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FAB transporta equipe médica no Chile

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Médicos e enfermeiros chilenos embarcaram em um helicóptero  H-60 Blackhawk da Força Aérea Brasileira (FAB) para Coranilahue, cidade localizada em uma das regiões mais afetadas pelo terremoto no Chile. A aeronave decolou de Concepción com 11 passageiros e mais de 400 kg de material hospitalar.

Assista aqui a vídeo.

A médica Lorena Rodriguez disse que a equipe ainda desconhecia qual era a situação no local, mas que estavam prontos para todo tipo de atendimento. “Não sabemos o que é mais urgente, mas podemos atender a várias necessidades”, relatou.

O comandante Pablo Oyanede, médico militar, explicou que o grupo enviado hoje iria trabalhar em um Hospital de Campanha montado na cidade pela Força Aérea Chilena. “Lá temos várias especialidades de atendimento médico, e estamos deslocados para atender às pessoas onde elas estão”, explicou.

A Marinha do Brasil também tem um hospital da campanha no Chile. Montado em Santiago, a unidade de atendimento tem capacidade para realizar até 400 atendimentos diários e foi transportado até Santiago em aeronaves da FAB. Até a segunda-feira (dia 8), 310 pessoas foram atendidas.

Fonte: FAB – Ten Humberto Leite

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Segundo Taiwan apenas os F-16 são suficientes para combater os Sukhoi Su-30 da China

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Um caça F-16A da Força Aérea de Taiwan.

Segundo o jornal diário Liberty Times, de Taiwan, somente caças Lockheed F-16C/D são capazes de ajudar Taiwan a combater um dos caças mais sofisticados hoje em operação na China – o Sukhoi Su-30. Taiwan vem tentando adquirir um lote de 66 caças modernizados F-16C/D dos EUA, mas o presidente Barack Obama tem dificultado fechar o acordo.

O jornal divulgou informações de um relatório interno do Ministério Nacional da Defesa, que deixa claro que o caça francês Dassault Mirage 2000-5 e mesmo o IDF F-CK-1 Ching-kuo são inferiores se comparados ao caça de fabricação russa. O estudo aponta que, em modos comparativos, um Su-30 equivale a 2,8 Mirage 2000-5 e 1,7 F-CK-1 Ching-kuo.

Ainda segundo o jornal, os caças F-16 C/D são os únicos que se equivalem ao Su-30 em operação na China, podendo se tornar a aeronave mais moderna e letal do arsenal de Taiwan.

Um fator determinante sobre o desempenho foi o uso de mísseis ar-ar dessas aeronaves de caça. Enquanto os F-16 de Taiwan utilizam os mísseis AIM-120 AMRAAM, os caças IDF utilizam os mísseis chineses Sky Sword- 2, e os Mirage 2000 uitlizam o Mica, esse último com alcance de apenas 60 km.

Um piloto disse que o Mirage 2000 é excelente em manobras evasivas para escapar de mísseis guiados e que o relatório pode ter sido escrito pelo Ministério Nacional da Defesa para preparar o caminho e facilitar a compra dos novos F-16 C/D, apesar do relatório não levar em conta fatores como qualidade dos pilotos, ambiente onde ocorre o combate e interferência de sistemas de auto-defesa.

Taiwan possui uma frota de 56 caças Mirage 2000-5 e 127 caças F-CK-1 Ching-kuo, além de 144 caças F-16 A/B.

O governo de Taiwan também informou que ainda não abriu mão de montar os caças F-16 localmente, apesar de dizer que o custo de aquisição das aeronaves 100% prontas é muito mais acessível. Taiwan está interessado em adquirir 66 caças F-16C/D para substituir parte de suas aeronaves antigas F-16 dos modelos A/B que estão começando a chegar no final da vida útil operacional e que segundo relatórios da força aérea estão com custos elevados de manutenção.

