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Avião Douglas DC-3 da Varig disponível para visita no “Varig Experience”

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O Douglas DC-3 "PP-ANU" exposto agora no Boulevard Laçador, em Porto Alegre. (Foto: Fábio Fonseca / www.aeroentusiasta.com.br)
O Douglas DC-3 “PP-ANU” exposto agora no Boulevard Laçador, em Porto Alegre. (Foto: Fábio Fonseca / www.aeroentusiasta.com.br)

O Boulevard Laçador, localizado próximo do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, recebe o projeto “Varig Experience”, que vai proporcionar uma experiência para quem é apaixonado por aviação e tem saudades da Varig: conhecer (ou relembrar) o avião Douglas DC-3, que até 1971 fez parte da frota da companhia aérea.

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Genie AIR-2A, o míssil ar-ar mais potente do mundo

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AAM Genie AIR-2A. Impressionante a chama da ignição (Foto: Coleção particular do editor)
O míssil ar-ar Genie AIR-2A tinha como característica, além de sua ogiva nuclear, uma impressionante ignição. (Foto: Coleção particular do autor)

Embora fosse um foguete não guiado, que voava em uma trajetória balística, pode certamente ser classificado como o míssil ar-ar (AAM) mais potente do mundo, por causa da sua ogiva nuclear.

Acidente com aeronave C-47 Dakota da Força Aérea da África do Sul deixa 11 mortos

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Uma aeronave C-47TP da Força Aérea da África do Sul.

Onze pessoas morreram num acidente com um avião militar Douglas C-47TP Dakota da Força Aérea Sul-Africana (SAAF) que caiu devido às más condições climáticas em uma região remota nas montanhas de Drakensberg, no leste do país, informou o Ministério da Defesa nesta quinta-feira.

Um porta-voz oficial negou informações de que o avião carregava uma equipe médica para atender o ex-presidente Nelson Mandela, noticiou a mídia local.

“A bordo da aeronave estavam seis pessoas da tripulação e cinco passageiros e foi confirmado que não há sobreviventes”, informou o Ministério da Defesa em comunicado.

A aeronave C-47 Dakota decolou de uma base aérea perto de Pretória, na quarta-feira, e estava voando para Mthatha, na província do Cabo Oriental quando desapareceu, segundo o Ministério. A Força Aérea da África do Sul possui cerca de 10 aeronaves do modelo C-47TP, usados nas tarefas de transporte, patrulha marítima e guerra eletrônica.

Médicos militares responsáveis pelo bem-estar de Mandela, de 94 anos, voam com frequência para o mesmo aeroporto de Cabo Oriental quando vão visitar Mandela em Qunu, um vilarejo rural onde o líder antiapartheid nasceu.

Fonte: Reuters

Dica do amigo Symon. Obrigado 😉

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Draken International compra oito jatos Douglas A-4K Skyhawks ex-Real Força Aérea Noza Zelândia

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A Draken International adquiriu oito jato A-4K que eram da Real Força Aérea da Nova Zelândia. (Foto: Draken)

A empresa privada Draken Internacional assinou um acordo com o governo da Nova Zelândia para comprar os oito (8) McDonnell Douglas A-4K Skyhawk, bem como diversos outros equipamentos e acessórios. Esta operação bem-sucedida marca o fim de um grande capítulo na história da aviação Nova Zelândia e o início de uma grande base para Draken Internacional.

A Draken International já opera com jatos A-4L Skyhawk. (Foto: Draken)

A Draken, reconhecendo a crescente demanda da indústria de segurança privada, pretende operar as aeronaves em apoio as iniciativas de treinamento do Departamento de Defesa. A aeronave traz recursos exclusivos para a indústria de Contratos de Serviços Aéreos (CAS), com recursos como um radar APG-66, Heads-Up Display, HOTAS, Multi-Function Display e o bus 1553 padrão da OTAN.

A Draken também vai operar até 6 sistemas de reabastecimento em voo nos A-4, permitindo que a frota Draken possa fornecer trenamento de reabastecimento aéreo ou de apoio às outras aeronaves de sua frota equipadas com sonda. Dadas essas capacidades, os aviões serão capazes de proporcionar uma formação mais realista e um ambiente de simulação de ameaça para uma variedade de papéis, incluindo o combate ar-ar, ar-solo, busca, “Red-Air” JTAC/CAS, reabastecimento aéreo e outras missões conjuntas que exigem a mais recente tecnologia nas aeronaves.

O painel dos jatos A-4K permite um avanço nas capacidades de treinamento da Draken International.

