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Hawker Beechcraft protesta contra decisão da Força Aérea dos EUA no programa LAS

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A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)
A aeronave AT-6 da fabricante Hawker Beechcraft que competiu no programa LAS. (Foto: HBC)

A Beechcraft Corporation anunciou hoje que vai protestar formalmente ao Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA (GAO – Government Accountability Office) sobre a escolha da Força Aérea dos EUA (USAF) no recente contrato de aeronaves de apoio aéreo leve (LAS) para sua concorrente brasileira, a Embraer. Estima-se que 1.400 empregos em Kansas e em outros estados estão em perigo como resultado da decisão da Força Aérea.

“Após o nosso debriefing com a Força Aérea dos EUA no início desta semana, estamos muito perplexos com essa decisão”, disse Bill Boisture, CEO da Beechcraft. “Nossa crença é que temos a melhor aeronave que foi confirmada pela classificação da Força Aérea com nossas aeronaves “excepcionais” e do fato de que nós somos a solução de menor custo, confirmada pelo anúncio da USAF ao público.”

No ano passado, uma investigação da Força Aérea encontrou evidências de viés a empresa brasileira Embraer e sua parceira Sierra Nevada Corporation (SNC), o que levou à decisão de reiniciar a competição. Embora a SNC mais tarde tenha processado a Força Aérea tentando executar uma decisão tendenciosa, a juíza do Tribunal Federal de Reclamações dos EUA, Christine OC Miller, escreveu no dia 1° de novembro de 2012, a opinião de que, com base em evidências da investigação de viés “a decisão da Força Aérea de cancelar a adjudicação do contrato à SNC e re-solicitar as propostas foi razoável e racional, e devia ser mantida.”

“Nós simplesmente não entendemos como a Força Aérea dos EUA pode justificar os gastos de mais de 40 por cento sobre a outra aeronave – mais de 125 milhões dólares – para o que consideram ser a menos capaz das aeronaves”, disse Boisture. “Dada a nossa experiência no ano passado e nossa contínua preocupação forte de que há novamente erros significativos no processo e na avaliação neste concurso, ficamos com nenhum outro recurso senão apresentar um protesto junto ao GAO. A Força Aérea dos EUA precisa tomar a decisão certa para a nação e nossos aliados no futuro”.

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LAS: Embraer é favorita em contrato nos EUA

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O contrato para compra de aeronaves de ataque leve Super Tucano está avaliado em US$ 355 milhões. (Foto: Renato Leal Leite)

O governo americano deve anunciar em dezembro, um mês antes da posse de Barack Obama, o resultado da escolha de sua aeronave de ataque leve e apoio à tropa terrestre, o programa LAS, envolvendo 20 aviões.

O favorito é o turboélice brasileiro A-29 Super Tucano, da Embraer. O contrato vale cerca de US$ 355 milhões. A frota será toda transferida para a aviação militar do Afeganistão. É um negócio importante. A encomenda encaminha um segundo pedido de 100 unidades para atender as Forças dos Estados Unidos – estimado em US$ 1 bilhão.

O processo de seleção tem sido tumultuado. Há um ano, a Embraer superou a outra concorrente, a Hawker-Beechcraft, que participava da disputa com o modelo AT-6, muito limitado e fora da especificação definida no Departamento de Defesa.

Anunciado o resultado. a empresa derrotada recorreu à Justiça contestando o critério e pedindo esclarecimentos a respeito do procedimento.

No dia 28 de fevereiro, a Força Aérea dos EUA (USAF) comunicou a decisão de cancelar a compra e abrir um novo edital limitado às duas propostas, da Hawker-Beechcraft e da Embraer.

Em abril, em visita oficial a Washington, a presidente Dilma Rousseff cobrou do presidente dos EUA, Barack Obama a preservação da escolha inicial. “Os EUA sempre falaram no respeito aos contratos. Como é que, agora, não respeitam um deles?”, questionou Dilma.

Integrante do grupo de executivos e empresários que acompanhava Dilma, o presidente da Embraer, Frederico Curado, destacou que a importância do contrato está no objetivo estratégico. “A operação com o Departamento de Defesa vale como selo de qualidade para os Super Tucanos”, disse.

Concorrência
Políticos do Estado do Kansas, sede da Hawker, movimentaram-se em Washington em favor de uma revisão no processo de aquisição. O então pré-candidato republicano, Newt Gingrich, criticou duas vezes a vitória da empresa brasileira, como “exemplo de negligência do governo” Obama em sua missão de gerar empregos.

Gingrich omitiu o fato de a Embraer planejar produção desses Super Tucanos em Jacksonville, Flórida. Os brasileiros atuam na empreitada com um parceiro local, a Sierra-Nevada Corporation. O vice-presidente, Taco Gilbert, se diz confiante: “As missões LAS exigem aviões feitos para operar em ambiente hostil, prontos para fazer o trabalho de contra insurgência e de ataque leve, tudo a custo reduzido”.

Nessa fase final, o Super Tucano – rebatizado Super-T nos Estados Unidos – cresceu em qualidade. Desde julho, o modelo está no oferecendo no mercado sistemas de armas de avançada tecnologia da Boeing Defesa, Espaço e Segurança. A empresa americana fornecerá equipamentos de ponta como o Joint Direct Attack Munition (JDAMS), espécie de kit que transforma bombas “burras” em “inteligentes”, para ataques de precisão.

A Boeing foi selecionada pela Embraer para participar do plano destinado a adicionar essas capacidades ao turboélice A-29.

O presidente da Embraer Defesa e Segurança (EDS), Luiz Carlos Aguiar, acredita que a integração de sistemas vai influenciar a disputa LAS. O Super Tucano é o escolhido por Forças de dez países e acumula pouco mais de 137 mil horas de voo, das quais cerca de 18,5 mil cumprindo missões de combate. Toda a frota em atividade soma 150 turboélices de ataque e treino. A decisão do Pentágono só será conhecida no fim deste ano.

Fonte: O Estado de S. Paulo / Roberto Godoy e Denise Chrispim Marin

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Fernando Valduga

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Beechcraft AT-6 completa Fase III da avaliação de armamentos

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A aeronave de ataque leve AT-6 com duas bombas guiadas Paveway II e lançadores de foguetes. (Foto: Mission Ready / HBDC)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou hoje que completou a Fase III da avaliação de armamentos na Base Aérea de Eglin, na Flórida, após com sucesso lançar mais de 265 bombas e foguetes, e disparar 3.000 projéteis dos canhões calibre .50 da aeronave de ataque leve AT-6.

Esta semana, durante a Air & Space Conference and Technology Exposition 2012, da Associação da Força Aérea dos EUA, em Washington, DC, a empresa compartilhou a lista completa das armas dos EUA e padrão OTAN que foram integradas e testadas para demonstrar a capacidade do avião de ataque leve em produção AT-6.

Durante a Fase III, o AT-6 tornou-se a primeira aeronave de asa fixa a lançar com sucesso os foguetes guiados a laser de 2,75 polegadas GATR, Talon e APKWS, e também conseguiu um acerto direto com mísseis ar-superfície AGM-114 Hellfire II P+. As Fases I e II da avaliação de armas incluiu lançamentos de bombas de propósito geral e guiadas a laser com ajudas de computadores, bem como tiros ar-terra e ar-ar com a aeronave usando dois canhões calibre .50. Todos os testes de armas foram realizados com a supervisão do Centro de Armamentos Aéreos da Força Aérea dos Estados Unidos e do Centro de Testes do Comando Aéreao da Reserva e da Guarda Aérea Nacional.

