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A Elbit irá fornecer seu novo UAS Hermes 900 para as Forças de Defesa Aérea de Israel

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Elbit Hermes 900 UAS. (Foto: Elbit Systems)

A companhia de defesa israelense Elbit fornecerá seu novo Sistema Aéreo Não-Tripulado (UAS) Hermes 900 para as Forças de Defesa de Israel, num acordo avaliado em US$ 50 milhões. A quantidade exata de aeronaves que serão fornecidas no acordo não foi revelado.

Incluído no acordo estão adicionais aeronaves UAS Hermes 450 (“Zik”), que já estão em operação nas Forças de Defesa de Israel desde 1999. Todas as aeronaves serão entregues nos próximos três anos. A Elbit voou o Hermes 900 pela primeira vez em dezembro de 2009, o qual pode permanecer em voo por mais tempo (40 horas), voar mais alto e transportar uma carga maior de sensores e equipamentos (300 kg), comparado a versão 450.

A Força Aérea de Israel irá deslocar sua nova plataforma no já existente Esquadrão Zik 166.

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Índia deve receber sua terceira e última aeronave AWACS em dezembro

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A Força Aérea da Índia deverá receber sua terceira aeronave IAI Phalcon AWACS em dezembro de 2010.

A Força Aérea da Índia (IAF) está aguardando receber sua terceira e última aeronave de alerta aéreo antecipado e sistema de controle (AWACS) IAI Phalcon, de Israel, em dezembro de 2010.

O Ministro de Defesa da Índia, AK Antony, disse que a Oranização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO) está desenvolvendo uma aeronave AWACS que será fabricada domesticamente para a Força Aérea da Índia. Essa informação atrapalha um pouco os planos da IAI de vender outras três aeronaves AWACS para Índia.

A empresa israelense IAI/Elta assinou o contrato para três aeronaves AWACS com a a Índia em 2004. As aeronaves, conhecidas como Phalcon na Índia, são aeronaves Il-78 que receberam o sistema radar AWACS em Israel.

O primeiro e segundo avião AWACS já foram entregues para a Força Aérea da Índia, respectivamente em maio de 2009 e março de 2010.

Israel avalia adquirir mais caças F-15 ou F-16

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Israel avalia a compra de um lote de caças F-15I ou F-16I, ambos que aparecem na imagem acima. (Foto:Xnir.com)

Israel está avaliando a compra de mais aeronaves Boeing F-15I ou Lockheed Martin F-16I para preencher o intervalo operacional causado pelos crescentes atrasos – e elevado preço de venda – do caça stealth F-35 que a força aérea deseja adquirir.

A publicação semanal Jane’s Defence divulgou que a Força Aérea de Israle está considerando a aquisição de um esquadrão – 18 a 24 aeronaves – se o atraso no desenvolvimento do F-35, também conhecido como Lightning II Joint Strike Fighter, se prolongar mais.

Alternativamente, se os atrasos ficarem muito problemáticos, a Força Aérea de Israel poderá adiar o seu programa de contratos e manter aeronaves tais como os F-16A, os quais estavam planejados para serem desativados uma vez que fosse recebido o primeiro lote de F-35.

O Pentágono anunciou no dia 11 de março que o programa F-35 estava um ano e meio atrasado e poderia não estar pronto para um destacamento operacional até 2015 ao invés de 2013.

É também um fato que o custo de fabricação do caça de quinta-geração subiu de US$50 milhões por aeronave, quando o programa começou 2002, para estratosféricos US$112 milhões. Isso foi atribuído aos custos adicionais, inflação e ao aumento do custo dos materiais.

Mas algumas fonte da indústria dizem que o custo poderia chegar tranquilamente em US$150 milhões por aeronave quando forem revistas as estimativas por completo em junho.

A Força Aérea de Israel deseja adquirir um lote inicial de 25 caças F-35 – suficiente para um esquadrão- com entregas no ano fiscal de 2012, com opção para mais 50 aeronaves.

O Secretário da USAF Michael Donley disse que devido aos atrasos, a USAF considera estender a vida operacional dos caças F-16.

A Boeing já está fazendo propaganda de uma versão modernizada do caça F-15 Eagle, com capacidade stealth, como alternativa ao F-35. Essa opção poderia ser mais atrativa para Israel, o qual vem reclamando das datas de entrega e também sobre o custo do F-35.

