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IMAGENS: Antigos jatos MiG armazenados em montanha na Albânia ainda aguardam compradores

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Antigos MiGs da era soviética e também chineses que pertenciam a Força Aérea Albanesa agora estão estocados em uma montanha aguardando compradores.

Em uma encosta árida no norte da Albânia, há um portal para o passado comunista do país: uma enorme porta de aço se abre para revelar uma antiga base aérea escondida no coração da montanha. Formada por 600 metros de túneis que outrora se enchiam de vida militar, a base secreta de Gjader é agora um depósito para dezenas de jatos MiG da era comunista acumulando poeira na escuridão.

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MiG volta a trabalhar no UCAV Skat

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Mockup do drone de combate Skat, desenvolvido pela fabricante russa MiG.

A MiG, empresa russa de aeronaves, retomou seu trabalho no veículo aéreo não-tripulado de combate Skat, cujo projeto conterá tecnologias que tornam os drones menos perceptíveis para os radares.

RÚSSIA: MiG está trabalhando em caça de quinta geração

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O futuro MiG-41 substituirá o atual interceptador MiG-31. (Foto: MD russo – Imagem ilustrativa)

A fabricante de aeronaves estatal russa MiG está trabalhando no caça-interceptor MiG-41 de quinta geração, disse Ilya Tarasenko, CEO da MiG, ao TASS na semana passada.

Voa Mig-29 Sérvio

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Foto: Peter Voinovich

Em 27 de julho de 2018, um dos seis MiG-29 da Força Aérea sérvia, adquiridos da Rússia em outubro de 2017, fez seu primeiro voo após uma extensa reforma em Batajnica.

Cinco dos seis antigos MiG-29 da Força Aérea Russa estão sendo colocados em condições de voo na Planta Aeronáutica “Moma Stanojlovi?” em Batajnica, enquanto o sexto MiG-29 continua a apoiar o trabalho na Rússia.

Enquanto isso, a situação na Força Aérea Sérvia continua crítica. Da atual frota de aviões de caça, há apenas três (de quatro) MiG-29s operacionais e um (de dez) MiG-21s. Ambos os tipos são atribuídos a 101. lae – Fighter Aviation Squadron em Batajnica. Da frota MiG-21, o único que voa é um avião de assento duplo MiG-21UM que fornece treinamento, enquanto o quarto MiG-29 não voa desde 2010.

Foto: Dimitrije Ostojic

O objetivo da Sérvia é manter catorze MiG-29 modernizados – os quatro originais sérvios, os seis ex-aviões russos acima mencionados e quatro antigos aviões bielorrussos que ainda precisam ser entregues.

Índia perde mais um MiG-27 em acidente

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Um jato de combate MiG-27 Flogger da Força Aérea da Índia, decola da Base Aérea de Jodhpur.
Um jato de combate MiG-27 Flogger da Força Aérea da Índia, decola da Base Aérea de Jodhpur.

Um jato de combate MiG-27 da Força Aérea Indiana caiu perto de Jodhpur, no estado de Rajasthan, na Índia. O avião, que havia decolado da Base Aérea de Jodhpur, estava numa manobra de treinamento de voo de rotina quando caiu no dia 13 de junho.

MAKS 2015: Mikoyan 1.44 aparece em exposição estática

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Mikoyan 1.44 em exposição estática na MAKS 2015 / Andrey Sdatchikov

Contrariando alguns sites brasileiros que especularam a respeito de um possível relançamento do caça demonstrador de tecnologia de 5ª geração Mikoyan 1.44 MFI (Mnogofunktsionalny Frontovoi Istrebitel – Multifunctional Frontline Fighter), originalmente concebido na década de 1980, essa relíquia da Guerra Fria, como nós já havíamos anunciado, encontra-se em exposição estática no Salão Internacional de Aviação e Espaço – MAKS, que começou hoje e vai até o dia 30 de agosto.

RÚSSIA: Relíquia da Guerra Fria, Mikoyan 1.44 será exposto na MAKS 2015

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Mikoyan 144 (6)
Mikoyan 1.44 / Ministry of Defence of the Russian Federation

Pela primeira vez na história, durante o Salão Internacional de Aviação e Espaço – MAKS, que ocorrerá em Moscou entre os dias 25 a 30 de agosto de 2015, o caça demonstrador de tecnologia de 5ª geração Mikoyan 1.44 MFI (Mnogofunktsionalny Frontovoi Istrebitel – Multifunctional Frontline Fighter) será exposto ao público. Até então, para a grande maioria das pessoas, a existência da aeronave era conhecida apenas através de fotos, relatos, e artigos publicados pela imprensa especializada.

