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IMAGEM: Formação de combate no exercício Cope North 2013

Na foto, uma formação com as aeronaves B-52, F-15J, F-15C, F-16C, F/A-18A, F/A-18F e F-2, participantes do exercício Cope North 2013. (Foto: U.S. Air Force)

Na foto, uma formação com as aeronaves B-52, F-15J, F-15C, F-16C, F/A-18A, F/A-18F e F-2, participantes do exercício Cope North 2013. (Foto: U.S. Air Force)

Aeronaves participantes do exercício Cope North 2013, que está sendo realizado na Base Aérea de Andersen, Guam, realizaram um voo em formação sobre o Oceano Pacífico no dia 5 de fevereiro. O exercício prossegue até o dia 15 de fevereiro.

Participaram do voo aeronaves F-16 Fighting Falcons, B-52 Stratofortress, F-15 Eagles, E-3 Sentry, C-130 Hercules e KC-135 da Força Aérea dos EUA; F/A-18F Super Hornets da Marinha dos EUA; F-15J Eagles, F-2, C-130 Hercules, KC-767 e E-2C Hawkeye da Força de Autodefesa Aérea do Japão, e F/A-18A Hornets, E-7A Wedgetail, KC-30A MRTT e C-130J Hercules da Real Força Aérea Australiana.

Durante o exercício Cope North os aviadores treinam táticas integradas de combate. O Cope North é um exercício multilateral de assistência aérea humanitária e de socorro, realizado anualmente, e concebido para aumentar a prontidão de combate e interoperabilidade das forças armadas dos EUA, Japão e Austrália.

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Qantas encomenda três novos aviões turboélices Bombardier Q400 NextGen

Uma aeronave Bombardier Q400 NextGen em operação com a companhia aérea QantasLink. (Foto: Bombardier)

Uma aeronave Bombardier Q400 NextGen em operação com a companhia aérea QantasLink. (Foto: Bombardier)

A Bombardier Aerospace anunciou hoje que a maior companhia aérea da Austrália, para voos nacionais e internacionais, a Qantas Airways Limited, colocou um pedido firme para três novos aviões turboélices Q400 NextGen. Com base no preço de lista das aeronaves Q400 NextGen, o contrato está avaliado em aproximadamente US$ 98 milhões.

A Qantas vai utilizar as aeronaves para reforçar a sua extensa rede no mercado nacional australiano. A aeronave Q400 tem sido vital para a rápida expansão regional da Qantas na Austrália nos últimos cinco anos.

Esta ordem vai aumentar para 31 o número de aviões Q400 e Q400 NextGen operados pela Qantas. A companhia também opera dois Bombardier Dash 8-200, três Q200 e 16 aeronaves Q300.

“A Qantas é um cliente de longo tempo e valioso para Bombardier e, sem dúvida, contribuiu muito para o sucesso e popularidade da aeronave Q400 na Austrália”, disse Mike Arcamone, presidente da Bombardier Commercial Aircraft. “A Qantas, mais uma vez decidiu seguir com o turboélice Q400 NextGen, e isso é uma prova da economia incomparável da aeronave, com reduzidos consumo de combustível e baixo custos de operação.”

Com a operação anunciada hoje, a Bombardier tem pedidos firmes para um total de 463 aviões Q400 e Q400 NextGen. Mundialmente, os Q400 e Q400 NextGen já transportaram mais de 243 milhões de passageiros e registraram mais de 3,8 milhões de horas de vôo e mais de 4,1 milhões de decolagens e pousos em serviço com mais de 40 operadores. Mais de 300 aeronaves comerciais da Bombardier estão operando, ou foram encomendadas, na região Ásia-Pacífico.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




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Design final da Boeing para o segmento de missão embarcada Wedgetail AEW&C é aceito pela Austrália

Voo de dois Boeing Wedgetail AEW&C (Airborne Early Warning and Control) da RAAF (Foto: Clay Lacy / Boeing)

Voo de dois Boeing Wedgetail AEW&C (Airborne Early Warning and Control) da RAAF (Foto: Clay Lacy / Boeing)

A Austrália completou sua aquisição de seis aeronaves de Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW&C) Boeing 737 e sistemas de missão relacionados ao aceitar o projeto final do segmento de missão aérea Wedgetail. A Real Força Aérea Australiana (RAAF) opera a aeronave, que oferece à Austrália a capacidade de vigilância aérea avançada, comunicações e gestão de batalha.

“A Austrália tem trabalhado em estreita colaboração com a Boeing e seus parceiros da indústria para entregar uma classe mundial de capacidade de Alerta Aéreo Antecipado e de Controle”, disse o Vice-Marechal Chris Deeble, gerente de programa Wedgetail junto a Organização da Defesa de Material. “O desempenho do Wedgetail em recentes exercícios da coalizão indica que estamos oferecendo uma capacidade bélica de ponta para a RAAF”.