Israel possui 27 caças de ataque F-15I Raam e 102 F-16I Sufa, bem como 72 caças e modelos de ataque F-15 A/B/C/D e 224 F-16 A/BN/C/D.

Os Ra’ams e Sufas compreendem a força de ataque estratégica de longo alcance da Força Aérea, a qual poderia colocar em prática qualquer intenção de Israel atacar a infraestrutura nuclear do Irã.

Os iraelenses tem andando profundamente preocupados com o crescente preço de cada aeronave F-35. Eles imaginavam que o limite seria de cerca de US$ 100 milhões por aeronave, mas parece que os custos de desenvolvimento continuam a subir.

Isso mantém incerto nesse momento como poderá afetar a solicitação de Israel de adquirir 75 aeronaves, desde que a escala do Pentágono de custeio do F-35 depende essencialmente das necessidades das forças armadas dos EUA.

O Pentágono planeja comprar 2.443 jatos F-35 para a U.S. Air Force, U.S. Navy e Marine Corps, num valor de cerca de US$323 bilhões, segundo estimativa atual.

Atrasos e adicionais custos poderão resultar numa redução no número de aeronaves por parte do Pentágono, o qual poderá elevar o preço de cada aeronave ainda mais do que está agora.

O mesmo acontecerá para potenciais clientes estrangeiros, incluindo as oito nações parceiras no desenvolvimento do F-35 – Austrália, Reino Unido, Canadá, Dinamarca, Itália, Holanda, Noruega e Turquia.

Israel ainda não assinou qualquer contrato para o F-35. Isso ocorreu em parte devido a outro obstáculo – Israel exige que os F-35 sejam equipados com aviônicos e sistemas de armas feitos por companhias de seu país.

A publicação Jane’s Defense Weekly divulgou que os norte-americanos aprovaram a instalação de sistemas de guerra israelenses, mas nenhuma decisão foi tomada relativa ao Sistema de Defesa Avançada Rafael para as bombas guiadas Spice e para os mísseis ar-ar Python-5.

Esper-ase que o contrato para um lote inicial de F-35 seja assinado ainda este ano, mas que está tornando-se cada vez mais improvável, tendo em vista os problemas de desenvolvimento da Lockheed Martin.

Fonte: UPI – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Força Aérea de Israel procura locais para treinamento de missões de longa distância

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Caças F-15 e F-16 da Força Aérea de Israel.

Após a Turquia não mais permitir o uso de seu espaço aéreo para treinamento das aeronaves israelenses, a Força Aérea de Israel está a procura de novos locais na Europa e na Ásia para treinar seus pilotos de caça em missões de longa distância.

Nos últimos anos, devido a várias ameaças enfrentadas, principalmente vinda do Irã, a Força Aérea de Israel aumentou suas missões de treinamento de longas distâncias. O momento mais intenso desse treinamento ocorreu em 2008, quando 100 de caças da Força Aérea de Israel voaram sobre a Grécia num exercício que foi percebido como um ensaio para um ataque contra o Irã.

Até a Operação Cast Lead na Faixa de Gaza realizada no último inverno no hemisfério norte, a Força Aérea de Israel frequentemente sobrevoava a Turquia, e tinha participado de vários exercícios anuais com a Força Aérea Turca. Após a ofensiva contra o Hamas e a deterioração das relações entre Israel-Turquia, Ankara se recusou a permitir que Israel deslocasse seus caças para Turquia.

Como resultado, o Ministério da Defesa está procurando continuar um acordo assinado em 2006 que permite que os caças de Israel possam ser deslocados para Romênia. A Força Aérea de Israel enviou jatos para Romênia para treinamento em 2007 e planeja deslocar os caças para esse país mais uma vez no final desse ano.

Em maio de 2009, o jornal semanal francês L’Express divulgou que a Força Aérea de Israel havia efetuado exercícios militares sobre Gibraltar, cerca de 4.000 km distante de Israel.

É possível que o sobrevoo de duas aeronaves de reconhecimento Gulfstream, da Força Aérea de Israel, sobre a Hungria no mês passado também foi parte de um exercício aéreo na Europa. O aparecimento das aeronaves militares sobre o espaço aéreo da Hungria disparou uma controvérsia política que culminou na semana passada com o afastamento do chefe do departamento de tráfego aéreo do Minsitério dos Transportes da Hungria.

