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Exército dos EUA adquire adicionais 34 helicópteros UH-72A Lakota da EADS

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A EADS North America vai fornecer mais 34 helicópteros UH-72A Lakota para o Exército dos EUA. (Foto: EADS)

O Exército dos EUA concedeu a EADS North America uma opção de contrato de US$ 181,8 milhões para entregar 34 adicionais helicópteros UH-72A Lakota, elevando o total de aeronaves encomendados até à data a 312. O Exército dos EUA planeja adquirir um total de 347 Lakotas até 2016.

A EADS North America já entregou 243 Lakotas – tudo no prazo e dentro do orçamento – a partir de sua instalação da Eurocopter norte americana em Columbus, Mississippi, onde até cinco aeronaves por mês são produzidos por uma força de trabalho de mais de 50 por cento de veteranos militares dos EUA. A mesma linha de produção deve produzir o derivado armado do Lakota, o AAS-72x+, para o programa do helicóptero de Escolta Aérea Armada do Exército.

“Este último contrato concedido é um reflexo do compromisso da EADS North America para entregar no prazo e dentro do orçamento os Lakotas, um helicóptero flexível e comprovado que está voando todos os dias para atender as missões do Exército”, disse Sean O’Keefe, presidente e CEO da EADS North America. “Estamos orgulhosos de entregar as nossas promessas. No ambiente fiscal atual, o Exército precisa e merece programas que atendam seus custos e compromissos de programação.”

“O programa do Lakota é um exemplo de um programa de sucesso que está satisfazendo as necessidades do Exército, cumprindo com o Exército e com os objetivos do OSD para um programa ACAT-1 de alto desempenho”, disse o coronel Thomas H. Todd, o gerente do projeto de helicópteros utilitários. “Alto desempenho e programas bem administrados são a referência para um grande programa de aquisição de defesa, e o Lakota está claramente nessa categoria.”

A entrega das aeronaves dessa última opção será iniciada em setembro de 2013. O contrato também inclui oito kits de filtros na entradas de ar dos motores.

Vinte e quatro aeronaves deste contrato irão receber o pacote de equipamentos de missão (MEP) Security and Support (S&S) Battalion, que foi obtido sob uma ação num contrato separado. O MEP Security and Support (S&S) Battalion expande as capacidades do Lakota para as missões que vão desde resposta a desastres até as operações de segurança de fronteira. Ele inclui um mapa em movimento, sensor digital EO/IR, capacidade de gravação de vídeo, downlink digital e analógico, e um projetor. As unidades do da Guarda Nacional do Exército em todo os EUA operam atualmente os Lakotas equipados com o MEP Security and Support (S&S) Battalion, incluindo nas amplas operações ao longo da fronteira sudoeste dos EUA.

A frota Lakota tem em média uma taxa de disponibilidade operacional superior a 90 por cento para os locais com a completa logística contratada (CLS) de apoio, abrangendo 21 diferentes unidades militares. As taxa de reposição de peças sobressalentes sob o conceito híbrido CLS que apoia as 33 unidades tem uma média de 97 por cento.

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Consórcio Eurofighter é investigado sobre possível suborno na venda de caças Typhoon para Áustria

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A Áustria selecionou o caça Eurofighter em 2002. (Foto: Ministério de Defesa da Áustria)

Autoridades têm procurado várias unidades da EADS na Alemanha numa investigação sobre se subornos foram feitos como parte de uma venda de jatos Eurofighter para a Áustria, conforme os promotores públicos disseram na quarta-feira.

As investigações estão em andamento desde 2011 e envolvem suspeitas de suborno, lavagem de dinheiro e fraude, disse o Ministério Público, na Áustria e em Munique, confirmando uma reportagem da revista alemã Spiegel.

As autoridades de Viena disseram que buscas também foram feitas em localidades na Áustria e na Suíça.

As acusações remontam a 2002, quando o então governo austríaco ordenou 18 jatos Eurofighter por cerca de 2 bilhões de euros (US$ 2,6 bilhões).

Depois de uma mudança de governo, o Ministério da Defesa austríaco, em 2007, disse que queria cancelar o pedido depois que um general supervisionando o negócio foi dispensado de suas funções durante pagamentos suspeitos.

A ordem austríaca foi então revista para 15 jatos.

A EADS, fabricante do Eurofighter, confirmou que foi objeto de uma investigação. “Nós estamos cooperando totalmente com as autoridades, mas não podemos fazer mais comentários”, disse um porta-voz na quarta-feira.

A BAE Systems também é membro do consórcio Eurofighter de quatro nações.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

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Cassidian e ATECH juntam forças no fornecimento de Sistema Aviônico Avançado de Missão para os helicópteros EC725 da Marinha do Brasil

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O helicóptero EC725 da Marinha Brasileira. (Foto: Helibras)

A brasileira ATECH, empresa do Grupo EMBRAER, e a CASSIDIAN, empresa da divisão de defesa e segurança da EADS, uniram-se para formar o consórcio internacional que será responsável pelo fornecimento do Sistema de Gestão Tática de Dados para os oito helicópteros EC725 da Marinha Brasileira. As aeronaves fazem parte do Programa H-XBR conduzido pelo consórcio Helibras/Eurocopter e que envolve a produção de um total de 50 helicópteros para uso das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica), no Brasil. O contrato, no valor de mais de 40 milhões de euros será concluído em 2017.

O Programa H-XBR é uma iniciativa de contratação conjunta para as Forças Armadas e guarda relação com a Estratégia Nacional de Defesa (END) – documento de Estado “focado em ações de médio e longo prazo com o objetivo de modernizar a estrutura nacional de defesa”. Esse programa – que está sendo desenvolvido para criar uma base industrial nacional capaz de também conceber e produzir aeronaves de Asas Rotativas no país – compreende um processo de nacionalização e domínio da tecnologia para a produção dos helicópteros, em linha com uma política de utilização do poder de compra para internalizar toda a capacidade produtiva no país.

