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Decisão sobre jatos da FAB deve ficar para 2010

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finalistas_fx-2_brasil1O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse nesta quarta-feira (9) que somente em 2010 o governo deverá concluir a licitação para a compra dos 36 novos aviões de combate que irão substituir parte da atual frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo Jobim, que havia dito que a empresa vencedora seria anunciada ainda este mês, o “tempo está escasso” para que isso aconteça.

“A Força Aérea ainda não me entregou o trabalho [a análise técnica das propostas apresentadas pelas três empresas concorrentes]. Vai entregar talvez na semana que vem e eu creio que isso vai ficar para o início do ano que vem”. Ele reafirmou que a decisão final sobre o negócio será política e caberá ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Três empresas disputam o contrato milionário com o governo brasileiro: a francesa Dassault, fabricante do caça Rafale; a norte-americana Boeing, produtora do modelo F-18 Super Hornet e a sueca Saab, com o modelo Gripen NG.

Dassault Rafale
Dassault Rafale
Boeing F/A-18F Super Hornet
Boeing F/A-18F Super Hornet
Saab Gripen NG
Saab Gripen NG

A previsão inicial era de que a FAB concluísse a análise técnica das propostas e entregasse o resultado ao ministro até o fim de outubro. Cumprida essa etapa, o ministério iria repassar seu relatório ao presidente Lula para que ele então tomasse a decisão final.

As três concorrentes estão sendo avaliados em cinco áreas consideradas prioritárias pelo governo brasileiro: transferência de tecnologia; domínio brasileiro do sistema de armas oferecido; acordos de compensação e participação da indústria nacional, além de aspectos técnico-operacional e comercial. O domínio do sistema de armas irá garantir que o Brasil use, sem qualquer restrição, os armamentos próprios, já existentes ou a serem desenvolvidos.

Fonte: Abril.com

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LIVRO: Varig – Eterna Pioneira

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Capa do livro Varig - Eterna Pioneira
Capa do livro Varig - Eterna Pioneira

No próximo sábado, dia 12 de dezembro, será lançado em São Paulo o livro Varig – Eterna Pioneira, que foi escrito por Gianfranco Beting, especialista em aviação e atual diretor de marketing da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, com supervisão editorial do jornalista Joelmir Beting.

Apaixonado por aviação e pela Varig, em especial, desde criança, Gianfranco, ou Panda, como é mais conhecido, revela que o livro resgata a história da Varig, companhia considerada a paixão dos brasileiros.

O projeto consumiu dois anos de trabalho. Dezenas de ex-colaboradores foram entrevistados, inclusive a maioria dos ex-presidentes ainda vivos, pilotos-chefe, diretores e comissárias. A obra tem 276 páginas e centenas de imagens, entre fotos e ilustrações, a maioria delas inéditas.

O evento de lançamento em São Paulo vai ocorrer na Universidade Anhembi Morumbi (Rua Casa do ator, 275 – Auditório), a partir das 9h e 30 min, onde haverá uma palestra sobre a história da companhia e depois, sessão de autógrafos. O livro é uma co-edição da Editora Universitária PUCRS – EDIPUCRS e da Beting Books.

República Dominicana recebe dois Super Tucanos

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Esse deverá ser o padrão de camuflagem de alguns Super Tucanos da República Dominicana
Esse deverá ser o padrão de camuflagem de alguns Super Tucanos da República Dominicana

A delegação do Ministério da Defesa da República Dominicana faz nesta sexta-feira sua última inspeção em dois dos oito aviões Super Tucano da Embraer que serão incorporados à frota do país.

Dois Super Tucano da República Dominicana em frente ao hangar da Embraer
Dois Super Tucano da República Dominicana em frente ao hangar da Embraer

Nessa semana, as duas aeronaves já estarão em ares dominicanos; as unidades restantes serão entregues entre janeiro e maio de 2010. Na quinta-feira passada, uma solenidade na Fiesp (Federação da Indústrias do Estado de São Paulo) selou o início de um acordo comercial promissor entre Brasil e República Dominicana no setor de Defesa.

O diretor titular do Comdefesa (Departamento da Indústria da Defesa), Jairo Cândido, fez uma breve apresentação dos produtos confeccionados no Brasil e ressaltou que o emprego dessas aeronaves em outros países demonstra a supremacia e confiança na indústria brasileira. “Para nós, é muito mais que uma venda. Representa um pacto profundo de amizade entre os dois países”, afirmou. “Esta é a maior declaração de confiança que a República Dominicana poderia dar porque coloca parte da manutenção da sua soberania em equipamentos brasileiros”, complementou.