“Nossos laços com a Turquia nunca retornarão a ser do mesmo jeito que eram uma vez,” informou um antigo membro da Força Aérea da Israel nessa quinta-feira, dia 15. “Dificilmente no atual governo da Turquia nós teremos permissão para voar sobre o país turco novamente.”

Fonte: The Jerusalem Post – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Força Aérea de Israel coloca em operação novo esquadrão de vigilância com aeronaves G550 modificadas

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A aeronave Gulfstream G550 Eitan AEW da Força Aérea de Israel.

Um novo esquadrão de vigilância aérea da Força Aérea de Israel (IAF) irá operar um frota de jatos Gulfstream G550 modificados e terá como base a Base Aérea de Nevatim.

As novas aeronaves Eitan farão parte do esquadrão Nachshon recém criado por Israel.

O esquadrão Nachshon operará as aeronaves Eitam AEW e Shavit ELINT, ambas modificadas a partir de jats executivos Gulfstream G550.

A aeronave Eitam é equipada com um conjunto de multisensores EL/W-2085, o qual inclui quatro radares conformais que operam nas faixas L e S, medidas de apoio eletrônico e de comunicação, e inteligência em comunicação.

Ela também inclui as capacidades normais de uma plataforma ELINT (Inteligência Eletrônica), e equipamento de identificação amigo/inimigo (IFF).

As informações de vigilância recebidas a partir do conjunto de sensores do Eitam são cruzados e continuamente relacionados na procura de alvos específicos através de uma cobertura radar de 360°.

O Eitam utiliza quatro antenas ativas eletrônicamente, montadas na sua fuselagem, que permitem uma ampla área de cobertura e foco instantâneo nos alvos de interesse selecionados.

O Eitam pode voar acima de 41.000 pés com uma autonomia de nove horas.

A outra aeronave que fará parte do esquadrão é a Shavit ELINT.

A aeronave ELINT Shavit transporta também um sistema de auto-defesa (chaff & flares).

Recentemente essas duas aeronaves estiveram envolvidas num incidente sobre o espaço aéreo da Hungria.

IMAGENS: Força Aérea da Índia recebe a segunda aeronave Phalcon AEW&CS

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O segundo Phalcon AEW&CS da Força Aérea da Índia. (Foto: Yoshai Mossi - AirTeamImages / Airliners.net)

A Índia recebeu hoje a segunda de três aeronaves Phalcon AEW&CS (Airborne Early Warning and Control System), contratadas com Israel, na base aérea de Jamnagar, colocando em operação o segundo “olho no céu” para avançadas capacidades de vigilância.

A segunda aeronave Phalcon AEW&CS da Força Aérea da Índia durante a chegada em Gurajat no dia 25 de março. (Foto: Michael Sender / JetPhotos)

A segunda aeronave AEW&CS, matrícula KW-3552, pousou em Gujarat vindo de Israel durante o final da tarde e será destacado na base aérea de Agra, conforme informaram os oficiais presentes na chegada da aeronave.

A aeronave foi trazida para Índia por tripulantes da Força Aérea Indiana.

Com a chegada da segunda aeronave Phalcon, a Índia poderá manter vigiado as duas fronteiras, leste e oeste, ao mesmo tempo e com a entrada da terceira aeronave em operação ainda este ano, poderá vigiar todo espaço aéreo do país.

O sistema, primeiramente utilizado para detecção de mísseis cruzeiros disparados contra a Índia e capaz de detectar aeronaves voando a centenas de quilômetros de distãncia, pode também direcionar caças de defesa aérea durante operações de combate contra jatos inimigos. Ele também auxilia na detecção de tropas invasoras nas fronteiras.

Além dessa aeronave entregue, uma terceira deverá chegar até o final desse ano, e outras três estão em negociação com Israel.

As aeronaves AEW&CS vindas de Israel foram adquiridas em 2003 através de um contrato avaliado em cerca de US$ 1,1 bilhão.

Uma terceira parte no negócio envolveu a Rússia, já que as aeronaves onde estão montados os radares Phalcon são Il-76 de transporte fabricadas na Rússia, a qual entregou a primeira unidade em maio do ano passado.

