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“Projeto E” e a cooperação entre USAF e RAF durante a Guerra Fria

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O Comando Aéreo Estratégico (Strategic Air Command – SAC) da USAF possuía 380 B-52 e 1.367 B-47 no final de 1958. Imagem ilustrativa.

A forte relação entre o Comando de Bombardeiros da RAF e o Comando Aéreo Estratégico (SAC) da USAF sobreviveu aos altos e baixos políticos dos primeiros anos do pós-guerra, tornando real a possibilidade de coordenar planos de ataque nuclear durante a Guerra Fria.

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“CZAR 52”

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B-52 Stratofortress é um bombardeiro estratégico subsônico de longo alcance, propulsionado por oito motores. Originalmente concebido como substituto do Convair B-36 Peacemaker na função de bombardeamento nuclear e convencional de grande altitude, foi adaptado no início da década de 1960 para a função de penetração a baixa altitude como forma de contornar a cada vez maior, eficaz e sofisticada defesa aérea da ex-União Soviética .

Sexta-feira, 24 de junho de 1994, um USAF B-52 caiu na Base Aérea de Fairchild, Washington, depois que o piloto, o Lt Col Arthur “Bud” Holland, manobrou o bombardeiro bem além de seus limites operacionais perdendo o controle. A aeronave “estolou”, caindo no chão e explodindo imediatamente, matando a Holland e os outros três oficiais da USAF a bordo.

EUA e RAAF encerram exercício Pitch Black 18

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Bombardeiro B-52H decola da Base Aérea de Andersen, em Guam. (Foto:U.S. Air Force / Airman 1st Class Christopher Quail)

Os bombardeiros B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos, atribuídos ao 96º Esquadrão de Bombardeios Expedicionários (EBS), Base da Força Aérea de Andersen, Guam, conduziram duas missões bilaterais de treinamento na Austrália como parte do exercício Pitch Black 18.

Nose art em B-52 faz um tributo a um projeto secreto dos EUA

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O nose art pintado no B-52 #60-0036 que 50 anos atrás foi usado no projeto Tagboard do drone D-21. (Foto: Kenji Thuloweit / U.S. Air Force)

Um B-52 Stratofortress do 419º Esquadrão de Teste de Voo recebeu uma nova “nose art” para comemorar um feito do seu passado. O renomado artista de aviação Mike Machat completou a obra no início deste mês no B-52 #60-0036. Machat concluiu recentemente a arte no nariz em um B-1B Lancer da Base Aérea de Edwards e foi novamente chamado pela 412ª Ala de Testes para este projeto.

Acidente com B-52 em 2016 pode ter sido causado por falha mecânica e revoada de pássaros

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O B-52 depois de incendiar na Base Aérea de Andersen, em Guam.

Quase um ano depois que um bombardeiro B-52H Stratofortress caiu e pegou fogo logo após a decolagem na Base da Força Aérea de Andersen em Guam, a Força Aérea dos EUA finalmente identificou o culpado: uma revoada de pássaros.

IMAGENS E VÍDEO: Bombardeiro B-52 recebe pela primeira vez combustível em voo de um C-135FR francês

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Momento que a aeronave B-52 recebia combustível de um C-135FR francês. (Foto: US Air Force / Tech. Sgt. Joshua J. Garcia)

De 11 a 29 de setembro de 2017, a base aérea 126 em Solenzara, na França, organizou o Exercício Serpentex, que é projetado para treinar pilotos e outros tripulantes na realização de missões de apoio aéreo diário nos teatros de operações no exterior. Nesta última edição foi possível ver pela primeira vez uma aeronave francesa de reabastecimento aéreo C-135FR fornecer combustível em voo para um bombardeiro B-52H da USAF, a Força Aérea dos EUA.

AIRVENTURE: Bombardeiros B-2, B-1 e B-52 realizarão inédito voo em formação

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Os três atuais bombardeiros da Força Aérea dos EUA, o lendário B-52, o supersônico B-1 e o furtivo B-2 realizarão o primeiro voo em formação em um show aéreo civil. (Foto: USAF)

O ano do bombardeiro no EAA AirVenture 2017 em Oshkosh, Wisconsin continua ficando cada vez melhor. Dessa vez, foi divulgado que um B-2 Spirit, um B-1 Lancer e um B-52 Stratofortress se juntarão para passagem em formação sobre o evento. Essa passagem em formação dos três bombardeiros estratégicos da USAF durante o EAA AirVenture 2017 será a primeira realizada em um show aéreo civil.

Caça Su-27 russo intercepta bombardeiro B-52 dos EUA sobre o Báltico

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Bombardeiro Boeing B-52 Stratofortress da Força Aérea dos EUA. (imagem ilustrativa)

Um caça Su-27 Flanker russo interceptou um bombardeiro B-52 dos EUA Stratofortress sobre o Mar Báltico, informou o Ministério de Defesa (MoD) russo na terça-feira.