“Participar desse consórcio, atuando nesse programa do Ministério da Defesa do Brasil, coordenado pela Força Aérea Brasileira, é uma grande honra e responsabilidade para uma empresa que tem se dedicado ao domínio da chamada tecnologia crítica”, afirma Tarcísio Takashi Muta, presidente da ATECH. “Nossa presença como integrante do consórcio é o reconhecimento da nossa capacidade e experiência na absorção de tecnologia de defesa, sistemas embarcados em aeronaves e comunicações táticas de alto desempenho. Trata-se de uma continuidade no avanço da autonomia tecnológica brasileira, um dos pilares da consagrada Estratégia Nacional de Defesa”.

“Nossas empresas têm uma reconhecida trajetória no campo dos sistemas de gerenciamento de missão”, afirma Dr. Rolf Wirtz, CEO da Cassidian Mission Avionics. “Juntos nós iremos prover a Marinha do Brasil com um sistema confiável e versátil que irá capacitá-la para desempenhar suas missões de vigilância marítima”.

O TDMS é baseado no SAMSARA – Sistema de Gerenciamento de Missão da CASSIDIAN– o qual processa dados de sensores de diversas fontes, que permitem uma consciência situacional e também o controle de armas e sistemas de autoproteção. Portanto, o TDMS aprimora a detecção em tempo real de movimentos na superfície, permitindo às forças de segurança tempo suficiente de reação.

Esse sistema de missão será desenvolvido no Brasil pela ATECH, que também será responsável, sob a supervisão do novo Centro de Engenharia da Helibras, pela integração de sistemas e suportará os testes em solo e em voos na fábrica da empresa, em Itajubá, MG. Igualmente, os serviços de suporte para a Marinha do Brasil serão providos pela ATECH.

“A exemplo do que já faz em relação a outros helicópteros de uso militar, como o Esquilo e o Pantera, a Helibras já possui expertise no acompanhamento de processos de integração de sistemas, tendo investido pesadamente no desenvolvimento dessa especialidade, em função do programa de fabricação dos EC725, para o qual multiplicou o número de engenheiros dedicados, além de contratar fornecedores de softwares específicos”, explica Eduardo Marson, presidente da Helibras.

O sistema de gerenciamento de missão SAMSARA, base para o TDMS, encontra-se em operação na aduana francesa. A CASSIDIAN possui larga experiência em missões aviônicas, sendo responsável pelo sistema de missões de aeronaves de transporte e por sistemas aviônicos para diversas plataformas operadas pela OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte).

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Airbus vence competição de novas aeronaves de reabastecimento para Força Aérea da Índia

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A aeronave A330 MRTT durante testes na Base Aérea de Leh, na Índia. (Foto: Airbus Military)

A Airbus foi selecionado como a fornecedora preferencial (L1) sobre a Ilyushinda Rússia para fornecer seis aviões de reabastecimento aéreo A330 MRTT para a Força Aérea da Índia, num concurso avaliado em US$ 1 bilhão, de acordo com funcionários do Ministério da Defesa indiano.

Após as propostas comerciais serem abertas no início deste mês, o preço base do avião tanque russo Il-78 foi citado como menor do que o A330, mas quando avaliado em manutenção e custos de combustível, o Airbus foi o melhor valor, disse um oficial do Ministério da Defesa. O funcionário se recusou a fornecer as citações exatas dos lances, e disse que a empresa estatal russa ainda não havia sido informada oficialmente sobre a decisão.

Diplomatas russos confirmaram que não tinham sido informados da seleção do Airbus.

A Boeing se retirou da competição em 2010, deixando apenas os aviões A330 e Il-78 na competição. O concurso em 2010 também havia sido enviado para EADS, Lockheed Martin e para Antonov da Ucrânia. A Antonov não se classificou, e a Lockheed e a Boeing não participaram.

A Força Aérea Indiana está usando seis reabastecedores aéreos Il-78 comprados do Uzbequistão e planeja comprar 12 aviões adicionais, o que inclui os seis da Airbus.

Fontes do Ministério da Defesa disse que ainda não está decidido se uma nova competição será aberta para comprar os seis restantes, ou se uma encomenda repetida será feita ao vencedor da atual competição.

O concurso atual é por si só uma retomada de um concurso de 2006, em que o A330 terminou atrás do avião tanque Il-78, mas a Força Aérea da Índia preferiu o reabastecedor europeu. Quando o assunto foi enviado ao Ministério das Finanças da Índia, ele disse que a proposta mais baixa deveria ser a vencedora. A controvérsia levou à anulação do concurso.

O Ministro da Defesa A.K. Antony escreveu ao Parlamento indiano no dia 14 de dezembro de 2009, que o Ministério das Finanças tinha expressado reservas sobre a competição.

“A proposta de aquisição tinha progredido de acordo com o processo de adjudicação da Defesa em 2006 e, posteriormente, encaminhada ao Ministério das Finanças que manifestou algumas reservas relativas à competitividade das licitações e da razoabilidade do preço”, escreveu Antony.

A Força Aérea da Índia planeja implantar os reabastecedores na Base Aérea de Panagarh, no estado de West Bengal para ajudar a aumentar o alcance de seus jatos de caça Su-30MKI, o que permitiria que as aeronaves indianas pudessem entrar bem no interior da China, disse um oficial da Força Aérea.

Além de reduzir os custos de combustível, o reabastecedor da Airbus é otimizado para altas altitudes de cruzeiro e equipado com aviônicos avançados, disse o oficial indiano.

Fonte: Defense News – Tradução: Cavok

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IMAGEM: Airbus A400M realiza simulação de reabastecimento aéreo com um C-160 Transall da Força Aérea Francesa

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Um C-160 Transall da Força Aérea Francesa simula um reabastecimento em voo de um Airbus A400M sobre Cazaux, durante o último teste realizado hoje, dia 16 de outubro. (Foto: Airbus Military)

A Airbus Military tem realizado com sucesso uma simulação de reabastecimento ar-ar da nova aeronave de transporte militar A400M utilizando como avião-tanque um C-160 Transall da Força Aérea Francesa.

