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PARIS AIR SHOW: Novo presidente da Eurofigther quer reduzir preço de jato

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Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Espanhola. (Foto: Eurofighter)
Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Espanhola. (Foto: Eurofighter)

O novo chefe da Eurofighter Typhoon vai colocar em prática planos até o fim de 2013 para reduzir o preço do avião de caça e acelerar a tomada de decisões, à medida em que a um mercado cada vez mais saturado e competitivo.

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EADS desiste de concorrência do Exército dos EUA

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A EADS enfrenta restrições financeiras por conta da lei do Seqüestro, que cortou automaticamente gastos com a defesa dos EUA. Na imagem, propostas para o JMR/FVL.
A EADS enfrenta restrições financeiras por conta da lei do Seqüestro, que cortou automaticamente gastos com a defesa dos EUA. Na imagem, propostas para o JMR/FVL.

A EADS, unidade da América do Norte, se retirou do Programa para desenvolver um helicóptero rápido e multi funcional para o Exército dos EUA (Joint Multi-Role/Future Vertical Lift – JMR/FVL).

EADS North America entrega 250ª unidade do UH-72A Lakota para o Exército dos EUA

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O 250° helicóptero UH-72A Lakota já está em uso com o Exército dos EUA.
O 250° helicóptero UH-72A Lakota já está em uso com o Exército dos EUA.

O Exército e a Guarda Nacional dos EUA já estão utilizando o helicóptero Lakota UH-72A número 250, dos 300 adquiridos em 2006. Todos os Lakota – incluindo as cinco unidades produzidas para a Escola Naval de testes de piloto nos EUA – foi entregue no prazo e dentro do orçamento previsto, por uma equipe de trabalho americana que tem mais de 50% de veteranos do exército dos EUA.

EADS oferece a fabricação de mais Eurofighters por empresas da Coréia do Sul

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A EADS aumentou sua propostas de 30 para 48 aernoves fabricadas por empresas sul-coreanas. (Foto: EADS)
A EADS aumentou sua propostas de 30 para 48 aernoves fabricadas por empresas sul-coreanas.

EADS, fabricante do Eurofighter Typhoon , ofereceu a Coreia do Sul a fabricação por empresas sul-coreanas de 48 das 60 unidades. A EADS concorre, juntamente com a Boeing e a Lockheed Martin, num contrato que pode chegar a US$ 7,3 bilhões para substituir a frota de envelhecidos caças F-4 e F-5 a partir de 2016.

A DAPA (Defense Acquisition and Procurement Agency) já completou a primeira rodada de negociações com a Boeing e a EADS sobre os preços, informaram autoridades sul-coreanas, enquanto que a Lockheed Martin, que oferece o F-35, através do programa FMS (Foreign Military Sales), ainda está em consultas.

Com as negociações sobre outras condições, incluindo a transferência de tecnologia e tempo de entrega, em fase de conclusão, a EADS propôs recentemente aumentar o número de Eurofighters a serem construídos na Coréia do Sul.

“A DAPA e a EADS já estariam negociado sobre o número de aeronaves a serem produzidas no país por quase dois anos”, disse uma fonte militar, citando as negociações em curso. “A EADS, havia proposto inicialmente a fabricação de 30 aviões na Coréia do Sul, decidiu recentemente aumentar o número.” Funcionários da EADS confirmaram que a empresa fez a maior oferta de transferência de tecnologia necessária para construir os aviões. Isso significa que apenas 12 caças serão importados, enquanto que 48 unidades serão construídas, se a Coreia optar pelo Eurofighter Tranche 3, num  acordo que deve impulsionar o mercado de trabalho. “Cerca de 10.000 empregos foram criados na europa com a fabricação dos Eurofighters”, disse um oficial sênior da EADS. “Se a Coreia do Sul produzir Eurofighters, poderia criar cerca de 20.000 postos de trabalho nos próximos cinco anos. Se selecionado, os analistas prevêem a expansão da produção local e também é esperado uma ajuda (da EADS) num projeto local para desenvolver jatos de caça.

Lançado em 2002, um plano ambicioso de Seul para desenvolver jatos de combate para próxima década, foi adiado para revisão de projeto e especialistas questionam a viabilidade do projeto, de vários bilhões de dólares, bem como os aspectos técnicos para internamente produzir aviões e atender a demanda no exterior. Existe uma dúvida se vale o risco, de tomar a decisão de avançar com o projeto de desenvolvimento em grande escala do avião ou pisar no freio se for considerado economicamente insustentável. Os líderes militares, sob o atual governo, comprometeram-se a prosseguir com grandes projetos de aquisição de armas sem demora, para lidar com a crescente ameaça da Coréia do Norte.

Enquanto isso, o Departamento de Defesa dos EUA, informou que aprovou a venda de qualquer F-35 ou F-15 Silent Eagle para a Coreia do Sul.

FONTE: Yonhap News – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK


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Coreia do Sul adquire mísseis ar-solo de longo alcance Taurus para seus jatos F-15K

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A Coreia do Sul vai equipar seus caças F-15K com os mísseis de cruzeiro Taurus fabricados na Europa.
A Coreia do Sul vai equipar seus caças F-15K com os mísseis de cruzeiro Taurus fabricados na Europa.

A Coréia do Sul está comprando os mísseis ar-solo de longo alcance destruidores de bunkers Taurus para seus caças de ataque F-15K, num movimento para aumentar o seu poder de ataque em meio a crescentes tensões com a Coreia do Norte, disse o seu ministro da Defesa numa comissão parlamentar na quinta-feira (04).

A decisão de escolher um fornecedor europeu é devido à falta de vontade de Washington de fornecer os mísseis primeiramente escolhidos por Seul, as JASSM fabricadas nos EUA, uma pessoa familiarizada com os planos disse mais tarde, e é uma decisão rara para um aliado militar que basicamente busca adquirir somente equipamentos fabricados nos EUA.

