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França estuda uso de ‘dirigível estratosférico’ para coleta de informações, vigilância e reconhecimento

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O Stratobus da Thales Alenia Space.

A Thales Alenia Space assinou um contrato com a agência francesa de compras de defesa para realizar um estudo conceitual de aplicativos de inteligência, vigilância e reconhecimento usando uma plataforma do tipo Stratobus para atender às necessidades operacionais do exército francês.

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HAV apresenta versão de produção do Airlander 10

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A versão de produção da aeronave híbrida Airlander 10 foi revelada à medida que a Hybrid Air Vehicles (HAV) se aproxima do início da produção, continuando as negociações com os clientes comerciais.

Airlander 10 recebe aprovação para ser produzido para transporte de passageiros

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O veículo aéreo híbrido Airlander 10, que recebeu a aprovação para ser fabricado para transporte de passageiros.

A Hybrid Air Vehicles (HAV) recebeu a aprovação para produção do Airlander 10 pela Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA). A empresa agora inicia a fabricação da aeronave para transporte de passageiros.

Marinha Real Britânica estuda a utilização de dirigíveis híbridos para transporte e reconhecimento

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O veículos aéreos híbridos de longa resistência desenvolvidos pela Northrop Grumman estão sendo analisados pela Marinha Real Britânica para transporte e reconhecimento junto a frota naval. (Foto: Northrop Grumman)

Modernos Zeppelins subiram aos céus pela primeira vez desde a Primeira Guerra Mundial, quando o Exército dos EUA começou a usar dirigíveis no Afeganistão. Mas os chefes da Marinha Real Britânica estão agora seriamente considerando a compra de uma aeronave da Hybrid Air Vehicles baseada em Bedfordshire para as tarefas de vigilância e re-abastecimento dos porta-aviões.

Cientistas da empresa de defesa Northrop Grumman passaram as informações para a Marinha Britânica sobre a última aeronave que está prestes a entrar em serviço militar nos EUA.

O Long Endurance Multi-Intelligence Vehicle (LEMV) está definido para revolucionar o transporte aéreo por ser capaz de transportar cargas muito pesadas ou kits de inteligência para longas distâncias com a capacidade de pousar em qualquer lugar, inclusive na água.

A Marinha está olhando para comprar um LEMV para basear acima da frota com câmeras de vigilância sofisticadas para ameaças locais e espionar os movimentos do inimigo. Com uma carga útil de 50 ton ele também pode ser usado para transportar peças de equipamentos urgentes, tais como motores para os Joint Strike Fighters para fora dos navios.

Os comandantes também estão considerando usá-lo como uma plataforma contra a pirataria, com o LEMV podendo diminuir em até 150 comandos junto com seus velozes barcos infláveis.

Viajando a mais de 80 nós, a aeronave é quase três vezes mais rápida do que os navios e a versão da Marinha poderá viajar por vários dias sem reabastecer seus quatro motores de turbina de gás.

Com uma mistura de 60 por cento de hélio e 40 por cento de ar, é muito menos vulnerável ao fogo inimigo que os Zeppelins cheios de hidrogênio que caíram vítimas de balas incendiárias, uma arma aérea da frota durante a Grande Guerra.

Testes feitos pela empresa de Bedfordshire têm mostrado que as balas e até mísseis pode passar através do balão sem inflamar a mistura de gás que tem uma pressão muito baixa.

“Esta poderia ser a solução ideal para o apoio logístico aos porta-aviões e nas missões de ISR (inteligência, vigilância, reconhecimento) para a frota”, disse uma fonte da Marinha.

“Transportar 50 toneladas de sensores e suprimentos é mais do que o dobro da capacidade de um Hércules.”

As aeronaves custarão cerca de 60 milhões de libras cada uma e podem ser operadas remotamente como um veículo aéreo não tripulado.

Eles poderiam ser uma vantagem importante para a indústria aeronáutica britânica caso atraia o interesse comercial. As companhias de petróleo estão olhando para os LEMVs para transportar equipamentos pesados ??para as plataformas remotas de perfuração sem ter que usar um campo de pouso.

Eles poderiam também abrir um caminho mais fácil em todo o Atlântico levando 200 passageiros em segurança e conforto numa viagem de 36 horas, consumindo um quinto do combustível utilizado por um jato.

As aeronaves poderiam até ser usadas para o transporte de mercadorias na Grã-Bretanha. A empresa estima que uma viagem de carro de duas horas de Milton Keynes para o centro de Londres poderia ser reduzido para 20 minutos

A Hybrid Air Vehicles assegurou um contrato de defesa com os EUA de US$ 315 milhões em 2010 para fornecer três aeronaves, que serão baseadas no Afeganistão, capazes de permanecer no ar por três semanas, enquanto podem efetuar o reconhecimento do Taliban sobre uma vasta área.

Um porta-voz do Ministério de Defesa do Reino Unido disse: “O Ministério da Defesa recentemente recebeu instruções sobre o possível uso de aeronaves e veículos aéreos especificamente híbridos para a movimentação de equipamentos e sensores, mas atualmente não há planos para comprar esses equipamentos.”

Fonte: The Telegraph – Tradução: Cavok

VÍDEO: Após perder contrato milionário a Lockheed divulga o dirigível híbrido P791

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A Lockheed Martin não desistiu de seus dirigíveis híbridos apesar de ter perdido um contrato milionário com o Exército dos EUA dois meses atrás.