No total, as duas aeronaves conduziram 20 “contatos secos”, onde o combustível não é transferido, incluindo um deles com duração de 12 minutos – simulando uma operação de reabastecimento normal. Espera-se que os primeiros “contatos molhados” ocorram no primeiro trimestre do próximo ano.

O A400M já realizou com sucesso contatos de reabastecimento com um VC10 da Royal Air Force, com o C-160 e também com um avião-tanque Airbus A330 MRTT.

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Fracassam negociações para fusão entre a EADS e a BAE Systems

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As duas empresas europeias trabalham juntas no programa do caça Eurofighter.

As negociações para a fusão de 45 bilhões de dólares entre EADS e BAE Systems fracassaram nesta quarta-feira, quando os governos da França, Alemanha e Grã-Bretanha não conseguiram chegar a um acordo para criar o maior grupo aeroespacial do mundo.

As companhias europeias estavam trabalhando com o prazo até às 13h (horário de Brasília) para encerrar a tentativa de fusão ou pedir mais tempo aos reguladores.

Em nota, a BAE afirmou ter ficado claro que os interesses dos governos não puderam ser adequadamente reconciliados um com o outro ou com os objetivos que a empresa britânica e a EADS firmaram para a fusão.

“A BAE Systems e a EADS decidiram então ser do melhor interesse das companhias e de seus acionistas encerrar as discussões e continuar a focar no desenvolvimento de suas respectivas estratégias”, afirmou a empresa.

Diversas fontes próximas às negociações disseram que a chanceler alemã Angela Merkel se opôs à proposta de fusão entre a controladora da fabricante dos aviões Airbus e o grupo de defesa britânico BAE. “Merkel é contra o acordo mas não deu os motivos para isso”, disse uma fonte envolvida nas negociações.

Fonte: Reuters, via Estadão

Dica do amigo Symon. Obrigado 😉

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Atech e Cassidian entram em projeto da Helibras

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O primeiro helicóptero EC725 da Marinha Brasileira. (Foto: Anthony Pecchi / Eurocopter)

consórcio formado pela Atech, do grupo Embraer, e a europeia Cassidian, braço da EADS, foram selecionadas pela Helibras para fornecer o sistema tático de missão naval de oito helicópteros EC-725, comprados pela Marinha brasileira.

O Valor apurou que, somente a parte da Atech, está avaliada em R$ 30 milhões. A participação da empresa no projeto foi possível por sua experiência e conhecimento adquiridos nos programas Sivam/Sipam (Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia) e P-3BR, aeronave de patrulha marítima da Força Aérea Brasileira (FAB).

O P-3BR, que teve início em 2005, é um programa de modernização que envolve nove aeronaves e está estimado em US$ 500 milhões. A FAB já recebeu três aeronaves modernizadas. No acordo que previa absorção de tecnologia, feito com a EADS Casa, da Espanha, a Atech participou do desenvolvimento do sistema de missão do P-3.

Com esse novo contrato com a Atech/Cassidian, sobe para 15 o número de brasileiras que participam do desenvolvimento de algumas partes dos helicópteros que estão sendo fornecidos para as Forças Armadas Brasileiras, no programa batizado de H-XBR. Cada Força Armada receberá 16 helicópteros.

Além da Atech, participam do H-XBR a Toyo Matic (usinagem), Inbra Aerospace (peças estruturais em material composto), Turbomeca (motores), ATE, Sagem /TM do Brasil (piloto automático); Aernnova do Brasil (cone de cauda metálico), Rhode & Schwartz (rádios), Akaer (projetos de engenharia); SDV Brasil (logística); AEL Sistemas (cockpits) e Microturbo (unidades de potência auxiliar).

As empresas brasileiras capacitadas no programa EC-725, segundo a Helibras, poderão fazer parte da cadeia global de fornecimento da Eurocopter, grupo francês que controla a Helibras, exportando seus produtos para outros helicópteros fabricados pela companhia no mundo.

A fábrica da Helibras em Itajubá (MG) foi ampliada para abrigar a produção do modelo EC725 e atender ao projeto de nacionalização dos helicópteros, que até 2020 terão 50% de conteúdo nacional. O governo brasileiro comprou 50 unidades do EC-725, em 2008, para serem utilizados em missões de transporte e proteção civil.

O contrato de aquisição dos helicópteros, no valor de € 1,8 bilhão, prevê contrapartida comercial, industrial e tecnológica, conhecida no jargão militar como acordos de “offset”. A Helibras investiu R$ 420 milhões na construção de um hangar e de algumas instalações auxiliares, como uma fábrica de cabos elétricos e uma unidade de montagem das caixas de transmissão dos helicópteros.

A nova fábrica da Helibras, que está sendo inaugurada oficialmente hoje, também atenderá a outros projetos na área de defesa, como a modernização de 34 helicópteros Pantera, da Aviação do Exército (AvEx). O contrato com o Exército, de R$ 375,8 milhões, prevê a troca de motores, aviônicos (aparelhos embarcados) de navegação e rádios das aeronaves.

A ampliação da fábrica de Itajubá também foi acompanhada do crescimento do número de funcionários. Segundo a Helibras, desde quando foi assinado o contrato com o governo brasileiro, em 2008, foram contratados cerca de 400 empregados. A empresa tinha 300 funcionários e prevê chegar a mil nos próximos cinco anos.

Fonte: Valor Econômico / Virginia Silveira

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EADS inicia demonstração de voo voluntária de seu helicóptero AAS-72X+

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A Eurocopter vai demonstrar seu helicóptero de escolta aérea armada AAS-72X+ para o Exército dos EUA. (Foto: EADS NA)

A EADS North America começou a sua demonstração de vôo voluntária (VFD) para o programa do helicóptero de escolta aérea armada dos Exército dos EUA, voando duas aeronaves a partir de um local de testes em alta altitude para uma série de apresentações que vão mostrar o desempenho superior do AAS-72X+ ofertado pela empresa.

O AAS-72X+, um derivado armado do helicóptero utilitário leve (LUH) UH-72A Lakota do Exército dos EUA, será fabricado pela unidade de negócios American Eurocopter da empresa, em Columbus, Mississippi. A Lockheed Martin vai fornecer o computador de missão e integrar os equipamentos de missão.

