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Tag: Japan Airlines

Japan Airlines recebe o primeiro A350 XWB

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A Japan Airlines (JAL) recebeu seu primeiro A350 XWB na sede da Airbus em Toulouse, na França. O A350-900 é o primeiro avião produzido pela Airbus para a JAL.

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IMAGEM: Voa o primeiro A350-900 da Japan Airlines

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Decolagem do primeiro A350-900 da Japan Airlines. (Foto: Airbus)

O primeiro A350-900 da Japan Airlines (JAL) completou com sucesso seu primeiro voo em Toulouse, na França. O A350-900 é a primeira aeronave a ser produzida pela Airbus para a companhia aérea e apresenta um logotipo A350 especial na fuselagem.

Primeiro Airbus A350-900 da JAL deixa o hangar de pintura

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O primeiro Airbus A350 da Japan Airlines (MSN 321). (Foto P. Lancelot / Airbus)

O primeiro A350 XWB da Japan Airlines (JAL) saiu da linha de pintura da Airbus em Toulouse, na França. O A350-900 é o primeiro avião da Airbus a ser produzido diretamente para a JAL e possui um especial logotipo A350 XWB em vermelho aplicado na fuselagem.

Japan Airlines investe US$ 10 milhões no projeto de avião supersônico da Boom

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A Japan Airlines resolveu montar uma parceira com a Boom Supersonic para desenvolver a nova aeronave de passageiros que voará em velocidades de até Mach 2,2.

A Japan Airlines (JAL) está fazendo um investimento estratégico de US$ 10 milhões no Boom Supersonic e garantiu uma opção para compra de até 20 aeronaves Boom através de um acordo de pré-encomenda.

PARIS AIR SHOW: Embraer divulga pedidos firmes da JAL para quatro E170

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Concepção artística de um Embraer 170 nas cores da J-Air. (Foto: Embraer)
Concepção artística de um Embraer 170 nas cores da J-Air. (Foto: Embraer)

A Embraer divulga pedido firme da Japan Airlines (JAL) para mais quatro jatos EMBRAER 170. A encomenda já está incluída na carteira de pedidos da Embraer como “cliente não divulgado”. Com este novo acordo, o pedido total da JAL para o E170 alcança agora 15 aeronaves.

Investigação sobre Boeing 787 diz que bateria não teve sobrecarga

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As aeronaves Boeing 787 estão sendo mantidas no solo devido a inúmeros problemas ocorridos nos últimos dias.
As aeronaves Boeing 787 estão sendo mantidas no solo devido a inúmeros problemas ocorridos nos últimos dias.

O Conselho Nacional de Segurança de Transportes (NTSB) lançou hoje uma terceira atualização da sua investigação sobre o fogo a bordo de um 787 Dreamliner da empresa Japan Airlines no dia 7 de janeiro, no Aeroporto Internacional Logan, em Boston, quando uma bateria superaquecida teria causado um princípio de incêndio na aeronave. O investigador do Ministério dos Transportes do Japão, Hideyo Kosugi disse que na sua investigação preliminar, que possivelmente a bateria “excedeu o limite de tensão aplicada a qual foi projetada”. No entanto, o NTSB informou agora que uma análise dos dados do gravador de voo do avião B787 da JAL indica que a bateria da APU não excedeu sua tensão projetada para 32 volts.

A bateria de íon-lítio que fornece energia para a unidade auxiliar de potência foi examinada no Laboratório de Materiais da NTSB, em Washington. A bateria foi radiografada e escaneada para gerar imagens da montagem da bateria.

A equipe de investigação desmontou a bateria da APU em suas oito células individuais para um exame detalhado e documentação. Três das células foram selecionadas para mais um exame radiográfico mais detalhado para visualizar o interior das células, antes da sua desmontagem. Estas células estão no processo agora para ser desmontadas e os componentes internos da célula estão sendo analisados ??e documentados.

Os investigadores também examinaram vários outros componentes retirados do avião, incluindo feixes de fios e placas de circuito do gerenciamento da bateria. A equipe desenvolveu planos de teste para os vários componentes retirados da aeronave, incluindo a unidade de gestão da bateria (para a bateria APU), o controlador de APU, o carregador de bateria e da partida da unidade de potência.

