Tags Post com a tag "C-130 Hercules"

Tag: C-130 Hercules

Rolls-Royce completa com êxito testes para atualização do motor T56

1
A Rolls Royce terminou os testes das melhorias para os motores T56 que equipam a frota de aeronaves C-130H Hercules da USAF. (Foto: U.S. Air Force)
A Rolls-Royce terminou os testes das melhorias para os motores T56 que equipam a frota de aeronaves C-130H Hercules da USAF. (Foto: U.S. Air Force)

A Rolls-Royce e a Força Aérea dos Estados Unidos completaram com sucesso os testes finais para a atualização do motor T56, que alimenta as aeronaves de transporte legado C-130 da divisão militar americana. De acordo com a companhia britânica, a série 3.5 foi projetada para proporcionar melhoria de desempenho aos motores, levando à economia de combustível e ao aumento de confiabilidade dos equipamentos.

A atualização do motor passava por consistente programa de inspeção havia meses, conduzido por equipes técnicas da Rolls-Royce e da Força Aérea americana. As verificações feitas provaram a durabilidade das novas lâminas, pás e outras peças do motor T56, segundo a companhia. Com a conclusão do programa de testes, a Rolls-Royce espera receber até o fim do ano a certificação da série 3.5 pela Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês), entidade subordinada ao Departamento de Transportes do país, além da qualificação emitida pela própria Força Aérea dos Estados Unidos.

O presidente da Rolls-Royce na América do Sul, Franciso Itzaina, comemorou o êxito dos testes finais. “A conclusão do programa reforça o sucesso contínuo que tivemos no desenvolvimento da série 3.5 para nossos motores T56”, afirmou o executivo, ao destacar a redução de cerca de 9,7% no consumo de combustível propiciada pela melhoria.

A atualização é considerada parte das manutenções periódicas do motor e não demanda modificações na aeronave, nem nos sistemas de controle. Cada avião C-130 tem quatro motores Rolls-Royce T-56. A estimativa do Grupo é de que a Força Aérea americana possua, aproximadamente, 220 aeronaves desse modelo, todas elas elegíveis para atualização.

Com as melhorias, o motor permitirá que a Força Aérea dos Estados Unidos continue a operar sua frota C-130H até 2040. Em análise, a instituição estima que a economia de longo prazo com a modernização do equipamento poderá exceder R$ 3,9 bilhões.

Enhanced by Zemanta

Lockheed busca possível consórcio internacional para versão de patrulha marítima do C-130

9
A Lockheed Martin busca fechar acordos com nações para desenvolver na forma de consórcio sua versão martítima SC-130J Sea Herc. (Foto: Lockheed Martin)
A Lockheed Martin busca fechar acordos com nações para desenvolver na forma de consórcio sua versão martítima SC-130J Sea Herc. (Foto: Lockheed Martin)

A Lockheed Martin Aeronautics começou a buscar informações no Reino Unido e de outros governos sobre a possível formação de um consórcio internacional para o desenvolvimento e integração de sistemas numa versão de patrulha marítima do C-130 Hercules.

A gigante aeroespacial dos EUA começou a nova estratégia dentro das últimas seis semanas para que os usuários com requisitos semelhantes possam reunir os seus esforços numa parceria que envolva governos e a indústria local.

Jack Crisler, vice-presidente da Lockheed Martin para novos negócios nos programas C-130, disse que o consórcio ideal envolveria três ou quatro nações que já possuem uma capacidade industrial própria para realizar a integração de sistemas e alguma experiência em operações marítimas.

Executivos da empresa estão nessa semana na Grã-Bretanha conversando com oficiais do Ministério de Defesa sobre as opções do consórcio, juntamente com uma série de outras questões relacionadas com o C-130J. A aeronave já está sendo operada pela Real Força Aérea (RAF) no transporte aéreo e outros trabalhos.

De forma controversa a Grã-Bretanha cortou toda a sua capacidade de patrulha marítima com aeronaves de asa fixa em 2010, por razões orçamentais, mas uma decisão sobre a possibilidade de eventualmente substituir os Nimrod MRA4s está prevista para ser tomada como parte da análise de defesa e segurança estratégica em 2015.

