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Boeing entrega a primeira de quatro aeronaves 737-700 AEW&C ‘Peace Eye’ para Coreia do Sul

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Concepção artística do Boeing 737-700 AEW&C "Peace Eye"

O site DefenseNews.com reportou que a Boeing entregou a primeira de quatro aeronaves 737-700 de Alerta & Controle Aéreo Antecipado (AEW&C) ‘Peace Eye’ para Coreia do Sul.

O pedido avaliado em US$1,6 bilhão para quatro aeronaves foi feito no dia 7 de novembro de 2006, com as entregas previstas para o biênio 2009/2010 e entrada em serviço no período entre 2011 e 2012. A entrega oficial para Força Aérea da Republica da Coreia (RoKAF) acontecerá no momento que as modificações finais ocorram.

O primeiro 737 voou para a unidade da Korea Aerospace Industries (KAI) em Sacheon, cerca de 430km ao sudeste de Seoul, no dia 4 de fevereiro, conforme informaram membros da Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA).

A Força Aérea da Coreia do Sul planeja criar uma ala de reconhecimento tático com a aeronave 737 AEW&C como vetor principal em 2012. A ala terá veículos aéreos não tripulados, aeronaves de vigilância RF-4C Phantom, aeronaves Hawker 800 e outras, de acordo com oficiais da Força Aérea.

Fonte: Defensenews.com – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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Caças CF-18 Hornet farão a patrulha aérea de Vancouver durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010

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Dois caças CF-18 Hornet do NORAD, durante patrulha sobre o norte do Canadá.

O Comando de Defesa do Espaço Aéreo da América do Norte (NORAD), uma organização conjunta do Canadá e dos Estados Unidos, irá prover alerta e controle do espaço aéreo durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2001, que será realizado em Vancouver, com aeronaves CF-18 Hornet.

Os Jogos Olímpicos de Inverno 2010, oficialmente conhecido como o XXI Jogos Olímpicos de Inverno do século 21, serão realizados entre os dias 12 e 28 de fevereiro de 2010, em Vancouver, British Columbia, Canadá, com alguns eventos sendo realizados na cidade resort de Whistler, British Columbia e em Richmond, subúrbio de Vancouver.

“Isso é o som da segurança.” Como um repórter recentemente descreveu a incomum presença de um caça CF-18 Hornet da NORAD sobre a região de Lower Mainland da British Columbia.

Caça CF-18 Hornet, com pintura comemorativa de 20 anos da aeronave na Força Aérea Canadense.

O Boeing (McDonnell Douglas) CF-18 Hornet (designação militar CF-188 no Canadá) é uma aeronave das forças canandenses, baseada na versão norte americana do F/A-18 Hornet. A aeronave venceu uma competição para uma Nova Aeronave de Caça em 1980. A Força Aérea do Canadá começou a receber seus caças CF-18 em 1982. Os CF-18 tem apoiado as patrulhas aérea do NORAD  e participado de combates durante a Guerra do Golfo em 1991 e no Kosovo e Bósnia no final da década de noventa.

“Nós não queremos que os espectadores tenham o foco nos caças nos céus. Nós queremos que eles olhem para os jogos e para os atletas, apesar de nós sabermos que será difícil ignorar as passagens dos caças CF-18,” disse o Tenente Coronel Martin. “Para aqueles que querem atrapalhar os jogos, eu gostaria de dizer que o NORAD estará vigilante e nós estaremos bem preparados para fazer nossa parte para garantir que os Jogos de Invernos ocorram sem problemas e na mais alta segurança.”

As equipes do NORAD estão se preparando para esses jogos olímpicos a bastante tempo e passaram por um rigoroso programa de exercícios para estarem preparados. “Esse será a mais ampla operação de segurança para um evento no Canadá no qual o NORAD estará envolvido,” disse o Tenente Coronel Martin. “Nós estamos prontos para demonstrar que quando precisam de segurança aérea, o NORAD é a melhor opção.”

O NORAD fem efetuando missões de controle e alerta do espaço aéreo para os Estados Unidos e para o Canadá desde 1958 e incorporou as missões de alerta marítimo como uma terceira missão em 2006. Desde 2001, o NORAD respondeu mais de 3.00o possíveis ameaças no espaço aéreo do Canadá e dos Estados Unidos.

Fonte: NORAD – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Equipe K-MAX demonstra com sucesso helicóptero não tripulado de carga de suprimentos para os Corpo de Fuzileiros dos EUA

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O K-MAX Não Tripulado lança um pacote de 680 kg durante um voo de demonstração no Yuma Proving Ground, Arizona, em janeiro de 2010.