“O futuro avião de ataque leve está aqui hoje como prova da capacidade do AT-6 de empregar uma ampla variedade de armas que nenhuma outra aeronave de ataque leve possui”, disse Derek Hess, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Negócios da HBDC. “O AT-6 lidera a tarefa de ataque leve com a aeronave Beechcraft AT-6 completando a Fase III da demonstração da capacidade de armas de precisão financiada pelo Congresso dos EUA que atende as necessidades da Capacidade de Fabricação em Parceria (BPC) da USAF.”

O AT-6 armado com mísseis AGM-114 Hellfire e foguetes guiados DAGR. (Foto: Mission Ready / HBDC)

As seguintes armas foram integradas e testadas no AT-6:

  • Mísseis guiados por laser AGM-114 Hellfire II P+
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser APKWS
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser TALON
  • Foguetes de 2,75″ guiados por laser GATR
  • Bombas guiadas a laser GBU-12 Paveway II de 500 libras
  • Bombas guiadas a laser GBU-58 Paveway II de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-81 de 250 libras
  • Bomba de uso geral Mk-82 de 500 libras
  • Canhões de calibre .50

O AT-6 é uma aeronave multi-função com um sistema multi-missão projetado para atender o amplo espectro de emergentes necessidades para a missão de ataque leve.

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IMAGENS: Força Aérea do México recebe suas quatro primeiras aeronaves de treinamento Hawker T-6C+

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As quatro primeiras aeronaves Hawker Beechcraft T-6C+ da Força Aérea do México foram recebidas na Base Aérea de Santa Lucia. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou que os quatro primeiros de seis aviões de treinamento Beechcraft T-6C+ encomendados pela Força Aérea Mexicana (FAM) foram entregues numa cerimônia no dia 22 de agosto na Base Aérea de Santa Lucia, em Reyes Acozac, México. Os dois aviões restantes estão programados para serem entregues antes da celebração do Dia da Independência do México no dia 16 de setembro.

O México encomendou seis aviões de treinamento T-6C+, e as quatro primeiras foram entregues no dia 22 de agosto. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

A encomenda da FAM é a primeira para o novo T-6C+, uma versão melhorada do avião de treinamento militar T-6. Ele é capaz de transportar pontos fixos externos e disparar armas para fins de treinamento, e irá substituir a antiga frota de turboélices PC-7 da FAM. A FAM vai usar o T-6C+ para táticas intermediárias e avançada, incluindo capacidades de treinamento e emprego de armas ar-solo.

“Temos o prazer de fornecer a Força Aérea Mexicana com os Beechcraft T-6C+ altamente eficazes, ultra-confiáveis e com baixa manutenção”, disse Russ Bartlett, presidente da Hawker Beechcraft Defense Company. “Esses aviões vão formar a espinha dorsal do programa de treinamento de vôo para a próxima geração de excepcionais pilotos da Força Aérea do México, e estamos honrados em fazer parte dele. Vemos essa entrega das quatro primeiras aeronaves como um passo inicial importante numa relação longa e bem sucedida com a FAM.”

As aeronaves T-6C+ serão empregadas no treinamento intermediário a avançado. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

Além das novas aeronaves, a FAM também saudou quatro primeiros instrutores mexicanos de pilotos que completaram seis semanas de rigoroso treinamento de vôo nas instalações da Hawker Beechcraft em Wichita. A pedido dos líderes militares mexicanos, e num gesto para mostrar o início de uma longa parceria entre a HBDC e a FAM, todos as quatro aeronaves T-6C+ foram transladadas por equipes mistas, compostas por um piloto da FAM e um piloto da Hawker Beechcraft.

Os aviões T-6C+ foram transladados de Wichita, Texas, até o México, com pilotos da Hawker e da Força Aérea Mexicana. (Foto: STRINGER / MEXICO / REUTERS)

O T-6C+ apresenta um ponto fixo na asa, HUD (Heads-Up Display), Up-Front Control Panel, um cockpit integrado no conceito glass e um avançado conjunto de aviônicos Esterline CMC 4000 Cockpit que expande as oportunidades de formação avançada. Os sistemas são integrados com um HOTAS (Hands-On Throttle and Stick), fornecendo ao aluno piloto e instrutor uma interface mais simples com o cockpit digital. O conjunto de aviônicos do CMC 4000 Cockpit é o primeiro de sua classe a incorporar um conjunto de navegação duplo FMS/GPS totalmente integrado e certificado pela FAA, que atende aos padrões de navegação exigidos de desempenho de equipamento do espaço aéreo mundial atual. O projeto de arquitetura aberta do Cockpit 4000 oferece a flexibilidade para expandir a capacidade e atender continuamente as necessidades de formação atuais e futuras.

Além de possuir confortáveis procedimentos de instrução de voo por instrumentos e de básicas manobras aéreas, o T-6C+ oferece uma capacidade de formação de classe mundial que é apropriado para ensinar as mais básicas tarefas de treinamento introdutório de vôo através das mais desafiadoras e complexas missões de treinamento avançado que anteriormente podiam ser realizadas somente em aeronaves a jato muito mais caras.

As entregas dos T-6 começaram em 2000, após a aeronave ser inicialmente selecionada para preencher a tarefa Joint Primary Aircraft Training System (JPATS) para a Força Aérea dos EUA e Marinha dos EUA. Desde então, outros programas militares em todo o mundo, incluindo o programa de treinamento de voo da OTAN no Canadá, a Hellenic Air Force da Grécia, a Força Aérea israelense, a Força Aérea do Iraque e a Real Força Aérea Marroquina, escolheram o T-6 e seus derivados como principal treinadores. O T-6 tem sido usado para treinar pilotos, navegadores e operadores de sistemas de armas de aproximadamente 20 países diferentes. A frota mundial de quase 800 aeronaves T-6 ultrapassou 2 milhões de horas voadas em junho de 2012.

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Hawker pode trazer Embraer de volta ao setor de turboélice

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A linha de aeronaves executivas da Hawker Beechcraft, incluindo a família de turboélices King Air, está a venda pois a empresa norte americana passa por problemas financeiros. (Foto: Hawker Beechcraft)

Aos 80 anos de idade, a companhia americana Hawker Beechcraft colocou sua divisão de aviação executiva a venda. A empresa encontra-se hoje em processo de concordata após acumular dívidas com fornecedores e por causa do desaquecimento do mercado. Entre os interessados, figuram nomes como a Embraer e a também americana Cessna. A Hawker tem valor estimado de US$1,79 bilhão.

Apesar da situação difícil, a companhia ainda é uma das líderes mundiais no segmento de turboélices, aviões com menor custo do que os jatos executivos. Também são mais versáteis por pousar em pistas de terra.

Caso fique com o negócio, a Embraer garante sua volta ao segmento de turboélices, de lado desde que deixou de produzir o ultimo modelo Brasília, em 2008. A primeira proposta feita pela empresa brasileira, porém, não entusiasmou a companhia americana, que impôs como condições a manutenção das fábricas e dos empregos nos Estados Unidos e do plano de investimento, de acordo com Marcos Nogueira, diretor de Vendas da Hawker na América Latina. Procurada, a Embraer não quis se pronunciar.

Por enquanto, as conversas avançam com o grupo chinês Superior Aviation Beijing. As companhias estão em processo de due diligence e em 45 dias a americana vai decidir se aceita ou não as condições para a fusão. Caso a conversa com a Superior não avance, segundo Nogueira, a Hawker volta à mesa de negociações com a Embraer e a Cessna.

A Hawker produz o turbolélice King Air, um dos modelos mais bem-sucedidos da categoria — só no Brasil, o avião responde por quase 50% da frota local desse tipo de aeronave. Além disso, o segmento tem crescido em ritmo mais acelerado do que o de jatos.