Fonte: Aviação em Revista

Pilotos da Esquadrilha da Fumaça voam com os Red Arrows

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Voo dos pilotos brasileiros com os Red Arrows
Voo dos pilotos brasileiros com os Red Arrows

Em meio ao Circuito Nordeste, dois pilotos da Esquadrilha da Fumaça deixaram a equipe com o nobre objetivo de realizar uma viagem de intercâmbio com os Red Arrows, Esquadrão de Demonstração Aérea da Força Aérea Inglesa.

O Cap Av Ricardo Felzcky e o Cap Av Anderson Amaro Fernandes decolaram de Fortaleza/CE a bordo de um avião comercial, no dia 15 de novembro. No percurso, escala em Lisboa, pouso em Londres e uma viagem de carro até Lincoln, distante 300 km da capital inglesa, onde fica a sede da Royal Air Force Aerobatic Team.

Os pilotos da Esquadrilha da Fumaça Cap Av Anderson Amaro Fernandes e o Cap Av Ricardo Felzcky defronte o BAe Hawk dos Red Arrows
Os pilotos da Esquadrilha da Fumaça Cap Av Anderson Amaro Fernandes e o Cap Av Ricardo Felzcky defronte o BAe Hawk dos Red Arrows

Durante quatro dias, nossos pilotos voaram isolados e em formação a bordo das aeronaves Hawk. Antes, porém, submeteram-se a detalhados exames, que atestaram uma perfeita saúde para se aventurar na aeronave estrangeira.

Além das atividades aéreas, os dois pilotos foram recepcionados com um jantar de confraternização e até um jogo de futebol.

Dentre outras curiosidades e particularidades, os pilotos destacaram o fato dos ingleses não almoçarem, fazem apenas um lanche durante o dia, e; terem dedicação exclusiva ao voo, diferente do brasileiro que se ocupa também com atividades administrativas.

No dia 21 de novembro, os pilotos voltaram ao Brasil, pousando em Recife/PE, para se vincularem ao Circuito Nordeste novamente.

Na mala, algumas histórias para contar e a impressão inglesa que já é mundialmente conhecida. “O que mais me impressionou foi a pontualidade dos Red Arrows”, afirmou o Cap Felzcky, que voltou cheio de ideias de melhorias para o Esquadrão brasileiro, cumprindo com a finalidade do intercâmbio.

De qualquer forma, o EDA não deixa nada a desejar em relação aos ingleses. “Não há como comparar os times, pois voamos aeronaves diferentes, mas a nossa estrutura física e a rotina de trabalho estão em grau de igualdade.”, finalizou o experiente piloto.

Sobre o Red Arrows

Esquadrão Red Arrows da RAF (Foto: Katsuhiko Tokunaga)
Esquadrão Red Arrows da RAF (Foto: Katsuhiko Tokunaga)

O time inglês realiza suas demonstrações com 9 aeronaves e têm exatamente 9 pilotos, portanto não há piloto reserva. Cada piloto permanece na equipe durante 3 anos e não possui instrutor, aprendendo as manobras de sua posição de voo sozinhos. Semelhante ao EDA, realizam aproximadamente 100 demonstrações anuais, mas possuem mais de 4000 em sua história.

Mais informações no site dos Red Arrows

Fonte: Esquadrilha da Fumaça

2º ETA (Esquadrão de Transporte Aéreo) realizou exercício em Maceió

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C-95B Bandeirante da FAB
C-95B Bandeirante da FAB

O Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo realizou, no período de 20 a 27 de novembro de 2009, o Exercício Operacional “Turíbio”, na cidade de Maceió, Alagoas, com a finalidade de verificar o funcionamento de sua célula de Comando e Controle, seu enlace com o Segundo Comando Aéreo Regional, testar os Planos e Ordens da Unidade e manter os seus tripulantes treinados para as missões de Lançamento Aéreo da Tarefa de Sustentação ao Combate.

Para a realização do Exercício, o Esquadrão foi inserido num contexto de guerra simulada, criada a partir de uma disputa territorial entre os países: Azul e Vermelho, numa região denominada de Topázio, nas proximidades da capital do estado de Alagoas.

O II COMAR ativou a Força Aérea 222, cujas ordens de movimentação aérea foram coordenadas pelo COA-22, que mantinha contato direto com a Seção Móvel de Operações Aéreas do Esquadrão Pastor, montada no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Maceió (DTCEA-MO).

Sobrevoo das aeronaves Bandeirante do 2º ETA, sobre Alagoas
Sobrevoo das aeronaves Bandeirante do 2º ETA, na cidade de Maceió

Diariamente, o 2º ETA recebia os acionamentos de missões, que eram planejadas imediatamente e realizadas no dia seguinte, de acordo com o desenrolar do cenário do conflito, que era atualizado constantemente e apresentado a todo o efetivo durante o brifieng Diário de Situação.