O CEO da Draken Internacional Jared Isaacman afirma: “Essas aeronaves representam a evolução final e mais capaz da plataforma A-4 Skyhawk. Estamos todos muito confiantes na capacidade de apoio de longo prazo, nas capacidades de aviônicos e nas eficiências econômicas que essas aeronaves trarão para o Departamento de Defesa e para indústria global contratante de defesa.”

Além dos Douglas A-4K Skyhawk, a transação inclui mais de 20 motores de reposição, e um extenso inventário de peças sobressalentes, publicações, equipamentos de suporte de vida e aviônicos suficientes para suportar a frota pelas próximas décadas. Também estão incluídos os dois simuladores de vôo para treinamento de cabine e familiarização do sistema de ataque/navegação.

A Draken já recebeu a aprovação necessária do Departamento de Estado dos EUA e espera ter as aeronaves operacionais no primeiro trimestre de 2013.

A Draken International é uma fornecedora de contratos de serviços aéreos baseada no Aeroporto Regional Linder Lakeland, em Lakeland, Florida. A prestação de serviços aéreos estabelece um novo padrão no apoio de tarefas de adversários aéreos, treinamento de vôo, na simulação de ameaças, suporte de guerra eletrônica, reabastecimento aéreo, buscas, testes, bem como outras missões exclusivamente adequadas à sua frota de aeronaves, que conta com jatos A-4, MB339, MiG-21, L-39C, e outras aeronaves. O site da empresa pode ser acessado aqui.

Acidente com MD-83 na Nigéria deixa 153 mortos

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A aeronave MD83, prefixo 5N-RAM, da empresa Dana Air da Nigéria, que caiu nesse domingo, dia 3 de junho. (Foto: Aviapix)

Menos de 24 horas após um acidente com um Boeing 727 de uma companhia aérea de carga nigeriana em Gana, um avião de passageiros McDonnell Douglas MD-83, prefixo 5N-RAM, operado pela Dana Air, também da Nigéria, ficou destruída quando caiu por volta das 16:00hs hora local, neste domingo, dia 3 de junho, numa área residencial em Lagos, maior cidade nigeriana. Não houve sobreviventes dentre os 147 passageiros e 6 tripulantes a bordo. A aeronavetinha sido fabricada em 1990.

Parte da cauda do MD-83 da Dana Air.

O governo do estado de Lagos, disse num comunicado, que 153 pessoas estavam no vôo. Um porta-voz da Agência Nacional de Gerenciamento de Emergências (NEMA) da Nigéria disse que provavelmente não houve vítimas adicionais no solo, já que a aeronave havia caído sobre um prédio de dois andares. A companhia aérea reportou que a tripulação declarou emergência já nas proximidades do aeroporto, provavelmente uma falha num dos motores.

O avião tinha decolado de Abuja (ABV) num vôo doméstico para Lagos (LOS), provavelmente no voo 9J-992. Na aproximação em Lagos, a aeronave cortou uma linha de energia e colidiu com um prédio de dois andares. O bairro do local do acidente, um dos mais populosos de Lagos, está localizado ao norte do aeroporto, no eixo da pista 18L (para pouso).

Autoridades disseram que a caixa preta já foi localizada e que uma investigação para determinar a causa do acidente já foi iniciada.

VÍDEO: Voando com aeronaves DC-3 sobre a selva amazônica da Colômbia

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No documentário acima de 25 minutos de duração, pode-se ver a história de pilotos que voam os lendários aviões Douglas DC-3 sobre a selva amazônica da Colômbia, numa das rotas aéreas mais perigosas do mundo para entregar suprimentos. Notem como as pessoas voam dentro da aeronave, sem conforto nenhum. Mais interessante é o mecânico a bordo que verifica os problemas hidráulicos durante o voo. Sem GPS, esses voos seriam bem mais complicados, dada a ineficiência dos auxílios de navegação rádio na região. E tem gente que reclama das companhias aéreas brasileiras.

VÍDEO: Voo com o DC-3 da Breitling

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Compartilho com vocês um belíssimo vídeo de uma das históricas aeronaves da Breitling, um DC-3 impecavelmente restaurado e que continua voando na Suíça. A aeronave Douglas DC-3 “HB-IRJ” que voa nas cores da Breitling foi produzido em 1940 para a American Airlines. Apesar de ter mais de 75 mil horas de vôo, tem sido mantido numa excepcional condição de voo. Ele foi comprado nos Estados Unidos e restaurado em Miami, sendo então transportado para a Europa via Quebec, Newfoundland, Groenlândia e Islândia em 2009. Atualmente realiza voos panorâmicos sobre a Suíça para convidados e especiais passageiros.