A empresa também fabrica aviões militares, mas esta divisão não será colocada a venda.

Defesa

A linha de aeronaves militares, como do T-6B Texan II, será mantido com a Hawker. (Foto: HBDC)

A companhia, porém, permanecerá com a divisão de defesa, considerada estratégica por concentrar importantes desenvolvimentos de tecnologia militar. A companhia produz o caça de treinamento e ataque leve AT-6, que concorre com o Super Tucano, da Embraer, numa concorrência com o governo americano da ordem de US$ 355 milhões. O resultado deverá sair no início do ano que vem. A Embraer chegou a vencer um certame anterior, mas a Hawker foi a Justiça contestar o resultada. . A Força Aérea dos EUA refez o processo de venda.

No ano passado, a Hawker obteve receita de US$ 1,28 bilhão com a venda de aviões e outros US$ 504 milhões com serviços de manutenção e de reestilização. Este ano, esse faturamento dever o ser menor já que a companhia descontinuou algumas linhas de produção em função do mercado em retração no mundo todo.

CREDENCIAIS

Desempenho da Hawker no ano passado

  • FATURAMENTO DA ÁREA DE AVIAÇÃO EXECUTIVA – US$ 1,78 bilhão
  • FATURAMENTO TOTAL – US$ 2,44 bilhões
  • PRODUÇÃO E ENTREGA – 280 aviões
  • FROTA EM OPERAÇÃO NO BRASIL – 333 turboélices – 48% do mercado local

Fonte: Brasil Econômico / Ana Paula Machado, via NOTIMP

EAA AIRVENTURE: Hawker Beechcraft apresenta em Oshkosh as aeronaves militares T-6C e King Air 350ER Special Missions

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A aeronave de treinamento Beechcraft T-6C Texan II será demonstrada em voo em quatro dias no AirVenture 2012, com o piloto de demonstração da empresa Michael Rambo nos comandos. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft Corporation (HBC) anunciou hoje que está exibindo oito produtos da Beechcraft durante a Experimental Aircraft Association (EAA) AirVenture 2012, entre os dias 23 e 29 de julho, em Oshkosh, Wisconsin. Na exposição estática, a empresa vai mostrar sua vasta gama de produtos e serviços, incluindo aeronaves executivas da Beechcraft, uma aeronave de missão especial e linhas de produtos de defesa como o treinador T-6C Texan II.

Outro destaque na Hawker Beechcraft durante o AirVenture 2012 será o King Air 350ER Special Missions. (Foto: HBC)

Localizado em área de exposição estática 322-345, a HBC terá em exposição um King Air 350i, um King Air 250, um King Air C90GTx, juntamente com um G58 Baron e um G36 Bonanza. Também em exibição estará um XTRA Bonanza, um dos upgrades mais populares para o modelo Bonanza. Mas os destaques na feira serão as aeronaves militares Beechcraft 350ER King Air Special Missions e um treinador Beechcraft T-6C Texan II.

A equipe de demonstração Hawker Beechcraft T-6C irá realizar uma demonstração aérea de nove minutos na segunda-feira, quarta-feira, sexta-feira e domingo.

Dentre outras atividades especiais estão incluídas a celebração do 80º aniversário da empresa na tarde de quarta-feira.

“Estamos convidando os visitantes para o nosso stand para provar um bolo na tarde do dia 25 de julho que celebra a história de muito orgulho de 80 anos da Hawker Beechcraft, como uma empresa inovadora e líder da indústria”, disse Keith Nadolski, presidente de Vendas da HBC para Beechcraft Américas. “Oshkosh é sempre um excelente local para nos conectarmos com nossos clientes e a comunidade de aviação geral, de modo que não há melhor hora de comemorar oito décadas da qualidade, pioneirismo, segurança e desempenho na indústria da Beechcraft.”

Hawker Beechcraft inicia produção do AT-6

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A aeronave de ataque leve AT-6 começa a ser fabricada pela Hawker Beechcraft. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou nessa segunda-feira que começou a produção inicial (LRIP) de sua aeronave de ataque leve Beechcraft AT-6 nas instalações da empresa em Wichita, Kansas. A empresa iniciou a produção inicial em taxa baixa em resposta a sinais significativos de interesse ao redor o mundo para o AT-6, uma plataforma de ataque leve e de reconhecimento armado acessível e sustentável.

“A Hawker Beechcraft tem atendido as necessidades do Departamento de Defesa dos EUA e de nações militares ao redor do mundo com os aviões de treinamento e de missão especial por mais de 50 anos”, disse Derek Hess, vice-presidente dos programas de ataque leve da HBDC. “Agora estamos prontos para começar a fabricar o AT-6 para cumprir as necessidades por aviões de ataque leve e de apoio aéreo de nossos aliados.”

O AT-6 é um sistema de aeronave multi-função e multi-missão projetado para atender o espectro de necessidades para as missões de ataque leve. Aproveitando uma série de recursos altamente especializados off-the-shelf, o AT-6 é equipado com equipamentos estado-da-arte como o motor Pratt & Whitney PTA-68D, o cockpit modificado para missão 4000 da CMC Esterline, o sistema de missão da Lockheed Martin existente no A-10C e o conjunto de sensores MX-15Di da L-3 WESCAM.

A aeronave tem demonstrado com sucesso as capacidades de ataque leve centradas em rede e uma compatibilidade total com os sistemas Joint Terminal Attack Controller dos EUA e da OTAN durante o Experimento da Força Expedicionária Conjunta 2010, da Avaliação Operacional da Guarda Aérea Nacional e em exercícios de capacidades de armas guiadas de precisão realizados entre 2010 e 2012.

O AT-6 está atualmente sendo avaliado como parte da compatição de Apoio Aéreo Leve (LAS) da Força Aérea dos EUA para o Afeganistão. Em junho, a HBDC emitiu uma resposta detalhada para a competição que está sendo realizada através da Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio.

O AT-6 da Hawker compete nos EUA com o A-29 Super Tucano da Embraer, o qual é oferecido nos Estados Unidos pela Sierra Nevada Corporation de Sparks, Nevada. Na decisão original em dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA escolheu a Embraer, e citou “deficiências” que ameaçavam a missão do AT-6. Mais tarde a USAF disse que o contrato havia sido cancelado devido a erros nos documentos entregues, forçando o processo de contrato ser reiniciado.

Hawker defende sua aeronave em disputa com Embraer

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A aeronave Hawker AT-6 voando junto com o P-51 Mustang “Crazy Horse”. (Foto: AT-6 Mission Ready)

A americana Hawker Beechcraft, empresa que disputa com a Embraer o contrato de fornecimento de 20 aviões de treinamento avançado e ataque leve para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), não reconhece que tenha um competidor no nível do AT-6, concorrente do Super Tucano.

Em entrevista ao Valor, o chairman da HBC, Bill Boisture, disse que o AT-6 já passou muito tempo da fase de protótipo e que é o avião certo para atender a missão e os requisitos do programa Light Air Support (LAS) da USAF. As aeronaves serão utilizadas em missões de treinamento avançado de pilotos e em operações de contrainsurgência no Afeganistão. “O AT-6 é o único avião na competição que atende a estes critérios”, afirmou.

Perguntado se os novos requisitos da concorrência, que eliminaram a fase de testes em voo das aeronaves, favoreceriam a Hawker, Boisture disse que vê com bons olhos uma avaliação em voo das aeronaves pelos pilotos da USAF se a instituição assim desejasse.

A Embraer informou que não considera que o novo RFP (sigla em inglês para pedido de proposta) favoreça o concorrente por ter eliminado os testes em corridas no solo e em voo das aeronaves. “As aeronaves foram testadas, ano passado, na Base Aérea de Kirtland, em Albuquerque, no Novo México, e os resultados comprovaram o desempenho superior do Super Tucano”, explicou a companhia.