IMAGENS: USAF testa B-52 na maior câmara anecóica do mundo

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Um B-52 Stratofortress dp 96º Esquadrão de Bombardeiros da Base Aérea de Barksdale, La., é colocado na câmara anecóica da Base Aérea de Edwards, Calif.. (Foto: U.S. Air Force / Ethan Wagner)

Um bombardeiro B-52 Stratofortress do 96º Esquadrão de Bombardeiros na base da força aérea de Barksdale, Louisiana, está passando pelos testes de radiação eletromagnética (HERO – Hazards of Electromagnetic Radiation to Ordnance) na unidade de câmara anecóica de Benefield (BAF) na Base Aérea de Edwards, California.

USAF planeja grande modernização para os “sessentões” B-52s

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Um bombardeiro B-52H durante a Operação Enduring Freedom, em novembro de 2005, armado com uma carga de bombas Mk. 84 de 2000 libras e JDAMs (Joint Direct Attack Munition).  (Foto: U.S. Air Force / Senior Airman Curtis J. Lenz)
Um bombardeiro B-52H durante a Operação Enduring Freedom, em novembro de 2005, armado com uma carga de bombas Mk. 84 e JDAMs (Joint Direct Attack Munition) de 2.000 libras. (Foto: U.S. Air Force / Senior Airman Curtis J. Lenz)

A Força Aérea dos EUA (USAF) planeja implementar uma maciça revisão e modernização de toda a sua frota de cinquentenários bombardeiros estratégicos B-52, aeronaves já provadas em vários combates e que viraram um ícone militar dos Estados Unidos desde a década de 1960. Uma delas pretende dobrar sua capacidade de transportar armas inteligentes.

IMAGENS: Três B-52s são destacados para exercícios militares na Europa

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Um bombardeiro estratégico Boeing B-52H Stratofortress é preparado para uma missão no pátio da Base Aérea de Minot, Dakota do Norte. (Foto: U.S. Air Force)
Um bombardeiro estratégico Boeing B-52H Stratofortress é preparado para uma missão no pátio da Base Aérea de Minot, Dakota do Norte. (Foto: U.S. Air Force)

O Comando Estratégico dos EUA implantou três bombardeiros Boeing B-52 Stratofortress de longo alcance para a Base Aérea de Fairford, na Inglaterra. Os Buffs vão participar de três exercícios militares navais da OTAN na Europa, até o dia 19 de junho. Uma quarta aeronave seguiu para Guam.

Força Aérea dos EUA realiza voo de 44 horas sem escalas com bombardeiros B-52s

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Um B-52H Stratofortress chega na Base Aérea de Barksdale, Louisiana, no dia 02 de julho, após o voo de 44 horas sem escalas. (Foto: Senior Airman Benjamin Raughton / USAF)
Um B-52H Stratofortress chega na Base Aérea de Barksdale, Louisiana, no dia 02 de julho, após o voo de 44 horas sem escalas. (Foto: Senior Airman Benjamin Raughton / USAF)

Dois bombardeiros estratégicos B-52 Stratofortresses, atribuídos à 2ª Ala de Bombardeiros, da Base Aérea de Barksdale, Louisiana, completaram com sucesso na quinta-feira (02), um voo de 44 horas sem escalas, uma missão indo e retornando da Austrália.

IMAGENS: REVO sobre o Reino Unido

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140611-F-WZ808-009B-52, B-2 executar reabastecer sobre U. K.

Exercício global com B-52 e B-2

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B-52 forma com um bombardeiro B-2: Ecos da Guerra Fria...
B-52 forma com um bombardeiro B-2: Ecos da Guerra Fria…

A Força Aérea dos EUA realizou recentemente uma missão de longo alcance com dois bombardeiros B-52 Stratofortresses da Base Aérea de Barksdale, na Louisiana, e dois bombardeiros B-2 Spirit da Base Aérea de Whiteman, Missouri.

Por tratado, Pentágono reduz a frota de B-52 com capacidade nuclear

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B-52G
B-52G

O Pentágono vai diminuir o número de seus aviões bombardeiros com capacidade de transportar armas nucleares.

Bombardeiros B-52 sobrevoam a Coreia do Sul dando recado para vizinha do norte

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Bombardeiros B-52s da USAF realizam voo sobre a Corea do Sul.
Bombardeiros B-52s da USAF realizam voo sobre a Corea do Sul.

Não são apenas as capacidades americanas na Coréia do Sul que o ditador norte-coreano Kim Jong Un tem que considerar – as capacidades com sede fora da Coreia do Sul também figuram no cálculo estratégico, disse o secretário de imprensa do Pentágono, George Little. Num encontro com jornalistas, Little disse que bombardeiros B-52 Stratofortresses a partir da Base Aérea de Andersen, em Guam, voaram uma missão sobre a Coreia do Sul no dia 8 de março, como parte do Exercício Foal Eagle.

