Saab

fiqueemcasa

Inicio Tags Lockheed

Tag: lockheed

VÍDEO: Caça F-35B realiza primeira decolagem vertical

15

Uma aeronave de teste Lockheed Martin F-35B Lightning II de decolagem curta / pouso vertical (STOVL) completou recentemente a primeira decolagem vertical (VTO) já realizada no dia 10 de maio. As VTOs são um dos muitos recursos necessários para colocar em operação uma aeronave F-35B.

Anúncios

IMAGEM: Três gerações de aeronaves da Skunk Works numa mesma foto

8
Três aeronaves projetadas pelo escritório Skunk Works, e fabricadas pela Lockheed: F-35, F-117 e SR-71. (Foto: Marty Wolin / Lockheed Martin)
Três aeronaves projetadas pelo escritório Skunk Works, e fabricadas pela Lockheed: F-35, F-117 e SR-71. (Foto: Marty Wolin / Lockheed Martin)

Numa única imagem, três gerações de aeronaves desenvolvidas pelo avançado escritório de projetos Skunk Works, sediado em Palmdale, na Califórnia, e fabricadas pela Lockheed Martin, aparecem durante testes em julho de 2000.

Na parte superior, um dos cinco F-117 Nighthawks (número de série USAF 79-0782) de desenvolvimento em grande escala, que ainda estava sendo voado no momento, está sendo rebocado de volta para o esquadrão de teste da Força Aérea dos EUA, também localizado em Palmdale. Em primeiro plano, o SR-71 (número de série USAF 61-7962) é rebocado de volta para o hangar, o qual era um dos Blackbirds mantidos em Palmdale após a frota ser aposentada. E no lado esquerdo está o demonstrador X-35A do Joint Strike Fighter, que na época faltava quatro meses para realizar seu primeiro voo.

 

Enhanced by Zemanta

Piloto de F-22 da USAF realiza desejo de menino de 9 anos postado no Facebook

8
O caça F-22 Raptor com o piloto Tenente Coronel Brian Baldwin, decola da Base Conjunta Elmendorf Richardson com a carta do meino Mac de 9 anos. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)
O caça F-22 Raptor com o piloto Tenente Coronel Brian Baldwin, decola da Base Conjunta Elmendorf Richardson com a carta do meino Mac de 9 anos. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

O Tenente Coronel Brian Baldwin, um piloto de caça F-22 Raptor no Comando da Reserva da Força Aérea dos EUA, atribuído ao 302º Esquadrão de Caça na Base Aérea Conjunta Elmendorf-Richardson, ajudou um menino de nove anos de idade, MacAidan “Mac” Gallegos a honrar a memória de seu pai durante um vôo de treinamento local no dia 24 de Janeiro de 2013.

Mac, que tinha apenas cinco anos quando seu pai, o sargento do Exército Justin Gallegos foi morto no Afeganistão em 2009, queria que sua carta pessoal chegasse “tão perto do céu quanto possível” para celebrar o que teria sido o aniversário de 31 anos de seu pai. Mac e sua mãe, Amanda Marr, discutiram maneiras de colocar a carta no céu, mas finalmente decidiram que alguém teria que “voar” com ela.

O menino de 9 anos pode conhecer detalhes do caça F-22 junto ao piloto Brian Baldwin. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)
O menino de 9 anos pode conhecer detalhes do caça F-22 junto ao piloto Brian Baldwin. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

O pedido foi feito no Facebook, para que um piloto aceitasse o pedido e voasse com a carta, e o pedido foi visto por Kyle Moxley, um representante da HAVE (Helping American Veterans Experience) Alaska, uma organização civil estadual de apoio a veteranos, e ele coordenou o pedido com os membros da 3ª Ala de Caça em Elmendorf.

Mac, sua mãe e seu padrasto, o sargento do Exército Jeremy Marr, se reuniram com o aviador Jennifer Dunham, chefe da equipe do 90° Esquadrão de Manutenção de Aeronaves, que mostrou toda aeronave F-22 Raptor.

Antes de entrar no caça F-22 paro o voo, o tenente-coronel Brian Baldwin se encontrou com Mac junto ao F-22, onde o menino entregou a carta escrita para seu seu pai num papel vermelho, a cor favorita de seu pai.

“É uma honra voar com carta de Mac”, disse Baldwin. “Seu pai deu o maior sacrifício para o nosso país e eu estou emocionado por ser capaz de fazer algo por ele e sua família.”

MacAidan "Mac" Gallegos com a carta para seu pai, em frente ao F-22 que levou ela mais próximo do céu. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)
MacAidan “Mac” Gallegos com a carta para seu pai, em frente ao F-22 que levou ela mais próximo do céu. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Na carta estava escrito:  Querido pai, eu tenho algumas perguntas. Como é em um tanque? Você gostaria que eu fosse um escoteiro? Quantos anos você tem agora? Quantos anos você tinha quando morreu? Qual é a sua comida favorita? Qual é o seu animal favorito? Qual é o seu passatempo favorito? Qual é a sua atividade favorita? Como é no céu? Você viu o que eu tenho feito? De seu filho.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Força Aérea dos EUA espera atualizar seus caças F-16 “agressores”

1
Dois caças F-16 voam em formação com suas pinturas Artic Flankers durante um voo em direção a Base Aérea de Eielson, no Alaska. (Foto: Staff Sgt. Eric T. Sheler / U.S. Air Force)
Dois caças F-16 voam em formação com suas pinturas Artic Flankers durante um voo em direção a Base Aérea de Eielson, no Alaska. (Foto: Staff Sgt. Eric T. Sheler / U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA espera poder atualizar sua frota de caças Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon “Aggressors”, para que os jatos possam melhor replicar os caças inimigos, informou o Comando de Combate Aéreo (ACC) do serviço.

