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Resultado Cavok Foto Quiz 19-2 – Embraer EMB-120 Brasilia

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A aeronave Embraer EMB-120 (C-97) Brasilia pertencente ao 5º ETA, sediado na Base Aérea de Canoas, RS. (Foto: Leandro Casella)

Amigos do Cavok, primeiramente peço desculpas pela resposta antecipada. Estou de “férias” com a família, e segue a resposta do primeiro Foto Quiz de 2012: o turboélice Embraer EMB-120 Brasília, desenvolvido para o mercado de aviação regional e que teve muito sucesso junto a companhias aéreas regionais nos EUA. Voou pela primeira vez em 1983 e em 1985 já estava operando. No Brasil foi operado por diversas empresas regionais como Rio-Sul, Pantanal e Rico, e atualmente voa em três companhias: Meta, Passaredo e Sete. Na área militar, voa atualmente no Brasil e no Uruguai. Angola tinha recebido uma aeronave que sofreu um acidente no dia 14 de setembro de 2011. Na Força Aérea Brasileira, 11 aeronaves Brasilia operam junto aos sete Esquadrões de Transporte Aéreo (ETA), e é desginado C-97. Foram fabricadas 354 aeronaves Brasilia entre 1983 e 2001, apesar de alguns pedidos serem produzidos até 2007. Parabéns aos vencedores e até o próximo final de semana.

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IMAGENS: Bandeirante modernizado chega ao Esquadrão Pioneiro (3º ETA), no Galeão

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A primeira aeronave de transporte C-95 Bandeirante modernizada chegou ao 3º Esquadrão de Transporte Aéreo (ETA) no dia 8 de dezembro. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)

O Terceiro Esquadrão de Transporte Aéreo (3º ETA) recebeu (8/12) a primeira aeronave C-95 Bandeirante Modernizado na Força Aérea Brasileira.

O Comandante do Esquadrão Pioneiro (3º ETA), Tenente Coronel Aviador Mauro Ido e a tripulação composta pelos 1° Tenente Aviador Douglas da Silva Pinto Alves, 2° Tenente Aviador Rômulo dos Santos Pinto e 1° Sargento BMA Luciano de Araújo Bastos, ficaram responsáveis por transladar a aeronave C-95 modernizada desde o PAMA-AF. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)
A modernizada aeronave C-95 CM FAB 2332, já na Base Aérea do Galeão. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)
A aeronave C-95 CM na frente do hangar do 3º ETA na Base Aérea do Galeão. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)

O Comandante do Esquadrão Pioneiro (3º ETA), Tenente Coronel Aviador Mauro Ido e a tripulação composta pelos 1° Tenente Aviador Douglas da Silva Pinto Alves, 2° Tenente Aviador Rômulo dos Santos Pinto e 1° Sargento BMA Luciano de Araújo Bastos foram os responsáveis por realizarem o translado do C-95 CM FAB 2332 do Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos para a Base Aérea do Galeão, onde está sediado o 3° ETA.

O painel da aeronave C-95 CM FAB 2332 do 3º ETA. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)
A aeronave chegou ainda de noite na Base Aérea do Galeão. (Foto: Ten. Carvalho / 3º ETA)

Em 1973, o 3º ETA foi a primeira unidade a operar a aeronave Bandeirante na Força Aérea Brasileira e será, novamente, o responsável por iniciar e difundir a nova doutrina de operação nos esquadrões de transporte aéreo.

Fonte: 3° ETA

Aviadora atinge último estágio de operacionalidade no 5º ETA da FAB

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A Tenente Camila Bolzan realiza uma inspeção pré-voo numa aeronave C-95 Bandeirante. (Foto: Agência Força Aérea / Sd. Trajano)

A Tenente Aviadora Camila Bolzan, do Quinto Esquadrão de Transporte Aéreo (5º ETA – CANOAS), é a primeira mulher a assumir a função de líder de seção na Aviação de Transporte militar no Brasil. A conquista veio depois da avaliação no Exercício Operacional Mandrake, realizado entre os dias 30 de outubro e 3 de novembro, na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro. A Tenente Camila, comandando a aeronave C-95 Bandeirante, liderou uma formação com mais cinco aeronaves em um treinamento de uma missão real de lançamento de militares da Brigada de Infantaria Paraquedista.

“O exercício angaria bastante experiência operacional, já que não temos oportunidade de realizar esse tipo de treinamento na rotina do esquadrão. Foi bastante emocionante, já que o líder de seção tem a responsabilidade de conduzir o voo de, no mínimo, quatro aeronaves”, afirmou a Tenente Camila. Saiba mais sobre o Exercício Mandrake

A Tenente Aviadora Camila é a primeira mulher a atingir a posição de líder de seção na Aviação de Transporte militar no Brasil. (Foto: Agência Força Aérea / Sd. Trajano)

A oficial da Força Aérea Brasileira sempre quis ser militar. Do cotidiano do Colégio Militar ela seguiu direto para as salas de aula da Academia da Força Aérea (AFA). De acordo com a Tenente Camila, o interesse pela carreira de piloto veio no final do Ensino Médio, com a abertura da primeira turma de aviadoras da Academia. Aos 26 anos, a gaúcha Tenente Camila, além de estar habilitada a liderar uma missão de assalto aeroterrestre em uma situação de conflito, também é instrutora da aeronave.

“Eu escolhi o Transporte pelas funções amplas da aviação, como resgate, transporte de cargas e pessoal e missões operacionais. Fui para Canoas pela tradição do 5º ETA e pela proximidade com Porto Alegre, onde nasci. Desde o começo eu fui bem recebida, pois as pessoas são muito unidas e companheiras”, explicou.

Para a Tenente Camila, os quatro anos na Academia da Força Aérea foram considerados de superação de desafios diários.

“A formação acadêmica é muito rígida e tudo o que viria pela frente era inesperado, já que ingressei na primeira turma. O fato de sair muito jovem de casa, morar longe, em regime de internato dificulta o dia a dia. Mas com muita perseverança e o apoio dos pais e colegas, conseguimos superar os desafios”, contou.

Sobre o Exercício Mandrake

O Exercício Operacional Mandrake reuniu os tripulantes dos Esquadrões de Transporte Aéreo (ETA) da Força Aérea Brasileira e os militares da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro, na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Os objetivos principais do exercício foram treinar os tripulantes para missões de lançamento e familiarizar os paraquedistas com os tipos diferentes de aeronaves. O C-95 Bandeirante foi o avião utilizado no treinamento.

Os militares realizaram o treinamento básico, quando as aeronaves decolavam isoladamente. Os últimos dias foram reservados para a infiltração, quando duas aeronaves lançaram os paraquedistas a baixa altura, e para o assalto aeroterrestre, que envolve quatro ou mais aeronaves em formação. As instruções de líder de seção ocorreram durante o assalto aeroterrestre.

Fonte: Agência Força Aérea

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