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Força Aérea Brasileira envia aeronaves para apoiar vítimas da tragédia em Santa Maria

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Helicópteros H-60L Blackhawks estão voando direto no apoio as vítimas e famílias do trágico acidente ocorrido em Santa Maria. (Foto; Fernando Valduga / Cavok)
Helicópteros H-60L Blackhawks estão voando direto no apoio as vítimas e famílias do trágico acidente ocorrido em Santa Maria. (Foto; Fernando Valduga / Cavok)

A Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou hoje uma Nota Oficial onde disse estar empenhada em ajudar as equipes de socorro às vítimas da tragédia ocorrida na madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quando um incêndio numa boate deixou pelo menos 232 mortos e mais de 100 feridos. Helicópteros H-60L Blackhawks do 5°/8° GAV “Esquadrão Pantera”, sediado na Base Aérea de Santa Maria estão realizando voos diretos com feridos para as cidades da região e também para Porto Alegre.

Além dos helicópteros Blackhawks, a FAB disponilizou as aeronaves C-97 Brasília, C-95 Bandeirante, C-98 Caravan da Base Aérea de Canoas, e Campo Grande enviou uma aeronave SC-105 Amazonas está também de prontidão para cumprir missões de UTI aérea.

A aeronave C-97 "Pégaso 18" (FAB 2018) de Canoas está levando equipes de apoio para Santa Maria. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)
A aeronave C-97 “Pégaso 18” (FAB 2018) de Canoas está levando equipes de apoio para Santa Maria. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Uma aeronave C-97 do 5° ETA partiu logo pela manhã de Canoas com uma equipe de apoio da Brigada Militar. Aeronaves do Batalhão de Aviação da Brigada Militar também foram deslocadas para Santa Maria.

Do Rio de Janeiro foi enviada uma aeronave C-130 Hércules que transportará uma equipe médica e suprimentos para o atendimento de feridos. Equipes de cirurgia geral e plástica, médicos intensivistas e enfermeiros do Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG) e do Hospital de Aeronáutica de Canoas (HACO) foram mobilizadas para auxiliar no atendimento aos feridos.

O Cavok Brasil se sensibiliza com os familiares, e ajuda a divulgar que as equipes de resgate na cidade estão precisando de doações de alguns itens, como remédios, água e luvas cirúrgicas.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




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Acidente com aeronave A-1 da FAB pertencente a Base Aérea de Santa Maria

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Uma aeronave A-1 similar a que caiu hoje, dia 6 de dezembro. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Uma aeronave de combate A-1A AMX, da Base Aérea de Santa Maria (BASM), caiu hoje, dia 6 de dezembro, na localidade de Volta Grande, município de Zortéa, na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As informações iniciais são do jornal Diário de Santa Maria, do Gripo RBS.

O comandante da BASM, David Alcoforado já confirmou que a aeronave é um A-1 da base, mas não passou detalhes sobre vítimas, nem as condições do piloto. Pelos relatos, a aeronave teria se chocado na rede de alta tensão da Usina de Machadinho.

O gerente da Usina de Machadinho, o avião se chocou contra uma linha de transmissão que liga a usina hidrelétrica à subestação de Campos Novos. Por volta de 10h, o sistema teria caído em função do toque de avião da linha.

A Base Aérea de Santa Maria (BASM) opera com jatos A-1A/B AMX em dois esquadrões (1°/10° GAV e 3°/10° GAV).

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




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FAB perde em acidente um VANT Hermes 450 da Base Aérea de Santa Maria

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O VANT Hermes 450 do Esquadrão Horus, visto na Base Aérea de Santa Maria. (Foto: Daniel Ito Isaia)

A FAB ENVIOU NOTA OFICIAL POR E-MAIL INFORMANDO SOBRE O QUE ACONTECEU COM O VANT RQ-450, QUE PODE SER LIDA AQUI. Um dos dois Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) Hermes 450 da Força Aérea Brasileira (FAB) ficou completamente destruído após cair durante a decolagem da Base Aérea de Santa Maria (BASM), no Rio Grande do Sul. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, na coluna do Jornal do Vale do Aço (JVA).

Ainda segundo o jornalista, o VANT teve perda total no acidente, ocorrido após decolar quando o motor parou de funcionar. A aeronave fabricada em Israel, e que custa cerca de US$ 4,5 milhões, era operada pelo Esquadrão Horus, na base em Santa Maria. Os dois Hermes 450 foram adquiridos em setembro de 2010, através da Elbit Systems.

Até o momento, a Força Aérea Brasileira não divulgou nenhuma nota oficial sobre o ocorrido.

