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Legacy 650 estréia no Oriente Médio com a Arab Wings

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O primeiro jato executivo Embraer Legacy 650 entregue no Oriente Médio foi para empresa Arab Wings da Jordânia. (Foto: Embraer)

A Embraer entregou o primeiro jato executivo Legacy 650, da categoria large, no Oriente Médio a um cliente não divulgado da Jordânia, durante cerimônia realizada hoje na sede da Empresa, em São José dos Campos. A aeronave será administrada, em nome do proprietário, pela empresa particular de vôos fretados Arab Wings, também com base na Jordânia.

“Estamos muito satisfeitos por entregar o primeiro jato executivo Legacy 650, da categoria large, no Oriente Médio para nossos amigos da Arab Wings”, disse Colin Steven, Diretor de Marketing e Vendas, Europa, África e Oriente Médio – Aviação Executiva. “O dono da aeronave na Jordânia irá apreciar o conforto incomparável da cabine com suas três zonas distintas, proporcionando espaço para trabalhar e descansar. O grande compartimento de bagagem do avião é ideal para vôos de longa distância.”

A Arab Wings já opera um jato Legacy 600, da categoria super midsize, em sua frota. O Legacy 650 permitirá à companhia charter fazer vôos para clientes de até 7223 quilômetros (3.900 milhas náuticas), sem escalas, com quatro passageiros, ou 7.112 quilômetros (3.840 milhas náuticas), com oito passageiros, cercados pelo mesmo interior elegante, confortável e funcional. Este aumento significativo no alcance foi obtido por meio de amplas modificações estruturais, como as asas e o trem de pouso reforçado, maior capacidade de combustível, e os novos, mais potentes e altamente eficiente motores Rolls-Royce AE 3007A2. Os novos aviônicos Honeywell Primus Elite ™ estão presentes no Legacy 650 e, no futuro, equiparão o Legacy 600. Devido ao excelente desempenho em condições de calor e grandes altitudes, permitindo operações com temperaturas de até 50°C, ambas as aeronaves têm sido muito bem sucedidas no mercado do Oriente Médio.

“Estamos honrados por sermos a primeira operadora na região do Oriente Médio a utilizar esta nova e excitante aeronave”, disse Ahmad Abu Ghazaleh, CEO da Arab Wings. “Após o grande sucesso que temos tido com o Legacy 600 em nossa frota, este Legacy 650 é um complemento natural que nos permite oferecer mais vôos sem escalas.”

Fundada em 1975, a Arab Wings pertence ao International Wings Group, grupo com base na Jordânia que possui ainda a Academia Aérea Real da Jordânia, o Colégio Técnico de Aviação Civil Queen Noor e a Gulf Wings (Emirados Árabes Unidos). A empresa opera e gerencia uma frota de jatos executivos das categorias entry-level, light, midlight, midsize, super midsize e large. O portfólio de transporte aéreo da Arab Wings inclui serviços de fretamento, gerenciamento de aeronaves e soluções apropriadas.

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VÍDEO: Falcon Air Meet 2010

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O ‘Falcon Air Meet 2010’ oficialmente foi iniciado no dia 19 de outubro de 2010 na Base Aérea de Azraq, na Jordânia, onde durante duas semanas aproximou o pessoal de vários países para “compartilhar doutrinas e procedimentos, estreitar relações, e expandir a segurança regional”.

Um voo realizado durante o "Falcon Air Meet 2010", onde voaram em formação um F-16 da Jordânia, um Mirage III da Força Aérea Paquistanesa, um F-16C da USAF, e um F/A-18C Hornet da U.S. Navy. (Foto: U.S. Air Force)

Realizado pela Real Força Aérea das Jordânia, quatro nações participaram: Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Paquistão e os Estados Unidos, com a U.S. Air Force e a U.S. Navy.

Jordânia pretende adquirir helicópteros de ataque leve AH-6s da Boeing

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Jordânia demonstrou interesse na aquisição dos helicópteros de ataque leve AH-6 da Boeing. (Foto: Boeing Helicopters)

Membros da Boeing revelaram nessa semana que eles esperam assinar um contrato com a Jordânia para 18 a 24 de seus novos helicópteros leves de ataque AH-6 até o final desse ano, enquanto outras 36 dessas aeronaves estão sendo preparadas para seguir para Arábia Saudita como parte de um acordo militar de US$ 60 bilhões recentemente acertado com os Estados Unidos.

A Jordânia tem testado o novo helicóptero por quase um ano, tanto no deserto Kingdom como no sudoeste norte americano, e em maio assinou uma carta de intenção para adquirir a aeronave, disse Mike Burke, chefe de negócios em desenvolvimento para aeronaves rotoras do Exército para Boeing, durante uma conferência em Washington. A companhia planeja ter  a sua linha de produção em Mesa, no Arizona, pronta para produzir os helicópteros para Jordânia logo após o ano novo, com as primeira entregas devendo acontecer 24 meses depois, de acordo com Burke.

