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IMAGENS: China Airshow abre com impressionante voo do J-10B e guerra comercial com os EUA

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O caça J-10B durante a impressionante demonstração no China Airshow em Zhuhai. (Foto: REUTERS/Stringer)

A China iniciou na terça-feira seu maior show aéreo com uma demonstração de suas ambições na aviação, revelando um modelo em tamanho real de um jato de longa distância que está desenvolvendo com a Rússia e exibindo seu jato J-20 em uma demonstração de voo. Mas quem roubou o show no primeiro dia foi o caça J-10 com empuxo vetorado.

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Caça furtivo J-20 entra em serviço com a Força Aérea da China

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Um caça furtivo Chengdu J-20.

O mais recente caça furtivo J-20 da China foi oficialmente colocado em operação junto a Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF), de acordo com Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China na quinta-feira.

Caça J-20 com novo motor fabricado na China?

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Caça chinês J-20 estaria operando com novos motores.

A maioria dos especialistas e internautas afirmar que as novas fotos postadas on-line dos jatos chineses Chengdu J-20 mostram que os motores Shenyang-Liming WS-10 Taihang nacionais substituíram seus homólogos russos.

Caça de quinta geração J-20 em breve terá motores desenvolvidos pela China

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O caça J-20 chinês atualmente opera com motores russos Saturn AL-31. (Foto: @Jacksonbobo)

A China deve em breve equipar seu novo caça de quinta geração com um motor desenvolvido no país, de acordo com um cientista sênior que trabalha para a Aero Engine Corp da China.

China coloca em serviço o caça furtivo J-20 e prepara seu segundo porta-aviões

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O caça furtivo chinês J-20 foi oficialmente colocado em serviço.

A China colocou em serviço a sua nova geração de caças furtivos Chengdu J-20, um avião de guerra que os chineses esperam que reduza a diferença de tecnologia militar com os Estados Unidos, ao mesmo tempo que altos oficiais navais informaram que o país estava construindo uma marinha de “primeira classe” e desenvolvendo um corpo de fuzileiros navais.

IMAGENS: Novo exemplar de produção do caça J-20 chinês

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A mais recente unidade do J-20 visto durante voo de testes em Chengdu. (Foto: Adan Y.)
A mais recente unidade do J-20 visto durante voo de testes em Chengdu. (Foto: Adam Y.)

A Chengdu Aircraft Company (CAC) continua com a produção em baixa escala (LRIP) de seu novo caça J-20. Durante essa semana, mais uma nova aeronave foi fotografada e recebeu destaque em sites chineses. Esta é a segunda aeronave J-20 LRIP, após o primeiro exemplo com número serial 2101 ter sido vista no final de dezembro de 2015, que já possui vários refinamentos em comparação com as aeronaves anteriores.

Governo chinês decide que aeronave furtiva J-20 não será exportada!

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J-20
A decisão de Pequim foi recebida com surpresa nos meios especializados, haja vista, desde 2011, quando o Chengdu J-20 foi visto pela primeira vez, analistas ocidentais acreditavam que essa aeronave estaria disponível para exportação.

China acusada de roubar tecnologia dos EUA para uso no J-20

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J-20Tecnologia do F-35 poderia estar sendo usada no J-20.

IMAGENS: Caça chinês J-20 mostra míssil no seu compartimento de armas lateral

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O caça J-20 com um míssil posicionado num trilho de lançamento do compartimento interno lateral de armas.
O caça J-20 com um míssil posicionado num trilho de lançamento do compartimento interno lateral de armas.

Surgiram em sites chineses imagens do que seria o caça J-20 “2002” com o compartimento interno de armas com um míssil posicionado no trilho de lançamento. Ainda não existe a confirmação sobre a autenticidade das imagens, que podem ser montagens.

O trilho de lançamento fica posicionado fora do comprtimento, que consegue praticamente fechar as portas durante o disparo.
O trilho de lançamento fica posicionado fora do comprtimento, que consegue praticamente fechar as portas durante o disparo.

