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AirMod modificará 25 aviões T-27 Tucano para versões de ataque leve

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AirMod vence concorrência internacional para modificar 25 aviões T-27 Tucanos. (Foto: Bruno David / Airliners.net)

A AirMod, empresa brasileira instalada no Parque Tecnológico São José dos Campos, venceu concorrência internacional para projetar, desenvolver e executar a modificação de 25 aeronaves T-27 Tucano. O projeto envolve transformar a versão original, de treinamento, em uma versão de ataque leve para um cliente do exterior.

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Embraer com produção em andamento dos primeiros A-29 Super Tucano para o Líbano

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As aeronaves A-29 Super Tucano para o Líbano estão sendo fabricadas nos Estados Unidos. (Foto: Embraer)
As aeronaves A-29 Super Tucano para o Líbano estão sendo fabricadas nos Estados Unidos. (Foto: Embraer)

A produção está em andamento dos primeiros Embraer A-29 Super Tucanos para a Força Aérea libanesa, com a entrega devendo começar no início de 2017.

Embraer confirma fornecimento de seis unidades do A-29 Super Tucano ao Líbano

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Embraer A-29 Super Tucano (6)
Embraer A-29 Super Tucano, Dubai Airshow 2015 / Foto: Embraer

A República do Líbano confirmou hoje a aquisição de seis aeronaves turboélice A-29 Super Tucano da Embraer Defesa & Segurança e da Sierra Nevada Corporation (SNC). O contrato inclui suporte logístico para a operação das aeronaves, bem como um sistema de treinamento completo para pilotos e mecânicos da Força Aérea Libanesa. A venda foi aprovada em junho pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Kobac, a nova aeronave COIN desenvolvida na Sérvia

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A nova aeronave de ataque leve Kobac, desenvolvida pela UTVA e técnicos militares na Sérvia.

A empresa UTVA da Sérvia apresentou pela primeira vez ao público, no último dia 2 de setembro, a aeronave de ataque leve chamada de Kobac (Gavião), que é um projeto baseado no avião de treinamento com motor a pistão Lasta 95, já vendido para a força aérea iraquiana, e que era conhecido anteriormente como Lasta-TP.

A aeronave de ataque leve Kobac apresentada no dia 2 de setembro no show aéreo que marcou os 100 anos da Força Aérea da Sércia. (Foto: Igor Salinger)

O projeto do Kobac foi feito pela UTVA em parceria com o Instituto Militar Técnico e com a agência nacional de comércio de armas Yugoimport-SDPR. A aeronave foi oficialmente revelada pelo Ministro da Defesa da Sérvia, Dragan Sutanovac, no dia 2 de abril, durante uma cerimônia na fábrica UTVA em Pancevo, conforme vídeo abaixo. O projetista chefe Vojislav Devic disse que o avião foi “concebido para formação avançada em todas as condições meteorológicas, dia e noite, mas também para ser capaz de tarefas de patrulha de fronteira e ataques contra alvos no solo”.

Para o projeto do Kobac, a aeronave Lasta 95 recebeu diversas modificações, sendo a principal o novo motor turboélice de 1.000 shp num nariz mais alongado. Apesar de não ser confirmado o modelo do motor, acredita-se que seja uma versão do robusto e confiável motor Pratt & Whitney Canada PT6A. Um novo profundor foi projetado para lidar com o aumento da potência. Além disso foram adicionados pontos fixos nas asas que receberam reforços, possibilitando a instalação de tanques de combustíveis externos de 420 libras, além de uma carga interna de 344 libras, aumentando a autonomia para quase cinco horas de voo. O Kobac possui um peso máximo de decolagem de 1.650 kg (3.640 lb) e uma velocidade máxima de 270kt (500 km/h) em nível vôo e 298 kts em mergulho.

O Kobac foi projetado com base no avião Lasta 95 visto ao fundo.

Os cinco pontos fixos (o Lasta-95 possui dois) podem levar mais de 1.100 libras de armamentos dos mais variados tipos, incluindo bombas de queda livre, lançadores de foguetes de 7 ou 16 tubos e pods de canhões de 0,5 polegadas ou 20mm. Os pontos fixos externos podem levar mísseis ar-ar ou ar-superfície e bombas, e o ponto fixo central pode levar um pod de guerra eletrônica.