A decisão vem junto com a preparação da Coréia do Sul para assinar a compra de 60 jatos de combate, numa competição entre o caça Lockheed Martin F-35, o Boeing F-15 Silent Eagle, e também o Eurofighter Typhoon europeu, feito pela EADS.

“Temos a intenção de escolher os mísseis Taurus e integrá-los”, disse Kim Kwan-jin numa reunião do comitê parlamentar de defesa.

A solução europeia foi a única saída para a Coreia do Sul que queria os mísseis JASSM.
A solução europeia foi a única saída para a Coreia do Sul que queria os mísseis JASSM.

“Os mísseis dos EUA eram uma das opções que estávamos considerando, mas como é difícil para eles venderem para a Coréia, a única opção que temos é o Taurus,” acrescentou Kim acrescentou.

A Coreia do Sul tem demonstrado interesse no Joint Air-to-Surface Standoff Missiles (JASSMs) da Lockheed Martin desde 2008.

Os mísseis escolhidos são feitas pela TAURUS Systems GmbH, uma parceria entre a filial alemã da EADS (European Aeronautic Defence and Space Company) e da sueca Saab Bofors Dynamics, tornando esta a primeira vez que a Coreia do Sul compra uma arma de ataque estratégico de um fornecedor não-EUA.

A imprensa local informou que a Coréia do Sul estava querendo comprar 200 dos mísseis. A agência de aquisição de defesa do país não quis comentar sobre o número de mísseis já que a informação é mantida em sigilo.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

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Alemanha corta pedidos de helicópteros NH90 TTH e Tiger e adiciona unidades da versão marítima NH90 NFH

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As Forças Armadas Alemãs vão reduzir os pedidos de helicópteros NH90 TTH (foto) e Tigers e ampliar o pedido de helicópteros marítimos NH90 NFH.
As Forças Armadas Alemãs vão reduzir os pedidos de helicópteros NH90 TTH (foto) e Tigers e ampliar o pedido de helicópteros marítimos NH90 NFH.

A Eurocopter, maior fabricante mundial de helicópteros, teve uma encomenda reduzida por parte do governo alemão para helicópteros de ataque e de transporte depois de mais de um ano de discussões sobre como reestruturar o negócio.

Um acordo assinado hoje cortou a encomenda para o programa de helicópteros de ataque Tiger para Alemanha de 80 para 57 unidades e o número de helicópteros de transporte NH90 TTH de 122 para 82 unidades, disse hoje o Ministério da Defesa num comunicado. A Alemanha vai acrescentar 18 helicópteros NH90 NFH sob os termos do acordo, ele disse.

O governo alemão tem procurado alterar o acordo com a Eurocopter, o braço de helicópteros da EADS com sede em Toulouse, na França, para cortar gastos e elevar o número de aeronaves de asas rotativas em linha com menos militares. A empresa, por outro lado, estava tentando assegurar que suas capacidades de produção não fossem prejudicadas.

“O resultado é uma situação clara onde ambas partes são ganhando, e fornece aos envolvidos uma solução flexível e sustentável para o futuro”, disse o porta-voz da Eurocopter Christoph Mueller. “Nós nos posicionamos duramente nas nossas negociações, mas nossas discussões foram mais construtivas”.

A Eurocopter concordou em comprar de volta 11 helicópteros de ataque Tiger já entregues, segundo o ministério. A mudança de contrato, que ainda precisa ser finalizada, vai liberar um significativo orçamento, disse.

Fonte: Bloomberg – Tradução: Cavok

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Cazaquistão vai produzir helicópteros EC645 T2

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O helicóptero armado EC645 T2 da Eurocopter. (Foto: Eurocopter)
O helicóptero armado EC645 T2 da Eurocopter. (Foto: Eurocopter)

O Presidente do Conselho da JSC Kazakhstan Engineering, Bolat Smagulov, e o Vice-Presidente Sênior da Eurocopter, Olivier Lambert, assinaram um memorando de cooperação na área de helicópteros militares. De acordo com o memorando, é esperado uma ampliação da faixa de produtos (helicópteros) com a joint venture da Eurocopter Kazakhstan Engineering.

De acordo com o documento, a Eurocopter Kazakhstan Engineering, que é a única produtora de helicópteros EC145 para a Comunidade dos Estados Independentes, irá realizar a montagem e manutenção de helicópteros militares EC645 T2. Os acordos alcançados pelas partes, permitirão que a joint venture entre numa nova fase de seu desenvolvimento, ao montar (com o desenvolvimento da produção de alguns componentes) um dos produtos mais avançados.

O helicóptero EC645 T2 é um dos mais recentes desenvolvimentos disponíveis no mercado mundial. A implementação bem sucedida do documento assinado vai tornar o Cazaquistão um dos campeões mundiais na produção de helicópteros de ataque leve.

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Alemanha suspende voos com helicópteros de ataque Tiger após acidente

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Acidente com helicóptero de ataque Tiger na Alemanha suspende os voos do modelo nas forças armadas alemãs.
Acidente com helicóptero de ataque Tiger na Alemanha suspende os voos do modelo nas forças armadas alemãs.

Os helicópteros de ataque Tiger das forças armadas alemãs estão com seus voos suspensos, disseram nessa terça-feira as autoridades, um dia depois que uma das aeronaves caiu durante um exercício de treinamento.

O deputado conservador Bernd Siebert, um membro do comitê de defesa do parlamento, foi citado pela agência de notícias local DPA, dizendo que “naturalmente todos os helicópteros desse tipo permanecem sem voar” até que a causa do acidente seja conhecida.