“A colaboração entre a RAAF, a Boeing e nossos fornecedores é a prova de que a forte parceria governo-indústria pode fazer grandes coisas”, disse Rick Heerdt, vice-presidente da Boeing e gerente do programa de vigilância aérea, comando e controle. “Um programa de apoio robusto está agora em andamento para assegurar o serviço de longo prazo e de sucesso do Wedgetail.”

Além de seis aeronaves AEW&C, o programa também inclui segmentos terrestres de apoio Wedgetail, como o instrutor de voo operacional, simulador de Missão Operacional e Sistema de Apoio de Missão. Todos estão localizados no Centro de Apoio AEW&C na Base da RAAF de Williamtown, em Newcastle.

A Boeing completou a entrega de quatro aeronaves AEW&C para a República da Coreia em 2012. Quatro aeronaves AEW&C adicionais estão em produção para a Turquia.

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Alenia inicia montagem final do primeiro C-27J Spartan para Real Força Aérea Australiana

A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para RAAF. (Foto: Alenia Aermacchi)

A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para RAAF. (Foto: Alenia Aermacchi)

A fuselagem do primeiro C-27J Spartan para a Real Força Aérea Australiana (RAAF) chegou na fábrica da Alenia Aermacchi em Turim, Itália, para a montagem final. Fabricado no site da Alenia Aermacchi de Nápoles Capodichino, a fuselagem chegou até Turim por caminhão (de Capodichino para o Porto de Nápoles e de Gênova a Turim) e de frete marítimo (de Nápoles a Gênova).

A encomenda australiana para 10 aeronaves C-27J foi colocada através do Programa Conjunto de Aeronaves de Cargas de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) do Exército dos EUA. O primeiro C-27J chegará na Austrália no início de 2015, e será utilizado para o transporte aéreo tático. Eles vão substituir os aviões Caribou, que foram aposentados em 2009, após 45 anos de serviço.

Na tarefa de transporte tático, o C-27J fornece a melhor integração possível com a frota existente da Força de Defesa Australiana (ADF). Ele irá fornecer uma capacidade de transporte aéreo entre os helicópteros CH-47 Chinook e dos C-130J Hercules, bem como uma integração muito maior com o C-17A Globemaster.

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Austrália pretende adquirir mais 24 caças Super Hornets e vai decidir compra do F-35 somente em 2013

A Austrália estuda a compra de mais 24 caças Super Hornets da Boeing. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A Austrália estuda a compra de mais 24 caças Super Hornets da Boeing. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Na Austrália, o Ministro da Defesa, Stephen Smith e Ministro de Material de Defesa, Jason Clare divulgaram hoje uma atualização sobre o planejamento do país para a capacidade futura de combate aéreo da Real Força Aérea da Austrália (RAAF), onde destacam o adiamento da decisão sobre a compra de caças F-35 e a possibilidade de compra de mais 24 caças Super Hornets da Boeing.

“A Capacidade de Combate Aéreo da Austrália é uma parte vital da nossa estrutura de segurança nacional. O governo não vai permitir que possa existir uma lacuna na nossa capacidade de combate aéreo”, disse o ministro Smith.

Em maio deste ano, o ministro Smith anunciou que o Plano de Transição da capacidade de combate aéreo, uma avaliação do progresso do projeto conjunto do caça F-35A e qualquer lacuna potencial da capacidade, seria apresentado ao governo até o final de 2012 para informar decisões governamentais sobre a Capaidade de Combate Aéreo da RAAF.

O Plano de Transição de Capacidade preparado pela Defesa inclui uma avaliação de opções alternativas que precisam ser implementadas para assegurar a continuidade da Capacidade de Combate Aéreo da Austrália diante aos atrasos do caça Joint Strike Fighter e ao envelhecimento da frota de caças F/A-18 Hornet “Classic” da RAAF.

O Plano de Transição da Capacidade de Combate Aéreo considerou o processo de gestão de transição da Real Força Aérea Australiana (RAAF) dos atuais F/A-18 Hornets e Super Hornets para a futura Capacidade de Combate Aéreo, incluindo o Joint Strike Fighter.

O plano inclui uma avaliação do andamento do projeto do Lockheed Martin Joint Strike Fighter, a vida dos atuais 71 caças F/A-18 “Classic” Hornets, qualquer lacuna potencial da capacidade e gestão dos Super Hornet e das capacidades dos Growlers.

Estão incluídas opções de compra de aeronaves Super Hornet adicionais.

A RAAF já possui 24 caças Super Hornets que atingiram a capacidade operacional final no começo de dezembro. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A RAAF já possui 24 caças Super Hornets que atingiram a capacidade operacional final no começo de dezembro. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A frota de jatos Hornets, que originalmente era composta por 75 aeronaves, entrou em serviço na Austrália entre 1985 e 1990. A frota passou por um programa intensivo de manutenção para assegurar que a frota fosse capaz de operar até cerca de 2020.