Acidente com MiG-29 na Rússia

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Um caça MiG-29-M2 da Força Aérea da Rússia. (Foto: Alex Beltyukov / Airliners)
Um caça MiG-29-M2 da Força Aérea da Rússia. (Foto: Alex Beltyukov / Airliners)

Após um acidente na sexta-feira com um MiG-29, durante um treinamento de rotina na região sul de Krasnodar, a Força Aérea da Rússia decidiu manter toda frota de mais de 200 caças do modelo no solo.

MiG-35 poderá servir de base para um novo caça de 5ª geração

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MiG-35
MiG-35

A RAC MiG está contemplando a construção de um caça de quinta geração que iria usar sua atual plataforma do MiG-35 como “base” para a introdução de novas tecnologias.

MiG irá projetar novo UCAV de combate

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Russian_Skat-Kuznetsov
O sistema SKAT era uma plataforma stealth, subsônica, capaz de transportar armas em dois compartimentos ventrais e propulsionado por um turbofan Klimov RD-5000B.

A RAC MiG assinou um contrato de pesquisa e desenvolvimento para construir um veículo aéreo não tripulado de combate (unmanned combat air vehicle – UCAV) com base em seu projeto anterior, o Skat.

Peru deve assinar novo contrato de modernização para caças MiG-29 até o final do ano

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O Peru pretende modernizar um novo lote de seus caças MiG-29.
O Peru pretende modernizar um novo lote de seus caças MiG-29.

A Rússia e o Peru, até o final de maio, vão assinar um contrato para a modernização dos caças MiG-29 peruanos, disse na segunda-feira o vice-chefe do Serviço Federal para a Cooperação Técnico-Militar Konstantin Biryulin, e relatado na versão em Inglês da agência de notícias RIA Novosti.

MiG-29K/KUB oficialmente em serviço na Índia

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Os caças MiG-29K/KUB comporão a esquadrilha Pantera Negra.
Os caças MiG-29K/KUB comporão a esquadrilha Pantera Negra.

Segundo nota veicula no site Voz da Rússia, na data de 11 de maio, uma esquadrilha de caças multifuncionais MiG-29K/KUB oficialmente entrou em serviço.

Caças russos batem recorde no mercado internacional

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As aeronaves de caça MiG-35 e Su-35 representam os mais modernos jatos de combate oferecidos no mercado externo. (Foto: Yuri Stepanov / Russianplanes)
As aeronaves de caça MiG-35 e Su-35 representam os mais modernos jatos de combate oferecidos no mercado externo. (Foto: Yuri Stepanov / Russianplanes)

Em 2012, as exportações militares russas estabeleceram um novo recorde, atingindo US$ 15 bilhões. Desse montante, US$ 12,9 bilhões foram obtidos com as vendas externas efetuadas pela empresa Rosoboronexport, a única exportadora autorizada de armas do país.

De acordo com o diretor-geral da Rosoboronexport, Anatóli Isáikin, as aeronaves tiveram a maior representatividade nas exportações militares russas (37%), enquanto o equipamento militar naval e os mísseis terrear aumentaram suas fatias no mercado em 18% e 15%, respectivamente.

A carteira de encomendas de bens militares produzidos na Rússia também continua crescendo e já ultrapassa os US$ 37,3 bilhões. No ano passado, a Rosoboronexport recebeu 1.877 pedidos de compra de clientes estrangeiros e assinou 1309 contratos de venda, 2,5 vezes mais do que em 2011.

Tal tendência dá esperança à Rússia de que, nos próximos anos, o país continue em segundo lugar no mundo em exportações militares, perdendo apenas para os EUA.

No ano passado, a Rússia exportou armas para 60 países, com especial destaque para os os países do Sudeste Asiático e do Pacífico Asiático (43%), do Oriente Médio e da África Setentrional (23%), da América Latina (18%) e da Comunidade de Estados Independentes, composta pelas ex-repúblicas soviéticas, exceto os países bálticos e a Geórgia (12%).

Dentre os novos países que mostraram interesse por armas russas, constaram ainda Gana, Itália e Polônia.

