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Jato regional chinês ARJ21 realiza primeiro voo internacional

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Aeronave ARJ21 no aeroporto em Vladivostok, Rússia.

O jato regional chinês ARJ21 realizou seu primeiro voo internacional no dia 26 de outubro.

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Caça J-20 com novo motor fabricado na China?

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Caça chinês J-20 estaria operando com novos motores.

A maioria dos especialistas e internautas afirmar que as novas fotos postadas on-line dos jatos chineses Chengdu J-20 mostram que os motores Shenyang-Liming WS-10 Taihang nacionais substituíram seus homólogos russos.

IMAGENS: Primeiro caça JF-17/FC-1 da Força Aérea de Myanmar inicia testes de voo

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O primeiro jato JF-17 destinado para Força Aérea de Myanmar, durante voo de testes na unidade da fabricante chinesa Chengdu Aircraft Corporation (CAC). (Foto: FYJS.cn)

Foi visto nesta semana o primeiro jato de combate JF-17 Thunder destinado para a Força Aérea de Myanmar. A aeronave realizou os primeiros voos de testes a partir da unidade de fabricação da Chengdu Aerospace Corporation (CAC). A aeronave já está com as insígnias e o padrão de camuflagem da Força Aérea de Myanmar, e deve ser entregue ainda este ano.

China coloca em serviço o caça furtivo J-20 e prepara seu segundo porta-aviões

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O caça furtivo chinês J-20 foi oficialmente colocado em serviço.

A China colocou em serviço a sua nova geração de caças furtivos Chengdu J-20, um avião de guerra que os chineses esperam que reduza a diferença de tecnologia militar com os Estados Unidos, ao mesmo tempo que altos oficiais navais informaram que o país estava construindo uma marinha de “primeira classe” e desenvolvendo um corpo de fuzileiros navais.

IMAGENS: Novo exemplar de produção do caça J-20 chinês

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A mais recente unidade do J-20 visto durante voo de testes em Chengdu. (Foto: Adan Y.)
A mais recente unidade do J-20 visto durante voo de testes em Chengdu. (Foto: Adam Y.)

A Chengdu Aircraft Company (CAC) continua com a produção em baixa escala (LRIP) de seu novo caça J-20. Durante essa semana, mais uma nova aeronave foi fotografada e recebeu destaque em sites chineses. Esta é a segunda aeronave J-20 LRIP, após o primeiro exemplo com número serial 2101 ter sido vista no final de dezembro de 2015, que já possui vários refinamentos em comparação com as aeronaves anteriores.

Governo chinês decide que aeronave furtiva J-20 não será exportada!

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J-20
A decisão de Pequim foi recebida com surpresa nos meios especializados, haja vista, desde 2011, quando o Chengdu J-20 foi visto pela primeira vez, analistas ocidentais acreditavam que essa aeronave estaria disponível para exportação.

IMAGENS: Caça chinês J-20 mostra míssil no seu compartimento de armas lateral

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O caça J-20 com um míssil posicionado num trilho de lançamento do compartimento interno lateral de armas.
O caça J-20 com um míssil posicionado num trilho de lançamento do compartimento interno lateral de armas.

Surgiram em sites chineses imagens do que seria o caça J-20 “2002” com o compartimento interno de armas com um míssil posicionado no trilho de lançamento. Ainda não existe a confirmação sobre a autenticidade das imagens, que podem ser montagens.

O trilho de lançamento fica posicionado fora do comprtimento, que consegue praticamente fechar as portas durante o disparo.
O trilho de lançamento fica posicionado fora do comprtimento, que consegue praticamente fechar as portas durante o disparo.

Além disso, o caça stealth chinês parece adotar um layout diferente dos modelos ocidentais, onde o trilho de lançamento sai para fora do compartimento e permanece nessa posição até o lançamento, mas com as portas semi fechadas. Nos caças F-22 e F-35 as portas são abertas e permanecem assim até o momento do lançamento.

O caça chinês J-20 em voo com o trilho de lançamento posicionado para fora.
O caça chinês J-20 em voo com o trilho de lançamento posicionado para fora.

O método chinês com as portas fechadas e mantendo o projétil disponível para o disparo mantém um RCS muito baixo em comparação com a versão americana dos compartimentos com as portas já abertas. Alguns analistas dizem que os caças F-22 e F-35 seriam mais vulneráveis pela detecção radar neste momento, como as portas abertas durante o preparo para o disparo.

