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IMAGENS: KLM apresenta seu 777 “Orgulho Laranja”

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O Boeing 777-300 (PH-BYA) já com a exclusiva pintura laranja. (Foto: KLM)
O Boeing 777-300 (PH-BYA) já com a exclusiva pintura laranja. (Foto: KLM)

A KLM Royal Dutch Airlines introduziu nessa terça-feira (14) seu único Boeing 777-300ER pintado na cor laranja. A KLM, muito conhecida pelas suas aeronaves na cor azul, colocou uma aeronave 777 combinada com destaques alaranjados. A transição entre as duas cores apresenta os aspectos da bandeira holandesa. A combinação enfatiza as raízes e o orgulho holandês da KLM por ter a cor nacional da Holanda. A aeronave recebeu o apelido “Orange Pride”.

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Embraer assina venda de até 34 E-Jets adicionais para o Grupo Air France/KLM

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Jato E175 nas cores da KLM Cityhopper. (Foto: Embraer)
Jato E175 nas cores da KLM Cityhopper. (Foto: Embraer)

A Embraer anunciou hoje o pedido firme da KLM Cityhopper, subsidiária regional da KLM, para 15 jatos E175 e dois E190. O contrato também inclui opções para 17 E-Jets adicionais para a KLM Cityhopper ou para a HOP!, subsidiária regional da Air France. O pedido firme, que será incluído na carteira de pedidos do primeiro trimestre de 2015, tem valor estimado de USD 764 milhões, com base na atual lista de preços da Embraer. O contrato tem valor de USD 1,5 bilhão, caso todas as opções sejam exercidas.

IMAGENS: Último voo do Fokker 50 pela KLM

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Os dois últimos Fokker 50 da KLM Cityhopper durante o último voo pela companhia aérea holandesa no dia 28 de março. (Foto: Ben Ullings)

A companhia aérea holandesa KLM Cityhopper, subsidiária da KLM, operou no dia 27 de março seu último voo comercial com uma aeronave Fokker 50, num voo entre o Aeroporto Internacional de Heathrow, Londres, para o Aeroporto Internacional Schiphol, em Amsterdã, na Holanda.

O último voo operacional do Fokker 50 da KLM foi no dia 27, mas a companhia aérea holandesa efetuou dois voos de despedida no domingo, dia 28. (Foto: Ben Ullings)

O Fokker 50 foi a última aeronave turbohélice da frota da KLM Cityhopper, a qual agora será composta somente por aeronaves a jato. Retiradas de operação como parte do programa de renovação de frota da KLM, a companhia aérea substituiu a maioria dos seus Fokker 50, tendo investido pesado na renovação para aumentar a estabilidade operacional, reduzir os custos e baixar a emissão de CO2.

Após pousarem no Aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, os dois Fokker 50 da KLM taxiam atrás dos caminhões dos bombeiros que recepcionaram as aeronaves ainda na pista. (Foto: Ben Ullings)

Entre o final de 2008 e o final de 2010, a KLM iniciou a retirada de operação da maioria de seus Fokker 100 e de todos aviões Fokker 50 da frota com a entrada em operação de 17 novos jatos Embraer 190 e cinco aeronaves Fokker 70.

Como o Fokker 50 deixou uma importante marca na história da KLM e da KLM Cityhopper, a companhia aérea marcou o evento de retirada de operação com dois voos de despedidas para convidados especiais no domingo, dia 28 de março.

As crianças da Fundação Stichting Hoogvliegers que foram convidadas para voar nos dois últimos voos do Fokker 50 pela companhia aérea holandesa. (Foto: Ben Ullings)

Um desses voos foi reservado para a Stichting Hoogvliegers, uma fundação que organiza voos para crianças que estão gravemente doentes ou que necessitam de cuidados especiais. Desde a sua criação, a fundação manteve um relacionamento próximo com a KLM.

Para saber mais sobre a despedida dos Fokker 50 clique aqui.

KLM retira de operação o último Fokker 50 de sua frota

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Fokker 50 da KLM Cityhopper

A KLM se despediu de seu último Fokker 50 após seu último voo comercial efetuado nessa semana pela subsidiária KLM Cityhopper.

As aeronaves Fokker 50 começaram a operar na KLM no dia 23 de julho de 1990. Naquele tempo, o então presidente da KLM A J Leyer falou de seu contentamento na continuação da parceria entre a Fokker e a KLM dizendo: “Nós adquirimos essa aeronave porque ela é a mais adequada para nosso objetivo – transportar pessoas de negócio através do meio aéreo.”

KLM Cityhopper chegou a operar 15 aeronaves de 50 lugares da Fokker, mas gradualmente retirou de operação todas elas em favor dos jatos mais recentes. Atualmente a sua frota consiste em aeronaves Fokker 70, Fokker 100 e Embraer 190.

