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Airbus e Cingapura desenvolverão aeronaves A330 com sistema automático de reabastecimento aéreo

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Airbus A330 MRTT da Força Aérea de Cingapura reabastece em voo um F-15.

A Airbus e Cingapura começaram o trabalho em uma aeronave A330 MRTT para o sistema de de reabastecimento aéreo automático (A3R) que deve receber a certificação até 2021.

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EUA aprovam venda de caças F-35B para Cingapura

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Cingapura pode agora seguir em frente com a aquisição de caças F-35B. (Imagem ilustrativa)

O Departamento de Estado dos EUA aprovou a possível venda de até 12 caças furtivos F-35B para Cingapura por um custo estimado de US$ 2,75 bilhões, anunciou a Agência de Cooperação em Segurança de Defesa (DSCA) dos EUA na quinta-feira.

Cingapura abandona planos de implantar caças F-15SG na Nova Zelândia para treinamento

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Planos para treinar pilotos de caças F-15SG na Nova Zelândia foram abandonados. (Imagem ilustrativa)

Cingapura abandonou planos de abrir um centro de treinamento de pilotos na Nova Zelândia, com o Ministério da Defesa (MINDEF) anunciando no dia 7 de janeiro que ambas as nações concluíram mutuamente que a proposta não seguirá adiante.

Cingapura recebe sua primeira aeronave A330 MRTT

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O primeiro Airbus A330 MRTT da Força Aérea da República de Cingapura.

A Força Aérea de Cingapura tornou-se a mais nova operadora da aeronave multimissão de reabastecimento e transporte A330 MRTT da Airbus. A primeira aeronave (S/N 1762) chegou ao país nesta semana, e pousou na base aérea de Changi East, onde está localizada a atual frota de Boeing KC-135R Stratotanker da Força Aérea de Cingapura.

Cingapura lança primeira JDAM GBU-31 de caça F-15SG durante exercício nos EUA

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Um caça F-15SG da Força Aérea da República de Cingapura decola da Base Aérea de Mountain Home, Idaho, no dia 2 de maio de 2017. (Foto: U.S. Air Force / Senior Airman Jeremy L. Mosier)

A Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) participou na semana passada do Exercício Operacional Combat Hammer, em conjunto com a Força Aérea dos EUA (USAF), na Base Aérea de Hill, Utah, onde os piloto dos jatos de combate F-15SG de Cingapura lançaram pela primeira vez as JDAM GBU-31.

Cingapura vai modernizar seus helicópteros de combate AH-64D Apache

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Um helicóptero AH-64D Apache Longbow da Força Aérea da República de Cingapura. (Foto: Aldo Bidini / via Wikipedia)

A Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) está atualizando seus helicópteros de combate AH-64D Apache Longbow com novos sistemas de missão. De acordo com uma declaração postada no Ministério de Defesa de Cingapura, as atualizações devem melhorar as capacidades de sobrevivência e de missão do helicóptero.

Cingapura declara UAV Heron 1 totalmente operacional

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O UAV Heron 1 da Força Aérea da República de Cingapura atingiu a Capacidade Operacional Final.

A Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) declarou a capacidade operacional total (FOC) para seu veículo aéreo não tripulado (UAV) Heron 1.

Cingapura não terá o F-35 antes de 2030

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A Lockheed Martin se comprometeu a transferir tecnologias para o desenvolvimento do KF-X. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)

O ministro da Defesa de Cingapura, Ng Eng Hen, disse a repórteres que a ilha não vai considerar a compra do Lockheed F-35 até 2030.

Lockheed recebe contrato para atualizar caças F-16 de Cingapura

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F-16D_Cingapura #2
F-16D Block 52

A Lockheed Martin assinou um contrato no valor de US$ 914 milhões para atualizar os caças F-16C/D de Cingapura.

F-35 será o próximo caça de Cingapura?

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Poderá o F-35 tornar-se o próximo caça de Cingapura? (Foto: Lockheed Martin)
Poderá o F-35 tornar-se o próximo caça de Cingapura? (Foto: Lockheed Martin)

O Ministro da Defesa, Dr Ng Eng Hen. expressou o desejo de substituir uma série de envelhecidos caças da força aérea, durante o debate parlamentar, no último orçamento. O Lockheed Martin F-35 parece estar em uma posição de liderança para ser o próximo caça de Cingapura

Cingapura se prepara para tomar uma decisão sobre a aquisição de novos caças para substituir sua envelhecimento frota. No debate junto ao Comitê para o Ministério da Defesa (Mindef), o ministro da Defesa Dr. Ng Hen Eng expressou o desejo de Cingapura para adquirir novas plataformas militares para as Forças Armadas de Singapura (SAF), especialmente para a força aérea e para a marinha. Ele lembrou que dois dos principais vetores de combate aéreo da Republic of Singapore Air Force’s (RSAF’s) são ou estão se aproximando do final de seu ciclo de vida operacional. O Dr. Ng revelou que o Ministério da Defesa está perto de completar a sua avaliação do JSF como um potencial substituto para seus velhos combatentes.