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Caça chinês J-20 aparece com dois motores diferentes

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O segundo protótipo do caça chinês J-20 apareceu em Chengdu equipado com dois tipos diferentes de motores.
O segundo protótipo do caça chinês J-20 apareceu em Chengdu equipado com dois tipos diferentes de motores.

Recentemente divulgamos uma matéria sobre o interesse da China em adquirir caças Su-35 da Rússia para conseguir os motores necessários para o caça J-20. Nessa semana, o segundo protótipo do Chengdu J-20, número “2002”, foi fotografado aparentemente com dois motores diferentes, sendo um provavelmente o motor russo AL-31 enquanto o outro parece com o melhorado motor Shenyang WS-10G fabricado na China.

Provavelmente esse teste com dois motores diferentes foi realizado para verificar se a versão melhorada do motor chinês WS-10 pode ser instalado no J-20, possibilitando uma encomenda desse motor sem ter que esperar pelo motor WS-15 que está sendo desenvolvido.

O caça chinês J-20 em voo, com dois motores diferentes.
O caça chinês J-20 “2001” em voo, também já foi visto com dois motores diferentes.

Até agora, o desenvolvimento do motor Xian WS-15 está numa fase inicial e deve demorar de cinco a sete anos para poder ser usado. Portanto, se o melhorado WS-10G, com maior empuxo puder ser usado pela primeira vez, haverá uma grande mudança na estratégia da China no desenvolvimento de sua nova geração de caças.

A China tentou usar o motor AL31FN no J-20, claramente uma estratégia relativamente boa, já que o motor tem sido muito usado nas aeronaves J-10A e J-10B na China. No entanto, tanto o motor AL-31FN como o WS-10 não alcançaram o empuxo necessário para o J-20. A sua relação de empuxo-peso está entre 7 e 8, enquanto que o motor F119 do F-22 está entre 10 e 11.

Visando encurtar o prazo de desenvolvimento para o J-20, a China não tem outra alternativa a não ser usar a versão melhorada do motor WS-10 ou os motores russos 117S que equipam o Su-35. Sendo assim, se tudo correr bem, o J-20 com o melhor motor WS-10G poderá começar a ser entregue em 2015, enquanto aqueles instalados com o motor WS-15 somente em 2020.

A China vem buscando encontrar um motor capaz para seu caça J-20.
A China vem buscando encontrar um motor capaz para seu caça J-20.

A China está realizando uma avaliação detalhada das capacidades dos dois motores e caso eles não alcancem um rendimento esperado, os chineses terão que recorrer a fornecedores externos, possivelmente a Rússia.

As poucas fotografias do J-20 “2002” não mostram claramente quais os motores estão instalados, mas parece provável que a China tem problemas na fabricação nacional de motores confiáveis de caças e continuará importando modelos de fabricação russa.

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VÍDEO: Novo voo de testes do caça chinês J-20 em 2013

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Um vídeo divulgado dias antes do primeiro voo do avião de transporte Y-20, mostra outro desenvolvimento militar chinês, o caça de quinta geração J-20, realizando mais um voo de testes, desta vez no dia 21 de janeiro de 2013. O voo da aeronave “2002”, o segundo protótipo do J-20, decolou da unidade da Chengdu, na China. Acompanha o caça J-20 no teste de voo um jato de treinamento K-8 e um jato de combate JF-17 Thunder.

O segundo protótipo do caça chinês J-20 durante testes em Chengdu.
O segundo protótipo do caça chinês J-20 durante testes em Chengdu.

O caça Chengdu J-20 “Mighty Dragon” fez seu primeiro voo no dia 11 de janeiro de 2011, e é um programa chinês que começou do final da década de 1990, designado “Projeto 718”. A Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (PLAAF) pretende ter o J-20 plenamente operacional entre 2017-2019.

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Caça J-7 da Força Aérea da China cai sobre prédio residencial e fere quatro pessoas

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Um caça Chengdu J-7 da PLAAF, similar ao que caiu no dia 4 de dezembro, na China.

Um caça Chengdu Jian-7 da Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (PLAAF) caiu hoje, dia 4 de dezembro, por volta das 9 horas da manhã, na cidade de Shantou, na província de Guangdong, sul da China. O piloto não conseguiu desviar a aeronave de uma área residencial, e acabou colidindo com um prédio, ferindo quatro pessoas, uma em estado grave. O piloto conseguiu ejetar segundos antes do impacto.