“Até à data, em geral, considera-se que os caças “agressores” replicam abaixo do esperado as ameaças atuais”, disse o major Gary Barker, o gerente de treinamento realista e da área funcional de F-16s da divisão de operações de treinamento do ACC. “É muito difícil para os agressores oferecer a imagem de ameaças que pensamos enxergar nos atuais encontros de combate.”

Em um esforço para corrigir o problema, a esperança do ACC é para atualizar os mais antigos F-16 Block 30 e 32 usados ??pelos 18° e 64° Esquadrões Aggressor para a configuração de Atualização de Recursos do Sistema-8 (UCG-8), disse Barker. A UCG-8 vai permitir que a USAF possa incorporar um HMCS (helmet-mounted cueing system) e uma nova unidade de exibição central, que Barker descreve como tendo a funcionalidade semelhante a um iPad da Apple.

“Com isso, você pode simular mísseis WEZs [zonas de emprego de armas] e fornecer acuracidade mais precisa em tempo real, que pode ajudar a resolver a remoção e avaliação de armas em voo”, disse Barker.

Atualmente a USAF utiliza caças F-16 e F-15 nas tarefas de simulação de caças inimigos, ou agressores. (Foto: Master Sgt. Kevin J. Gruenwald / U.S. Air Force)
Atualmente a USAF utiliza caças F-16 e F-15 nas tarefas de simulação de caças inimigos, ou agressores. (Foto: Master Sgt. Kevin J. Gruenwald / U.S. Air Force)

Agora, quando um F-16 agressor está replicando um caça inimigo como um Sukhoi Su-30 Flanker, ele não tem um sistema de bordo para simular uma arma como o Vympel R-73 (NATO: AA-11 Archer). “Nós não temos uma arma IR [infravermelho] na aeronave que é semelhante a um Archer,” disse Barker. “Portanto, o piloto do F-16 usará referências visuais que ele memorizou para determinar quando o avião adversário está no alcance e dentro do ângulo visual apropriado.”

Usando a configuração atual, não há um sistema eletrônico que informe ao piloto agressor se ele está dentro dos parâmetros corretos para um tiro válido de míssil. Os tiros têm que ser revistos no solo para garantir que eles são válidos – mesmo se eles forem acionados em tempo real durante a surtida de treinamento. Mas o sistema atual não funciona bem. “Sem capacete – ou pelo menos um 9X CATM [Captive Air Training Missile] – os pilotos têm basicamente disparado armas com menor efeito contra a ameaça WEZ e que são altamente imprecisas”, disse um altamente experiente piloto da USAF: “Tão imprecisas que o feedback para o treinamento é inútil a maior parte do tempo.”

A adição do display central e do Joint Helmet-Mounted Cueing System deverá permitir que os pilotos agressores possam avaliar com mais precisão os seus disparos de mísseis em voo, disse Barker.

A USAF também está esperando a incorporação de pods com maior qualidade de treinamento para os agressores que proporcionam um melhor ataque eletrônico na replicação da ameaça, disse Barker. “Os aviões de caça avançados que estão lá fora, com suas armas e sua suíte de guerra eletrônica continuam sendo um problema em fazer isso com precisão”, disse ele.

O problema para a USAF está no financiando, especialmente nestes tempos fiscais difíceis. “Isso, o que eu falei anteriormente, é o plano”, disse Barker. “Garantir o financiamento para ser capaz de executar esse plano é um tópico separado. Nada está garantido no momento.”

Enquanto as aeronaves agressoras atuais, os F-16 e os F-15 estão bem adequadas para replicar as ameaças de caças de quarta geração como o Sukhoi Su-30MKK Flanker-G, eles provavelmente não vão ser capazes de fornecer uma apresentação realistas de futuras ameaças adversárias, como o chinês Chengdu J-20 e o Shenyang J-31 ou o Sukhoi russo PAK-FA. No entanto, não é um problema a USAF estar imediatamente preocupado com isso.

Caças F-35 poderão ser no futuro a única opção disponível para replicar com exatidão as novas aeronaves de quinta geração. (Foto: Lockheed Martin)
Caças F-35 poderão ser no futuro a única opção disponível para replicar com exatidão as novas aeronaves de quinta geração. (Foto: Lockheed Martin)

“Neste momento, pouco ainda se sabe sobre as capacidades e o cronograma operacional para as ameaças stealths adversárias”, disse Barker. “Portanto, não é apropriado para os agressores replicar as ameaças que não estão em operação ou perto de operar.”

Barker diz que não tem certeza de como a USAF vai resolver o problema da replicação de caças stealths inimigos de quinta geração. “Muito provavelmente isso será um problema”, disse ele. “Mas determinar o alcance desse problema, para avaliar o quanto de recursos que devemos colocar para replicá-los, isso simplesmente não existe ainda.”

No futuro, Barker diz que é provável que o treinamento realista para os caças Lockheed Martin F-22 e F-35 terá que ser fornecido em simuladores. Mas ainda deverá existir o treinamento real com variedade de níveis de dificuldade, que serão reajustados de forma significativa. “Nós ainda estamos trabalhando com o melhor equilíbrio entre os voos reais e eventos de treinamento simulado”, disse Barker.

Outra possibilidade é o treinamento construtivo virtual real onde os alvos geradas por computador são alimentados nos aviônicos da aeronave real, voando sobre áreas do mundo real. No entanto, Barker observa, que uma série amplas de questões de segurança e gestão do tráfego aéreo precisam ser resolvidas antes que tal sistema possa ser usado para treinamento operacional de rotina. “Devido a inúmeras razões de segurança de vôo, não é ainda um conceito maduro”, disse ele.

