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Textron fornecerá frota de aeronaves de ambulância aérea Beechcraft King Air 350 para serviço na Austrália

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Beechcraft King Air 350.

A Textron Aviation anunciou um contrato de compra com a Pel-Air, com sede em Nova Gales do Sul, na Austrália, para cinco aeronaves turboélice Beechcraft King Air 350 para serem usadas como ambulâncias aéreas.

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Dez aeronaves Beechcraft TC-12B Huron ex-US NAVY para a Força Aérea Argentina?

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A Fuerza Aérea Argentina vive uma de suas mais profundas crises em toda sua gloriosa história. (Foto: Chris Pasley / Meramente ilustrativa)

A Força Aérea Argentina concluiu a negociação para incorporar 10 Beechcraft TC-12B Huron, pertencentes à Marinha dos EUA e atualmente preservados. O que havia sido um boato por um longo tempo foi encerrado nos Estados Unidos, embora a operação ainda conte com algumas ressalvas.

Textron Aviation anuncia recursos aprimorados de convés de voo para aeronaves a pistão da Cessna e Beechcraft

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Cabine de voo integrada Garmin NXi 1000, que fará parte da linha de aeronaves a pistão da Cessna e Beechcraft.

A Textron Aviation anunciou o aprimoramento das capacidades no cockpit de voo para novas plataformas com motores a pistão produzidos pela Cessna e Beechcraft. Os recursos incluem novos equipamentos padrão e opcionais como parte da cabine de comando integrada de próxima geração G1000 NXi da Garmin, que fornece aos pilotos controle e conectividade aprimorados no cockpit.

Textron Aviation lança a Edição Especial King Air 350i King Ranch

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A marca líder de pecuária King Ranch terá uma série especial de aeronaves King Air 350i com interior e exterior exclusivos.

A Textron Aviation anunciou que se uniu à empresa King Ranch, importante marca do setor de pecuária, para lançar uma edição especial do Beechcraft King Air 350i. As entregas da edição especial King Ranch King Air 350i devem começar em 2019.

IMAGENS: Voa o primeiro T-6C Texan do programa de treinamento de pilotos do Reino Unido

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O primeiro Beechcraft T-6C Texan da empresa Affinity Flight Training Services durante o primeiro voo. (Foto: Affinity)

Na semana passada, o primeiro Beechcraft T-6C Texan, totalmente construído para a empresa Affinity Flight Training Services, realizou seu primeiro voo, com o avião já na pintura no padrão militar britânico. A aeronave realizou testes de todas as superfícies de controle e sistemas a bordo para garantir que ele esteja preparado e pronto para a exigente tarefa de treinamento de voo militar.

Acidente com aeronave Beechcraft LR-2 da Força de Auto-Defesa Terrestre do Japão

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A aeronave LR-2, matrícula JG-3057, que caiu no dia 15 de maio no Japão.

Quatro membros da tripulação da Força de Auto-Defesa Terrestre do Japão foram confirmados mortos depois que socorristas encontraram os destroços da aeronave turboélice de reconhecimento LR-2 (Beechcraft B300 Super King Air 350), reg 23-057/msn FL-677, que desapareceu do radar na segunda-feira em uma área montanhosa de Hokkaido.

França encomenda duas aeronaves King Air 350 para operações especiais ISR

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A França vai utilizar duas aeronaves King Air 350 ISR para missões de operações especiais. (Foto: Beechcraft)
A França vai utilizar duas aeronaves King Air 350 ISR para missões de operações especiais. (Foto: Beechcraft)

A Direção Geral de Armamento (DGA) da França, no dia em 22 de junho de 2016, concedeu a Sabena Technics e Thales um contrato para o fornecimento de duas aeronaves leves turboélices equipadas para missões de vigilância e reconhecimento.

