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NOVA INVASÃO HOLANDESA: O Fokker F-27 e o FH227 no Brasil – PARTE 2

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Aeronaves Fokker F-27 da Rio-Sul no Aeroporto de Congonhas, São Paulo.

Nesta segunda parte do artigo sobre a história do F27 e do FH227 no Brasil, analisamos a passagem das aeronaves pelas empresas regionais do sistema SITAR (Rio-Sul, Votec e BR Central), bem como pela VICA, TAVAJ e JetSul, empresas dos anos 90 que atuaram em nichos de mercado e foram as últimas a operar com o “Holandês Voador” no país.

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NOVA INVASÃO HOLANDESA: O Fokker F-27 e o FH227 no Brasil – PARTE 1

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Fokker F-27 no antigo Museu da TAM em São Carlos.

A série de três invasões Holandesas ao nordeste Brasileiro, acontecidas no século XVII, representaram um marco na história de nosso país, com aquela potência mercantil europeia procurando estabelecer uma colônia ultramar no continente americano para abocanhar um quinhão do lucrativo mercado da cana de açúcar. Contudo, rechaçados pelos portugueses após inúmeros combates, os Holandeses nunca mais tornaram a invadir o Brasil. Bom, ao menos não militarmente. Porque a partir do final dos anos 60 do século XX, pode-se dizer que na aviação comercial ocorreu uma outra invasão dos holandeses.

Acidente com Fokker 100 no Cazaquistão

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Imagens da cena mostram o cockpit preso ao lado do edifício.

Um Fokker 100 da companhia aérea Bek Air do Cazaquistão, com 93 passageiros e cinco tripulantes, caiu logo após a decolagem da cidade de Almaty.

KLM define os últimos voos de seus Fokker 70

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A aeronave Fokker 70 “PH-KZU” será utilizada no último voo do modelo na KLM, no dia 28 de outubro de 2017. (Foto: Arnoud Raeven)

A KLM quer reconhecer com estilo apropriado o final da parceria de 97 anos entre a KLM e a Fokker. A companhia aérea holandesa está retirando de serviço progressivamente os jatos de passageiros Fokker 70 em uso pela KLM Cityhopper, marcando o fim de um período extraordinário para a indústria aérea holandesa, e por isso está marcando para o dia 28 de outubro a despedida final dos jatos da fabricante Fokker.

KLM realiza o primeiro voo com um Fokker 70 abastecido com biocombustível

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Uma aeronave Fokker 70 da companhia aérea holandesa KLM cityhopper.

No último dia 31 de agosto marcou os 100 anos da data em que Anthony Fokker levou ao ar sua aeronave Spider. Uma série de eventos foram organizados para marcar a ocasião. Um deles foi um sobrevoo sobre a cidade de Haarlem de diversas aeronaves históricas da Fokker. Após esses 100 anos, mais um passo na história da fabricante holandesa está ocorrendo, quando a Fokker Technologies e a KLM demonstrou pela primeira vez um voo de uma aeronave Fokker 70 da KLM Cityhopper abastecida com uma mistura de biocombustíveis.

Exatamente cem anos atrás, no dia 31 de agosto de 1911, Anthony Fokker, então com 21 anos, voou em seu avião Spider em torno da Igreja St. Bavo, na cidade holandesa de Haarlem. Ele ganhou fama instantânea por toda a Holanda. Isto marcou o início de uma carreira de sucesso como um fabricante de aeronaves. Na década de 1920, a Fokker foi a maior fabricante de aeronaves do mundo, com fábricas na Holanda e nos Estados Unidos. Há ainda mais de 600 aeronaves Fokkers voando hoje. O nome Fokker (agora Fokker Technologies) permanece vivo como uma empresa especialista em manutenção, sistemas, fornecedor e fabricante de componentes para a indústria aérea.

A KLM destaca que o biocombustível é uma realidade e uma alternativa limpa ao tradicional querosene. A KLM vem trabalhando no desenvolvimento de combustíveis sustentáveis desde 2007. O grupo AIR FRANCE/KLM também lidera a indústria do uso eficiente de combustível. Por seis anos consecutivos, a AIR FRANCE/KLM é líder do setor no Índice de Sustentabilidade DowJones.

Um total de 48 aeronaves F70s foram construídas, das quais 26 são operadas pela KLM cityhopper. Isso faz com que a KLM cityhopper seja a maior operadora de Fokker no mundo.