Dentre as novidades do Kobac estão a inclusão do motor turboélice e o novo cockpit digital no conceito glass.

O novo cockpit do Kobac, incluindo um canopie com maior visibilidade, possui uma melhor ergonomia, três telas multinfunção que apresentam dados táticos e imagens dos sensores na tela maior no centro, e um banco traseiro mais elevado (cerca de 4 polegadas) permitindo uma boa visão frontal. As duas posições possuem assentos ejetáveis Martin-Baker Mk 15B. Foi ainda instalado um sistema HOTAS (mãos no acelerador e no manche), e um moderno sistema de ataque e navegação.

Após o lançamento do demonstrador de tecnologia Kobac em maio, a aeronave agora está passando por trabalho de conclusão, e deve realizar seu primeiro vôo até o final de 2013, ou durante 2014.

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Força Aérea da Indonésia deve receber em agosto suas primeiras aeronaves Super Tucano

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A Força Aérea da Indonésia deve receber em agosto suas primeiras aeronaves Super Tucano.

De acordo com a mídia local da Indonésia, as quatro primeira unidades de aeronaves Super Tucano estão previstas para chegar ao país no dia 28 de agosto de 2012. Os aviões fabricados pela Embraer vão equipar o Esquadrão Aéreo 21, na Base Aérea de Malang, em Java Oriental. Até o final desse ano devem ser entregues 8 aeronaves do tipo para Força Aérea da Indonésia.

“As aeronaves Super Tucano do Brasil estão planejadas para chegar no dia 28 de agosto de 2012, mas se houver qualquer atraso, provavelmente chegam no início de setembro”, disse o Chefe de Manutenção do Esquadrão Aéreo 21, Major (Tek) Anton Firmansyah.

Possível esquema de cores do Super Tucano na Força Aérea da Indonésia.

A Força Aérea da Indonésia selecionou 12 dos melhores pilotos que devem vir ao Brasil em junho para finalizar o treinamento, após uma instrução básica realizada em Jacarta.

A Indonésia também está preparando a base que vai receber as aeronaves, inclusive um prédio onde vai abrigar um simulador do Super Tucano.

As oito aeronaves Super Tucano vão substituir os antigos aviões OV-10A Bronco, e foram adquiridos num acordo feito em novembro de 2010.

A Embraer não confirmou a data da entrega das aeronaves, que já foi divulgada pela imprensa como sendo no começo de 2012, e depois em abril, mas que não se confirmou.

Dica do amigo Diogo Franca. Obrigado 😉

Parceria nos EUA para vender Super Tucano à USAF

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A equipe da Embraer e Sierra Nevada junto ao Super Tucano que está sendo testado nos EUA. (Foto: Sierra Nevada)

Em associação com a americana Sierra Nevada, a Embraer vai disputar contrato para venda de 20 aeronaves turboélice Super Tucano a Força Aérea norte-americana (Usaf). Os aviões serão usados para treinamento avançado de pilotos e em operações de contrainsurgência no Afeganistão, dentro do programa conhecido como LAS (Light Air Support). O contrato está previsto para ser anunciado nos próximos meses e a Embraer concorre com a americana Hawker Beechcraft, fabricante do modelo AT-6, que ainda está em fase de desenvolvimento.

“Se ganharmos, vamos montar os aviões nos EUA e o site preferencial para abrigar a linha de montagem do Super Tucano será Jacksonville, na Flórida, onde já tivemos um contato preliminar para avaliar a viabilidade desse projeto”, disse o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado.

Em 2004, a Embraer chegou a anunciar o início da construção de uma fábrica no mesmo local, onde planejava desenvolver programas de defesa e segurança nacional nos EUA. O primeiro projeto da unidade seria o programa Aerial Common Sensor (ACS), do Exército americano, que inicialmente escolheu a plataforma do jato Embraer 145 para implantar um sistema de nova geração para vigilância de batalha. Na época liderado pela Lockheed Martin, no entanto, o projeto não foi adiante.