Dica do amigo Symon. Obrigado 😉

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Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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SHOW AÉREO: EXPOAER 2012 – Base Aérea de Santa Maria (RS)/Brasil

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Uma aeronave AMX A-1B do “Esquadrão Poker”, da Base Aérea de Santa Maria, decola para passagens durante a EXPOAER 2012. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

A Base Aérea de Santa Maria (BASM), localizada à cerca de 300 km ao oeste de Porto Alegre, abriu seus portões no dia 13 de outubro para mais a tradicional EXPOAER. O evento de 2012 contou com diversas aeronaves dos esquadrões da Força Aérea Brasileira (FAB), incluindo o P-3AM Orion do Esquadrão Orungam de Salvador. Cerca de 25 mil pessoas compareceram na base, que abriu ao público por volta das 9:30hs da manhã. O evento também comemorava o Dia das Crianças, e a Esquadrilha da Fumaça veio prestigiar as comemorações na base.

Uma aeronave RA-1A do Esquadrão Centauro taxia antes de decolar para uma missão de treinamento. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Detalhe do piloto do RA-1A do Esquadrão Centauro. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Decolagem do A-1B do Esquadrão Poker. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Chegada das aeronaves T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Passagem do P-3AM Orion do Esquadrão Orungam. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

Os principais esquadrões da base, o 1°/10° GAV “Esquadrão Poker” e o 3°/10° GAV “Esquadrão Centauro” realizaram diversas passagens com seus jatos AMX A-1/RA-1 durante o período da manhã, com várias saídas para treinamento. Grande parte do efetivos dos dois esquadrões está participando da Operação Ágata 6, que ocorre no estado de Mato Grosso. Ainda pela manhã, chegaram as oito aeronaves T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça, que estavam no dia anterior na EXPOAER na Base Aérea de Canoas. O avião de patrulha P-3AM Orion também chegou ainda de manhã, e permaneceu na exposição estática durante todo dia, antes de partir para Florianópolis, que abriu seus portões ao público no dia seguinte.

Um helicóptero H-60L Black Hawk do Esquadrão Pantera. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Chegada de dois helicópteros H-60L Black Hawk. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
A aeronave C-98B Caravan pertencente ao 5° ETA. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Pouso do Embraer C-99 do Esquadrão Condor. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

O 5°/8° GAV “Esquadrão Pantera”, com seus helicópteros H-60L Black Hawks, realizou diversas demonstrações durante o início da tarde. As aeronaves de transporte C-95BM do 5° ETA, sediado na Base Aérea de Canoas, esteve presente e realizou alguns voos levando a bordo os paraquedistas, e o C-98 Caravan fez decolagens e pousos com pessoas que ganharam voos panorâmicos.

Caça Northrop F-5EM Tiger do Esquadrão Pampa. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Detalhe do C-130H do Esquadrão Cascavel com a antiga torre da base ao fundo. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Um helicóptero UH-12 da Marinha Brasileira. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Decolagem do helicóptero CH-34 Super Puma do Esquadrão Puma. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

Um caça F-5EM do 1°/14° GAV “Esquadrão Pampa”, da Base Aérea de Canoas, esteve presente na exposição estática e decolou no final da tarde no regresso para Canoas, realizando uma passagem sobre a base. Além disso estavam na exposição estática um C-130H Hercules do 2°/1° GTT “Esquadrão Cascavel”, um P-95B Bandeirulha do 2°/7° GAV “Esquadrão Phoenix” sediado em Florianópolis, e os helicópteros UH-12 da Marinha Brasileira e um CH-34 Super Puma do 3°/8° GAV “Esquadrão Puma” sediado no Rio de Janeiro, que realizou um voo no final do dia.

Decolagem da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
A aeronave T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Leandro Casella / Cavok)

As manobras da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

Mas o destaque e a apresentação mais aguardada pelo público presente foi a do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a famosa Esquadrilha da Fumaça, que com sete aeronaves T-27 Tucano executou todas suas manobras com perícia e destreza, empolgando a todos. O céu azul contribuiu muito com os fotógrafos e também para que os pilotos mostrassem todas capacidades das aeronaves da Fumaça. A Esquadrilha da Fumaça recebeu recentemente seus dois primeiros Super Tucanos, que visam substituir os atuais T-27. Estima-se que na EXPOAER de 2013, a Fumaça já estará voando em apresentações com os novos aviões, mas ainda é muito cedo para afirmar, já que os pilotos e “anjos da guarda” do esquadrão ainda estão iniciando o processo de adequação e aprendizagem com os Super Tucanos.

Belíssima imagem de uma passagem baixa feita pelo Fumaça #1, o Coronel Esteves, líder do EDA. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Encerramento da apresentação do EDA. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)
Vista aérea da EXPOAER 2012 na Base Aérea de Santa Maria. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

O evento na Base Aérea de Santa Maria também teve apresentação de cães adestrados, praça de brinquedos, entre outras. Foram também arrecadados mais de 2 toneladas de alimentos não-perecíveis para serem doados a entidades assistenciais.

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O Cavok Brasil agradece o amigo Luís André Ribas Werlang, editor do site Aviação Art, por ceder as belas imagens do evento em Santa Maria.