A deriva do caça J-7 pode ser vista no meio do fogo, após bater no prédio residencial.

As equipes de resgate e unidades policiais chegaram logo ao local do acidente, localizado cerca de 7 km do Aeroporto Shantou Waisha Airport. A aeronave pertencia a Divisão de Caça 9, do 27° Regimento Aéreo da PLAAF, que está realizando treinamento a partir do antigo aeroporto civil.

O Jian-7 é a versão chinesa do caça russo MiG-21, e que começou a ser introduzido na China na década de 1950.

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China apresenta seu UCAV Pterodactyl I / Wing Loong durante o Zhuhai Air Show 2012

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O veículo aéreo não tripulado de combate Pterodactyl I / Wing Loong fabricado pela Chengdu e exposto no Zhuhai Air Show.

A China apresentou ao público pela primeira vez o seu novo veículo aéreo não tripulado de combate (UCAV) para média altitude e longa resistência (MALE). O Chengdu Pterodactyl I / Wing Loong foi apresentado durante o Zhuhai Air Show 2012, que ocorre entre os dias 13 e 18 de novembro na cidade de Zhuhai, no sul da China.

Detalhe do Pterodactyl I chinês exposto no Zhuhay Air Show 2012.

O Pterodactyl I / Wing Loong pode levar mísseis anti-tanques chineses AKD-10, equivalentes ao norte americano AGM-114 Hellfire.

A China está desenvolvendo sue próprio UAV de combate para competir com os modelos norte americanos e israelenses, mas o modelo chinês claramente tem o mesmo design do General Atomics MQ-9 Reaper fabricado nos EUA, embora com um tamanho similar ao do MQ-1 Predator.

Embora lembre muito o UCAV MQ-9 Reaper, o Pterodactyl I tem o tamanho e peso similar ao do MQ-1 Predator.

O Pterodactyl tem 9,05 metros de comprimento, 2,77 metros de altura e 14 metros de envergadura. Seu peso máximo de decolagem é de 1.100 kg, dimensões menores que o MQ-9 Reaper norte americano ao qual ele é parecido (comprimento de 11m / altura de 3,5 m / envergadura de 20 m / peso máximo de decolagem de 4.760 kg). O drone chinês pode chegar a 5.300 metros de altitude e tem um alcance de 4.000 km.

A China prevê um valor unitário de venda de US$ 1 milhão, e está focando o desenvolvimento do Wing Loong para os países de terceiro mundo, que tem grande interesse no modelo chinês.

A China disse que pretende usar os aviões não tripulados para a vigilância de águas territoriais, com o objetivo de vigiar todo litoral até 2015.

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Implicações do teste de voo do segundo caça stealth chinês

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O caça chinês J-31 retornando para pouso após o primeiro voo no dia 31 de outubro.

Os esforços da China no desenvolvimento de caças stealth parece que deu mais um salto a frente após a mídia local ter informado que Shenyang Aircraft Corporation (SAC) havia testado com sucesso seu protótipo do jato J-31 na semana passada. Após o teste de voo do protótipo do avião J-20 desenvolvido pela Chengdu Corporation (CAC) menos de dois anos atrás, o teste do J-31 sugere que a China poderá, eventualmente, tornar-se o único país depois dos EUA a desenvolver dois programas de caças furtivos – uma importante desenvolvimento e com graves implicações potenciais para o mercado de exportação de aeronaves assim como para a tática militar dos EUA.

Vídeo e fotos divulgadas na quinta-feira mostram o protótipo do J-31 realizando uma corrida de táxi inicial de alta velocidade e 10 minutos de vôo de teste acompanhado por um par de caças SAC J-11BS. O voo inaugural do J-31 representa a “revelação” siginificativa do segundo avião de caça da SAC em menos de um ano, sendo o outro, o J-16, um caça biposto do multimissão J-11B, semelhante ao F-15E e ao russo Su-30MKK.

A indústria de defesa da China agora pode sustentar múltiplos programas avançados sobrepostos. A SAC está atualmente trabalhando sozinha em quatro aviões de caça – o J-31 e o J-16, assim como o pai do J-16, o monoposto J-11B e o caça embarcado J-15, também baseado no J-11B.

