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Hawker Beechcraft protesta contra decisão da Força Aérea dos EUA no programa LAS

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A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)
A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)

A Beechcraft Corporation anunciou hoje que vai protestar formalmente ao Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA (GAO – Government Accountability Office) sobre a escolha da Força Aérea dos EUA (USAF) no recente contrato de aeronaves de apoio aéreo leve (LAS) para sua concorrente brasileira, a Embraer. Estima-se que 1.400 empregos em Kansas e em outros estados estão em perigo como resultado da decisão da Força Aérea.

“Após o nosso debriefing com a Força Aérea dos EUA no início desta semana, estamos muito perplexos com essa decisão”, disse Bill Boisture, CEO da Beechcraft. “Nossa crença é que temos a melhor aeronave que foi confirmada pela classificação da Força Aérea com nossas aeronaves “excepcionais” e do fato de que nós somos a solução de menor custo, confirmada pelo anúncio da USAF ao público.”

No ano passado, uma investigação da Força Aérea encontrou evidências de viés a empresa brasileira Embraer e sua parceira Sierra Nevada Corporation (SNC), o que levou à decisão de reiniciar a competição. Embora a SNC mais tarde tenha processado a Força Aérea tentando executar uma decisão tendenciosa, a juíza do Tribunal Federal de Reclamações dos EUA, Christine OC Miller, escreveu no dia 1° de novembro de 2012, a opinião de que, com base em evidências da investigação de viés “a decisão da Força Aérea de cancelar a adjudicação do contrato à SNC e re-solicitar as propostas foi razoável e racional, e devia ser mantida.”

“Nós simplesmente não entendemos como a Força Aérea dos EUA pode justificar os gastos de mais de 40 por cento sobre a outra aeronave – mais de 125 milhões dólares – para o que consideram ser a menos capaz das aeronaves”, disse Boisture. “Dada a nossa experiência no ano passado e nossa contínua preocupação forte de que há novamente erros significativos no processo e na avaliação neste concurso, ficamos com nenhum outro recurso senão apresentar um protesto junto ao GAO. A Força Aérea dos EUA precisa tomar a decisão certa para a nação e nossos aliados no futuro”.

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LAS: Embraer é favorita em contrato nos EUA

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O contrato para compra de aeronaves de ataque leve Super Tucano está avaliado em US$ 355 milhões. (Foto: Renato Leal Leite)

O governo americano deve anunciar em dezembro, um mês antes da posse de Barack Obama, o resultado da escolha de sua aeronave de ataque leve e apoio à tropa terrestre, o programa LAS, envolvendo 20 aviões.

O favorito é o turboélice brasileiro A-29 Super Tucano, da Embraer. O contrato vale cerca de US$ 355 milhões. A frota será toda transferida para a aviação militar do Afeganistão. É um negócio importante. A encomenda encaminha um segundo pedido de 100 unidades para atender as Forças dos Estados Unidos – estimado em US$ 1 bilhão.

O processo de seleção tem sido tumultuado. Há um ano, a Embraer superou a outra concorrente, a Hawker-Beechcraft, que participava da disputa com o modelo AT-6, muito limitado e fora da especificação definida no Departamento de Defesa.

Anunciado o resultado. a empresa derrotada recorreu à Justiça contestando o critério e pedindo esclarecimentos a respeito do procedimento.

No dia 28 de fevereiro, a Força Aérea dos EUA (USAF) comunicou a decisão de cancelar a compra e abrir um novo edital limitado às duas propostas, da Hawker-Beechcraft e da Embraer.

Em abril, em visita oficial a Washington, a presidente Dilma Rousseff cobrou do presidente dos EUA, Barack Obama a preservação da escolha inicial. “Os EUA sempre falaram no respeito aos contratos. Como é que, agora, não respeitam um deles?”, questionou Dilma.

Integrante do grupo de executivos e empresários que acompanhava Dilma, o presidente da Embraer, Frederico Curado, destacou que a importância do contrato está no objetivo estratégico. “A operação com o Departamento de Defesa vale como selo de qualidade para os Super Tucanos”, disse.

Concorrência
Políticos do Estado do Kansas, sede da Hawker, movimentaram-se em Washington em favor de uma revisão no processo de aquisição. O então pré-candidato republicano, Newt Gingrich, criticou duas vezes a vitória da empresa brasileira, como “exemplo de negligência do governo” Obama em sua missão de gerar empregos.