Na esquerda, a batería de íon-lítio que ficou danificada num voo da All Nippon Airways, e na direita uma bateria nova. (Foto: Japan Transport Safety Board)
Na esquerda, a batería de íon-lítio que ficou danificada num voo da All Nippon Airways, e na direita uma bateria nova. (Foto: Japan Transport Safety Board)

Na terça-feira, o grupo se reunirá no Arizona para testar e examinar o carregador de bateria e descarregar a memória não volátil do controlador da APU. Vários outros componentes foram enviadas para download ou exame na instalação da Boeing em Seattle e nas instalações do fabricante da bateria no Japão. Por fim, a análise dos dados do gravador de voo do avião JAL B787 indicam que a bateria APU não excedeu sua tensão projetada de 32 volts.

No dia 9 de janeiro, a United Airlines reportou um problema na fiação em um de seus seis aviões 787 na mesma área que o fogo da bateria no avião da JAL, e o NTSB dos EUA posteriormente abriu uma investigação de segurança.

De acordo com os tratados internacionais de investigação, a Japan Transport Safety Board e a francesa Bureau d’Enquetes et d’análises pour la sécurité de l’aviation civile nomearam representantes acreditados para esta investigação. Da mesma forma, o NTSB atribuiu um representante acreditado para ajudar com a investigação do JTSB do incidente com a bateria no dia 15 de janeiro, envolvendo um B787 da All Nippon Airways. Ambas as investigações continuam em andamento.

Depois, no dia 16 de janeiro de 2013, um 787 da All Nippon Airways (ANA) fez um pouso de emergência no Aeroporto Takamatsu na ilha de Shikoku, após a tripulação receber um aviso do computador que havia fumaça dentro de um dos compartimentos elétricos. A ANA disse que havia uma mensagem de erro no cockpit citando um mau funcionamento da bateria. Os passageiros e a tripulação foram evacuados pelas esteiras de emergência.

Como resultado desses problemas da bateria e por outras questões, a FAA emitiu uma diretiva de aeronavegabilidade de emergência (AD) para tratar de um risco potencial de incêndio na bateria no 787. A AD obriga os operadores a interromper temporariamente as operações. Antes do próximo voo, os operadores registrados nos EUA das aeronaves Boeing 787, devem comprovar a Federal Aviation Administration (FAA) que as baterias são seguras.

O 787 conta mais do que qualquer outro avião moderno com a eletricidade para alimentar quase tudo no avião. É também o primeiro avião da Boeing a usar baterias recarregáveis ??de íon-lítio para seu sistema elétrico principal. Estas baterias são propensas a um superaquecimento, mas tem garantias adicionais instaladas que se destinam a controlar o problema e evitar incêndios.

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Companhias aéreas do Japão suspendem voos com Boeing 787 após incidente

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Após incidente no dia 16 de janeiro, as duas companhias aéreas japonesas que possuem o 787 suspenderam as operações com as aeronaves. (Foto: Kyodo News)
Após incidente no dia 16 de janeiro, as duas companhias aéreas japonesas que possuem o 787 suspenderam as operações com as aeronaves. (Foto: Kyodo News)

Duas grandes companhias aéreas do Japão deixaram em terra suas respectivas frotas de jatos Boeing 787 Dreamliner nesta quarta-feira, após uma unidade do modelo ter feito um pouso de emergência no país, no mais novo incidente de uma série de problemas apresentados por um avião que muitos veem como o futuro da aviação comercial.

A All Nippon Airways disse que instrumentos a bordo de um voo doméstico detectaram erro de bateria, acionando alertas de emergência aos pilotos. Shigeru Takano, um importante membro da Agência de Aviação Civil, disse que um segundo alerta indicou presença de fumaça.

O incidente desta quarta-feira foi descrito por representante do Ministério dos Transportes do Japão, como “altamente sério”, o que no meio de segurança internacional significa que poderia haver acidente.

Nos últimos dias, problemas como vazamentos de combustível, fogo em bateria, problemas elétricos, falha em computador de freio e rachaduras em janela do cockpit atingiram o primeiro avião do mundo com estrutura de compósito de carbono.

“Estamos perto do ponto em que eles precisam considerar isso como uma crise séria”, afirmou Richard Aboulafia, analista sênior da Teal Group em Fairfax, nos Estados Unidos. “A visão das pessoas sobre o avião vai mudar se não tomarem uma medida rapidamente”, acrescentou.