Dica da amiga Adriana Schmidt. Obrigado 😉

Resultado Cavok Foto Quiz 13-2 – McDonnell Douglas KC-10 Extender

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A aeronave McDonnell Douglas KDC-10 "T-235"da Real Força Aérea da Holanda decola do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. (Foto: Maurício Sato / Aeroentusiasta)

O desafio dessa semana foi interessante e acabou pegando alguns amigos pelos detalhes. Mas teve gente que descobriu até a foto exata, que era da aeronave McDonnell Douglas KDC-10 da Real Força Aérea da Holanda (RNLAF), durante uma decolagem do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos. A versão de reabastecimento aéreo do jato comercial DC-10 começou a voar em julho de 1980, e entrou em operação na USAF um ano depois, estando ainda em operação na USAF e na Holanda, os dois únicos países a utilizarem o modelo de REVO. Para USAF foram fabricados (convertidos) 60 aeronaves e para Holanda foram duas aeronaves, com uma terceira já adquirida (2007), mas que permaneceu com a designação DC-10 e está sendo utilizada apenas nas missões de transporte. As duas aeronaves KDC-10 (DC-10-30CF) da Holanda (matrículas T-235 e T-264) foram adquiridas via FMS dos EUA e pertenciam a companhia aérea Martinair em 1992, e entraram em operação na RNLAF em 1994 e 1995, respectivamente. Os KDC-10s são as maiores aeronaves da frota da RNLAF e diferente do modelo da USAF, o operador do boom fica sentado logo atrás da cabine de comando da aeronave, num sistema chamado de Remote Aerial Refueling Operator (RARO), sendo que no KC-10 Extender o operador fica na cauda e abaixo da aeronave. As duas aeronaves da Holanda operam a partir do Aeroporto de Eindhoven, junto ao 334º Esquadrão de Transporte. Parabéns aos acertadores e até o próximo final de semana.

Resultado Cavok Foto Quiz 04-2 – Douglas A-4 Skyhawk

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O jato de ataque Douglas A-4KU (AF-1) Skyhawk da Marinha Brasileira. (Foto: Luís André Werlang / Cavok)

Amigos, o resultado desse foto quiz é o jato de ataque Douglas A-4 Skyhawk, projetado para a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. A aeronave, com asas no formato delta, voou pela primeira vez no dia 22 de junho de 1954, entrando em serviço dois anos depois na U.S. Navy, onde esteve operacional até 2003. O A-4 já participou de três conflitos militares: a Guerra do Vietnã, a Guerra do Yom Kippur, e a Guerra das Malvinas. Foram fabricados 2.960 unidades, e alguns países ainda operam com o Skyhawk, como a Marinha Brasileira (modelo da foto), que adquiriu 23 exemplares do modelo A-4KU, a última versão produzida. As aeronaves adquiridas pelo Brasil da Força Aérea do Kuwait no final da década de 90, são 20 da versão monoplace A-4KU e três da versão biplace TA-4KU, que no Brasil receberam as designações AF-1 e AF-1A, respectivamente. Os Skyhaws da Marinha Brasileira ficam baseados na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, mas podem operar a bordo do porta-aviões São Paulo (A-12). Atualmente somente quatro países voam o Skyhawk: Argentina, Brasil, Israel e Cingapura, além de operadores civis nos EUA. Os 34 jatos argentinos, designados A-4AR,  passaram por uma modernização feita pela Lockheed Martin. Parabéns aos vencedores e até o próximo final de semana.

Aeronave VC-9C ‘Air Force Two’ agora faz parte do Museu do Comando de Mobilidade Aérea dos EUA

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A aeronave Douglas VC-9C (SN 73-1682), também conhecida como Air Force Two, chegou no dia 18 de agosto de 2011 no Museu do Comando da Mobilidade Aérea (AMC), na Base Aérea de Dover, Delaware. (Foto: Roland Balik / U.S. Air Force)

O Museu do Comando de Mobilidade Aérea dos EUA tem sido o lar de muitos marcos de inovação em aviônicos norte americanos. As diversas aeronaves aposentadas, sejam elas militares ou civis, são restauradas para numa exata característica histórica por dedicados voluntários do museu, e em seguida são exibida para a apreciação de várias gerações de pessoas. E foi a aeronave VC-9C “Air Force Two” que agora faz parte do museu localizado na Base Aérea de Dover, Delaware.

“Se os aviões pudessem falar, eles podem estar se perguntando: “Quem é o cara novo?” Porque uma especial aeronave fabricada pela Douglas, o VC-9C, anteriormente conhecido como Air Force Two, juntou-se ao acervo do museu no dia 18 de agosto. A aeronave tornou-se outra jóia rara do Museu AMC “, disse Michael Leister, o diretor do Museu AMC.