Conflito sírio – Isáikin não nega que Moscou continua cumprindo os contratos de armas celebrados com a Síria, já que o país não está sob sanções do Conselho de Segurança da ONU. “O equipamento militar fornecido nos termos dos contratos não é de caráter ofensivo”, acrescenta. No entanto, a Rosoboronexport não vendeu à Síria mísseis terra-ar Iskander ou quaisquer outras armas ofensivas, desmentindo as afirmações feitas pela ex-secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton.

A carteira de encomendas de bens militares produzidos na Rússia também continua crescendo e já ultrapassa os US$ 37,3 bilhões. No ano passado, a Rosoboronexport recebeu 1.877 pedidos de compra de clientes estrangeiros e assinou 1309 contratos de venda, 2,5 vezes mais do que em 2011.

Prioridade latina – “A promoção de nossas armas no mercado latino-americano é uma de nossas prioridades, sobretudo no Brasil”, afirma Saiki sobre as perspectivas de vendas de armas russas na América Latina, que atualmente já opera cerca de 500 helicópteros de fabricação russa. Entre os modelos de maior destaque nos países latino-americanos estão os helicópteros de médio porte Mi-17 e suas modificações Mi-24, Mi-25 e o Mi-35M, além aeronaves de grande porte como o Mi-26.

O maior importador de equipamento militar russo nesse período foi a Índia, que comprou 350 tanques T-90S e encomendou outros 1.500, além de 150 caças Su-30MKI. O comércio de armas foi novamente impulsionado pela visita do presidente russo Vladímir Pútin a Nova Déli em dezembro passado, quando Rússia e a Índia assinaram um contrato para o fornecimento de 48 aviões de caça novos e kits para a montagem de aeronaves em empresas indianas.

Os russos também estão projetando em conjunto com a Índia um avião de quinta geração e um míssil supersônico antenais Brahmos a ser transportado pelo avião Su-30MKI, bem como estão em vias de finalizar os trabalhos de atualização no porta-aviões indiano Vikramaditia.

Por outro lado, a “Rússia perdeu as licitações para o fornecimento à Índia de aviões de caça multimissão e de helicópteros de ataque e de grande porte”, esclareceu o diretor-geral da Rosoboronexport. Como as novas aeronaves ainda não estão em serviço da Força Aérea Russa (FAR), elas não foram aprovadas na licitação.

Dado o interesse crescente no mundo por sistemas de defesa antiaérea, cabe dizer que a Rússia mantém a liderança nesse segmento do mercado de armas e a Rosoboronexport tem encomendas do míssil terra-ar S-400 até 2021.

Fonte: Gazeta Russa – Iúri Paniev

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ESPECIAL: Leitor do Cavok conta como foi voar num MiG-25 na Rússia

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O leitor do Cavok Brasil, Samuel Celegatti, a bordo do caça interceptador MiG-25 Foxbat, voando a 90 mil pés. (Foto: Arquivo pessoal)
O leitor do Cavok Brasil, Samuel Celegatti, a bordo do supersônico MiG-25PU Foxbat-D, voando a 90 mil pés. (Foto: Arquivo pessoal)

Nessa semana, um dos leitores diários do Cavok, o amigo Samuel Celegatti mandou por e-mail fotos bem interessantes de um especial voo realizado na Rússia em 2001, a bordo de um supesônico MiG-25PU Foxbat-D. Na época, Samuel havia ganho o voo num concurso na internet, e ele divulgou apenas as fotos num site e num jornal. Pedimos então um relato sobre o voo, para nossos leitores poderem imaginar como é voar a bordo de um caça que atinge mais de três vezes a velocidade do som, e voa na estratosfera, quase na beira do espaço. Samuel, o primeiro brasileiro a voar no MiG-25, enviou o relato que pode ser lido a seguir.

O voo foi feito no MiG-25PU, uma versão de dois lugares. (Foto: Arquivo pessoal)
O voo foi feito no MiG-25PU, uma versão de dois lugares. (Foto: Arquivo pessoal)

“Após vencer o concurso na internet, fiquei empolgado com a viagem, e escolhi meu irmão Paulo como acompanhante, que é uma pessoa que sempre me influenciou a gostar de aviões. Fomos para Moscou e ficamos num hotel 5 estrelas, com direito a carro com motorista, o mesmo que Denis Tito (primeiro civil no espaço) estava usando. O voo na época era comercializado pela agência Space Adventures, e o motorista mostrou pra gente a escala do traslado e o nome dele estava na lista.