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Feriadão com Esquadrilha da Fumaça e shows aéreos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina

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As sete aeronaves T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça realizam uma passagem em formação sobre o Aeroclube de Bento Gonçalves. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a famosa Esquadrilha da Fumaça, iniciou hoje sua Missão Sul 2012, onde fará quatro apresentações no Rio Grande do Sul e mais uma em Florianópolis. Serão cinco cidades em quatro dias, começando nessa quinta-feira em Bento Gonçalves.

A primeira apresentação na região sul em 2012 foi em Bento Gonçalves. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Esquadrilha da Fumaça decolou nessa quinta-feira de manhã de Pirassununga (SP) com oito aeronaves T-27 Tucano, e pousou em Garibaldi, de onde partiram para apresentação na cidade de Bento Gonçalves, localizada a 125km de Porto Alegre. Os oito pilotos, mais oito “anjos da guarda” (como são conhecidos os mecânicos do esquadrão) vieram para prestigiar os shows aéreos no sul. A realização da primeira apresentação foi hoje às 12:20hs, sobre o Aeroclube de Bento Gonçalves, mas devido às más condições meteorológicas, o EDA abortou o show antes do previsto, mas mesmo assim alegrando o público que prestigiou a demonstração que integrou as comemorações do aniversário de 122 anos de emancipação do municipio.

Apesar do tempo ruim, a Fumaça conseguiu encantar o público presente com suas manobras. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Os aviões do EDA partem ainda na tarde dessa quinta-feira para Base Aérea de Canoas, onde na sexta-feira, dia 12 de outubro, se apresentam em Porto Alegre, às 11hs, no Anfiteatro Pôr-do-Sol, em comemoração aos 100 anos de aniversário do Colégio Militar de Porto Alegre. Na tarde do mesmo dia, às 16h, a Esquadrilha se apresenta na tradicional EXPOAER, que ocorre das 9hs às 17hs na Base Aérea de Canoas (BACO). No sábado eles partem de manhã para Base Aérea de Santa Maria (BASM), também para ser apresentar às 16hs na EXPOAER. A turnê pelo sul termina no evento Portões Aéreos da Base Aérea de Florianópolis (BAFL), do dia 14 de outubro, às 16h15.

A Esquadrilha da Fumaça vai realizar cinco apresentações em quatro dias. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Em todos eventos nas bases aéreas, a entrada em gratuita, bem como na apresentação em Porto Alegre. As EXPOAERs vão contar com apresentações de várias outras aeronaves e também de exposições de aeromodelos e shows de paraquedismo. A Esquadrilha da Fumaça realiza cerca de 55 manobras durante 30 a 45 minutos, com sete aeronaves T-27 Tucano. Um dos pilotos é o locutor durante a apresentação.

O Cavok Brasil vai acompanhar as apresentações da Fumaça pelo sul do país. Quem quiser conversar um pouco conosco, estaremos próximo da barraca do Esquadrão Pampa, por volta do meio-dia. Fumaça… Já!

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Acidente com aeronave A-1 da Base Aérea de Santa Maria

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A aeronave A-1 (FAB-5542) do Esquadrão Poker após pouso de emergência depois de colidir com um pássaro em voo durante voo de treinamento

No último dia 22 de agosto, um jato de combate A-1 (FAB 5542) do 1º/10º GAv “Esquadrão Poker” da Base Aérea de Santa Maria (BASM) sofreu um acidente, causado por um impacto com um pássaro em voo. O texto abaixo e as fotografias estão circulando na web, e recebemos por e-mail hoje do amigo Sandro Colaço. A aeronave fez um pouso de emergência e precisou usar inclusive o gancho de parada, pegando o cabo de segurança na pista para poder parar totalmente na barreira de segurança. O piloto, não identificado, nada sofreu.

Relato:

Coloco aqui, para os interessados por aviação e demais simpatizantes, uma experiência que vivenciei ontem por volta do meio dia.

Estava voando de AMX em uma missão de treinamento de ataque. Voava rápido e baixo, próximo de uns 500KT de velocidade e 300FT de altura, simulando uma incursão abaixo do radar em território inimigo. Eu, como ala, e um amigo, como líder, … ambos voando em formação linha de frente.

Em determinado momento da missão, tive que corrigir alguns dados de navegação nos computadores da aeronave e voltei minha atenção para dentro da cabine. Estou lá digitando quando, de repente, escuto um estrondo, sinto o avião tremer e uma série de luzes de alarme se acendem.

O pássaro acertou o motor Rolls Royce Spey do AMX.

De imediato, subi e avisei o líder que algo estava errado. Logo imaginei que havia colidido com alguma coisa, mas solicitei que o líder se aproximasse e avaliasse a condição externa do meu avião. Feito isso, constatou que eu havia colidido com um pássaro.

Uma colisão com pássaro a quase 500KT é o mesmo que um impacto de um tiro de 38, mas com um projétil de uns 3kg ou mais. É uma porrada!!!! Dependendo de onde pegar, faz mais estrago que um impacto de um projétil de canhão 20 ou 30mm.

Bom, … até esse momento de avaliação dos danos estava tudo controlado, mas os problemas estavam por vir.