A única opção real para um futuro avião agressor real é, e provavelmente vai ser, o F-35. Mas usando o F-35 como um adversário pode ser problemático. “O F-35 seria capaz de replicar apenas poucos adversários”, disse Barker. “É muito difícil de replicar um avião não-furtivo com um avião furtivo, embora provavelmente não seria a única plataforma se alguma vez chegar a esse ponto.”

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Acidente com caça F-16BM da Força Aérea Portuguesa

0
Um caça F-16BM da Força Aérea Portuguesa. (Foto: Paulo Mata / Pássaro de Ferro)
Um caça F-16BM da Força Aérea Portuguesa. (Foto: Paulo Mata / Pássaro de Ferro)

Um jato de combate Lockheed F-16BM Fighting Falcon da Força Aérea Portuguesa teve um problema durante o pouso na Base Aérea de Monte Real, nessa quarta-feira, dia 23 de janeiro.

De acordo com o canal de televisão TVI24, o trem de pouso da aeronave cedeu parcialmente após tocar na pista no regresso de uma missão de treinamento.

Ainda de acordo com a notícia, ninguém ficou ferido. De acordo com nossos parceiros portugueses do site Pássaro de Ferro, a aeronave F-16BM número de cauda 15119 teve danos no trem de pouso e no tanque externo de combustível central. Os danos ainda podem ser maiores do que o previsto inicialmente.

A Força Aérea Portuguesa já iniciou uma investigação para determinar a causa do acidente, visando evitar novos problemas como esse.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




IMAGEM: Primeiro REVO duplo de caças F-35C

4
Os caças F-35C "CF-01" e "CF-02" reabastecem em voo com o apoio de um KC-130 Hercules. (Foto: Andy Wolfe / Lockheed Martin)
Os caças F-35C “CF-01” e “CF-02” reabastecem em voo com o apoio de um KC-130 Hercules. (Foto: Andy Wolfe / Lockheed Martin)

Pela primeira vez, dois caças Lockheed Martin F-35C Lightning II recebem combustível em voo ao mesmo tempo. Na imagem acima, os caças F-35C “CF-01” e “CF-02” recebem combustível de um avião-tanque KC-130 durante um vôo de teste no dia 18 de Janeiro 2013, a partir da Estação Naval de Patuxent River, Maryland.

Para a missão, o piloto de testes da Marinha dos EUA Chris Tabert estava nos controles da aeronave CF-1 e o piloto de testes da Lockheed Martin Dan Canin estava nos controles do caça CF-2.

O caça F-35C, a versão embarcada em porta-aviões do Joint Strike Fighter (JSF), está sendo preparada para ser entregue para Marinha dos EUA. Cinco aeronaves de testes estão sendo testadas na Estação Naval de Patuxent River.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Novo sistema de imagem quântica poderá tornar obsoleta a tecnologia stealth

85
A tecnologia stealth usada no F-35 poderá ficar comprometida após um trabalho de imagem quantica desenvolvido nos EUA.
A tecnologia stealth usada no F-35 poderá ficar comprometida após um trabalho de imagem quantica desenvolvida nos EUA.

A tecnologia stealth dos caças de quinta geração, os jatos F-22 e F-35, poderia ficar obsoleta após uma nova descoberta da Universidade de Rochester, em Nova York. Os físicos têm usado a mecânica quântica para criar um sistema de imagem segura polarizada que poderia ser usada para a detecção de aeronaves até então invisíveis aos radares, praticamente anulando as camadas especias de tintas aplicadas nas aeronaves militares

O F-35 utiliza recursos de dispositivos eletrônicos, formas de design e pinturas especiais para evitar a detecção por sofisticados radares. Mas a Universidade de Rochester não parece fazer uso dessa onda de radar, mas sim de uma imagem quântica adquirida através de uma série de fótons que são enviados e recebidos. Este processo não pode ser capturado, confuso ou iludido, e ao invés de ser absorvido, refletido, ou mesmo reestruturado para se parecer com algo diferente, os fótons supostamente informam apenas a realidade.

As detecções de um avião invisível, um B-2 em escala, mostraram com uma margem de erro menor que 1% a forma da aeronave.
As detecções de um avião invisível, um B-2 em escala, mostraram com uma margem de erro menor que 1% a forma da aeronave.

Com essas seguras imagens quânticas, os objetos são detectados através dos fótons deles – e qualquer tentativa de um avião furtivo de contornar o sistema seria sinalizado como se isso mudasse o estado quântico dos fótons.

Os físicos da Universidade de Rochester, Nova Iorque, demonstraram a técnica com uma aeronave em escala reduzida, numa tentativa de falsificar a forma de uma ave. O sistema de imagem quântica foi capaz de detectar a imagem falsificada, e com uma margem de erro menor que 1%.

A equipe observou que, embora seja basicamente impossível mentir para o sistema, existem maneiras de burlar o sistema: os mesmos truques que colocaram a segurança da criptografia quântica em questão no início poderiam funcionar aqui. No entanto, a complexidade dessas técnicas de falsificação tornam-se impraticáveis para uso no mundo real, e os pesquisadores estão trabalhando para corrigir essas inseguranças.

O sistema seguro de imagem quântica se baseia em técnicas que já são amplamente utilizadas, de modo que poderia facilmente ser implantado em radares existentes e em imediatamente em sistemas de imagens. E os bons resultados já obtidos poderão ser ainda mais trabalhados e desenvolvidos, podendo atrapalhar ainda mais o já conturbado programa F-35.