Ainda de acordo com a Embraer, apesar de a USAF ter declarado que nenhuma das informações, documentos e resultados obtidos na competição anterior seriam considerados na nova avaliação, a companhia tem convicção de que todas essas percepções já colhidas e absorvidas reforçam o fato de que o Super Tucano é a melhor plataforma para as necessidades do programa LAS.

“Além disso, o novo RFP emitido pela USAF tem um requisito que certamente favorece a Embraer: o chamado “PastPerformance”, em que os fabricantes precisam comprovar a experiência anterior da aeronave no cumprimento de missões do tipo LAS”. Segundo a Embraer, a USAF solicitou que três operadores da aeronave enviassem suas impressões sobre o produto que eles utilizam. “Não existem operadores do AT-6. Quanto ao Super Tucano, além da FAB, mais cinco nações operam a aeronave: Colômbia, Chile, Equador, República Dominicana e Burkina Fasso”, informou a Embraer.

Segundo um especialista do setor de Defesa no Brasil, embora a Hawker não admita, o AT-6, uma aeronave derivada do treinador militar T-6, ainda está em fase de desenvolvimento e, portanto, é um protótipo. “Para deixar de ser um protótipo, mesmo que esteja em fase de pré-produção, a aeronave precisa estar certificada e com a linha de produção já estabelecida e este não é o caso do AT-6”, disse.

A versão anterior (T-6), que não foi projetada para as missões de ataque leve e de reconhecimento armado, exigidas pela concorrência da USAF, vendeu cerca de 600 unidades para a Força Aérea e Marinha dos Estados Unidos.

Em 1994, a Embraer perdeu para a Hawker um contrato de US$ 4 bilhões envolvendo a venda de 720 aeronaves na categoria do treinador básico EMB-312 Tucano, uma versão anterior ao Super Tucano.

A Hawker se apresentou na competição com a parceira suíça Pilatus e o treinador PC-9. O modelo era fabricado pela Pilatus, mas o projeto foi vendido para a Hawker e transformado posteriormente no T-6, que atualmente está sendo modificado para a versão AT-6.

Sobre a situação financeira da companhia, que anunciou no começo de maio um pedido de proteção contra falência (Chapter 11), o chairman da HBC disse que o processo corre de maneira tranquila e que a companhia deverá sair mais forte e saudável deste processo. Ele afirmou que o processo de reestruturação financeira da empresa não irá interferir na competição da USAF. “Esperamos que a competição seja justa e transparente e que assegure aos EUA e seus aliados o recebimento de uma aeronave que exceda os mais altos requisitos do Departamento de Defesa americano.”

Para o executivo da Hawker, o processo que deu vitória à Embraer foi falho e por este motivo a companhia decidiu protestar judicialmente a decisão. “A USAF validou o processo da empresa quando cancelou a concorrência.”

A área de aeronaves militares responde por 26% da receita da HBC, mas os negócios na área de jatos executivos é que trazem mais receita para a empresa, representando 53% do total. O Brasil é o principal mercado internacional da HBC e a brasileira Líder Táxi Aéreo é a maior representante da companhia americana fora dos EUA. Segundo o diretor de vendas do segmento de aviação executiva da Hawker na América do Sul, Marcos Nogueira, a companhia detém uma fatia de 43% no segmento de aeronaves a turbina. Na América Latina, o market share da Hawker nesse segmento é de 32%. A companhia possui um total de 500 aeronaves em operação no Brasil, entre os modelos turboélices da família King Air e os jatos.

Fonte: Virgínia Silveira, Valor Econômico

Sierra Nevada entra com ação contra decisão da Força Aérea dos EUA

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A Sierra Nevada compete nos EUA com a aeronave Super Tucano da Embraer.

A contratante privada de defesa dos EUA Sierra Nevada Corp disse nessa terça-feira que entrou com uma ação no tribunal federal contra a Força Aérea dos EUA para ganhar de volta o contrato de US$ 355 milhões para fornecer 20 aviões para o Afeganistão, que foi abruptamente cancelado em fevereiro.

A Sierra Nevada, usando um avião construído pela fabricante brasileira Embraer, eliminou a Hawker Beechcraft ao ganhar o contrato no ano passado, mas a Força Aérea cancelou o acordo e lançou uma nova competição depois de descobrir que a sua própria documentação para definição do contrato estava insuficiente.

Taco Gilbert, um oficial da Força Aérea e vice-presidente da Sierra Nevada, disse que sua companhia tinha apresentado um processo no Tribunal de Ações Federais dos EUA para começar a reintegração do negócio porque viu que a ação corretiva da Força Aérea foi “excessiva”.

Gilbert disse que sua empresa, juntamente com a Embraer, não estava buscando uma liminar contra a nova competição, dada a necessidade urgente de entregar os novos aviões para o Afeganistão. Ele disse que a equipe iria continuar a participar nesse processo, apesar de suas preocupações sobre como a nova competição foi estruturada.

A Força Aérea no mês passado lançou as regras finais reformuladas para a competição, visando a definição do contrato no início de 2013. Os concorrentes devem apresentar os dados de custo e técnicos para as novas ofertas até o dia 18 de junho.

“Nós vemos a ação corretiva como excessiva”, disse Gilbert, acrescentando que sua empresa não tinha recebido qualquer informação da Força Aérea para explicar a sua abordagem para a nova concorrência.

A Embraer e a Sierra Nevada disseram que estão decepcionadas que a competição não será reiniciado incluindo os voos de testes comparativos entres as aeronaves ou considerando os resultados de um voo anterior realizado entre os dois aviões.

“A fim de manter uma concorrência justa e aberta, pensamos que é importante darmos esse passo”, disse Gilbert.

Ele disse que tinha voado para Ohio para ser informado por oficiais da Força Aérea, ficou esperando oito horas para uma reunião, que somente foi para informar que o concurso estava cancelado. Gilbert disse que a empresa havia “tentado tudo o que podia” para entender melhor a nova abordagem da Força Aérea.

Ele disse que a empresa nunca havia protestado ou abrerto um processo contra qualquer outra ação contratual do Pentágono durante seus três anos como empresa. “Isso não foi uma decisão fácil”, disse ele. “Nós não temos a prática de processar nossos clientes.”

A Hawker também expressou preocupações sobre os requisitos da Força Aérea para a nova competição.

A Força Aérea dos EUA está lidando com a compra para a compra de aviões de ataque leve, que serão fornecidos à Força Aérea do Afeganistão.

O caso está sendo acompanhado de perto no Brasil, onde as autoridades ainda possuem na lembrança o cancelamento de um contrato anterior com a Lockheed Martin Corp para um avião de reconhecimento baseado no jato regional ERJ-145 da Embraer.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

Acidente com jato Hawker Hunter da empresa ATAC nos EUA

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O jato Hawker Hunter da empresa privada ATAC, que presta serviços para os militares norte americanos.

Um jato privado Hawker Hunter contratado pelos militares dos EUA para simular aeronaves inimigas em exercícios de treinamento caiu nessa sexta-feira, num campo agrícola no Sul da Califórnia, matando o piloto civil, disseram autoridades.

O Hawker Hunter Mk58 usado para treinamento caiu perto da Base Naval de Ventura County, disse o porta-voz do departamento de combate a fogo Steve Swindle. O piloto era a única pessoa a bordo.

A aeronave militar a jato decolou da base numa surtida de treinamento com outro treinador a jato e caiu quando retornava, a cerca de dois quilômetros da pista.