Fontes próximas ao Ministério da Defesa disseram que os Tigers estavam programados para não voar nessa terça-feira, mas que nenhuma decisão oficial havia sido tomada para suspender os voos.

O Tiger, fabricado pela Eurocopter, uma filial da EADS, é usado pelas forças armadas alemãs no Afeganistão, e também foi implantado por forças francesas no Mali.

Um helicóptero Tiger caiu e explodiu em chamas perto de Ettal, nos Alpes da Baviera, na segunda-feira, informou o Ministério da Defesa.

Seus dois tripulantes conseguiram sair do helicóptero e ficaram levemente feridos, disse o porta-voz do ministério, acrescentando que uma investigação estava em andamento.

Fonte: AFP – Tradução: Cavok

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HELI-EXPO: Eurocopter planeja versão B modernizada do helicóptero UH-72 Lakota

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A Eurocopter planeja lançar uma nova versão modernizada do seu LUH Lakota. (Foto: Eurocopter)
A Eurocopter planeja lançar uma nova versão modernizada do seu LUH Lakota. (Foto: Eurocopter)

HeliExpo 2013O Exército dos EUA abriu discussões com a Eurocopter American para introduzir um modelo B do helicóptero UH-72A Lakota em 2017, disseram hoje membros da empresa.

“O exército a cada 10 anos olha como melhorar e atualizar seus aviões”, disse Marc Paganini, executivo da Eurocopter American.

Os detalhes da potencial atualização não são claros, mas a Eurocopter apresentou o modelo T2 do EC145 desde que o UH-72A foi introduzido em serviço em 2007. O modelo T2 substitui o rotor de cauda com um finestron, entre outras melhorias.

O programa LUH (Light Utility Helicopter) também poderá ser prorrogado além do atual programa recorde de 345 aeronaves, disse Paganini. Ele observa que oito estados não receberão qualquer UH-72As no âmbito do programa atual e alguns estados não receberão um complemento total de aeronaves para suas unidades.

A prorrogação do contrato é fundamental para evitar uma quebra na produção na fábrica UH-72A, em Columbus, Mississippi. A Eurocopter está à espera de uma decisão sobre se o exército irá substituir os Bell OH-58 Kiowa Warrior com um novo helicóptero de escolta armada.

Lutz Bertling, executivo-chefe da Eurocopter, disse que espera que o exército tome sua decisão após o terceiro trimestre. A proposta da Eurocopter para o AAS-72x, que inclui a Lockheed Martin, enfrenta a concorrência de um remotorizado Bell OH-58F Block II, um ampliado Boeing AH-6S Little Bird e uma proposta de longo prazo da Sikorsky para o modelo de alta velocidade S-97 Raider.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

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Helibras está mais perto do primeiro projeto nacional

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Um dos helicópteros EC725 da Marinha Brasileira.
Um dos helicópteros EC725 da Marinha Brasileira.

CLIPPING_logoA engenharia brasileira está participando da integração dos sistemas elétricos e dos sistemas de armas e autoproteção dos helicópteros EC-725, fabricados pela europeia Eurocopter, controlada pela EADS. Para quem não é tão familiarizado com o setor de aviação e de defesa, pode parecer pouco, mas coloca o país no rumo de conseguir projetar, no curto prazo, uma aeronave totalmente brasileira.

Controlada pela Eurocopter, a Helibras está fazendo a aproximação entre a engenharia nacional e os centros de desenvolvimento do grupo na Europa.

No começo do ano, o centro de engenharia da companhia instalado em Itajubá (MG), onde a Helibras tem sua fábrica, recebeu o certificado Design Authorized Organization Certificate, que o coloca no mesmo nível dos outros três centros do grupo, instalados na França, Alemanha e Espanha.

A equipe brasileira é responsável pelo desenvolvimento no Brasil de parte dos 50 helicópteros comprados pelas Forças Armadas do país, em um contrato avaliado em € 1,9 bilhão. São 16 aeronaves para cada uma das três armas e dois para a Presidência da República.

A meta é atingir um índice de 50% de nacionalização até 2015, compromisso assumido pela empresa com o governo brasileiro. As duas primeiras entregas estão marcadas para 2015.

“Estamos trabalhando com o estado da arte em termos de ferramentas de integração de sistemas e capacidade para absorver os domínios de engenharia que ainda faltam para conceber o helicóptero brasileiro, que fará parte da gama de produtos da Eurocopter”, afirma Walter Filho, chefe do centro de engenharia. Incluindo as empresas e universidades parceiras, o número de engenheiros no processo já passa de 100.

O primeiro protótipo do projeto de integração do sistema de armas e de autoproteção já foi instalado e deve passar pelo processo de certificação. Segundo Filho, esse sistema será instalado na versão naval do 725, que ainda não existe na Eurocopter. “A Helibras será responsável por esse projeto.” O modelo que será entregue para a Marinha é diferente dos helicópteros vendidos para o Exército e a Aeronáutica.

O programa de desenvolvimento dos helicópteros conta com 21 projetos de cooperação industrial e outros sete de transferência de tecnologia. Incluem as áreas de estruturas primárias de compósitos e engenharia de integração de sistemas.

Para atender todo esse volume de trabalho, foram fechados 16 contratos com empresas brasileiras de serviços, logística e fabricantes de subconjuntos aeronáuticos. “O conhecimento gerado pelo projeto não ficará só na Helibras. Universidades, como o ITA e a Unifei [Universidade Federal de Itajubá], e empresas vão compartilhar esse conhecimento”, disse Eduardo Marson, presidente da Helibras.