Quem quiser saber um pouco mais, vale a pena ler a matéria do MIT Technology Review.

Nota do Editor: Agradeço as dicas sobre o assunto dos amigos Rodrigo DS e Dhaviix.

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Força Aérea dos EUA testa em túnel de vento o C-5M equipado com winglets

2
Um modelo em escala do C-5M Super Galaxy equipado com winglets foi testado pela Força Aérea dos EUA no Tennessee. (Foto: Rick Goodfriend / Lockheed Martin)

Um teste de aerodinâmica num modelo em escala do avião de transporte militar C-5M Super Galaxy equipado com winglets foi concluído no início de novembro, no túnel de vento transônico de 16 metros localizado no Arnold Engineering Development Complex, na Base Aérea de Arnold, no Tennessee.

O objetivo do teste foi validar a dinâmica de fluidos computacionais previstos no efeito de redução de arrasto no C-5M equipado com winglets. Dois diferentes conjuntos de winglets foram testados. Os testes, promovidos pelo Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA de Wright-Patterson, em Ohio, também mediu as cargas aerodinâmicas agindo sobre os winglets e investigou o impacto sobre a estabilidade e controle do aileron.

Os winglets, que se destacam cerca de dez metros de altura num real C-5, devem reduzir o consumo de combustível da aeronave em aproximadamente 166 litros por hora.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Base Aérea de Tyndall retoma voos com caças F-22 após o acidente no dia 15 de novembro

6
O primeiro caça F-22 a decolar na Base Aérea de Tyndall, Florida, no dia 19 de novembro, às 7:45 hora local. (Foto: Lisa Norman / U.S. Air Force)

A 325ª Ala de Caça, da Base Aérea de Tyndall, Flórida, retomou as operações de voo normais com o comandante da ala, Coronel David Graff, voando uma das primeiras missões com o F-22 Raptor no dia 19 de novembro, logo no começo da manhã.

No total, oito aeronaves F-22 completaram as missões de treinamento no período da manhã e outras seis voaram na parte da tarde. O comandante da ala havia suspendido as operações de voo da ala após um acidente com um F-22 na base no dia 15 de novembro.

“Eu tenho total confiança no F-22. Vamos continuar a cumprir nossa missão enquanto continuam as investigações do Conselho de Segurança sobre a causa do acidente da semana passada”, disse Graff.

Destroços do caça F-22 que caiu no dia 15 de novembro. (Foto: U.S. Air Force)

Numa declaração anterior, o Comando de Combate Aéreo da Força Aérea dos EUA informou que os sintomas de hipoxia sentidos por pilotos e os problemas detectados nos trajes dos pilotos dos Raptors não estavam entre as causas do acidente ocorrido na semana passada.

No acidente ocorrido na manhã do dia 15 de novembro, um caça F-22 do 43° Esquadrão de Caça caiu minutos após a decolagem, com o piloto conseguindo ejetar. As equipes de resgate chegaram dois minutos após a queda, resgataram o piloto e isolaram a área.

Imediatamente após o acidente do dia 15 de novembro, uma investigação do Conselho de Segurança interino foi estabelecido com os membros locais, com a tarefa de garantir a preservação da cena e de todas as provas. O conselho oficial composto por membros especialmente treinados de diferentes instalações militares chegaram esta semana e assumiram a investigação.

Os resultados da investigação do Conselho de Segurança nunca são liberados para o público, mas são realizados para evitar acidentes futuros. As Investigações de segurança dos sistemas de armas, como aviões, mísseis e plataformas espaciais também avaliam possíveis amplas implicações na prontidão para esses sistemas de combate.

Um Conselho de Investigação de Acidentes se reunirá após a concluisão do conselho de segurança. O objetivo do conselho de investigações é de apresentar um relatório para o público sobre os fatos e circunstâncias do acidente para incluir uma declaração de opinião sobre a causa ou causas do acidente. Nenhum calendário para a realização de um ou outro relatório está definido neste momento.

O caça Lockheed F-22 Raptor realiza tanto missões ar-ar como ar-terra que permitem a plena realização de conceitos operacionais vitais para a defesa aérea dos EUA. O caça de US$ 143 milhões é projetado para implantar o domínio aéreo rapidamente e para derrotar as ameaças à segurança nacional e à segurança dos EUA e seus aliados.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Acidente com caça F-22 Raptor da Base Aérea de Tyndall, Flórida

52
Um caça F-22 Raptor sobrevoa Panama City Beach, na Florida. (Foto: U.S. Air Force)

Um caça Lockheed F-22A Raptor caiu hoje, dia 15 de novembro, às 15:30 hora local (17:30 horário de Brasília) na Base Aérea de Tyndall, na Flórida, a um quarto de milha a leste da pista. A aeronave fazia parte da 325ª Ala de Caça situada na base. A base fica localizada a 12 milhas da cidade de Panama City Beach.

A Rodovia 98, que passa próximo da base, foi fechada num trecho como medida de precaução, embora o acidente não tenha ocorrido na estrada.

O piloto conseguiu ejetar com segurança e está atualmente sob a supervisão do 325° Grupo Médico. Uma equipe de socorristas foi enviada ao local da queda, uma área desabitada próxima da estrada. Não houve feridos no local.