As aeronaves AEW&CS são operadas pelo Esquadrão 50, baseado em Agra, e após a entrada do primeiro sistema no dia 28 de maio de 2009, elas tem executado intensivos voos juntamente com caças Su-30MKI, Mirage 2000 e as aeronaves Jaguars.

A primeira aeronave Phalcon também participou do recente exercício militar de grande escala ‘Vayu Shakti‘ e controlou as operações aéreas de mais de 100 aeronaves participantes da maciça demonstração de poder de fogo

A Índia e Israel informaram que estão em avançadas negociações para a venda de outras três aeronaves Phalcon AEW&CS, as quais a Força Aérea da Índia pretende integrar com outras plataformas terrestres e aéreas.

Todas seis aeronaves Phalcon poderiam ser conectadas com o primeiro satélite militar da Índia, que possivelmente será lançado na metade de 2011.

Israel encomenda três aeronaves de transporte C-130J Hercules

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Duas aeronaves Lockheed C-130J Hercules durante voo de treinamento em formação.

Israel assinará um contrato no início de abril para aquisição de três aeronaves de transporte Lockheed Martin C-130J, o qual com a aquisição incluirá uma opção de compra de outras seis unidades.

A Força Aérea de Israel planeja receber seu primeiro C-130J em 2013, sendo que o modelo será entregue com uma configuração do cockpit para três pessoas, similar aos modelos utilizados pelas forças especiais dos EUA.

As novas aeronaves de transporte também serão modificadas para a instalação futura de sistemas desenvolvidos em Israel, incluindo equipamento secretos.

Israel possui uma frota ativa de 11 aviões de transporte C-130E/H, além de 5 aeronaves de reabastecimento em voo KC-130H. Seus modelos “E” deverão ser retirados de operação com as novas aquisições, enquanto que a IAI (Israel Aerospace Industries) conduzirá um reforço estrutural para aumentar a vida útil das aeronaves C-130H mais recentes.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

Aeronaves AEW israelenses violaram espaço aéreo da Hungria

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O novo Gulstream AEW da Força Aérea de Israel (em primeiro plano) é baseado no modelo executivo G550. O outro jato é baseado no G-IV.

Duas aeronaves espiãs de combate da Força Aérea de Israel foram avistadas na quarta-feira passada, dia 17, voando a baixa altitude sobre a região da capital da Hungria, Budapeste, sem informar o Ministério da Defesa e os serviços secretos civis e militares do país.

Os dois jatos Gulfstream, equipados com sistemas de vigilância, reconhecimento e inteligência, voaram através da Turquia, Bulgária e Romênia antes de entrarem no espaço aéreo da Hungria. As aeronaves deixaram o espaço aéreo assim que completaram a missão, sem pousar no país.

O Ministro da Defesa da Hungria Imre Szekeres nessa sexta-feira solicitou ao aeroporto internacional um relatório sobre o voo de quarta-feira, dia 17, sobre Budapeste, pois fontes do aeroporto passaram essa informação para o jornal húngaro Magyar Nemzet.

O ministro disse que segundo as normas do país é imperativo que o ele seja notificado de tais casos. Ainda sobre o fato, Szekeres pedirá ao governo central que reative um órgão oficial de aviação militar.

O Primeiro Ministro Gordon Bajnai também solicitou uma imediata investigação sobre o fato ocorrido.

O Embaixador de Israel em Budapeste, Aliza Bin-Noun, informou que o voo era de “rotina” e que teria informado a Autoridade Nacional de Transportes que emitiu uma permissão para o sobrevoo, e que as duas aeronaves estariam em missão diplomática.

Atrasos no programa F-35 JSF adia acordo com Israel

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Lockheed F-35 Lightning II JSF. (Foto: Lockheed)

Segundo o jornal israelense The Jerusalem Post, os atrasos constantes na produção do novo caça stealth de quinta-geração F-35 Joint Strike Fighter (JSF) deverão atrasar os planos de Israel, que previa assinar o contrato de aquisição no final de março,mas que depois das últimas informações deverá ocorrer somente em 2010.

No último final de semana o Chefe da Força Aérea de Israel, General Gabi Ashkenazi, foi até Washington para uma reunião com membros do Pantágono para saber as informações oficiais sobre os atrasos no JSF e explicar como isso afetará a Força Aérea Israelense.