A Akaer e a Inbra Aerospace estão entre essas empresas. A Akaer participa do trabalho de customização dos sistemas dos helicópteros e do projeto de instalação de equipamentos e tem oito engenheiros e técnicos trabalhando dentro do centro de engenharia da Helibras. A Inbra é responsável pelo desenvolvimento da estrutura intermediária em material composto, ou seja, o conjunto que une a cabine ao cone de cauda da aeronave.

Já a Unifei espera a definição dos governos federal e de Minas Gerais para a construção do Centro Tecnológico de Helicópteros (CTH), um investimento de R$ 200 milhões. Independente do CTH, a universidade criou um curso de graduação em engenharia mecânica Aeronáutica, com ênfase em helicópteros, e a partir de 2014 terá um programa de dupla diplomação na França para estudantes brasileiros desse setor.

Alguns dos ex-alunos da Unifei já estão envolvidos diretamente no projeto. É o caso da engenheira Erika Melo, que com apenas dois anos de formada já comanda uma equipe de cinco engenheiros dedicada à integração dos sistemas elétricos.

Todas essas iniciativas respaldam a previsão feita, em outubro, pelo presidente mundial da Eurocopter, Lutz Bertling. Em visita ao Brasil para inauguração das novas instalações da Helibras, o executivo disse que o grupo acredita a engenharia brasileira estará preparada para projetar e lançar no mercado o primeiro helicóptero nacional por volta de 2020.

Fonte: Valor Econômico – Virgínia Silveira

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Voa pela primeira vez o UAV ATLANTE da Cassidian

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O sistema aéreo não tripulado ATLANTE da Cassidian, após seu primeiro voo na Espanha. (Foto: Cassidian)
O sistema aéreo não tripulado ATLANTE da Cassidian, após seu primeiro voo na Espanha. (Foto: Cassidian)

A Cassidian realizou hoje com sucesso o primeiro voo do Sistema Aéreo Não Tripulado (UAS) ATLANTE. O voo ocorreu no aeródromo Rozas, em Castro de Rey, Lugo, na Espanha.

Depois de ter determinado o interesse da indústria espanhola no UAS, o programa ATLANTE foi lançado pelo Centro Espanhol de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (Centro para el Desarrollo Tecnológico Industrial – CDTI), que atuou como gerente de programa da indústria de aviação, com o objetivo de promover o desenvolvimento deste tipo de tecnologia por meio de um projeto realizado inteiramente na Espanha.

O ATLANTE é agora a mais importante iniciativa industrial e tecnológica na Espanha no setor de UAS. A Cassidian está participando do programa como uma força motriz por trás do modelo industrial, com três parceiros de alta tecnologia fornecendo capital de risco (Indra, GMV e Aries). Mais de 140 subcontratados e fornecedores espanhóis também estão cooperando no programa, gerando mais de 500 postos de trabalho qualificados.

A UAS ATLANTE está equipado com uma tecnologia de última geração (automação, sensores, sistemas de proteção, etc) desenvolvidos pela indústria espanhola, e foi concebido de acordo com os padrões utilizados para aviões tripulados. Isto lhe oferece características únicas em termos de aeronavegabilidade e de certificação, que lhe permitam operar no espaço aéreo civil, ao contrário dos sistemas atuais que estão limitados a operações em cenários de conflito (por exemplo, o Afeganistão). Esta capacidade, juntamente com a sua flexibilidade operacional – de acordo com as necessidades do cliente espanhol – fazem do ATLANTE o primeiro UAS tático capaz de realizar ambas as missões civis e militares, bem como a vigilância urbana e rural, busca e salvamento, ajuda em desastres naturais, incêndios florestais, acompanhamento de eventos esportivos, etc, e podendo operar a partir de pistas preparadas ou sendo lançado de catapultas.

Pilar Albiac Murillo, diretor de operações da Cassidian e CEO da Cassidian Espanha, disse: “Hoje é um dia muito especial para Cassidian e para indústria espanhola. O primeiro voo do ATLANTE é um marco que demonstra a nossa capacidade tecnológica e humana no desenvolvimento do programa. Nós temos a melhor equipe necessária para assegurar que o ATLANTE será um sucesso no mercado de exportação nos próximos anos.”

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FAB recebe mais uma aeronave de patrulha P-3AM Orion

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A sexta aeronave P-3AM Orion da FAB foi recebida na unidade da EADS em Getafe, próximo a Madri, na Espanha. (Foto: COPAC)
A sexta aeronave P-3AM Orion da FAB foi recebida na unidade da EADS em Getafe, próximo a Madri, na Espanha. (Foto: COPAC)

Chega nesta quinta-feira (28/02) ao Brasil a sexta aeronave P-3AM Orion adquirida pela Força Aérea Brasileira.

A tripulação da FAB que fará o translado do P-3AM para Salvador. (Foto: COPAC)
A tripulação da FAB que fará o translado do P-3AM 7207 para Salvador. (Foto: COPAC)

O FAB 7207, recebido nesta quarta (27) pela equipe do Grupo de Acompanhamento e Controle na Empresa EADS-CASA (GAC-CASA) em Sevilha, Espanha, é trasladado pela tripulação do Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) de Salvador (BA). O grupo já emprega o avião na proteção do litoral brasileiro e dos recursos naturais.

A nova aeronave P-3AM deve chegar em Salvador na quinta-feira, dia 28 de fevereiro. (Foto: COPAC)
A nova aeronave P-3AM deve chegar em Salvador na quinta-feira, dia 28 de fevereiro. (Foto: COPAC)

O contrato de modernização do P-3AM Orion foi assinado pelo Comando da Aeronáutica, por meio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

O P-3AM Orion já está sendo usado pela FAB para patrulha marítima. (Foto: COPAC)
O P-3AM Orion já está sendo usado pela FAB para patrulha marítima. (Foto: COPAC)

Assista ao vídeo do P-3AM em ação em exercício de guerra antissubmarina.