“Ele estava na aproximação final quando ele caiu”, disse Swindle. Ele disse que o céu na hora do acidente estava “brilhante e com ótima visibilidade.”

O campo de fazenda onde o avião caiu é entre Point Mugu State Park, o Aeroporto Camarillo, e a base Naval, a cerca de 50 quilômetros a noroeste do centro de Los Angeles.

Os destroços do acidente cobriram uma área do tamanho de um campo de futebol, disse Swindle. Não houve feridos no chão e não havia fogo, disse ele.

O pessoal da Marinha e de combate a incêndio chegaram no local do acidente e os investigadores da Administração Federal de Aviação e do National Transportation Safety Board (NTSB) assumiram a investigação, disse Swindle.

O jato monoplace Hawker Hunter Mk58, de fabricação britânica, pertencia a Airborne Tactical Advantage Co. (ATAC), baseada em Newport News, Virgínia. A empresa oferece treinamento aéreo para os militares, incluindo a elite da Marinha, a Fighter Weapons School.

Matt “Race” Bannon, diretor de desenvolvimento de negócios da ATAC, confirmou que o piloto era também da empresa, mas não forneceu a identificação ou quaisquer detalhes até os parentes serem notificados.

Segundo os procedimentos da empresa após os acidentes, a ATAC deve imediatamente parar todos os seus voos.

No dia 6 de março, um jato F-21 Kfir de fabricação israelense da empresa colidiu com um prédio na Estação Naval de Fallon, Nevada, matando o piloto. A ATAC disse na época que, embora a investigação continue, não havia dúvidas de que o clima ruim e severo que não havia sido previsto contribuíram para o acidente.

Fonte: AP – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Hawker finaliza turnê mundial de demonstração do T-6C

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Uma aeronave T-6C da Hawker Beechcraft terminou sua turnê mundial após dois meses.

A Hawker Beechcraft Defense Company (HBDC) anunciou hoje que concluiu a turnê de demonstração ao redor do mundo, que durou dois meses, da aeronave de treinamento T-6C Texan II, mostrando ao mundo o mais versátil e capaz sistema integrado de formação de pilotos para uma ampla gama de potenciais clientes em toda a região Ásia-Pacífico.

Um T-6C partiu da sede da HBDC em Wichita, Kansas, e seguiu uma rota que circulou o globo, incluindo paradas no Canadá, Groenlândia, Islândia, Inglaterra, Itália, Grécia, Egito, Emirados Árabes Unidos, Índia, Tailândia, Cingapura, Indonésia, Austrália, Nova Zelândia, Malásia, Filipinas, Japão e Rússia, antes de voltar para Wichita na primeira semana de maio. A equipe de demonstração acrobática da HBDC realizou apresentações com uma único aeronave, com acrobacias a baixa altitude com um T-6C padrão no Show Aéreo de Real Força Aérea da Nova Zelândia (RNZAF) que comemora seu 75º, ocorrido na Base Aérea de Ohakea no final de março, e no início de abril participando do Warbirds over Wanaka Air Show, em South Island.

Na turnê, a aeronave acumulou 166 horas de vôo – 126 horas de voo de translado e 40 horas de vôo de demonstração, incluindo a realização de sete voos de demonstração aérea e 43 vôos de demonstração com autoridades militares e governamentais. O T-6C não necessitou de qualquer manutenção não programada em sua viagem ao redor do mundo, com exceção das verificações de rotina pré-vôo e de vôo através de inspeções e reabastecimento, com a tripulação da HBDC substituindo uma luz de pouso, mudando dois pneus principais após 131 desembarques, realizado uma inspeção de 100 horas, acrescido de cinco litros de óleo. O T-6C queimou 65.360 libras de combustível Jet A1 ao longo das 166 horas de voo, uma taxa de queima de 393 libras por hora, atestando o baixo custo do ciclo de vida que o T-6C oferece aos operadores militares.

As entregas do T-6 começaram em 2000 depois que a aeronave foi inicialmente selecionada para preencher o papel do Sistema Conjunto de Aeronaves de Treinamento Primário para a Força Aérea dos EUA e da Marinha dos EUA. Desde então, outros programas militares em todo o mundo, incluindo o Treinamento Aéreo da OTAN no Canadá, com a Força Aérea da Grécia, a Força Aérea israelense, a Força Aérea iraquiana, a Real Força Aérea Marroquina e com o mais novo cliente, a Força Aérea mexicana, que escolheu o T-6 como seu treinador principal. Até à data, a empresa já entregou mais de 760 aviões T-6.

USAF emite a nova Requisição de Proposta para o programa LAS

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A Embraer participa da competição LAS da USAF com a aeronave Super Tucano. (Foto: Fernando Valduga / Cavok Brasil Team)

A Força Aérea dos EUA emitiu no final da noite do dia 4 de maio a versão final de um alterado pedido de proposta (RFP) para o programa Apoio Aéreo Leve (LAS).

“Enquanto o processo de decisão será orientado a eventos, a Força Aérea tem como alvo uma decisão de seleção fonte no ano calendário no início de 2013”, diz a USAF. “Isso permitiria que a entrega do primeiro avião para o Afeganistão ocorresse no terceiro trimestre de 2014.”

O programa LAS visa proporcionar a nascente Força Aérea do Afeganistão com uma capacidade de ataque de asa fixa. Há apenas dois potenciais contratantes.

A Hawker Beechcraft está oferecendo sua versão turboélice AT-6 baseada no treinador Texan II, enquanto a Sierra Nevada e a Embraer se uniram para oferecer o A-29 Super Tucano.

A USAF tinha originalmente escolhido o Super Tucano para o concurso LAS ano passado, mas o programa foi interrompido depois que a Hawker entrou com uma ação.

Durante a atividade em torno do processo, a USAF descobriu que os seus documentos de contratos internos não estavam em ordem. O serviço então rescindiu o contrato LAS existente em março e começou de novo.

A RFP emitida no dia 4 de maio faz vários ajustes em relação ao original do concurso, que incluem preços fixos para equipamentos de apoio e que os preços na introdução não sejam excedidos nas encomendas sequênciais que podem ser materializadas. A RfP elimina a exigência de uma demonstração do sistema para esta segunda rodada e elimina a exigência da participação de pequenas empresas.

As anotações da equipe de avaliação do governo foram removidas dessa nova RFP e os futuros contratantes devem tratá-la como uma proposta completamente nova.

As propostas devem ser entregues até o dia 4 de junho, às 15h00.

Anteriormente, no dia 17 de abril, a USAF havia emitido um projeto de pedido de proposta (RFP) para o programa LAS, mas o serviço não divulgou publicamente os detalhes deste projeto.

A Hawker disse que recebeu a RFP e está revendo isso. A Sierra Nevada e Embraer não forma encontradas para comentar.

Agora, mais uma vez, as duas equipes estão envolvidos numa batalha no concurso avaliado em US$ 355 milhões para fornecer aos afegãos 20 aeronaves turboélices de ataque leve.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Hawker Beechcraft solicita proteção contra falência

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A Hawker é a empresa que compete com a Embraer nos EUA com a aeronave AT-6. (Foto: Mission Ready / HBC)

A Hawker Beechcraft pediu proteção contra falência nessa quinta-feira, no mais recente revés para a indústria de aeronaves baseada em Wichita, com a empresa dizendo que tinha chegado a um acordo com muitos credores num plano para reestruturar sua dívida.

A Hawker Beechcraft, que tem sede em Wichita, disse num comunicado que pediu proteção de falência através do Capítulo 11 no tribunal federal de falências de Nova York para agilizar a reestruturação pré-arranjada da empresa e algumas das suas subsidiárias. A empresa disse que mais de dois terços dos seus maiores credores garantidos e os obrigacionistas não concordaram com o plano, que prevê cerca de US$ 2,5 bilhões em dívidas e quase US$ 125 milhões em despesas com juros anuais de caixa a serem eliminados.