Na semana passada o Secretário da USAF Michael Donley informou que a entrega do F-35 para USAF atrasaria em até dois anos, além de ter um custo aumentado para mais de US$ 130 milhões, fazendo com que não fique pronto antes de 2015, a data que Israel necessitaria da nova aeronave.

A Força Aérea da Israel pretende retirar todos seus caças F-16 de operação assim que receber os novos F-35, mas com as recentes notícias de atrasos poderá prolongar ainda mais a vida útil dessas aeronaves. Israel ainda discute a integração de equipamentos fabricados em Israel no F-35, o que está dificultando o acordo com os norte americanos.

Israel pretende adquirir até 75 caças F-35 até 2020, mas devido aos atrasos, oficiais de Israel estão revendo os planos e consideram a possibilidade de adquirir uma quantidade adicional de caças F-15I fabricados pela Boeing. Israel já possui um esquadrão de caças F-15I, com uma capacidade ampla de transportar uma variedade de mísseis e bombas inteligentes, além de possuir grande autonomia, podendo alcançar até o Irã.

Força Aérea de Israel expande treinamento para reabastecimento rápido

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Soldados de Israel preparam um caça F-16 antes de decolar na Base Aérea de Hatzerim, no extremo sul de Israel, enquanto dois aviões de ataque A-4 Skyhawk taxiam em direção a pista de decolagem. (Foto: Amir Cohen / Reuters)

Preparando-se para um eventual conflito contra o Irã e em vistas de aperfeiçoar as suas capacidades de ataque em missões de longo alcance, a Força Aérea de Israel vem realizando nas últimas semanas uma série de exercícios de reabastecimento rápido de aeronaves nas pistas de decolagem.

Esse é um procedimento perigoso desde que os motores da aeronave permanecem rodando enquanto que o bocal da mangueira de combustível está conectada nos jatos. O treinamento é para os pilotos e para as tripulações no solo e estão sendo feitas para permitir que a aeronave leve o máximo de combustível possível em missões de longo alcance.

Numa missão normal, após o acionamento do motor de um caça, o piloto precisa ainda de algum tempo para fazer os últimos procedimentos na aeronave, verificar os sistemas, realizar o taxi da aeronave para então decolar. Tudo isso consome uma quantidade razoável de combustível, considerado essencial para uma missão de longo alcance.
Diante disso, a vantagem de reabastecer a aeronave já na cabeceira da pista permite que o piloto decole com os tanques praticamente cheios.

Segundo o novo protocolo da Força Aérea de Israel, os caminhões reabastecedores são mantidos na cabaceira das pistas abastecendo continuamente a aeronaves, sendo que o processo é interrompido apenas alguns segundos antes da decolagem.

“Nós entendemos que muitas das nossas ameaças e desafios requerem que nós possamos desenvolver uma capacidade para voar até longas distâncias” explicou um oficial senior da Força Aérea de Israel. “Parte de nossa preparação inclui ter o conhecimento de como abastecer nossas aeronaves para que elas possam voar com o máximo de combustível possível.”

Na semana passada, a Força Aérea de Israel inaugurou um novo veículo aéreo não tripulado chamado de Heron TP, ou Eitan como é chamado em Israel. Com a mesma evergadura de um Boeing 737, o Heron TP é o mais sofisticado e maior UAV feito em Israel, pesando quase 5 toneladas e capaz de voar 36 horas ininterruptas enquanto carrega mais de centenas de quilos de equipamentos. O Heron aumentará a capacidade de voos de longa distância da Força Aérea de Israel, principalmente nas operações de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), e de acordo com algumas reportagens também possui capacidade de disparar mísseis.

Enquanto isso no sábado, o The New York Times reportou que o Irã recentemente moveu para a superfície todo o seu estoque de urânio empobrecido, que segundo a Agência Internacional de Energia Atômica é em torno de duas toneladas. Essa atitude é alvo de estranhamentos por parte do Ocidente, pois dessa forma todo aquele material fica exposto a um ataque aéreo ou mesmo a uma sabotagem por ações de comandos de forças especiais.

Fonte: The Jerusalem Post – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

A Força Aérea de Israel coloca em operação seu mais novo UAV, o ‘Eitan’

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IAI UAV Eitan

A Força Aérea e Espacial de Israel (IASF) introduziu seu mais novo veículo aéreo não tripulado (UAV) ‘Eitan’, o qual equipará o primeiro esquadrão no domingo, dia 21 de fevereiro.