Na nova concorrência, da qual participa o Super Tucano, a Embraer precisou se associar a uma empresa americana, em atendimento à lei “Buy American Act”, que também exige a instalação de uma linha de fabricação das aeronaves no país. “A empresa Sierra Nevada não é um “prime contractor” americano, mas tem muita experiência em logística e em pós-venda e acabou sendo um sócio interessante, porque o programa é muito pequeno”, explicou.

O Super Tucano, segundo Curado, é uma aeronave bastante competitiva e que atende bem à especificação técnica do contrato, além de já ter sido testada por cinco Forças Aéreas da América Latina. O executivo acredita, no entanto, que a decisão transcende a questão técnica, pois existem fatores geopolíticos envolvidos e que deverão ser respeitados.

“Outro ponto a nosso favor é o prazo de entrega. Temos capacidade de fabricar e de entregar rapidamente. No caso da Beechcraft, ainda tem um período de desenvolvimento. Essa variável tempo será importante se os EUA quiserem uma coisa muito a curto prazo”, comentou.

A aeronave, segundo a Embraer, acumula até o momento um total de 180 encomendas, das quais 152 já entregues. A receita obtida com a venda do modelo até agora, de acordo com a fabricante brasileira, é da ordem de US$ 1,6 bilhão. A Embraer projeta um mercado de US$ 3,5 bilhões para a classe do Super Tucano, algo em torno de 300 aeronaves.

A aeronave já foi vendida para a Colômbia, Equador, Chile, Indonésia, República Dominicana, Guatemala e para dois clientes na África. “Nosso principal foco com o Super Tucano não são os países desenvolvidos, que já têm seus próprios aviões de treinamento. O Sudeste da Ásia, África e América Latina são os nossos mercados alvo”, disse. O modelo está configurado para missões de treinamento avançado, vigilância de fronteiras, ataque leve e contrainsurgência.

Fonte: Valor Econômico, via NOTIMP

Sierra Nevada Corporation e Embraer lançam site para promover Super Tucano nos EUA

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O Embraer A-29 Super Tucano utilizado para promover a aeronave no mercado militar dos EUA através da Sierra Nevada Corporation. (Foto: SNC)

Como parte de sua proposta para fornecer a aeronave, treinamento e apoio para a missao de Suporte Aéreo Leve (LAS) para U.S. Air Force (Força Aérea dos EUA), a Sierra Nevada Corporation (SNC) e a Embraer lançaram um novo site para realçar as capacidades do A-29 Super Tucano e como sua seleção beneficiará os militares e a economia dos EUA. Para acessar o site A-29 – Built For a Mission, clique aqui.

O A-29 Super Tucano será construído em Jacksonville, Flórida, por funcionários norte americanos e com peças fabricadas por empresas americanas. O treinamento nas aeronaves será fornecido em Clovis, New Mexico. Mais de 60 fornecedores dos EUA em 19 estados vão fornecer peças e serviços para este contrato. Pelo menos 1.200 empregos nos EUA serão criados com este contrato.

No novo site criado para promover o Super Tucano nos EUA, pode-se comparar as duas aeronaves concorrentes no programa LAS dos EUA. (Foto: SNC)

“A seleção da A-29 Super Tucano é uma vitória para a missão, uma vitória para o combatente, e uma vitória para as empresas americanas e os trabalhadores norte americanos que irão contribuir para o processo”, disse Taco Gilbert, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Internacionais da SNC. “A SNC se uniu com a Embraer para oferecer o Super Tucano, pois é a melhor e única plataforma provada em combate para a missão LAS.”

A missão LAS exige uma solução não-desenvolvida que oferece a versatilidade, empenho e persistência que o combatente precisa em um ambiente de contra-insurgência, com um custo significativamente menor. As aeronaves devem oferecer apoio de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR); oferecer uma grande variedade de munições (inclusive armas guiadas de precisão) e operar em condições de terreno extremamente acidentada e austeras.

