real Força Aérea Australiana (RAAF), foi oficialmente apresentada em uma cerimônia na unidade Boeing Field, em Seattle, na terça-feira (27/09).

Austrália faz duras críticas aos helicópteros Airbus Tiger ARH

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O Departamento de Defesa australiano está insatisfeito com seus helicópteros de ataque e reconhecimento Tiger ARH, e emitiu através de uma auditoria um relatório mostrando as deficiências do Tiger.
O Departamento de Defesa australiano está insatisfeito com seus helicópteros de ataque e reconhecimento Tiger ARH, e emitiu através de uma auditoria um relatório mostrando as deficiências do Tiger.

A Austrália já fazia tempo que não estava satisfeita com a sua frota de helicópteros Airbus ARH Tiger, e por mais de um ano os australianos vinham denunciando numerosos problemas relativos à motorização Turbomeca MTR do helicóptero, que tinha um custo muito maior que o esperado. A Austrália também se queixou da dificuldade na obtenção de peças de reposição e vários incidentes de fumaça na cabine. Um novo relatório faz severas críticas sobre os helicópteros de ataque.

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