Além disso, o caça stealth chinês parece adotar um layout diferente dos modelos ocidentais, onde o trilho de lançamento sai para fora do compartimento e permanece nessa posição até o lançamento, mas com as portas semi fechadas. Nos caças F-22 e F-35 as portas são abertas e permanecem assim até o momento do lançamento.

O caça chinês J-20 em voo com o trilho de lançamento posicionado para fora.
O caça chinês J-20 em voo com o trilho de lançamento posicionado para fora.

O método chinês com as portas fechadas e mantendo o projétil disponível para o disparo mantém um RCS muito baixo em comparação com a versão americana dos compartimentos com as portas já abertas. Alguns analistas dizem que os caças F-22 e F-35 seriam mais vulneráveis pela detecção radar neste momento, como as portas abertas durante o preparo para o disparo.

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Caça chinês J-20 aparece com dois motores diferentes

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O segundo protótipo do caça chinês J-20 apareceu em Chengdu equipado com dois tipos diferentes de motores.
O segundo protótipo do caça chinês J-20 apareceu em Chengdu equipado com dois tipos diferentes de motores.

Recentemente divulgamos uma matéria sobre o interesse da China em adquirir caças Su-35 da Rússia para conseguir os motores necessários para o caça J-20. Nessa semana, o segundo protótipo do Chengdu J-20, número “2002”, foi fotografado aparentemente com dois motores diferentes, sendo um provavelmente o motor russo AL-31 enquanto o outro parece com o melhorado motor Shenyang WS-10G fabricado na China.

Provavelmente esse teste com dois motores diferentes foi realizado para verificar se a versão melhorada do motor chinês WS-10 pode ser instalado no J-20, possibilitando uma encomenda desse motor sem ter que esperar pelo motor WS-15 que está sendo desenvolvido.

O caça chinês J-20 em voo, com dois motores diferentes.
O caça chinês J-20 “2001” em voo, também já foi visto com dois motores diferentes.

Até agora, o desenvolvimento do motor Xian WS-15 está numa fase inicial e deve demorar de cinco a sete anos para poder ser usado. Portanto, se o melhorado WS-10G, com maior empuxo puder ser usado pela primeira vez, haverá uma grande mudança na estratégia da China no desenvolvimento de sua nova geração de caças.

A China tentou usar o motor AL31FN no J-20, claramente uma estratégia relativamente boa, já que o motor tem sido muito usado nas aeronaves J-10A e J-10B na China. No entanto, tanto o motor AL-31FN como o WS-10 não alcançaram o empuxo necessário para o J-20. A sua relação de empuxo-peso está entre 7 e 8, enquanto que o motor F119 do F-22 está entre 10 e 11.

Visando encurtar o prazo de desenvolvimento para o J-20, a China não tem outra alternativa a não ser usar a versão melhorada do motor WS-10 ou os motores russos 117S que equipam o Su-35. Sendo assim, se tudo correr bem, o J-20 com o melhor motor WS-10G poderá começar a ser entregue em 2015, enquanto aqueles instalados com o motor WS-15 somente em 2020.

A China vem buscando encontrar um motor capaz para seu caça J-20.
A China vem buscando encontrar um motor capaz para seu caça J-20.

A China está realizando uma avaliação detalhada das capacidades dos dois motores e caso eles não alcancem um rendimento esperado, os chineses terão que recorrer a fornecedores externos, possivelmente a Rússia.

As poucas fotografias do J-20 “2002” não mostram claramente quais os motores estão instalados, mas parece provável que a China tem problemas na fabricação nacional de motores confiáveis de caças e continuará importando modelos de fabricação russa.

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China estaria buscando adquirir tecnologia russa para motorizar seu caça J-20

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A dificuldade no desenvolvimento de um motor para o J-20 tem feito com que a China buscasse na Rússia uma solução.
A dificuldade no desenvolvimento de um motor para o J-20 tem feito com que a China buscasse na Rússia uma solução.

A China estaria prestes a fechar um acordo com a Rússia para o fornecimento de um lote de caças Su-35, e segundo a publicação AIN Online o motivo seria uma dificuldade dos chineses em relação ao motor do novo caça J-20, o qual não poderá ser resolvido num futuro próximo.