Um Ilyushin Il-76 visto na chegada em Zhukovsky. (Foto: Arquivo pessoal)
Um Ilyushin Il-76 visto na chegada em Zhukovsky. (Foto: Arquivo pessoal)

Chegamos no dia 27 de abril de 2001 no Centro de Testes de Voo de Zhukovsky, onde o voo foi realizado. Logo ao chegar na base foi possível ver um Su-30 e um Su-27 em voo, ambos executando a manobra “Cobra Pugachev”, e depois descobrimos que no local estava uma comitiva da China avaliando o avião Su-30 para compra. Posteriormente a China adquiriu 76 caças russos Su-30MKK Flanker.

Sendo preparado com o traje especial.
Sendo preparado com o traje especial.

Entramos numa sala onde apresentei meus exames médicos e fiz mais alguns exames rápidos, além de assinar alguns termos de responsabilidade. Em seguida já entramos na sala de briefing com o piloto, muito simpático e tranquilo. Pesquisei depois e descobri que esse piloto, Alexander Garnaev, é Heroi na Rússia. Ele explicou todo o voo, informando quais manobras seriam executadas, e em seguida fui colocar o traje de voo. Coloquei um agasalho azul por baixo, depois o macacão com sistema anti-g e depois outro macacão por cima, testei o capacete e como usar a máscara de oxigênio e a comunicação.

Chegando no Aeródromo de Zhukovski, e vendo o MiG-25 pela primeira vez. (Foto: Arquivo pessoal)
Chegando próximo do MiG-25PU pela primeira vez, já no Aeródromo de Zhukovsky. (Foto: Arquivo pessoal)

Após estar preparado com o traje, entramos num carro rústico e um motorista muito louco nos levou até a aeronave. No meio do caminho, vi um MiG sendo rebocado por um caminhão e um soldado “pegando rabeira” no profundor do MiG.

Ao lado do MiG-25PU, mostrando o tamanho da aeronave.
Ao lado do MiG-25PU, mostrando o tamanho da aeronave.
Posando ao lado do grande interceptador russo.  (Foto: Arquivo pessoal)
Posando ao lado do grande interceptador russo. (Foto: Arquivo pessoal)

Foi quando chegamos na nossa aeronave, e somente consegui ter noção do tamanho do MiG-25PU ao sair do carro. Para quem somente tinha visto o Mirage IIIEBR em Pirassununga, realmente o tamanho do MiG-25 impressiona. O MiG-25PU é uma versão biposta modificada do interceptador russo MiG-25P e usado para treinamento. A versão voada não possui radar e não tem capacidade de combate.

Antes de embarcar no caça, foi possível fotografar bastante a aeronave.  (Foto: Arquivo pessoal)
Antes de embarcar no jato, foi possível fotografar bastante a aeronave. (Foto: Arquivo pessoal)

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Os motores Tumansky R-15B-300 de 22.500 libras de empuxo cada. (Foto: Arquivo pessoal)
Os motores Tumansky R-15B-300 de 22.500 libras de empuxo cada. (Foto: Arquivo pessoal)

A equipe de apoio no solo foi super simpática e insistia para que subissemos no avião para tirar fotos. Por ser diferente dos eventos no Brasil, onde temos que olhar de longe as aeronaves, ficávamos meio tímidos, mas tiramos várias fotos antes do piloto chegar.

Junto ao piloto Alexander Garnaev. (Foto: Arquivo pessoal)
Junto ao piloto Alexander Garnaev. (Foto: Arquivo pessoal)
A aeronave tem um tamanho que impressiona.  (Foto: Arquivo pessoal)
A aeronave tem um tamanho que impressiona. (Foto: Arquivo pessoal)

Assim que Alexander chegou, fizemos outro briefing, só que desta vez dentro da aeronave. Tudo pronto… canopi fechado e travado… e o MiG-25 aciona os dois motores Tumansky R-15B-300 e a primeira coisa que vejo é meu irmão Paulo tapando os ouvidos…

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O caça MiG-25PU já iniciando o táxi para a decolagem.  (Foto: Arquivo pessoal) O MiG-25PU já iniciando o táxi para a decolagem. (Foto: Arquivo pessoal)

O MiG-25PU russo começou a taxiar e em seguida parou na taxiway para esperar um bombardeiro Tupolev Tu-95 Bear que se preparava para decolar na frente. Dois minutos depois alinhamos na pista e Alexander coloca potência total nos motores, quando então eu simplesmente colo no assento. Um detalhe legal do MiG-25PU é que o carona vai na frente, totalmente isolado do piloto. Ver a pista correndo na frente, a bordo de um MiG-25 é uma sensação incrível.