O programa JSF: um empreendimento problemático

De acordo com o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) Military Balance, a frota da RSAF de combate compreende 24 Boeing F-15SGs, 20 Lockheed Martin F-16Cs e 40 F-16D, bem como 28 Northrop F-5 e nove F -5T Tiger II. Enquanto os F-15SGs foram recentemente adquiridas em 2008, como um substituto para o A-4SU Super Skyhawk que foram retirados de serviço, os F-16C/Ds entraram em serviço no final de 1990, enquanto os F-5S/Ts estã em operação desde o final de 1970.

O programa JSF, agora custando, conforme valores revelados pelos EUA, US$ 396.000 milhões, é um desenvolvimento de aeronaves de combate, de âmbito internacional e projeto de aquisição envolvendo os Estados Unidos e mais 10 parceiros estrangeiros – Austrália, Grã-Bretanha, Canadá, Dinamarca, Itália, Japão, Noruega, Países Baixos e poderia potencialmente a Coréia do Sul. Um avião furtivo “de quinta geração” (caracterizada por aviônicos altamente avançados), uma plataforma de combate aéreo capaz de substituir uma variedade de aeronaves existentes nos estoques das forças aéreas de hoje.

Em comparação, o F-22 Raptor, o único avião de quinta geração em operação, custou cerca de US$ 74 bilhões para desenvolver e construir. No entanto, o programa JSF conta já com sete anos de atraso e é assolado por uma infinidade de complicações técnicas, gerando significativos custos. Um recente relatório do Government Accountability Office (GAO) observou que o preço médio por avião já quase que dobrou, passando dos US$ 69 milhões previstos para quase US$137 milhões por unidade desde que o programa começou em 2001.

O interesse de Cingapura no JSF: Avaliação

O interesse de Cingapura no JSF se iniciou em 2003, quando entrou para o programa JSF como um participante de “Segurança e Cooperação” (SCP), juntamente com Israel que, posteriormente, confirmou a compra de vinte unidades a um custo de US$ 2,75 bilhões em outubro de 2010. A Lockheed Martin não poupou esforços na comercialização do JSF em Cingapura durante a última década. As autoridades de Cingapura de defesa têm mantido silêncio sobre qualquer compromisso para adquirir a aeronave, preferindo aguardar informações adicionais do programa.

Em 2007, o então chefe da Força Aérea, major-general Khern Chee Ng, revelou que o JSF seria um concorrente ao lado da Boeing F-15SG para substituir a frota de F-5 da RSAF. O F-15 é um avião provado e aprovado em combate, com um recorde insuperável de mais de uma centena de vitórias e nenhuma derrota na arena ar-ar, além de ser um programa maduro, apresenta risco consideravelmente menor de fracasso.

Além disso, a RSAF já está treinando na variante personalizada de Cingapura, o F-15SG desde 2009 e já está em processo de operacionalização total do seu primeiro esquadrão. Esses fatores, sem dúvida, pesam no processo de seleção para substituir o velho F-5.

Os planejadores de defesa de Cingapura têm tipicamente optado por minimizar o risco através da aquisição de plataformas já testadas e comprovadas, como os caças F-15, tanques Leopard II e submarinos.

A prudência é certamente bem fundamentada. A experiência australiana com o programa JSF serve como uma lição ímpar sobre o perigo de assumir um risco muito grande na aquisição de defesa. De acordo com documentos, recentemente divulgados, o governo liberal anterior e oficiais da Força Aérea (australiana) teriam ignorado um aviso do ministério da defesa de que uma avaliação precisa do JSF era impossível com a informação disponível em 2002 , e aconselhou que a Austrália a ampliar suas opções.

Apesar do conselho, o governo liberal australiano liberou US$ 300 milhões para o programa. Como consequência, o governo trabalhista posterior teve de preencher a lacuna criada pelo atraso nas entregas JSF, recorrendo à reforma de algumas de suas aeronaves.

O JSF como uma opção de longo prazo

Cingapura poderá ser a mais nova nação a encomendar o F-35. (Foto: Lockheed Martin)
Cingapura poderá ser a mais nova nação a encomendar o F-35. (Foto: Lockheed Martin)

No entanto, há ainda, um forte argumento para o JSF como caça de Cingapura de próxima geração. O fato é que o JSF é o único (e provavelmente último) avião de combate de quinta geração ocidental a ser desenvolvido. Além de suas características, muito elogiadas, e da capacidade furtiva e de sensores, esta qualidade de ponta oferece mais espaço para atualizações futuras, em contraste com o já maduro projeto F-15 concebido na década de 1960.

A menos que Cingapura esteja disposta a considerar um caça chinês ou russo de quinta geração, opções essas distintamente remotas, se não totalmente impossível, visto que a tradicional preferência de Cingapura é por equipamentos provenientes dos EUA. Também é possível que Cingapura considere plataformas de combate não tripulados, quando essas tecnologias amadurecem.