Iraque prestes a se tornar cliente-lançador do Beechcraft AT-6 ‘Wolverine’

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Wolveire AT-6 (Foto - Beechcraft Defense Company - Textron Aviation) (9)
Beechcraft AT-6 ‘Wolverine’ / Foto: Beechcraft Defense Company

O Iraque, que até bem pouco tempo estava interessado na aquisição de algumas unidades do Super Tucano, deve se tornar o cliente-lançador da aeronave de ataque leve e conta-insurgência Beechcraft AT-6 ‘Wolverine’.

King Air é abatido na Venezuela!

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Aeronave abatida: Beechcraft B200 Super King Air

King Air supostamente utilizado para o tráfico de drogas é abatido na fronteira com a Colômbia!

Acidente com King Air

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Aeronave acidentada: Beechcraft B200 Super King Air, Prefixo N52SZ
Aeronave acidentada: Beechcraft B200 Super King Air, Prefixo N52SZ

Aeronave bate em prédio e pega fogo em aeroporto nos EUA. Há, pelo menos, quatro mortos, quatro desaparecidos e nove pessoas feridas!

Nova Zelândia vai de Beechcraft T-6C

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T-6A_Texan_IIA Nova Zelândia e a Beechcraft assinaram um contrato para substituir a aeronave Beech King Air por novas aeronaves de treinamento T-6.

Beechcraft apresenta a versão ISR do bimotor G58 Baron

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O bimotor G58 Baron que a Beechcraft adaptou para ser usado como plataforma ISR. (Foto: Beechcraft)
O bimotor G58 Baron que a Beechcraft adaptou para ser usado como plataforma ISR. (Foto: Beechcraft)

A fabricante Beechcraft está oferecendo uma nova aeronave de inteligência, vigilância, e reconhecimento (ISR) derivada do bimotor G58 “Baron”. Um primeiro modelo foi encomendado pela polícia de Porto Rico (Fuerzas Unidas de Rápida Acción – FURA).

Voa o primeiro Beechcraft AT-6 de produção

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O primeiro AT-6 de produção durante o seu voo inaugural em Wichita. (Foto: Hawker Beechcraft)
O primeiro AT-6 de produção durante o seu voo inaugural em Wichita. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Beechcraft Corporation anunciou nessa terça-feira, dia 20 de agosto, a conclusão do voo inaugural de sua primeira aeronave de ataque leve de produção Beechcraft AT-6. A empresa comemorou o evento na sua sede em Wichita, Kansas, com os funcionários e representantes políticos. Com mais de 1.600 horas já registrados em aeronaves de teste AT-6, a Beechcraft está oferecendo o AT-6 para as nações parceiras americanas na necessidade de ataque e apoio aéreo leve nos cenários mais exigentes.

LAS: USAF diz que contrato vai ser decidido através de dogfight!

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As aeronave AT-6 e Super Tucano vão se enfrentar num combate aproximado para decidir o vencedor.
As aeronave AT-6 e Super Tucano vão se enfrentar num combate aproximado para decidir o vencedor.

Melhor-de-três entre Super Tucano e AT-6 vai decidir o vencedor do LAS. Esaa foi a decisão que a USAF anunciou hoje para selecionar o vencedor do Programa Light Air Support (LAS), através de uma série de batalhas entre o Embraer do A-29 Super Tucano e o Beechcraft AT-6. A disputa será ao estilo “melhor de três” e o vencedor será agraciado com um contrato para a construção de 20 aviões para uso no Afeganistão.

Um dos duelos será realizada na Flórida, perto de Jacksonville, onde a Embraer e Sierra Nevada Corp planejam construir o Super Tucano. A segunda será realizada no céus de Wichita, KS, na casa da Beechcraft. Um terceiro duelo, se necessário, será realizado na Base Aérea Edwards na Califórnia, considerado um “território neutro”.