KLM efetua primeiro voo de passageiros numa aeronave usando biocombustível

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Boeing 747-300 da KLM, que usou biocombustível num voo com passageiros
Boeing 747-300 da KLM, que usou biocombustível num voo com passageiros

As aeronaves comerciais são as maiores contribuidoras na emissão de gás carbônico na atmosfera, mas os fabricantes e as operadoras aéreas estão tomando medidas para contornar o problema.

Companhias aéreas como a Virgin Atlantic estão conduzindo voos de demonstração usando biocombustíveis, e agora a KLM Royal Dutch Airlines completou seu primeiro voo com passageiros a bordo, usando querosene sustentável. Usando um percentual de 50% de bioquerosene e 50% de combustível normal para jatos em apenas um dos quatro motores, um Boeing 747 transportando 40 passageiros selecionados, na semana passada circulou os céus da Holanda por uma hora, no voo que a KLM diz ser o primeiro do tipo na Europa.

Pouso do Boeing 747-300 da KLM usando biocombustível num de seus motores
Pouso do Boeing 747-300 da KLM usando biocombustível num de seus motores

O combustível “verde” usado para o voo foi convertido do óleo da planta camelina, uma planta comestível, usando um processo originalmente desenvolvido em 2007 pela UOP, uma subsidiária da Honeywell, trabalhando num contrato para a agência de Projetos e Pesquisas Avançadas de Defesa dos EUA (DARPA) para produzir combustível renovável para jatos militares para as forças armadas dos EUA. O processo é baseado na tecnologia de hridroprocessamento usado normalmente nas refinarias que produzem os combustíveis para os meios de transporte. Nesse processo, o hidrogênio é adicionado para remover o oxigênio dos óleos naturais produzidos a partir de matérias-primas sustentáveis incluindo a camelina, pinhão-manso e algas.

O processo de produção feito pela UOP para o biocombustível para jatos é misturado ao combustível com a base de petróleo. Quando são misturados na taxa de 50% para cada tipo, o biocombustível adquire as mesmas características de operação do combustível normal, mantendo as especificações dos motores atuais, incluindo o ponto de congelamento de -47°C e o ponto de ignição de 38°C.

O Brasil também se prepara para usar o biocombustível na aviação comercial

Na semana passada, a companhia aérea Azul anunciou que fará um voo experimental em 2012, com uso do bioquerosene, um combustível renovável produzido a partir da cana-de-açúcar.

O projeto para o uso do bioquerosene é resultado de uma parceria entre a Embraer, a multinacional Amyris, especializada no desenvolvimento de biotecnologias, e a General Electric, fabricante de motores para jatos. Durante o anúncio do memorando de entendimento entre as companhias, em São Paulo, acordou-se que  o voo, daqui a três anos, será comandado pelo diretor de operações da Azul, Miguel Dau,  e usará uma mistura de 20% a 50% do biocombustível misturado ao querosene normal de aviação.

O bioquerosene, desenvolvido pela empresa americana Amyris, companhia com seis anos de vida, será fabricado a partir de uma das etapas da produção do etanol. Após a fermentação do caldo da cana, o material que dará origem ao combustível será separado por um processo de centrifugação, ao contrário do etanol, obtido por meio da destilação.

Com a adoção do querosene de origem renovável, a Azul pretende resolver antigas questões econômicas e ambientais. Além de reduzir sua dependência pelos combustíveis de origem fóssil, que hoje representam entre 30 e 40% dos seus custos, a empresa diminuirá significativamente suas emissões de gás carbônico (CO2), que provocam o aumento do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.

KLM realiza primeiro voo comercial de teste com biocombustível

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Boeing 747 da KLM
Boeing 747 da KLM

A companhia aérea holandesa KLM anunciou ter realizado nesta segunda-feira o primeiro voo de passageiros no mundo com um Boeing 747 utilizando biocombustível (representando um oitavo de seu combustível).

“Mostramos que é tecnicamente possível”, comemorou o presidente da KLM Peter Hartman em um comunicado, após ter participado no voo de uma hora que decolou do aeroporto de Amsterdam-Schiphol.

“Agora o Estado, a indústria e toda a sociedade estão trabalhando nisso para que possamos rapidamente dispor desse tipo de combustível, de forma contínua”, acrescentou.

A aeronave transportava 40 pessoas, entre elas a ministra holandesa da Economia, Marie van der Hoeven, o diretor do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) na Holanda, Johan van de Gronden e jornalistas, destacou à AFP uma porta-voz da KLM, Monique Matze.

Dos quatro reatores do avião, apenas um foi alimentado em 50% com biocombustível extraído de uma planta chamada camelina e produzido por uma empresa de biotecnologia de Seattle nos EUA, segundo esta fonte.

A KLM não quer anunciar, por enquanto, metas precisas de uso de biocombustível em voos comerciais, disse Matze. “A dificuldade, hoje, está na frágil disponibilidade de biocombustível”, comentou.

“A produção de biocombustível não deve levar a desmatamentos ou ao uso excessivo de água, e a produção de alimentos não deve ser colocado em risco”, advertiu o grupo em seu comunicado.

Fonte: AFP

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