Assim que a aeronave saiu do chão e pegou um pouco de altitude, Alexander já comandou um parafuso, e subiu em seguida para altitude de cruzeiro em poucos minutos. Fiquei acompanhando o tempo todo os instrumentos de voo, e não tirei o olho do velocímetro até ele alcançar Mach 1, que foi quando diminuiu um pouco o barulho do motor, embora a vibração do ar continuava. O caça rapidamente alcançou Mach 2 e depois fez uma curva, onde senti a força de 4 a 5 Gs. Confesso que levantar a câmera fotográfica nessas condições era difícil, e tive que me concentrar pra não apagar, um pouco graças à roupa anti-G que foi eficiente.

Logo após a decolagem, um tounneaux.  (Foto: Arquivo pessoal)
Logo após a decolagem, um tounneaux. (Foto: Arquivo pessoal)

O piloto então comunicou-se comigo via rádio, perguntando se estava tudo ok, e disse que iria começar a subida rumo a estratosfera. Enquanto o altímetro não parava de subir, a velocidade também foi aumentando e comecei a notar que o céu azul como a gente esta acostumado a ver em pleno dia começou a escurecer e o horizonte foi ficando curvo, e quando notei estava vendo um céu escurecido com algumas estrelas e o sol brilhando num céu escuro… é uma cena que não dá pra explicar e nem pra esquecer.

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Fotos já na altitude de 90 mil pés, voando numa velocidade de Mach 3.1. (Foto: Arquivo pessoal)
Fotos já na altitude de 90 mil pés, voando numa velocidade de Mach 3.1. (Foto: Arquivo pessoal)

Um fato interessante é que nessa altitude o barulho da vibração do ar também quase zerou. Parecia que o piloto tinha desligado o avião. Ele deu então uma leve inclinada no avião e me chamou por rádio, e disse pra aproveitar a vista, pois poucos tem essa chance. Me senti realmente privilegiado. Atingimos nesse instante a marca de Mach 3.1 e uma altitude de 90.000 pés (aproximandamente 27,4 quilômetros).

O cockpit do assento dianteiro do MiG-25PU.  (Foto: Arquivo pessoal)
O cockpit do assento dianteiro do MiG-25PU. (Foto: Arquivo pessoal)

Alexander então informou que na descida eu sentiria um pouco por causa da força G negativa, onde se tem a sensação de flutuar. Não foi tão desagradável, talvez pela adrenalina do momento. Quando chegamos na altitude de cruzeiro novamente, o piloto me chamou e perguntou se eu queria pilotar o MiG-25. Eu já achava que estava muito feliz, mas quando ele perguntou isso minha felicidade duplicou. Alexander me explicou como deveria fazer, conforme o briefing e executou uma manobra, um touneaux. Pedi pra ele repetir, ele fez e pediu pra eu executar para a direita, eu fiz como ele falou, pedi pra fazer novamente e ele deixou e eu fiz pra esquerda. Imediantamente após a manobra ele assume o comando e disse pra me preparar para pouso.

Ao desembarcar, mais uma última foto do MiG-25PU, mostrando o assento traseiro, onde foi o piloto. (Foto: Arquivo pessoal)
Ao desembarcar, mais uma última foto do MiG-25PU, mostrando o assento traseiro, onde foi o piloto. (Foto: Arquivo pessoal)

Realizamos uma passagem sobre a base e ele fez alguns tounneaux sobre a pista. Fizemos uma curva e alinhamos para o pouso, que foi tão suave como o de um A340. Desci da aeronave meio bobo, uma sensação que nunca tinha sentido. Alexander veio dar os parabéns e tiramos algumas fotos.

No retorno para sala de voo, vimos varios aviões sucateados: MiGs 21,23,27,25 e tambem vimos alguns hangares com MiG-29s, Su-30 e Su-27 reluzindo.

Dentro da MIR, usada para treinamento no solo para os cosmonautas russos. (Foto: Arquivo pessoal)
Dentro da MIR, usada para treinamento no solo para os cosmonautas russos. (Foto: Arquivo pessoal)

No dia seguinte ainda foi possível conhecer a Star City, entrei na MIR, pois eles mantinham uma mesma estação espacial nesse local para testes e resoluções de problemas, e também realizei treinamento no tanque simulando falta de gravidade, conhecendo ainda toda a parte de treinamento de cosmonautas e a maior centrífuga para testes de força G, tudo acompanhado por uma guia.

