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Falha em motor suspende operações dos helicópteros MRH 90 da Austrália

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MRH90 australia 02 - Falha em motor suspende operações dos helicópteros MRH 90 da Austrália
Dois helicópteros MRh 90 do Exército Australiano. (Foto: CPL Rodney Welch/Army)

A Força de Defesa Australiana (ADF) suspendeu as operações de toda sua frota de 11 helicópteros MRH 90 após um deles ter sofrido o que foi reportado como uma “catastrófica” falha no motor durante um voo próximo a Adelaide, no dia 20 de abril.

Quase um mês após o evento, o Departamento de Defesa confirmou num comunicado no seu site no dia 18 de maio que um helicóptero MRH 90 retornou para Base da RAAF de Edinburgh no dia 20 de abril, após ter sofrido uma falha no motor enquanto voava a nordeste de Adelaide. A operações de voo dos helicópteros MRH 90 foram imediatamente suspensas, e especialistas da fabricante do motor Rolls-Royce Turbomeca foram levados para Austrália para acompanhar o caso com análise mais detalhada dos componentes do motor para determinar porque um dos motores RTM322-01/9 falhou.

“O impacto completo da falha do motor no cronograma do projeto ainda será determinado,” informou o comunicado do Departamento de Defesa.

O oposicionista da defesa Bob Baldwin criticou o tempo levado para as notícias da suspensão das operações surgirem. “A questão aqui não é a suspensão das operações dos helicópteros devido a falha; que deve ser elogiado,” ele disse ao programa AM da Rádio ABC da Austrália, no dia 19 de maio. “A questão aqui é ter escondido do público o fato de haver um problema com o helicóptero por 28 dias.”

Onze dos 46 helicópteros MRH encomendados pelo Exército e Marinha da Austrália já foram aceitos pela Força de Defesada Austrália e estão atualmente sendo usados para treinamento e testes de voo.

Fonte: Australian Aviation – Tradução: Cavok

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Primeiro piloto norte americano a pilotar um helicóptero Mi-35 em combate

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MI 35 attack helicopters from the Afghan National Army Air Corps - Primeiro piloto norte americano a pilotar um helicóptero Mi-35 em combate
Dois helicópteros Mi-35 do Exército Afegão iniciam a decolagem do aeródromo de Kabul.

Um major da U.S. Air Force (Força Aérea dos EUA), da 438ª Ala Expedicionária Aérea da Força de Transição do Poder Aéreo Combinado em Kabul, no Afeganistão, tornou-se o primeiro piloto norte americano a pilotar um helicóptero de ataque Mi-35 Hind em combate.

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O Major Caleb Nimmo, da USAF, a frente do Mi-35 que acabara de pilotar no Afeganistão.

O Major Caleb Nimmo, um piloto instrutor do Corpo Aéreo do Exército Nacional do Afeganistão (ANAAC), começou a voar em 2000. Nos últimos dez anos, ele voou com helicópteros UH-1 Huey para a USAF e para os Marines, foi instrutor de aeronaves T-6 Texan para treinamento de pilotos da Base Aérea de Moody, Georgia, e voou também com o helicóptero MV-22 Osprey.

O helicóptero Mi-24 Hind é um helicóptero de ataque fabricado na Rússia. O modelo Mi-35 é a versão de exportação do modelo de helicóptero russo Hind.

A USAF utiliza o helicóptero Mi-35 como ‘agressor’ na escola de armas de guerra Red Flag na Base Aérea de Nellis, Nevada.

“Isso tem sido absolutamente uma honra e uma experiência surreal,” disse o Major Nimmo, “para trabalhar com os afegãos, com a equipe da República Tcheca e agora com os húngaros. …Os afegãos tem muita perícia e ele tem me ensinado coisas o tempo todo. Eles me ensinaram muito sobre táticas que ajudaram quando eles trabalharam junto e contra os russos e os Mujahedin e o Talibã.”