Fokker Aircraft Services entrega o primeiro A320 Corporativo de 26 lugares

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O primeiro Airbus A320 corporativo, com 26 lugares, entregue pela Fokker Services. (Foto: Fokker Services)

A Fokker Aircraft Services (FAS) com sucesso entregou a primeira aeronave Airbus A320 Corporativa numa configuração VIP de chefe de estado com 26 assentos para a empresa Masterjet, baseada em Le Bourget, França. Essa é a primeira vez que um jato A320 é produzido numa configuração de layout interno de 26 assentos, e é certificado para transporte privado e comercial pela EASA (European Aviation Safety Agency) e FAA (Federal Aviation Administration).

Trabalhando juntamente com seus fornecedores, a Fokker Services gerenciou todo processo de obtenção da certificação através da dapatação especial da estrutura e da composição de materiais utilizados na cabine como móveis, assentos, acabamentos, carpetes e persianas, incluindo acabamentos madeirados e em couro, tornando vários itens resistentes a fogo para atender as normas de certificação. Eric Cuppen, Diretor de Conversão e Finalização de Aeronaves da Fokker rapidamente salienta que essa novidade é parte do que a Fokker Services se refere como ‘Aircrafting’:

“A Fokker preocupa-se com a habilidade de manutenção e reparação de aeronaves, criando soluções personalizadas, seja no design de um componente parte da aeronave, ou do sistema ou a modificação de uma peça, componente ou sistema pré-existente ou de fato, neste caso, a conversão de uma aeronave existente. Quando não há produto específico ou solução disponível no mercado, nós vamos projetar e construir nós mesmos para melhorar o nosso produto ao cliente”

A Fokker Aircraft Serviceé uma unidade de manutenção aprovada pela EASA, GCAA e pela FAA Part 145. Está localizada na Holanda, e ocupa cinco hangares numa área de 16.000m². Ao mesmo tempo, a unidade pode acomodar até quatro aeronaves da série Boeing 737 e/ou da Família Airbus A320.

Grupo holandês Rekkof assina acordo para abrir fábrica de peças de aviões em Goiás

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A aeronave XF-100NG proposta pela nova proprietária da marca Fokker. (Foto: Rekkof)

O Brasil pode se tornar o lar da nova geração dos aviões Fokker. A empresa holandesa Rekkof Aircraft, que comprou todas as licenças e projetos da antiga Fokker, declarada falida em 1996, já assinou com o governo de Goiás os termos do contrato da instalação, na cidade de Anápolis, de uma fábrica de peças para os aviões. A planta começa a ser construída em agosto e deve iniciar a produção até julho de 2014.

Num primeiro momento, os aviões serão produzidos na Holanda, com 35% das peças fabricadas no Brasil – entre elas a fuselagem, asas e outros componentes. No início da operação, essas peças vão fazer parte dos primeiros 60 aviões a serem fabricados na Europa. Em 2019, no entanto, a Rekkof pretende que o primeiro avião decole da fábrica brasileira, já com 75% de nacionalização de seus componentes.

As informações são do consultor-geral da empresa e responsável pela implantação da Rekkof do Brasil, Paulo Almada. O secretário de Indústria e Comércio de Goiás, Alexandre Baldy, que participou da assinatura do protocolo de instalação da empresa, também falou da importância do projeto para o Estado e para o País, e comemorou o investimento que a Rekkof Aircraft fará, da ordem de R$ 1,23 bilhão. Baldy disse que, de início, serão gerados 1,8 mil empregos diretos, que ele acredita que se transformarão em pelo menos 5 mil indiretos.

Paulo Almada disse que o Brasil foi escolhido para receber o projeto “pela segurança política, econômica e jurídica que o País oferece”. Antes de se decidir pelo Brasil, foram feitas negociações com outros países, como China, Turquia e Argentina.

Não é a primeira vez, no entanto, que a Rekkof anuncia estar perto de retomar a produção dos aviões. Em 2006, o grupo indiano Cades Digitech informou estar discutindo com o grupo holandês a instalação de uma fábrica em Bangalore. O investimento estimado, à época, era de US$ 300 milhões. O acordo, porém, não foi à frente.

A Rekkof pertence à holding holandesa Panta, que já foi dona de duas empresas de aviação – a Denim Air, que parou de voar, e a VLM Airlines, que foi vendida à Air France-KLM. As duas empresas operavam com aviões Fokker 50.

Cronograma

O go­ver­na­dor Mar­co­ni Perillo, cumprimenta o presidente da Rekkof no Brasil, Pau­lo Al­ma­da, durante assinatura do acordo em Goiânia.

