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Marinha dos EUA encomenda mais 12.000 kits de orientação para bombas JDAM

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Um F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA armado com 10 bombas Laser JDAM.

O Comando de Sistemas Aéreos da Marinha dos EUA concedeu à Boeing uma modificação de US$ 139,8 milhões, de um contrato previamente premiado, para a aquisição de 12.000 Conjuntos de Orientação a Laser para a Munição Conjunta de Ataque Direto (JDAM), disse o Departamento de Defesa dos EUA na segunda-feira.

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Drone MQ-9 Reaper emprega a bomba JDAM GBU-38 pela primeira vez em combate

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Um MQ-9 Reaper carregado com a bomba guiada a laser GBU-12 na esquerda e a GBU-38 Joint Direct Attack Munition na direita. (Foto: U.S. Air Force / Senior Airman Christian Clausen)

Membros da Força Aérea dos EUA, da 432ª Ala Expedicionária Aérea da Base Aérea de Creech e do 26º Esquadrão de Armas da Base Aérea Nellis, ambas bases em Nevada, com sucesso adicionaram a bomba Joint Direct Attack Munition (JDAM) GBU-38 guiada por GPS à lista de armamentos disponíveis do drone MQ-9 Reaper, após lançar a primeira bomba do tipo em um ataque durante a Operação Inherent Resolve na quinta-feira (04).

VÍDEO E IMAGENS: Caça F-35A realiza o primeiro lançamento de armas em voo

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O momento que o F-35A “AF-01” lançava a JDAM GBU-31 BLU-109 do compartimento de armas interno do caça. (Foto: Matt Short / Lockheed Martin)

Uma aeronave Lockheed Martin F-35A Lightning II de decolagem e pouso convencionais (CTOL) completou o primeiro lançamento em voo de armas com uma Joint Direct Attack Munition (JDAM) GBU-31 BLU-109 de 2.000 libras no dia 16 de outubro. Veja a seguir um vídeo do momento do lançamento da JDAM do caça F-35A.

O vôo foi realizado com o piloto da Força Aérea dos EUA, major Eric “Doc” Schultz no comando da aeronave de quinta geração. A aeronave, conhecida como AF-01, alijou a instrumentada GBU-31 na área de teste de China Lake a partir da estação esquerda do compartimento interno de armas.

O primeiro teste de lançamento de armas em voo da versão CTOL do JSF foi realizado em China Lake. (Foto: Lockheed Martin)

O caça de quinta geração F-35A está projetado para transportar uma carga útil de até 18.000 libras usando 10 estações de armas. O F-35A possui quatro estações de arma internos localizados em dois compartimentos de armas para maximizar a capacidade stealth. A aeronave CTOL também pode utilizar um período adicional de três estações de arma externas em cada asa, se necessário.

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Joint Direct Attack Munition com asas da Boeing completa primeira rodada de testes

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Um caça F/A-18 Hornet da Real Força Aérea Australiana (RAAF) em voo com duas JDAM-ER de 500 libras sobre as asas. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

A versão com asas da Joint Direct Attack Munition (JDAM) da Boeing, que vai triplicar o alcance da arma voando para mais de 40 milhas está a um passo da produção após completar em junho os testes de túnel de vento numa instalação nos EUA.

Desenvolvida em parceria com a Austrália, a bomba JDAM-ER (extended range) de 500 libras possui um kit modular adicional de asas que se desdobram em vôo. O kit também pode ser acoplado com outros aperfeiçoamentos modulares, tais como sensores de laser. As asas foram pela primeira vez integradas com a JDAM da Boeing durante um programa de demonstração de capacidade da tecnologia na Austrália, que completou com sucesso os testes de vôo em 2008.

A Boeing vai produzir e integrar os kits de asas nas JDAM-ER para a Real Força Aérea Australiana (RAAF), através de um contrato celebrado em 2011. Os kits serão construídos na Austrália, com entregas iniciais previstas para começar no início de 2015.