A aeronave VC-9C Air Force Two no momento que chegava na Base Aérea de Dover e recebia as boas vindas dos caminhões de bombeiros da base. (Foto: Roland Balik / U.S. Air Force)

Depois de pousar na base aérea, a cerimônia da chegada do bimotor VC-9C começou com o tradicional jato de água feito por dois caminhões de bombeiros. Membros da comunidade local juntaram-se aos membros da Base Aérea de Dover na pista para receber a aeronave e a tripulação, que voou desde a Base Aérea de Scott, Illinois. O Coronel Mark Camerer, o comandante da 436ª Ala de Transporte Aéreo, se dirigiu à multidão quando o avião finalmente chegou a seu local de parada.

A nova rara aeronave do Museu do AMC já estará exposta ao público no dia 27 de agosto. (Foto: Roland Balik / U.S. Air Force)

O esquema de pintura azul claro, branco e de alumínio polido da aeronave foi selecionado por Jacqueline Kennedy, em 1962. O interior do avião foi personalizado e melhorado para oferecer um melhor sistema de assentos e equipamentos de comunicações a diversas autoridades do alto escalão dos EUA incluindo os vice-presidentes norte americanos George H.W. Bush, Dan Quayle, Walter Mondale e Dick Cheney. Por duas vezes a aeronave foi utilizada como Air Force One, levando os presidentes Ronald Reagan e Bill Clinton.

Resultado Cavok Foto Quiz 28 – Douglas A-1 Skyraider

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A aeronave Douglas AD-1 Skyraider "N2AD" da Fundação Warbird Heritage, durante o AirVenture 2010. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

Sendo operado por quase 40 anos pelas forças armadas dos EUA (U.S. Air Force, U.S. Navy e U.S. Marine Corps), a aeronave do Foto Quiz dessa semana é  Douglas A-1 Skyraider (designado AD-1 no começo das operações), e que fez sucesso durante as operações no Vietnã. Fabricado entre a década de 40 e 50, a aeronave equipada com um potente motor radial de 2.700hp participou de diversos conflitos militares enquanto esteve em serviço com diversas forças aéreas como a Guerra da Coreia e a Guerra do Vietnã, sendo operado inclusive pela Força Aérea do Vietnã do Sul. No total foram fabricados 3.180 Skyraiders, e a última força aérea a operar com a aeronave de ataque foi a do Gabão, que retirou as suas 9 aeronaves em 1985. Cerca de 19 dessas aeronaves permanecem em condições de voo, inclusive a que aparece na imagem acima, pertencente a Heritage Flight Foundation. Parabéns aos acertadores, e até a semana que vem com mais um Foto Quiz.

VÍDEO: Voando com um DC-3 na Holanda

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Vídeo interessante de um voo numa aeronave Douglas DC-3 entre Rotterdam e Lelystad, na Holanda, visto na cabine dos pilotos. O DC-3 acima pertencia a família real holandesa e foi restaurado totalmente em 1996 pela Dutch Dakota Association.

Raro RA-3B Skywarrior ficará exposto no Castle Air Museum da California

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Voluntários ajudam a descarregar o raro RA-3B Skywarrior que será restaurado e exposto no Castle Air Museum na California. (Foto: Castle Air Museum)

Um raro avião de reconhecimento RA-3B foi salvo de um ferro velho e será colocado em exposição no Castle Air Museum, em Atwater, California. Apenas três aeronaves Douglas RA-3Bs existiram e duas foram abatidas no Vietnã. A aeronave que sobreviveu na Guerra do Vietnã, participou da crise de mísseis em Cuba e agora sobreviveu a mais uma ameaça, de ser transformada em sucata.

O Castle Air Museum recentemente adquiriu a aeronave Douglas RA-3B Skywarrior no empréstimo de longa duração do Museu Nacional de Aviação Naval. Ele foi retirado do estoque onde estava na cidade de Mojave e transportado sobre um caminhão na sexta-feira de manhã.

O modelo, chamado de “A Baleia” devido a seu tamanho, será a 54ª aeronave do museu, disse Joe Pruzzo, CEO da Castle Air Museum Foundation Inc.

Projetado na década de 50 para combate contra a União Soviética, a aeronave permaneceu em operação até 1991 após a Guerra do Golfo, disse ele.

As aeronaves Skywarriors foram modificadas para reabastecer outras aeronaves, além de executarem missões de guerra eletrônica e de reconhecimento.

Além do único modelo de reconhecimento existente do Skywarrior, o museu também abriga o único bombardeiro B-36 de reconhecimento.

