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Eurofighter completa primeira fase de testes de integração com míssil Meteor

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O caça Eurofighter Typhoon IPA 1 equipado com mísseis inativos Meteor da MBDA. (Foto: Eurofighter)

A Eurofighter completou uma série de ensaios de testes de voo com o míssil ar-ar MBDA Meteor BVRAAM (Beyond Visual Range Air-to-Air Missile), que faz parte do processo de integração dos mísseis para a aeronave de combate multi missão Typhoon.

O primeiro de uma série de ensaios para garantir a separação segura do míssil em todo o envelope de vôo foi realizado pela empresa parceira do grupo Eurofighter BAE Systems, com a aeronave IPA 1 (Instrumental Aircraft Production) na área de testes de Aberporth, Reino Unido.

A introdução do míssil Meteor irá garantir que o Typhoon continua como aviões de combate do mundo mais avançado swing role-bem para o futuro, mantendo à frente do desenvolvimento de ar-ar ameaças.

O Meteor é um míssil de próxima geração equipado com motore ramjet, com a maior “No Escape Zone” do que qualquer outro míssil ar-ar, resultando em uma arma de longo alcance e alta probabilidade de atingir o alvo, para garantir a superioridade aérea e a sobrevivência do piloto. Este míssil está sendo desenvolvido pela França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Reino Unido pelo grupo MBDA.

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Mísseis MBDA PARS 3 LR testados com sucesso num helicóptero Tiger

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Um helicóptero Tiger do Exército Alemão equipado com lançadores de mísseis anti-tanques PARS 3 LR da MBDA. (Foto: MBDA Deutschland)

Três disparos e três acertos! Essa foi a impressionante marca do exercício de disparos de testes conduzidos com o sistema de mísseis guiados anti-tanque PARS 3 LR. Pela primeira ves, os testes de disparos foram realizados com mísseis ativos utilizando um helicóptero Tiger do Exército Alemão. Todos mísseis guiados atingiram seus alvos num ponto de impacto excelente.

Momento do disparo de um dos mísseis guiados PARS 3 LR de um helicóptero Tiger alemão durante campanha de testes na Suécia. (Foto: MBDA Deutschland)

Os dois primeiros disparos feitos pelo Tiger foram executados dentre de um minuto entre cada um. Voando a apenas 10 metros da copa das árvores, o helicóptero realizou o primeiro disparo num alvo fixo a cerca de 7 km de distância. O segundo míssil foi disparado momentos depois num alvo se movendo a aproximadamento 40 km/h. Para efetuar esse disparo, o Tiger girou 180° e assumiu a posição de tiro numa altitude de aproximadamente 100 metros. O alvo em movimento estava numa distência aproximada de 700 metros. Ambos mísseis PARS 3 LR atingiram os alvos com precisão no centro do objetivo.

O terceiro míssil foi disparado no dia seguinte quando o Tiger voava em alta velocidade. O helicóptero Tiger disparou num alvo fixo a 7.000 metros de distância enquanto voava a 180 km/h. Esse míssil guiado também atingiu o alvo no ponto ótimo de impacto.

“Com essa campanha de testes de disparo realizada com sucesso, nós demonstramos de forma impressionante as excepcionais capacidade e a alta acuracidade do sistema PARS 3 LR,” declarou Werner Kaltenegger, Diretor da MBDA Deutschland. “Nós também demonstramos nosso desempenho de forma independente. Em tempos de orçamentos apertados, esse é um importante sinal para nossos clientes.”

A MBDA Deutschland conduziu a campanha de tesyes na área de disparos de Vidsel, Suécia. Os três mísseis PARS 3 LR disparados fizeram parte da campanha de exportação da MBDA Deutschland. O sistema de míssil guiado é finalista de um projeto de aquisição do Exército da Índia.

O PARS 3 LR é atualmente o mais capaz sistema de mísseis guiados do tipo dispare e esqueça paracombater alvos blindados móveis. Os mísseis guiados são fabricados pela PARSYS, uma joint venture entre a LFK GmbH (MBDA Deutschland) e a Diehl BGT Defence. O Exército Alemão já autorizou a produção em série de 680 mísseis guiados PARS 3 LR. Esse míssil guiado é o futuro armamento principal dos helicópteros de ataque Tiger.

MBDA propõe Brimstone para Panther dos Emirados Árabes Unidos

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Concepção artística de um helicóptero Panther equipado com os mísseis MBDA Brimstone.

Os Emirados Árabes Unidos estão à procura de uma arma ar-mar com capacidade de engajamento de embarcações de pequenas dimensões, tais como as FAC (Fast Attack Crafts). Para combater esta ameaça, a MBDA propôs equipar os helicópteros Panther da Marinha dos EAU, com mísseis britânicos ar-mar Brimstone. Estes mísseis seriam compostos por ogivas de cerca de 10kg. A MBDA pretende realizar os testes com a arma desenvolvida para os EAU ainda este ano.

Um míssil ar-terra Brimstone.