Assim como nos aviões de combate mais modernos, o J-31 provavelmente será uma aeronave de combate multi-função capaz de empregar modernas munições de precisão, tanto ar-ar como ar-superfície. Apesar de um rápido avanço aparente, no entanto deverá levar tempo para o caça alcançar o status operacional pleno. Como Xu Guangyu da Associação de Controle de Desarmamento da China explica, “ainda há um enorme abismo entre as tecnologias da China e dos EUA em aviões de caça porque ainda estamos testando tanto o J-20 e J-31. Pode levar mais alguns anos antes que possamos colocá-los na linha de produção.”

A observação de Xu levanta uma questão interessante, porque não está ainda claro se o J-20 e o J-31 são destinados a complementar-se ou ser concorrentes. Alguns analistas chineses, como o ex-vice-editor do site World Aviation Bai Wei, compartilha a visão de colegas ocidentais que eles podem ser complementares, como parte de uma mistura “high-low”, com o maior J-20 parecido com o F-22 e o menor J-31 semelhante ao F-35 Joint Strike Fighter dos EUA.

Um fator que sugere que o J-20 e o J-31 podem se complementar é que o J-31 pode ser modificado para ser utilizado em porta-aviões, mas o J-20 é improvável que seja. O analista militar Capitão Li Jie da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLAN) cita meios de comunicações ocidentais, que afirmam que o protótipo do J-31 “pode tornar-se um caça embarcado”, porque ele é menor e mais leve que o J-20.

Impactos Regionais

Vista lateral do no caça J-31 no momento que chegava para pouso após seu primeiro voo.

A perspectiva de tornar o J-20 e o J-31 os principais caças de ataque tático da China durante a próxima década está influenciando o planejamento regional de defesa e os mercados de exportação de aeronaves táticas. A revelação do J-31 afirma que, sem contar os motores a jato, o setor aeroespacial da China está agora em muitos aspectos tão avançado como a Rússia e sugere que os fabricantes russos em breve serão incapazes de competir com os fabricantes de caça da própria China. Pequim já é a sexta maior nação exportadora de armas do mundo, e o crescimento das exportações de aeronaves chinesas viria em grande parte à custa de Moscou.

Isso significa que a Rússia terá que mudar suas exportações de armas da China para vizinhos chineses, como Vietnã e Índia. No entanto, dado aos cortes de gastos de defesa nos EUA e na Europa Ocidental, as empresas russas terão de competir com os gostos da Boeing, Lockheed Martin e BAE de uma forma que nunca teve com a China (já que empresas de defesa ocidentais são amplamente proibidas de vender para vários países por embargos), que era essencialmente um mercado cativo para os exportadores de armas russos. E portanto, o cada vez maior desenvolvimento paralelo chinês do J-20 e J-31, dará um impulso adicional para a indústria de aviação da China para dominar a produção em massa de modernos motores de alto desempenho a jato – o seu último grande obstáculo para ser capaz de exportar aeronaves táticas.

O J-31 também está afetando significativamente as decisões sobre gastos de defesa dos EUA, especialmente se ele acabar sendo produzido em conjunto com o J-20 e eles acabarem sendo complementares um ao outro. Se o J-31 e J-20 entrarem em produção em massa, a China poderia finalmente atingir a paridade, ou talvez mesmo a superioridade numérica na região da Ásia-Pacífico, em termos de geração moderna de caças implantados. Há uma probabilidade crescente de que o rápido avanço da China no projeto de aeronaves táticas irá estimular um novo debate nos EUA sobre o reinício da produção de altamente avançadas, mas também muito caras aeronaves F-22 Raptor.

Indústria militar aeroespacial da China próxima da massa crítica

Vista frontal do J-31.

É extremamente significativo que a China poderá em breve juntar-se aos EUA como a única nação a desenvolver dois caças furtivas simultaneamente. O setor aeroespacial de defesa da China pode estar se movendo em direção a um modelo de arquitetura global em que vários pólos distintos de especialização se desenvolvem em Shenyang, Xian, Chengdu e em seguida, competem uns com os outros sobre os principais projetos para um grande pedido. As múltiplas bases da indústria da aviação com o significativo desenvolvimento e a capacidade de produção, incluindo a SAC, permitem a concorrência interna por programas de aeronaves chaves. Isso pode minimizar as chances de um único ponto de falhas que comprometem as metas de desenvolvimento, aumentam a eficiência e maximizam as chances de descobertas úteis.