A causa do acidente ainda está sob investigação e detalhes adicionais serão fornecidas assim que estiverem disponíveis.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Iraque acelera compra de novas aeronaves de combate

14
O Iraque jpa confirmou a compra de 36 caças F-16IQ e acelera a compra de mais armas para possuir em breve uma capacidade de defesa aérea. (Foto: Lockheed Martin)

O Iraque recentemente assinou o pedido de compra de um segundo lote de 18 caças americanos F-16. Ao mesmo tempo, o Iraque anunciou a compra de US$ 4,2 bilhões em armas russas. A maioria dos detalhes não foram divulgados, e haviam rumores de que o Iraque estivesse visando o MiG-29 (que Saddam havia comprado 24 em 1987 porque eles eram modernos, populares e pareciam impressionantes). O MiG-29 é muito mais barato do que o novo F-16. Os russos também podem entregar os MiG-29 muito mais cedo do que os americanos podem entregar os seus F-16.

O Iraque pediu aos EUA para acelerar a entrega. Enquanto isso, o Iraque também comprou 28 treinadores avançados de combate L-159 ALCA da República Tcheca, quatro dos quais chegarão no próximo ano. Estes aviões podem carregar bombas e mísseis ar-ar, e podem pelo menos ser usados para interceptar pequenas aeronaves ilícitas.

Enquanto isso, o Iraque encomendou 36 caças F-16 no ano passado. O Iraque está pagando 128 milhões dólares por caça no segundo lote, mas isso inclui o treinamento, peças de reposição, equipamentos de manutenção e instalações, apoio técnico, e assim por diante. O preço também inclui uma grande quantidade de munições, incluindo 40 mil cartuchos de munição 20mm, 100 mísseis AIM-9L/M Sidewinder e 150 mísseis AIM-7M/H Sparrow.

Importante salientar que os EUA não venderam aos iraquianos a mais recente versão do Sidewinder, nem o AMRAAM (que substituiu o Sparrow nos EUA). O míssil AIM-7M entrou em serviço no início de 1980 e alcançou um número de alvos abatidos durante a Guerra do Iraque em 1991. Em geral, tem atingido cerca de 35 por cento dos alvos onde disparados. Junto com os Sidewinders e Sparrows, o Iraque também está recebendo mais de 500 bombas inteligentes, além de pods de designação Sniper e Litening. Aparentemente, os EUA não confiaram as suas mais modernas armas pois o Iraque tem um histórico de corrupção generalizada e existem muitos espiões iranianos no país. O Iraque espera, eventualmente, ter seis esquadrões de F-16, juntamente com as últimas armas e equipamentos. O primeiro esquadrão não deve estar pronto para o serviço até 2016, no mínimo. Os EUA estão fornecendo ao Iraque a versão F-16C/D Block 52, chamado F-16IQ por causa de sua única (não é a mais recente) configuração do equipamento.

O Iraque propôs comprar caças F-16 há três anos. Mas isso não aconteceu. Em um ponto os contratos estavam prestes a ser assinados, quando as autoridades iraquianas foram informadas de que colocar dinheiro para compra dos aviões de guerra iria interromper as necessárias compras de alimentos. Se a comida não fosse paga, poderia haver tumultos. Assim, a primeira compra foi atrasada um pouco.

Em 2009, a Força Aérea Iraquiana pensou que tinha convencido o governo a gastar US$ 1,5 bilhão para comprar um esquadrão de 18 caças F-16. Os EUA estavam dispostos a cooperar e vender ao Iraque os 96 caças F-16 que a Força Aérea do Iraque queriam eventualmente comprar durante a próxima década. O Iraque precisava de uma força aérea, porque no momento não tinha nenhuma maneira de lidar com caças hostis que entravam no seu espaço aéreo, e a única solução era chamar os vizinhos ou os Estados Unidos, para ter algum apoio aéreo.

Enquanto isso, o Iraque está construindo lentamente uma nova força aérea. A Força Aérea iraquiana deve ter 24 mil pessoas até o final da década e várias centenas de aeronaves, a maioria delas não de combate. Os iraquianos estão ansiosos para comprar os caças F-16, em parte porque a vizinha Turquia e a Jordânia têm operado bem com este modelo. Mas há também uma necessidade de alguns caças para logo, assim como os aviões de treinamento de combate L-159.

Atualmente, a força aérea do Iraque está voando principalmente missões de transporte e reconhecimento. O Iraque recebeu o seu primeiro avião de combate há três anos: três aeronaves Cessna Caravan 208 com designadores laser e mísseis Hellfire. Os helicópteros Mi-17 foram equipados para disparar foguetes não guiados. A maioria dos helicópteros têm uma posição de artilheiro na porta, armado com uma metralhadora. Os US$ 3 bilhões que a Força Aérea precisa para os primeiros 18 caças F-16, inclui também o que vai custar para a construção e manutenção de infra-estrutura de treinamento para esse tipo de aeronave.

Os pilotos Iraquianos já estão realizando treinamento nos caças F-16 nos EUA. (Foto: U.S. Air Force)

O F-16 é atualmente o avião de caça mais popular noem serviço. Os EUA ainda têm cerca de 1.300 caças F-16 em serviço (cerca de metade com unidades da reserva). Mais de 4.200 caças F-16 foram produzidos e a América tem centenas em estoque armazenados no deserto, disponíveis para venda no mercado de aviões de guerra usados. O fim da Guerra Fria, em 1991, levou a uma forte redução nos esquadrões de caça da Força Aérea dos EUA. Além disso, o novo F-35 deverá substituir todos os F-16 dos EUA na próxima década. Assim, os EUA possuem muitos F-16 pouco utilizados e muitos aliados muitos que necessitam de caças a jato com baixo custo.

Os F-16 ainda são produzidos para exportação, e estes custam cerca de US$ 70 milhões cada um (o F-16I para Israel). Alguns países, como Coréia do Sul, construi o F-16 sob licença. Um F-16C usado, construído na década de 1990, custa cerca de US$ 15 milhões no mercado. O F-16 tem um registro de combate admirável e é muito popular entre os pilotos. Tem sido bem sucedido também nas missões de apoio às forças terrestres. Quando equipado com 4-6 bombas inteligentes é um bombardeiro muito eficaz.