O pássaro bateu no nariz do avião com uma trajetória longitudinal e acertou exatamente em um ponto que saiu cortando uma série de cabos e destruindo várias caixas de dijuntores do avião. Com isso perdi o sistema elétrico principal do AMX e uma série de instrumentos ligados a esse sistema (fly by wire, controle do leme, dois geradores, freios aerodinâmicos, flaps, hud, computadores de bordo, armamento,…). Só me sobrou uma bússola, um horizonte artificial, um indicador de velocidade analógico, compensadores de emergência e rádios de comunicação, sendo estes alimentados por uma bateria de emergência com duração de apenas 20min.

Além dos problemas ligados à instrumentação, uma outra discrepância, agora relacionada ao motor, me chamou a atenção. Um dos ponteiros de indicação de RPM do motor estava zerado, assim como uma outra indicação digital de parâmetros dele que havia apagado do painel. Nesta hora, comecei a raciocinar com um possível apagamento do motor, pois aquelas caixas de disjuntores, os pedaços de metal e de fuselagem que o pássaro arrancou poderiam ter sido aspirados pela turbina.

Então, resumindo, eu estava voando com um avião que era só lata e motor.

Embora tivesse, ainda, sistema hidráulico disponível para baixar o trem de pouso, não tinha o sistema elétrico principal para acionar as principais superfícies aerodinâmicas do avião (flaps e airbrakes), sem contar na perda do fly by wire que me neutralizou o leme de direção, superfície aerodinâmica que me seria muito útil no pouso. E tinha que conseguir pousar o mais depressa possível, pois havia a desconfiança de um estado de funcionamento anormal do motor.

A aeronave AMX fez um pouso de emergência na pista da Base Aérea de Santa Maria.

O fato aconteceu perto de Santa Maria, umas 30NM, mas levou uma eternidade para chegar à pista da Base Aérea daquela localidade.

Quando cheguei na vertical de Santa Maria, lembrei que o avião estava muito pesado, pois havia mais de 2000kg de combustível interno (não alijável), e o normal para pousar é com os tanques com menos de 1500kg. Ou seja, mais uma questão preocupante, pois com todo aquele combustível e mais a indisponibilidade de baixar os flaps eu teria que fazer uma final para pouso com 200KT (140kt é o normal) de velocidade para conseguir manter o avião voando. E, obviamente, o pouso seria ainda mais crítico por estar muito embalado, quase no limite dos pneus.

Neste momento, já raciocinei que os 2700m da pista de Santa Maria poderiam não ser suficientes para parar o meu avião e, muito provavelmente, iria precisar engajar, no fim da pista, o cabo de contenção (comum nas bases de caça e iguais aos de porta aviões) e a barreira (uma espécie de rede que segura a aeronave).

Foi necessário usar o gancho para conseguir parar a aeronave.

Vim, então, para pouso, com o líder ao meu lado me passando informação de ângulo de rampa para pouso, informação que os meus sistemas de bordo não me davam mais. Quando próximo à cabeceira, o líder arremeteu e eu prossegui.

Toquei na pista e o avião quis subir, mas segurei-o no chão. Porém, quando pisei nos freios, o avião perdeu a reta para a direita e quase saiu da pista. Consegui mantê-lo na pista, mas estava muito na lateral. A partir daí tinha duas opções: ejetar ou tentar manter na reta até engajar o cabo e a barreira. Consegui manter a reta bem na lateral direita da pista, mas não queria pisar forte nos freios, pois estava tão na lateral que fiquei com receio de dar mais uma guinada e sair de vez da pista. Tentava de leve pisar no freio esquerdo somente para voltar ao centro da pista, mas não consegui resultado que queria. Assim, o avião manteve a reta, mas não conseguia diminuir a velocidade dele usando os freios das rodas. Desta posição deslocada lateralmente comandei o hook (gancho de arrasto) e, por rádio, solicitei que acionassem a barreira.

Barreira de pé, gancho baixado, … fim de pista …, o gancho engatou no cabo e eu bati na barreira a uns 110kt. Desaceleração imediata!

Daí veio o desespero. Quando o avião parou, eu fui abrir o canopi, mas as fitas da barreira não deixavam abri-lo por inteiro. Eu, com medo de incêndio, querendo sair logo e não conseguia. Olhava para trás e os bombeiros ainda longe. Tirei uma faca que levo na bota e somente com o braço para fora da pequena abertura que consegui levantando o canopi, comecei a cortar as tiras da barreira. Logo chegaram os bombeiros e me ajudaram a cortá-las por completo e a sair da aeronave.

Foi isso. Olhem o estrago que uma porcaria de um pássaro faz!!!!