A empresa também disse ter obtido um compromisso de US$ 400 milhões em financiamento que lhe permita continuar a pagar os funcionários, fornecedores e outros. Ele disse que todas as encomendas serão cumpridas e o serviço aos clientes será ininterrupto.

A empresa emprega atualmente cerca de 7.400 pessoas, com cerca de 4.700 trabalhando em sua fábrica de Wichita. Ela também tem fábricas em Little Rock, Arkansas, Grã-Bretanha e México, bem como mais de 100 centros de serviços em todo o mundo.

A Hawker Beechcraft Corp, que é propriedade da Onex Partners e GS Capital Partners, do fundo de investimentos privados Goldman Sachs, tem lutado com a demanda morna de seus aviões militares e jatos comerciais ao longo dos últimos anos.

“Estamos satisfeitos por ter chegado a um acordo com os nossos maiores credores e possuidores de títulos sobre uma solução para estabilizar e melhorar a nossa estrutura de capital”, disse Robert Miller, CEO da Hawker Beechcraft Inc., que é a empresa mãe da Hawker Beechcraft Corp, através de uma declaração. “Nos últimos três anos, a empresa tem feito mudanças agressivas de transformação em todas as funções operacionais, e o anúncio de hoje representa o próximo passo para a frente.”

Wichita, a auto-proclamada “Capital Aérea do Mundo”, é o lar de grandes unidades de produção não só para a Hawker Beechcraft, mas também para a Boeing, Spirit AeroSystems, Cessna, Bombardier e mais de uma centena de pequenos fornecedores de aeronaves. Mas a indústria tem lutado nos últimos anos. Milhares de trabalhadores de aeronaves na cidade perderam seus empregos desde a Grande Recessão, que afundou as vendas de aviões. Outro golpe veio no início deste ano, quando a Boeing anunciou que estava fechando sua fábrica de defesa em Wichita.

“Hawker Beechcraft tem uma história longa e significativa em Wichita e é uma parte crítica do cluster aeroespacial de nosso estado”, disse o governador Sam Brownback num comunicado. “Preservar empregos em Wichita e salvaguardar o investimento do Estado são as nossas prioridades. Estaremos trabalhando em estreita colaboração com os líderes da empresa durante este processo de reestruturação.”

O tribunal de falência possui registros de 18 entidades das Hawker Beechcraft arquivadas para a proteção no Capítulo 11. A apresentação mostra cerca de 25.000 a 50.000 credores com ativos estimados e passivos de mais de US$ 1 bilhão. Listado em primeiro lugar entre os maiores credores da Hawker Beechcraft está o plano de financiamento do benefício de pensão, embora a apresentação não especifique um valor para ele.

A empresa disse aos funcionários em seu site que existe a possibilidade de ser acabado o plano de pensão a fim de obter financiamento para sair da concordata. Se assim for, o plano seria retomado pelo Pension Benefit Guaranty Corp do governo federal.

A linha de turboélices King Air é a que mais vende dentre as aeronaves da fabricante Hawker Beechcraft. (Foto: HBC)

O advogado de falências Ed Nazar, que representa um par de subcontratantes que dvem receber dinheiro da Hawker Beechcraft, disse que a falência pode prejudicar a capacidade dos subempreiteiros e fornecedores para receber o pagamento de contas pendentes. Ele também lamentou que o depósito não foi feito no Kansas.

“Os interesses dos fornecedores locais e fornecedores locais podem ser mais bem tratados em um arquivamento local”, disse Nazar.

Desde a sua fundação com a altamente alavancada compra da unidade de aeronaves Raytheon em 2007 (ex-Raytheon Aircraft), a Hawker Beechcraft realizou um pesado encargo da dívida, informando uma dívida total de US$ 2,3 bilhões no final de 2011, de acordo com sua declaração anual na Comissão de Câmbio e Valores Mobiliários.

Na declaração anual apresentada no dia 13 de abril, a Hawker Beechcraft relatou perdas de US$ 481,8 milhões em 2011, e um prejuízo líquido de US$ 632,8 milhões, incluindo US$ 135,6 milhões em juros e outros custos. As vendas da Hawker Beechcraft cairm mais de 13 por cento, ou US$ 369,6 milhões, no ano encerrado em dezembro de 2011, de acordo com seu registro na SEC.

Cerca de 350 funcionários receberam 60 dias de aviso prévio na última rodada de reduções de pessoal. A empresa insistiu no momento que as demissões não afetam o seu acordo com autoridades estaduais e locais de manter suas operações de aeronaves e pelo menos 4.000 empregos em Kansas até 2020, em troca de US$ 45 milhões em incentivos.

A Hawker Beechcraft tem suas raízes em Kansas, com a Beech Aircraft Corp, uma empresa fundada por Walter e Olive Ann Beech que começou a fazer aviões em 1930. A Beech Aircraft se tornou uma subsidiária da Raytheon Co. com sede em Massachusetts em 1980, mas continuou a construir seus aviões em Wichita até a venda de 2007 a Hawker Beechcraft.

Fonte: AFP – Tradução: Cavok

Hawker próxima de entrar com pedido de falência

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A aeronave de ataque leve AT-6 é um dos produtos oferecidos pela Hawker Beechcraft. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft está nos estágios finais da preparação de um pedido de falência – um depósito que poderia ocorrer no mais tardar nessa quinta-feira, de acordo com um relatório do Wall Street Journal.

O relatório, que cita fontes não identificadas próximas ao assunto, diz que a Hawker chegou a um acordo de reestruturação da dívida com seus credores e, em breve entregará a propriedade para “vários fundos de cobertura” após dar entrada no Chapter 11.

Rumores de falência já giravam em torno da conturbada fabricante de aeronaves baseada em Wichita há meses. A Hawker reconheceu em seu recente relatório anual com a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) que a falência era uma opção que estava sendo considerada.

A empresa, no mês passado entregou cerca de 350 anúncios de demissões e também solicitou a SEC para não registrar seus títulos.

Fonte: Wichita Business Journal – Tradução: Cavok

Beechcraft King Air 250 recebe a certificação EASA

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A aeronave turboélice Beechcraft King Air 250 recebeu a certificação da EASA. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft Corporation anunciou hoje que o seu Beechcraft King Air 250, o último derivado da linha turboélice best-seller King Air da Beechcraft, ancançou a certificação da European Aviation Safety Agency (EASA). O Beechcraft King Air 250 recebeu a certificação da FAA em junho de 2011, seguido de certificação de tipo da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (ANAC), em novembro.

“Estamos ansiosos para começar as entregas do King Air 250 na Europa muito em breve”, disse Sean McGeough, presidente da Beechcraft nas regiões da Ásia, Europa, Oriente Médio e África. “Sua versatilidade tornou o King Air uma escolha popular no mercado europeu há décadas. Na verdade, de acordo com o Eurocontrol, a série King Air B200 tem sido o avião comercial mais voado na Europa nos últimos quatro anos. Agora, como resultado da engenharia da Hawker Beechcraft focada no cliente, o King Air 250 é ainda mais atraente para os operadores da região – oferecendo melhorias substanciais no desempenho de decolagem enquanto aumenta a velocidade, alcance e razão de subida”.

Construído com o cliente em mente, o King Air 250 tem novos recursos que incluem winglets compostos que melhoram a eficiência em todas as fases do voo, hélices compostas que fornecem nova tecnologia aerodinâmica e são mais leves, e motores de indução modificações que contribuem para seu desempenho aumentado.