Dadas às circunstâncias, o JSF parece ser a única opção viável para manter o papel do RSAF em defesa de Cingapura, no longo prazo.

FONTE: Kelvin Wong, gerente de Programa (Programa de Estudos Militar) na Academia SAF-NTU (SNA) – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK

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Cingapura está na fase final de avaliação do caça F-35

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O caça F-35 está sendo avaliado pela Força Aérea da República de Cingapura como possível substituto para frota de caças F-15 e F-16 do país. (Foto: Lockheed Martin)
O caça F-35 está sendo avaliado pela Força Aérea da República de Cingapura como possível substituto para frota de caças F-15 e F-16 do país. (Foto: Lockheed Martin)

Cingapura está na fase final de avaliação do F-35 Joint Strike Fighter como um possível substituto para seus aviões F-15 e F-16, disse nessa terça-feira o ministro da Defesa do país.

Ng Eng Hen disse ao Parlamento na segunda-feira que a rica cidade-estado também estava visando substituir sua frota de submarinos como parte dos planos para melhorar ainda mais suas forças armadas, já a melhor equipada no Sudeste Asiático.

“Embora o F-35 ainda esteja em desenvolvimento, estamos no entanto interessados na plataforma para as nossas necessidades futuras”, disse Ng durante um debate sobre o orçamento nacional. Uma gravação de suas observações foi publicada na terça-feira num site do governo.

“O F-35 será a vanguarda da próxima geração de aeronaves de combate em operação”, acrescentou.

Ng disse que os caças Boeing F-15 Eagle de Cingapura “estão se aproximando do final de sua vida operacional”, e seus caças Lockheed Martin F-16 estão no ponto de meia-idade.

“Para o longo prazo, a RSAF (Força Aérea da República de Cingapura) identificou o F-35 como um avião adequado para continuar a modernizar a nossa frota de caças. Estamos agora na fase final de avaliação do F-35″, disse ele.

O caça monomotor, que tem um avançado software e capacidade furtiva, está sendo desenvolvido no âmbito de um programa liderado pelos Estados Unidos, com oito países ajudando a financiar o avião. Uma vez que o contrato foi entregue para a gigante aeroespacial Lockheed Martin, em 2001, o custo tem subido, e o projeto tem sido atormentado com atrasos.

Na última falha no mês passado, os militares dos EUA suspenderam todos os voos de teste devido a potenciais problemas de motor depois que uma rachadura foi descoberta numa lâmina da turbina em um motor de um F-35. No entanto, o diretor do programa F-35 no Pentágono, o tenente-general Christopher Bogdan, descartou qualquer conversa sobre clientes estrangeiros saindo do programa.

O Ministério de Defesa de Cingapura “terá de ser convencido de que este caça multi-função estado-da-arte satisfaz as nossas necessidades de longo prazo, que está a caminho de ser operacionalmente capaz, e o mais importante, que seja uma plataforma de custo-benefício”, disse Ng. Ele disse que Cingapura também tem o objetivo de substituir os seus e antigos submarinos da classe Challenger, que adquiriu como unidades remodeladas da Suécia na década de 1990.

Fonte: Defense News – Tradução: Cavok

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Marinha de Cingapura encomenda mais dois helicópteros S-70B Seahawk

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Um dos helicópteros S-70B Seahawk da Marinha de Cingapura. (Foto: Ministério de Defesa de Cingapura)
Um dos helicópteros S-70B Seahawk da Marinha de Cingapura. (Foto: Ministério de Defesa de Cingapura)

Cingapura assinou um contrato para mais dois helicópteros Sikorsky S-70B Seahawk, com a entrega prevista para 2016.

Os dois novos helicópteros terão um “kit de armas diferente” para a existente frota de seis S-70Bs da Marinha da República de Cingapura, disse uma fonte da indústria, que se recusa a fornecer detalhes exatos sobre como eles serão equipados.

Os existentes S-70Bs de Cingapura, que foram colocados em serviço em janeiro de 2011, são otimizados para tarefas anti-submarino, com um sonar ativo de longo alcance da L-3 e torpedos.

Segundo o site da Sikorsky, o S-70B pode ser configurado para várias outras missões, incluindo guerra anti-superfície (ASuW), busca e salvamento, evacuação médica e reabastecimento vertical.

No papel de ASuW, o helicóptero pode ser armado com até oito mísseis ar-superfície Lockheed Martin AGM-114 Hellfire, bem como metralhadoras e canhões.

Apesar dos S-70Bs de Cingapura operarem a partir de seis fragatas da classe Formidable, eles são transportados e mantido pelo pessoal da força aérea.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

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Singapore Airlines confirma pedido para mais aeronaves A380s e A350 XWBs da Airbus

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Concepção artística do A350 XWB nas cores da Singapore Airlines. (Foto: Fixion / Airbus)
Concepção artística do A350 XWB nas cores da Singapore Airlines. (Foto: Fixion / Airbus)

A Singapore Airlines (SIA) firmou um pedido para mais 25 aeronaves de widebodies da Airbus, que compreende cinco da aeronave de alta capacidade A380 e 20 dos novos aviões A350-900s. O negócio foi concluído em 2012 e resulta de um acordo fechado em outubro de 2012.