Além do adestramento operacional das equipagens, o Exercício serviu também para o treinamento de mobilidade e verificação da capacidade de operação fora de sede, uma vez que foram utilizadas as instalações abandonadas do antigo aeroporto para abrigar a Unidade Aérea.

A Operação contou com duas aeronaves C-95B Bandeirante, que realizaram vôos de Navegação à Baixa Altura com lançamentos de fardos, em saídas isoladas e em formação.

Durante o Exercício, o Esquadrão operou também com uma aeronave C-97 Brasília e uma C-98 Grand Caravan, que cumpriram missões de transporte aéreo logístico para a Zona do Interior, e auxiliaram na mobilidade da Unidade Aérea.

Como curiosidade, a escolha do nome “Turíbio”, foi uma iniciativa dos militares da manutenção, para homenagear o Suboficial Eisenhower, que completou no mês de novembro, a expressiva marca de cinco mil horas de voo na aeronave Bandeirante e cujo segundo nome, batizou o Exercício.

No encerramento, o Comandante do 1º/6º GAV foi convidado a proferir uma palestra sobre “O papel da Unidade Aérea dentro da estrutura de um JFAC (Joint Air Force Component)”, instrução que contextualizou todos os integrantes do 2º ETA sobre as atividades realizadas durante o Exercício, além de dar início à preparação do Esquadrão Pastor para a participação na Operação CRUZEX 2010.

Fonte: 2º ETA

Embraer recebe 30 pedidos do Phenom 100 VLJ para clientes da Índia

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Embraer Phenom 100 VLJ
Embraer Phenom 100 VLJ

A Embraer divulgou em um press release a informação que recebeu 30 pedidos da aeronave Phenom 100 VLJ para o mercado da Índia.

Esses 30 pedidos para o jato Phenom 100 da Embraer VLJ deverão ser preenchidos nos próximos dois ou três anos. As entregas deverão começar no terceiro trimestre de 2010.

Interior do Phenom 100 da Embraer
Interior do Phenom 100 da Embraer

O avião Phenom 100 VLJ da  Embraer pode levar 4 pessoas a bordo, e cada unidade custa cerca de US$ 4 milhões. Diante do potencial para ainda mais pedidos, a Embraer decidiu levar o Phenom 100 para ou tour por toda Índia, promovendo a aeronave para possíveis clientes. O VLJ visitará sete cidades da Índia, e depois irá para Cingapura e Austrália. A aeronave deve fazer uma apresentação em Bangalore e após seguirá para Nova Déli, antes de seguir para as outras cidades.

Na Índia, o serviço autorizado da Embraer poderá ser feito pela Indamer Company. A Invision Projects fez um pedido para 20 aviões Phenom 100 VLJ, enquanto a Aviators India, uma empresa de táxi aéreo, fez o pedido de duas aeronaves.

No mundo todo, o Phenom 100 recebeu 750 pedidos.

Embraer obtém certificação da ANAC para o jato Phenom 300

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Embraer Phenom 300
Embraer Phenom 300

logo_phenom_certA Embraer recebeu hoje os certificados de tipo e de produção para o jato executivo Phenom 300, da categoria light, por parte da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), do Brasil, em cerimônia realizada na sede da Empresa, em São José dos Campos. O certificado de tipo por parte da Federal Aviation Administration (FAA), autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, é esperado para as próximas semanas.

O alcance máximo do Phenom 300, originalmente projetado em 3.334 quilômetros (1.800 milhas náuticas), foi estendido para 3.650 quilômetros (1.971 milhas náuticas) com seis ocupantes e reservas NBAA IFR. O desempenho de pista também foi melhorado significativamente sobre as metas iniciais. A extensão de pista para decolagem, com o jato no peso máximo de decolagem, é agora de 956 metros (3.138 pés), consideravelmente melhor do que o planejado de 1.127 metros (3.700 pés), enquanto a distância de pista para pouso com o peso máximo de aterrissagem foi melhorado para 799 metros (2.621 pés), ou 100 metros (329 pés) a menos do que a meta inicial de 899 metros (2.950 pés).

Para vôos de e a partir de aeroportos com restrições devido à altas temperaturas ou grandes altitudes, o Phenom 300 excedeu as metas de alcance, o que resultou, por exemplo, em um alcance de mais de 3.704 quilômetros (2.000 milhas náuticas) a partir de Aspen, no Estado do Colorado, nos Estados Unidos. O desempenho de subida também superou as expectativas, permitindo à aeronave decolar ao nível do mar com peso máximo e alcançar o teto operacional de 45 mil pés em apenas 26 minutos. Equipado com dois eficientes motores Pratt & Whitney Canada PW535-E, o consumo de combustível do Phenom 300 é até 6% melhor do que o originalmente estimado.