O Castle Air Museum não precisou desembolsar nenhuma quantia de dinheiro para trazer a aeronave para o museu. Todo o equipamento foi doado e as pessoas se voluntariaram paraajudar.

“O Museu USS Midway em San Diego possui uma dessas aeronaves recuperada, mas de um modelo diferente do nosso, e ele tiveram que pagar cerca de US$ 100.000 para levar a aeronave para o museu e restaurá-la,” ele disse. “Nós precisaremos pagar pela restauração, disso não conseguiremos escapar.”

Um dos voluntários acredita que deverá levar cerca de 18 meses de trabalho para restauração completa, sendo a maior parte deste tempo para o detalhamento, como as insígnias e a pintura.

Fonte: Merced Sun-Star – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

IMAGENS: Homenagem do Cavok aos 75 anos do Douglas DC-3

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A aeronave Douglas DC-3 completou 75 anos de seu primeiro voo realizado no dia 17 de dezembro de 1935. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Nessa sexta-feira, dia 17 de dezembro, foi comemorado os 75 anos do primeiro voo de uma das aeronaves que representou um dos principais capítulos da história da aviação mundial: o Douglas DC-3. Veja a seguir uma coletânea de imagens que o site Cavok reuniu das aeronaves DC-3/C-47, feitas durante o ano de 2010.

As imagens foram feitas durante o AirVenture 2010, maior evento de aviação do mundo, que neste ano reuniu em Oshkosh,Wisconsin, mais de 40 aeronaves DC-3/C-47.

Para saber mais sobre os 75 anos do DC-3, clique aqui.

Nota do Editor: Agradeço aos amigos e companheiros de AirVenture 2010 pelas imagens que ilustram este artigo: Francisco Pizarro, Sandro Bandeira Colaço e Victor Márcio. Obrigado! 😉

DC-3 celebrará o aniversário de 75 anos de seu voo inaugural

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O DC-3 'Flabob Express' que estará exposto durante o evento. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A aeronave que virtualmente mudou a indústria da aviação comercial, o Douglas DC-3, celebrará os 75 anos de seu voo inaugural no dia 17 de dezembro de 2010. O primeiro voo a partir do Aeroporto de Santa Monica, na California, ocorreu no dia 17 de dezembro de 1935 para coincidir com o 32º aniversário do primeiro voo dos Irmãos Wright realizado em 1903.

Uma imagem do primeiro voo da aeronave Douglas DC-3 em 1935. (Foto: Douglas Aircraft Company)

Na sexta-feira, dia 17 de dezembro, um evento comemorativo será realizado no Aeroporto Santa Monica entre o meio-dia e as 3hs da tarde numa aérea adjacente ao prédio da administração do aeroporto. O evento será aberto ao público e apresentará uma aeronave DC-3 na expsoição juntamente com uma apresentação e dedicatória oficial de uma placa comemorativa marcando o 75º aniversário do primeiro voo.

A programação é um trabalho de colaboração desenvolvido pela American Aviation History Society e pelo Museum of Flying. A aeronave DC-3 ‘Flabob Express’ estará disponível para vooos durante o dia. Adicional a aeronave exposta, haverá a exibição de modelos das aeronaves da Douglas e da história do Aeroporto de Santa Monica. Desde a sua introdução na linha de montagem, mais de 10.000 aeronaves DC-3 foram fabricadas e atualmente mais de 1.000 ainda voam pelo mundo todo operando como um testemunho da durabilidade, segurança e confiabilidade da aeronave.

Maiores informações através do site www.aahs-online.org

Rara aeronave DC-7B fará aparição no AirVenture 2010

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A aeronave DC-7B (N836D) que estará presente este ano no AirVenture, em Oshkosh.

Um Douglas Aircraft DC-7B, um produto de seis anos de esforços de restauração pela Historical Flight Foundation (HFF), acaba de ser confirmado para aparecer na EAA AirVenture Oshkosh 2010. Após uma lenta e longa restauração, ele acaba de retornar aos céus, exatamente hoje, no dia 4 de julho, Dia da Independência dos EUA. A aeronave de quatro motores passou pelos estágios de certificação da FAA no final do mês de junho, onde a aeronave está baseada, no Aeroporto Opa-locka, em Miami, Florida, local onde foi realizado o primeiro voo após a reforma, conforme vídeo a seguir.

Roger Jarman, presidente da HFF, anunciou que a aeronave poderá transportar 35 passageiros para o AirVenture Oshkosh a partir de Miami. O voo está planejado para o sábado, dia 24 de julho, e enquanto em Oshkosh ele ficará na exposição estática na AeroShell Square onde visitantes poderão fazer ou tour pela cabine.