O Reino Unido já havia estudado uma adaptação nos seus C-130 para missões de patrulha marítima. (Foto: Marshall Aerospace)
O Reino Unido já havia estudado uma adaptação nos seus C-130 para missões de patrulha marítima. (Foto: Marshall Aerospace)

O executivo disse que é provável que o consórcio seja formado com qualquer dos países que já operam variantes do C-130 ou de aeronaves de patrulha marítima P-3 Orion também da empresa.

“As pessoas que têm uma exigência de guerra anti-submarino no mundo estão familiarizados com a missão, e não há realmente ninguém novo na área. O conjunto de clientes é de nossos aliados e são os possíveis clientes. Há alguma conexão evidente entre os países que já operam o P-3 ou o C-130J e que já tem capacidades próprias de manter e modificar a aeronave”, disse ele.

“Uma das coisas que estamos falando com alguns clientes de nossa base é para aderir ao consórcio para desenvolver requisitos ao invés de gerarmos capacidade que não se baseiam em qualquer requisito que não seja aquilo que nós pensamos que os mercados precisam”, disse ele.

Uma vez que os requisitos tenham sido acordados, a “idéia é a modificação inicial da aeronave com uma instalação de kit de teste que provavelmente será feito por nós [Lockheed Martin] e posteriores modificações feitas pelas indústrias locais”, disse Crisler.

O esquema poderia acomodar requisitos específicos do país em termos de itens, como aviônicos, sistemas de missão e de participação industrial, mas a Lockheed Martin está visando usar tecnologia já existente para manter a oferta a preços acessíveis.

“A maioria dos sistemas já existem. O que nós queremos é ter o mínimo desenvolvimento possível para que possamos trabalhar o ângulo de acessibilidade. O que gostaria de fazer é integrar sistemas off-the-shelf no avião”, disse o executivo.

A Guarda Costeira dos EUA já utiliza um C-130J configurado para missões de patrulha marítima. (Foto: U.S. Coast Guard)
A Guarda Costeira dos EUA já utiliza um C-130J configurado para missões de patrulha marítima. (Foto: U.S. Coast Guard)

Crisler disse que o Sea Herc oferece uma considerável maior persistência voando na estação com um custo “significativamente menor do que o P-8. Se você comparar com outros recursos disponíveis no mercado, norteados por um custo unitário flyaway de US$ 200 milhões pensamos que podemos ficar abaixo disso. A equação de acessibilidade é mais que a aquisição de aeronaves, se eles [já forem um cliente existente do C-130] e têm manutenção e treinamento no local que evita um monte de custos numa aquisição típica”, disse ele.

A Lockheed tentou com sucesso uma fórmula semelhante de consórcio para vender jatos de caça F-16 para um número de nações européias. Executivos disseram no Reino Unido que a empresa não tinha tentado anteriormente a estratégia em aeronaves de patrulha marítima ou em setores de mobilidade aérea.

Os F-16 das Forças Aéreas participantes na Europa cobriam as forças aéreas da Bélgica, Dinamarca, Holanda, Noruega e Portugal para adquirir, atualizar e dar suporte as suas frotas de jatos num acordo que dura mais de 30 anos.

A Lockheed já vendeu aeronaves com o conceito básico de vigilância marítima para a Guarda Costeira dos EUA, mas desde o ano passado foi divulgado uma variante conhecida como SC-130J Sea Herc no mercado internacional.

O Sea Herc está sendo oferecido em três níveis de capacidade, começando com uma máquina básica de vigilância desarmada equipada com radar e sensores de imagens eletro ópticas/infravermelho. O nível 2 é uma aeronave de guerra anti-superfície com pontos fixos externos para mísseis, canhões de 30 milímetros e outros melhoramentos adicionados à configuração básica.

No topo da lista está a máquina com nível 3 com capacidade anti-submarino (ASW), que também pode levar um processador acústico, lançador de sonobóias, baias internas para até seis torpedos e outras melhorias.

Crisler disse que a variante anti-submarino oferece os maiores benefícios numa abordagem de consórcio.

“Temos oportunidades individuais bilateralmente com os clientes no nível 1 e 2 além de um acordo de consórcio, mas quando você começar a adicionar coisas como torpedos e sonobóias [no Nível 3] todo mundo tem uma técnica pouco diferente que gosta de usar e é aí que seria mais que a colaboração”, disse ele.