Fonte: COPAC

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Reino Unido e Emirados Árabes Unidos negociam venda de caças Typhoon

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Os Emirados Árabes Unidos solicitaram em 2011 uma proposta comercial para caças Eurofighter Typhoon. (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Eurofighter)
Os Emirados Árabes Unidos solicitaram em 2011 uma proposta comercial para caças Eurofighter Typhoon. (Foto: Katsuhiko Tokunaga / Eurofighter)

O Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos estão negociando a venda de aviões de combate Typhoon, disse Philip Dunne, Ministro de equipamentos de defesa, suporte e tecnologia do Reino Unido.

“Estamos em negociações agora”, disse o ministro britânico, sem revelar mais detalhes sobre o acordo esperado e o número de aeronaves.

Em novembro passado, esperava-se que o Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos fossem assinar um acordo US$ 10 bilhões, segundo o qual o Reino Unido iria fornecer as Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos 40 aeronaves Typhoon e um contrato de manutenção de cinco anos.

Um especialista militar disse que desde a visita dos fabricantes do Eurofighter Typhoon nos Emirados Árabes Unidos no ano passado, eles visam a venda de um número de aeronaves para os Emirados Árabes Unidos em contratos que na indústria de defesa são de longo prazo.

Ele disse: “mega-acordos como este potencial contrato do Typhoon geralmente ocorre uma vez a cada década ou até mais, é por isso que a Grã-Bretanha está disposta a garantir essa venda.”

Os fabricantes do Typhoon haviam dito que a aeronave atende as reais necessidades de longo prazo de defesa e segurança dos Emirados Árabes Unidos.

O avião, fabricado por empresas europeias do consórcio Eurofighter, incluindo a BAE Systems do Reino Unido, a Finmeccanica da Itália e a EADS, de propriedade dos governos da Alemanha e da Espanha, visam vender um número de aeronaves para os Emirados Árabes Unidos.

Participação do Reino Unido

Dunne disse que a presença do Reino Unido na IDEX 2013 destaca a importante relação de defesa estratégica entre o Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos.

“A inovação, alianças e joint ventures são os temas chaves do Reino Unido na IDEX 2013. Estamos participando com mais de 100 empresas líderes mundiais, demonstrando uma série de tecnologias de defesa e segurança”, disse Dunne.

“Estou muito contente de ter a oportunidade de voltar para os Emirados Árabes Unidos. Nosso relacionamento com os Emirados Árabes Unidos é muito importante, o qual valorizamos muito como demonstramos na visita no ano passado do nosso primeiro-ministro e de outros ministros seniores. Estamos muito interessados ??em aprofundar e ampliar nossa relação estratégica, não só na defesa e segurança, mas através de uma série de setores de apoio ao plano de visão dos Emirados Árabes Unidos para 2020”, acrescentou.

O ministro britânico destacou que o Reino Unido está incentivando suas empresas a continuar na condução de alianças, joint ventures e parcerias com empresas nos Emirados Árabes Unidos e em outros países da região para ajudar a concretizar as suas ambições para aumentar e desenvolver a capacidade nacional.

Fonte: Gulf News – Tradução; Cavok

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Canadá busca alternativas com fabricantes de caças para substituir seus antigos caças CF-18

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De uma compra e parceria certa no programa JSF, o Canadá cancelou a compra de caças F-35 e agora inicia uma nova competição para compra de caças, onde o F-35 está novamente participando. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)
De uma compra e parceria certa no programa JSF, o Canadá cancelou a compra de caças F-35 e agora inicia uma nova competição para compra de caças, onde o F-35 está novamente participando. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)

O Canadá está conversando com cinco fabricantes de aviões para substituir a sua antiga frota de caças CF-18 do país, retomando um esforço que tem sido prolongado e conturbado.

O Canadá anunciou em 2010 que iria dar um contrato de fonte única para a Lockheed Martin para aquisição de 65 caças F-35, mas depois mudou de curso, já que as estimativas de custos dispararam.

Ottawa separou cerca de US$ 8,9 bilhões para compra dos novos jatos.

O ministério de obras públicas, confirmando os rumores anteriores de altos funcionários do governo, disse num comunicado na sexta-feira, dia 25, que Ottawa iria falar com a Lockheed Martin e outras quatro empresas: a Boeing, que fabrica o F-18 Super Hornet; a EADS, que fabrica o Eurofighter; a Saab, que fabrica o Gripen; e a Dassault Aviation, que fabrica o Rafale.

O ministério informou que vai enviar um questionário aos cinco fabricantes buscando informações detalhadas sobre as capacidades técnicas dos aviões de caça em produção ou programados para entrar em produção.

Uma vez que as empresas responderam, será enviado outro questionário buscando estimativas detalhadas de custo.

O governo canadense, no ano passado, rasgou seu plano para comprar os caças F-35s, após uma avaliação nos gastos mostrar que que as autoridades deliberadamente minimizaram os custos e riscos ao aceitar a compra.

Ottawa disse que ainda pode, eventualmente, decidir comprar o F-35, que foi atingida por excessos de custos e atrasos.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

Nota do Editor: A Dassault já havia dito anteriormente que vai participar de tal competição.

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Airbus agora pretende vender 56 aviões C295 para Força Aérea da Índia

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A Airbus quer oferecer sua aeronave de transporte C295 para a Força Aérea da Índia. (Foto: EADS)
A Airbus quer oferecer sua aeronave de transporte C295 para a Força Aérea da Índia. (Foto: EADS)

Depois de conquistar o contrato da Força Aérea da Índia para o fornecimento de aeronaves de reabastecimento em voo, o consórcio europeu Airbus vai agora concorrer para uma nova competição global avaliada em US$ 2,2 bilhões a ser lançada pela Índia para a aquisição de 56 aviões de transporte médio para substituir seus antigos aviões Avro.