A velocidade máxima de 453 nós (True Air Speed – TAS) foi validada durante a campanha de testes de certificação. Certificado sem restrições, o Phenom 300 está apto a voar de acordo com as Regras de Vôo Visual (Visual Flight Rules – VFR) e Regras de Vôo por Instrumentos (Instrument Flight Rules – IFR), dia e noite, e em condições conhecidas ou previstas de gelo. A aeronave também cumpre os requisitos de ruído externo, Estágio IV, tendo sido certificada com a margem cumulativa de 24 EPNdB.

O altamente intuitivo sistema Prodigy® flight deck, baseado nos aclamados aviônicos Garmin G1000, foi concebido a partir da experiência acumulada pela Embraer no desenvolvimento de projetos orientados a fatores humanos. Sua filosofia quiet and dark, combinada com características ergonômicas excepcionais, oferece completo alerta situacional e de automação, gerando baixa carga de trabalho, o que possibilita ao jato ser operado por apenas um piloto.

Interior do Phenom 300
Interior do Phenom 300

O interior do Phenom 300 foi certificado para oferecer espaço e conforto sem precedentes na categoria de jatos light. As janelas, o volume da cabine e o compartimento de bagagem são os maiores entre todos os jatos desta classe. A seção transversal Oval Lite beneficia os passageiros com amplo espaço para as pernas e a cabeça, com assentos totalmente reclináveis que podem se mover lateralmente e girar 180º oferecendo aos passageiros grande mobilidade na cabine. Com uma porta rígida, o lavatório traseiro é o único no segmento que possui serviço externo. O sistema de entretenimento a bordo oferece como opcionais monitores individuais e uma tela de 10,4 polegadas no teto. A generosa galley e o espaço de armazenamento do guarda-roupa adicionam conveniência a uma experiência premium de viagem.

Além de seus incríveis conforto e desempenho, o Phenom 300 também estabeleceu um novo patamar em termos de robustez, simplicidade na manutenção, e despachabilidade. Projetado para um ciclo de 35 mil horas de vôo, o avião também oferece outras características únicas que elevam o Phenom 300 ao mais alto nível entre os jatos light: SmartprobesTM, que aumentam a confiabilidade e reduzem as tarefas de manutenção; freios de carbono, que permitem 60% menos substituições; sistema brake-by-wire; sangria quente para o sistema de anti-gelo do estabilizador horizontal; e ponto único de reabastecimento de combustível.

A Companhia também possui parcerias com renomadas empresas em áreas de logística e de treinamento de pilotos. A estrutura de suporte ao produto da Empresa abrange operações de vôo e suporte técnico e de manutenção, bem como um novo Contact Center, que reduz o tempo de permanência em solo aplicando os recursos apropriados de forma rápida e eficiente em situações críticas.

A partir de 1º de Fevereiro de 2010, o preço de lista do Phenom 300 será de US$ 8,14 milhões em condições econômicas de 2010, para um avião na configuração básica FAA.

Fonte: Embraer

Outra aeronave Airbus A330-200 Air France reporta forte turbulência sobre o Atlântico

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Airbus A330-200 F-GCZK (Foto: Olivier Corneloup via Airliners.net)
Airbus A330-200 F-GZCK (Foto: Olivier Corneloup via Airliners.net)

Na madrugado do dia 30 de novembro, um Airbus A330-200 da Air France, prefixo F-GZCK, no voo AF-445 do Aeroporto Internacional do Galeão, Rio de Janeiro (Brasil) para o Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris (França), quando estava voando no nível de cruzeiro de 38 mil pés, na aerovia UN741, a cerca de 680 milhas náuticas (1.260km) nordeste de Fortaleza, no Ceará, e a 750 milhas náuticas (1.390km) ao sudoeste de Praia, Cabo Verde, declarou emergência através da frequência indicativa internacional, pois havia encontrado turbulência severa na região sobre o Oceano Atlântico e decidiu então descer na rota para o nível de voo de 28 mil pés.

A aeronave pouso em segurança no aeroporto francês, 6 horas e 40 minutos depois de declarar emergência.

O aviso de emergência foi repassado pela tripulação de um Airbus A330-200 da TAM, prefixo PT-MVG, que efetuava o voo JJ-8055 de Paris para o Rio de Janeiro, por volta das 03:50 GMT (01:50 horário de Brasília).

A Air France ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Isso ocorre exatamente cinco meses depois do acidente ocorrido no voo AF447 da Air France, onde 215 pessoas morreram na queda de um A330-200 sobre o Oceano Atlântico, após indicações de forte turbulência na região.

KLM efetua primeiro voo de passageiros numa aeronave usando biocombustível

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Boeing 747-300 da KLM, que usou biocombustível num voo com passageiros
Boeing 747-300 da KLM, que usou biocombustível num voo com passageiros

As aeronaves comerciais são as maiores contribuidoras na emissão de gás carbônico na atmosfera, mas os fabricantes e as operadoras aéreas estão tomando medidas para contornar o problema.