PS: Pousei com uma bomba BEX-11 debaixo da asa. Iria lançá-la no estande, mas…

VÍDEO: Voando com o 1° Grupo de Aviação de Caça em Santa Maria

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O 1º Grupo de Aviação de Caça concluiu mais um exercício de treinamento no ano de 2012, o treinamento dos esquadrões Jambock e Pif-paf teve como missão o ataque na modalidade STA emprego ar solo com aeronaves Northrop/Embraer F-5EM Tiger II, cerca de 80 militares foram mobilizados na operação, que teve como principal objetivo, o aperfeiçoamento da defesa do território nacional. O treinamento teve como cenário o estande de tiro de Saicã a 110 km da cidade de Santa Maria (RS).

Dica do amigo Ricardo Pereira do site Plano Brasil

Esquadrão Centauro (3º/10º GAV) completa 90 mil horas de voo

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Efetivo do Esquadrão Centauro comemora as 90.000 horas de voo da unidade. (Foto: 3S Wandeclayt / FAB)

O Esquadrão Centauro (3º/10º GAV) completou nesta terça-feira (22/05) 90 mil horas de voo. Criado em 1978, a unidade da Força Aérea Brasileira (FAB) operou aeronaves AT-26 Xavante e, atualmente, emprega caças A-1.

Passagem de quatro jatos A-1 sobre a pista da Base Aérea de Santa Maria. (Foto: 3S Wandeclayt / FAB)

A missão que completou a marca aconteceu na Base Aérea de Santa Maria, no Sul do país, onde os pilotos foram recebidos por todo o efetivo da unidade, por militares do Esquadrão de Suprimento e Manutenção e do Esquadrão de Material Bélico.

Pilofe sobre a cabeceira após a passagem. (Foto: 3S Wandeclayt / FAB)

“A marca de 90 mil horas não é somente um fato do presente, é uma marca que representa o trabalho de todos aqueles que fizeram voar, desde 1978 até hoje. Essa marca valoriza o trabalho de todos e destaca o profissionalismo e a capacidade operacional do esquadrão, da Base Aérea de Santa Maria e de todos os militares que servem ou já serviram nesta organização militar”, disse o Tenente-Coronel-Aviador Rodrigo Alvim de Oliveira, comandante do esquadrão.

Fonte: 3º/10º GAV

IMAGENS: FAB realiza lançamento de bombas guiadas a laser

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A Força Aérea Brasileira realizou o primeiro teste de lançamento de bomba guiada a laser com uma aeronave A-1. (Foto: DCTA)

A Força Aérea Brasileira realizou nesta terça-feira (1/5) o primeiro lançamento de bomba guiada a laser no estande de tiro de Saicã, a 110 km da cidade de Santa Maria (RS), tendo o A-1 (AM-X) como aeronave plataforma.

Os testes fazem parte do programa de certificação do emprego de armas guiadas a laser realizado pela FAB em Santa Maria. (Foto: DCTA)

O lançamento faz parte da campanha de certificação das configurações armadas do A-1 com bombas guiadas a laser no Brasil. O kit de guiamento laser é instalado em diversas bombas de fins gerais (BAFG). A partir da instalação dos kits, a BAFG passa a ter uma excelente precisão.

Os voos são realizados com uma aeronave A-1, nas configurações armadas definidas pelo Estado Maior da Aeronáutica (EMAER) e serão utilizados para o processo de modernização das aeronaves (projeto A-1M), em execução pela EMBRAER.

Os testes estão todos sendo realizados no estande de tiro de Saicã, em Santa Maria. (Foto: DCTA)

A Operação Poker é coordenada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA), com a participação do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

As empresas AEL e Rafael também participam dos testes com as bombas guiadas a laser. (Foto: DCTA)

Além do DCTA, participam da campanha os Esquadrões 1º/10º GAv, 3º/10º GAv, 1º/12º GAv, com o suporte da Base Aérea de Santa Maria (BASM), do Parque de Material Bélico (PAMB) e das empresas Aeroeletrônica e Rafael. Os voos de certificação continuarão até 10 de maio na cidade de Santa Maria (RS).

Fonte: DCTA

Após viagem de 12 dias, chegam ao Brasil três novos helicópteros Black Hawk

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Um dos dois novos helicópteros Black Hawk da FAB sobrevoa a América Central antes da chegada ao Brasil. (Foto: Agência Força Aérea / 7°/8° GAV)

A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu três novas aeronaves H-60L Black Hawk. Os novos helicópteros chegaram ao Brasil no último sábado (21/04), após 12 dias de voo. A entrega oficial ocorreu no dia 10 de abril, na fábrica da Sikorsky, em Elmira (EUA).

Imagens do voo de translado dos dois novos helicópteros Black Hawk da FAB. (Foto: Agência Força Aérea / 7°/8° GAV)

As tripulações dos Esquadrões Pantera (5º/8º GAV) e Harpia (7º/8º GAV) se revezaram para realizar as inspeções programadas e para a viagem. Ao longo do traslado, foram realizados 12 pousos em vários países da América Central até a chegada a Boa Vista (RR). Dois H-60L seguirão para Manaus (AM) e um para Santa Maria (RS).