A EADS North America já havia desenvolvido, testado e voado três Aeronaves Demonstratoras Técnicas (TDA) AAS-72X usando os investimentos de pesquisa e desenvolvimento da própria empresa. Durante as próximas duas semanas, os pilotos da empresa estarão voando o VFD com um AAS-72X, bem como um helicóptero EC145 T2 que demonstra as melhorias de desempenho oferecidas na configuração AAS-72X+.

As partes da fuselagem do EC145 T2 são as mesmas usadas como base nos UH-72A e AAS-72X, mas incorpora os mais poderosos motores Turbomeca Arriel 2E com FADEC dual channel, um sistema anti-torque Fenestron, uma transmissão atualizada, o cockpit glass e conjunto de aviônicos Helionix, e um sistema de piloto automático 4-eixos.

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Colômbia assina contrato com a Airbus para mais um avião de transporte C295

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Um dos quatro aviões de transporte C295 já entregues para Força Aérea da Colômbia. (Foto: Airbus Military)

A Colômbia assinou um contrato com a Airbus Military para a aquisição de uma aeronave C295 adicional numa configuração de transporte tático. A entrega está prevista para fevereiro de 2013.

A aeronave será operada pela Força Aérea Colombiana (FAC) nas missões de transporte militar e de ajuda humanitária.

Este novo C295 fortalece a capacidade da Força Aérea Colombiana, se juntando a frota de quatro aviões C295 que a FAC mantém em funcionamento desde 2008. A FAC também opera três aeronaves Airbus Military CN235-200 de transporte.

“Estamos muito orgulhosos deste repetido contrato com a Colômbia, que demonstra claramente a satisfação de nossos clientes com os nossos aviões”, disse Antonio Rodríguez-Barberán, Vice-Presidente Comercial da Airbus Military. “Este último pedido destaca a liderança da Airbus Military neste segmento depois de atingir mais de 100 pedidos em todo o mundo”, acrescentou.

Este novo acordo significa que 114 aviões C295s já foram encomendados, com 86 atualmente em operação em 14 países.

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ILA 2012: Eurocopter busca reduzir riscos no projeto do Futuro Helicóptero de Transporte

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Concepção artística do Futuro Helicóptero de Transporte Pesado que está sendo desenvolvido pela Eurocopter. (Foto: Eurocopter)

A Eurocopter vem realizando estudos de redução de riscos em seu Futuro Helicóptero de Transporte (FTH – Future Transport Helicopter) projeto atualmente sendo trabalhado em conjunto com a Boeing.

O trabalho de pré-design do raramente discutido gigante com dois rotores em tandem foi concluído e a empresa está agora aguardando o próximo conjunto de exigências do pessoal da OTAN, que está sendo esperado para o final do ano.

“Estamos trabalhando para as necessidades do pessoal da OTAN, da França e da Alemanha, mas também pensando nas exigências do programa JMR-Heavy do Exército dos EUA, sendo essas muito similares as exigidas pela OTAN”, disse Hans Weber, vice-presidente do Programa de Helicópteros de Transporte Pesado da Eurocopter, durante o ILA Berlin Air Show.

A seção transversal do FTH exposta no stand da Eurocopter no ILA Berlin.

No stand, a empresa está exibindo uma pequena seção transversal da fuselagem da aeronave para demonstrar o seu potencial tamanho, caso a aeronave seja fabricada. A Boeing, parceira da EADS no projeto, tem cooperado para explorar o negócio por anos, mas a exibição da cabine parece ser novidade na ILA.

“A Eurocopter tem trabalhado com a Boeing nos últimos anos para explorar o projeto de estruturas e tecnologias para o requisito do Futuro Helicóptero de Transporte na Europa”, segundo um comunicado da Boeing. “Juntas, as empresas reuniram-se com representantes de vários países para determinar se o mercado pode sustentar um amplo programa de desenvolvimento de aeronaves com base em um projeto conjunto do rotor.”

A seção transversal, construída por engenheiros da Eurocopter Deutschland nas instalações em Donauwörth e Ottobrunn, tem aproximadamente um metro de comprimento, mas é grande o suficiente para acomodar um veículo blindado sobre rodas ou um container ISO.

O trabalho de desenvolvimento para a seção de fuselagem foi financiada pelo Instituto Federal de Tecnologia de Defesa e Aquisições (BWB). Diagramas mostrados no ILA dão ao FTH uma maior cabine do que a do Sikorsky CH-53K e do Alenia C-27J Spartan.

A seção exibido no ILA não tem piso e nem bancos, e pesa apenas 60 kg. Weber acredita que seria possível para o FTH transportar uma carga de 18.000 kg numa aeronave com um peso máximo de decolagem de 33.000 kg. Em comparação, o russo Mi-26 pode levantar uma carga de cerca de 20.000 kg, mas o seu peso máximo de decolagem está perto de 54.000 kg.

A capacidade de carregar os containeres ISO é considerada uma operação útil.

Vista lateral do Future Transport Helicopter divulgada pela Eurocopter durante o ILA Berlin 2012.

“Nós podemos certificar a aeronave para poder transportar estes recipientes, mas se pudermos encaixar diferentes recipientes com assentos VIP, ou um posto de comando, somos capazes de oferecer uma capacidade multi-missão para o cliente com o custo de certificação ISO”, adiciona Weber.

As reduções de custos de desenvolvimento poderiam surgir da obtenção de uma certificação civil para aeronave, que clientes militares poderiam então se beneficiar para colocar a aeronave em serviço. A Certificação Civil também poderá tornar a aeronave atraente para possíveis clientes civis.

A crise financeira global está atrapalhando as ambições dos ministérios da defesa em todo o mundo, e poderia colidir com as esperanças de Berlim para um grande helicóptero capaz de carregar sua artilharia em torno do campo de batalha internamente. Um plano de backup para o país poderia ser considerar opções prontas no mercado que reduziriam o custo de desenvolvimento.