A gigante aerospacial dos EUA está lançando o renovado MH-6 Little Bird – o qual se baseia no antigo OH-6 Cayuse da década de 60 — para nações pelo mundo que atualmente operam antigas versões do AH-6, AH-1 Cobras e do Cayuse. Incluído nessa lista está o Paquistão, o qual opera uma frota de aproximadamente 20 helicópteros Cobra equipados com mísseis anti-tanque TOW adquiridos no começo da década de 80.

Burke informou que o novo helicóptero, o qual ele descreve como um mini-AH-64 Apache, é ideal para operações em ambientes de grandes altitudes e de altas temperaturas que os militares paquistaneses encontram nos combates contra os militantes da Al Qaeda e do Talibã.

O novo helicóptero de ataque é perfeito para esse tipo de missão pois pode “chegar próximo sem ser notado e atacar o inimigo” utilizando desde foguetes guiados a laser de 70mm e mísseis Hellfire a diversos tipos de metralhadoras e canhões, disse Burke. Ele não confirmou se os helicópteros AH-6 estariam sendo incluidos num novo lote de ajuda militar dos EUA que em breve será mandado ao paquistão. O acordo prevê o fornecimento de helicópteros de ataque.

No total, Burke e o pessoal executivo da Boeing preveem um mercado de aproximadamente 1.500 helicópteros ágeis de ataque em todo mundo que precisarão ser substituídos na próxima década. O interesse já está surgindo de países do Oriente Médio, Sudeste Asiático e América Latina, de acordo com Burke.

Enquanto está focado no mercado internacional, a Boeing não consegue resistir de oferecer o helicóptero como um eventual substituto dos antigos helicópteros de escolta armada OH-58 Kiowa Warrior do U.S. Army. Burke descreve o AH-6 como uma oferta de “melhor capacidade com um custo mais acessível e que poderia mair rapidamente ser colocado em campo” que um OH-58 modificado para atender as exigências de uma futura plataforma de escolta armada.

O U.S. Army está modificando seus helicópteros OH-58s, dando a eles sensores melhorados, displays no cockpit e contramedidas, além de outras melhorias.

Ao mesmo tempo, o exército está iniciando uma Análise de Alternativas para sua próxima geração de helicópteros para escolta aérea armada. Burke diz que o AH-6, com sua habilidade de voar a mais de 6.000 pés e em tempraturas maiores que 35°C, bem como autonomia de três horas e integração com UAV, o tornam plenamente qualificado para a função.

Mais caças F-5 para o Brasil

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Um dos caças F-5 que vieram da Jordânia para o Brasil sendo desembarcado de um An-124 em Viracopos.

Fontes da Força Aérea Brasileira (FAB) ouvidas pela reportagem de T&D neste domingo (24), confirmaram que os onze aviões de combate Northrop F-5E/F-5F Tiger II adquiridos usados da Jordânia e recebidos no ano passado serão modernizados para o padrão F-5EM/FM.

Durante o tradicional Domingo Aéreo no Parque, evento ocorrido ontem nas instalações do PAMA-SP (Parque de Material Aeronáutico do Estado de São Paulo), localizado no Aeroporto Campo de Marte, zona norte da capital paulista, puderam ser vistas as fuselagens de dois F-5F (bipostos) do lote recebido do país árabe em avançado estágio de revitalização. Segundo fontes ouvidas no local, os nove exemplares restantes (oito F-5E e um F-5F) também passarão pelo mesmo processo de revisão geral (IRAN – Inspection and Repair as Necessary) e posteriormente enviados para a unidade da Embraer instalada em Gavião Peixoto (SP), para serem submetidas à modernização.

A reportagem de T&D apurou ainda que a aceleração da revitalização e modernização dessas onze aeronaves de combate tem ligação com os planos de desativação dos doze Mirage 2000C (F-2000) em operação no 1º GDA, marcada para acontecer em 2013. A retirada precoce dos caças franceses do serviço ativo na FAB tem como principal motivo as dificuldades verificadas nas operações de manutenção de seus motores. Os onze F-5EM/FM modernizados provenientes do lote jordaniano deverão servir como tampão até que o 1º GDA receba um novo modelo de avião de combate para substituí-lo.

O programa de modernização dos F-5 EM/FM da FAB já envolveu 46 aeronaves de sua frota, sendo que projeções feitas por especialistas que trabalham no processo indicam que os primeiros sejam desativados somente no final da próxima década.

Fonte: T&D via Plano Brasil

Acidente com caça F-16 da Jordânia

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Um caça da Jordânia, ao que tudo indica ser um F-16, caiu nessa terça-feira numa área militar na Jordânia.

O Jordânia informou hoje que uma de suas aeronaves da força aérea caiu durante um exercício militar, matando o piloto.

A informação do Ministro da Defesa Ali Ayed é de que na terça-feira, dia 28 de setembro, um defeito técnico causou a queda da aeronave numa área militar. No comunicado oficial não foi dito qual seria o modelo da aeronave.