O nome Rekkof que batiza a empresa que vai fabricar a nova geração dos Fokkers foi escolhido propositalmente, por significar Fokker ao contrário. Paulo Almada lembrou que o Fokker é um projeto de sucesso no mundo inteiro – mais de 600 aviões deste modelo continuam voando em empresas como, por exemplo, a Avianca, que tem 14 unidades – e que a nova empresa comprou todos os projetos e licenças para fabricar a nova geração de aeronaves. A licença para a fabricação do Fokker é estimada em US$ 7 bilhões. “Vamos fabricar a evolução de um projeto de sucesso. Será um avião com tecnologia completamente nova e evoluída”, disse ele, ao esclarecer que não faz parte dos planos da empresa reformar ou revitalizar os Fokker 100 que estão em operação.

O primeiro Fokker F100NG deverá ficar pronto na unidade holandesa no final de 2015, e a primeira leva de 30 aeronaves – metade da produção do primeiro ano – será endereçada a países na Ásia. O dirigente da empresa no Brasil, porém, não disse quais países seriam esses.

De início, a fábrica da Rekkof em Anápolis vai produzir peças do NG 100 e enviá-las para a Holanda, onde será feita a montagem dos aviões. No primeiro ano, a nacionalização das peças começará com 35%, com transferência de tecnologia para o Brasil, e atingirá 75%, em oito anos, segundo informou Almada.

“Será um projeto binacional de cooperação”, assegurou. “Vamos iniciar a geração de novos produtos que podem colocar o Brasil na vanguarda da aviação tecnológica mundial”, disse o executivo, acrescentando que a Rekkof da Europa transferirá tecnologia para a Rekkof do Brasil. Para isso, lembrou, o governo de Goiás assegurou a instalação de um polo de ensino e capacitação de profissionais.

Fonte: O Estado de São Paulo – Tânia Monteiro

Dica do amigo e colaborador Symon. Obrigado 😉

Fokker 50 da Força Aérea de Cingapura é destacado no Golfo de Áden para combate à pirataria

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A tripulação da Força Aérea da República de Cingapura posa em frente ao Fokker 50 de patrulha marítima após a chegada na região do Golfo de Áden, no dia 11 de abril. (Foto: Ministério da Defesa de Cingapura)

A Força Aérea da República de Cingapura (RSAF) destacou uma aeronave Fokker 50 de patrulha marítima (F-50 MPA) na região do Golfo de Áden, num período de três meses, para apoiar os esforços internacionais anti-pirataria. Essa é a primeira vez que Cingapura destaca uma de suas aeronaves de asa fixa para apoiar esse tipo de missão.

A aeronave F-50 MPA conduzirá missões de vigilância marítima bem como operações de buscas coordenadas para rastrear e investigar embarcações suspeitas.

No destacamento de 38 pessoas estão incluídos tripulações da aeronaves, no solo e de comunicações, bem como pessoal logístico.

A Força Aérea da República de Cingapura já destacou dois grupos tarefas consistindo de um embarcação anfíbia e dois helicópteros Super Puma para o Golfo de Áden desde abril de 2009.

Duas aeronaves de transporte Fokker 60 partem da Holanda para o Peru

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Uma das duas aeronaves de transporte Fokker 60 vendidas pela Holanda para Marinha do Peru decolam da Base Aérea de Woensdrecht, na Holanda, rumo a seu destino final em Lima-Callao, no Peru. (Foto: KLu)

As duas aeronaves de transporte Fokker 60 vendidas para o Peru pela Holanda partiram nesse domingo da Base Aérea de Woensdrecht para entrega para Marinha Peruana.

A Real Força Aérea da Holanda originalmente adquiriu as aeronaves em 1996 para transporte de carga e pessoal mas foram retiradas de operação em 2006, sendo a tarefa assumida pela frota de aeronaves C-130 Hercules.

No começo desse ano, a Marinha do Peru encomendou duas antigas aeronaves de patrulha marítima Fokker 60 da Holanda, sendo que a entrega ocorreu no começo de junho desse ano. O mais recente par de aeronaves são da versão UTA-N e serão utilizadas ara tarefas de transporte geral com a Escuadrón Aeronaval de Exploración baseado em Lima-Callao.

Brasília entra na briga por fábrica de aviões NG da Holanda

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A aeronave XF 100NG é uma aeronave Fokker 100 reestilizada e modernizada.