Dois outros instrutores das áreas da coalisão estão trabalhando com a ANAAC no treinamento de instrumentos e nos processos operacionais.

“Nós estamos tentando coordenar com os afegãoes (para construir) uma liderança afegã e um sistema que funcione com os afegãos para operar continuamente com os Mi-35,” disse o Major Nimmo. “Nós não iremos dizer para eles que este é o único modeo de fazer isso, porque isso é o Afeganistão e eles precisam estabelecer o seu modo de fazerem isso, o qual será mantido por muito tempo no futuro.”

A matéria completa pode ser lida aqui (em inglês).

Airbus A330 MRTT reabastece no ar o segundo protótipo do A330 MRTT

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A330MRTT REVO - Airbus A330 MRTT reabastece no ar o segundo protótipo do A330 MRTT
O segundo protótipo do A330MRTT recebe combustível em voo a partir de uma aeronave A330 MRTT que será entregue para a RAAF. (Foto: Airbus)

A EADS confirmou que a aeronave de reabastecimento aéreo A330 Multi-Role Tanker Transport (MRTT) efetuou uma transferência de combustível em voo para o segundo protótipo do A330 MRTT.

Até o momento três voos foram executados com a utilização de duas aeronaves destinadas para a RAAF (Royal Australian Air Force) sobre o Golfo de Cadiz, no extremo sul da Espanha, onde o combustível foi transferido a partir do ARBS (Air Refuelling Boom System) da aeronave reabastecedora, para o UARRSI (Universal Aerial Refuelling Receptacle System Installation) da aeronave A330 MRTT receptora.

O modelo está em fase final de certificação, essa que deverá ser concluída nas próximas semanas.

IMAGENS: Dois caças F-35A chegam juntos na Base Aérea de Edwards

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Os dois caças F-35A (AF-01 e AF-02) chegaram junto na Base Aérea de Edwards. (Foto: David Drais / Lockheed Martin)

Dois caças Lockheed Martin F-35A Lightning II voaram sem escalas a a partir de sua unidade onde é fabricado, em Fort Worth, Texas, para a Base Aérea de Edwards, na California, nessa segunda-feira, dia 17, sinalizando um aumento nas operações de voos de testes do programa F-35. A chegada é a primeira de uma série que aumentará a frota de aeronaves F-35 de teste em Edwards para pelo menos oito caças.

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As duas aeronaves F-35A (AF-01 e AF-02) durante um teste de voo para reabatecimento aéreo no dia 11 de maio, se preparando para o translado para Edwards. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed)

O F-35A Lightning II AF-01 retornou para seus testes de voo na Base Aérea de Edwards após uma série de testes no solo e uma repintura, conforme divulgado aqui.

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A seção de fotos com os dois caças F-35A voando em formação foi realizada no dia 11 de maio, uma semana antes do translado de Fort Worth, no Texas, para Base Aérea de Edwards, na California. (Foto: David Drais / Lockheed)

O piloto de teste da USAF, o Tenente Coronel Hank ‘Hog’ Griffiths voou na aeronave AF-o1 juntamente com o chefe dos pilotos de testes da Lockheed, Jon Beesley, na aeronave F-35A AF-02 no voo que partiu de Fort Worth no Texas.

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Na Base Aérea de Edwards a intensidade dos voos de testes será aumentada, onde mais exemplares do caça de quinta-geração deverão chegar nas próximas semanas. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed)

Em Edwards os caças F-35 efeturão testes em voo e no solo relativos a propulsão, reabastecimento aéreo, apoio logístico, integração com armas e expansão do envelope de voo. A Base Aérea de Edwards é agora a terceira permanente unidade de teste para o F-35, após Fort Worth e a Estação Naval de Patuxent River, em Maryland.

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A frota de caças F-35 de teste já passaram de marca de 200 voos de testes, e agora deverá aumentar ainda mais com a chegada dessas duas aeronaves F-35A na Base Aérea de Edwards. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed)

Os caças F-35 já conduziram mais de 200 voos de testes, com seis adicionais aeronaves de testes provistas para começarem a voar e serem deslocadas para os dois locais de testes este ano.