A viagem total durou 5 dias, sendo que o primeiro dia foi nossa chegada, o segundo dia foi o voo no MiG, o terceiro foi conhecer a Star City. No quarto dia pagamos para a guia mostrar Moscou, e no quinto dia partimos para o Brasil. Quando estávamos saindo, descobrimos que nosso hotel ficava a alguns metros do maior museu aeronáutico da Rússia, Monino.

Samuel e seu irmão Paulo, junto ao caça MiG-25PU. (Foto: Arquivo pessoal)
Samuel e seu irmão Paulo, junto ao MiG-25PU. (Foto: Arquivo pessoal)

A idéia da promoção partiu do site Aventuras Incríveis, do empresário Otávio Cilento, quando sortearam o voo para promover o pacote na Rússia. Depois ainda sortearam um outro voo no Brasil, para voar num Fouga Magister, e quem venceu foi meu irmão Paulo Celegatti, que voou em Bragança Paulista.”

Agradecemos ao amigo Samuel Celegatti pelo relato e envio das imagens. Realmente um sonho para qualquer aficcionado por aviação.

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Força Aérea russa em vésperas da sua modernização radical

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A Força Aérea da Rússia vem recebendo vários novos caças bombardeiros Su-34. (Foto: Mike Syritsa)
A Força Aérea da Rússia vem recebendo vários novos caças bombardeiros Su-34. (Foto: Mike Syritsa)

O ano de 2012 passou a ser uma época de modernização abrangente da Aeronáutica da Rússia que recebeu dezenas de máquinas voadores de diversas classes, o que permite proceder à formação de novas unidades. Este processo deverá aumentar as potencialidades da Força Aérea na execução de missões dentro e fora do país.

As notícias sobre a entrada em serviço de equipamentos modernos deixaram de causar muita surpresa: a modernização abrange todos os ramos das Forças Armadas da Federação Russa. Têm atraído uma maior atenção as novas características do Exército, da Aeronáutica e da Marinha relacionadas com o uso eficiente do material bélico e equipamentos modernos e sofisticados.

Novos caças polivalentes Su-35S também já foram entregues em 2012. (Foto: Irkut)
Novos caças polivalentes Su-35S também já foram entregues em 2012. (Foto: Irkut)

As transformações positivas se deram, antes de tudo, na Aeronáutica. Em 2012, foram postos em serviço mais de 150 aviões e helicópteros, excluindo os máquinas em fase de reparação ou modernização. Tomando em conta o tempo necessário para dominar e manejar os novos aviões, isto significa que, nos próximos um ou dois anos, serão formadas novas sub unidades da aviação tática.

A Força Aérea terá possibilidades maiores de conduzir operações à grande distância devido à maior autonomia e ao reabastecimento em vôo de novos aviões postos em serviço. Como uma aeronave-tanque pode ser utilizado tanto o Il-78, como os aviões de combate dotados de contentores especiais. É evidente, contudo, que a falta de aviões cisterna não poderá ser suprida só por este meio. Por isso, o Ministério da Defesa planeja organizar a produção em série de aviões-tanque com base em aeronaves Il-76 modernizadas.

Interceptadores MiG-31 estão sendo modernizados para o padrão BM.
Interceptadores MiG-31 estão sendo modernizados para o padrão BM.

Em segundo lugar, os novos aviões terão possibilidades mais largas no que concerne ao aniquilamento de alvos terrestres. Até há pouco tempo, a Rússia dispunha de um avião tático, capaz de empregar uma vasta gama de armas contra os alvos terrestres – o bombardeiro Su-24. Hoje em dia, as semelhantes missões podem ser cumpridas por caças Mig-29SMT, Su-30SM, Su-35 e outros engenhos modernizados. Os principais caças de combate aos alvos terrestres serão, como antes, o Su-34, o Su-24M2 e os caças polivalentes Su-30SM. As potencialidades da Força Aérea dependem ainda de aumento do número de aviões que sejam capazes de empregar as armas de alta precisão, razão pela qual vão crescendo as compras de respectivas munições, cuja produção aumentado de forma significativa.

A Força Aérea da Rússia também encomendou os novos aviões de transporte Il-476.
A Força Aérea da Rússia também encomendou os novos aviões de transporte Il-476.

Mais um fator substancial passa pela modernização do sistema de instrução do pessoal. O fornecimento de novos aviões de treino e de novos equipamentos, assim como o aumento do tempo de vôo até 100 horas anuais, permitem elevar a eficiência do emprego do material militar aéreo.