O Conselho de Aquisição em Defesa (DAC), liderado pelo ministro da Defesa AK Antony, tinha em julho do ano passado autorizado uma proposta para adquirir 56 aeronaves de transporte. O concurso, porém, ainda está para ser lançado.

“Nossa esperança é que até o próximo ano financeiro possamos apresentar a RFP (Requisição para Propostas)”, disseram membros da Airbus Military, informando que a aeronave está sendo testada para melhorar ainda mais.

A Airbus Military já conquistou o contrato para fornecer o seu A330 MRTT depois que foi escolhido como o menor lance em valor para o contrato da Força Aérea da Índia avaliado em US$ 1,5 bilhão.

Até o momento, a Força Aérea da Índia só possui na sua frota aeronaves de reabastecimento aéreo IL-78 de fabricação russa.

Falando sobre a eficácia do C295 para Força Aérea da Índia, o diretor de marketing de transporte leves e médios da Airbus Military, Jeronimo Amador atestou a eficiência em combustível e o custo total do ciclo de vida da aeronave.

Falando a jornalistas nas instalações da Airbus em Sevilha, ele disse que a aeronave foi vendida para 17 operadores, até agora com seis países vindo com novos pedidos.

Ele disse que a aeronave pode cumprir a logística com precisão num país grande como a Índia, com alcance de 1.500 milhas náuticas, a partir de Nova Deli.

As 16 primeiras aeronaves de transporte, de acordo com a proposta apurada oDAC, serão adquiridos off-the-shelf de fornecedores estrangeiros que terão que ter uma parceria com uma empresa local, do setor privado ou público.

As próximas 16 aeronaves terão que ter 30 por cento de componentes indianos, enquanto os restantes 24 aviões terão 60 por cento de itens localmente adquiridos e produzidos.

A frota de aviões Avro da Força Aérea da Índia, introduzidos em 1960, é usada para o transporte de homens e material. A aeronave pode transportar cargas de até 7-8 toneladas.

De acordo com Jeronimo, o C295 está atualmente sendo testado para melhorar ainda mais com o uso de “winglets, programados para ser adicionados para melhorar o desempenho nas diferentes fases de voo, além de versões de vigilância.”

A Airbus afirma que seu C295 tem a maior área de piso de carga em sua categoria e pode levar mais tropas, paraquedistas, paletes E containers que os concorrentes.

“É simples, robusto e fácil de manter e operar”, disse Jeronimo.

Fonte: Times of India – Tradução: Cavok

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




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Euro Hawk realiza na Alemanha o primeiro voo com a carga completa de sensores SIGINT

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O Euro Hawk decola da Base Aérea de Manching, na Alemanha, para seu primeiro voo com uma carga completa de sensores SIGINT. (Foto: Northrop Grumman)
O Euro Hawk decola da Base Aérea de Manching, na Alemanha, para seu primeiro voo com uma carga completa de sensores SIGINT. (Foto: Northrop Grumman)

A Cassidian, a divisão de defesa e segurança da EADS, e a Northrop Grumman Corporation, em conjunto alcançaram um marco importante hoje, com o primeiro vôo de teste completo do sistema do sistema aéreo não tripulado (UAS) EURO HAWK equipado com sensores avançados de inteligência de sinais (SIGINT) para detecção de emissores de radar e de comunicação. Assista a seguir a decolagem do Euro Hawk na Alemanha, no dia 11 de janeiro.

O EURO HAWK decolou às 10:36 (hora da Europa Central) da Base Aérea de Manching e subiu para o teto de mais de 15.000 metros no espaço aéreo controlado militar, muito acima e numa distância segura do tráfego aéreo civil. Depois de 6 horas no ar, o avião pousou de volta em segurança na Base Aérea de Manching, às 16:38.

“Este vôo bem sucedido demonstra as capacidades de integração de sistemas e tecnologia de ponta do programa EURO HAWK. O conjunto de sensores SIGINT desenvolvidos pela Cassidian em conformidade com os requisitos da Bundeswehr (Forças Armadas) alemã, apresentaram um excelente desempenho dentro da interação perfeita de todo o sistema”, disse Bernhard Gerwert, diretor executivo da Cassidian. “Por isso, estamos orgulhosos de provar com esses vôos de teste a capacidade do novo EURO HAWK para missões de inteligência SIGINT, estratégicas para a proteção e segurança das forças armadas alemãs.”

O sistema EURO HAWK previamente concluiu os extensos testes no solo na Base Aérea de Manching, recebendo a aprovação final para os testes de vôo das funcionalidades da carga de sensores SIGINT integrados com a Autoridade de Aeronavegabilidade alemã.

“O vôo de hoje dos sensores de SIGINT marca o início da fase crítica de vôo de teste da carga de sensores do EURO HAWK para a Bundeswehr alemãa”, disse Tom Vice presidente corporativo e vice-presidente de Sistemas da Northrop Grumman Aerospace. “O EURO HAWK representa muitas estreias significativas para a Northrop Grumman. Não é apenas a nossa primeira cooperação transatlântica com a Alemanha e a Cassidian, mas é também a primeira versão internacional do RQ-4 Global Hawk produzida pela empresa e o primeiro veículo aéreo não tripulado HALE (High Altitute Long Endurance) SIGINT na Europa.”

Baseado no HALE RQ-4B Global Hawk, o sistema EURO HAWK inclui uma estação de controle terrestre que consiste num controle de missão e de lançamento e recuperação de elementos fornecidos pela Northrop Grumman. É equipado com um novo sistema de missão SIGINT desenvolvido pela Cassidian, oferecendo capacidade para detectar emissores eletrônicos e de comunicações. A estação de terra SIGINT, que recebe e analisa os dados do EURO HAWK é parte de uma solução de sistema integrado, e é também fornecido pela Cassidian.