F-X2: França tenta apressar venda dos caças Rafale ao Brasil

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Caça Dassault Rafale M. (Foto: DR / NetMarine)

F X2 - F-X2: França tenta apressar venda dos caças Rafale ao BrasilA França prepara uma última oferta para evitar que mais uma venda de aviões militares escape das suas mãos. Desta vez, porque a eleição presidencial brasileira pode atrapalhar a transação com os caças Rafale. Após problemas semelhantes em Marrocos e na Ásia, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, lidera a campanha para que o Brasil compre 36 aviões Rafale, num valor estimado de US$ 6,3 bilhões, como parte de uma corrida global em que os países tentam aumentar seu poderio aéreo.

Sarkozy deve discutir o assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, nos intervalos de uma cúpula Europa-América do Sul, em Madri. Em setembro do ano passado, durante visita ao Brasil, o líder francês chegou a alardear a conclusão iminente do negócio.

– Cada semana que nos leva mais perto da eleição (presidencial brasileira) está nos preocupando um pouco mais – disse uma fonte familiarizada com a proposta francesa.

Alguns especialistas acreditam que o próximo presidente, que toma posse em janeiro, poderia determinar uma pausa nas negociações ou mesmo um reinício do longo processo. Os caças bimotores Rafale são produzidos pela Dassault Aviation, empresa familiar francesa. Eles competem com o F-18 Super Hornet, da Boeing, também bimotor, e com o monomotor Gripen, da Saab.

O Brasil promete anunciar a escolha até o fim de julho, mas fontes do setor lembram que os prazos já foram descumpridos anteriormente.

– Mesmo que o Rafale seja escolhido e uma negociação (para concluir a venda) comece em poucos dias, não vai acabar antes da transferência de poder – disse uma fonte francesa do setor de aviação.

Eleições à vista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, demonstram preferência pelos caças franceses, mas o governo ainda não descartou oficialmente as ofertas da norte-americana Boeing e da sueca Saab. Há relatos de que militares de alta patente teriam preferência pelo modelo sueco.

– Há uma tensão entre a Força Aérea e o governo civil. Lula manifestou uma escolha pela transferência de tecnologia e pelas relações industriais com a França e com a Dassault, mas a Força Aérea parece ter outras ideias sobre com o que deseja voar – disse Richard Aboulafia, analista de defesa e assuntos aeroespaciais do Teal Group, em Washington.

Para tornar sua oferta mais atraente, a França promete uma intensa transferência de tecnologia para a Embraer, mas estaria adotando uma postura mais dura com relação a preços.

– Os contatos entre os brasileiros e os franceses progrediram bem a respeito de transferência de tecnologia e manutenção, mas a Dassault não quer cortar preços e o Rafale é o avião mais caro – disse uma fonte francesa do setor aéreo.

A Boeing e a Saab dizem que seus aviões são mais competitivos do que o da Dassault, mas não dão detalhes.

– A Boeing forneceu ao governo brasileiro uma oferta detalhada do Super Hornet, que estamos confiantes que melhor atenda as exigências técnicas e de compensação da concorrência – disse um porta-voz da Boeing. A Dassault e a Saab não quiseram se manifestar.

A concorrência é parte de uma disputa por vantagens estratégicas em uma das regiões com maior crescimento econômico no mundo – e onde Estados Unidos, Rússia e Europa tentam exercer mais influência. Em janeiro, o porta-aviões norte-americano Carl Vinson foi ao Rio de Janeiro levando caças F-18, e há poucas semanas os governos do Brasil e dos EUA assinaram um acordo de defesa, algo que Brasil e França já haviam feito no ano passado.

Analistas de defesa dizem que os EUA enfrentam algumas barreiras políticas, mas estão determinados em continuarem na disputa.