Dilma se encontra com Obama enquanto surgem indícios de mudança nos requisitos do LAS

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A Embraer aguarda definição do resultado da investigação da USAF para decidir se participa da concorrência do LAS com a aeronave Super Tucano.

Quando a presidente brasileira, Dilma Rousseff se reunir com o presidente Barack Obama nessa segunda-feira na Casa Branca, os dois líderes provavelmente vão divulgar frases como “amizade profunda” e “parceria” e colaborações de destaque na ciência e na educação. Mas eles estão menos propensos a chamar a atenção para uma fonte recente de tensão entre os dois países – a disputa envolvendo a aquisição de aeronaves militares americanas.

O conflito começou em dezembro, quando a empresa brasileira de aviação e uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, a Embraer, através de uma parceria com a Sierra Nevada Corp de Sparks, Nevada, ganhou o contrato com a Força Aérea dos EUA, avaliado em US$ 355 milhões, para fabricar 20 aviões de combate para os militares do Afeganistão.

A empresa dertotada, a Hawker Beechcraft Defense Corp, com sede em Wichita, Kansas, queixou-se de um tratamento injusto e entrou com um processo. Depois do Departamento de Justiça encontrar erros de documentação, a Força Aérea suspendeu o contrato e agora está realizando uma investigação interna.

A reviravolta criou uma consternação no Brasil. O Ministério das Relações Exteriores do país manifestou surpresa e advertiu que “este desenvolvimento não é considerado propício ao reforço das relações entre os dois países relativo aos assuntos de defesa.”

A Embraer não é uma empresa estatal. Mas semelhante aos lobbistas norte-americanas que fazem pressão contra governos estrangeiros em nome de empresas americanas, líderes brasileiros promovem os interesses do seu próprio país.

O Ministro do Comércio e Desenvolvimento do Brasil, Fernando Pimentel, disse recentemente a jornalistas que espera que a Presidente Dilma levante essa questão com Obama.

O caso é importante para o Brasil. Numa altura em que a economia do país continua altamente dependente da exportação de commodities como soja e suco de laranja, e seu setor de fabricação está perdendo para as importações chinesas e uma moeda sobrevalorizada, a Embraer é uma grande fonte de orgulho aqui, um lembrete das capacidades técnicas e industriais do Brasil.

A empresa, que teve uma sede nos EUA, em Fort Lauderdale, na Flórida, desde 1979, tem tentado anteriormente quebrar a barreira do setor de defesa dos EUA. Ela ganhou dois contratos anteriores e arrendou aviões para a Marinha dos EUA, embora o Congresso depois tenha cancelado o programa.

Um congressista então a partir de Wichita, o republicano Todd Tiahrt, desempenhou um papel para matar o contrato em 2010, argumentando, como fez seu escritório num comunicado à imprensa, que “o planejado projeto brasileiro de locação da Marinha… teria custado aos contribuintes mais do que o preço de compra de uma aeronave fabricada por trabalhadores nos EUA.” Tiahrt deixou o cargo no ano passado, depois que ele concorreu sem sucesso para o Senado dos EUA.

Vencer a concorrência para fornecer aviões de ataque leve para a força aérea afegã foi visto, finalmente, como um sucesso para a Embraer superar o favoritismo americano.

As autoridades brasileiras dizem que a reversão do contrato destroem a política.

Uma questão que surgiu é se a Força Aérea mudou o seu processo de licitação para favorecer a Hawker Beechcraft, o AT-6 sobre o A-29 Supertucano da Embraer. Ambos são aviões com um único motor turboélice, projetados para operação de baixo custo.

De acordo com um artigo na revista Inside the Air Force, a Força Aérea mudou suas exigências para a aeronave, exigindo que a aeronave possa bombardear um alvo inimigo com suas armas calibre .50, enquanto carrega duas bombas de 500 libras. A exigência anterior exigia que as bombas fossem lançadas antes do uso dos canhões.

“A mudança é fundamental, porque realizam uma missão de metralhar com duas bombas grandes – a qual, inclusive exigindo equipamentos de designação, pesando mais de 1.200 libras – colocando uma grande quantidade de stress numa pequena estrutura”, observou o artigo. “Essa mudança exigiria que a aeronave tivesse uma energia adicional para subir enquanto carregava duas bombas durante um mergulho usando os canhões”.

A Hawker Beechcraft nega que tenha influenciado a mudança.

A empresa de Wichita tem queixas próprias. Por um lado, argumenta que o processo completo de revisão tem falta de transparência e entrou com uma queixa junto ao Government Accountability Office no ano passado alegando que não foi devidamente notificada de que tinha perdido a competição.

O GAO decidiu contra a empresa em dezembro e disse que Hawker Beechcraft tinha sido excluída porque “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta HBDC tornaram ela tecnicamente inaceitável e resultava num risco inaceitável de capacidade de missão.”

Outra questão foi suscitada sobre os atuais problemas financeiros da Hawker-Beechcraft. Notícias relatadas na semana passada disseram que a empresa está perto de declarar a falência.

A Embraer, enquanto financeiramente saudável, está sob investigação pela Comissão de Valores Mobiliários por possíveis violações do Ato de Práticas de Corrupção no Exterior dos EUA. O ato barra pagamentos a funcionários estrangeiros por empresas baseadas nos EUA em processos de contratação. A comissão não quis comentar sobre a investigação.

A política local também está em causa. Um dos principais argumentos da Hawker Beechcraft sobre o contrato é de que 1.400 empregos nos EUA, em Wichita, estão em risco se ela não ganhar o contrato. A Embraer responde que fez uma parceria com uma empresa baseada em Nevada, e que as aeronaves seriam fabricadas na Flórida.

A decisão sobre o contrato das aeronaves afegãs também pode afetar as perspectivas de outros negócios americanos. A Boeing, por exemplo, está se oferecendo para fornecer caças à Força Aérea do Brasil.

Fonte: McClatchy – Tradução: Cavok

Dica do amigo Diogo Franca. Obrigado 😉

Aeronave de inteligência King Air 350ER “Special Mission” demonstra interesse de clientes

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A aeronave demonstradora King Air 350ER Special Mission durante a FIDAE 2012. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Hawker Beechcraft Corporation (HBC) anunciou que a sua aeronave demonstradora King Air 350ER Special Missions recebeu notas altas durante sua turnê de missão especial, que começou no Bahrein, em janeiro, e continuará no início de abril, quando ele retornar da Feira International Air e Espaço (FIDAE) que ocorre no Chile.

Quando o tour terminar, o demonstrador terá percorrido mais de 40.000 quilômetros e visitado 14 países nos cinco continentes – todos dentro do cronograma e sem qualquer tipo de manutenção não programada necessária.

A turnê do Special Mission começou no dia 12 de janeiro, quando a aeronave partiu da Hawker Beechcraft Services em Chester, Inglaterra, para o Bahrain Air Show. Quando o passeio terminar, no dia 5 de abril, a aeronave terá sido exibida numa variedade de shows aéreos – incluindo o Air Show de Cingapura, Aeromed Africa Air Ambulance Show e na FIDAE – e visitado 14 países: Inglaterra, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Índia, Singapura, Indonésia, Filipinas, Malásia, Etiópia, Tanzânia, África do Sul, Peru, Chile e Estados Unidos.

Hawker Beechcraft leva demonstrador de missão especial King Air 350ER para a FIDAE

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O demonstrador de missão especial King Air 350ER estará presente na FIDAE 2012. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft Corporation anunciou hoje que participa da Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE), de 27 março à 1 abril, no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez (SCL), em Santiago, Chile. A empresa, juntamente com o seu representante Aviasur, irá mostrar o Hawker 4000, o Beechcraft King Air 350ER, o Beechcraft King Air 250, o Beechcraft Baron G58 e o Beechcraft G36 Bonanza, com ênfase nas capacidades de missão especial em toda a linha de produtos.