Gingrich omitiu o fato de a Embraer planejar produção desses Super Tucanos em Jacksonville, Flórida. Os brasileiros atuam na empreitada com um parceiro local, a Sierra-Nevada Corporation. O vice-presidente, Taco Gilbert, se diz confiante: “As missões LAS exigem aviões feitos para operar em ambiente hostil, prontos para fazer o trabalho de contra insurgência e de ataque leve, tudo a custo reduzido”.

Nessa fase final, o Super Tucano – rebatizado Super-T nos Estados Unidos – cresceu em qualidade. Desde julho, o modelo está no oferecendo no mercado sistemas de armas de avançada tecnologia da Boeing Defesa, Espaço e Segurança. A empresa americana fornecerá equipamentos de ponta como o Joint Direct Attack Munition (JDAMS), espécie de kit que transforma bombas “burras” em “inteligentes”, para ataques de precisão.

A Boeing foi selecionada pela Embraer para participar do plano destinado a adicionar essas capacidades ao turboélice A-29.

O presidente da Embraer Defesa e Segurança (EDS), Luiz Carlos Aguiar, acredita que a integração de sistemas vai influenciar a disputa LAS. O Super Tucano é o escolhido por Forças de dez países e acumula pouco mais de 137 mil horas de voo, das quais cerca de 18,5 mil cumprindo missões de combate. Toda a frota em atividade soma 150 turboélices de ataque e treino. A decisão do Pentágono só será conhecida no fim deste ano.

Fonte: O Estado de S. Paulo / Roberto Godoy e Denise Chrispim Marin

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Fernando Valduga

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Beechcraft AT-6 completa Fase III da avaliação de armamentos

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A aeronave de ataque leve AT-6 com duas bombas guiadas Paveway II e lançadores de foguetes. (Foto: Mission Ready / HBDC)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou hoje que completou a Fase III da avaliação de armamentos na Base Aérea de Eglin, na Flórida, após com sucesso lançar mais de 265 bombas e foguetes, e disparar 3.000 projéteis dos canhões calibre .50 da aeronave de ataque leve AT-6.

Esta semana, durante a Air & Space Conference and Technology Exposition 2012, da Associação da Força Aérea dos EUA, em Washington, DC, a empresa compartilhou a lista completa das armas dos EUA e padrão OTAN que foram integradas e testadas para demonstrar a capacidade do avião de ataque leve em produção AT-6.

Durante a Fase III, o AT-6 tornou-se a primeira aeronave de asa fixa a lançar com sucesso os foguetes guiados a laser de 2,75 polegadas GATR, Talon e APKWS, e também conseguiu um acerto direto com mísseis ar-superfície AGM-114 Hellfire II P+. As Fases I e II da avaliação de armas incluiu lançamentos de bombas de propósito geral e guiadas a laser com ajudas de computadores, bem como tiros ar-terra e ar-ar com a aeronave usando dois canhões calibre .50. Todos os testes de armas foram realizados com a supervisão do Centro de Armamentos Aéreos da Força Aérea dos Estados Unidos e do Centro de Testes do Comando Aéreao da Reserva e da Guarda Aérea Nacional.

“O futuro avião de ataque leve está aqui hoje como prova da capacidade do AT-6 de empregar uma ampla variedade de armas que nenhuma outra aeronave de ataque leve possui”, disse Derek Hess, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Negócios da HBDC. “O AT-6 lidera a tarefa de ataque leve com a aeronave Beechcraft AT-6 completando a Fase III da demonstração da capacidade de armas de precisão financiada pelo Congresso dos EUA que atende as necessidades da Capacidade de Fabricação em Parceria (BPC) da USAF.”

O AT-6 armado com mísseis AGM-114 Hellfire e foguetes guiados DAGR. (Foto: Mission Ready / HBDC)

As seguintes armas foram integradas e testadas no AT-6:

  • Mísseis guiados por laser AGM-114 Hellfire II P+
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser APKWS
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser TALON
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser GATR
  • Bombas guiadas a laser GBU-12 Paveway II de 500 libras
  • Bombas guiadas a laser GBU-58 Paveway II de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-81 de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-82 de 500 libras
  • Canhões de calibre .50

O AT-6 é uma aeronave multi-função com um sistema multi-missão projetado para atender o amplo espectro de emergentes necessidades para a missão de ataque leve.