O Governo do Distrito Federal entrou na briga para trazer a fábrica de aeronaves da holandesa Next Generation Aircraft. Quatro países estão na lista de interessados: Argentina, África do Sul, Brasil e Turquia. Na disputa interna, Minas Gerais e Goiás manifestaram interesse. O governador do DF, Rogério Rosso, participou no início do mês, em Amsterdã, de uma reunião com os executivos da empresa e trouxe na bagagem uma carta de intenções assinada pelo presidente da companhia, Jaap Jacobson, para a instalação de um complexo industrial na cidade.

Com investimentos de R$ 1,6 bilhão, o negócio pode movimentar R$ 4 bilhões por ano e gerar 10 mil empregos diretos.

O outro modelo da NG Aircraft é o XF 70NG, baseado no Fokker 70.

O objetivo é recriar o Fokker 100, do grupo Rekkof. A aeronave, batizada como F100-NG, teve a aerodinâmica modernizada e recebeu novos motores e equipamentos eletrônicos. A empresa trabalha no novo modelo desde o fim de 2008 e recebeu, neste ano, um crédito de 20 milhões de euros (o equivalente a R$ 45 milhões) do governo holandês para dar andamento ao projeto. A expectativa da NG Aircraft é fazer o primeiro avião voar em 1º de outubro de 2015. Em 2017, será lançado o F70-NG, de menor porte.

Para tanto, a empresa escolherá a cidade-sede da montadora no próximo 30 de setembro.

Para conseguir atrair o negócio, o Distrito Federal precisa dispor de área para instalação do parque industrial, de uma boa política fiscal e de um pacote de incentivos. O GDF tem três locais para oferecer: dois na saída norte, um próximo a Sobradinho e outro na altura da Granja do Torto; a terceira opção fica na DF-140, perto da estação de rádio da Marinha.

A área mínima para abrigar o projeto é de 300 hectares três milhões de metros quadrados, o equivalente a 300 campos de futebol. As terras pertencem ao GDF e poderão ser repassadas à fabricante por meio do Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico (Pró-DF).

A ideia empolga tanto o governador que ele quer criar o Polo Aeronáutico de Brasília para abrigar o terminal de cargas local e a montadora. O êxito desse projeto vai inserir definitivamente o Distrito Federal na produção de alta tecnologia global, diz Rosso.

Segundo ele, o desafio urgente é encontrar parceiros que apostem no projeto. O mundo está atento a Brasília e só é preciso perceber as oportunidades. Parque A NG produzirá, inicialmente, 75% da aeronave fora da Holanda.

Apenas a cabine será feita no país europeu, que tem a tecnologia e a licença para tanto. Para montar a maior parte do avião, é necessária a produção de 36 mil itens, distribuída em um parque industrial formado por 14 fábricas.

As peças são enviadas para a montadora, que fica no centro do terreno. Depois de cinco anos, a empresa holandesa passará a fabricar todo o avião no local.

Cada fábrica do complexo deverá gerar em média 700 empregos.

Para o presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Antônio Rocha, a cidade tem condições de suprir a mão de obra técnica. As universidades de Brasília formam muitos jovens capacitados.

Além disso, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem) prepara-se para começar, no Gama, um centro de formação justamente para o setor, diz Rocha.

De acordo com o presidente, a iniciativa do GDF pode dar à indústria um papel fundamental na economia local.

O valor para instalação do complexo é de 700 milhões de euros R$ 1,6 bilhão. A NG procura um parceiro brasileiro para viabilizar 30% dos custos. Para tanto, linhas de créditos como a do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem ser fundamentais para avalizar a instalação.

Uma vantagem à disposição da capital da República é o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). Os recursos são oferecidos pelo governo federal para gerar o desenvolvimento econômico da região, mas o fundo é subutilizado pelos empresários locais. Só em 2010 foram previstos R$ 4,1 bilhões para todos os Estados DF, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul , sendo R$ 789,6 milhões para o setor empresarial brasiliense. Até o fim de julho, apenas 19,75% do montante havia sido emprestado no Distrito Federal. Se os R$ 633 milhões restantes não forem usados até o fim de setembro, eles retornarão aos cofres da União.

Custos O F100-NG tem capacidade para 122 passageiros e o F70-NG, para 85. A produção de cada aeronave na Europa gira em torno de US$ 10 milhões (R$ 17,7 milhões), com preço de venda de US$ 28 milhões (R$ 49,5 milhões).