A Singapore Airlines colocou três pedidos sucessivos para o A380, tornando a Singapore a segunda maior cliente do A380, que agora tem 19 aeronaves em serviço. Na categoria de médio porte, a nova encomenda do A350 XWB, vê a companhia aérea dobrar sua carteira para a aeronave totalmente nova para 40. Os A350-900 serão utilizadas pela companhia aérea nas rotas de médio e longo percurso.

A Singapore Airlines encomendou mais 5 aeronaves Airbus A380.
A Singapore Airlines encomendou mais 5 aeronaves Airbus A380.

“Este segundo pedido repetido de uma das maiores operadoras do A380 feito hoje, é um grande endosso”, disse John Leahy, Diretor de Operações para Clientes da Airbus. “Também estamos muito satisfeitos que a Singapore Airlines está demonstrando igual confiança no A350. Com estas duas aeronaves, a Singapore Airlines terá a frota mais moderna, mais confortável e mais eficiente que o mercado pode oferecer.”

Desde 2006, o A380 está registrando pedidos repetidos por clientes satisfeitos a cada ano, trazendo a carteira de encomendas total atualmente para 262 aviões com 20 clientes. O A350 XWB já conseguiu 582 encomendas de 34 clientes.

Desde que a primeira aeronave entrou em serviço com a Singapore Airlines, em 2007, o A380 juntou-se às frotas de nove empresas de classe mundial. Normalmente acomoda 525 passageiros em três classes, com a aeronave sendo capaz de voar 8.500 milhas náuticas ou 15.700 km sem parar, levando mais pessoas a um custo menor e com menos impacto sobre o meio ambiente.

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Segundo a Lockheed, Cingapura demonstra aumento no interesse pelo F-35

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O caça F-35 continua sendo desenvolvido e está sendo entregue para as Forças Armadas dos EUA. (Foto: Liz Kaszynski / Lockheed Martin)

Cingapura está mostrando um aumento no interesse em comprar o Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter, disse um alto executivo da fabricante na noite de quinta-feira, uma semana depois que a China anunciou um voo do seu segundo caça stealth chamado de J-31.

A Lockheed está construindo três variantes do jato de combate furtivo para os militares dos EUA e oito parceiros internacionais – Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, Noruega, Dinamarca, Itália, Turquia e Holanda, que estão ajudando a financiar o desenvolvimento do avião.

Cingapura se tornou um parceiro de segurança no programa internacional do caça em fevereiro de 2003, junto com Israel, que já encomendou um lote inicial dos jatos.

Como parceiros de segurança, Cingapura e Israel se comprometeram a contribuir cerca de US$ 50 milhões para os trabalhos de desenvolvimento do F-35, de acordo com o site globalsecurity.org.

“O interesse deles (Cingapura) no programa ainda é bastante forte”, disse Tom Burbage, gerente geral do programa F-35, após um discurso para a Real Sociedade Aeronáutica na embaixada britânica em Washington. “Sua atividade andou um pouco e nos faz acreditar que eles vão se tornar mais ativos”, disse Burbage, quando perguntado sobre os planos de Cingapura para encomendar o F-35.

Washington está ativamente incentivando mais exportações de sistema de armas como o F-35 para fortalecer os laços com os aliados, e compensar um declínio no orçamento voltado nos seus próprios programas de aquisição.

O presidente Barack Obama e o secretário de Defesa Leon Panetta estão viajando para a Ásia neste mês para uma série de visitas, e para participar do Encontro Anual da Associação de 10 países das Nações do Sudeste Asiático, ou a ASEAN, que inclui Cingapura.

Washington tem buscado consolidar os laços e reforçar a influência dos EUA em toda a Ásia, como parte de um “pivô” para a região já que as guerras no Iraque e no Afeganistão estão sendo finalizadas.

Nenhum negócio formal ainda

O caça chinês J-31 despertou um alerta nos países do Sudeste Asiático.

Burbage disse que os funcionários da Lockheed estavam engajados em finalizar o diálogo com Cingapura sobre seu interesse em comprar algumas unidades dos aviões de combate F-35, e muitas vezes visitou o país asiático.

Mas ele disse que Cingapura não tinha feito qualquer acordo formal para comprar os jatos, ou quando tais aquisições poderiam ocorrer.

O consultor de defesa militar Loren Thompson, disse que a expansão da China fez pressão sobre Cingapura e outros países da região para comprar aviões de combate de última geração.

“Toda vez que a China testa um novo caça isso torna-se um despertador para países como Cingapura”, disse Thompson.

Na semana passada foram publicadas imagens do que seria um segundo caça furtivo chinês, depois que ele realizou seu vôo inaugural no nordeste da província de Liaoning.