Até este ano, o J-20 já fez mais de 60 vôos. Dois protótipos já estão sendo usados para testes de voo e um terceiro especialistas dizem que está sendo usado para testes no solo e em laboratório. O segundo protótipo, número 2002, está com visíveis “círculos brancos”, que são usados para medições ópticas desde o solo ou a partir de outra aeronave. Alguns analistas não oficiais chineses chegaram à conclusão de que esses “círculos” indicam que a aeronave será usada para os primeiros testes de armas.

No entanto, a China não tem sido capaz de alcançar os resultados desejados no desenvolvimento do motor WS-15, concebido para esta aeronave. O primeiro protótipo voou com os motores russos AL-31F, a segunda aeronave voou com os motores WS-10G, que também é usado na versão chinesa do Su-27SK.

De acordo com algumas estimativas, o desenvolvimento do J-20 vai levar ainda no mínimo seis anos, o que significa que a aeronave não entrará em serviço até 2017. A entrega de 24 caças Su-35 e um número desconhecido de motores 117C (o desenvolvimento do AL-31F) está prevista para começar em 2015. De acordo com analistas, a China está tentando dominar a tecnologia deste motor para uso com o J-20.

A China está também enfrentando dificuldade com o novo equipamento radar, e que também com o controle de armas a bordo do radar Irbis-E, que equipa o Su-35, e é considerado “um dos melhores do mundo”, também incluído neste sistema que está sendo adquirido da Rússia.

Com informações do amigo Rustam, direto da Rússia

 

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VÍDEO: Novo voo de testes do caça chinês J-20 em 2013

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Um vídeo divulgado dias antes do primeiro voo do avião de transporte Y-20, mostra outro desenvolvimento militar chinês, o caça de quinta geração J-20, realizando mais um voo de testes, desta vez no dia 21 de janeiro de 2013. O voo da aeronave “2002”, o segundo protótipo do J-20, decolou da unidade da Chengdu, na China. Acompanha o caça J-20 no teste de voo um jato de treinamento K-8 e um jato de combate JF-17 Thunder.

O segundo protótipo do caça chinês J-20 durante testes em Chengdu.
O segundo protótipo do caça chinês J-20 durante testes em Chengdu.

O caça Chengdu J-20 “Mighty Dragon” fez seu primeiro voo no dia 11 de janeiro de 2011, e é um programa chinês que começou do final da década de 1990, designado “Projeto 718”. A Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China (PLAAF) pretende ter o J-20 plenamente operacional entre 2017-2019.

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VÍDEO E IMAGENS: Possível terceiro protótipo do caça chinês J-20

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A aeronave vista em Chengdu no dia 20 de outubro levanta suspeitas que pode ser um terceiro protótipo do caça de quinta geração chinês J-20. (Foto: lt.cjdby.net) Clique para ampliar a foto.

Surgiram nesse sábado as primeiras imagens de um possível terceiro protótipo do caça chinês de quinta geração J-20 “Mighty Dragon”. A aeronave, possivelmente com o código “2003”, foi fotografada e filmada no aeródromo em Chengdu, realizando procedimentos de testes de sistemas no solo, e ainda não realizou nenhum voo. Veja a seguir um vídeo da possível nova aeronave a partir da marcação 1:11.

O primeiro protótipo, com a marcação “2001” voou pela primeira vez em janeiro de 2011, a segunda aeronave de testes, com a marcação “2002” decolou pela primeira vez em maio desse ano. Alguns comentários em fóruns de defesa falam que a aeronave da foto acima seria o segundo protótipo (2002) com várias modificações, incluindo com a inclusão de um radar AESA, já que o radome foi amplamente modificado.

O caça visto recentemente estava com diversos paineis de acesso abertos, prossivelmente para verificação dos novos sistemas instalados e que poderão ser instalados na aeronave.

A primeira aeronave continua realizando os testes de voo em Chengdu, contabilizando cerca de 60 voos até o momento, e a aeronave “2002” já faz algum tempo que não tem mais voado, indicando que o jato que surgiu com diversos painéis abertos poderia ser o segundo protótipo que recebeu as modificações e diversos novos sistemas. Além disso, a China também estaria desenvolvendo um segundo modelo de caça de quinta geração, o J-31 “Falcon Eagle”, visto e fotografado em setembro junto a fábrica da Shenyang.