Se as ambições da Alemanha para um grande helicóptero de última geração começarem a diminuir, a Sikorsky provavelmente vai lançar o projeto CH-53K existente e a Boeing provavelmente vai recorrer ao seu modelo CH-47F, com opções considerando tanto uma cooperação industrial na Alemanha inclusive para a fabricação.

“Este projeto é importante porque vai oferecer uma nova geração de helicópteros de transporte pesado. Estamos vendo agora os caças de quinta geração atuais, mas tipos como o Chinook ainda são de primeira geração”, acrescentou Weber.

Fonte: Shephard / Aviation Week – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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Airbus Military busca oferecer A400M para Índia visando novas exportações

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A aeronave A400M da Airbus está sendo apresentada no show aéreo ILA 2012 em Berlim. (Foto: Berlin Messe GhmB)

A Airbus Military está se preparando para oferecer a aeronave de transporte militar A400M para a Índia e outros países, enquanto a fabricante de aeronaves busca aumentar seus clientes estrangeiros para transformar em lucro o maior programa de defesa da Europa.

A Airbus está colocando mais esforços nas exportações após os atrasos na conclusão do programa de desenvolvimento que manteve paradas as atividades por vários meses, disse Domingo Ureña-Raso, o chefe da Airbus Military, numa entrevista em Berlim nessa quinta-feira.

As entregas do A400M para os principais clientes estavam previstas para começar no segundo trimestre. Uma falha de desenvolvimento relacionada com o motor obrigou a uma revisão na programação neste mês adiando o prazo final para março de 2013. Os atrasos no programa de 20 bilhões de euros (US$ 25 bilhões) do A400M levaram a empresa mão da Airbus Military, a EADS ( European Aerospace, Defence & Space), a admitir que vai perder dinheiro com o programa, a menos que as exportações estejam garantidas.

“A Índia é um dos principais clientes para este avião”, disse Urena-Raso durante o show aéreo de Berlim. “Uma vez certificado, é nossa intenção levar esta aeronave assim que pudermos para a Índia.”

Países do Golfo Pérsico também teriam um gostinho do A400M este ano, embora o trabalho adicional nos motores adiaram esses planos, disse o chefe da Airbus Military.

A Airbus Military está em negociações com a França sobre as implicações financeiras dos últimos atrasos, disse o CEO da EADS Tom Enders. Essas discussões estão acontecendo ainda esta semana. Urena-Raso disse que não está claro se haverá quaisquer penalidades, mas se houver alguma, provavelmente seria menor dado o pequeno atraso.

Ele não iria discutir como o passivo seria tratado entre a EADS e a Europrop Internacional, a joint venture de motores entre a Rolls-Royce, a MTU Aero Engines, e a divisão Snecma do Grupo Safran. A gearbox, a causa dos maiores atrasos, é feita pela Avio, na Itália.

A Airbus ainda planeja entregar quatro aeronaves A400Ms para a França e Turquia no próximo ano.

Fonte: Bloomberg – Tradução: Cavok

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EADS e BAE Systems discutem fusão para criar o maior grupo de defesa e segurança do mundo

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As duas empresas já trabalham juntas no projeto do caça Eurofighter.

A britânica BAE Systems anunciou nesta quarta-feira que está negociando com a EADS, controladora da Airbus, uma possível fusão para criar uma potência nos setores aeroespacial, de defesa e de segurança. Os acionistas da BAE teriam 40 por cento da companhia combinada, e os da EADS ficariam com 60 por cento, disse a companhia britânica em comunicado.

“A possível combinação criaria um grupo aeroespacial, de defesa e de segurança de primeira linha, com substanciais centros de fabricação e excelência tecnológica na França, Alemanha, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos”, explicou a fabricante.

As duas companhias têm um longo histórico de colaboração e são parceiras em vários projetos, e o negócio poderia fazer a BAE voltar a ter interesse na Airbus e suas fábricas britânicas, após ter vendido 20 por cento de participação em 2006.

Juntas, BAE e EADS terão vendas combinadas de cerca de 72 bilhões de euros –com base em números de 2011– e 220 mil funcionários no mundo.

As companhias disseram que estão deixando os governos ao redor do mundo a par do negócio por causa da natureza sensível do segmento de defesa em uma ampla gama de países, dos Estados Unidos à Arábia Saudita e Austrália.

Elas afirmaram que algumas atividades de defesa seriam reestruturadas em acordo de governança adequados em razão das respectivas importâncias estratégicas, principalmente nos Estados Unidos, dada a importância deste mercado para o grupo combinado.

A fusão não deve aumentar as preocupações antitruste nos Estados Unidos diante da receita baixa em serviços militares que a EADS tem no país, de acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto.

Essas fontes disseram que a fusão vinha sendo alvo de negociação havia vários meses.

O consultor em defesa Loren Thompson afirmou que a fusão entre as companhias europeias criaria um nome forte tanto em produtos comerciais quanto militares, o que a Boeing tentou por anos.

Fonte: Reuters

 

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Filipinas pretende adquirir aeronaves de patrulha marítima de longo alcance

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O governo das Filipinas está interessado na aquisição de aeronaves de patrulha marítima de longo alcance CASA/IPTN CN-235 MPA. (Foto: IPTN)

O Departamento de Defesa Nacional das Filipinas está visando adquirir suas primeiras aeronaves de patrulha marítima de longo alcance e de vigilância CN-235 da fabricante de aeronaves IPTN da Indonésia, licenciada da fabricante espanhola CASA (EADS), disse um oficial sênior de defesa nesta segunda-feira.

Pedro Paulo Galvez, porta-voz do Departamento de Defesa disse que o país está também avaliando aviões de reconhecimento e de transporte médio de outros países europeus, a um custo menor.

“Como finalista está o avião da Indonésia,” disse Galvez, mas acrescentou que eles também estão de olho em aviões espiões fabricados por outras empresas europeias.

Assim que o presidente Aquino aprovar a aquisição planejada, os aviões serão rapidamente adquiridos visando reforçar a consciência do país no domínio marítimo.