Mas as tendências positivas citadas não são suficientes para o ressurgimento real da Força Aérea. Para que tal aconteça, serão indispensáveis medidas visando, sobretudo, o aperfeiçoamento da infra-estrutura de baseamento e da logística. A nova direção do Ministério da Defesa deu a entender ter alargado os planos de modernização de aeródromos militares. Outra condição se refere à necessidade de aumentar o número de aviões de reconhecimento, de guerra eletrônica e radiolocalização à distância e de comando. Estes aparelhos que se criam à base de aeronaves comerciais constituem uma parte integrante da Aeronáutica.

O caça PAK FA continua sendo testado, e em 2013 inicia os testes com a Força Aérea da Rússia.
O caça PAK FA continua sendo testado, e em 2013 inicia os testes com a Força Aérea da Rússia.

Estão armazenadas dezenas aeronaves civis Il-62 e Il-86 que mantêm ainda um recurso de vôo suficiente. A sua transformação em aviões-tanque tem sido uma prática generalizada e a modernização, prevendo a instalação de novos propulsores, farão com que, na segunda metade dos primeiros 10 anos do século XXI, a Aeronáutica passe a contar com 30-40 engenhos-cistern a. A entrada em serviço de novos aviões permitirá chegar a tais indicadores somente nos finais dos anos 20.

As aeronaves An-148 poderiam ser usadas como plataformas de reabastecimento aéreo.
As aeronaves An-148 poderiam ser usadas como plataformas de reabastecimento aéreo.

Os An-148/158 ou o MTC versátil podem ainda servir de base para a criação de aviões-tanque a integrarem a aviação tática. Estes engenhos voadores não são caros, mas fáceis no manejo ao contrário de um avião-tanque de quatro motores com dezenas de metros cúbicos do combustível. O surgimento de “aviões-tanque táticos”, cujo número exceda 40-50 unidades, aumentará a flexibilidade da aviação tática, bem como contribuirá para o reabastecimento aéreo de helicópteros sem precedentes na Força Aérea russa.

Em princípio, cada base aérea tem que dispor de um destacamento de aviões- tanque. Pelo menos, uma esquadrilha desses deve prestar serviço junto do Comando da FA em cada região militar e em cada Esquadra Naval. Era preciso pensar nisso há já muito tempo: o espaço específico em que se pode travar operações militares – a Ásia Central, o Oceano Pacifico, e a zona do Círculo Polar – pressupõem a realização de vôos a distâncias superiores à norma.

Fonte: Voz da Rússia / Ilya Kramnik

Dica do amigo Wagner. Obrigado 😉

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




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Acidente com caça MiG-21 Bison da Força Aérea da Índia

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Um caça MiG-21 Bison da Força Aérea da Índia, similar ao que caiu no dia 24 de novembro em Gujarat.

Uma aeronave modernizada MiG-21 Bison da Força Aérea da Índia caiu hoje, dia 24 de novembro, depois de decolar da Base Aérea de Naliya, em Gujarat, às 11:30 hora local.

O piloto da aeronave conseguiu ejetar com segurança, disseram as fontes, acrescentando que a aeronave realizava um voo de treinamento de rotina. A aeronave de caça caiu a cerca de 30 quilômetros da base aérea, numa área de floresta.

O piloto da aeronave disse que a aeronave apresentou problemas numa altitude de 18 mil pés e por isso resolveu ejetar com segurança. Ele sofreu ferimentos leves e foi internado no Hospital Militar de Bhuj.

Uma comissão de investigação foi criada para determinar as causas do acidente com o MiG-21 Bison. Enquanto a investigação estiver em andamento, os voos de treinamento com jatos MiG-21 estão suspensos.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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Acidente com caça MiG-21 da Força Aérea do Egito

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Um caça MiG-21 da Força Aérea do Egito, similar ao que caiu no dia 20 de novembro na província de Aswan.

Um jato de treinamento MiG-21 Fishbed da Força Aérea do Egito caiu numa área agrícola perto de Aswan, no sul do país. Na queda morreu o piloto, um capitão da Força Aérea Egípcia.

O caça de fabricação russa caiu local após a decolagem, durante um voo de treinamento. Os bombeiros foram acionados para apagar o incêndio causado pelo acidente e isolaram o local.

Informações preliminares indicam que o piloto perdeu a consciência durante a decolagem. Uma investigação já está em andamento, liderada pela força aérea do país.