Assim, não é muito cedo para considerar a possibilidade de que a indústria de aviação da China, apesar das limitações duradouras, já pode desfrutar de algumas vantagens sobre contrapartes ocidentais. Como um retardatário, a China pode aproveitar os conhecimentos provenientes de espionagem industrial, engenharia reversa, e estudo de sistemas estrangeiros, padrões e especificações, permitindo reduzir os custos de desenvolvimento ao invés vez de desenvolver cada componente em si. Enquanto isso, ela pode se beneficiar com a falta de obstáculos legais para subvenções e divulgação técnica através da falta de integração civil-militar que os empreiteiros ocidentais sem dúvida se beneficiaram durante seu auge da Guerra Fria, antes de regulamentações mais rígidas surgirem na década de 1980 e 1990.

A indústria aeroespacial militar da China está se aproximando rapidamente da massa crítica. Continuar adicionando investimento para esta base de crescimento permitirá que a indústria de aviação da China possa aproveitar plenamente os flashes de proezas técnicas mostradas quando novas aeronaves como o J-31 decola pela primeira vez.

Fonte: Andrew Erickson e Gabe Collins / China Realtime Report (The Wall Street Journal) – Tradução: Cavok

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VÍDEO E IMAGENS: Possível terceiro protótipo do caça chinês J-20

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A aeronave vista em Chengdu no dia 20 de outubro levanta suspeitas que pode ser um terceiro protótipo do caça de quinta geração chinês J-20. (Foto: lt.cjdby.net) Clique para ampliar a foto.

Surgiram nesse sábado as primeiras imagens de um possível terceiro protótipo do caça chinês de quinta geração J-20 “Mighty Dragon”. A aeronave, possivelmente com o código “2003”, foi fotografada e filmada no aeródromo em Chengdu, realizando procedimentos de testes de sistemas no solo, e ainda não realizou nenhum voo. Veja a seguir um vídeo da possível nova aeronave a partir da marcação 1:11.

O primeiro protótipo, com a marcação “2001” voou pela primeira vez em janeiro de 2011, a segunda aeronave de testes, com a marcação “2002” decolou pela primeira vez em maio desse ano. Alguns comentários em fóruns de defesa falam que a aeronave da foto acima seria o segundo protótipo (2002) com várias modificações, incluindo com a inclusão de um radar AESA, já que o radome foi amplamente modificado.

O caça visto recentemente estava com diversos paineis de acesso abertos, prossivelmente para verificação dos novos sistemas instalados e que poderão ser instalados na aeronave.

A primeira aeronave continua realizando os testes de voo em Chengdu, contabilizando cerca de 60 voos até o momento, e a aeronave “2002” já faz algum tempo que não tem mais voado, indicando que o jato que surgiu com diversos painéis abertos poderia ser o segundo protótipo que recebeu as modificações e diversos novos sistemas. Além disso, a China também estaria desenvolvendo um segundo modelo de caça de quinta geração, o J-31 “Falcon Eagle”, visto e fotografado em setembro junto a fábrica da Shenyang.

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IMAGENS: Primeiro voo do segundo protótipo do caça chinês J-20

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O segundo caça stealth chinês J-20 decolou pela primeira vez no dia 16 de maio. (Foto: fyjs.cn)

O segundo protótipo do caça chinês de quinta geração, o J-20 Mighty Dragon, com o número 2002 pintado na fuselagem, realizou seu primeiro voo no dia 16 de maio, a partir da unidade da fabricante Chengdu na China. A aeronave permaneceu em voo por 20 minutos, tendo decolado às 14:48 hora local e pousado às 15:08. hora local.

A segunda aeronave de testes J-20 tem pequenas modificações em relação ao primeiro protótipo.

Na semana psssada, divulgamos uma foto do que seria os primeiros testes de táxi e um vídeo dos testes de motores do caça, indicando que o primeiro voo não estava longe de ocorrer. O voo inaugural do primeiro protótipo, número 2001, ocorreu em dezembro de 2010, e agora 16 meses depois a China coloca duas aeronaves J-20 em voo.Segundo informações, o caça passou cerca de um mês realizando testes no solo antes desse voo.

O segundo caça chinês J-20 libera seu paraquedas após o pouso.

A China pretende colocar o caça J-20 em serviço entre os anos de 2017 e 2019. Essa semana um relatório comentou sobre a real capacidade do J-20 sobre os caças stealth dos EUA.