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IMAGENS: Primeiro voo do segundo protótipo do caça chinês J-20

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O segundo caça stealth chinês J-20 decolou pela primeira vez no dia 16 de maio. (Foto: fyjs.cn)

O segundo protótipo do caça chinês de quinta geração, o J-20 Mighty Dragon, com o número 2002 pintado na fuselagem, realizou seu primeiro voo no dia 16 de maio, a partir da unidade da fabricante Chengdu na China. A aeronave permaneceu em voo por 20 minutos, tendo decolado às 14:48 hora local e pousado às 15:08. hora local.

A segunda aeronave de testes J-20 tem pequenas modificações em relação ao primeiro protótipo.

Na semana psssada, divulgamos uma foto do que seria os primeiros testes de táxi e um vídeo dos testes de motores do caça, indicando que o primeiro voo não estava longe de ocorrer. O voo inaugural do primeiro protótipo, número 2001, ocorreu em dezembro de 2010, e agora 16 meses depois a China coloca duas aeronaves J-20 em voo.Segundo informações, o caça passou cerca de um mês realizando testes no solo antes desse voo.

O segundo caça chinês J-20 libera seu paraquedas após o pouso.

A China pretende colocar o caça J-20 em serviço entre os anos de 2017 e 2019. Essa semana um relatório comentou sobre a real capacidade do J-20 sobre os caças stealth dos EUA.

Relatório diz que caça chinês J-20 tem capacidades iguais aos melhores caças dos EUA

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O segundo protótipo do caça J-20 já está realizando testes de táxi, como preparativo para seu primeiro voo. (Foto: CCP/Color China Photo/AP Images)

A próxima geração de caça stealth em desenvolvimento pelos militares chineses poderia rivalizar com os melhores caças da América do Norte em capacidade stealth, velocidade e letalidade, segundo um novo relatório particular divulgado essa semana.

Os detalhes sobre o caça chinês J-20 são escassos já que o projeto está sendo desenvolvido sob extremo sigilo, mas uma análise realizada por uma agência de análises de política e defesa baseada em Washington, a Jamestown Foundation, com base na pouca informação publicamente disponível, concluiu que o caça “será um avião furtivo de alto desempenho, sem dúvida, capaz de competir na maioria dos parâmetros cardeais de desempenho… com os caças F-22 Raptor dos Estados Unidos, e superior na maioria, se não todos os parâmetros de desempenho cardeais contra o caça F-35 Joint Strike”.

O F-22 Raptor, que custou ao governo dos EUA cerca de US$ 77 bilhões para 187 aviões da gigante de defesa Lockheed Martin, nunca viu a aeronave nas três maiores operações de combate que os EUA participou, mas é considerado pela Força Aérea e pela Lockheed Martin como um caça stealth incomparável. O pouco mais barato F-35, um caça stealth multimissão que está sendo desenvolvido pela Lockheed Martin para a Força Aérea, Marinha e Fuzileiros Navais, não pretende se concentrar no combate ar-ar como o F-22, mas nas missões ar-solo e deverá trabalhar em conjunto com o F-22.

O relatório da Jamestown Foundation, escrito pelo analista de defesa e proponente do F-22 Carlo Kopp, e foi publicado na semana passada, poucos dias depois de toda a frota americana de F-22s ter os voos restringidos devido a preocupações com sistema de oxigênio e um novo vídeo que surgiu online, supostamente mostrando um raro voo de teste de um novo protótipo do J-20. O relatório apontou que os aviões chineses não têm o alcance para fazer ataques sem apoio contra os EUA continental, mas as bases militares dos EUA e aliados na região estão bem dentro da zona alvo em potencial – incluindo bases aéreas que já serviram de casa para os caças F-22. No entanto, a Força Aérea disse que atualmente não há F-22s implantados no exterior. O relatório também afirma que, devido ao seu tamanho maior, o J-20 poderia transportar mais e maiores cargas do que o F-22.