A Marinha dos EUA optou pela versão P-8 do Boeing 737. (Foto:  Liz Wolter / U.S. Navy)
A Marinha dos EUA optou pela versão P-8 do Boeing 737. (Foto: Liz Wolter / U.S. Navy)

“É uma opção de papel, apesar de vários países estarem interessados ??na capacidade ASW, mas não necessariamente querem pagar para a plena capacidade do P-8 e estão procurando algo um pouco mais acessível. O Hercules executa bem e tem a resistência e persistência de um P-3”, disse Crisler.

A capacidade do Nível 3 efetivamente traz para o Hercules as tecnologias anteriormente oferecidas em plataformas P-3, que dominou o mercado aéreo ASW por décadas. O P-3 está sendo substituído em serviço na Marinha dos EUA pelo Boeing P-8, uma versão militarizada do avião 737.

Embora a Lockheed também esteja buscando oportunidades para outras variantes do C-130J, nomeadamente para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), a empresa está apenas usando a abordagem de consórcio no mercado marítimo, disse Crisler.

“As oportunidades serão focadas nas necessidades MPA, com o objetivo de chegar ao nível 3 [anti-submarino]. Oportunidades distintas de ISR serão trabalhadas um a um, a menos que haja um caso de negócios convincente”, disse ele.

Estudos estimam que há um mercado para cerca de 35-45 Hercules equipados para várias missões na próxima década ou próximo disso, mas Crisler disse que o número provavelmente seria ultrapassado, uma vez que clientes potenciais vissem o que a aeronave pode fazer em serviço.

A Lockheed já está profundamente em negociações com clientes para obter versões de patrulha terrestre e marítima da versão de vigilância do C-130 no mercado internacional. Os clientes potenciais estão em ou em torno da região do Norte da África para ambas as versões.

Um cliente marítimo está à procura de uma capacidade semelhante ao C-130 entregue à Guarda Costeira dos EUA, mas as negociações de versões de ISR terrestre envolvem uma aeronave multimissão com um pacote de medidas de apoio, incluindo sensores de eletrônicos, câmeras de longo alcance e datalink com banda larga.

Crisler disse que a Lockheed Martin não pode revelar o nome do cliente da versão de ISR terrestre, mesmo quando o acordo for assinado. O cliente seria o primeiro cliente de ISR terrestre para o C-130J, disse ele.

Ambas as ofertas seriam bilaterais e não estão ligadas a qualquer regime de consórcio em potencial.

Fonte: Defense News – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

Elbit Systems vai modernizar as aeronaves C-130H Hercules da Força Aérea de Israel

5
Concepção artística de como ficará o painel dos C-130H da Força Aérea de Israel após a modernização feita pela Elbit. (Foto: Elbit Systems)
Concepção artística de como ficará o painel dos C-130H da Força Aérea de Israel após a modernização feita pela Elbit. (Foto: Elbit Systems)

A Elbit Systems anunciou hoje que recebeu um contrato por parte do Ministério da Defesa de Israel para atualizar as aeronaves de transporte C-130H Hercules da Força Aérea Israelense (IAF). O valor do contrato não foi informado pela Elbit Systems.

O projeto de modernização vai estender a vida operacional da aeronave e melhorar significativamente a sua capacidade operacional, particularmente no vôo de precisão, voo em baixo nível noturno e operações em condições meteorológicas adversas. A modernização irá contribuir para melhorar a segurança de vôo e reduzir os custos operacionais, através da introdução de tecnologia de ponta de sistemas digitais para substituir os obsoletos sistemas analógicos que se tornaram pouco confiáveis e caros para manter, depois de quatro décadas de serviço intensivo com a IAF.

O gerente da Elbit Systems Aerospace Division, General Yoram Shmuely, comentou: “Estamos muito satisfeitos em realizar esse projeto. A atualização proposta utiliza sistemas, subsistemas e aplicativos que estão sendo implantados nas plataformas mais avançadas e programas de atualização de aeronaves militares e civis, a fim de atender às atuais necessidades operacionais e permitir a integração de futuras capacidades operacionais e de tecnologia.

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Cavok nas redes sociais

59,932FãsCurtir
340Inscritos+1
5,824SeguidoresSeguir
9,047SeguidoresSeguir
1,770InscritosInscrever
Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.