“O Chile tem sido um mercado muito bom em missão especial para a Hawker Beechcraft, e isso nos ajudou a atingir 55 por cento do mercado turboélice no país”, disse Jay Gibson, vice-presidente de Missões Especiais. “A linha de produtos que a HBC está promovendo no Chile inclui tanto os aviões executivos Hawker Beechcraft como os usados numa variedade de missões: Treinamento, ambulância aérea, utilidade / transporte, patrulha marítima, inspeção aérea e de inteligência, vigilância e reconhecimento”

O Demonstrador King Air 350ER de Missão Especial está fazendo uma pausa de sua turnê mundial para estar em exibição na FIDAE. A turnê da aeronave começou no dia 12 de janeiro, quando partiu da unidade da Hawker Beechcraft Services em Chester, Inglaterra, para o Show Aéreo no Bahrain. Quando a turnê terminar no dia 5 de abril, a aeronave terá sido exibida numa variedade de shows aéreos e visitado 14 países: Inglaterra, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Índia, Singapura, Indonésia, Filipinas, Malásia, Etiópia, Tanzânia, África do Sul, Peru, Chile e Estados Unidos.

Esta é a 17ª edição da feira de defesa, aeroespacial e de segurança que ocorre a cada dois anos e atrai mais de 100.000 pessoas para visitar os 400 expositores de 30 países. A FIDAE é apoiada pelo governo chileno e pela Força Aérea Chilena.

Força Aérea dos EUA pretende refazer em breve a competição para aeronaves de apoio leve

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A Embraer e a Sierra Nevada já disseram que participarão da nova competição LAS caso seja reaberta. (Foto: Embraer)

As autoridades norte-americanas da Força Aérea devem rapidamente refazer um concurso para os 20 aviões para a força aérea afegã depois da documentação insuficiente forçar o serviço a acabar com a definição do contrato de US$ 355 milhões, disse o líder geral da Força Aérea nessa quarta-feira.

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea dos EUA, General Norton Schwartz, reconheceu que o problema era um embaraço para a Força Aérea, que lutava com problemas de aquisição ao longo da década passada, e disse que “não seria um inferno para pagar” se o problema de documentação não fosse um erro inocente.

A Força Aérea na terça-feira cancelou abruptamente um contrato entregue à Sierra Nevada Corp e a Embraer do Brasil em dezembro, para 20 aeronaves de apoio leve que seriam utilizadas para treinamento da força aérea afegã, e disse que estava investigando os problemas com os documentos usados ??para tomar a decisão.

“Se de fato esta isso foi uma falha de seleção de fonte, é uma profunda decepção”, disse Schwartz num almoço a jornalistas. “Não só porque a nossa reputação institucional está em jogo, vamos enfrentar, mas também porque os nossos parceiros afegãos precisam desse recurso.”

Schwartz disse que também há pressões orçamentárias para rapidamente refazer a competição, já que os fundos para o programa expiram no final do ano fiscal de 2013.

Questionado sobre se o programa poderia ser completamente eliminado dado as pressões orçamentárias, Schwartz disse que os aviões ainda eram essenciais para dar a força aérea afegã a capacidade de fornecer apoio aéreo aproximado para tropas terrestres.

Ele disse que a Força Aérea dos EUA decidiu cancelar a definição do contrato após a descoberta de documentação não de acordo para a tomada de decisão, enquanto recebia para uma ação movida pela concorrente Hawker Beechcraft Inc.

A Força Aérea disse que as empresas ainda está decidindo se querem reiniciar o processo de definição do contrato com as novas regras ou manter as regras anteriores, mas a Hawker estaria autorizada a participar depois de ser eliminada da competição no ano passado. A USAF também quer que a Hawker descarte a sua ação jurídica.

A equipe de aquisição da Força Aérea tem se esforçado para reconstruir a sua reputação depois de uma série de reversões embaraçosas durante uma batalha de uma década entre a Boeing Co e a EADS da Europa para fabricação de 179 aviões de reabastecimento para os militares dos EUA.

Schwartz disse que ele acreditava que as questões sistêmicas que surgiram a partir do escândalo dos aviões tanques haviam sido resolvidas, mas a Força Aérea claramente ainda tinha trabalho a fazer no seu sistema de aquisição.

“Nós obviamente não chegamos no ponto que estamos constantemente proporcionando um nível de excelência de aquisição que se espera”, disse ele. “Não há maneira de colocar uma cara feliz nisso.”

A Força Aérea em dezembro concedeu a empresa privada Sierra Nevada e a fabricante brasileira Embraer uma encomenda de 20 aeronaves A-29 Super Tucanos, bem como dispositivos de treinamento e apoio no solo, para ser usado para treinar a força aérea afegã, e dar-lhes as aeronaves necessárias para apoio aéreo aproximado.

O acordo foi potencialmente avaliado em até US$ 1 bilhão, em função das encomendas futuras.

O serviço emitiu uma ordem de parada dos trabalhos em janeiro, depois da Hawker Beechcraft ajuizar uma ação questionando a decisão, mas disse na época que acreditava que a concorrência e avaliação, e seleção de fonte tinha sido justa, aberta e transparente.

A Sierra Nevada, contratante principal no lance com a Embraer, e a Hawker Beechcraft disseram que esperam competir para o trabalho numa competição futura.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

Hawker Beechcraft divulga comunicado sobre a decisão da USAF de cancelar o atual contrato LAS

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A aeronave de ataque leve AT-6 da Hawker Beechcraft. (Foto: HBC)

A Hawker Beechcraft também comentou hoje a decisão da USAF de cancelar o contrato da nova aeronave de Apoio Aéreo Leve (LAS) com a Embraer (Sierra Nevada). A Hawker recebeu hoje aviso de que a Força Aérea dos EUA vai anular o contrato concedido à Sierra Nevada / Embraer para o programa de Apoio Aéreo Leve (LAS) no Afeganistão, de forma efetiva no dia 02 de março de 2012, e restabelecer a empresa Hawker Beechcraft na competição.

“Nós elogiamos a Força Aérea por esta decisão e acreditamos fortemente que é a coisa certa para a Força Aérea, para os contribuintes e as pessoas da Hawker Beechcraft”, disse Bill Boisture, Presidente da Hawker Beechcraft Corporation. “Estamos ansiosos para competir no presente contrato enquanto esta importante iniciativa avança.

“Esta competição LAS é muito mais do que 20 aviões para o Afeganistão ou um contrato de bilhões de dólares”, acrescentou Boisture. “É sobre a capacidade da Força Aérea dos EUA para construir relacionamentos com países parceiros dos EUA ao redor do mundo para uma geração futura. Continuamos a acreditar que o AT-6 fabricado nos EUA é a aeronave certa para esta missão crítica nos Estados Unidos.”

O Beechcraft AT-6 é a aeronave de ataque leve mais capaz, acessível, sustentável e interoperável no mundo atualmente. A aeronave tem mostrado que é possível realizar o inteiro espectro de missão descrito na competição LAS e mais importante, o AT-6 tem uma capacidades líder de categoria de armas, incluindo munições padrão OTAN não guiadas, bombas guiadas a laser e mísseis ar-solo guiados a laser. Além disso, o AT-6 é a primeira e única aeronave de asa fixa a ter integrado e empregado com sucesso os foguetes guiados a laser de 2,75″.

A Hawker Beechcraft está grata por ter o apoio de seus funcionários, dos americanos interessados??, membros do militares de voo e decisores políticos de todo o Estados Unidos.

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