Durante muito tempo, as Forças Armadas das Filipinas tiveram que se basear principalmente num pequeno número de aviões Islander para as suas necessidades de patrulha marítima e territorial.

“O avião de patrulha de longo alcance seria dedicado exclusivamente à realização de vigilância marítima,” disse Galvez, sem citar o avião fabricado na Indonésia.

Além das suas capacidades de vigilância marítima de longo alcance, a aeronave CN-235 pode também ser utilizada como um avião de transporte militar. O maior usuário é a Turquia, com 61 aeronaves.

O avião de vigilância possui dois tripulantes (piloto e co-piloto), e pode transportar 44 passageiros e uma carga útil de 13.120 libras com uma velocidade de cruzeiro de 454 quilômetros por hora, e tem uma autonomia de 2.730 milhas náuticas.

Também está sendo considerado o C-27J Spartan da Itália, um avião de transporte médio.

Anteriormente, o Departamento de Defesa anunciou que está também planejando adquirir um esquadrão de jatos de treinamento avançado T-50 da Coréia do Sul para reforçar sua defesa territorial.

Fonte: Philstar – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

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Eurocopter demonstra helicóptero EC725 em exibição internacional de defesa na Polônia

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A Eurocopter vai demonstrar os helicópteros EC725 da Força Aérea Francesa durante a exibição internacional de defesa MSPO na Polônia. (Foto: Armée de L’Air)

A solução da Eurocopter para as Forças Armadas polonesas será o tema da sua participação na próxima semana durante a Exposição Internacional da Indústria da Defesa MSPO em Kielce, na Polônia. Durante a exibição a fabricante francesa vai destacar o helicóptero multimissão EC725.

Como o membro mais recente e avançado na linha de produtos militares de 11 toneladas da Eurocopter, o EC725 tornou-se um helicóptero escolhido na modernização das frotas de helicópteros das forças militares do mundo. Dentre os clientes estão a França, Brasil, México, Malásia, Indonésia, Cazaquistão, e com negociações em curso para aquisições por outros países.

As capacidades em condições operacionais desafiadoras do EC725 são demonstradas pela implantação dos atuais helicópteros franceses no Afeganistão, bem como o seu desempenho durante o papel da França em operações lideradas pela OTAN durante a campanha militar da Líbia.

Uma equipe conjunta da Eurocopter e da Força Aérea Francesa está prevista para falar sobre a experiência operacional do EC725 no Afeganistão no dia da abertura da MSPO, 3 de setembro.

Projetado para voar sob as condições meteorológicas mais extremas, seus aviônicos altamente avançados incluem o piloto automático de quatro eixos com proteção total do envelope de voo. A grande cabine do helicóptero permite transportar até 28 soldados e transportar uma grande variedade de armas e sensores. As aplicações de missão para o EC725 incluem transporte tático e operações especiais de combate até missões de busca e salvamento e de patrulha marítima.

“O EC725 oferece todos os benefícios da tecnologia e inovação da Eurocopter num helicóptero muito versátil”, disse Olivier Michalon, o vice-presidente de Vendas e Relacionamento com o Cliente para a Europa e Ásia Central. “Isso é combinado com a capacidade da Eurocopter de desenvolver e implementar uma cooperação industrial de longa data com empresas locais, e é apoiado pelos recursos da nossa empresa-mãe EADS – que está presente na Polônia, através da PZL-Okecie desde 2001.”

O estabelecimento de sucesso de parcerias industriais com os países clientes é um elemento-chave da estratégia da Eurocopter, como demonstra a montagem de 50 helicópteros EC725s no Brasil para as suas forças armadas e o estabelecimento de uma linha de produção nos Estados Unidos para os 346 helicópteros utilitários leves UH-72A Lakota – uma versão do EC145, que se tornou o helicóptero padrão leve do Exército dos EUA.

Com um total de 54 helicópteros EC120, EC130, EC135 e EC145, a Eurocopter tem uma presença significativa de mercado estabelecida na Polônia. A entrega de 23 helicópteros de emergência médica EC135 para a LPR Polônia (Lotnicze Pogotowie Ratunkowe), modernizou os serviços de emergência do país a nível nacional de rede de saúde.

Ao oferecer uma proposta adequada de valor completo e solução, a Eurocopter tem demonstrado sua capacidade de apoiar um operador governamental na sua transição de uma frota da era soviética aos modernos helicópteros estado da arte.

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EADS prepara oferta de caças Eurofighters usados para Suíça

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A EADS pretende vender 33 caças Eurofighter Typhoon da Força Aérea da Alemanha (Luftwaffe) para a Suíça, por um valor semelhante ao de compra de 22 novos caças Gripen.

A EADS está preparada para oferecer para Suíça 33 caças Eurofighter, construídos em 2003, por um valor de 3,2 bilhões de francos suíços (US$ 3,28 bilhões) para substituir sua frota de antigos caças Northrop F-5E/F Tiger, informou um jornal no domingo.

O governo suíço optou em novembro passado pela compra de 22 caças JAS39 Gripen da Saab, num custo de 3,1 bilhões de francos, contra ofertas rivais do Rafale construído pela francesa Dassault Aviation e do anglo-alemão-italiano EADS Eurofighter Typhoon.

Mas a decisão de compra gerou polêmica devido a preocupações pelo fato do Gripen ainda ter tecnologias a serem desenvolvidas, possíveis aumento dos custos, e cortes no orçamento concomitantes em áreas como a educação.

O Parlamento suíço deve votar sobre a compra nos próximos meses, e chefe de pró-negócios do Democratas Livres (FDP) indicou numa reportagem num jornal que o seu partido provavelmente não apoiará a aquisição, o que poderia inviabilizar o lado suíço do negócio.

O jornal Der Sonntag disse que os aviões da EADS viriam da força aérea alemã (Luftwaffe) e estão em excelente estado.