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A-29 vs AT-6 numa disputa melhor de três definirá o vencedor do Programa LAS. (Fotomontagem: aero-news.net)

Sobre isso, o porta voz do Pentágono, disse que cada empresa está equipando um avião com laser tag, tecnologia utilizada pelos operadores em duelo comerciais populares em todo o país. Acertos marcados sobre os aviões serão computados por um por um computador em cada uma das três rodadas de 15 minutos por duelo. A empresa que constrói o avião vencedor será anunciado como o vencedor do contrato para construir os aviões. Acertos em áreas críticas irá ativar latas de fumaça na aeronave e desativar sistemas não-críticos, e que a aeronave será determinada como “abatida”, mas ao pessoal de terra, terão oportunidades programada para reparar os sistemas para recolocar o avião no ar antes da próxima rodada. Se eles são incapazes de voar, o outro avião será nomeado o vencedor do duelo.

Em caso de empate com base nos pontos, após três rodadas, os aviões serão submetidos a uma série de desafios em que terá de evitar fogo de AAA durante múltiplas missões, simulando condições reais de combate no Afeganistão.

“Parecia que a única maneira de realmente ser justo para julgar as capacidades dos aviões”, disse sobre isso o site ANN. “Ambas as empresas concordaram em respeitar o resultado, o que significa que não haverá mais nenhum desafio demorados e dispendiosos para atrasar o programa. Cada um diz que eles têm o avião mais capaz. É hora de eles provarem ou calarem-se.”

A data para o embate já foi liberada, mas a fonte disse que “queremos conseguir este feito rapidamente, para que possamos obter os aviões necessários para os nossos combatentes no campo.

NOTA DO EDITOR: Feliz 1º de Abril!!!!! A brincadeira foi divulada no site Aero-news.net, a qual reproduzimos aqui.

Dica do amigo Diogo Franca. Obrigado 😉

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LAS: E a Beechcraft entra com mais um protesto junto a Corte Federal de Justiça dos EUA

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A aeronave A-29B Super Tucano que participou do programa Imminent Fury nos EUA.
A aeronave A-29B Super Tucano que participou do programa Imminent Fury nos EUA.

Mesmo com a Força Aérea dos EUA (USAF) liberando o início da fabricação das aeronaves de ataque leve Super Tucano para o programa LAS, a Beechcraft entrou agora com uma ação questionando a decisão de autorizar os trabalhos no programa de US$ 427,5 milhões concedido para empresa Sierra Nevada para o fornecimento de 20 aeronaves Embraer A-29 Super Tucanos para a Força Aérea afegã.

A Beechcraft já perdeu duas vezes a concorrência no programa LAS com sua aeronave turboélice AT-6. Na primeira vez também entrou com um protesto no tribunal federal que fez com que o programa fosse cancelado e depois reaberto. Após perder a competição pela segunda vez, entrou com um protesto junto ao Government Accountability Office (GAO), e em seguida entrou com uma ação na Corte Federal de Justiça dos EUA contra a decisão da Força Aérea norte americana de autorizar os trabalhos na fabricação dos Super Tucanos, mesmo com o GAO ainda não ter dado uma resposta definitiva sobre o protesto, prazo este que poderá demorar até 100 dias.

O Pentágono invocou um poder raramente usado para autorizar os trabalhos da Embraer, contrariando a revisão da segunda apelação da Beechcraft devido a perda de um contrato com a Força Aérea dos EUA. Citando “circunstâncias incomuns e convincentes”, o Pentágono disse que a Embraer poderá começar a trabalhar no fornecimento das 20 aeronaves Super Tucano para a Força Aérea do Afeganistão e ignorar o apelo do Beechcraft.

A USAF se comprometeu a entregar os A-29 para os afegãos no início de 2014, com cerca de um ano de atraso, depois de diversos processos judiciais. A Beechcraft diz que está considerando suas opções e emitiu uma declaração crítica de ação do Pentágono, chamando-a de “equivocada”.

Declaração da Embraer sobre o protesto da Hawker

A Embraer disse que continuará cumprindo as “obrigações contratuais de apoiar o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve.