– O Gripen e o Rafale seriam muito mais fáceis para a opinião pública e para os vizinhos do Brasil – disse François Heisbourg, presidente do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.

O vencedor também deve obter melhor acesso aos contratos de defesa na América do Sul, e teria uma vitória simbólica antes de uma disputa muito mais importante, pela venda de 126 aviões de combate para a Índia, um dos contratos mais cobiçados no comércio bélico mundial. Sarkozy determinou que a França, quarto maior exportador mundial, reveja sua postura em negociações armamentistas, depois que sua ex-colônia Marrocos chocou Paris ao comprar caças F-16 da norte-americana Lockheed Martin, em detrimento dos Rafales.

Fonte: Correio do Brasil com Reuters

Última turma de pilotos de F-15C da USAF é graduada

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Um caça F-15C Eagle prepara-se para o pouso na Base Aérea de Kadena, Japão. (Foto: Tech. Sgt. Rey Ramon / U.S. Air Force)

A era do treinamento dos novos pilotos de caças F-15C da USAF terminou na U.S. Air Force nessa sexta-feira, dia 14 de maio, quando os cinco cadetes finais foram graduados no curso básico na Base Aérea de Tyndall, Flórida. Veja um vídeo a seguir.

A 325ª Ala de Caça da base treinou cerca de 3.900 pilotos nos últimos 22 anos com um curso que combina aulas teóricas, tempo em simulador e horas de voo. Mas os últimos 48 caças F-15 da Base Aérea de Tyndall devem deixar a base no dia 30 de setembro como parte do plano de reestruturação da USAF.

A força aérea não vai cancelar completamente o curso básico do F-15C: A Guarda Aérea Nacional do Oregon continuará o treinamento de novos pilotos. E os oficiais que estão aprendendo a voar no F-15E farão o curso básico na Base Aérea de Seymour Johnson, Carolina do Norte.

“A última classe de estudantes teve uma mistura de oficiais pela primeira vez,” disse o Tenente Coronel Scott Yancy, comandante do 95° Esquadrão de Caça da Base Aérea de Tyndall. “Nós tivemos pilotos de B-1 em transição para o F-15, um oficial de manutenção que está indo para o cockpit e três tenentes que vieram até nós diretamente da escola de voo.

Fonte: Air Force Times – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Rússia vende para Síria aeronaves de combate e sistema de defesa aérea

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AIR MiG 29SMT lg - Rússia vende para Síria aeronaves de combate e sistema de defesa aérea
A Rússia está fornecendo unidades do caça MiG-29SMT para Síria. (Foto: Mikoyan Gurevich)

A Rússia está fornecendo para Síria aeronaves de combate, veículos blindados e sistemas de defesa aérea através de contratos já existentes, segundo a agência de notícias ITAR-Tass informou após receber a informação do chefe militar da Rússia.

Mikhail Dmitriyev, chefe do Serviço Federal para Cooperação Técnica-Militar, disse que a Rússia vendeu para Síria caças MiG-29, sistemas de defesa aérea de curto alcance Pantsir S1 e veículos blindados. O negócio pode alcançar o valor de US$ 1 bilhão.

Não foram passados maiores detalhes sobre essa transação.

O Presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, na semana passada fez sua primeira visita de um chefe de estado da Rússia na Síria, onde ele disse que o uso de energia nuclear ” pode ter uma segunda chance” na Síria – uma informação que imediatamente preocupou os EUA.

A venda de armas russas e uma possível cooperação nuclear com a Síria, a qual tem relações estreitas com o Irã, está deixando Israel e os Estados Unidos em estado de alerta, os quais no começo desse mês renovaram as sanções à Síria por mais um ano, acusando o país de apoiar grupos “terroristas”.

A Rússia também está em negociação para fornecer para a Turquia, um dos países membros da OTAN, o qual o presidente Medvedev também visitou na semana passada, com sistemas de defesa aérea e helicópteros, disse Dmitriyev.

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