As tripulações em frente aos dois novos helicópteros na chegada em Boa Vista. (Foto: Agência Força Aérea / 7°/8° GAV)

Fonte: Agência Força Aérea/ 7º/8º GAV

OPERAÇÃO ÁGATA 3: Jatos da FAB realizam missões de reconhecimento a partir de Vilhena (RO)

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Um piloto aguarda na cabine de um RA-1 e Vilhena durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

A Força Aérea está baseada na cidade de Vilhena, sul de Rondônia, na fronteira oeste do Brasil. Caças A-1, A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 BlackHawk, avião de reconhecimento R-35 e de transporte C-95 Bandeirante e C-98 Caravan movimentam o aeroporto da cidade durante a Operação Ágata 3.

As aeronaves A-1 e RA-1 do Esquadrão Centauro, da Base Aérea de Santa Maria (RS), foram destacados para Villhena para missões de reconhecimento na Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Nessa operação, a FAB está cumprindo as missões de reconhecimento aéreo. As informações coletadas nos voos sobre a região de fronteira são usadas em apoio ao Exército, Marinha, Receita Federal, FUNAI, IBAMA, ABIN e órgãos de Segurança Pública.

Um helicóptero H-60L registrado na câmera termal do RA-1. (Foto: Agência da Força Aérea)

Além disso, as aeronaves da Força Aérea Brasileira estão preparadas para cumprir missões como interceptações de aviões em voos irregulares ou até o ataque de alvos no solo.

Uma aeronave de reconhecimento R-35 Learjet durante a Operação Ágata. (Foto: Agência da Força Aérea)

Com 77 mil habitantes, Vilhena (RO) é uma posição estratégica para as Forças Armadas do Brasil. Na cidade, funciona um Destacamento de Controle do Espaço Aéreo e o aeroporto tem um pátio de estacionamento construído para operações militares. Durante a Ágata 3, Rio Branco (AC) e Cuiabá (MT) também recebem aviões da FAB durante a Operação, além das Bases Aéreas de Campo Grande (MS) e Porto Velho (MS).

As aeronaves no novo pátio de manobras em Vilhena. (Foto: Agência da Força Aérea)

A área de operações tem aproximadamente 8 mil quilômetros de extensão e envolve toda a região de fronteira do Brasil com o Peru, a Bolívia e parte do Paraguai. O principal objetivo da Operação Ágata 3 é combater o tráfico de drogas, armas, além de crimes ambientais e fiscais, como o contrabando.

Uma aeronave RA-1 chega para pouso em Vilhena. (Foto: 3º Grupo de Aviação / Agência da Força Aérea)

Acompanhe os detalhes da Operação no hotsite www.agata3.defesa.mil.br

Fonte: Agência Força Aérea

Esquadrão Pantera inicia manobra Guasca em Florianópolis

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Os helicópteros H-60L Black Hawk do Esquadrão Pantera, sediados em Santa Maria, estão sendo utilizados pela primeira vez numa operação da FAB. (Foto: 5º/8º GAv / FAB)

O Esquadrão Pantera, o 5º/8º GAv, iniciou a XXVII Manobra “GUASCA” na Base Aérea de Florianópolis (SC), no dia 24/10. A operação tem o objetivo de capacitar as equipagens do 5º/8º GAv para resgates em ambientes aquáticos. Serão realizadas missões de treinamento do método de içamento inglês, apelidado de “KAPOFF”, que possibilita resgates com o mínimo de exposição ao perigo dos homens de resgate e das vítimas. No exercício, serão utilizados pela primeira vez os novos helicópteros H-60L Black Hawk.

Fonte: Seção de Comunicação Social 5º/8º GAv

Base Aérea de Santa Maria faz programação especial para celebrar 40 anos

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Nos dias 8 e 9 de outubro a Base Aérea de Santa Maria realiza a Expoaer 2011.

A Base Aérea de Santa Maria (BASM) promove nos dias 8 e 09 de outubro, das 10 às 18h, a 40ª Exposição Aeronáutica (EXPOAER). O evento deste ano terá uma programação especial com a participação do Esquadrão de Demonstração Aérea (Esquadrilha da Fumaça), no dia 9 de outubro, exposição de aeronaves e equipamentos militares da Força Aérea, Marinha, Exército, Brigada Militar e Polícia Civil.

Acontecerão ainda exposição e voos acrobáticos de aeronaves civis, apresentação de cães de guerra, praça de alimentação e parque de brinquedos para as crianças.

A programação contempla exposição com artistas regionais que acontecerá no dia 1º de outubro de 2011, às 16h, no Royal Plaza Shopping de Santa Maria. Na ocasião, também serão apresentada a mostra dos vencedores do 7º Concurso de Desenho, cujo tema deste ano foi o aniversário da BASM.

A EXPOAER é considerada o maior evento aeronáutico da região Sul do Brasil. O evento incentiva a mentalidade aeronáutica e despertar a consciência cívica para o papel da FAB em prol da segurança e do desenvolvimento do país. Além disso, possibilita que a sociedade conheça as aeronaves e demais equipamentos militares e assista a tropa em ação.