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IMAGENS: Força Aérea do México recebe suas quatro primeiras aeronaves de treinamento Hawker T-6C+

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As quatro primeiras aeronaves Hawker Beechcraft T-6C+ da Força Aérea do México foram recebidas na Base Aérea de Santa Lucia. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou que os quatro primeiros de seis aviões de treinamento Beechcraft T-6C+ encomendados pela Força Aérea Mexicana (FAM) foram entregues numa cerimônia no dia 22 de agosto na Base Aérea de Santa Lucia, em Reyes Acozac, México. Os dois aviões restantes estão programados para serem entregues antes da celebração do Dia da Independência do México no dia 16 de setembro.

O México encomendou seis aviões de treinamento T-6C+, e as quatro primeiras foram entregues no dia 22 de agosto. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

A encomenda da FAM é a primeira para o novo T-6C+, uma versão melhorada do avião de treinamento militar T-6. Ele é capaz de transportar pontos fixos externos e disparar armas para fins de treinamento, e irá substituir a antiga frota de turboélices PC-7 da FAM. A FAM vai usar o T-6C+ para táticas intermediárias e avançada, incluindo capacidades de treinamento e emprego de armas ar-solo.

“Temos o prazer de fornecer a Força Aérea Mexicana com os Beechcraft T-6C+ altamente eficazes, ultra-confiáveis e com baixa manutenção”, disse Russ Bartlett, presidente da Hawker Beechcraft Defense Company. “Esses aviões vão formar a espinha dorsal do programa de treinamento de vôo para a próxima geração de excepcionais pilotos da Força Aérea do México, e estamos honrados em fazer parte dele. Vemos essa entrega das quatro primeiras aeronaves como um passo inicial importante numa relação longa e bem sucedida com a FAM.”

As aeronaves T-6C+ serão empregadas no treinamento intermediário a avançado. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

Além das novas aeronaves, a FAM também saudou quatro primeiros instrutores mexicanos de pilotos que completaram seis semanas de rigoroso treinamento de vôo nas instalações da Hawker Beechcraft em Wichita. A pedido dos líderes militares mexicanos, e num gesto para mostrar o início de uma longa parceria entre a HBDC e a FAM, todos as quatro aeronaves T-6C+ foram transladadas por equipes mistas, compostas por um piloto da FAM e um piloto da Hawker Beechcraft.

Os aviões T-6C+ foram transladados de Wichita, Texas, até o México, com pilotos da Hawker e da Força Aérea Mexicana. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

O T-6C+ apresenta um ponto fixo na asa, HUD (Heads-Up Display), Up-Front Control Panel, um cockpit integrado no conceito glass e um avançado conjunto de aviônicos Esterline CMC 4000 Cockpit que expande as oportunidades de formação avançada. Os sistemas são integrados com um HOTAS (Hands-On Throttle and Stick), fornecendo ao aluno piloto e instrutor uma interface mais simples com o cockpit digital. O conjunto de aviônicos do CMC 4000 Cockpit é o primeiro de sua classe a incorporar um conjunto de navegação duplo FMS/GPS totalmente integrado e certificado pela FAA, que atende aos padrões de navegação exigidos de desempenho de equipamento do espaço aéreo mundial atual. O projeto de arquitetura aberta do Cockpit 4000 oferece a flexibilidade para expandir a capacidade e atender continuamente as necessidades de formação atuais e futuras.

Além de possuir confortáveis procedimentos de instrução de voo por instrumentos e de básicas manobras aéreas, o T-6C+ oferece uma capacidade de formação de classe mundial que é apropriado para ensinar as mais básicas tarefas de treinamento introdutório de vôo através das mais desafiadoras e complexas missões de treinamento avançado que anteriormente podiam ser realizadas somente em aeronaves a jato muito mais caras.

As entregas dos T-6 começaram em 2000, após a aeronave ser inicialmente selecionada para preencher a tarefa Joint Primary Aircraft Training System (JPATS) para a Força Aérea dos EUA e Marinha dos EUA. Desde então, outros programas militares em todo o mundo, incluindo o programa de treinamento de voo da OTAN no Canadá, a Hellenic Air Force da Grécia, a Força Aérea israelense, a Força Aérea do Iraque e a Real Força Aérea Marroquina, escolheram o T-6 e seus derivados como principal treinadores. O T-6 tem sido usado para treinar pilotos, navegadores e operadores de sistemas de armas de aproximadamente 20 países diferentes. A frota mundial de quase 800 aeronaves T-6 ultrapassou 2 milhões de horas voadas em junho de 2012.