Companhias aéreas como a Virgin Atlantic estão conduzindo voos de demonstração usando biocombustíveis, e agora a KLM Royal Dutch Airlines completou seu primeiro voo com passageiros a bordo, usando querosene sustentável. Usando um percentual de 50% de bioquerosene e 50% de combustível normal para jatos em apenas um dos quatro motores, um Boeing 747 transportando 40 passageiros selecionados, na semana passada circulou os céus da Holanda por uma hora, no voo que a KLM diz ser o primeiro do tipo na Europa.

Pouso do Boeing 747-300 da KLM usando biocombustível num de seus motores
Pouso do Boeing 747-300 da KLM usando biocombustível num de seus motores

O combustível “verde” usado para o voo foi convertido do óleo da planta camelina, uma planta comestível, usando um processo originalmente desenvolvido em 2007 pela UOP, uma subsidiária da Honeywell, trabalhando num contrato para a agência de Projetos e Pesquisas Avançadas de Defesa dos EUA (DARPA) para produzir combustível renovável para jatos militares para as forças armadas dos EUA. O processo é baseado na tecnologia de hridroprocessamento usado normalmente nas refinarias que produzem os combustíveis para os meios de transporte. Nesse processo, o hidrogênio é adicionado para remover o oxigênio dos óleos naturais produzidos a partir de matérias-primas sustentáveis incluindo a camelina, pinhão-manso e algas.

O processo de produção feito pela UOP para o biocombustível para jatos é misturado ao combustível com a base de petróleo. Quando são misturados na taxa de 50% para cada tipo, o biocombustível adquire as mesmas características de operação do combustível normal, mantendo as especificações dos motores atuais, incluindo o ponto de congelamento de -47°C e o ponto de ignição de 38°C.

O Brasil também se prepara para usar o biocombustível na aviação comercial

Na semana passada, a companhia aérea Azul anunciou que fará um voo experimental em 2012, com uso do bioquerosene, um combustível renovável produzido a partir da cana-de-açúcar.

O projeto para o uso do bioquerosene é resultado de uma parceria entre a Embraer, a multinacional Amyris, especializada no desenvolvimento de biotecnologias, e a General Electric, fabricante de motores para jatos. Durante o anúncio do memorando de entendimento entre as companhias, em São Paulo, acordou-se que  o voo, daqui a três anos, será comandado pelo diretor de operações da Azul, Miguel Dau,  e usará uma mistura de 20% a 50% do biocombustível misturado ao querosene normal de aviação.

O bioquerosene, desenvolvido pela empresa americana Amyris, companhia com seis anos de vida, será fabricado a partir de uma das etapas da produção do etanol. Após a fermentação do caldo da cana, o material que dará origem ao combustível será separado por um processo de centrifugação, ao contrário do etanol, obtido por meio da destilação.

Com a adoção do querosene de origem renovável, a Azul pretende resolver antigas questões econômicas e ambientais. Além de reduzir sua dependência pelos combustíveis de origem fóssil, que hoje representam entre 30 e 40% dos seus custos, a empresa diminuirá significativamente suas emissões de gás carbônico (CO2), que provocam o aumento do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.

Incidente com E190 da Azul em voo que partiu de Salvador

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E190 da Azul Linhas Aéreas
E190 da Azul Linhas Aéreas

No dia 24, uma aeronave Embraer ERJ-190 da Azul Linhas Aéreas, no voo AD-4061, de Salvador,BA para Campinas,Viracopos, SP, no Brasil, com 94 passageiros, após 30 minutos de voo, teve todas as máscaras de oxigênio dos passageiros liberadas e a tripulação iniciou uma descida de emergência para o nível de voo de 10.000 pés, devido a perda de pressão na cabine. O avião retornou para Salvador e pousou em segurança.

O voo foi cancelado e os passageiros remarcados para os voos seguintes.

Fonte: Aviation Herald

Embraer confirma mais duas opções de E-Jets para a austríaca NIKI

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Embraer 190 da austríaca NIKI
Embraer 190 da austríaca NIKI

Companhia aérea de baixo custo da Áustria aumenta pedidos firmes para o EMBRAER 190.

A Embraer e a segunda maior companhia aérea austríaca, a NIKI Luftfahrt GmbH, assinaram contrato para mais dois jatos EMBRAER 190, confirmando direitos de compra do contrato original anunciado em julho de 2008. O início das entregas desta nova encomenda está previsto para o primeiro semestre de 2011.

“É uma grande honra para a Embraer ter a NIKI reafirmando sua confiança no EMBRAER 190 por meio da confirmação destes direitos de compra apenas seis meses após o recebimento do primeiro E-Jet”, disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Estamos realmente satisfeitos em ver os nossos E-Jets auxiliando a NIKI no inovador e restritivo mercado de baixo custo.”