Projetado na década de 90 o Brimstone foi desenvolvido para ataques ar-terra, mais especificamente para destruir colunas de veículos blindados. Trata-se de um míssil ar-terra, de guiamento composto por um radar ativo, do tipo fire-and-forget. O sistema de guiagem do Brimstone identifica, através da assinatura radar, é capaz de efetuar a busca enquanto segue a sua trajetória após o disparo e se a identificação for positiva, o míssil navega até ele, efetuando em seguida o ataque.

Segundo os seus projetistas, neutralizar um grupo de veículos blindados ou uma frota de embarcações rápidas pode ser uma operação muito semelhante. Porém a natureza do ambiente e do comportamento das metas não são e pro esta razão, novos ajustes estão sendo feitos de forma a atender as exigências .

A proposta do Brimstone nos helicópteros Panther foi feita para os Emirados Árabes Unidos.

Além dos Emirados Árabes Unidos, essa solução também pode ser de interesse para a Arábia Saudita, cuja marinha também opera o Panther, e que igualmente teria que enfrentar a ameaça das embarcações iranianas. Segundo as fontes oficiais, o Iran disõe de pelo menos 150, embarcações rápidas da série Boghammar que se constituem em forças muito eficazes capazes de dissuadir até mesmo forças mais bem equipadas como a Marinha Saudita .

Fonte: Mer et Marine, via Plano Brasil

Caças Jaguar da Força Aérea da Índia serão equipados com mísseis ASRAAM

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Um caça SEPECAT Jaguar da Força Aérea da Índia.

A frota de caças SEPECAT Jaguar da Força Aérea da Índia deve ser equipada com os avançados mísseis ar-ar de curto alcance (ASRAAM) da MBDA para oferecer proteção dos caças dentro do alcance visual e de curto alcance.

O sistema de armas está num aprimoramento de capacidade operacional que poderá permitir que o piloto do Jaguar possa ver, travar o alvo e disparar antes que o inimigo tenha chance de responder.

A capacidade do míssil de poder ser disparado para cima em direção a grandes altitudes é adequado a missão dos caças Jaguar que operam em altitudes muito mais baixas que de seus inimigos.

Atualmente, o míssil está totalmente operacional em alas de caças Eurofighter Typhoon da RAF e nos F/A-18 Hornet da Real Força Aérea da Austrália.

A MBDA, juntamente com seus parceiros Elbit e Cobham, fornecerá todos subsistemas que oferecerão uma ampliada capacidade para os caças Jaguar da Índia, de acordo com o site de notícias India Defence.

IMAGEM: MBDA revela míssil Meteor com aletas reduzidas para o F-35

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A imagem divulgada pela MBDA mostrando o modificado míssil Meteor integrado no caça F-35 que será utilizado pela RAF. (Foto: MBDA)

A MBDA revelou um levemente modificado míssil Meteor que poderá permitir o uso de quatro mísseis ar-ar BVR do modelo dentro do compartimento de armas do caça Lockheed Martin F-35.

Uma maquete miniatura do Meteor com as quatro aletas reduzidas apareceu pela primeira vez na apresentação da fabricante durante a Air & Space Conference and Technology Exposition da Air Force Association, em Washington DC.

A área total das aletas do míssil foi reduzido aproximadamente 20% comparado ao projeto original, disse Rob Thornley, executivo de vendas de desenvolvimento de negócios da MBDA. O novo formato permite que os mísseis Meteor possam ser encaixados no espaço projetado para quatro mísseis Raytheon AIM-120C7 AMRAAMs.

O novo projeto de aletas é um produto de um estudo da Lockheed que já faz quase três anos e foi financiado pelo Ministério de Defesa do Reino Unido para investigar a possibilidade de transportar quatro Meteors dentro do compartimento de armas interno do F-35.

O caça Gripen da Suécia já possui integração com o míssil Meteor e continua realizando testes de desenvolvimento inclusive na versão Gripen NG Demonstrator. (Foto: Saab)

Diferente do míssil de curto alcance ASRAAM, a MBDA ainda não encontrou um cliente que deseje integrar o Meteor no F-35. No entanto, a companhia está preparando o míssil para ser incluído como parte do pacote de melhorias Block 5 do caça F-35.

O Meteor está programado para integração com os caças Dassault Rafale (imagem abaixo), Eurofighter Typhoon e Saab Gripen (imagem acima com mísseis Meteor) através de um programa entre seis nações que envolvem França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Reino Unido.

Um míssil Meteor montado sob a asa de um caça Rafale.

A Lockheed havia anteriormente mostrado um comparimento de armas modificado que criaria um espaço necessário para armazenar até seis mísseis AMRAAMs.

Mas os membros da U.S. Air Force, enquanto isso, estão buscando a aprovação no próximo ciclo de orçamento para desenvolver um novo míssil de longo-alcance para substituir tanto o AMRAAM como o Raytheon AGM-88 de alta velocidade utilizado nas missões anti-radar. Os dois mísseis permanecem no início do desenvolvimento de tecnologia.

“Nós precisamos seguir com o desenvolvimento de armas de quinta-geração para uma plataforma de quinta-geração,” disse o chefe do Comando Aéreo de Combate, General William Fraser, duarnte ua conferência na exposição em Washington.

Fonte: DEW Line / FlightGlobal – Tradução: Cavok

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