A Lockheed Martin Corporation e a Kaman Aerospace demonstraram para o U.S. Marine Corps (o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA) a capacidade do helicóptero K-MAX Não Tripulado para o ressuprimento das tropas por um helicóptero não tripulado nas bases operacionais da frente de batalha no Afeganistão.

Durante uma séries de voo na semana passada em temperaturas próxima de zero grau na localidade do U.S. Army de Dugway Proving Ground, Utah, o K-MAX não tripulado demonstrou a antonomia e o controle de voo remoto através de controle via sinal de rádio direto e via satélite.

“Nós atingimos ou superamos os requisitos dentro do prazo estipulado de três dias de demonstrações,” disse Dan Spoor, vice-presidente de Sistemas de Aviação da unidade de Sensores e Sistemas de Missões da Lockheed Martin, em Owego, New York.

“O sistema efetuou um conjunto rigoroso de ressuprimento de cargas para os cenários conforme programado, permitindo que os operadores baseados no solo pudessem monitorar o progresso, e fazer os ajustes no posicionamento da aeronave apenas quando fosse solicitado pelos Fuzlileiros Navais para fins de demonstração.”

Os atributos de desempenho demonstrados incluiram o voo pairado a 12.000 pés, com uma carga de 680 kg dependurada por cabo; entrega de 1.350 quilos de carga dentro de um prazo estipulado de seis horas para uma base operacional localizada a mais de 277 km; voo controlado a distância e entrega de precisão da carga através de um operador baseado no solo tanto em operações diurnas como noturnas; e o recebimento de um novo plano de missão no sistema de gerenciamento de missão da aeronave feito durante o voo.

Como uma demonstração opcional, a Equipe K-MAX demonstrou o carrosel de quatro ganchos do helicóptero K-MAX Não Tripulado, o qual permite o multi-carregamento de suprimentos num mesmo voo. Transportando uma carga total de 1,5 tonelada, a aeronave voou para três entregas coordenadas e pré programadas, e de forma autônoma liberou as cargas, cada uma em uma localidade. Conforme a solicitação do cliente, a quarta carga foi entregue através de um controle manual feito pelo operador do sistema no solo.

A Equipe K-MAX já voou o K-MAX Não Tripulado por cerca de 400 horas no modo não tripulado desde 2007. As demonstrações conseguiram fechar um contrato de US$860.000 com o U.S. Marine Corps, assinado com a fabricante do K-MAX, a Kaman Aerospace, em agosto de 2009.

A versão tripulada do K-MAX já atingiu mais de 250.000 horas de voo, conduzindo repetitivas operações de carga para construções e indústrias madereiras pelo mundo todo.

Fonte: Kaman Aerospace via Lockheed – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Índia efetuará demonstração de poder de fogo

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Caças da Força Aérea da Índia, da esquerda para direita, SEPECAT Jaguar, Dassault Mirage 2000, Sukhoi Su-30MKI, MiG-27 e MiG-21.

A Força Aérea da Índia (IAF) efetuará uma demonstração de 48 horas, um exercício diurno e noturno em Pokhran, a partir do dia 24 de fevereiro, para demonstrar seu poder de fogo aéreo e capacidade de transporte militar aéreo de suas mais recentes aeronaves de caça e de transporte. A Índia não efetuava esse tipo de exercício desde 2006.

Três caças MiG-29 Fulcrum da Força Aérea da Índia.

Bombardeios maciços, combates aéreos aproximados e lançamentos de paraquedistas durante o dia e a noite no Deserto de Thar, em Rajasthan, serão as atrações principais do exercício Vayu Shakti, de acordo com o jornal economictimes.com.

Caça de superioridade aérea Sukhoi Su-30MKI Flanker, da Força Aérea da Índia

A Força Aérea da Índia enviará caças de superioridade aérea Sukhoi Su-30MKI, além dos SEPECAT Jaguar, Dassault Mirage 2000, MiG-29, MiG-27 e MiG-21 durante o exercício.

Ilyushin Il-76 da Força Aérea da Índia

Participarão também os helicóptero de ataque Mi-35, os helicópteros de transporte médio Mi-17, aeronaves de transporte pesado Il-76 e os aviões de transporte médio An-32, sendo esse dois últimos modelos os encarregados de lançar os paraquedistas durante o dia e a noite para as operações especiais do exercício.

Portugal é considerado um parceiro-chave para o programa do Embraer KC-390

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Concepção artística do Embraer KC-390 voando sobre a Amazônia.