Beneficiando-se do inigualável e baixo custo operacional dos E-Jets, bem como seu consumo de combustível e nível de emissão de poluentes reduzidos, a NIKI se tornou a primeira empresa aérea de baixo custo européia a operar o EMBRAER 190 com 112 assentos, otimizado para
rotas de média demanda, juntamente com aeronaves narrowbody convencionais com capacidade de 150 a 210 assentos, otimizadas para rotas com grande demanda.

“O EMBRAER 190 se encaixa muito bem na nossa estratégia de crescimento e nos ajudará a ser uma empresa lucrativa pelo quinto ano consecutivo”, disse Niki Lauda, fundador e Presidente da NIKI Luftfahrt GmbH. “Complementando a nossa frota de narrowbody, o EMBRAER 190 nos proporciona maior cobertura de mercado e o desenvolvimento de melhores oportunidades de negócios, oferecendo o mesmo nível de conforto aos nossos passageiros.”

Fonte: Embraer

FX-2: Jobim entrega relatório a Lula

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Dassault Rafale
Dassault Rafale

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reuniu ontem, dia 23, com o presidente Lula para apresentar o relatório técnico elaborado pela Força Aérea Brasileira sobre os três caças supersônicos que disputam a concorrência da Aeronáutica. A preferência de Jobim e de Lula pelo francês Rafale, da Dassault, é escancarada. Mas o relatório, apesar de não ser conclusivo, não ajuda os franceses.

0900579_5000900580_500Um novo dado vai ajudar os suecos da Saab, que produz o Gripen. De acordo com o relatório, o custo por hora voada do Gripen é de 4.000 dólares, contra 14.000 do Rafale. Já o custo do F-18, da americana Boeing, fica em torno de 10.000 dólares.

Os pilotos da FAB já declararam a preferência pelo F-18. O caça é o que teve maior sucesso em conflitos recentes, mas tem contra si as restrições do governo americano em transferir tecnologia. Já o comando da Aeronáutica e a Embraer, que será a parceira nacional de qualquer um dos envolvidos, preferem o sueco Gripen. Além do preço menor por hor voada, o Gripen custa metade do preço do francês e oferece maior acesso a novas tecnologias.

Mesmo assim, pessoas próximas ao governo dizem que é difícil a Dassault perder a parada. Interesses políticos, como o apoio da França pela entrada do Brasil no conselho de segurança da ONU, devem falar mais alto.

Fonte: Marcelo Onaga (Blog Primeiro Lugar – Portal Exame)

Air Astana, do Cazaquistão faz o pedido de dois Embraer 190

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Embraer 190 da Air Astana
Embraer 190 da Air Astana

dubai_airshow MAIN_100Embraer tem a satisfação de dar as boas vindas à empresa aérea Air Astana, do Cazaquistão, à família de clientes de E-Jets. A companhia operará dois jatos EMBRAER 190 a partir da cidade de Almaty, no Cazaquistão, por meio de um acordo com a empresa de leasing Jetscape, Inc., sediada em Fort Lauderdale, Estado da Florida, EUA. Este negócio já está incluído na carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer do terceiro trimestre de 2009.

“Temos orgulho em ter a Air Astana como parte da nossa família de E-Jets composta por 55 clientes em 38 países, tornando-se o primeiro operador de E-Jets na Ásia Central”, disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “A Air Astana é uma empresa aérea em expansão como o Cazaquistão, país que tem uma das economias que cresce mais rapidamente no mundo. É uma satisfação apoiá-los e esperamos ter um longo e intenso relacionamento.”

A entrega dos dois EMBRAER 190 – configurados em duas classes de serviço, com nove assentos na primeira e 88 na econômica – está programada para o primeiro trimestre de 2011.

“O EMBRAER 190 é uma aeronave de sucesso comprovado que conquistou a preferência de passageiros em todo o mundo. É a solução ideal para a Air Astana e nos permitirá expandir nossa malha aérea regional”, disse Peter Foster, Presidente da Air Astana. “O tamanho da aeronave complementará eficientemente nossa frota de jatos narrowbody e reforçará nossa ação de continuar sendo a companhia aérea preferida na região, voando para destinos onde o uso de aeronaves maiores seria economicamente inviável. Esperamos expandir nossa frota de EMBRAER 190 no futuro.”

Sobre a Air Astana

A Air Astana é uma companhia aérea com sede na cidade de Almaty, no Cazaquistão. Sua missão é oferecer serviços aéreos domésticos e internacionais de qualidade com altos padrões de segurança e serviço por meio de aeronaves modernas para servir e complementar as necessidades do Cazaquistão, uma das economias que cresce mais rapidamente no mundo.