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Hawker pode trazer Embraer de volta ao setor de turboélice

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A linha de aeronaves executivas da Hawker Beechcraft, incluindo a família de turboélices King Air, está a venda pois a empresa norte americana passa por problemas financeiros. (Foto: Hawker Beechcraft)

Aos 80 anos de idade, a companhia americana Hawker Beechcraft colocou sua divisão de aviação executiva a venda. A empresa encontra-se hoje em processo de concordata após acumular dívidas com fornecedores e por causa do desaquecimento do mercado. Entre os interessados, figuram nomes como a Embraer e a também americana Cessna. A Hawker tem valor estimado de US$1,79 bilhão.

Apesar da situação difícil, a companhia ainda é uma das líderes mundiais no segmento de turboélices, aviões com menor custo do que os jatos executivos. Também são mais versáteis por pousar em pistas de terra.

Caso fique com o negócio, a Embraer garante sua volta ao segmento de turboélices, de lado desde que deixou de produzir o ultimo modelo Brasília, em 2008. A primeira proposta feita pela empresa brasileira, porém, não entusiasmou a companhia americana, que impôs como condições a manutenção das fábricas e dos empregos nos Estados Unidos e do plano de investimento, de acordo com Marcos Nogueira, diretor de Vendas da Hawker na América Latina. Procurada, a Embraer não quis se pronunciar.

Por enquanto, as conversas avançam com o grupo chinês Superior Aviation Beijing. As companhias estão em processo de due diligence e em 45 dias a americana vai decidir se aceita ou não as condições para a fusão. Caso a conversa com a Superior não avance, segundo Nogueira, a Hawker volta à mesa de negociações com a Embraer e a Cessna.

A Hawker produz o turbolélice King Air, um dos modelos mais bem-sucedidos da categoria — só no Brasil, o avião responde por quase 50% da frota local desse tipo de aeronave. Além disso, o segmento tem crescido em ritmo mais acelerado do que o de jatos.

A empresa também fabrica aviões militares, mas esta divisão não será colocada a venda.

Defesa

A linha de aeronaves militares, como do T-6B Texan II, será mantido com a Hawker. (Foto: HBDC)

A companhia, porém, permanecerá com a divisão de defesa, considerada estratégica por concentrar importantes desenvolvimentos de tecnologia militar. A companhia produz o caça de treinamento e ataque leve AT-6, que concorre com o Super Tucano, da Embraer, numa concorrência com o governo americano da ordem de US$ 355 milhões. O resultado deverá sair no início do ano que vem. A Embraer chegou a vencer um certame anterior, mas a Hawker foi a Justiça contestar o resultada. . A Força Aérea dos EUA refez o processo de venda.

No ano passado, a Hawker obteve receita de US$ 1,28 bilhão com a venda de aviões e outros US$ 504 milhões com serviços de manutenção e de reestilização. Este ano, esse faturamento dever o ser menor já que a companhia descontinuou algumas linhas de produção em função do mercado em retração no mundo todo.

CREDENCIAIS

Desempenho da Hawker no ano passado

  • FATURAMENTO DA ÁREA DE AVIAÇÃO EXECUTIVA – US$ 1,78 bilhão
  • FATURAMENTO TOTAL – US$ 2,44 bilhões
  • PRODUÇÃO E ENTREGA – 280 aviões
  • FROTA EM OPERAÇÃO NO BRASIL – 333 turboélices – 48% do mercado local

Fonte: Brasil Econômico / Ana Paula Machado, via NOTIMP

EAA AIRVENTURE: Hawker Beechcraft apresenta em Oshkosh as aeronaves militares T-6C e King Air 350ER Special Missions

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A aeronave de treinamento Beechcraft T-6C Texan II será demonstrada em voo em quatro dias no AirVenture 2012, com o piloto de demonstração da empresa Michael Rambo nos comandos. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft Corporation (HBC) anunciou hoje que está exibindo oito produtos da Beechcraft durante a Experimental Aircraft Association (EAA) AirVenture 2012, entre os dias 23 e 29 de julho, em Oshkosh, Wisconsin. Na exposição estática, a empresa vai mostrar sua vasta gama de produtos e serviços, incluindo aeronaves executivas da Beechcraft, uma aeronave de missão especial e linhas de produtos de defesa como o treinador T-6C Texan II.