A entrada para a exposição é de 1Kg de alimento não perecível, que serão doados às instituições de caridade da região.

Fonte: BASM

NOTA DO EDITOR: O Cavok Brasil estará presente no evento, no dia 9 de outubro, e vai trazer aqui todos detalhes da Expoaer 2011.

Caça da FAB fez reconhecimento de alcance de nuvem de cinzas vulcânicas

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Uma aeronave de combate A-1 da Base Aérea de Santa Maria foi utilizada para registrar a nuvem de cinzas vulcânicas que passou sobre o estado do Rio Grande do Sul. (Foto: Elder Delgadu)

Aeronave A-1, do 1º/10º Grupo de Aviação, sediado na Base Aérea de Santa Maria, foi empregada, na tarde de terça-feira, dia 7, para realizar reconhecimento meteorológico a fim de verificar as condições relativas ao alcance das cinzas vulcânicas sobre a região sul. Durante o voo, o piloto não visualizou nenhuma incidência da poeira nas porções central e oeste do Rio Grande do Sul.

Essa é uma das missões da  unidade aérea que consiste em uma observação visual das condições meteorológicas da região. O voo durou cerca de uma hora e meia na área compreendida entre Santa Maria, Uruguaiana e a fronteira do Brasil com a Argentina.

A-1 em missão de reconhecimento

Acima, imagens feitas durante o voo de reconhecimento

Fonte: 1º/10º GAV

IMAGENS: Base Aérea de Santa Maria já conta com cinco helicópteros H-60L Black Hawk

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O helicóptero H-60L Black Hawk "FAB 6909" do Esquadrão Pantera, durante treinamento operacional na Base Aérea de Santa Maria, no dia 20 de maio de 2011. (Foto: Marcos Alexandre Cruz / Cavok)

Durante o retorno da Missão Uruguai com a Esquadrilha da Fumaça, nosso colaborador Marcos Alexandre teve a oportunidade de acompanhar e registrar as operações com os três novos helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawk que foram recebidos pela Força Aérea Brasileira em abril desse ano, e que estão operando a partir da Base Aérea de Santa Maria (BASM), junto ao Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV), o Esquadrão Pantera.

O helicópteros H-60L Black Hawk "FAB 8910" durante treinamento operacional na Base Aérea de Santa Maria. (Foto: Marcos Alexandre Cruz / Cavok)

O esquadrão agora conta com cinco aeronaves H-60L, como o modelo foi designado na FAB. Em fevereiro duas aeronaves (FAB 8907 e FAB 8908) vieram voando a partir de Elmira, no estado de Nova York, nos EUA, onde está localizada a unidade da Sikorsky. Na sexta-feira, dia 20 de maio, foram visto em treinamento operacional os helicópteros FAB 8906, FAB 8909 e FAB 8910.

O Esquadrão Pantera (Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV), está atualmente operando cinco helicópteros Sikorsky UH-60 (H-60L) Black Hawk. (Foto: Marcos Alexandre Cruz / Cavok)

Essas três últimas aeronaves também vieram voando dos EUA. As novas aeronaves estavam fazendo procedimentos de pouso rápido ao lado da pista, oposto ao pátio, inclusieve sobre a grama, sendo obervado entre 11h30min e 12h.

Uma sexta aeronave está prevista para ser recebida ainda este semestre. Os novos helicópteros H-60L pintados em cores verde oliva substituirão os helicópteros UH-1H Huey que operam desde a década de 60 na BASM.

IMAGENS: Os novos helicópteros Black Hawk na Base Aérea de Santa Maria

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Os dois helicópteros H-60L Black Hawk chegaram na Base Aérea de Santa Maria (BASM) no dia 1º de março. (Fotos: Lauro Alves)

O 5º/8º Grupo de Aviação “Esquadrão Pantera”, sediado na Base Aérea de Santa Maria (BASM), recebeu no começo do mês de março os dois primeiros helicópteros Sikorsky H-60L Black Hawk, de um total de oito. As aeronaves, de origem norte-americana, saíram dia 13 de fevereiro da fábrica da Sikorsky em Elmira, no estado de Nova Iorque. Após 16 dias, chegaram ao município gaúcho.

A cerimônia oficial de incorporação das aeronaves ainda não tem data definida. Desde abril de 2009, quando o esquadrão recebeu a notícia da designação dos Black Hawks, iniciou-se a preparação para o recebimento. Os treinamentos, em Manaus (Amazonas) e nos Estados Unidos, incluíram cursos para pilotos, mecânicos, operadores de equipamentos, metralhadores e homens de resgate. A substituição dos antigos H-1H, operados por quase 40 anos em Santa Maria, pelas novas aeronaves, permitirá a realização de missões humanitárias e de busca e salvamento com mais segurança e sob condições meteorológicas adversas.

Dica do amigo Eduardo “Sapão”. Obrigado 😉

Nota do Editor: Parabéns mais uma vez aos pilotos e membros do Esquadrão Pantera por essa aquisição.