Embora o Departamento de Defesa não queira comentar sobre o relatório da Jamestown Foundation, em resposta ao vídeo do J-20, um porta-voz do Pentágono disse na semana passada que os EUA têm “monitorado cuidadosamente a abrangente e constante modernização do poderio militar da China, e as suas implicações para a região.”

Mas logo em janeiro, logo após um vôo de teste do que parecia ser o J-20, o secretário de imprensa do Departamento de Defesa, Geoff Morrell disse a repórteres: “nós não sabemos, francamente, muito sobre as capacidades do avião” e pediu a observadores para “abrandar um pouco sobre as caracterizações do J-20 neste momento.”

A China ainda está em fase de desenvolvimento do seu caça, e assim que o sistema de oxigênio for resolvido, a Força Aérea dos EUA vai voltar a ter mais de 160 caças F-22 operacionais. O último dos 187 aviões ainda estão sendo entregues pela Lockheed Martin.

Departamento de Defesa: Caça stealth da China ‘não surpreende’

O último caça stealth F-22 Raptor fabricado pela Lockheed será entregue em breve para USAF. (Foto: Lockheed Martin)

À medida que mais informação vem à tona sobre o secreto J-20, o porta-voz do Departamento de Defesa só diz que o Pentágono não foi pego de surpresa.

“O fato de que a China desenvolveu um protótipo para este programa não é surpreendente e é consistente com a direção que víamos a China tomar no campo militar ao longo de vários anos”, disse o porta-voz.

De acordo com a Lockheed Martin, que ainda está recebendo centenas de milhões de dólares dos contribuintes para atualizar os atuais F-22, o J-20 “mostra que outras nações estão buscando desenvolver a capacidade de desafiar o F-22 e, por extensão, nossa capacidade para alcançar a superioridade aérea num conflito futuro.

“Tais ameaças emergentes ilustrar a necessidade de continuar a reforçar as capacidade do F-22 para que ele permaneça à frente das ameaças em evolução”, disse um porta-voz da Lockheed Martin.

Tanto a Força Aérea como a Lockheed Martin disseram que a razão dos F-22 de US$ 143 milhões dólares ainda não ter disparado contra todos os inimigos – apesar do envolvimento dos EUA nas operações aéreas na Líbia, Iraque e Afeganistão – é porque eles são projetados especificamente para o domínio aéreo contra sofisticados sistemas de armas inimigos como o J-20, não contra pequenas e mal armadas forças armadas do terceiro mundo e de grupos insurgentes.

Os aviões naturalmente inimigos, portanto, são aqueles que o maior crítico do programa, o secretário de Defesa Robert Gates, disse que em 2009 não existia.

“O F-22 é claramente uma capacidade que tornamos necessidade – um nicho, uma solução bala de prata para um ou dois possíveis cenários – mais especificamente a derrota de uma frota inimiga altamente avançada em combate”, disse em 2009 o secretário de Defesa, Robert Gates, ao defender no Congresso um financiamento adicional para o Raptor no orçamento. “[Mas] o F-22, para ser franco, não faz muito sentido em qualquer outra parte do espectro do conflito.”

Antes da decisão ter sido feita para cortar o programa F-22 em 187 aviões – em vez de mais de 600 que originalmente fazia parte do negócio – dezenas de apoiadores no Congresso e governos estaduais enviaram cartas ao presidente Obama argumentando que a força total dos F-22 seria necessária para enfrentar as próximas gerações de aeronaves que estão sendo desenvolvidas pela China e pela Rússia. Gates, descartou a idéia, dizendo que os F-22 e os mais recentes F-35s estariam ultrapassando muito as forças de quaisquer adversários pelos próximos 15 anos pelo menos.

Fonte: ABC – Tradução: Cavok

Dica do amigo Rogério. Obrigado e pode continuar mandando via comentários. 😉

VÍDEO: Segunda aeronave chinesa J-20 inicia testes de táxi e de motores

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O segundo jato Chengdu J-20, número 2002, durante testes de táxi na China.