Relatório diz que caça chinês J-20 tem capacidades iguais aos melhores caças dos EUA

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O segundo protótipo do caça J-20 já está realizando testes de táxi, como preparativo para seu primeiro voo. (Foto: CCP/Color China Photo/AP Images)

A próxima geração de caça stealth em desenvolvimento pelos militares chineses poderia rivalizar com os melhores caças da América do Norte em capacidade stealth, velocidade e letalidade, segundo um novo relatório particular divulgado essa semana.

Os detalhes sobre o caça chinês J-20 são escassos já que o projeto está sendo desenvolvido sob extremo sigilo, mas uma análise realizada por uma agência de análises de política e defesa baseada em Washington, a Jamestown Foundation, com base na pouca informação publicamente disponível, concluiu que o caça “será um avião furtivo de alto desempenho, sem dúvida, capaz de competir na maioria dos parâmetros cardeais de desempenho… com os caças F-22 Raptor dos Estados Unidos, e superior na maioria, se não todos os parâmetros de desempenho cardeais contra o caça F-35 Joint Strike”.

O F-22 Raptor, que custou ao governo dos EUA cerca de US$ 77 bilhões para 187 aviões da gigante de defesa Lockheed Martin, nunca viu a aeronave nas três maiores operações de combate que os EUA participou, mas é considerado pela Força Aérea e pela Lockheed Martin como um caça stealth incomparável. O pouco mais barato F-35, um caça stealth multimissão que está sendo desenvolvido pela Lockheed Martin para a Força Aérea, Marinha e Fuzileiros Navais, não pretende se concentrar no combate ar-ar como o F-22, mas nas missões ar-solo e deverá trabalhar em conjunto com o F-22.

O relatório da Jamestown Foundation, escrito pelo analista de defesa e proponente do F-22 Carlo Kopp, e foi publicado na semana passada, poucos dias depois de toda a frota americana de F-22s ter os voos restringidos devido a preocupações com sistema de oxigênio e um novo vídeo que surgiu online, supostamente mostrando um raro voo de teste de um novo protótipo do J-20. O relatório apontou que os aviões chineses não têm o alcance para fazer ataques sem apoio contra os EUA continental, mas as bases militares dos EUA e aliados na região estão bem dentro da zona alvo em potencial – incluindo bases aéreas que já serviram de casa para os caças F-22. No entanto, a Força Aérea disse que atualmente não há F-22s implantados no exterior. O relatório também afirma que, devido ao seu tamanho maior, o J-20 poderia transportar mais e maiores cargas do que o F-22.

Embora o Departamento de Defesa não queira comentar sobre o relatório da Jamestown Foundation, em resposta ao vídeo do J-20, um porta-voz do Pentágono disse na semana passada que os EUA têm “monitorado cuidadosamente a abrangente e constante modernização do poderio militar da China, e as suas implicações para a região.”

Mas logo em janeiro, logo após um vôo de teste do que parecia ser o J-20, o secretário de imprensa do Departamento de Defesa, Geoff Morrell disse a repórteres: “nós não sabemos, francamente, muito sobre as capacidades do avião” e pediu a observadores para “abrandar um pouco sobre as caracterizações do J-20 neste momento.”

A China ainda está em fase de desenvolvimento do seu caça, e assim que o sistema de oxigênio for resolvido, a Força Aérea dos EUA vai voltar a ter mais de 160 caças F-22 operacionais. O último dos 187 aviões ainda estão sendo entregues pela Lockheed Martin.

Departamento de Defesa: Caça stealth da China ‘não surpreende’

O último caça stealth F-22 Raptor fabricado pela Lockheed será entregue em breve para USAF. (Foto: Lockheed Martin)

À medida que mais informação vem à tona sobre o secreto J-20, o porta-voz do Departamento de Defesa só diz que o Pentágono não foi pego de surpresa.

“O fato de que a China desenvolveu um protótipo para este programa não é surpreendente e é consistente com a direção que víamos a China tomar no campo militar ao longo de vários anos”, disse o porta-voz.

De acordo com a Lockheed Martin, que ainda está recebendo centenas de milhões de dólares dos contribuintes para atualizar os atuais F-22, o J-20 “mostra que outras nações estão buscando desenvolver a capacidade de desafiar o F-22 e, por extensão, nossa capacidade para alcançar a superioridade aérea num conflito futuro.

“Tais ameaças emergentes ilustrar a necessidade de continuar a reforçar as capacidade do F-22 para que ele permaneça à frente das ameaças em evolução”, disse um porta-voz da Lockheed Martin.