A Embraer, dando continuidade no programa do avião de transporte tático militar KC-390, estaria mantendo conversas com o governo de Portugal para incluir o país em sua lista de parceiros-chave do programa. A fabricante pretende estar com a lista de parceiros definida e fechada até meados de 2011.

Concepção artística do KC-390 reabastecendo duas aeronaves A-1.

Até o momento as negociações estariam sendo feitas de governo-a-governo, sendo que o interesse principal da fabricante brasileira é no centro de manutenção e reparos da Ogma Indústria Aeronáutica de Portugal, empresa da qual a Embraer participa com 65% das ações desde 2005. No ano passado a Embraer anunciou um investimento de US$ 207 milhões para a construção de novas instalações na cidade de Évora, que ocuparão 15 mil metros quadrados de área construída. Com previsão para estar concluída em 2012, o complexo ficará responsável pela construção de materiais compostos.

A Força Aérea Portuguesa (FAP) está em busca de novos aviões de transporte para complementar e modernizar a sua atual frota em serviço de Lockheed C-130H Hercules. Em 2002 Portugal saiu do programa de desenvolvimento do Airbus A400M, por cortes e redução de orçamentos daquele país. A partir daquele momento, a FAP estuda algumas outras opções disponíveis no mercado mundial, como o próprio C-130J Hercules. Entretanto, a proposta da Embraer pode cair como uma luva para a solução deste problema.

Fonte: Flight Global

RAF revela o novo esquema de pintura do Hawk Display Team para 2010

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A RAF apresentou as novas cores que serão aplicadas nos aviões Hawk, do Hawk Display Team para 2010.

O 4 Flying Training School da Royal Air Force (RAF, Força Aérea do Reino Unido), unidade equipada com os treinadores a jato BAe Hawk e responsável pela formação avançada dos pilotos de combate da própria RAF e da Marinha do Reino Unido, desenvolveu uma nova pintura para aplicar nas aeronaves do Hawk Display Team.

O time de demonstração é do Esquadrão 208 da RAF, que faz parte do 4 Flying Training School e tem como objetivo demonstrar para o público a proficiência dos instrutores daquela unidade, as qualidades dos BAe Hawk, promover o nome e a imagem da RAF e motivar jovens a ingressarem na força aérea.

Depois de meses fazendo rascunhos, buscando opiniões de terceiros, aplicando em artes digitais no computador, os militares do 4 Flying Training School chegaram ao consenso e elegeram talvez uma das mais belas pinturas que para os seus Hawk. Mantendo a elegante e distinta cor preta, possui a bandeira do Reino Unido aplicada no dorso, fuselagem do jato, estabilizadores horizontais e nas asas. A pintura celebra os 50 anos do 4 Flying Training School e os 70 anos da Batalha da Inglaterra. As duas aeronaves serão pintadas nas próximas semanas.

Fonte: Royal Air Force – Hawk Display Team

Boeing acredita que o Japão poderá começar processo de aquisição de novo caça no mês de março

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Boeing F-15SE Silent Eagle

A Boeing informou que Japão poderá iniciar uma competição para uma nova compra de 40 caças no mês de março, uma potencial oportunidade de vender os modelos de caças F-15SE Silent Eagle ou o F/A-18E/F Super Hornet.

O Japão poderá enviar a sua requisição inicial delineando as suas necessidades específicas nos próximos meses, e a Boeing irá então ver se a versão mais recente de seu caça F-15 ou o modelo Super Hornet poderão ser encaixados na competição, disse Jeff Johnson, vice-presidente da Boeing para negócios em desenvolvimento.

“Nós acreditamos que existe um potencial dessa requisição seja divulgada este ano, possivelmente entre os meses de março ou abril,” disse Johnson durante uma entrevista no Singapore Airshow. “Nós temos muito interesse em vender para o Japão.”

O Japão necessita substituir sua antiga frota de F-4EJ Phantom, a qual foi adquirida a partir de 1968 através da McDonnell Douglas, uma companhia adquirida pela Boeing em 1997. Além das opções da Boeing, o Japão poderá escolher o caça F-35 da Lockheed Martin e o Eurofighter Typhoon. Uma lei de exportação proibiu a venda dos caças stealth F-22 da Lockheed, que eram os desejados pelo Japão.

“O Japão sempre adquiriu aeronaves norte americanas desde o final da Segunda Guerra Mundial,” disse Nick Cunningham, um analista da empresa Evolution Securities em Londres. “Será interessante ver se eles forem adquirir um modelo europeu, ou se eles usarão o Eurofighter apenas como um pretexto.”

Fonte: Business Week – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

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