Fonte: Embraer

Polícia Federal do Brasil seleciona UAV Heron, da IAI, num negócio de US$350 milhões de vigilância aérea

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IAI Heron UAV
IAI Heron UAV

A Polícia Federal do Brasil adquiriu UAVs Heron, da Israel Aerospace Industries, num negócio de US$350 milhões.

A IAI demonstrou as capacidades do Heron no Brasil em agosto, conduzindo todas atividades de operação, na cidade de São Miguel do Iguaçu, região do estado do Paraná.

Uma equipe de avaliação concluiu que o sistema de Israel oferece as melhores condições operacionais e a melhor capacidade de resistência quando operando em difíceis condições. Seus recursos incluem o uso de um sistema de decolagem e pousos automáticos, o envio de informações e imagens para inteligência, através de inúmeros sensores, em tempo real e o uso de um equipamento de comunicações via satélite.

A Polícia Federal tem a intenção de usar o sistema Heron para funções de patrulha de fronteira, atividades para combater o contrabando e o narcotráfico e na protenção ambiental.

Fonte: IAI

Oman Air adquire 10 aeronaves Embraer 175

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Embraer 175 nas cores da Oman Air
Embraer 175 nas cores da Oman Air

dubai_airshow MAIN_100A Oman Air fez um pedido para cinco aeronaves Embraer 175, com as entregas no primeiro trimestre de 2011. O valor do negócio é de US$177,5 milhões, podendo dobrar caso as opções de mais cinco aeronaves, incluídas no contrato, sejam confirmadas.

Quatro das aeronaves E175 serão operadas pela Oman Air numa configuração de duas classe, com 72 assentos (12 assentos na classe Business e 60 assentos na classe econômica). A quinta será operada pela força da Polícia de Omã (Omani).

As aeronaves da Oman Air voará na rota de Muscat para Dubai, e a empresa Oman Air também planeja abrir novas rotas, talvez para o Irã.

A Embraer já possui clientes na região incluindo a Saudi Arabian Airlines (Saudia), NAS Air, EgyptAir e a Royal Jordanian.

Bimotor Seneca aborta decolagem em Porto Alegre e fecha aeroporto por quase duas horas

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Bimotor Seneca aborta decolagem em Porto Alegre (Foto: Ronaldo Bernardi/Agência Estado)
Bimotor Seneca aborta decolagem em Porto Alegre (Foto: Ronaldo Bernardi/Agência Estado)

Um bimotor Embraer Seneca, prefixo PT-OBL, da Jad Táxi Aéreo, apresentou problemas durante a decolagem e abortou a operação. A aeronave ficou parada no meio da pista de decolagem do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, por volta das 7h55 de hoje. O aeroporto permaneceu fechado até às 9h25, atrasando 11 pousos e 10 decolagens e cancelando dois voos no período.

Duas pessoas, o piloto e o co-piloto, estavam na aeronave e não tiveram ferimentos, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O avião, que seguia para Santa Maria, RS, ficou parado no fim da pista principal do Salgado Filho, bloqueando todas as operações. Pequenas partes do bimotor ficaram espalhadas na pista, após o acidente, informou a Infraero. De acordo com a estatal, a aeronave retirada e em seguida a pista foi limpa para retornar as operações, e adicionou que o acidente já está sendo investigado.

Fonte: Terra com informações adicionais da Equipe Cavok

Começa hoje na região Sul do Brasil a Operação Laçador

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Um par de elementos A-1 decola para mais uma missão
Um par de elementos A-1 decola para mais uma missão

lacadorDe 16 a 27 de novembro, será realizada na região Sul do Brasil a Operação Laçador.

Trata-se da maior operação combinada já conduzida no Brasil, coordenada pelo Ministério da Defesa, que se constitui numa simulação de guerra entre dois países. O objetivo é o adestramento das Forças Armadas no planejamento e execução de exercícios. Em torno de 10 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica estarão envolvidos na operação, que ocorrerá nos três estados do Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e terá ações em vários municípios gaúchos.

Força Aérea

A Força Aérea Brasileira atuará com o Comando da Terceira Força Aérea integrando a Força Aérea Componente 106, empregando 51 aeronaves de asa fixa e 02 aeronaves de asa rotativa.

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Área de Operações

As principais manobras serão realizadas na região do Porto do Rio Grande, com ações da Força Combinada Rio Grande, sob o comando do 5º Distrito Naval; na região de Curitiba (PR), onde serão realizados Exercícios de Simulação de Combate pela 5ª Região Militar/ 5ª Divisão de Exército e na região compreendida entre as cidades de Cachoeira do Sul (RS) e Bagé (RS), com a 3ª Divisão de Exército, realizando no terreno um exercício de Posto de Comando no contexto da Operação Laçador. Na Base Aérea de Canoas, aeronaves decolarão para combater a aviação inimiga da Base Aérea de Santa Maria.