O objetivo é aproveitar a mão de obra e os benefícios brasileiros para reduzir esses custos. Para os primeiros 12 meses de funcionamento, o parque industrial deverá produzir 60 unidades, com aumento gradativo para, em cinco anos, alcançar a fabricação anual de 84 aeronaves. O faturamento inicial esperado é de R$ 3 bilhões, podendo ultrapassar rapidamente a faixa de R$ 4 bilhões.

Fonte: Correio Braziliense

Aviação Naval do Peru recebe as duas aeronaves Fokker 60 de patrulha marítima

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Uma das novas aeronaves Fokker 60 recebidas pela Aviação Naval do Peru.

O Ministro de Defesa do Peru, Rafael Rey, apresentou na semana passada os dois aviões Fokker 60 de patrulha marítima, os quais foram adquiridos da Holanda e que serão destinados ao esquadrão nº 11 da Força Aérea da Aviação Naval.

A aeronave F-60 se diferencia do F-50 pela sua fuselagem maior e pela porta de carga localizada na parte dianteira direita, além de levar sensores e antenas destinadas ao modelo.

As duas aeronaves Fokker 60 foram incorporadas a frota da Marinha do Peru na semana passada.

As aeronaves Fokker 60, com matrículas AE-563 e AE-564, ajudarão na tarefas de resgate de emergência. Além disso, estuda-se a aquisição de mais duas aeronaves, mas somente quando houver recursos suficientes.

A cerimônia de entrega dos aviões foi realizada na base aeronaval de Callao e a mesma teve a presença do Chefe em Comando Conjunto das Força Armadas, Francisco Contreras, e do comandante geral da Marinha, Rolando Navarrete Salmón.

Durante a cerimônia, o ministro Rafael Rey e o almirante Navarrete Salmón passaram em revista uma parte do equipamento que já foi adquirido com recursos do Núcleo Básico de Defesa.

Entre esses materiais encontram-se um míssil Otomat, dois torpedos Sut, uma bateria de unidades submarinas, um míssil Exocet, dez veículos de assalto e reconhecimento, visores noturnos, entre outros.

Fonte: La Republica

Bombardier assina com a Fokker para desenvolver programa de suporte conjunto

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Bombardier Dash 8 Q300. (Foto: Bombardier)

A fabricante canadense Bombardier Aerospace assinou um Memorando de Entendimento com a empresa holandesa Fokker Services para em conjunto desenvolver um programa de suporte para as aeronaves Dash 8/Q100/200/300.

O programa utilizará o programa ABACUS da Fokker, o qual “oferece garantia de disponibilidade de componentes de manutenção, reparo dos componentes baseados em horas de voo e serviços de revisão”, de acordo com um press release. Esse acordo permitirá que as aeronaves Dash 8/Q100/200/300 dos clientes tenham um melhor gerenciamento do custo de ciclos operacionais, melhoria na disponibilidade das peças sobressalentes e uma avançada disponibilidade das aeronaves durante as operações diárias.

A produção dessas aeronaves foi encerrada em agosto de 2009 e ainda existem aproximadamente 600 delas ainda em operação no mundo.

IMAGENS: Último voo do Fokker 50 pela KLM

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Os dois últimos Fokker 50 da KLM Cityhopper durante o último voo pela companhia aérea holandesa no dia 28 de março. (Foto: Ben Ullings)

A companhia aérea holandesa KLM Cityhopper, subsidiária da KLM, operou no dia 27 de março seu último voo comercial com uma aeronave Fokker 50, num voo entre o Aeroporto Internacional de Heathrow, Londres, para o Aeroporto Internacional Schiphol, em Amsterdã, na Holanda.

O último voo operacional do Fokker 50 da KLM foi no dia 27, mas a companhia aérea holandesa efetuou dois voos de despedida no domingo, dia 28. (Foto: Ben Ullings)

O Fokker 50 foi a última aeronave turbohélice da frota da KLM Cityhopper, a qual agora será composta somente por aeronaves a jato. Retiradas de operação como parte do programa de renovação de frota da KLM, a companhia aérea substituiu a maioria dos seus Fokker 50, tendo investido pesado na renovação para aumentar a estabilidade operacional, reduzir os custos e baixar a emissão de CO2.