Especialistas em aviação disseram que o avião tinha uma forte semelhança com o F-35, alimentando preocupações dos EUA sobre os esforços de espionagem chinesas que foram destacados num rascunho do relatório de 2012 para o Congresso, feito pela Comissão de Revisão de Segurança e Economia EUA-China.

Cingapura também vai hospedar o primeiro navio de combate litorâneo dos EUA, o “Freedom”, que também foi construído pela Lockheed, numa implantação de 10 meses no próximo ano.

Cingapura está estrategicamente localizada ao longo do estreito de Málaga, a ligação principal entre os Oceanos Índico e Pacífico, através do qual passam cerca de 40 por cento dos fluxos comerciais mundiais.

Burbage disse que o programa F-35 estava bem e cerca de 21 por cento antes do prazo dos voos de teste para o ano.

Ele disse que o Major General da Força Aérea Christopher Bogdan assumirá o controle do escritório do programa F-35 no Pentágono no dia 6 de dezembro, uma data confirmada pelo Pentágono. Bogdan irá receber a terceira estrela quando ele for promovido a tenente-general na semana anterior.

Bogdan, que vai substituir o vice-almirante da Marinha David Venlet, que vai se aposentar, como o oficial executivo do programa, e é um “aluno que aprende muito rápido”, disse Burbage a executivos no evento da embaixada.

Bogdan visitou a fábrica de Fort Worth, no Texas, onde a Lockheed constrói o F-35, em outubro, um mês depois que ele descreveu os laços entre a Lockheed e o Pentágono como “o pior que já tinha visto.”

Burbage disse que Bogdan fez uma boa visita a Fort Worth, e a Lockheed estava ansiosa para trabalhar com ele e o chefe de aquisição da Marinha Sean Stackely, que irá supervisionar as grande decisões de aquisição do F-35.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

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Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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Singapore Airlines encomenda mais cinco aeronaves A380s e 20 novos A350 XWBs

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A companhia aérea Singapure Airlines encomendou mais 20 aeronaves Airbus A350-900 XWB. (Foto: Fixion / Airbus)

A Singapure Airlines (SIA) anunciou que vai encomendar mais 25 aeronaves de fuselagem larga da Airbus, sendo cinco aviões A380 de dois andares e 20 novos A350-900s. As aeronaves serão operadas nas rotas de longo alcance e serviços regionais da companhia aérea, oferecendo o máximo de conforto e eficiência para rotas de alta densidade e de capacidade média.

O mais recente pedido de A380 será o terceiro a ser colocado pela companhia aérea de Cingapura, elevando o número total de aeronaves A380 encomendadas pela SIA para 24. A companhia aérea, que foi a operadora de lançamento para o A380, tem agora 19 aeronaves em serviço, voando para 10 destinos na Europa, nos EUA e na região Ásia-Pacífico a partir de sua base de Cingapura. Na categoria mid-size, o novo pedido de A350 XWB vai fazer com que a companhia aérea dobre sua carteira de pedido para a aeronave totalmente nova para 40 unidades. Os A350-900s serão utilizadas pela companhia aérea nos trajetos de médio e longo alcance.

Outra parte do pedido foi para cinco novos aviões A380-800. (Foto: Airbus)

“Esta importante encomenda vai nos oferecer novas oportunidades de crescimento e é consistente com a nossa política de manutenção de longa prazo de uma frota jovem e moderna. Ela demonstra o nosso compromisso com o hub de Cingapura, e nossa confiança na força do mercado de viagens completas e com serviços premiados”, disse Goh Choon Phong, CEO da Singapore Airlines. “A aeronave nos permitirá aumentar ainda mais nossa rede, fornecendo mais opções de viagem aos nossos clientes. Eles também contarão com a próxima geração de produtos de bordo na cabine para nos manter na vanguarda da inovação de produtos na companhia aérea.”

“Este anúncio de uma das operadoras mais prestigiadas do mundo ressalta o conforto incomparável e a eficiência oferecida pelas aeronaves widebodies Airbus”, disse John Leahy, Diretor de Operações para Clientes da Airbus. “Como a Singapore Airlines tem mostrado, o A380 tem provado ser um divisor na ponta mais superior do mercado. Estamos agora definidos por trazer novos níveis de eficiência para o segmento mid-size com a chegada do A350 XWB. Estamos extremamente orgulhosos por contar com a Singapore Airlines como a princial companhia aérea parceira em ambos os programas de aeronaves inovadoras.”

Desde a entrada em serviço pela primeira vez com a Singapore Airlines, em 2007, o A380 juntou-se às frotas de nove empresas de classe mundial. Normalmente acomoda 525 passageiros em três classes, com a aeronave sendo capaz de voar 8.500 milhas náuticas ou 15.700 km sem parar, levando mais pessoas a um custo menor e com menos impacto sobre o meio ambiente. A silenciosa cabine espaçosa e confortável fizeram o A380 ser o favorito dos passageiros na companhia aérea, resultando em maiores taxas de ocupação onde quer que ele voe. Até à data, a Airbus registrou 257 pedidos firmes para o A380 vindo de 20 clientes.