Fonte: Strategy Page – Tradução: Cavok

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Caça F-35B realiza voos de testes com mísseis ar-ar AIM-9X Sidewinder

9
O caça ” BF-3″ realiza o primeiro voo de um F-35B com mísseis AIM-9X Sidewinder. (Foto: Lockheed Martin)

A Marinha dos EUA realizou no dia 19 de setembro o primeiro voo de um caça F-35B com mísseis ar-ar inertes AIM-9X Sidewinder. O voo havia partido da Estação Naval de Patuxent River, em Maryland, e foi realizado sobre o Oceano Atlântico.

O voo serviu para avaliar as cargas aerodinâmicas na aeronave durante as manobras do caça. (Foto: Lockheed Martin)

A bordo da aeronave F-35B “BF-3” estava o tenente Christopher Tabert, da Marinha dos EUA, que durante o voo de testes avaliou as cargas estruturais e as qualidades de vôo da aeronave durante as manobras. O F-35B é a variante do Joint Strike Fighter projetado para uso pelos Fuzileiros Navais dos EUA, bem como os parceiros internacionais do F-35 no Reino Unido e na Itália.

Enhanced by Zemanta

KAI celebra os 10 anos do primeiro voo do jato de treinamento T-50

6
Membros da KAI e do governo sul coreano juntos ao jato T-50, durante a celebração do 10° aniversário do primeiro voo do treinador a jato. (Foto: KAI)

A fabricante sul coreana de aeronaves, a Korea Aerospace Industries (KAI) celebrou no final de agosto o décimo aniversário do primeiro vôo do jato de treinamento avançado T-50 Golden Eagle. O primeiro vôo do jato T-50 ocorreu no dia 20 de Agosto de 2002 em Sacheon.

A cerimônia ocorrida em Sacheon, onde as aeronaves são produzidas, contou com a participação de representantes e funcionários da KAI e membros do governo da República da Coréia.

Enhanced by Zemanta

Japão poderá pagar 50% a mais pelos caças F-35

7
O Japão pretende confirmar a compra de mais dois caças F-35 em 2013, mas deverá pagar quase 50% a mais por eles.

Cada jato furtivo F-35 que o Japão vai comprar dos Estados Unidos no ano fiscal de 2013 será 50 por cento mais caro do que no atual ano, de acordo com informação passada por membros do Ministério da Defesa Japonês.

O ministério citou a baixa eficiência de produção pelo preço em crescimento – que vai ver o custo de aquisição subir de 10,2 bilhões de yens (US$ 130 milhões) para 15,4 bilhões de yens (US$ 197 milhões) por aeronave – nos planos de compra de dois caças F-35s no próximo ano fiscal, disseram os funcionários na terça-feira, dia 4.

Para este pedido, o ministério vai separar 30,8 bilhões de yens (US$ 394,1 milhões) para cobrir os custos de aquisição no pedido do orçamento fiscal de 2013 que deve ser apresentado até hoje, acrescentaram.

O Japão planeja comprar um total de 42 caças F-35s e assinou um contrato para adquirir os quatro primeiros, a um preço de cerca de US$ 130 milhões cada no ano fical de 2012. As quatro aeronaves estão programadas para entrega no ano fiscal de 2016. Em dezembro passado, o Japão anunciou que havia selecionado o F-35 para substituir a frota de antigos caças F-4 Phantom II da Força de Auto-Defesa Aérea do Japão (JASDF), e tornar o JSF o principal avião de combate de última geração.

Fonte: Kyodo News – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

IMAGEM: O primeiro avião a jato com asa em delta do mundo

8
O único XF-92A é rebocado na fábrica da Convair em San Diego, Califórnia, em frente de seis modificados bombardeiros B-36s. (Foto: Lockheed Martin)

O XF-92A foi o primeiro avião a jato da asa delta a voar no mundo. O Convair Model 7002 foi concluído em 1948 como um demonstrador de voo para o proposto interceptador XP-92 com motor ramjet. A Lockheed divulgou hoje a histórica foto acima.

Quando o motor do XP-92 provou ser impraticável de ser construído, o projeto foi arquivado, mas o trabalho continuou no Model 7002. Entregue em Maio de 1949 e designado XF-92A, foi pilotado por pilotos de testes da Força Aérea dos EUA e da NACA até que um pequeno acidente num pouso em outubro de 1953 terminou com seu projeto.

No entanto, o trabalho feito no XF-92 levou ao projeto do interceptador F-102 Delta Dagger. O XF-92 foi entregue ao Museu da Força Aérea dos EUA 1969.

Enhanced by Zemanta

Chefe de teste e avaliação operacional do JSF critica pontos do programa F-35

8
A aeronave F-35B “BF-02” durante testes na Base Aérea de Edwards no início de agosto de 2012. (Foto: Lockheed Martin)

O chefe de Teste e Avaliação Operacional do programa Joint Strike Fighter disse num memorando que ele não vai aprovar um plano abrangente de testes para a aeronave, levantando questões importantes sobre o progresso do F-35. O memorando poderá convidar membros do Congresso para analisar mais de perto o caso.

Michael Gilmore escreveu um memorando no dia 21 de agosto para Frank Kendall, subsecretário de defesa para aquisição, tecnologia e logística, para o vice-almirante David Venlet, chefe do escritório do programa JSF, e vários outros altos funcionários de testes militares. O Escritório de Gilmore foi criado pelo Congresso e os profissionais estão atentos a qualquer coisa vinda dele.

