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Tag: Guerra das Falklands-Malvinas

Guerra das Falklands/Malvinas: Heroicos pilotos da Força Aérea Argentina

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Entre maio e junho de 1982, um grupo de pilotos argentinos em aviões de ataque Douglas A-4B Skyhawk com 20 anos de idade incomodou seriamente as forças britânicas nas Ilhas Falklands, danificando dez de seus navios e afundando quatro.

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Guerra das Falklands/Malvinas: uma guerra singular

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Entre os dias 2 de abril e 4 de junho de 1982, ingleses e argentinos travaram a mais singular guerra do século XX.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: o dia em que uma aeronave brasileira esteve há minutos de ser abatida

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Na Guerra das Malvinas, um flerte com a morte sobre o Atlântico Sul. Britânicos confundiram avião e quase abateram DC-10 com 188 pessoas – entre elas Brizola.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: A pista do aeroporto de Stanley poderia ter feito a diferença para os argentinos?

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Quando se fala na guerra travada entre argentinos e britânicos em 1982 no Atlântico Sul, uma das primeiras coisas que se diz é que os argentinos perderam a guerra por não poderem usar a pista do Aeroporto de Port Stanley. Será?

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Desastre militar sepulta regime argentino

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Se va acabar la dictadura militar.” Com essas palavras, a população de Buenos Aires exprimiu seu repúdio a um governo que sujeitara o país a uma humilhante derrota.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Efeitos da vitória

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A Grã-Bretanha revê sua política de defesa.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: O exército de recrutas

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Em abril de 1982, fazia mais de um século que as Forças Armadas argentinas não se envolviam numa guerra com outro país. Em contrapartida, tinham longa tradição intervencionista no cenário político.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Britânicos avançam sobre Port Stanley

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Após o desembarque em San Carlos, a falta praticamente total de reação das forças argentinas do arquipélago levou o brigadeiro Julian Thompson, comandante da Brigada Comando 3, a concluir que a guarnição local havia desenvolvido uma “mentalidade de sítio” e se limitaria a esperar, dentro de suas defesas, pela evolução dos acontecimentos. Essa avaliação revelou-se notavelmente precisa.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Paraquedistas da RAF lutam nas ilhas

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Depois de retomar a ilha Geórgia do Sul, em 26 de abril de 1982, as forças britânicas passaram a acreditar numa rápida vitória militar sobre a Argentina, que invadira as Falklands no começo do mês.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: De volta às ilhas – Começam os desembarques britânicos nas Malvinas

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Em meados de maio de 1982, os britânicos sabiam que o general Mario Menéndez, comandante da guarnição argentina e governador militar das Malvinas, pretendia travar uma batalha de defesa concêntrica nas colinas em torno de Port Stanley.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: A Grã-Bretanha bate as forças argentinas

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Quando a esquadra do contra-almirante John Woodward chegou às Malvinas, em 30 de abril de 1982, seus comandantes ainda não estavam certos quanto ao tipo de campanha que enfrentariam. Desconheciam o poderio e a distribuição dos invasores do arquipélago, e também as táticas prováveis da Força Aérea e da Marinha argentinas.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: A derrota da Armada

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Às vésperas da Guerra das Malvinas, a Marinha Real britânica e a Armada argentina eram esquadras concebidas para desempenhar funções totalmente diversas.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: A resposta britânica – A força-tarefa e a retomada da Geórgia do Sul

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A notícia da invasão das ilhas Falklands causou indignação na Grã-Bretanha. Numa sessão extraordinária na Câmara dos Comuns, no dia 3 de abril de 1982, o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher foi alvo de ataque de todos os lados, por ter subestimado a “invasão” dos operários na Geórgia do Sul e outros indícios das intenções da junta militar argentina.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Pausa nas hostilidades – Esforços para a paz nas ilhas

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Ao tomar a decisão de invadir as Falklands, em março de 1982, o triunvirato argentino acreditava que uma Grã-Bretanha economicamente enfraquecida, empenhada em reduzir suas forças navais fora da área da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), se limitaria a protestar diante do fato consumado.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: A cartada de Galtieri – Argentina invade as ilhas

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Em 8 de dezembro de 1914, as águas em torno das ilhas Malvinas (Falklands, para os ingleses) foram cenário de uma importante vitória britânica, na qual os cruzadores de combate Inflexible e Invincible afundaram os cruzadores alemães Scharnhorst e Gneisenau. Passados 67 anos, a guerra voltou àquela região desolada do Atlântico sul.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: a missão secreta dos pilotos peruanos durante a guerra

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Logo que estourou a Guerra entre argentinos e britânicos, o Peru declarou abertamente seu apoio a causa argentina.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Ditador cubano queria bombardear navios britânicos

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O ditador cubano Fidel Castro teria oferecido ao governo militar argentino, o envio de tropas para lutar contra os britânicos durante a Guerra.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: 12 razões pelas quais a guerra foi muito singular

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Falklands-Malvinas-AberturaUm observador não atento pode ter uma conclusão precipitada sobre a Guerra das Falklands/Malvinas, de que a mesma foi um ‘passeio’ da forças da Rainha. A vitória é incontestável, mas as forças britânicas estiveram a beira da derrota. Com duração de apenas dez semanas, esta guerra entre a Argentina e a Grã-Bretanha poderia ter tido qualquer resultado. O Major-General John Jeremy Moore, comandante das forças terrestres britânicas na guerra, disse certa vez: “Foi uma guerra única.

GUERRA DAS FALKLANDS/MALVINAS: Brasil quase abateu avião que levava embaixador cubano

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No dia 9 de abril de 1982, dois interceptadores F-103E pertencentes ao Esquadrão Jaguar interceptaram o Ilyushin Il-62M, matrícula CU-T1225, pertencente à Cubana de Aviación, que invadira o espaço aéreo brasileiro / © Paul Seymour

As nuvens prenunciavam chuva forte em Brasília na noite da sexta-feira 9 de abril de 1982 (Sexta-feira Santa) . O chanceler Ramiro Saraiva Guerreiro assistia ao “Jornal Nacional”, quando recebeu um telefonema do brigadeiro Saulo de Mattos Macedo, chefe do Comando Aéreo Regional: uma aeronave cubana invadira o espaço aéreo brasileiro.

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