O A350 XWB (Xtra Wide Body) é uma nova linha de produtos mid-size de longo alcance que inclui três versões e que se situa na faixa entre 270 e 350 passageiros em três classes típicas de layout. A nova família vai trazer uma mudança na eficiência em comparação com aeronaves existentes nesta categoria de tamanho, usando 25 por cento menos combustível e proporcionando uma redução equivalente nas emissões de CO2. Programado para entrada em serviço em 2014, o A350 XWB já recebeu 558 pedidos firmes de 34 clientes em todo o mundo.

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Caças F-15SG do esquadrão “Buccaneers” chegam no Red Flag-Alaska

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Um caça F-15SG Strike Eagle da Real Força Aérea de Cingapura, parte do 428° Esquadrão de Caça “Buccaneers”, pousa na Base Aérea Eielson no dia 3 de outubro para participar do Red Flag-Alaska. (Foto: Senior Airman Benjamin Sutton / U.S. Air Force)

Os membros do 428° Esquadrão de Caça, conhecido como Buccaneers, chegaram na Base Aérea de Eielson, no Alasca, no dia 3 de outubro, para participar do realista exercício de combate aéreo Red Flag-Alaska com duração de 10 dias. O esquadrão faz parte da 366ª Ala de Caça na Base Aérea de Mountain Home, Idaho, e atualmente opera os caças F-15SG Strike Eagle que são utilizados para treinamento dos tripulantes da Real Força Aérea de Cingapura através do programa Peace Carvin V.

O exercício Red Flag-Alaska é um treinamento de operação em combate com uso de multi plataformas e corresponde à capacidade projetada operacional das unidades participantes. Os pilotos e tripulações vão treinar com uma variedade de tipos de aeronaves durante o exercício.

Dois caças F-15SG Strike Eagles sediados na Base Aérea de Mountain Home, no Idaho, taxiam na Base Aérea de Eielson, no Alasca. (Foto: Senior Airman Benjamin Sutton / U.S. Air Force)

A maioria das unidades participantes do Red Flag-Alaska chegam uma semana antes do exercício. Isso dá às tripulações e as equipes de manutenção uma oportunidade de voar um ou dois vôos de orientação, fazer a preparação física e mental, receber informações de segurança do local e briefings de sobrevivência e trabalhar no desenvolvimento dos planos de orientação.

Durante a fase de trabalho de duas semanas do exercício, as tripulações são submetidos a qualquer ameaça combate concebível. Cenários são moldados para atender aos objetivos de cada exercício de treinamento específico.

A Real Força Aérea de Cingapura já recebeu seus 24 caças F-15SG, com alguns exemplares sendo mantidos nos EUA para treinamento dos pilotos e equipes de manutenção. (Foto: Senior Airman Benjamin Sutton / U.S. Air Force)

No ponto máximo do exercício, os combatentes múltiplos podem operar no mesmo espaço aéreo de uma só vez. Normalmente, o Red Flag-Alaska realiza duas missões de combate a cada dia.

A Real Força Aérea de Cingapura já recebeu todas suas 24 aeronaves de combate F-15SG Strike Eagle, e parte delas operam a partir da Base Aérea de Mountain Home, com as aeronaves ostentando as marcas de Cingapura e também da Força Aérea dos EUA.

Texto: Senior Airman Benjamin Sutton / 366th Fighter Wing Public Affairs – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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Singapore Airlines lança programa de conectividade de bordo de US$ 50 milhões

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A Singapore Airlines está disponibilizando aos seus passageiros um serviço de internet a bordo das suas aeronaves. (Foto: Singapore Airlines)

A Singapore Airlines acaba de lançar o pacote de Conectividade de Bordo como parte do seu programa de US$50 milhões que visa levar internet e serviço de dados de celular para passageiros, mesmo em voos a 10.500 metros de altitude.

Atualmente, o serviço de Conectividade de Bordo está disponível em 14 aeronaves da frota, incluindo os cinco Airbus A340-500s utilizados em destinos para Austrália e na operação dos voos diretos mais longos do mundo, de Cingapura para Newark e Los Angeles.

As primeiras aeronaves da Singapore a receber o sistema de internet a bordo serão os Airbus A340-500.

Os passageiros podem acessar a internet, enviar e receber e-mails de seus smartphones e outros equipamentos eletrônicos, além de enviar e receber mensagens SMS de texto por meio de celulares compatíveis com a tecnologia GSM.

Por meio de uma parceria com a fornecedora líder em conectividade OnAir, a tecnologia será implementada progressivamente, nos próximos dois anos, em todas as aeronaves que operam voos de longa distância, como o Airbus A380-800, o A340-500 e o Boeing 777-300ER.

O serviço está ativo em rotas onde haja o equipamento necessário e está sujeito à aprovação de cada país. Um mapa com informações sobre a disponibilidade do serviço ao sobrevoar um determinado país será apresentado na revista de entretenimento de bordo KrisWorld.

As próximas aeronaves a receber o sistema serão o Airbus A380 e o Boeing 777 da companhia.