Outro destaque na Hawker Beechcraft durante o AirVenture 2012 será o King Air 350ER Special Missions. (Foto: HBC)

Localizado em área de exposição estática 322-345, a HBC terá em exposição um King Air 350i, um King Air 250, um King Air C90GTx, juntamente com um G58 Baron e um G36 Bonanza. Também em exibição estará um XTRA Bonanza, um dos upgrades mais populares para o modelo Bonanza. Mas os destaques na feira serão as aeronaves militares Beechcraft 350ER King Air Special Missions e um treinador Beechcraft T-6C Texan II.

A equipe de demonstração Hawker Beechcraft T-6C irá realizar uma demonstração aérea de nove minutos na segunda-feira, quarta-feira, sexta-feira e domingo.

Dentre outras atividades especiais estão incluídas a celebração do 80º aniversário da empresa na tarde de quarta-feira.

“Estamos convidando os visitantes para o nosso stand para provar um bolo na tarde do dia 25 de julho que celebra a história de muito orgulho de 80 anos da Hawker Beechcraft, como uma empresa inovadora e líder da indústria”, disse Keith Nadolski, presidente de Vendas da HBC para Beechcraft Américas. “Oshkosh é sempre um excelente local para nos conectarmos com nossos clientes e a comunidade de aviação geral, de modo que não há melhor hora de comemorar oito décadas da qualidade, pioneirismo, segurança e desempenho na indústria da Beechcraft.”

Hawker Beechcraft inicia produção do AT-6

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A aeronave de ataque leve AT-6 começa a ser fabricada pela Hawker Beechcraft. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou nessa segunda-feira que começou a produção inicial (LRIP) de sua aeronave de ataque leve Beechcraft AT-6 nas instalações da empresa em Wichita, Kansas. A empresa iniciou a produção inicial em taxa baixa em resposta a sinais significativos de interesse ao redor o mundo para o AT-6, uma plataforma de ataque leve e de reconhecimento armado acessível e sustentável.

“A Hawker Beechcraft tem atendido as necessidades do Departamento de Defesa dos EUA e de nações militares ao redor do mundo com os aviões de treinamento e de missão especial por mais de 50 anos”, disse Derek Hess, vice-presidente dos programas de ataque leve da HBDC. “Agora estamos prontos para começar a fabricar o AT-6 para cumprir as necessidades por aviões de ataque leve e de apoio aéreo de nossos aliados.”

O AT-6 é um sistema de aeronave multi-função e multi-missão projetado para atender o espectro de necessidades para as missões de ataque leve. Aproveitando uma série de recursos altamente especializados off-the-shelf, o AT-6 é equipado com equipamentos estado-da-arte como o motor Pratt & Whitney PTA-68D, o cockpit modificado para missão 4000 da CMC Esterline, o sistema de missão da Lockheed Martin existente no A-10C e o conjunto de sensores MX-15Di da L-3 WESCAM.

A aeronave tem demonstrado com sucesso as capacidades de ataque leve centradas em rede e uma compatibilidade total com os sistemas Joint Terminal Attack Controller dos EUA e da OTAN durante o Experimento da Força Expedicionária Conjunta 2010, da Avaliação Operacional da Guarda Aérea Nacional e em exercícios de capacidades de armas guiadas de precisão realizados entre 2010 e 2012.

O AT-6 está atualmente sendo avaliado como parte da compatição de Apoio Aéreo Leve (LAS) da Força Aérea dos EUA para o Afeganistão. Em junho, a HBDC emitiu uma resposta detalhada para a competição que está sendo realizada através da Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio.

O AT-6 da Hawker compete nos EUA com o A-29 Super Tucano da Embraer, o qual é oferecido nos Estados Unidos pela Sierra Nevada Corporation de Sparks, Nevada. Na decisão original em dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA escolheu a Embraer, e citou “deficiências” que ameaçavam a missão do AT-6. Mais tarde a USAF disse que o contrato havia sido cancelado devido a erros nos documentos entregues, forçando o processo de contrato ser reiniciado.

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