O A-29 Super Tucano, que foi selecionado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês) no dia 27 de fevereiro, será produzido por trabalhadores americanos em Jacksonville, no Estado da Flórida, e sustentará mais de 1.400 empregos nos Estados Unidos. Estamos orgulhosos de apoiar os EUA e as suas nações parceiras nessa importante e crítica missão”.

A Embraer assinou no dia 15 de março um contrato de arrendamento de um hangar em Jacksonville, Flórida, onde os A-29s para o Afeganistão estão sendo montados.

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Embraer é liberada a produzir o Super Tucano para a Força Aérea dos EUA

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A aeronave Super Tucano em breve estará voando no Afeganistão. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)
A aeronave Super Tucano em breve estará voando no Afeganistão. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)

A Embraer foi liberada para iniciar a produção do avião Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos nesta sexta-feira (15).

Hoje, a Força Aérea do país conseguiu reverter determinação do GAO (Government Accountability Office), responsável por auditar licitações de governo, de segunda-feira, que resultou na suspensão dos trabalhos de produção do avião.

Embraer está otimista com pedidos de empresas americanas, diz presidente
Justiça dos EUA autoriza contrato de US$ 2 bi da Embraer com Republic Airways

A ordem de suspensão dos trabalhos é uma decorrência automática do processo aberto pela concorrente Beechcraft junto ao GAO, questionando o resultado.

A Força Aérea obteve a vitória sob o argumento de que o programa é estratégico e de interesse para a segurança nacional.

A Embraer venceu a disputa em dezembro de 2011, em parceria com a SNC (Sierra Nevada Corporation), mas a Beechcraft entrou na Justiça e conseguiu anular a concorrência. Uma nova disputa foi realizada e, fim de fevereiro, a Embraer e a SNC foram novamente anunciadas como vencedoras.

Interior do Super Tucano da Embraer. (Foto: Embraer)
Interior do Super Tucano da Embraer. (Foto: Embraer)

O contrato de US$ 428 milhões envolve a compra de 20 aviões Super Tucano, além de peças e serviços de manutenção. Os aviões serão usados para dar apoio à missão militar dos EUA no Afeganistão. Se concretizada, será a primeira venda da Embraer para a Defesa dos EUA.

BEECHCRAFT

“No que concerne à produção de aeronaves para ajudar os americanos a voltar do Afeganistão para casa, a Força Aérea dos EUA hoje concluiu que o ‘melhor interesse’ agora pesa nos ombros do Brasil”, declarou a Beechcraft, em nota.

A empresa americana questionava o valor do contrato. “Simplesmente não entendemos como a Força Aérea pode justificar um gasto adicional de mais de US$ 125 milhões pelo o que consideramos ser uma aeronave com menos capacidades”, disse em comunicado o presidente-executivo da empresa, Bill Boisture, após perder a licitação pela segunda vez.

Ele disse que sua empresa estava “muito perplexa” com a decisão e que há dúvidas sobre eventuais erros cometidos no processo de seleção.

EMPREGOS

Anteriormente conhecida como HB (Hawker Beechcraft), a Beechcraft saiu de um processo de concordata no mês passado. Em comunicado, ela disse que a decisão a favor da Embraer afetará cerca de 1.400 postos de trabalho no Kansas e em outros Estados americanos.

O presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, lembrou que a Embraer emprega 1.200 funcionários em sua fábrica na Flórida, nos EUA, e que a Beechcraft, desde 2008, demitiu cerca de 5.000 funcionários no país.