Modernização dos caças F-5 da FAB será concluída em 2010

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Passagem baixa de oito F-5EM durante troca de comando na BACO
Passagem baixa de oito F-5EM durante troca de comando na BACO

O programa de modernização da frota de 46 aeronaves de combate F-5 da FAB será concluído até o fim de 2010. Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer), 72% da frota já foi modernizada e as aeronaves estão plenamente operacionais. A modernização de outras 12 aeronaves F-5 adicionais, que a FAB comprou da Jordânia, de acordo com o Cecomsaer, ainda está sendo avaliada pelo Comando da Aeronáutica.

“A FAB fez um pedido de oferta à Embraer para posterior avaliação”, informou o Cecomsaer. A Embraer é a contratada principal da FAB no programa de modernização do F-5 e a Elbit foi subcontratada pela brasileira para transferir a tecnologia de software embarcado para o Brasil. O valor total do programa de modernização do F-5 está avaliado em US$ 285 milhões.

A Elbit foi uma das pioneiras no Brasil no cumprimento de acordos de “offset” (contrapartida tecnológica) e seu primeiro compromisso com a FAB foi a compra da Aeroeletrônica, em 1996. Na época a empresa brasileira estava em dificuldades financeiras e corria o risco de fechar as portas. “A Aeroeletrônica é fruto do projeto F-5BR, sendo um dos maiores exemplos de como um contrato de “offset” bem gerenciado pode produzir resultados expressivos para todo o Brasil”, disse o Cecomsaer em resposta a uma das perguntas feitas pelo Valor.

Com o treinamento de engenheiros brasileiros em Israel, a empresa conseguiu transferir para o Brasil a tecnologia de aviônicos e de integração de sistemas de missão para aeronaves. Atualmente, segundo a aeronáutica, 85% do valor do “offset” acordado com a Elbit já foi cumprido. A tecnologia desenvolvida para o F-5, segundo a Elbit, também já está sendo aplicada na modernização 54 aviões Bandeirante da FAB, um projeto avaliado em US$ 35 milhões.

Fonte: Valor Econômico

Antonov An-124 pousa no Aeroporto de Cabo Frio

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Antonov An-124 Ruslan
Antonov An-124 Ruslan

Um avião cargueiro Antonov AN-124, fabricado na Ucrânia, pousou na manhã do dia 11 de novembro, no Aeroporto Internacional de Cabo Frio. O Antonov trouxe uma encomenda de dois helicópteros EC225: um para a BHS e outro para a Aeróleo Táxi Aéreo.

O cargueiro, que transporta até 150 toneladas de carga, veio direto da Noruega e foi o primeiro de uma operação que deve importar ainda mais dois outros helicópteros. O Antonov AN-124 é considerado um dos maiores aviões de transporte do mundo, sendo usado em diversas operações de transporte de larga escala.

An-124 desembarcando os helicópteros em Cabo Frio
An-124 desembarcando os helicópteros em Cabo Frio

O aeroporto de Cabo Frio está pronto para receber qualquer tipo de aeronave com carga para a indústria do petróleo, segundo o secretário de Desenvolvimento de Cabo Frio, Carlos Victor Mendes.

O trabalho no solo demorou apenas meia-hora, logo em seguida o Antonov já estava em voo novamente.

Apagão no Brasil teve efeito também nos aeroportos

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Uma grande parte do Brasil esteve em pânico na noite passada devido a um grande blecaute que atingiu o Rio de Janeiro, São Paulo e outras grandes cidade da América do Sul durante várias horas. A situação parece que voltou ao normal, mas a sitação alarmante foi alta: foi temido um ataque terrorista, e enquanto cidades grandes ficaram na escuridão o medo do crescimento da criminalidade aumentou.

O problema foi causado por uma interrupção no serviço de fornecimento de energia da Usina de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Alguns dos principais aeroportos também foram afetados pelo blecaute, como informado pela Globo, no portal G1, onde a falta de iluminação nas pistas de pouso atrasaram pousos e decolagens, apesar de órgaos da Aeronáutica afirmar que não houve queda no fornecimento de energia para esses serviços. De qualquer maneira, mesmo que as operações não tivessem sido interrompidas, vários passageiros chegaram atrasados e os taxistas recusavam algumas corridas pois poderiam atravessar perigosas áreas urbanas.

Inclusive outros transportes públicos como metrô e, acima de tudo, os trens tiveram seus serviços paralisados, dificultando até mesmo os passageiros  que queriam sair das estações.

“A razão mais provável é que houve um acidente que afetou um ou mais pontos do sistema de transmissão”, disse um operador num comunicado. “Esse acidente provavelmente provocou outros, num fenômeno conhecido como efeito dominó.”

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