Os preços promocionais incluirão serviços para conexão de internet sem fio. Até 30 de novembro 2012, será oferecido pacote de dados de 30 megabytes por US$25 e US$10 pelo pacote com 10 megabytes. Além disso, uma promoção conjunta com a SingTel possibilita que usuários desta operadora recebam até 40% de desconto em mensagens de texto enviadas a bordo, e até 20% de desconto para ligações feitas ou recebidas. A tabela com os descontos consta no site da SingTel e é válida até 31 de março de 2013.

O vice-presidente de produtos e serviços sênior da Singapore Airlines, Tan Pee Teck, afirma que “assim como as preferências de entretenimento e conectividade de nossos passageiros alteram, também precisamos nos modificar. Conectividade pela internet e por celular é apenas o começo e possibilitará que nossos consumidores fiquem conectados mesmo quando estão voando a mais de 10.000 metros de altitude. Muitos outros investimentos serão implementados nos próximos meses e levarão conectividade e entretenimento aos nossos viajantes”.

O executivo acrescenta: “Sempre fomos pioneiros na adoção de tecnologia e estamos confiantes de que essas iniciativas irão não só atender como exceder as mais altas expectativas de nossos consumidores, nos mantendo na vanguarda em relação à inovação no setor aéreo”.

Complementando o investimento de US$ 50 milhões para o pacote de Conectividade de Bordo, diversas ações estão sendo realizadas para trazer uma nova geração de entretenimento de bordo aos passageiros da companhia. Um novo sistema de entretenimento, novas telas e novos controles são alguns dos itens que estão previstos.

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IMAGENS: Cingapura estreia no Pitch Black com suas aeronaves F-15SG e G550 AEW

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Três caças F-15Sg da Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) são acompanhados por três caças F/A-18 Hornets da Real Força Aérea Australiana (RAAF), na chegada a Austrália para participar do Exércício Pitch Black. (Foto: Ministério de Defesa de Cingapura)

A Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) estreiou no exercício Pitch Black duas de suas aeronaves militares, o caça bombardeiro F-15SG e a aeronave de alerta aéreo antecipado (AEW) Gulfstream G550. O exercício multinacional ocorre entre os dias 27 de julho e 16 de agosto na Base da RAAF de Darwin, norte da Austrália.

Um caça F-15SG da RSAF decola da Base da RAAF de Darwin para uma missão no Pitch Black 2012. (Foto: Ministério de Defesa de Cingapura)
A Força Aérea da República de Cingapura está estreiando no Pitch Black sua aeronave de alerta aéreo antecipado (AEW) Gulfstream G550.

A RSAF tem cerca de 300 militares envolvidos, além de seis jatos de combate F-15SG, oito caças F-16C/D, a aeronave AEW Gulfstream G550, e um avião de reabastecimento aéreo KC-135R. As aeronaves de Cingapura participam do Pitch Black este ano como forças aliadas. A RSAF participa do Pitch Black desde 1990.

A RSAF levou também para o Pitch Black 2012 suas aeronaves de caça F-16D (foto mais acima), e um avião de reabastecimento aéreo KC-135R. (Fotos: Departamento de Defesa da Austrália)

As atividades incluem operações diurnas e noturnas de combate aéreo e de reabastecimento aéreo, contando com a presença de 2.200 pessoas e mais de 100 aviões militares.

Os caças F-15SG de Cingapura estão partindo para as missões no Pitch Black a partir da Base da RAAF de Darwin. (Foto: Departamento de Defesa da Austrália)

Este exercício proporciona que as equipes da RSAF tenham a oportunidade para treinar em cenários realistas operacionais, promove o entendimento mútuo, bem como melhora a interoperabilidade com as Forças Armadas dos Estados Unidos, da Austrália e de outras forças aéreas do Sudeste Asiático, como a Nova Zelândia e a Tailândia que também estão presentes este ano.

IMAGENS: Alenia Aermacchi apresenta o primeiro M-346 para Singapura

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O primeiro jato de treinamento avançado Alenia Aermacchi M-346 Master da Força Aérea da República de Cingapura. (Foto: Alenia)

O primeiro jato de treinamento avançado M-346 para a Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) foi apresentado hoje numa cerimônia realizada na fábrica da Alenia Aermacchi em Venegono Superiore, Itália.

Em Setembro de 2010 foi concedido um contrato ao consórcio liderado pela ST Aerospace em parceria com a Alenia Aermacchi e pela Boeing, para o fornecimento de 12 aeronaves M-346 e sistemas de instrução baseados em terra para o programa AJT (Advanced Jet Trainer) da Força Aérea da República de Cingapura.

O evento de apresentação do primeiro M-346 da RSAF contou com a presença de membros das empresas ST Aerospace, Boeing, Alenia e dos governos da Itália e Cingapura. (Foto: Alenia)

A cerimônia de apresentação da primeira aeronave contou com a presença de líderes da RSAF, representantes da ST Aerospace, da Boeing, da Alenia Aermacchi, bem como dos trabalhadores envolvidos no programa.