Desenvolvido para a defesa e segurança das operações nas selvas da Bacia do Rio Amazonas, onde os fugitivos muitas vezes utilizam meios improvisadas em um ambiente muito austero, o A-29 Super Tucano é um avião de ataque leve construído especificamente para missões de contra-insurgência. Comprovado em combate, com mais de 150 unidades em operação ao redor do mundo, têm registrado mais de 16.000 horas de combate, sem perdas em batalha. Uma excepcional aeronave de ataque leve e treinador, foi contratado por cinco forças aéreas em todo o globo e foi encomendado por outros – destacando-se na missão LAS todos os dias. O custo operacional do Super Tucano é baixo, podendo operar por longos períodos nas missões de contra-insurgência das mais complexas possíveis por uma fração do custo de jatos.

“O Super Tucano foi construído para esta missão”, disse Gary Spulak, Presidente da Embraer Aircraft Holdings da América do Norte. “O Super T é uma projeto limpo, construído para o combate, COIN e otimizado para a Força Aérea dos EUA. Ele não compromete a segurança da tripulação, a controlabilidade da aeronave ou a eficácia da missão.”

A aeronave Super Tucano foi amplamente testada para operar em pistas não pavimentadas, e passou com sucesso por todos testes. (Foto: SNC)

O Super T é certificado para mais de 130 configurações externas. Ele possui o mesmo sistema Hands-on-Throttle-e-Stick (HOTAS) e configuração de cabine de um avião de caça moderno de quarta geração. No entanto, é altamente eficiente para operar e fácil de pilotar. Tem resistência inigualável, dando ao combatente um persistente ISR, cinética, ou apoio a formação. Seu reforçado trem de pouso e sua posição longa e larga da engrenagem permite operações normais em pistas não pavimentadas e excelentes características de controle no solo que facilita as operações. O comprimento da fuselagem e os controles de voo garantem um controle preciso, mesmo com a aceleração total do motor de 1.600 hp.

O programa LAS fornecerá para o Corpo Aéreo do Exército Nacional do Afeganistão cerca de 20 aeronaves e mais 15 para a USAF, através de sua capacidade de construção de parcerias. A decisão deverá ser anunciada em junho.

Fundada em 1963, as sete áreas únicas de negócios da SNC empregam mais de 2.100 pessoas em 29 diferentes locais em 15 estados – todos os quais estão dedicados a fornecer soluções de ponta para a base dinâmica de clientes da SNC.

A Embraer-U.S. faz parte da Embraer SA, e é a maior fabricante mundial de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras do Brasil. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves e sistemas para a aviação comercial, aviação executiva e defesa e nos segmentos de segurança. Ela também fornece suporte e serviços aos clientes em todo o mundo. Em 31 de março de 2011, a Embraer contava com 17.253 empregados da força de trabalho – não incluindo empregados de suas subsidiárias em parte propriedade – e sua carteira de pedidos firmes totalizava US$ 16 bilhões.

Maiores implicações para venda do Super Tucano aos EUA

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A aeronave Embraer EMB-314 Super Tucano que participa da competição para um novo modelo de combate contra insurgência nos EUA.

Apesar do Super Tucano estar ainda na competição para novas aeronaves contra insurgência (COIN) nos EUA, nessa semana, o Early Warning Blog, do Lexington Institute, divulgou um artigo feito por um de seus colaboradores dizendo quais as razões pelas quais os EUA não deveriam adquirir a aeronave brasileira e escolher o modelo desenvolvido pela pela Beechcraft. O artigo, divulgado pelo site Defence Professionals, está traduzido abaixo, com o original no link no final do post.

A aeronave Beechcraft AT-6 Texan que participa da competição LAAR nos EUA. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Força Aérea dos EUA está planejando comprar aeronaves de “ataque leve e reconhecimento armado” para uso pelos pilotos dos EUA e estrangeiros na guerra de contra-insurgência. Por cerca de US$ 10 milhões por avião, provavelmente é o avião de combate mais barato em serviço que será comprado neste século – que é uma razão pela qual poucos políticos ou especialistas estão prestando atenção. Mas a concorrência para selecionar uma aeronave vencedora levanta questões mais amplas sobre a forma como a compra de armas militares, em especial, se os responsáveis ??políticos do Pentágono entendem a gravidade do recente declínio econômico da América.