“A EADS está sempre capaz de fazer ofertas no âmbito do orçamento da Suíça”, disse o jornal citando um porta-voz da fabricante de aviões.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

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EADS entrega o 14° avião HC-144A Ocean Sentry para Guarda Costeira dos EUA

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A 14ª aeronave HC-144A Ocean Sentry da Guarda Costeira dos EUA quando realizava os testes pré-entrega. (Foto: Airbus Military)

A Guarda Costeira dos EUA recebeu nessa semana o seu 14° avião de patrulha marítima HC-144A Ocean Sentry da contratante principal EADS North America. O Ocean Sentry é baseado no avião de transporte tático Airbus Military CN235, o qual já possui mais de 250 atualmente em operação por 27 países.

A equipe da Airbus e da Guarda Costeira junto ao 14° avião HC-144A Ocean Sentry. (Foto: Airbus Military)

A última aeronave se juntará a uma frota de Ocean Sentries atuando numa série de papéis diferentes a partir de estações aéreas da Guarda Costeira em Cape Cod, Massachusetts; Mobile, Alabama; e Miami, Florida. A Guarda Costeira utiliza o Ocean Sentry com capacidade para desempenhar missões de dez horas de resistência e com sensores avançados para missões de busca e salvamento, incluindo drogas, e interdição de imigrantes, carga e transporte de pessoal, inteligência/vigilância/reconhecimento (ISR), e auxílio em situações de desatres.

“Estamos muito orgulhosos em apoiar a Guarda Costeira enquanto ela executa uma variedade cada vez mais exigente de missões aéreas e marítima com um número limitado de ativos. O Ocean Sentry é essencial para a habilidade do serviço de rapidamente e facilmente projetar a capacidade da Guarda Costeira onde é mais necessária”, disse Sean O’Keefe, Presidente e CEO da EADS North America.

A Guarda Costeira tem planos para adquirir 36 aviões Ocean Sentry. A entrega da aeronave mais recente é o último dos três HC-144As entregues através de um contrato base atribuído a EADS North America em agosto de 2010. A Guarda Costeira exerceu a opção para três aeronaves adicionais no ano passado, pedindo a entrega dos aviões 15º HC-144A em 2013, e dos aviões 16 e 17 em 2014. O serviço pode exercer as opções para até três Ocean Sentries adicionais durante os próximos dois anos.

Desde que começou a operar em 2008, o HC-144A ganhou notoriedade pelo alto perfil de missões que vão desde a resposta ao derramamento de óleo da plataforma Deepwater Horizon e no terremoto de 2010 no Haiti, até a interdição de narcóticos de contrabandistas de drogas em “submarinos” semi-submersíveis.

Cassidian realiza novos voos de testes com a plataforma de tecnologia não tripulada Barracuda

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O demonstrador de tecnologia UAS Barracuda da EADS realizou novos testes no Canadá, juntamente com um Learjet que simulava um segundo UAS voando em formação. (Foto: EADS)

A Cassidian realizou com sucesso uma nova série de vôos de teste com o seu demonstrador de tecnologia de Sistema Aéreo Não Tripulado (UAS) Barracuda, no aeródromo militar em Goose Bay, no Canadá, utilizando uma aeronave a jato Learjet como um segundo UAS simulado voando em conjunto.

Este ano, a plataforma de sistema aéreo não tripulado completou cinco vôos de teste em junho e julho de 2012, no âmbito do programa de pesquisa e desenvolvimento “Ágil UAV num ambiente centrado em rede” (Agile UAV NCE). Os testes envolveram o demonstrador de tecnologia Barracuda voando em combinação com outro veículo aéreo não tripulado, que foi simulado por um Learjet convertido. As duas aeronaves voaram missões onde cada um tinha perfis de tarefas diferentes que foram autonomamente coordenadas e sincronizadas uma com a outra.

“Com esses últimos vôos bem sucedidos de nosso demonstrador de tecnologia UAS, fizemos um outro grande salto em frente nos nossos desenvolvimentos para um dos mais promissores mercados futuros da nossa indústria mundial”, disse o CEO da Cassidian Stefan Zoller após a plataforma de testes de vôo pousar em segurança na Base da Força Aérea canadense de Goose Bay.

O demonstrador UAS Barracuda decola da Base da Força Aérea Canadense de Goose Bay acompanhado do jato Learjet. (Foto: EADS)

Realizada pela equipe do projeto Barracuda da Cassidian, os vôos de teste passaram informações vitais sobre o voo com vários UAS em rede e na distribuição autônoma de papéis entre os veículos aéreos não tripulados em complexos cenários de missão. A distribuição de tarefas foi pré-definida em cada caso. A coordenação entre os dois UAS foi em grande parte automatizada. No entanto, as missões podem ser adaptadas ao carregar novos dados de missão, enquanto a aeronave voa na área de missão. Isto foi conseguido através do novo link de dados centrado em rede. Os engenheiros de teste de vôo transmitiram não apenas novos waypoints individuais, mas também segmentos de toda a missão a partir da estação de terra para o UAS em vôo, que respondeu imediatamente às suas novas instruções.

Durante a campanha de ensaios em 2012 sobre a região de Goose Bay, na província canadense de Newfoundland e Labrador, o demonstrador não tripulado a jato Barracuda voou de forma completamente autônoma ao longo de perfis pré-programadas de vôo, incluindo processos de táxi automático. O Barracuda e o Learjet simulando um segundo UAS foram monitorados a partir da estação de terra no que diz respeito apenas à segurança de vôo.

O demonstrador Barracuda é concebido como uma plataforma de testes da tecnologia com uma estrutura modular e uma configuração flexível, permitindo uma ampla variedade de sistemas e perfis de voo a serem testados, e uma ampla gama de requisitos de missão a serem demonstradas. O sistema de aviônicos foi desenvolvido como uma estrutura aberta e modular que permite que um grande número de sensores e soluções de link de dados possa ser integrado com o demonstrador. Os sensores eletro-ópticos e infravermelhos, designadores de alvos a laser, um sistema emissor de localização (ELS) composto de detectores que captam rádio-sinais magnéticos, e um sistema de Radar Avançado de Abertura Sintética (SAR) que opera com o princípio multisensor podem ser acomodados no compartimento de carga do Barracuda.