A Força Aérea do Egito adquiriu cerca de 360 caças MiG-21 da extinta União Soviética nas década de 1960. Atualmente o Egito ainda possui cerca de 60 jatos Fishbeds, em quatro versões. A frota começou a ser substituída nas décadas de 1980 e 1990 por caças norte americanos F-16.

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RAC MiG finaliza testes do MiG-29K/KUB a bordo do porta-aviões indiano Vikramaditya

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Um caça MiG-29KUB chega para pouso no porta-aviões indiana INS Vikramaditya. (Foto: RAC MiG)

A RAC MiG completou os testes embarcados do seu avião de combate MiG-29K/KUB envolvendo o futuro porta-aviões da Marinha indiana, o INS Vikramaditya, com as entregas do contrato assinado com Nova Delhi em 2010 no caminho certo para começar no final deste ano.

“Todos os testes a bordo do navio foram concluídos com êxito, e com o cliente assinando o respectivo protocolo. Nós já não precisamos de um apoio [para testes]”, disse o diretor geral da RAC MiG Sergei Korotkov. A Marinha indiana já recebeu 16 caças monopostos modelo K e também do modelo biposto de treinamento KUB de uma ordem anterior, e “essas aeronaves estão sendo operadas com sucesso”, acrescenta.

Enquanto isso, um primeiro lote de seis caças MiG-29 para Força Aérea da Índia que estão sendo atualizados para uma versão melhorada UPG foram concluídos na fábrica da empresa russa em Lukhovitsy, ao sul de Moscou. Foi introduzido um novo conjunto de aviônicos padronizados como o do MiG-29K, e o trabalho está sendo realizado através de um contrato de Março de 2008, com 90% da aeronave sendo modificada na Índia sob supervisão russa.

Num discurso na unidade de Lukhovitsy no dia 25 de Outubro, Korotkov disse que a RAC MiG tem “um acúmulo considerável de encomendas do cliente local e de países estrangeiros, o que oferece uma alta carga de trabalho até 2017”. Isso representa negócios avaliados em mais de US$ 6 bilhões, acrescentou.

Além de construir as novas plataforma de caças para as marinhas da Índia e da Rússia, a empresa também está dentro do cronograma para entregar o seu primeiro MiG-35 em 2013 para a Força Aérea da Rússia. Korotkov diz que espera que o Ministério da Defesa russo faça um novo pedido do caça MiG-35 em 2013-14.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

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VÍDEO: Visão do piloto de um MiG-29KUB durante o pouso a bordo do porta-aviões indiano Vikramaditya

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O jornalista Shiv Aroor, do site indiano LiveFist, divulgou hoje um vídeo feito a bordo de um caça embarcado MiG-29KUB que efetuou um pouso no convôo do porta-aviões Vikramaditya da Marinha Indiana, que está realizando os testes e avaliações com pilotos da Marinha da Rússia no comando dos jatos Fulcrum.

A Marinha da Índia já encomendou 16 caças MiG-29K/KUB para operação no porta-aviões adquirido da Rússia.

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Rússia finaliza modernização dos seis primeiros caças MiG-29 para Força Aérea da Índia

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Um dos modernizados caças MiG-29UPG destinados para Força Aérea da Índia durante testes na Rússia. (Foto: Lysenko Sergey)

Os seis primeiros caças MiG-29 modernizados destinados para a Força Aérea da Índia foram finalizados pela RAC MiG, informaram os documentos entregues a jornalistas na reunião do Comitê de Defesa de Duma realizada em Lukhovitsi (região de Moscou), conforme relatou a RIA Novosti.

“A MiG Corporation está atualizando os jatos da Força Aérea da Índia através do programa MiG-29UPG executado de acordo com o contrato assinado em março de 2008. Os seis primeiros caças foram submetidos a revisão e atualização na unidade da RAC MIG. Mais de 90% dos jatos serão atualizados na Índia”, disse o material.

Os jatos são equipados com avançados aviônicos integrados e podem se comunicar com os aviônicos dos caças embarcados MiG-29K/KUB da Marinha da Índia.

Foi informado também que a MiG Corporation está realizando mais de 100 contratos com 20 países estrangeiros e sua carteira total está avaliada em US$ 6 bilhões.

Afirma-se que a base da carteira da MiG é formada pelos contratos de entregas, revisão, atualização dos caças na Europa, Ásia, África, América do Sul e entregas de peças de reposição e outros bens aos operadores de aeronaves MiG.

Fonte: RU Aviation – Tradução: Cavok

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