Após pousarem no Aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, os dois Fokker 50 da KLM taxiam atrás dos caminhões dos bombeiros que recepcionaram as aeronaves ainda na pista. (Foto: Ben Ullings)

Entre o final de 2008 e o final de 2010, a KLM iniciou a retirada de operação da maioria de seus Fokker 100 e de todos aviões Fokker 50 da frota com a entrada em operação de 17 novos jatos Embraer 190 e cinco aeronaves Fokker 70.

Como o Fokker 50 deixou uma importante marca na história da KLM e da KLM Cityhopper, a companhia aérea marcou o evento de retirada de operação com dois voos de despedidas para convidados especiais no domingo, dia 28 de março.

As crianças da Fundação Stichting Hoogvliegers que foram convidadas para voar nos dois últimos voos do Fokker 50 pela companhia aérea holandesa. (Foto: Ben Ullings)

Um desses voos foi reservado para a Stichting Hoogvliegers, uma fundação que organiza voos para crianças que estão gravemente doentes ou que necessitam de cuidados especiais. Desde a sua criação, a fundação manteve um relacionamento próximo com a KLM.

Para saber mais sobre a despedida dos Fokker 50 clique aqui.

KLM retira de operação o último Fokker 50 de sua frota

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Fokker 50 da KLM Cityhopper

A KLM se despediu de seu último Fokker 50 após seu último voo comercial efetuado nessa semana pela subsidiária KLM Cityhopper.

As aeronaves Fokker 50 começaram a operar na KLM no dia 23 de julho de 1990. Naquele tempo, o então presidente da KLM A J Leyer falou de seu contentamento na continuação da parceria entre a Fokker e a KLM dizendo: “Nós adquirimos essa aeronave porque ela é a mais adequada para nosso objetivo – transportar pessoas de negócio através do meio aéreo.”

KLM Cityhopper chegou a operar 15 aeronaves de 50 lugares da Fokker, mas gradualmente retirou de operação todas elas em favor dos jatos mais recentes. Atualmente a sua frota consiste em aeronaves Fokker 70, Fokker 100 e Embraer 190.

A companhia aérea australiana Alliance Air pretende adquirir oito aeronaves Fokker 100

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Fokker F-100 da Alliance.

a companhia aérea australiana Alliance Air está interessada em adquirir mais oito aeronaves Fokker 100 para atender uma demanda relacionada a contratos nas regiões de Queensland e Western, na Austrália, conforme divulgou o site ATW News.

A Alliance, baseada em Brisbane, assinou a carta de intenção de compra dessas aeronaves, que deverão ser entregues a partir de maior desse ano.

A companhia aérea atualmente opera uma frota de onze F100 e pretende adquirir essas oito aeronaves de segunda-mão de uma operadora europeia, além de possuir mais seis Fokker 50. A Alliance Air diz que os aviões F100 “se sobressaem em condições adversas, são modernos, silenciosos e ideais para as operações na Austrália, Pacífico e no Sudeste Asiático”.

Suporte financeiro da Holanda para “novas” aeronaves da Fokker

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Propaganda criada para apresentar a "novas" linha de aeronaves.

O Ministério da Fazenda da Holanda reservou um crédito de 20 milhões de Euros para o desenvolvimento de uma “nova” linha de aeronaves da Fokker, através de uma nova empresa holandesa.

A Fokker faliu a 14 anos atrás mas a companhia de investimentos NG Aircraft de Rosen Jacobson quer construir uma aeronave baseada no Fokker 100. Estuda-se ainda a fabricação posterior de um segundo modelo baseado no Fokker 70. As aeronaves seriam designadas XF70 e XF100.

A NG Aircraft já está trabalhando com esse plano a quase um ano e meio e acredita que a primeira aeronave possa ficar pronta em cinco anos.

O objetivo é desenvolver uma aeronave que é muito menos prejudicial para o meio-ambiente do que aeronaves similares. Um comitê europeu ainda precisa aprovar esse apoio do governo holandês.

Fokker 60 para a Marinha Peruana

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Fokker 60 da Marinha Holandesa

A Marinha Peruana acaba de adquirir de estoques das forças armadas da Holanda dois aviões de patrulha marítima Fokker 60 para a sua Aviação Naval. O Termo de transferência foi firmado em 23 de fevereiro de 2010, no salão da União do Comando Geral da Marinha. O acordo foi fechado após um ano e meio de negociações.

A primeira aeronave tem entrega prevista para a primeira semana de Junho de 2010 e será transladada por uma tripulação peruana, que viajará a holanda já nos próximos dias. O apoio logístico para manutenção será provido pela Fokker.

Fonte: Marinha do Peru via Hangar do Vinna

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