“A aeronave foi adquirida em 2004 após ficar parado por 32 anos no centro do Aeroporto St. Paul,” disse Jarman. “Seus quatro motores Wright R-3350-30W não eram acionados a cerca de 15 anos.”

Dos 112 aviões DC-7 produzidos, essa aeronave em particular (N836D) é a única sobrevivente na configuração de passageiros. Ela foi operada pela primeira vez pela Eastern Air Lines e posteriormente por vários outros operadores antes de ficar parada em St. Paul, Minnesota Downtown Airport. Ele foi adquirido por Marc Wolff e Carlos Gomez em 2004, que doaram o modelo para a HFF.

Após a substituição de dois dos quatro motores e outros preparativos, a aeronave foi transportada por terra para Opa-locka em setembro de 2004 para iniciar a completa rrestauração. Mais de 65% do exterior original de alumínio e outros painéis das asas tiveram que ser reparados ou substituídos. Ele possuia 60 assentos e está pintado no esquema de cores original “Red Falcon”, o qual foi o esquema que ele foi entregue em janeiro de 1958.

No início desse ano a FAA garantiu a HFF uma solicitação de exceção para conduzir “voos históricos com passageiros” na aeronave e os planos são de oferecer voos como passeios no continente norte americano nos próximos anos.

Outra qualidade única do N836D: É o único avião DC-7B do mundo equipado com escorregadores de avacuação – modificados a partir de modelos utilizados num Boeing B-727-200. No dia 27 de maio, a HFF com sucesso testou eles.

O voo de 1.335 milhas entre Miami e Oshkosh está reservado para membros anuais da HFF. A viagem deverá durar cerca de 5 horas e 40 minutos em altitudes entre 3.500 e 6.500 pés, voando a 205 kts. Eles deverão efetuar uma escala durante o trajeto. Os convidados serão servidos por uma completa tripulação de cabine com petiscos e “elegantes” bebidas. Os passageiros também receberão um especial conjunto de brindes comemorativos ao voo.

Para saber mais sobre o voo, basta enviar um e-mail o mais rápido possível para roger@historicalflightfoundation.com. Para maiores informações sobre a aeronave, visite www.N836D.com.

O Cavok estará presente no maior evento do mundo, através da Candiota Turismo, e trará para vocês todas as informações dessa aeronave e das outras que visitarão o AirVenture 2010.

Acidente com o DC-3 ‘Rosinenbomber’ no aeroporto Berlin-Schönefeld na Alemanha

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O Douglas DC-3 'Rosinenbomber' visto uma semana antes do acidente, no Aeroporto Berlin-Tempelhof.

Um dos lendários DC-3, o Douglas DC-3 “Rosinenbomber” (Candy Bomber, ou Bombardeiro de Doces) do Berlin Airlift com 28 pessoas a bordo efetuou um pouso de emergência logo após a decolagem nas proximidades dos aeroporto Berlin-Schönefeld, na Alemanha. Sete pessoas a bordo ficaram feridas. O DC-3 ficou destruído.

Como ficou o DC-3 do Air Service Berlin após o pouso de emergência.

A aeronave, operada pela Air Service Berlin havia acabado de decolar para um voo panorâmico de 35 minutos sobre Berlin quando o motor da esquerda teve perda de potência. O “Candy Bomber” pousou num campo logo após a decolagem, com a aeronave girando e ficando apontado para o Aeroporto Schönefeld. Ele caiu no local do novo aeroporto Brandenburg. Uma das asas ficou completamente destruída.

O aeroporto Berlin-Schönefeld GmbH, disse no seu site, que a bordo estavam 25 passageiros e três tripulantes. Eles deixaram a aeronave por conta própria, sete dos quais ficaram levemente feridas no acidente. Após o incidente, o aeroporto foi fechado por 15 minutos, informou a notícia. O Escritório Federal de Investigação de Acidentes de Aeronaves (BFU) começou uma investigação do acidente.

O DC-3 foi chamado de Rosinenbomber após o piloto da USAF Gail Halvorsen, que inovou com a ideia de lançar doces e chicletes com paraquedas miniaturas, o que depois ficou conhecido como “Operation Little Vittles”.

IMAGENS: Douglas DC-8 com equipamentos do Aerosmith chega em Porto Alegre

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A banda de rock Aerosmith tocará no dia 27 de maio em Porto Alegre, e para trazer seu equipamento de som, um Douglas DC-8-71 operado pela ATI foi especialmente fretado para o transporte. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

Chegou hoje, dia 26 de maio, no Aeroporto Internacional Salgado Filho em Porto Alegre, RS, a aeronave DC-8 trazendo os equipamentos da banda Aerosmith, que tocará nessa quinta-feira, dia 27, na capital gaúcha.