A JDAM-ER com asas da Boieng está sendo desenvolvida para a Real Força Aérea Australiana, sob um contrato assinado em 2011. (Foto: Boeing)

“A Boeing e os nossos parceiros australianos têm trabalhado em conjunto para empregar uma tecnologia acessível e os processos de fabricação mais confortáveis para de forma rentável melhorar as capacidades da JDAM”, disse Debbie Rub, vice-presidente da Boeing e gerente geral de Mísseis e Sistemas Aéreos Não Tripulados. “A JDAM-ER efetivamente atende as necessidades da Austrália, proporcionando uma maior capacidade de ataque e tornando a missão mais segura para os pilotos que participam atualmente de missões e estão em constante mudança nos campos de batalha.”

“Ao atingir o sucesso na transição desta tecnologia do protótipo à produção, a Força de Defesa Australiana será capaz de reduzir ainda mais o risco para o seu pessoal nas operações, permitindo que as tripulações da RAAF possam engajar seus alvos fora do alcance das defesas aéreas inimigas”, disse Jason Clare, Ministro de Material de Defesa da Austrália. “Essas melhorias irão aumentar a capacidade da RAAF para atacar mais alvos em menos missões.”

A JDAM possui um kit de orientação de baixo custo que converte as existentes bombas não-guiadas em armas de quase precisão. A Boeing projetou intencionalmente seu kit JDAM para ser modular, para que o produto possa amadurecer com uma variedade de atualizações tecnológicas, como um sensor laser, a imunidade melhorada para bloqueio de GPS, e um sensor de radar para operar em qualquer tempo.

A Boeing já construiu mais de 238 mil kits JDAM na sua unidade em St. Charles, Missouri, facilidade existente desde o início da produção em 1998. A JDAM é usada por 26 forças militares internacionais.

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Emirados Árabes Unidos solicita compra de 4.600 JDAMs

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As novas armas JDAM será utilizadas pelos caças F-16 Block 60. (Foto: Shibu)

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) notificou hoje o Congresso dos EUA de uma possível Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) para o Governo do Emirados Árabes Unidos (EAU) de 4.900 kits JDAM e equipamentos associados, peças, treinamento e apoio logístico num custo estimado de US$ 304 milhões.

O Governo dos Emirados Árabes Unidos solicitou uma possível venda de 4.900 kits JDAM, que inclui 304 laser kits GBU-54 JDAM com 304 sensores laser DSU-40, 3.000 kits GBU-38 (V) 1 JDAM, 1.000 kits GBU-31 (V) 1 JDAM, 600 kits GBU-31 (V) 3 JDAM, 3.300 bombas de uso geral BLU-111 de 500 libras, 1.000 bombas de uso geral BLU-117 de 2.000 libras, 600 bombas Hard Target Penetrator (HTP) BLU-109 de 2.000 libras, e quatro bombas inertes BDU-50C, detonadores, integração de armas, munições de treinamento, pessoal, equipamentos de formação e treinamento, peças de reposição e reparação, equipamentos de apoio, engenharia contratante, logística e suporte técnico, e outros elementos relacionados de apoio do programa.

O Governo dos Emirados Árabes Unidos continua sendo uma nação apoiadora anfitriã vital das forças dos EUA estacionadas na Base Aérea de Al Dhafra, desempenhando um papel importante no apoio aos interesses regionais dos EUA, e tem provado ser um parceiro de valor em operações no exterior.

A venda proposta vai melhorar a capacidade dos Emirados Árabes Unidos para atender a atual e futuras ameaças regional. A Força Aérea e Defesa Aérea dos Emirados Árabes Unidos continua operando 60 caças F-16 Block 60. Estas munições adicionais irão garantir a capacidade operacional e ajudará os Emirados Árabes Unidos a se tornar uma das forças aéreas mais capazes na região, servindo assim os interesses dos EUA ao dissuadir a agressão regional.

Estas munições serão utilizadas para complementar o estoque normal de reserva de munições de prontidão de guerra e fornecer munição para os requisitos de treinamento de rotina. Os Emirados Árabes Unidos não terá dificuldade em absorver essas munições na sua força aérea.

A proposta de venda deste equipamento e apoio não vai alterar o equilíbrio militar básico na região.

O empreiteiro principal será a Boeing Company, em Chicago, Illinois, e a Unidade de Munições do Exército de McAlester, em McAlester, Oklahoma. Não são conhecidos acordos de compensação em relação a esta potencial venda.

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