Especificamente, Gilmore disse que o programa F-35 deve especificar exatamente como eles irão testar as alardeadas capacidades de guerra eletrônica do avião F-35. Se não o fizerem, então, Gilmore escreve, que ele não vai aprovar o Plano Mestre de Avaliação e Teste (TEMP – Test and Evaluation Master Plan).

Ele também observa que o orçamento para os testes do “foi reduzido significativamente” a partir de estimativas anteriores. Até que ele receba o novo orçamento em detalhes e revisá-lo, Gilmore escreve que ele não vai aprovar a TEMP.

Finalmente, Gilmore diz que continua preocupado com “a sobreposição de testes de desenvolvimento em conjunto com o início da atividade de teste operacional.” Ele admite que pode ser possível fazer algum teste de certificação “durante os períodos de ociosidade. Mas, Gilmore escreve, ele não vai aprovar o TEMP se isso “impuser risco num cronograma irreal e inatingível” de testes operacionais.

Embora o memorando de Gilmore soe muito rígido, vários funcionários do Ministério da Defesa disseram que ele não tem autoridade para tomar decisões programáticas. Além disso, os testes operacionais realmente não começarão antes de 2016, observou um funcionário, e por isso há algum tempo para fazer as alterações.

Mais importante ainda, uma reunião do Conselho de Aquisição de Defesa para rever o programa está marcada para o dia 07 de setembro. “O conselho está pressionando para seguir em frente e isso não deve ser um desmancha prazeres”, disse um funcionário do programa.

Enquanto os testes com os F-35 continuam, na Base Aérea de Eglin prossegue o treinamento. Na imagem acima o caça F-35A “AF-15” parte para mais uma missão. (Foto: Lockheed Martin)

Talvez o maior impacto deste memorando pode ter é na simultaneidade do programa, a prática de construir e testar e adaptar a aeronave enquanto você voa, ao invés da mais antiga prática de construção de aeronaves de teste, testar ao máximo elas e então construir muitas vezes, muito diferentes modelos de produção da aeronave.

O terceiro ponto de Gilmore é que ele não quer ver “sobreposição de testes de desenvolvimento com o início da atividade de teste operacional”, e isso parece atingir exatamente na simultaneidade. Embora o almirante Venlet tenha dito que confia em demasiado na simultaneidade do programa, pois o programa foi concebido em torno disso.

Fonte: AOL Defense – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

EUA estão oferecendo 10 caças F-16 adicionais para Indonésia

13
Um caça Lockheed Martin F-16B Block 15 da Força Aérea da Indonésia. (Foto: Ministério de Defesa da Austrália)

O Ministro da Defesa da Indonésia Purnomo Yusgiantoro revelou nessa quinta-feira que o segundo lote de caças Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon oferecidos pelos Estados Unidos será composto de 10 aeronaves, quebrando seu silêncio sobre o assunto.

Purnomo disse que a oferta seria discutido com a Câmara dos Deputados já que os aviões precisam de grandes investimentos para upgrades.

“Nós também devemos informar a oferta para o Gabinete, que toma a decisão final”, disse ele durante uma reunião no ministério.

No dia 15 de agosto, Purnomo revelou a oferta do segundo lote, mas se recusou a revelar os números envolvidos, enquanto o secretário-geral do Ministério da Defesa, o vice-marechal Eris Herryanto, disse que o segundo lote “seria suficiente para formar um outro esquadrão”.

Atualmente, a Indonésia possui 10 caças F-16A/B Block 15 com upgrades de capacidade operacional (UCO), todos atribuídos ao Esquadrão 3 na Base da Força Aérea em Iswahjudi Madiun, East Java. O padrão Block 15 representa o modelo mais antigo, enquanto o Block 60 é o mais avançado.

Fonte: The Jakarta Post – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

Eleitores holandeses são contra compra de caças F-35, mas Ministério de Defesa diz que programa segue em frente

11
O primeiro caça F-35A da Real Força Aérea da Holanda (F-001) taxia na Base Conjunta da Reserva de Fort Worth, Texas, antes de realizar mais um voo de testes.

A Holanda pretende aumentar seus cortes nos gastos com defesa, e abandonar o projeto de compra de caças JSF (Joint Strike Fighter). Numa pesquisa feita pelo Instituto de Relações Internacionais Clingendael, 75% dos 1.500 eleitores holandeses selecionados disseram ser a favor do programa do governo de redução dos gastos militares e querem desistir da compra de novos caças Lockheed Martin F-35 Lightning II.

De acordo com Maurice de Hond, pesquisador do instituto Clingendael, aos eleitores selecionados também foi solicitado sugestões de como economizar no orçamento, e muitos responderam que o custo de desenvolvimento e de compra dos caças F-35 é alto e sem justificativa, sendo portanto a maior parte de economia do orçamento.

Os contribuintes holandeses também questionaram os prazos de desenvolvimento do F-35, que estão muito atrasados e que visam substituir os antigos caças F-16 da Real Força Aérea Holandesa. Mesmo assim, o Ministério da Defesa da Holanda insiste na compra do novo caça.

O primeiro caça F-35A da Holanda já realizou vários voos nos EUA, mesmo sem divulgação oficial pelo Ministério de Defesa da Holanda, e o governo holandês adiou a tomada da decisão final sobre se deve ou não avançar com a compra, deixando a questão para o próximo governo.

O governo que está deixando o cargo está cortando os gastos com defesa em 4 bilhões de euros e está reduzindo o tamanho das suas forças armadas em 12.000.