A China está atualmente realizando testes de motores e de táxi do segunda protótipo da aeronave stealth de quinta geração Chengdu J-20. Na imagem acima pode ser visto o jato, com o número “2002” pintado na fuselagem, identificando ele como a segunda aeronave – a primeira tinha a marca “2001” escrita no nariz. Abaixo, pode ser visto um vídeo dos testes de motores realizado pela segunda aeronave J-20 no dia 1° de maio.

O primeiro voo do jato J-20 ocorreu há 16 meses. Ainda não é sabido qual a verdadeira função principal das aeronaves. Devido ao seu tamanho, analistas acreditam que os J-20 serão usados como aeronaves de interceptação, mas existem teorias de que o J-20 será utilizado como caça bombardeiro de alta velocidade.

Caça chinês J-20 não deve entrar em operação este ano

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O caça chinês de quinta geração J-20, durante um de seus recentes voos de testes, onde realizou manobras de grande força G.

O novo caça stealth da China, o J-20, não estará operacional este ano, conforme especulado anteriormente, disse nessa quinta-feira um jornal diário com sede em Pequim, citando altos oficiais ??da Força Aérea Chinesa.

Vários meios de imprensa da China haviam informado recentemente que o J-20, um novo caça furtivo chinês, ou um caça bimotor de quinta geração, entrará em serviço antes do programado, após testes bem sucedidos do avião no ano passado, na zona ocidental da cidade chinesa de Chengdu.

No entanto, Gao Shouwei, tenente-general da Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF), disse ao Legal Evening News que os vôos de teste ainda estão em curso e o jato não deve estar operacional este ano.

Comentando sobre as capacidades do caça, Gao disse à margem da reunião de Congresso Nacional Popular que o caça J-20 tem vantagens e desvantagens se comparado com os jatos furtivos de outros países, incluindo o F-22 dos Estados Unidos.

O J-20, desenvolvido pelo Chengdu Aircraft Industry Group da China, tem atraído muita atenção, uma vez que fez seu vôo inaugural em Chengdu no dia 11 de janeiro de 2011.

Relatórios de testes bem sucedidos do caça stealth surpreenderam o mundo com a velocidade com que a China desenvolveu seu jato stealth, e fomentaram preocupações nos países ocidentais, incluindo da Rússia, que está desenvolvendo seus próprios jatos furtivos.

Fonte: Focus Taiwan – Tradução: Cavok

VÍDEO: Caça chinês J-20 abre seus compartimentos internos de armas

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Na semana passada mostramos aqui novas imagens do caça chinês J-20 com o compartimento interno de armas aberto. Ontem, o site ChinaDefense divulgou um vídeo no YouTube com o caça taxiando e em seguida abrindo os compartimentos laterais e também o compartimento de armas na parte de baixo do caça.

MiG nega que tenha passado tecnologia stealth para a China e seu caça J-20

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Na imagem acima, o caça de quinta geração J-20 inicia a decolagem ao lado de um caça JF-17 em Chengdu.

A Rússia negou ter transferido tecnologia stealth para a China para ajudá-la com o seu protótipo do caça stealth de quinta-geração J-20 Black Eagle, informou a fabricante russa MiG nesta sexta-feira.

“Nós não estamos entregando qualquer equipamento para a China, e nunca entregamos”, disse a porta-voz da MiG Yelena Fyodorova.

A declaração da MiG segue reivindicações da imprensa russa e estrangeira, que divulgaram na semana passada que o caça J-20 da China que foi revelado a seis meses atrás é baseado na tecnologia e com componentes do protótipo russo Mikoyan Artigo 1.44, uma aeronave demonstradora de tecnologia stealth, que teve o desenvolvimento suspensa.

Alguns analistas dizem que as aeronaves têm semelhanças.

Comparativo entre os caças J-20 chinês e o MiG 1.44 russo.

“A parte traseira do J-20 se parece muito com a do 1.44, assim como o layout geral com delta canards”, disse Douglas Barrie, um especialista em guerra aérea do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos sediado em Londres. “Se for uma coincidência, é uma impressionante. A Rússia pode ter fornecido apoio técnico, mas não há nada de substancial para provar isso. A China tem, no entanto, contado com a Rússia para muito do seu setor da defesa por uma década e meia”.