“A história de sucesso do EURO HAWK continua a se desdobrar e permitirá que a Alemanha possa conduzir independentemente missões persistentes de vigilância e reconhecimento”, disse Neset Tükenmez, CEO para a EuroHawk GmbH. “Com este primeiro voo do sensor, o EURO HAWK efetivamente demonstrou a sua capacidade para a operação segura do sistema dentro do espaço aéreo alemão.”

Com uma envergadura maior do quea maiorias dos aviões comerciais, podendo permanecer em voo por mais de 30 horas e numa altitude máxima de cerca de 60.000 pés, o EURO HAWK é um substituto interoperável, modular e de baixo custo para a frota de aeronaves tripuladas Breguet Atlantic que estava em serviço desde 1972 e se aposentou em 2010.

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Índia confirma escolha do Airbus A330 MRTT como nova aeronave de reabastecimento aéreo

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A aeronave A330 MRTT nas cores da RAAF durante testes de voo em Sevilha. (Foto: Airbus Military)
A aeronave A330 MRTT nas cores da RAAF durante testes de voo em Sevilha. (Foto: Airbus Military)

A Índia confirmou a escolha da aeronave de reabastecimento em voo Airbus A330 MRTT sobre a russa Ilyushin Il-78 num contrato de aproximadamente US$ 1,55 bilhão para seis novas aeronaves. A EADS (European Aeronautics Defence and Space Company) agora está sendo chamada para participar das negociações comerciais finais com o Ministério de Defesa indiano.

O contrato atual prevê a assinatura dentro do ano fiscal 2013-14, já que as negociações comerciais com a EADS ainda deve durar um certo tempo. Além disso, houve um corte massivo de US$ 1,82 bilhão no orçamento de defesa indiano para o ano fiscal em curso.

As duas aeronaves de reabastecimento em voo, a russa IL-78 e o A330 MRTT tinham passado nos testes de avaliação realizados pela Força Aérea da Índia, mas o avião europeu surgiu a opção mais barata na avaliação comercial feita na sequência. A aeronave A330 MRTT saiu como melhor proposta (L1) por conta do custo menor de ciclo de vida.

A Força Aérea da Índia atualmente opera seis aeronaves IL-78s, desde 2003-04, e está visando implantar mais seis novas aeronaves tanques a partir de 2017 para aumentar ainda mais suas capacidades de “alcance estratégico”.

As aeronaves devem ser implantadas em Panagarh, Bengala Ocidental, para ampliar o alcance impressionante de seus jatos de combate mobilizados ao longo da fronteira nordeste com a China. Com reabastecimento, os caças Su-30MKI, baseados em Tezpur e Chabua, em Assam, podem atingir alvos no coração da China.

Um concurso anterior para a aquisição destas aeronaves foi desfeito em 2010, após o Ministério da Fazenda levantar dúvidas sobre o procedimento de aquisição.

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Airbus inicia testes de voo do C295 com winglets

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Primeiro voo de testes do C295 da Airbus equipado com winglets, no dia 21 de dezembro. (Foto: Airbus Military)

A Airbus Military iniciou os testes em voo com a adição de winglets na aeronave de transporte militar C295 – um dos dispositivos de uma série de produtos atualmente em desenvolvimento para a aeronave.

Os winglets, que são extensões nas pontas das asas, tem o potencial de melhorar a performance na decolagem, durante as fases de voo de subida e no voo cruzeiro, aumentando a razão sustentação-arrasto.

Os possíveis benefícios em serviço incluem um desempenho melhorado em pistas em locais quentes e altos, maior alcance e resistência, e custos operacionais reduzidos.

O primeiro vôo da aeronave com winglets ocorreu com total sucesso nas instalações da Airbus Military de Sevilha, na Espanha, no dia 21 de dezembro. Os dados do vôo estão sendo analisados e serão adicionado aos futuros dados de vôos, fornecendo a base para uma decisão sobre se deve ou não ser incorporarado winglets no projeto C295.

 

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Boeing , EADS e Northrop Grumman abandonam a competição da USAF para novos helicópteros de resgate

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Um helicóptero Sikorsky HH-60 Pave Hawk do 33° Esquadrão de Resgate sobrevoa a Base Aérea de Osan, na Coreia do Sul. (Foto: Staff Sgt. Sara Csurilla / U.S. Air Force)

Três fabricantes, EADS, Boeing e Northrop Grumman, decidiram não participar no concurso para o fornecimento de 112 novos helicópteros de resgate em combate (CRH – Combat Rescue Helicopter) para Força Aérea dos EUA avaliado em US$ 6,8 bilhões. Os concorrentes deixaram na competição apenas as empresas Sikorsky e a Lockheed Martin, que devem apresentar uma proposta conjunta. A informação foi dada pela Reuters.

Anteriormente, foi relatado que os pedidos de propostas poderiam ser apresentados até o dia 3 de janeiro de 2013, e o vencedor será anunciado no segundo ou terceiro trimestre de 2013. O programa está previsto para durar pelo menos 14 anos e envolve a eliminação gradual dos antigos helicópteros Sikorsky HH-60 Pave Hawk.

De acordo com o site Defense News, a empresa Boeing estava prevendo oferecer no concurso dois modelos – o helicóptero de transporte pesado H-47 Chinook e o tiltrotor V-22 Osprey, mas decidiu que as suas aeronaves excediam os requisitos da Força Aérea dos EUA. A EADS não informou a razão ao abandonar a competição, informando que após avaliação da requisição de propostas decidiu não participar. A Northrop Grumman, que participaria em conjunto com a AgustaWestland italiana, também não explicou porque ela saiu do concurso, embora tenha dito que isso não deve afetar a sua participação para novo helicóptero presidencial.