Fonte: Folha de São Paulo / Mariana Barbosa

Obrigado pela dica dos amigos Nick Fry, Rodrigo DS, Fox Delta, Rodrigo Ferreira e Jakson Almeida. Desculpem a demora ao publicar a notícia. 😉

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Contrato da Embraer com a Força Aérea dos EUA é paralisado

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Novamente os trabalhos no programa LAS foram paralisados por um protesto da Beechcraft. (Foto: Embraer)
Novamente os trabalhos no programa LAS foram paralisados por um protesto da Beechcraft. (Foto: Embraer)

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) emitiu uma ordem de interrupção de trabalhos para Embraer e Sierra Nevada, vencedoras da licitação LAS para venda de aeronaves Super Tucano que serão usadas pelos EUA no Afeganistão. A suspensão ocorre após a concorrente Beechcraft Corporation contestar o resultado da licitação, declarou ontem ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, o porta-voz da Força Aérea dos EUA, Ed Gulick.

Em comunicado, Gulick destaca: “A Força Aérea emitiu uma ordem de interrupção dos trabalhos na segunda-feira.” Apesar da ordem de interrupção, o porta-voz defendeu a escolha pela Força Aérea americana do consórcio formado por Embraer e Sierra Nevada para o fornecimento dos aviões que serão usados pelos EUA no Afeganistão. Gulick destacou que a Força Aérea, ao declarar vencedor esse consórcio, tomou a decisão “bem fundamentada” e que avaliou “de forma completa e justa” as outras propostas recebidas.

A ordem de interrupção dos trabalhos é um procedimento padrão, que se segue quando um concorrente questiona o resultado de uma licitação.

Pelo contrato, a americana Sierra Nevada e a brasileira Embraer devem fornecer 20 aeronaves Super Tucano, no valor inicial de US$ 428 milhões. O contrato, porém, pode chegar a US$ 950 milhões, dependendo da demanda futura da Força Aérea por novos aviões.

Empregos. Na última sexta-feira, a Beechcraft, que acaba de sair de uma concordata, anunciou que abriria uma ação formal no Escritório de Contabilidade do Governo dos EUA contra a decisão da Força Aérea. Segundo um comunicado da empresa, cerca 1,4 mil postos de trabalho no Kansas e em outros Estados estão em perigo devido à decisão da Força Aérea, que estaria transferindo a geração de empregos para o Brasil. A Embraer, porém, já informou que os aviões serão produzidos nos EUA, com geração de exatamente 1,4 mil empregos.

Depois que o processo entrar no Escritório de Contabilidade do governo dos EUA, os auditores têm até 100 dias para rever o caso e tomar uma decisão, destacou o porta-voz da Força Aérea.

Esta é a segunda vez que a Beechcraft Corporation tenta atrapalhar a venda de aeronaves a Força Aérea americana pela Sierra Nevada e a Embraer. Em 2011, as duas ganharam a licitação para o mesmo contrato, mas a então Hawker Beechcraft entrou na Justiça contra a decisão e o governo decidiu cancelar a licitação e fazer outra, após descobrir “deficiências no processo e documentação que não poderiam confirmar a adequação” da decisão de declarar as duas empresas vencedoras.

Em 27 de fevereiro, a Sierra Nevada e a Embraer foram novamente declaradas vencedoras do contrato. Gulick destaca que o processo de licitação começou em maio de 2012 e um novo time cuidou da avaliação.

Fonte: Estadão via agências

Dica do amigo Fox Delta. Obrigado 😉

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Comunicado conjunto da Sierra Nevada (SNC) e da Embraer Defesa e Segurança sobre a decisão da Beechcraft de protestar a escolha do contrato do programa LAS

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A aeronave A-29 Super Tucano que foi oferecida pela Sierra Nevada na competição LAS da USAF. (Foto: Juliano Lisboa / Cavok)
A aeronave A-29 Super Tucano que foi oferecida pela Sierra Nevada na competição LAS da USAF. (Foto: Juliano Lisboa / Cavok)

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) selecionou pela segunda vez o A-29 Super Tucano para o programa LAS. Ao fazer a divulgação, a USAF afirmou que “essa escolha é o resultado de uma concorrência plena e aberta,” e o Tenente-Brigadeiro C.R. Davis, representante militar para aquisições da USAF disse “estou certo que o processo de seleção foi rigoroso e meticuloso.” Até o CEO da Beechcraft comentou sobre os cuidados e o profissionalismo do processo. Na verdade, este foi um processo de avaliação totalmente novo, conduzido por uma nova equipe e supervisionado por um Brigadeiro de três estrelas.