Um alerta num 787 Dreamliner da ANA fez com que a aeronave fizesse um pouso de emergência. (Foto: Kyodo News)
Um alerta num 787 Dreamliner da ANA fez com que a aeronave fizesse um pouso de emergência. (Foto: Kyodo News)

A ANA informou que suspendeu voos com todos os 17 Boeings 787 de sua frota. A empresa afirmou que a bateria no compartimento de carga dianteiro da aeronave afetada pelo problema é do mesmo tipo de íon de lítio que pegou fogo em outro Dreamliner nos Estados Unidos, na semana passada.

A Japan Airlines também suspendeu os voos com 787s previstos para quarta e quinta-feiras.

Ambas as empresas vão decidir na quinta-feira se retomarão os voos com o Dreamliner no dia seguinte. As duas operam quase metade dos 50 787s que a Boeing já entregou.

REVISÃO DETALHADA

O 787, que tem um preço de tabela de 207 milhões de dólares, representa um salto na forma como os aviões são planejados e produzidos, mas o projeto teve várias mudanças e anos de atraso. Alguns sugerem que a pressa da Boeing para compensar este atraso resultou nos recentes problemas, o que a fabricante nega vigorosamente.

Um Boeing 787 Dreamliner da Japan Airlines teve um problema semelhante na semana passada. (Foto: Stepham Savoia / AP)
Um Boeing 787 Dreamliner da Japan Airlines teve um problema semelhante na semana passada. (Foto: Stepham Savoia / AP)

Autoridades dos Estados Unidos estão monitorando o mais novo incidente como parte da detalhada revisão no Dreamliner anunciada na semana passada.

O voo 692 da ANA deixou Yamaguchi, no oeste do Japão, pouco depois das 8h (21h em Brasília) com destino ao aeroporto de Haneda, perto de Tóquio, um voo de 65 minutos. Porém, após cerca de 18 minutos de voo, o avião desceu e fez um pouso de emergência, de acordo com o site de acompanhamento de voos Flightaware.com.

Um porta-voz do aeroporto de Osaka disse que o avião pousou em Takamatsu às 8h45 locais. Todos os 129 passageiros e oito tripulantes foram retirados por tobogãs infláveis da aeronave. Cinco pessoas ficaram levemente feridas, segundo autoridades.

Passageiros do voo disseram a uma TV local que um cheiro parecido com o de plástico queimado começou a tomar o avião logo após a decolagem. “Começou um cheiro ruim assim que a viagem começou e antes do pouso de emergência houve um anúncio, com a voz da comissária trêmula. Aí eu vi que era sério”, afirmou um passageiro à TBS TV.

Outro homem afirmou a uma emissora local: “Havia um forte cheiro de queimado e a fumaça apareceu depois que eles abriram as portas de emergência, depois que pousamos.”

EXPECTATIVA

As aeronaves 787 do Japão deverão agora permanecer no solo até que se descubra a causa dos incidentes repetidos.
As aeronaves 787 do Japão deverão agora permanecer no solo até que se descubra a causa dos incidentes repetidos.

Na Ásia, somente as companhias japonesas e a Air Índia têm Dreamliners em operação, mas outras companhias estão entre as que encomendaram 850 unidades do novo avião. A australiana Qantas Airways disse que o pedido de 15 Dreamliners está mantido, com a subsidiária Jetstar devendo receber sua primeira unidade no segundo semestre do ano.

Autoridades indianas disseram que vão esperar o relatório de segurança do Boeing, esperado para esta quarta-feira, antes de decidir se vai parar ou não os seis Dreamliners da estatal Air Índia.

A United Airlines, única companhia norte-americana a operar o 787 atualmente, afirmou que não está tomando nenhuma ação imediata em resposta ao último incidente. “Estamos avaliando o que está acontecendo com a ANA e teremos mais informações amanhã”, disse uma porta-voz.

Os problemas do Dreamliner ecoam incidentes registrados pela rival Airbus, que um ano atrás sobreviveu a uma crise de confiança pública depois do surgimento de rachaduras nas asas do superjumbo A380, o maior avião de passageiros do mundo. Os problemas testaram o relacionamento da fabricante com as companhias aéreas, mas nenhuma encomenda foi cancelada.

Fonte: Reuters / Mayumi Negishi e Tim Kelly, via G1

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