“Assinamos o contrato há menos de dois anos e hoje apresentamos a primeira das doze aeronaves M-346 para o programa AJT da Força Aérea da República de Cingapura. É um momento particularmente importante para a nossa empresa, e alcançamos um excelente trabalho de equipe em estreita colaboração com o nosso parceiro industrial, a ST Aerospace, e estamos muito satisfeitos por poder celebrar com eles,” afirmou Giuseppe Gordo, CEO da Alenia Aermacchi

O moderno cockpit do M-346 da Força Aérea da República de Cingapura. (Foto: Alenia)

“O sucesso do roll-out do primeiro M-346 demonstra o empenho da ST Aerospace e da Alenia Aermacchi no apoio às necessidades de instrução futuras da RSAF. Juntamente com os nossos parceiros continuaremos a trabalhar com afinco e profissionalismo para oferecermos uma excelente solução ao nosso cliente,” afirmou Chang Cheow Teck, Presidente da ST Aerospace.

Esta cerimônia foi realizada após a obtenção da certificação e do primeiro voo desta aeronave ocorrido em Julho de 2012. A entrega do primeiro M-346 à Força Aérea da República de Cingapura está previsto para o final de 2012.

Singapore Airlines prepara voos especiais para marcar despedida do 747-400 da sua frota de aeronaves de passageiros

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O último voo de um Boeing 747-400 de passageiros da Singapore Airlines está marcado para o dia 6 de abril de 2012. (Foto: Singapore Airlines)

A Singapore Airlines vai operar um voo especial comemorativo de ida e volta entre Cingapura e Hong Kong no dia 6 de abril de 2012 para marcar a aposentadoria da sua frota de Boeing 747 de transporte de passageiros, depois de quase quatro décadas de serviço.

No dia 6 de abril, a Singapore Airlines vai operar o vôo SQ747 que parte de Cingapura para Hong Kong e o SQ748 de Hong Kong para Cingapura, com um Boeing 747-400. Naquele dia, estes voos especiais irão substituir os existentes vôos SQ860 e SQ863, que são normalmente operados por aeronaves Airbus A330-300s.

Os voos especiais, que serão os últimos da Singapore Airlines com passageiros num Boeing 747, já estão abertos para a venda. Além de mais de 300 passageiros comerciais, a bordo estarão os funcionários que trabalharam no tipo de aeronave ao longo de sua história, bem como um grupo de crianças carentes e a imprensa.

“Dizer adeus à “Rainha dos Céus” não será fácil. Ao longo de mais de 38 anos, o Boeing 747 tem desempenhado um importante papel em ajudar a Singapore Airlines para se tornar a companhia aérea global que é hoje”, disse Goh Choon Phong, CEO da Singapore Airlines. “Isso nos permitiu estender nossa rede em todo o mundo e introduzir novos produtos e serviços. Estes voos vão marcar o fim de uma era, mas o espírito de inovação vai viver na Singapore Airlines.”

A Singapore Airlines vai estender o tempo de vôo dos vôos comemorativos em uma hora para permitir que as pessoas a bordo possam ser tratadas numa experiência de vôo única. Isto incluirá os serviços de refeição especialmente criados e com o entretenimento durante o vôo, de acordo com o serviço da companhia aérea. Os clientes irão também receber a edição limitada do Boeing 747 em escala.

As clientes da Primeira Classe serão oferecidos uma experiência adicional: um tour exclusivo pelas instalações da Singapure Airlines, incluindo a cabine da tripulação, e nas unidades de treinamento e de simuladores de vôo do Boeing 747-400, em Cingapura. A companhia aérea vai continuar precisando do simulador, pois a companhia ainda vai operar uma frota de 11 cargueiros Boeing 747-400 e dois cargueiros Boeing 747-400 convertidos. Estes dois aviões são 747 que foram convertidos a partir da versão de passageiros para a configuração de carga.

O Vôo SQ747 partirá do Aeroporto Internacionak Singapore Changi (SIN) às 8:30hs do dia 6 de abril e chegará ao Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKG) às 13:15hs. O vôo SQ748 deixará HKG às 14:45hs e pousará em SIN às 19:30hs. Cingapura e Hong Kong estão no mesmo fuso horário.

Um site dedicado foi criado para comemorar a aposentadoria do Boeing 747 “Jumbo” da Singapura Airlines no serviço de passageiros, que pode ser acessado aqui. O site apresenta marcos e registros estabelecidos ao longo dos anos, bem como fotos históricas e imagens de vídeo, incluindo entrevistas com funcionários e clientes.

A Singapore Airlines substituiu o Boeing 747-400 na sua frota de passageiros com o bimotor, mais eficiente no consumo de combustível, o Boeing 777-300ER e também com o Airbus A380, agora o maior avião de passageiros do mundo. A Singapore Airlines foi a cliente de lançamento do A380 e também foi a primeira companhia aérea a receber a entrega do grande Airbus de dois andares, em setembro de 2007.

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