O Veículo AéreoNão Tripulado (UAV) Eitan, até então conhecido como Heron TP.

Anteriormente conhecido como Heron TP Medium-Altitude, Long-Endurance (MALE), opera por longos períodos em altitudes médias, o Eitan é produzido pela Israel Aerospace Industries (IAI) e é capaz de operar por mais de 20 horas durante uma única missão.

“Pelo meu conhecimento, esse é o mais avançado UAV do tipo em operação no mundo, e é especialmente adaptado para as missões da IASF,” explicou o Tenente Coronel Eyal, responsável pelo Projeto Eitan. “Apenas poucos UAVs no mundo possuem essas capacidades.”

Nessa imagem pode-se ver o tamanho do Eitan, que começa a operar oficialmente na Força Aérea de Israel no próximo domingo, dia 21.

Com uma envergadura de 14 metros e um motor turbohélice de 1.200hp, o Eitan pode atingir uma altitude de 45.000 pés e transportar cerca de 1.000 kg de equipamentos.

O Eitan voou pela primeirra vez em 15 de julho de 2006. Desde essa data vem sendo testado exaustivamente pela IAI e pela Força Aérea de Israel, tendo voado até mesmo sobre a Faixa de Gaza.

Fonte: Israel Aircraft Industries – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Israel informou os Estados Unidos que compra o F-35 somente se metade dos aviônicos for de origem israelense

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Lockheed F-35 Lightning II. (Foto: Lockheed)

O jornal israelense The Jerusalem Post divulgou que o Ministério da Defesa de Israel disse aos Estados Unidos que somente vai comprar o caça stealth F-35 Lightning II se pelo menos 50% dos sistemas de aviônicos forem trocados por tecnologia fabricada em Israel.

A primeira preocupação dos EUA é a habilidade de Israel para instalar seus próprios sistemas de radar e de guerra eletrônica, mas até o momento os Estados Unidos se recusam a permitir o acesso aos códigos fontes dos sistemas da aeronave, assim como foi igualmente negado aos outros pedidos das nações participantes do programa JSF (Joint Strike Fighter).

Um outro problema é que os Estados Unidos vem recusando a ideia de Israel de efetuar as manutenções em seus futuros caças F-35 de forma independente. Através da atual proposta, se um cliente encontrar problemas de mal funcionamento mecânico, a aeronave deverá ser enviada para um centro de manutenção exclusivo, que estuda-se que seja criado na Itália.

De acordo com autoridades de Israel, o investmento para compra das aeronaves F-35 JSF só terá um bom custo benefício se as empresas de Israel tiverem algum retorno financeiro. Um exemplo foi o contrato da Israel Aerospace Industries que ganhou um contrato para produzir as estruturas principais das asas dos caças F-16 feitos pela Lockheed Martin, também a empresa dos caça F-35. Estima-se que cada caça F-35 custe cerca de US$ 130 milhões.

O artigo do jornal diz ainda que Israel acredita que terá uma aumento qualitativo da tecnologia de ponta sobre outros caças F-35 se puder instalar seus próprios sistemas de aviônicos.

Israel estuda adquirir 25 aeronaves F-35, mas a data ainda não está definida. Se houver um acerto sobre esses assuntos, estima-se que em seis meses o contrato deva ser assinado.

Fonte: The Jerusalem Post – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Israel entregará, em março, quatro UAV Heron para a Turquia

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UAV Heron, de Israel, que a Turquia deverá receber em março. (Foto: IAI)

Israel enviará em março quatro UAV Heron, primeira parte de um contrato de 10 veículos aéreos não-tripulados (UAV), para Turquia, informaram autoridades turcas na quinta-feira, dia 14.

A entrega está sujeita a uma aprovaçao da Turquia, através de uma delegação que chegou a Israel no início da semana passada para os testes finais e avaliações técnicas.

A Turquia fechou um contrato em 2005, encomendando 10 UAV de Israel, da fabricante Israel Aerospace Industries (IAI) e Elbit. Ambos contratados acordaram com a Turquia de pagar multas caso o prazo de entrega não seja cumprido.

As sete aeronaves restantes deverão chegar à Turquia no final de 2010, de acordo com autoridades turcas.