Em setembro deste ano, o Australian National Audit Office (ANAO) concluiu uma auditoria sobre a gestão dos upgrades e manutenção da frota F/A-18. O ANAO constatou que a gestão da Defesa da aeronave tem sido eficaz, até agora, na identificação de riscos para a sua operação contínua, e que as medidas de mitigação eficazes foram postas em prática para esses riscos, e delineou os que será necessário na gestão em curso, junto com a Defesa.

O Governo tem agora considerado o Plano de Transição de Capacidade de Combate Aéreo e autorizou a Defesa para realizar os trabalhos sobre uma gama de opções de capacidade de combate aéreo, incluindo a solicitação nos Estados Unidos de informações atualizadas sobre preços dos caças Super Hornets.

A RAAF tem atualmente uma frota de 24 aeronaves F/A-18F Super Hornet. A frota foi introduzida entre Março de 2010 e Outubro de 2011, e os Super Hornets foram um grande passo em frente na tecnologia da Capcidade de Combate Aéreo da Austrália.

A Austrália vai enviar uma carta com pedidos de proposta para os Estados Unidos em busca de informações de custos e disponibilidade para um lote adicional de 24 aeronaves Super Hornet através dos programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) dos Estados Unidos.

O Governo australiano ainda não decidiu pela compra de mais caças Super Hornets. O envio desta carta não obriga a Austrália a comprar mais Super Hornets. Ela está sendo enviada para que o governo australiano possa ainda considerar todas as opções até 2013, com o custo mais recente e melhores informações sobre essa disponibilidade. Isso ficou claro para os funcionários dos EUA e para a indústria de Defesa.

Após a recepção da resposta da solicitação de propostas, o Governo vai dar um passo adiante e considerar plenamente a Capacidade de Combate Aérea do Austrália em 2013.

Fonte: Ministério de Defesa da Austrália – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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Frota de Super Hornets da RAAF alcança Capacidade Operacional Final

Um caça F/A-18F Super Hornet da Real Força Aérea da Austrália (RAAF). (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Um caça F/A-18F Super Hornet da Real Força Aérea da Austrália (RAAF). (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

Na Austrália, o Ministro da Defesa, Stephen Smith e o Ministro de Material de Defesa, Jason Clare anunciaram no dia 13 de dezembro que a frota de 24 aeronaves Boeing F/A-18F Super Hornet da Real Força Aérea Australiana (RAAF) atingiram a Capacidade Operacional Final (FOC).

Este é um marco importante para a frota de Super Hornets e é um grande passo para a Capacidade de Combate Aéreo da Austrália.

A frota de Super Hornet aumenta a capacidade de combate aéreo da Austrália e também garante que a Austrália continue com a liderança de cambate na região, que serão mantidas até a introdução em serviço dos novos caças F-35A JSF (Joint Strike Fighter).

A FOC é declarada quando toda capacidade pode ser implantada em operações da Defesa. A FOC leva em conta não somente a aeronave em si, mas também os serviços de logística, gestão, manutenção, instalações e treinamento.

O Super Hornet é fabricado pela Boeing na sua linha de produção, em St. Louis, Missouri, e é usado pela Marinha dos Estados Unidos desde 2001.

A RAAF possui 24 aeronaves de caça F/A-18F Super Hornets.

A RAAF possui 24 aeronaves de caça F/A-18F Super Hornets. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

O Super Hornet na RAAF oferece a capacidade de conduzir combate ar-ar em alvos aéreos, ataque em terra e no mar, suprimir as defesas aéreas inimigas e realizar missões de reconhecimento.

Os Super Hornets foram entregues dentro do orçamento e antes do previsto por causa do trabalho de equipe da fabricante Boeing, da Marinha dos EUA, da RAAF e da Organização de Material de Defesa.

Os caças F/A-18F Super Hornets da Base Aérea da RAAF de Amberley também formam a base para a transição para a futura capacidade de jatos de guerra eletrônica EA-18G Growler no final dessa década.

O Growler é um sistema de guerra eletrônica que oferece ao Super Hornet a capacidade de jammear os sistemas eletrônicos de aeronaves e dos radares e sistemas de comunicação em terra. A aeronave de guerra eletrônica Growler foi utilizada de forma muito eficaz pela Marinha dos EUA durante as operações aéreas na Líbia no ano passado.

Em 2009, o Governo tomou a decisão de preparar 12 jatos Super Hornets durante a fabricação para uma potencial conversão para a configuração Growler, num custo de US$ 35 milhões.

Em maio deste ano, o governo anunciou que mais US$ 19 milhões seriam gastos para compra dos equipamentos eletrônicos principais para a conversão potencial de 12 de caças F-18 Super Hornet da Austrália para a variante EA-18G Growler.

Em Agosto, o Governo anunciou que iria adquirir o sistema de guerra eletrônica Growler, num custo estimado de cerca de US$ 1,5 bilhão, incluindo o financiamento para a aquisição dos kits de conversão Growler, equipamento de apoio e sistemas, peças e sistemas de formação e de formação inicial.

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