Existem apenas dois candidatos credíveis para o contrato: um avião americano feito pela Hawker Beechcraft designado AT-6, e um avião brasileiro feito pela Embraer designado EMB-314. São ambos aviões turbohélices, multi-missão, e seus preços de tabela são semelhantes. Mas como a oferta da Beechcraft seria desenvolvida e montada nos Estados Unidos, iria gerar mais de 1.000 postos de trabalho aqui. O avião brasileiro seria desenvolvido em outros lugares, e a montagem final que ocorreria nos EUA provavelmente geraria menos de uma centena de postos de trabalho.

Então aqui vai a pergunta óbvia: por que os militares de um país com os maiores déficits orçamentários e comercial da história consideram a compra de um novo caça leve de um fabricante estrangeiro quando há um plano em perfeito estado e já disponível a partir de fontes internas? Sabemos que a oferta americana funciona bem, porque a mesma plataforma foi usada pela Força Aérea e ma Marinha para treinamento de pilotos ao longo dos últimos dez anos, e centenas deles são utilizados a partir de seis localidades nacionais. Isso provavelmente faz com que o avião americano seja o candidato com melhor relação custo-benefício na concorrência, pois já existe uma infra-estrutura de treinamento e manutenção no lugar e que os pilotos do avião também o conhecem bem.

A aeronave Super Tucano que participa da competição de nova aeronave de ataque leve e reconhecimento armado (LAAR) nos EUA.

Mas o fato de a Força Aérea estar estudando uma oferta do Brasil nos diz que o Pentágono está fora com as realidades econômicas. Deixemos de lado o fato de o governo do Brasil, muitas vezes não concorda com as políticas de defesa dos EUA em países como Irã e Venezuela, e tentaremos ignorar o disposto no Estatuto Social da Embraer, permitindo que o governo corte o fluxo de peças de reposição e acessórios, se não gostar da maneira como o avião está sendo usado em algum lugar. Em vez disso, considere o que aconteceu com a economia americana ao longo dos últimos dez anos. Na manhã do dia 11/09, os Estados Unidos estavam gerando 32% de toda a produção econômica global. Hoje, caiu para 23 por cento, e se o Congresso se recusa a aumentar o limite da dívida poderia diminuir ainda mais, a 20% da produção mundial, porque o empréstimo federal ultrapassa atualmente os 10% do produto interno bruto.

É este o perfil de um país que pode dar ao luxo de passar para trás mil novos postos de trabalho e comprar no exterior só porque alguns estados são influenciados pela empresa estrangeira que pode oferecer-lhe um negócio um pouco melhor em um turboélice militar? Eu não penso assim! A Força Aérea dos EUA deve começar a pensar mais claramente sobre suas responsabilidades para com os contribuintes, durante um período de perigo fiscal e econômico. Talvez o que significará reduzir a quantidade de dinheiro que gastam em guerras em outros países. No mínimo, porém, significa a compra de aviões norte-americanos, sempre um produto adequado disponível para atender as necessidades militares. Isso é o que a China faz – compra de fontes chinesas, sempre que possível – e agora ele está subindo tão rápida quanto a América está diminuindo. Independentemente do tipo de “negócio” que a Força Aérea acha que ela poderá ser capaz de receber do Brasil, é uma perda líquida para a América se não comprar o avião dos EUA.

Fonte: Loren B. Thompson, Ph.D. – Early Warning Blog, Lexington Institute, via DefPro.com

Dica do amigo Ozéias. Obrigado 😉

Nota do Editor: Nessa semana a aeronave Super Tucano das imagens acima foi entregue para a empresa Tac-Air que presta serviços na área de defesa e segurança nos EUA. Veja o artigo aqui.

IMAGENS: AirTractor entrega os quatro primeiros AT-802Us para os Emirados Árabes Unidos

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Uma das quatro aeronaves AirTractor AT-802US vistas em Malta, durante o voo de translado para os Emirados Árabes Unidos. (Foto: Rowen Aquilina)

As quatro primeiras de dez aeronaves AirTractor AT-802Us encomendadas pela Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos foram fotografadas por atentos spotters.