O J-20 Black Eagle da China foi pensado para ser conceitualmente semelhante ao caça norte americano F-22 Raptor e o russo Sukhoi T-50, mas é provável que seja apenas um demonstrador de uma tecnologia ou protótipo, em vez de um caça viável.

Comparativo entre os caças de quinta geração J-20, F-22, T-50, YF-23 e MiG 1.44.

A China tem trabalhado em um programa do futuro caça desde meados da década de 1990, mas o J-20 não deverá entrar em serviço antes de 2018-2020.

No início do mês, Mikhail Pogosyan, o chefe da United Aircraft Corporation Rússia, disse que o programa chinês de caça de quinta geração é mais para efeito do que substância e marca o primeiro vôo como um “demonstrador”.

A China contou com a União Soviética durante a maior parte de sua tecnologia de aviação até a cisão sino-soviética após 1961. A China, em seguida, realizou o desenvolvimento de cópias de aviões soviéticos e russos.

Beijing também conta com motores russos, radares e componentes eletrônicos para muitos de seus outros aviões, como o caça JF-17 que é desenvolvido em conjunto com o Paquistão.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

Segundo o Pentágono, caça chinês J-20 estará efetivamente operacional em 2018

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O caça chinês J-20 durante recente voo de testes em Chengdu, na China.

Um relatório do Pentágono destacou os principais avanços pela Força Aérea do Exército de Libertaçã Popular (PLAAF) da China, com menção específica ao desenvolvimento da nova aeronave de caça Chengdu J-20. Pelo relatório emitido em Washington, acredita-se que o J-20 poderá atingir uma “capacidade operacional eficaz” em 2018, e sugere que a tarefa principal da papel da aeronave não seja como um caça, mas sim uma plataforma de ataque de longo alcance. Ele diz que a tecnologia do motor é o principal desafio que a China terá de enfrentar no desenvolvimento do J-20.

O relatório anual do Departamento de Defesa dos EUA enviado ao Congresso, intitulado “Evolução Militar e de Segurança envolvendo a República Popular da China,” abrange todos os aspectos da modernização na área de defesa da China.

“O novo caça J-20 vai finalmente dar a Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China uma plataforma capaz de longo alcance, com ataques de penetração em ambientes complexos de defesa aérea”, disse o relatório.

Comparativo de tamanhos entre os caças Su-27, J-20, T-50 (Rússia) e F-22 (EUA).

Houve debates nos círculos de defesa quanto ao papel exato do J-20. Alguns têm especulado que ele está sendo concebido como um rival direto para o caça Lockheed Martin F-35 Lightning II. Outra teoria popular indica que ele está sendo projetado especialmente para ataques de longo alcance contra porta-aviões norte-americanos e outros alvos.

Uma tabela no relatório sublinhou a velocidade e a escala de modernização da PLAAF na última década.

Em 2000, cerca de 2% de suas plataformas foram consideradas modernos, enquanto hoje o número é de 25%, com a força aérea atualmente sendo preenchida com tipos como o Sukhoi Su-27 e Su-30, bem como o Chengdu J-10.

O relatório indicou que a maioria dos esforços de modernização da China são destinados diretamente para capacidade de prevalecer em um conflito sobre Taiwan, que a China vê como uma província separatista.

China tem um total de 1.680 aviões de combate, dos quais 330 estão baseados dentro do alcance de Taiwan, a qual possui uma frota de apenas 388 aeronaves. Quanto aos bombardeiros e aviões de ataque, 160 estão dentro do alcance de Taiwan, de um total de 620.

“Atualmente, 490 aeronaves poderiam conduzir operações de combate contra Taiwan, sem reabastecimento”, disse o relatório. “Este número pode ser significativamente aumentado através de qualquer combinação de implantação de aeronaves na linha de frente, diminuindo as cargas de munições ou alterando os perfis de missão.”

Uma guerra contra Taiwan pode criar uma oposição dos EUA. Reconhecendo isso, a China desenvolveu novas capacidades adaptadas para uma estratégia sem acesso, visando retardar ou prevenir a intervenção norte-americana.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

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