VÍDEO: Seis caças A-1 chegam à Natal para simulação de guerra

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Os esquadrões Centauro e Poker, baseados em Santa Maria (RS), chegaram na tarde desta quarta-feira (03) à Base Aérea de Natal. Cada um deles trouxe três aeronaves do modelo A-1 para a quinta edição do exercício CRUZEX V.

Fonte: CECOMSAER

CRUZEX V: Seis caças A-1 chegam à Natal para simulação de guerra

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As aeronaves A-1 da Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, chegaram em Natal nessa quarta-feira, dia 3 de novembro, para participarem da Cruzex V. (Foto: Cruzex)

Os esquadrões Centauro e Poker , baseados em Santa Maria (RS), chegaram na tarde desta quarta-feira (03) à Base Aérea de Natal. Cada um deles trouxe três aeronaves do modelo A-1 para a quinta edição do exercício CRUZEX V.

Três caças A-1 do Esquadrão Poker (1°/10° GAv) já em Natal. (Foto: Cruzex)

De acordo com o comandante do Esquadrão Poker,Tenente Coronel Júlio César Maiello Villela, os A-1 irão cumprir missões de ataque na simulação de guerra ao lado de outras aeronaves de nações convidadas. “É sempre bom compartilhar este tipo de atividade com outros países” , afirmou.

As aeronaves A-1 do Esquadrão Centauro (3°/10° GAv) também chegaram na Cruzex em Natal nessa quarta-feira. (Foto: Cruzex)

Já o Major Milber Moura Bertolino, do Centauro, explicou que as unidades estão preparadas para a CRUZEX V. “A gente procura fazer durante o voo é mostrar que nós estamos no mesmo nível de treinamento dos pilotos de outros países”, disse.

Projetado em parceria entre o Brasil e a Itália, este modelo de caça já participou de um conflito real na década de 1990, quando a Aeronautica Militare enviou seus A-1 para o conflito do Kosovo. Naquela ocasião, as aeronaves atuaram em uma força de coalizão com outros países, cenário parecido com o simulado na CRUZEX V.

Fonte: Marcelo Oliveira / UFRN

Final de semana de Expoaer na Base Aérea de Santa Maria

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Duas aeronaves A-1 do 3°/10° Grupo de Aviação, Esquadrão Centauro, da Base Aérea de Santa Maria, partem para mais um voo de demonstração durante a Expoaer. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Neste final de semana, a Base Aérea Santa Maria (BASM) sedia a 39ª edição da Exposição Aeronáutica (Expoaer). A principal atração é a Esquadrilha da Fumaça, que se apresenta no domingo a tarde. A entrada para o evento é gratuita, mas a organização pede que o público leve um quilo de alimento não perecível para ser entregue a entidades assistenciais.

A programação começou nos sábado à tarde, e contou com passagens baixas de aeronaves A-1 do Esquadrão Centauro, demonstrações de rapel com os helicópteros UH-1H do Esquadrão Pantera, além da presença de aeronaves na exposição estática que incluiram aeronaves da Força Aérea Brasileira como A-29B, C-95, P-95 e T-27. Ao longo do dia, os visitantes poderão acompanhar acrobacias aéreas de grupos civis e militares, saltos de paraquedas, exposições, apresentações de cães farejadores.

A BASM abre seus portões às 10hs e a Esquadrilha da Fumaça se apresenta às 15hs. O site Cavok estará presente no evento e trará a cobertura completa nessa segunda-feira.

Esquadrão Pantera e Escola de Especialistas realizam treinamento conjunto

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O 5° Esquadrão do 8° Grupo de Aviação (5°/8°GAv – Esquadrão Pantera) e a Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) realizaram um treinamento conjunto com o objetivo de preparar os futuros sargentos especialistas em armamento da Força Aérea Brasileira. Os alunos tiveram contato com toda a preparação dos lançadores de foguetes e metralhadoras frontal e lateral do  H-1H. Também viram na prática o emprego armado a partir dessa plataforma. A missão pode marcar a despedida deste  helicóptero.

Todo o desempenho dos alunos foi avaliado e será computado para a classificação final do curso de formação. Foram observados desde a preparação das armas e munição, correção nos procedimentos, iniciativa em situações imprevistas e solução de panes até o número de acertos nos alvos.

A missão marca o início da vida operacional dos novos especialistas em armamento da FAB. O empenho dos envolvidos no treinamento resultou em um grande número de missões cumpridas sem acidentes e dentro dos prazos previstos.

O evento, realizado entre os dias 25 e 28, se revestiu de grande importância, pois pode ter sido o último emprego armado com os helicópteros H-1H, pelo 5°/8°GAv, na formação dos novos especialistas em armamento no estande de Saicã . O motivo é que o velho “Sapão”, após 43 anos como plataforma de armas no sul do Brasil, está sendo substituído pelo helicóptero H-60L Blackhawk, a partir do segundo semestre deste ano.

Fonte: Seção de Comunicação Social – BASM

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