Tanto a Força Aérea como a Lockheed Martin disseram que a razão dos F-22 de US$ 143 milhões dólares ainda não ter disparado contra todos os inimigos – apesar do envolvimento dos EUA nas operações aéreas na Líbia, Iraque e Afeganistão – é porque eles são projetados especificamente para o domínio aéreo contra sofisticados sistemas de armas inimigos como o J-20, não contra pequenas e mal armadas forças armadas do terceiro mundo e de grupos insurgentes.

Os aviões naturalmente inimigos, portanto, são aqueles que o maior crítico do programa, o secretário de Defesa Robert Gates, disse que em 2009 não existia.

“O F-22 é claramente uma capacidade que tornamos necessidade – um nicho, uma solução bala de prata para um ou dois possíveis cenários – mais especificamente a derrota de uma frota inimiga altamente avançada em combate”, disse em 2009 o secretário de Defesa, Robert Gates, ao defender no Congresso um financiamento adicional para o Raptor no orçamento. “[Mas] o F-22, para ser franco, não faz muito sentido em qualquer outra parte do espectro do conflito.”

Antes da decisão ter sido feita para cortar o programa F-22 em 187 aviões – em vez de mais de 600 que originalmente fazia parte do negócio – dezenas de apoiadores no Congresso e governos estaduais enviaram cartas ao presidente Obama argumentando que a força total dos F-22 seria necessária para enfrentar as próximas gerações de aeronaves que estão sendo desenvolvidas pela China e pela Rússia. Gates, descartou a idéia, dizendo que os F-22 e os mais recentes F-35s estariam ultrapassando muito as forças de quaisquer adversários pelos próximos 15 anos pelo menos.

Fonte: ABC – Tradução: Cavok

Dica do amigo Rogério. Obrigado e pode continuar mandando via comentários. 😉

VÍDEO: Segunda aeronave chinesa J-20 inicia testes de táxi e de motores

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O segundo jato Chengdu J-20, número 2002, durante testes de táxi na China.

A China está atualmente realizando testes de motores e de táxi do segunda protótipo da aeronave stealth de quinta geração Chengdu J-20. Na imagem acima pode ser visto o jato, com o número “2002” pintado na fuselagem, identificando ele como a segunda aeronave – a primeira tinha a marca “2001” escrita no nariz. Abaixo, pode ser visto um vídeo dos testes de motores realizado pela segunda aeronave J-20 no dia 1° de maio.

O primeiro voo do jato J-20 ocorreu há 16 meses. Ainda não é sabido qual a verdadeira função principal das aeronaves. Devido ao seu tamanho, analistas acreditam que os J-20 serão usados como aeronaves de interceptação, mas existem teorias de que o J-20 será utilizado como caça bombardeiro de alta velocidade.

Acidente com caça Chengdu F-7NI da Força Aérea da Nigéria

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A Nigéria encomendou os caças F-7NI, similares ao da foto, em 2005.

Um caça Chengdu F7-NI da Força Aérea Nigeriana (NAF) caiu nessa terça-feira, dia 1° de maio, durante um exercício de treinamento de rotina, perto do Aeroporto Internacional de Kaduna. O piloto conseguiu ejetar em segurnaça.

O porta-voz da Força Aérea da Nigéria, Air Commodore Yusuf Anas, disse que “o piloto a bordo da aeronave conseguiu ejetar com sucesso”, e que logo após o acidente, uma equipe de busca e salvamento da Escola de Treinamento Aéreo 301, em Kaduna, resgatou o piloto, que está em uma condição estável após receber tratamento no Hospital Médico da Força Aérea da Nigéria, em Kaduna.

O chefe da Aeronáutica, Marechal do Ar Mohammed Dikko Umar, ordenou uma investigação para determinar a causa do acidente.

O acidente eleva para três o número de jatos de caça F7-NI que cairam desde 2009, quando foram entregues pela China.

O primeiro acidente ocorreu em março de 2011, matando o piloto, e dois meses depois, um segundo jato caiu em Mbaniongu Mbazaam, em Gboko.

Em 2005, a Nigéria aprovou uma comprea de US$ 251 milhões de 15 jatos Chengdu F-7 da China. A encomenda incluia 12 caças F-7NI (monoplace) e três FT-7NI com dois lugares para treinamento.