O supreendente vídeo detalhado de marketing acima foi divulgado pela Lockheed no YouTube na semana passada pela primeira vez.

Após a equipe de Veículos Aéreos Híbridos da Northrop Grumman ter capturado o contrato de US$ 517 milhões do U.S. Army para fabricar um veículo de multi-inteligência/longo-alcance (LEMV), a divisão Skunk Works da Lockheed vem buscando divulgar seu conceito quem sabe buscando novos mercados.

Northrop Grumman fabricará dirigível de observação para o U.S. Army

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O novo dirigível de observação desenvolvido pela Northrop Grumman para o U.S. Army. (Foto: Northrop Grumman)

O U.S. Army (Exército dos EUA) selecionou a Northrop Grumman para fabricar até três sistemas de dirigíveis híbridos LEMIV (Long Endurance Multi-Intelligence Vehicle) – também conhecidos como dirigíveis de observação.

Os dirigíveis não-tripulados serão um pouco maiores que um campo de futebol e poderão operar numa altitude de 20.000 pés sobre o Afeganistão por mais de três semanas fornecendo inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) para soldados, informou a Northrop Grumman num press release. Eles estarão prontos para começar a voar em 18 meses.

“É um fator crítico que nossos guerreiros estejam equipados com mais capacidades integradas de ISR permitindo que eles enfrentem os conflitos atuais e futuros,” disse Alan Metzger, gerente do programa da Northrop Grumman.

Aprenda a voa um Zeppelin nos EUA

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O Zeppelin Eureka, da Airship Ventures, visto em Long beach, California, EUA. (Foto: Airship Ventures)

Uma companhia baseada em Long Beach, na California, está oferecendo as pessoas a chance de voar no maior dirigível do mundo. A Airship Ventures opera o Eureka, o único Zeppelin nos Estados Unidos e está oferecendo um curso de dois dias de duração, com aulas teóricas, instrução de voo, tempo de voo nos controles e aval na carteira de voo.

Cada estudante terá a garantia de 30 minutos no assento esquerdo do cockpit podendo controlar a aeronave – o único pré-requisito é que os participantes tenham a licença de piloto privado e o exame médico em dia.

O Zeppelin da Airship Ventures é um dos três únicos no mundo, e mede 75 metros de comprimento (5 metros maior que um Boeing 747) e pode acomodar 12 passageiros num luxuosa cabine.

Airship desenvolve protótipos de dirigíveis

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Airship do Brasil, empresa formada por Bertolini, Mira e Desenvix, contratou a Logistics International Associates – LIA para a execução do projeto ADB. A iniciativa consiste na produção de três protótipos de dirigíveis, respectivamente o ADB 1, 2 e 3. O primeiro voou no final de setembro/2009, o segundo voará em novembro/2009 e a maquete virtual do terceiro ficará pronta até final de dezembro deste ano.

Os protótipos fazem parte de um realinhamento estratégico da Airship, que decidiu dar início ao seu processo de desenvolvimento tecnológico através do projeto, desenvolvimento e construção de aeronaves menores, mantendo como alvo as versões cargueiras de maior porte. Mantém-se a intenção de num prazo de oito a nove anos ter dirigíveis de grande porte, capazes de transportar mais de 60 toneladas.

Airship ADB-1
Airship ADB-1

Os três protótipos estão em ordem natural de desenvolvimento e capacitação tecnológicas. Segundo o engenheiro Christian Amaral,diretor Técnico da Airship, o primeiro protótipo (ADB-1) consiste em um demonstrador de conceito, com 4m de comprimento, que materializa algumas soluções inéditas que tem potencial de emprego nas versões de grande porte. Fará vôos em espaços fechados. “Devido ao seu tamanho reduzido, permite muita agilidade na experimentação de diversas soluções de projeto, construção e operação, com custo reduzido”, explica o engenheiro.

O ADB-2 consiste em uma versão de 12m de comprimento, capacidade de carga da ordem de 10 kg líquidos, excelente manobrabilidade e desempenho, rádio-controlado e com capacidade de vôo autônomo (robótico) ao ar livre. Voará em espaços ao ar livre, enfrentando ventos de até 50 km/h. Amaral esclarece que este protótipo também visa testar conceitos e soluções a serem empregados nos dirigíveis cargueiros, como o sistema de controle tridimensional (em vôo pairado), por exemplo. “Estes modelos serão também comercializados para alguns clientes que já manifestaram interesse, principalmente nas áreas de testes e ensaios de vôo robótico, captação de imagens, vigilância e monitoramento”, acrescenta ele.

O ADB-3 consiste no anteprojeto da versão cargueira de 20 ton, agrupando tecnologia testada nos ADB-1 e ADB-2. Nesta fase, está prevista a definição da configuração inicial e a construção, em realidade virtual 3D, das cabines de comando e instalações para a tripulação.

Cada versão será feita de materiais diferentes, devido a requisitos de peso e resistência. O envelope do ADB-1 está sendo feito de filme sintético de alta resistência, o do ADB-2 será feito com tecido sintético de alta performance (extremamente leve a altamente resistente) e o ADB-3 terá seu material projetado, desenvolvido e manufaturado sob encomenda. Segundo o diretor Técnico, não é um material que se ache pronto no mercado para comprar. Quanto às gôndolas, motores e demais sistemas, são todos de alta qualidade e certificados para uso aeronáutico, no caso da versão tripulada.

Mais informações: http://www.airshipdobrasil.com.br

Fonte: AirShip

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