Ao avaliar os concorrentes, a USAF examinou três critérios, nesta ordem prioritária: capacidade para a missão, histórico de desempenho e preço para determinar o melhor custo-benefício.

O A-29 recebeu uma classificação excepcional em termos de capacidade técnica e baixo risco, em todas as categorias. Hoje, somente o A-29 Super Tucano está operacional e realizando missões de apoio aéreo tático. Suas capacidades e trajetória de sucesso são plenamente reconhecidas e demonstradas, e o histórico do desempenho da Embraer e da SNC é igualmente comprovado. Baseados nesses fatores, estamos confiantes de que a USAF escolheu o A-29 como a solução com o menor risco para os Estados Unidos e seus parceiros e o melhor custo-benefício.

De acordo com o processo de concorrência, a USAF selecionou o A-29 baseado nos três fatores descritos acima, não somente um deles. A USAF entendeu que o preço que está pagando pelo A-29, uma aeronave superior, é parte deste custo-benefício. Esperamos outra rápida decisão do órgão competente nos EUA (Government Accountability Office) quanto ao protesto da Beechcraft.

Um importante aspecto da nossa proposta é a geração de empregos em Jacksonville, Flórida. Entendemos que ela estabelece um novo modelo para trazer de volta para os EUA empregos na manufatura aeroespacial de alta tecnologia, revertendo a recente migração de postos de trabalho para fora do país. As aeronaves A-29 para o programa LAS serão fabricadas em Jacksonville. O contrato da Embraer e da SNC para o LAS ajudará a manter mais de 1.400 postos de trabalho americanos, refletindo tanto a ampla base de fornecedores nos Estados Unidos —com mais de 100 empresas que fornecerão as peças e os serviços para o A-29 Super Tucano — e novos empregos que serão criados pela Embraer e a SNC. A Embraer criará novos empregos de alta tecnologia na sua fábrica em Jacksonville, somados às 1.200 pessoas que atualmente emprega nos Estados Unidos, e a SNC acrescentará 2.500 pessoas à sua força de trabalho.

O A-29 Super Tucano é a escolha certa para a missão, os combatentes, os contribuintes, os trabalhadores norte-americanos e nações parceiras. À luz da força da nossa proposta e da profundidade do processo de avaliação, lamentamos que a Beechcraft esteja uma vez mais protestando contra o contrato do LAS.

Um ano atrás, a necessidade de se ter essa aeronave era crítica e, hoje, tornou-se ainda mais. A Embraer e a SNC estão avançando e se preparando para começar as operações em Jacksonville.

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Hawker Beechcraft protesta contra decisão da Força Aérea dos EUA no programa LAS

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A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)
A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)

A Beechcraft Corporation anunciou hoje que vai protestar formalmente ao Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA (GAO – Government Accountability Office) sobre a escolha da Força Aérea dos EUA (USAF) no recente contrato de aeronaves de apoio aéreo leve (LAS) para sua concorrente brasileira, a Embraer. Estima-se que 1.400 empregos em Kansas e em outros estados estão em perigo como resultado da decisão da Força Aérea.

“Após o nosso debriefing com a Força Aérea dos EUA no início desta semana, estamos muito perplexos com essa decisão”, disse Bill Boisture, CEO da Beechcraft. “Nossa crença é que temos a melhor aeronave que foi confirmada pela classificação da Força Aérea com nossas aeronaves “excepcionais” e do fato de que nós somos a solução de menor custo, confirmada pelo anúncio da USAF ao público.”