“Não é nenhum segredo que estamos enviando um sinal muito forte de que nós temos um firme compromisso com a aliança com nossos aliados sul-coreanos”, acrescentou.

Little chamou isso de “um esforço de escalonamento do treinamento” para demonstrar a determinação americana de proteger a Coreia do Sul e para preservar a paz e a estabilidade na Península Coreana.

O voo não fez parte de um tipo de exercício. O B-52 é parte da contínua presença dos bombardeiros junto ao Comando dos EUA no Pacífico. A missão Foal Eagle destaca a dissuasão ampliada e as capacidades convencionais do B-52 Stratofortress, disse Little, sublinhando que o B-52 é apenas uma das muitas capacidades que os Estados Unidos podem destacar para defender a Coreia do Sul.

As missões de bombardeiros são de rotina e um símbolo literal da determinação americana no Pacífico, disse o secretário de imprensa. “Apesar dos desafios com restrições fiscais, oportunidades de formação são importantes para garantir que as forças dos EUA e (da Coreia do Sul) estão prontas para a batalha e treinadas para empregar o poder aéreo para deter a agressão, defender a Coreia do Sul e derrotar qualquer ataque contra a aliança”, acrescentou.

O programa está baseado nos bombardeiros de Guam, onde unidades de bombardeiros estratégicos dos EUA rotineiramente são implantados. A aeronave pode executar uma variedade de missões, incluindo a realização de artilharia guiada de precisão e convencional ou nuclear.

Mais de 28.000 membros do serviço americano estão baseadas na Coréia do Sul.

Fonte: American Forces Press Service – Tradução: Cavok

 

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Corte no orçamento militar dos EUA vai afetar horas de voo de bombardeiros nucleares

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A operação da força de bombardeiros nucleares norte americanos B-2 e o B-52 poderá ser afetada com os novos cortes orçamentais automáticos. (Foto: U.S. Air Force)
A operação da força de bombardeiros nucleares norte americanos B-2 e o B-52 poderá ser afetada com os novos cortes orçamentais automáticos. (Foto: U.S. Air Force)

O general da Força Aérea dos EUA, responsável pela maior parte da força militar nuclear do país, está preocupado que a Resolução Continuada e os cortes orçamentais automáticos conhecidos como confisco, vão reduzir em 20 por cento a verba necessária que ele precisa para manter sua força de combate preparada.

“Você não pode receber esse tipo de reduções sem que seja previsto algum tipo de degradação”, disse o tenente-general James Kowalski, comandante do Comando de Ataque Global da Força Aérea e da capacidade de bombardeiros nucleares e dos mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) Minuteman III, que representam dois terços da força de dissuasão nuclear total.

Kowalski, falando a repórteres, disse que os cortes orçamentários não são a única coisa que preocupa ele. Como a maioria da liderança militar (e a maioria dos americanos), ele simplesmente não tem uma idéia clara do que está acontecendo no Capitólio. “Eu gostaria de ter uma melhor noção de onde tudo isso está acontecendo”, disse o general.

Dado o que ele sabe, os cortes de financiamento teriam um grande impacto sobre as horas de vôo necessárias para manter suas tripulações de bombardeiros e seu pessoal de apoio treinado e pronto.

O veterano piloto de B-52 disse que já cortou as horas de vôo para os seus B-52s em 10 por cento, num esforço para chegar à frente dos cortes possíveis de financiamento.

Os B-2, a plataforma de ataque furtivo de longo alcance dos EUA, precisam de menos voos de treinamento por causa de seu sofisticado simulador de missão, disse ele. Embora no geral os bombardeiros B-2 estejam suficientemente satisfazendo as necessidades dos comandantes”, disse ele, “não é onde gostaríamos”.

O general disse que não foi dada qualquer orientação sobre se a sua missão de dissuasão nuclear iria receber tratamento especial sob os cortes de financiamento.

“As forças nucleares são diferentes, porque são forças nacionais”, observou ele. “Eu acho que há menos latitude para a Força Aérea tomar as suas próprias decisões.”

O Comando de Ataque Global foi criado em 2009, após uma série de casos de manuseio descuidado das armas nucleares, que levou à demissão sem precedentes do secretário da Força Aérea e dos chefes de equipe. Kowalski disse não acredita que os cortes no financiamento ameaçados tenham qualquer impacto sobre a sua missão de manter as armas nucleares de forma segura, a salvo e eficaz.”

Sua estrutura de força está sendo reduzida de acordo com o tratado de redução de armas nucleares “New Start” com a Rússia. Ele atualmente possui a responsabilidade de manutenção de uma força de até 60 bombardeiros nucleares capazes e até cerca de 420 mísseis balísticos intercontinentais e aguarda instruções sobre o que fazer com as reduções adicionais.

Fonte: AOL Defense – Tradução: Cavok

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