Os sistemas UAV Heron são sistemas operacionais de quarta-geração, que operam durante longos períodos, em altitudes médias, baseados em tecnologia de ponta, com novos sistemas de deolcagens e pousos totalmente automáticos. Podem operar durante o dia e noite, fornecendo imagens em tempo real para as equipes no solo. Os UAV Heron podem atingir altitudes de 30.000 pés, com um alcance de 350 quilômetros e permanecer voando por até 24 horas. Podem ainda fornecer reconhecimento estratégico e vigilância de seis alvos simultaneamente.

Aeronautics produzirá uma versão não tripulada do Diamond DA42, chamada de Dominator

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Aeronautics Dominator UAV, baseado na aeronave leve bimotora Diamond DA42

A Aeronautics Defense Systems irá fabricar o Dominator, uma versão não-tripulada da aeronave bimotora leve Diamond DA42, na sua unidade em Israel, após receber interesse de potenciais compradores.

Aeronautics Dominator UAV em voo

A empresa continua os voos de testes com um demonstrador e dois protótipos do sistema, os quais até o momento acumularam mais de 100 horas de voo.

A empresa tem como objetivo acumular mais de 1.000 horas com os dois protótipos, devendo alcançar a capacidade operacinal plena do Dominator antes do final de 2010.

Aeronautics Dominator UAV

O protótipo 2 do veículo aéreo não tripulado Dominator, ou “Oz”, voou pela primeira vez em junho de 2009. O projeto reverte ao DA42, mantendo os motores a diesel Thielert usados no modelo original, e pode ser equipado com uma variedade enorme de equipamentos embarcados.

O peso máximo de decolagem é de 2.000kg (4.410lb), incluindo os 300kg de equipamentos. O teto operacional é de 30.000 pés (9.150m) e a velocidade máxima de 190 kts (350km/h), mas a altitude de voo de 20.000 pés é a melhor altitude operacional para essa plataforma.

O Aeronautics Dominator pode transportar até 300kg de equipamentos e sensores a bordo

O Dominator está sendo preparado para o mercado de UAVs que operam em médias altitudes e de longa duração em voo.

O Dominator será oferecido com um avançado sistema de comunicações via satélite, baseado numa antena projetada e desenvolvida por uma subsidiária da Aeronautics.

Fonte: Flight Global – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Força Aérea de Israel considera adquirir aeronaves V-22 Osprey

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Boeing V-22 Osprey
Boeing V-22 Osprey

A Força Aérea de Israel está discutindo a necessidade de aquisição de aeronaves Boeing V-22 Osprey, devido a falta de opções rotoras adequadas.

Israel vem seguindo o desenvolvimento do tiltrotor V-22 já faz algum tempo, bem como conhece o seu desempenho nos esquadrões operacionais. Um número de pilotos israelenses, incluindo o comandante da força de helicópteros de Israel, o Brigadeiro General Yakov Shaharabani, tiveram a chance de voarem no V-22 durante visitas nos EUA.

Um debate continua ocorrendo na força aérea para buscar uma nova aeronave rotora, com as tripulações de helicópteros dando sua opinião para a aquisição do V-22 que poderia aumentar significativamente as capacidades de transporte e deslocamento. O V-22 é capaz de transportar a mesma carga que um helicóptero CH-53 carregaria, o qual está atualmente em operação nas Forças de Defesa de Israel, mas que possui velocidade, alcance e altitude máxima muito inferiores ao do V-22. Então, o V-22 poderia permitir que o comando e as operações de resgate fosse feitas em distâncias muito maiores do que é possível hoje. Uma aeronave V-22 tem um valor de mercado de US$ 65 milhões.

Contrários ao V-22 estão os oficiais senior da força aérea, especialmente aqueles responsáveis pela procura de uma nova aeronave, que apoiam a compra de mais helicópteros avançados CH-53 e aeronaves C-130 para substituir a frota antiga de aeronaves de transporte. Os aviões C-130 e os helicópteros CH-53 em operação pela Força Aérea de Israel, foram comprados em 1960 e no início de 1970, e estão chegando no final da vida útil por causa de fadiga dos metais e de outras partes. Os oficiais que são contra o V-22, são a favor da aquisição de aeronaves C-130J e de helicópteros CH-53K, esse último ainda em fase de desenvolvimento.

Apoiadores do V-22 argumentam que novas aeronaves de transporte de modelos já existentes em serviço coma força aérea não aumentarão significativamente as capacidades da força.

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