As quatro aeronaves chegaram no Aeroporto Luqe, em Malta, no dia , seguindo para os Emirados Árabes. (Foto: Peter Tonna / Airliners)

As aeronaves, que serão utilizadas para contra-insurgência – são equipadas com motores turbohélices Pratt & Whitney Canada PT-6A – e chegaram no Aeroporto Luqa, em Malta, no final de dezembro, durante voo de translado para seu destino final nos Emirados Árabes.

Abu Dhabi encomendou os adaptados aviões agrícolas no ano passado, quando tornou-se o primeiro comprador conhecido para essa versão de aeronave contra-insurgência (COIN).

Os quatro aviões AT-802US, de dez encomendados pela Força Aérea dos Emirados Árabes, passaram por Malta antes de seguir para o destino final. (Foto: Peter Tonna / Airliners)

O AT-802U é equipado com uma torreta que possui sensores infravermelhos/eletro-ópticos para identificação de alvos no solo. A AirTractor integrou uma variedade de armamentos no modelo, incluindo armas guiadas a laser e um pod com um canhão de calibre .50.

As imagens mostram as quatro primeiras aeronaves, ainda com o prefixo dos EUA: N60019, N6008Q, N60033 e N60066.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Governo das Filipinas avalia substitutos dos OV-10 Broncos

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Uma das aeronaves OV-10 Bronco da Força Aérea das Filipinas. (Foto: Rogier Westerhuis)

O Governo das Filipinas emitiu uma solicitação para avaliação de aeronaves de ataque leve turbohélices considerados para substituir seus antigos Rockwell OV-10 Broncos.

A nova aeronave precisará ser melhor que as especificações do OV-10 em termos de armas, motores e eficiência nas missões de observação, disse a Força Aérea das Filipinas. Ela também terá que ter capacidade de pousos e decolagens curtos.

Um equipe de Força Aérea vem preparando todos detalhes da solicitação, a qual será submetida ao departamento de defesa. A força aérea disse, no entando, qie o orçamento poderá ser uma das dúvidas.

A aeronave Super Tucano da Embraer é uma das possíveis candidatas a venda para as Filipinas. (Foto: Embraer)

Dentre os possíveis candidatos podem estar incluídos o Embraer EMB-314 Super Tucano, o Korea Aerospace Industries KT-1 e o Beechcraft T-6 Texan II.

Em novembro de 2010, a vizinha Indonésia encomendou oito aeronaves Super Tucanos para substituir os seus OV-10s. Essa foi a primeira venda da Embraer na Ásia do modelo de ataque leve, embora o acordo ainda precise ser aprovado pelo Ministro da Defesa da Indonésia.

Como uma medida de contenção, as Filipinas estão conversando com a Tailândia sobre a doação de aeronaves OV-10s da Força Aérea Tailandesa. o chefe das forças armadas das Filipinas, General Ricardo David Jr, esteve recentemente na Tailândia, com a possível troca de aeronaves OV-10 levantada como um dos “pontos de discussão”, informou a força aérea.

No entanto, as Filipinas não tem certeza sobre quantas aeronaves a Tailândia está oferecendo.

O OV-10 Bronco é um importante modelo para a Força Aérea das Filipinas, o qual, como na Indonésia, utiliza a aeronave nas missões de contra-insurgência (COIN). As Filipinas está aflita pelo número de conflitos de baixa intensidade, particularmente no sul da ilha de Mindanao, onde militantes islâmicos estão ativos.

“O OV-10 é uma boa plataforma,” disse a força aérea. “Ele oferece uma multiplicidade de munições e é uma boa plataforma de observação.” Ela adiciona que atualmente somente oito aeronaves OV-10s estão operacionais.

Adicionalmente, as Filipinas podem também adquirir treinadores primários da primeira versão do Pilatus PC-7 da Malásia, que estão estocados, já que a Força Aérea da Malásia está adquirindo 12 novos treinadores PC-7 Mk IIs.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

Chefe da USAF termina com plano de nova aeronave COIN

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Um Super Tucano utilizado pelo governo dos Estados Unidos.