A agência de notícias estatal Petra News informou que o modelo seria um caça F-16.

Fonte: Canadian Press

Boeing e Royal Jordanian assinam pedido para três adicionais jatos 787 Dreamliner

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O Boeing 787 Dreamliner nas cores da Royal Jordanian. (Foto: Boeing)

A Boeing e a Royal Jordanian, a companhia aérea da Jordânia, assinaram hoje, dia 20 de julho, um pedido para três adicionais aeronaves 787-8 Dreamliner durante o Farnborough International Airshow. A encomenda está avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões pelo preço de tabela. Esta encomenda estava previamente atribuída a um cliente não identificado no site de Pedidos e Encomendas da Boeing.

Entre compra direta e leasing, a Royal Jordanian já adquiriu 11 aeronaves 787-8. A companhia aérea do Oriente Médio fez sua primeira encomenda de quatro jatos Boeing 787 em 2007 e também fez leasing de duas outras aeronaves com a CIT Aerospace e mais duas com a International Lease Finance Co.

A Royal Jordanian foi a primeira companhia aérea do Oriente Médio a encomendar o 787 Dreamliner. Ela inicialmente vai utilizar o 787 nas rotas para América do Norte, incluindo Nova York, Chicago, Detroit e Toronto. A Royal Jordanian citou a versatilidade no desempenho e uma expressiva economia operacional do 787 como as principais razões pela decisão de substituir sua frota de aeronaves de médio e longo alcance somente com o 787.

Jordânia pretende adquirir helicópteros de ataque e reconhecimento da Boeing

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Helicóptero de ataque leve e reconhecimento AH-6i da Boeing. (Foto: Boeing)

A Boeing Company e o Governo da Jordânia anunciaram hoje, dia 12 de maio, a assinatura de uma Carta de Intenção para um número não divulgado de helicópteros AH-6i de ataque leve/reconhecimento.

Numa breve cerimônia, preparada pelos líderes do governo da Jordânia, durante a 8ª edição anual da SOFEX (Special Operations Forum and Exhibition) 2010, na Base Aérea King Abdullah I, em Amman, Jordânia – membros militares e do governo, incluindo o Major General Malek Habashneh, Comandante da Real Força Aérea da Jordânia, representando o Rei da Jordânia, e executivos da Boeing, assinaram a carta de intenção antecipando as negociações que prosseguem visando um acordo contratual para aquisição dos helicópteros AH-6i.

O helicópero AH-6i é a versão internacional do modelo de ataque leve e de reconhecimento AH-6, projetado sob uma plataforma provada em combate de amplo sucesso operacional a serviço das forças de operações especiais. O helicóptero AH-6i apresenta um cockpit totalmente integrado que incorpora as tecnologias de software utilizadas no helicóptero AH-64D Apache Block III.

Embraer vende um jato Legacy 650 para cliente da Jordânia

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Embraer Legacy 650. (Foto: Embraer)

A Embraer assinou um contrato de venda para um jato executivo Legacy 650 para um cliente não divulgado da Jordânia. O anúncio foi feito hoje, durante a edição 2010 da Convenção e Mostra de Aviação Executiva Européia (European Business Aviation Convention and Exhibition – EBACE), em Genebra, na Suíça. O avião será administrado, em nome do cliente, pela empresa particular de vôos fretados Arab Wings, também com base na Jordânia. Este acordo já está incluído na carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer relativo ao primeiro trimestre de 2010.

“Estamos honrados com a aquisição deste Legacy 650, que será operado e gerenciado pela Arab Wings, respeitada e renomada empresa da região do Oriente Médio”, disse Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “O Legacy 650 estabelecerá um novo conceito para viagens de negócio, oferecendo um alcance estendido de 3.900 milhas náuticas com o mesmo nível de conforto superior do Legacy 600, que é um avião de enorme sucesso na região.”

O jato está programado para ser entregue no segundo semestre de 2010 e será baseado na Jordânia. A Arab Wings também adicionará um jato Phenom 100, da categoria entry level, à sua frota ainda este ano.

“Vemos uma demanda crescente pelos nossos serviços de gerenciamento de aeronaves na região e este Legacy 650 será a mais nova adição à nossa frota de aviões administrados, que cresce rapidamente”, disse Ahmad Abughazaleh, CEO da Arab Wings.

Fundada em 1975, a Arab Wings pertence ao International Wings Group, grupo com base na Jordânia que possui ainda a Academia Aérea Real da Jordânia, o Colégio Técnico de Aviação Civil Queen Noor e a Gulf Wings (Emirados Árabes Unidos). A empresa opera e gerencia uma frota de jatos executivos das categorias entry-level, light, midlight, midsize, super midsize e large. O portfólio de transporte aéreo da Arab Wings inclui serviços de fretamento, gerenciamento de aeronaves e soluções apropriadas.

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