O tipo de projeto que a Sikorsky e a Lockheed Martin vão oferecer para Força Aérea dos EUA não está especificado. Provavelmente seja uma nova geração do helicóptero multimissão da família Black Hawk.

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Mais questões podem atrasar a entrega dos A330 MRTT

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O primeiro A330 MRTT Voyager a entrar em serviço com a Real Força Aérea Britânica no dia 8 de abril desse ano. (Foto: Airbus Military)

Questões técnicas continuam afetando o programa da aeronave A330MRTT (Multi-Role Tanker-Transport) da Airbus Military, atrasando sua plena capacidade operacional, com quatro forças aéreas prevendo receber um total de 28 aviões encomendados até à data, com uma segunda sonda de reabastecimento que se desprendeu de uma aeronave A330MRTT durante um vôo de teste na Espanha, em setembro.

No entanto, a Real Força Aérea Australiana (RAAF) provavelmente está liberando a operação com a nova aeronave tanque, utilizando para reabastecimento o sistema de mangueira-e-cesto nos caças F/A-18A/B Hornet no próximo mês. E no Reino Unido, a empresa que está fornecendo os 14 aviões A330MRTTs para Royal Air Force (RAF), disse que começaria o treinamento de reabastecimento aéreo no primeiro trimestre do próximo ano, apesar dos atrasos anteriores e os problemas nos testes em voo.

O sistema de mangueira e cesto adotado pela Real Força Aérea da Austrália para seus caças F/A-18C/D Hornets. (Foto: Airbus Military)

A Airbus Military disse que o problema mais recente na sonda ocorreu durante “uma condiçãoartificial induzida na forma de teste, que não poderia ocorrer em operação normal” e envolveu um sistema de back-up do mecanismo que ergue a sonda, e que foi encomendado apenas por um cliente. Esse cliente é a Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos, que deveria receber o primeiro de seus três aviões em setembro. O primeiro problema com uma sonda, também destacada em voo, ocorreu com um dos cinco aviões da Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante um vôo de teste na Espanha, em janeiro de 2011. A RAAF posteriormente disse que o problema ocorreu por mudanças no hardware e por modificações de software, e não vai mesmo começar o teste operacional da sonda até o próximo ano, cerca de três anos de atraso. A aeronave com configuração semelhante para a Arábia Saudita (o quarto cliente) e os Emirados Árabes Unidos deveriam estar qualificados em setembro e dezembro do ano passado, respectivamente.

A aeronave da RAF não tem uma sonda, mas nos testes de vôo dos sistemas de reabastecimento de pods nas asas e de mangueira-e-cesto com jatos de combate Tornado do serviço no ano passado ocorreram problemas de estabilidade na mangueira e vazamento de combustível. Como resultado, o novo cesto que a Cobham concebeu para proporcionar uma maior velocidade no reabastecimento foi suplementado por um modelo antigo, já em serviço. Os testes de vôo de reabastecimento com o Tornado estão agora concluídos, disse a AirTanker Ltd. Em 2008, o Ministério da Defesa britânico colocou um contrato de US$ 16,8 bilhões com a Airtanker para fornecer a aeronave e todos os serviços associados numa iniciativa de financiamento privado que provou ser politicamente controversa. A AirTanker é uma joint venture entre a EADS (40 por cento); Rolls-Royce (20 por cento) e Babcock, Cobham e Thales, cada uma com 13,3 por cento.

A Airbus Military teve problemas com o ARBS (Aerial Refuelling Boom System). (Foto: Airbus Military)

Para atender ao especificado na data de Maio de 2014, a AirTanker deve entregar nove aeronaves e tripulações em serviço até esse prazo. Enquanto o primeiro Voyager (como o A330MRTT é conhecido na RAF) continua os ensaios de vôo, o segundo foi entregue em abril passado, com seis meses de atraso, e está voando apenas como uma aeronave de transporte de tropa e de carga de longa distância. A terceira e quarta aeronaves estão sendo convertidas pela Cobham em Bournemouth, e ambos deverão ser entregues à RAF dentro dos próximos seis meses. Mas um plano para Cobham de converter as 10 aeronaves restantes foi abandonado em junho passado, a favor de fazer todas elas na sede da Airbus Military, em Getafe, Espanha. Enquanto isso, a RAF deve receber seu segundo Voyager no final do mês que vem, quando um avião civil A330 novo chegar direto da linha de produção do A330 em Toulouse. Este também será usado na função de transporte, pilotado por tripulações da AirTanker, e substituindo alguma capacidade fretada.

A AirTanker disse que as entregas dos Voyagers para RAF “permanecem no calendário”, de modo a alcançar a “pleno capacidade de reabastecimento aéreo no serviço até meados de 2014.” O simulador e as classes de formação das tripulações da RAF começaram no mês passado. No entanto, a RAF está fazendo planos para manter as últimas antigas aeronaves de reabastecimento VC-10 e Tristar em serviço além de suas datas de aposentadoria atualmente planejadas de março de 2013 e maio de 2014, respectivamente. Um oficial sênior da RAF disse que o serviço “vai aceitar nada menos do que 100 por cento de funcionalidade … e isso significa que deve receber as aeronaves Voyager com o DAS [sistema de ajuda defensiva], para conduzir operações completas”. A Airtanker se recusou a comentar sobre o progresso do DAS. No ano passado, ela recebeu um contrato adicional para estudar “medidas de proteção reforçadas” que acredita-se que esteja incluída a inertização dos tanques de combustível e a blindagem da cabine.

Fonte: AIN Online – Tradução: Cavok

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