O Douglas DC-8-71 (F) ficará no solo gaúcho até o dia 28 de maio, quando deve seguir para São Paulo. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

O Douglas DC-8-71(F), prefixo N828BX (cn 45993/382), de 1968, operado pela Air Transport International L.L.C (ATI), chegou em Porto Alegre às 14:30 e deverá permanecer no solo gaúcho até 0 dia 28, quando partirá para São Paulo, próximo destino do Aerosmith.

Resultado Cockpit Test Cavok N°11 – Douglas A-20 Havoc

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Douglas A-20G Havoc. (Foto: Steve Williams)
Cockpit do Douglas A-20 Havok.

O resultado do Cockpit Test é o Douglas DB-7/A-20 Havoc ou Boston, que foi o bombardeiro de ataque mais produzido durante a Segunda Guerra Mundial. Um total de 7.477 DB-7/A-20 foram fabricados, a maioria pela Douglas, embora 380 foram fabricados na unidade da Boeing em Seattle, Washington.

O primeiro voo do Douglas DB-7, em janeiro de 1939.
O Douglas A-20G Havoc entrou em operação nos EUA somente em 1941.

O Havoc, que voou pela primeira vez no dia 23 de janeiro de 1939, foi um bombardeiro médio de quatro lugares, bimotor, que recebeu a reputação de trazer sempre de volta sua triupulação, mesmo quando os tripulantes e a aeronave sofressem com perda de algumas partes da estrutura. Ele era chamado dem”Boston” quando foi construído para a Royal Air Force da Inglaterra.

Na Inglaterra, o A-20 Boston foi utilizado durante a Segunda Guerra Mundial.

O A-20 entrou em produção quando, apesar de oficialmente estar neutor na guerra em 1938, havia uma pequena dúvida se os Estados Unidos deviam apoiar os aliados, Inglaterra e França. A França pode ver o projeto do bombardeiro secreto na unidade da Douglas de Santa Monica, California, e encomendou os primeiros 107 aviões DB-7s; eles foram entregues para a Comissão de Aquisição Francesa em Santa Monica a partir de outubro, com as primeiras entregas sendo enviadas por navio para Casablanca. A França encomendou outros 270 aviões DB-7s. Antes da queda da França em junho de 1940, metade já haviam sido recebidos, mas muitos ainda estavam em rota. Dezesseis aeronaves foram desviadas para Aviação Militar da Bélgica.

O Douglas A-20G Havoc foi a aeronave de bombardeiro mais produzida na Segunda Guerra Mundial.

O Reino Unido recebeu 162 dos DB-7 pretendidos pela França, assim como os da Bélgica, a qual também foi derrotada. A partir dessa época, os Estados Unidos já haviam entrado na Segunda Guerra Mundial, no final de 1941, e os britânicos Havoc e Boston haviam efetuados com sucesso ataques contra alvos alemães no Norte da África e no extremo sul da Europa. O U.S. Army Air Corps (Corpo Aéreo do Exército dos EUA) designou a aeronave como A-20 Havoc, e ela operou em todos teatros de guerra.

O A-20G foi utilizado como bombardeiro leve e reconhecimento fotográfico.

Mais de metade dos aviões DB-7/A-20 construídos entraram em operação em outros países, predominantemente na União Soviética, que recebeu cerca de 3.000 unidades. Outras versões incluidas foram a F-3, de reconhecimento fotográfico, e a P-70, de caça noturno.

Uma aeronave Douglas A-20 Havoc na Força Aérea Brasileira.

Foi utilizado pela Força Aérea Brasileira como bombardeiro leve e em missões de reconhecimento aéreo. A FAB operou 30 aeronaves A-20K, recebendo também uma aeronave Boston III Intruder para instrução no solo.

Uma aeronave está em exposição no Museu Aeroespacial, no Rio de Janeiro. A aeronave exposta é o A-20K, matrícula FAB 6085, que operou entre 1944 e 1955, nas funções de bombardeiro leve e reconhecimento aéreo.

Resultado Cockpit Test Cavok n° 10 – Douglas DC-3/C-47 Dakota

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O único Douglas DC-3 em condições de voo no país. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)
Cockpit do Douglas DC-3.

O resultado dessa semana do Cockpit Test Cavok é o Douglas DC-3, o qual tornou popular as viagens aéreas e possíveis os lucros das companhias, e que é reconhecido universalmente como a melhor aeronave de sua época. Alguns ainda o consideram como o melhor avião de todos os tempos.