Enhanced by Zemanta

Iraque deve receber seus primeiros caças F-16 em 2014

9
Os primeiros dos 36 caças F-16 encomendados pelo Iraque devem ser entregues em setembro de 2014.

O primeiro lote de jatos de caça F-16 comprados pelo Iraque deverão ser entregues em dois anos, disseram as autoridades dos EUA nesta terça-feira, enquanto um líder militar norte americano estave numa visita a Bagdá.

Washington concordou no ano passado em vender 36 caças F-16 para Bagdá, num acordo de vários bilhões de dólares destinados a aumentar as capacidades da nascente Força Aérea do Iraque, um ponto fraco nas suas defesas nacionais.

O primeiro lote de caças F-16 deverá ser entregue ao Iraque em setembro de 2014, disseram as autoridades dos EUA, falando sob condição de anonimato.

Eles disseram que, até agora, os EUA concordaram em negócios no valor de US$ 12 bilhões com o Iraque, que abrange a venda de armas e treinamento. O Iraque também expressou interesse em comprar sistemas de radar e defesa aérea, disseram.

Enquanto as forças de segurança do Iraque são consideradas como capazes de manter a segurança interna, as autoridades iraquianas e americanas reconhecem que não conseguem proteger o espaço aéreo do Iraque, fronteiras ou águas territoriais.

Até o ano passado, quando as forças americanas se retiraram do Iraque, as tropas americanas ajudaram Bagdá a realizar essas tarefas.

As notícias ocorrem enquanto o general Martin Dempsey, presidente da junta de chefes de equipe dos EUA se reuniu com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, e o chefe do exército iraquiano o tenente-general Babaker Zebari, em Bagdá.

Fonte: AFP – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Esquadrão operacional de caças F-22 lança pela primeira vez bombas GBU-39 SDB

9
Os caças Raptor do Alasca fizeram parte da primeira unidade operacional de F-22s a lançar as GBU-39 Small Diameter Bombs (SDBs). (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Durante o Exercício Combat Hammer, realizado na Base Aérea de Hill, Utah, os caças F-22 Raptors do Alasca tornaram-se a primeira unidade operacional de F-22 a lançar bombas GBU-39 SDB (Small Diameter Bombs).

Os caças testaram o lançamento das GBU-39 SDBs durante o exercício Combat Hammer realizado na Base Aérea de Hill, Utah.(Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Apesar das SDB (bombas de pequeno diâmetro) terem sido empregadas por pilotos de testes, o Combat Hammer, um programa de avaliação do sistema de armas promovido pelo 86º Esquadrão de Armas da Caça, proporcionou uma oportunidade para uma unidade operacional empregá-las num realista ambiente de treinamento tático.

“A área de testes e treinamento de Utah é o único local nos Estados Unidos onde os F-22s podem empregar as SDBs em velocidades e altitudes exclusivas para o Raptor”, disse o major Wade Bridges, um piloto da reserva de F-22 atribuído ao 302° Esquadrão de Caça.

Membros do 477° Grupo de Caça preparam as GBU-39 SDBs num caça F-22 Raptor. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Os F-22 da 3ª Ala de Caça possuem o software atualizado Incremento 3.1, e foram capazes de lançar a GBU-39 SDB. A GBU-39 SDB é uma bomba guiada de precisão de 250 libras que se destina a oferecer a aeronave uma capacidade para transportar um maior número de bombas e empregar elas com maior stand-off.

“O emprego das GBU-39s foi muito bem sucedido”, disse Bridges. “O pessoal de munição e de armas que prepararam e carregaram as armas fizeram com incrível profissionalismo e perícia técnica. Eles foram avaliados durante todo o processo e não recebi nada além de elogios pelo trabalho. Os pilotos que utilizaram as armas fizeram um excelente trabalho ao empregar as armas num ambiente tático. Todo o processo de preparação e emprego das armas foi um tremendo sucesso, resultando em 100% das SDB sendo lançadas com sucesso. ”

O Tenente Coronel Chad Feucht, piloto da reserva de F-22 atribuído ao 477° Grupo de Caça, realiza os últimos procedimentos antes de decolar para uma missão no Combat Hammer. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

Este evento permitiu o treinamento de Integração Força Total em toda a frota de F-22. O 302° Esquadrão de Caça liderou uma equipe de Força Total da Base Conjunta de Elmendorf-Richardson. Tanto os pilotos dos 302° e 526° Esquadrões de Caça como as equipes de manutenção do 3° Grupo de Manutenção e do 47° Grupo de Caça  preencheram  a lista de implantação com um tremendo esforço de uma verdadeira força total a partir do Alasca.

Além do esforço da base no Alasca, os pilotos dos esquadrões de caça 199º e 19° e suas respectivas equipes de manutenção participaram do Combat Hammer. Esta foi a primeira vez que o pessoal operacional e de manutenção dos esquadrões de caça 199º e 19° sediados no Havaí foram implantados num exercício fora de sua base.

Um membro do 477° Esquadrão de Manutenção de Aeronaves arma um F-22 Raptor com uma GBU-39 SDBs durante o Combat Hammer. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

“A experiência de implantação bem sucedida e o lançamento de armas ar-solo é um marco importante para as operações  dos Raptor do Havaí e das equipe de manutenção pela declaração da capacidade operacional inicial”, disse o tenente-coronel Robert Jackson, comandante do 19° Esquadrão de Caça.

Texto: Tech. Sgt. Dana Rosso / 477th Fighter Group Public Affairs – Tradução: Cavok

Enhanced by Zemanta

Cavok nas redes sociais

62,521FãsCurtir
340Inscritos+1
6,523SeguidoresSeguir
2,505SeguidoresSeguir
10,510SeguidoresSeguir
2,780InscritosInscrever
Anúncios