O pacote ainda incluia outros US$ 32 milhões para armamentos, incluindo 20 mísseis ar-ar PL-9C, 10 mísseis PL-9 de treinamento, foguetes não guiados, e bombas de 250/500 kg.

Os pilotos da Nigéria começaram a treinar no jato chinês em 2008, e a entrega começou em 2009.

Fonte: AfriqueJet – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Acidente com jato F-7PG da Força Aérea do Paquistão

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Um caça F-7PG da Força Aérea do Paquistão, similar ao qu caiu nessa quarta-feira. (Foto: PAF)

Um piloto morreu quando seu avião Chengdu F-7PG (J-7) “Skybolt” da Força Aérea do Paquistão caiu nessa quarta-feira durante uma missão de treinamento no Baluchistão, disse uma porta-voz da força aérea.

“Foi um jato F-7PG fabricado na China,” disse o Air Commodore Anis Mirza.

O avião caiu no distrito de Pishin, a 65 quilômetros (40 milhas) ao norte da capital provincial, Quetta, durante uma missão de treinamento “de rotina”, disse ele, acrescentando que o piloto “morreu no acidente”.

A causa do acidente não foi imediatamente conhecida, disse ele. Uma investigação está em curso.

Foi o quarto jato da força aérea a cair durante treinamento em mais de três meses. Dois pilotos foram mortos em outros incidentes e um acidente de helicóptero em junho passado matou quatro militares.

A Força Aérea do Paquistão tem uma frota de aeronaves, incluindo os chineses F-7PGs e A-5, além de caças norte americanos F-16 e franceses Mirages. A empresa adquiriu recentemente jatos de combate JF-17 Thunder, fabricado em conjunto entre a China e o Paquistão.

Fonte: The Express Tribune – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Acidente com uma aeronave FT-7 da Força Aérea do Paquistão

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Um jato FT-7 da Força Aérea do Paquistão, similar ao que caiu nessa quarta-feira.

Uma aeronave a jato FT-7 da Força Aérea do Paquistão (PAF) caiu nessa quarta-feira, dia 24 de janeiro, em Punjab, no distrito de Mianwali, conforme disseram as autoridades e testemunhas.

Uma mulher, cadete em treinamento, e seu instrutor, o Wing Commander Waqar Ahmad ficaram gravemente feridos no acidente, e mais tarde foram transferidos para o Hospital da Força Aérea do Paquistão por helicóptero.

De acordo com um porta-voz da força aérea, o jato FT-7, uma variante do Chengdu J-7 de fabricação chinesa, caiu logo após decolar da base para uma missão de treinamento.

A Força Aérea do Paquistão abriu uma investigação para determinar as causas do acidente.

Foi o terceiro acidente com jatos de treinamento da força aérea nos últimos três meses. Dois pilotos morreram em outros incidentes e um acidente de helicóptero em junho passado matou quatro militares.

IMAGENS: Compartimento interno de armas do J-20

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Essa é a mais recente imagem do caça chinês J-20 com o compartimento interno de armas com as portas abertas. (clique na imagem para aumentar)

Surgiram na internet mais imagens do compartimento interno de armas do caça de quinta geração chinês J-20. Na imagem acima, vista na unidade da fabricante em Chengdu, o caça aparece de lado, com o compartimento central com as portas abertas, dando uma noção do tamanho para transportar armas maiores, como os mísseis PL-12 ou PL-1X. Nos compartimentos laterais, o J-20 tem a capacidade para levar mísseis menores de curto alcance, como o PL-9, sendo um de cada lado.

Nessa imagens, pode-se ter uma visão mais próxima do compartimento interno lateral de armas do J-20.

Estima-se que o espaço do compartimento central, na parte de baixo da aeronave poderia acomodar até seis mísseis de médio alcance, ou até mesmo bombas (ver imagem de uma maquete mais abaixo). Além disso, o J-20 poderia ainda levar bombas e outros tipos de armas guiadas tanto internamente como externamente, mas nesse último caso reduzindo muito a capacidade furtiva.

Uma maquete do J-20, numa foto divulgada num site de defesa chinesa, mostrando uma possibilidade de configuração de armas do caça chinês J-20, equipado com dois mísseis PL-9 nas laterais e mais 6 mísseis de médio alcance PL-12 no compartimento interno central.

Ao que tudo indica a função principal do J-20 será a de caça interceptador, mas ainda não existem informações concretas sobre a real capacidade dele em transportar bombas e armas ar-solo.

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