Uma das primeiras unidades do Douglas DC-3.
A primeira aeronave DC-3 da American Airlines.

O projeto do DC-3 começou em 1934, na insistência de C.R. Smith, presidente da American Airlines. Smith queria duas novas aeronaves – um DC-2 maior que pudesse tranportar mais passageiros durante o dia e outra aeronave com beliches em trilhos, que pudessem transportar passageiros durante a noite.

A Piedmont Airlines foi outra companhia aérea a adquirir o DC-3. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O DC-3 foi projetado por uma equipe liderada pelo engenheiro chefe Arthur E. Raymond, e voou pela primeira vez no dia 17 de dezembro de 1935 (o 32° aniversário do voo dos Irmãos Wright em Kitty Hawk).

Um Douglas DC-3 e um Fairchild PT-19. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O primeiro DC-3 fabricado foi o Douglas Skysleeper Transport, e foi o máximo do luxo. Catorze assentos almofadados em quatro compartimentos principais que podriam ser dobrados em pares para formarem sete camas, enquanto outras sete podiam ser dobradas para baixo da canine. A aeronave podia acomodar 14 passageiros nos voos noturnos, ou 28 nos voos curtos diurnos. O primeiro foi entregue para American Airlines em junho de 1936, seguido do primeiro DC-3 padrão de 21 passageiros dois meses depois.

O DC-3 tornou-se uma das aeronaves mais lendárias de todos os tempos. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Em novembro de 1936, a United Airlines, a qual foi uma subsidiária da Boeing até 1934, tornou-se a segunda companhia a adquirir o DC-3. O DC-2 havia provado ser mais econômico do que o Boeing Model 247, e a United definiu que o DC-3 poderia continuar a liderança. Os pedidos iniciais da American e United foram logo seguidos por pedidos de mais de 30 outras companhias aéreas nos próximos dois anos.

Muitas aeronaves ainda permanecem em voo na atualidade. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)
A versão militar C-47 foi a mais produzida durante a Segunda Guerra Mundial. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Com apenas três escalas para reabastecimento, os voos de costa a costa no sentido leste nos EUA levavam aproximadamente 15 horas. No sentido oposto o voo tinha uma duração de 17 horas e 30 minutos, devido aos típicos ventos de cauda — ainda assim sendo uma melhoria significativa em relação ao seu concorrente mais próximo, o Boeing 247. Antes da chegada do DC-3, tal viagem somente podia ser feita durante o dia, em conjunto com trechos feitos por trem durante a noite.

Além da Segunda Guerra Mundial, o C-47 foi usado na Guerra do Vietnã, como uma versão armada com metralhadoras e canhões na lateral, e foi apelidade de "Spooky". (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O DC-3 não foi apenas confortável e confiável, ele também tornou o transporte aéreo rentável. O presidente da American, C.R. Smith, disse que o DC-3 foi a primeira aeronave que conseguiu gerar renda apenas transportando passageiros, sem depender de subsídios do governo. Como resultado, em 1939, mais de 90% das companhias aéreas que transportavam passageiros nos EUA voavam com aeronaves DC-2 e DC-3.

A versão militar C-47 Dakota. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)
A versão melhorada Super DC-3. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Adicionalmente às 455 aeronaves DC-3 comerciais fabricadas para as companhias aéreas, outras 10.174 foram produzidas como versão militar C-47 Dakota, durante a Segunda Guerra Mundial, nas unidades da Douglas Aircraft em Santa Monica, California e Long Beach, California.

A versão remotorizada, com turbinas PT-6A, do Douglas DC-3.

Mais de 2.000 unidades foram fabricadas na Rússia sob licença, designado Lisunov Li-2 (Cab para OTAN). Um total de 485 foram fabricados no Japão, como versão de transporte L2D Type 0.

Para ambos os usos, militar ou civil, o DC-3 provou ser forte, flexível, e fácil de operar e manter. Suas proezas durante a guerra acabou por tornar o DC-3 uma lenda. Atualmente, mas de 60 anos depois da última entrega, cerca de 400 unidades do DC-3/C-47 ainda estão em condições de voo e inclusive algumas operando comercialmente, transportando passageiros ou carga.

O Douglas DC-3 "Duggy, The Smile In The Sky" será uma das atrações do AirVenture 2010. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

Este ano, durante o AirVenture 2010, 40 aeronaves DC-3/C-47 estarão chegando juntas ao evento, para comemorar os 75 anos do primeiro voo do DC-3 realizado em 1935.

Parabéns a todos que acertaram e até o próximo teste.

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