No ano passado, uma investigação da Força Aérea encontrou evidências de viés a empresa brasileira Embraer e sua parceira Sierra Nevada Corporation (SNC), o que levou à decisão de reiniciar a competição. Embora a SNC mais tarde tenha processado a Força Aérea tentando executar uma decisão tendenciosa, a juíza do Tribunal Federal de Reclamações dos EUA, Christine OC Miller, escreveu no dia 1° de novembro de 2012, a opinião de que, com base em evidências da investigação de viés “a decisão da Força Aérea de cancelar a adjudicação do contrato à SNC e re-solicitar as propostas foi razoável e racional, e devia ser mantida.”

“Nós simplesmente não entendemos como a Força Aérea dos EUA pode justificar os gastos de mais de 40 por cento sobre a outra aeronave – mais de 125 milhões dólares – para o que consideram ser a menos capaz das aeronaves”, disse Boisture. “Dada a nossa experiência no ano passado e nossa contínua preocupação forte de que há novamente erros significativos no processo e na avaliação neste concurso, ficamos com nenhum outro recurso senão apresentar um protesto junto ao GAO. A Força Aérea dos EUA precisa tomar a decisão certa para a nação e nossos aliados no futuro”.

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Beechcraft AT-6 completa Fase III da avaliação de armamentos

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A aeronave de ataque leve AT-6 com duas bombas guiadas Paveway II e lançadores de foguetes. (Foto: Mission Ready / HBDC)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou hoje que completou a Fase III da avaliação de armamentos na Base Aérea de Eglin, na Flórida, após com sucesso lançar mais de 265 bombas e foguetes, e disparar 3.000 projéteis dos canhões calibre .50 da aeronave de ataque leve AT-6.

Esta semana, durante a Air & Space Conference and Technology Exposition 2012, da Associação da Força Aérea dos EUA, em Washington, DC, a empresa compartilhou a lista completa das armas dos EUA e padrão OTAN que foram integradas e testadas para demonstrar a capacidade do avião de ataque leve em produção AT-6.

Durante a Fase III, o AT-6 tornou-se a primeira aeronave de asa fixa a lançar com sucesso os foguetes guiados a laser de 2,75 polegadas GATR, Talon e APKWS, e também conseguiu um acerto direto com mísseis ar-superfície AGM-114 Hellfire II P+. As Fases I e II da avaliação de armas incluiu lançamentos de bombas de propósito geral e guiadas a laser com ajudas de computadores, bem como tiros ar-terra e ar-ar com a aeronave usando dois canhões calibre .50. Todos os testes de armas foram realizados com a supervisão do Centro de Armamentos Aéreos da Força Aérea dos Estados Unidos e do Centro de Testes do Comando Aéreao da Reserva e da Guarda Aérea Nacional.

“O futuro avião de ataque leve está aqui hoje como prova da capacidade do AT-6 de empregar uma ampla variedade de armas que nenhuma outra aeronave de ataque leve possui”, disse Derek Hess, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Negócios da HBDC. “O AT-6 lidera a tarefa de ataque leve com a aeronave Beechcraft AT-6 completando a Fase III da demonstração da capacidade de armas de precisão financiada pelo Congresso dos EUA que atende as necessidades da Capacidade de Fabricação em Parceria (BPC) da USAF.”

O AT-6 armado com mísseis AGM-114 Hellfire e foguetes guiados DAGR. (Foto: Mission Ready / HBDC)

As seguintes armas foram integradas e testadas no AT-6:

  • Mísseis guiados por laser AGM-114 Hellfire II P+
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser APKWS
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser TALON
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser GATR
  • Bombas guiadas a laser GBU-12 Paveway II de 500 libras
  • Bombas guiadas a laser GBU-58 Paveway II de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-81 de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-82 de 500 libras
  • Canhões de calibre .50

O AT-6 é uma aeronave multi-função com um sistema multi-missão projetado para atender o amplo espectro de emergentes necessidades para a missão de ataque leve.

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