O Chefe da USAF (Força Aérea dos EUA), General Norton Schwartz, acabou com o projeto de uma aeronave leve de ataque para “guerra irregular”, ou de Contra Insurgência (COIN), durante um comunicado feito nessa quinta-feira, dia 6 de maio, dizendo que as aeronaves existentes podem efetuar qualquer e todos tipos de mssões de apoio aéreo aproximado que um novo, e leve caça de ataque poderia efetuar. E acima de tudo, ele afirmou que também não existe a necessidade de uma pequena aeronave de transporte também.

“Não existe uma necessidade, ao meu ver, para um grande número de aeronaves leves de ataque ou de transporte militar para a USAF para execução de missões militares de uso geral,” disse Schwartz, falando no evento patrocinado no Centro para Política Nacional em Washington, D.C. “Com as plataformas que nós já possuímos na nossa estrutura da força aérea, e com nossas capacidades, nós podemos efetuar qualquer exigência de apoio aéreo aproximado. Isso é tão simples como parece.” Ele não prevê a substituição dos existentes aviões de combate F-15, F-16 e A-10 por aeronaves de ataque leve.

Schwartz identificou a capacidade de uma lacuna existente: uma aeronave que pode ser utilizada para treinar crescentes forças armadas aéreas estrangeiras. Essas deveriam ser algo no inventário da USAF, para que então os pilotos estrangeiros possam se familiarizar com elas e então as nações estrangeiras serem encorajadas a comprar as mesmas aeronaves em algumas quantidades.

Ao final, em 2012, a USAF realizaria uma competição para adquirir 15 aeronaves leve de ataque e de vigilância, provavelmente uma aeronave à hélice, ele disse. Mas essas aeronaves seriam usadas como treinadores, para construir “capacidade de parceria” com forças aéreas estrangeiras, especificamente as do Iraque e do Afeganistão. “A ideia é uma plataforma com custo baixo, uma que possa efetuar missões de ataque leve ou de vigilância, conforme o caso pode ser, e fazer de modo que possa ser facilmente assimilada e operado no meio das nossas unidades aéreas do exército.”

Na metade do ano passado, a USAF requisitou aos fabricantes de aeronaves projetos para uma aeronave Armada de Ataque Leve e Reconhecimento (LAAR). Muitos haviam especulado se a USAF estaria criando uma nova Ala Aérea LAAR. Schwartz deixou claro que não é o caso. As aeronaves LAAR serão utilizadas como treinadores, pertencidas e operadas pela USAF, para treinar pilotos estrangeiros em missões de baixa importância.

Em março, o General James Mattis do Comando de Forças Conjuntas, disse ao Comitê de Forças Armadas do Senado, que os militares precisavam de um caça leve para guerra irregular.

Um estudo recente do RAND, entitulado “Cursos de Ação para Capacidades Avançadas de Guerra Irregular da USAF,” disse que a USAF deveria equipar uma ala aérea de COIN dedicada, equipada com cerca de 100 das atualmente não indetificadas aeronaves de ataque leve “OA-X”. Tal aeronave facilitaria enormemente parceria com os pilotos do Iraque e do Afeganistão enquanto baixaria os custos e reduziria excessivas demandas por horas de voo em aeronaves de alto desempenho como os caças F-16.

Adicionalmente, como os “parceiros usualmente querem as mesmas aeronaves que as forças armadas dos EUA estão voando”, fabricar e operar uma aeronave COIN poderia simultaneamente impulsionar o apoio as tropas terrestres enquanto “aguçaria o apetite dos parceiros que prematuramente estão estudando adquirir jatos de alto desempenho como o F-16.”

A U.S. Navy possui um projeto de aeronave para Guerra Irregular, através do projeto “Imminent Fury”, e tem estudado a aquisição de turbohélices brasileiros Embraer Super Tucano para oferecer apoio aéreo aproximado para as forças de operações especiais.

Fonte: DoD Buzz – Tradução: Cavok

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