EADS propõe fabricação conjunta do Eurofighter se vencer na Coreia do Sul

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A EADS compete na Coreia do Sul com o caça Eurofighter Typhoon. (Foto: MoD UK)

O grupo Europeu de Defesa e Aeroespacial EADS entregou hoje sua proposta para a produção conjunta do Eurofighter Typhoon com a Coreia do Sul, uma proposta que melhora sua oferta para ganhar o concurso multi-bilionário em dólares de Seul para a compra de novos caças de combate, disse um membro da EADS no domingo.

A EADS deve entregar sua oferta num fórum militar que será realizado nessa terça-feira, no Memorial de Guerra em Seul, disse o funcionário, sobre a condição de anonimato.

Se a Coréia do Sul selecionar o Eurofighter, a proposta permitirá que a Coreia do Sul possa se tornar o quinto país do mundo com capacidade para produzir o avião de combate multimissão, depois da Alemanha, Grã-Bretanha, Itália e Espanha, disse o funcionário.

O Eurofighter, o F-15 Silent Eagle da Boeing e o Lockheed Martin F-35A, estão competindo para ganhar o grande contrato, que vale mais de US$ 8,6 bilhões, para vender 60 avançados caças para a Coreia do Sul, e que será decidido em outubro.

Muitos analistas acreditam que a EADS tem apenas uma pequena chance de ganhar o negócio, dada a forte aliança militar entre a Coreia do Sul e os EUA

Recentemente, a decisão da Lockheed de conduzir testes de desempenho de seu F-35 usando simuladores de vôo, não um teste real com um piloto sul-coreano, despertou controvérsias na Coreia do Sul.

A Coréia do Sul comprou 60 caças F-15 da Boeing desde 2002, através das duas primeiras fases do programa de modernização de caças, chamado F-X.

Fonte: Yonhap News – Tradução: Cavok

Guarda Costeira dos EUA adquire mais duas aeronaves HC-144A Ocean Sentry

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A Guarda Costeira encomendou mais duas aeronaves HC-144A Ocean Sentry. (Foto: EADS)

A Guarda Costeira dos EUA exerceu uma opção de contrato para adquirir para o serviço as 16ª e 17ª aeronaves de patrulha marítima HC-144A Ocean Sentry. O avião HC-144A é baseado na aeronave de transporte militar tática Airbus Military CN235, da qual 250 estão atualmente em operação em 27 países. A opção é parte de um contrato celebrado em agosto de 2010, para três aeronaves, além de opções para até seis aeronaves adicionais.

Nos termos deste contrato, a Airbus Military, via contratante principal EADS North America, já entregou dois HC-144As, as 12ª e 13ª para o serviço – tanto dentro do orçamento como antes do previsto. A aeronave 14ª deverá ser entregue até julho.

A Guarda Costeira exerceu a primeira opção no contrato para a 15ª aeronave HC-144A em agosto de 2011, com entrega prevista para 2013. Os aviões 16 e 17 serão entregues em 2014. As opções restantes no contrato, para até três aeronaves adicionais, podem ser exercidas em algum momento dos próximos dois anos. Os planos da Guarda Costeira são para a aquisição de um total de 36 aeronaves HC-144As.

Com a capacidade de permanecer no ar por mais de dez horas, o Ocean Sentry está realizando uma ampla gama de missões para a Guarda Costeira, incluindo patrulha marítima, combate a drogas e interdição de imigrantes, resposta a desastres, e busca e salvamento. O HC-144A alcançou a capacidade operacional inicial com a Guarda Costeira em 2008, e hoje está totalmente operacional, a partir de estações aéreas da Guarda Costeira Mobile, Alabama, e Miami.

EADS apresenta seu helicóptero Armed Aerial Scout 72X+

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O helicóptero Armed Aerial Scout 72X+ da EADS North America. (Foto: EADS NA)

Na semana passada, a EADS North America fez o lançamento de seu helicópteros Armed Aerial Scout 72X+ (AAS-72X+) na reunião anual da Associação da Aviação do Exército dos EUA em Nashville, Tennessee.

O AAS-72X+ é um derivado armado do helicóptero utilitário leve UH-72A Lakota do Exército dos EUA, fabricado pela unidade de negócios da empresa American Eurocopter, em Columbus, Mississippi, e é um desenvolvimento de três Armed Aerial Scout Technical Demonstrator Aircraft (TDA), já testadas e voadas, usando o investimento de pesquisa e desenvolvimento da própria empresa.

“Esta última evolução do Armed Scout nos dá a opção de oferecer um sistema ainda mais capaz, para garantir que nossas tropas de combate tem a melhor aeronave disponível para satisfazer as suas missões mais exigentes”, disse Sean O’Keefe, Presidente e CEO da EADS North America. “Estamos ansiosos para demonstrar o desempenho avançado do AAS-72X+ durante a Demonstração Volutária de Voo do Exército no próximo trimestre.”

O AAS-72X ou AAS-72X+ pode ser construído e entregue a um custo competitivo com as atualizações previstas para o helicópteros da era do Vietnã OH-58 Kiowa Warrior, e destacado para as unidades do Exército já em 2016.

Esta variante é baseada no helicóptero comercial EC-145T2, incorporando os mais poderosos motores Turbomeca Arriel 2E com FADEC dual channel, um rotor de cauda Fenestron para melhor anti-torque, um sistema de transmissão atualizado, o cockpit no conceito glass Helionix e um conjunto de aviônicos, e um piloto automático de 4 eixos. Isso dá ao novo helicóptero um maior poder, alcance, resistência e capacidade de carga quando operando em ambientes de 6.000 pés de altitude e 95°F, vulgarmente conhecido como condições altas e quentes “6K/95” – o ambiente mais exigente para as operações de asa rotativa. O desempenho do AAS-72X+ irá exceder a exigência que o Exército publicou anteriormente para 6K/95 de resistência de 2 horas e 12 minutos mais uma reserva de combustível de 20 minutos, enquanto carrega uma carga útil de 2.800 lb de equipamentos de missão e tripulação.

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