Hawker Beechcraft entrega o 500º treinador militar T-6 para o Governo dos EUA

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Momento da entrega da aeronave T-6B nº 500 para a U.S. Navy (da esquerda para direita): Tenente Brian Beatty, United States Navy; Marvin Abbott, Hawker Beechcraft; Jim Maslowski, Presidente da Hawker Beechcraft U.S.; Tenente Scott Pritchard, United States Navy; Matt Martin, vice presidente de Programas & Operações da Hawker Beechcraft; Tenente Dave Persky, United States Navy; Major Tim Boettcher, United States Marine Corps. (Foto: Hawker Beechcraft)

A Hawker Beechcraft Corporation essa semana anunciou a entrega da 500ª aeronave Beechcraft T-6 de treinamento militar para o Governo dos Estados Unidos. A aeronave histórica, um T-6B Texan II, foi para U.S. Navy e será baseada na Estação Naval de Whiting Field, em Milton, Flórida. As entregas dos T-6 começaram em 2000, após a aeronave ter sido inicialmente selecionada no programa Joint Primary Aircraft Training System (JPATS) para a U.S. Air Force (USAF) e a U.S. Navy (USN) em 1996, onde também participou da competição a aeronave Super Tucano da Embraer.

Atualmente 100% dos cadetes da USAF e da U.S. Navy são treinados em aeronaves da Hawker Beechcraft. Adicionalmente aos T-6, a Hawker Beechcraft está apresentando uma versão de ataque leve da aeronave, o AT-6. Com um protótipo voando e um segundo protótipo planejado para iniciar os voos de teste em 2010, a integração e os esforços nos voos de testes estão procedendo em caminhos paralelos para atender as necessidades de países ao redor do mundo.

As aeronaves T-6 da Hawker Beechcraft estão sendo usadas em aproximadamente 10 países, entre eles Canadá, Iraque, Grécia, Israel e Alemanha.

O novo cockpit do KC-767 da Boeing, que concorre no KC-X da USAF

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O novo painel do NewGen Tanker da Boeing, que concorre no programa KC-X da USAF.

A Boeing recentemente anunciou que participará da competição KC-X da USAF (veja aqui no Cavok), que substituirá a frota existente de aviões reabastecedores aéreos KC-135, através do seu novo modelo chamado “NewGen Tanker”, baseado no 767, mas detalhes do projeto foram baseados em diversas versões do jato bimotor, incluindo asas, portas, flapes e compartimento de carga. Foi incluindo no projeto os winglets que melhoram o alcance e o consumo de combustível. Mas é na frente da aeronave, no cockpit, que está uma melhoria importante.

No novo painel nota-se as quatro telas LCD multifunção de 15 polegadas.

No cockpit da nova versão tanque do 767, a Boeing optou por incorporar um conceito de painel do 787, com quatro telas LCD multifunção de 15 polegadas (veja acima). Também adicionou dois controles de cursor, ao lado dos manetes de potência, uma espécie de mouse, introduzidos pela primeira vez no Boeing 777 em 1995. O que não foi incorporado no NewGen 767 foi uma quinta tela LCD, existente no 787, deixando apenas dois computadores de gerenciamento de voo.

O Boeing 767 NewGen Tanker

As aeronaves 767 tiveram várias atualizações periódicas do painel, incluindo uma versão melhorada do painel do 777 na versão 767-400ER. O KC-767 inicialmente copiou este conceito, mas que agora foi melhorado para a competição com uma versão mais moderna do painel do 787 com telas maiores.

Ontem, a Northrop Grumman informou que está desistindo de participar da escolha do novo reabastecedor da USAF, no programa  KC-X.

F-X2: Segundo o jornal Folha de São Paulo, a decisão sobre os novos caças da FAB não sai tão cedo

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Um Rafale e um Mirage 2000, ambos da Dassault, nas cores da Força Aérea da França.

Amanhã se completa o mais recente, sexto na série e nem por isso último, prazo informado pelo ministro Nelson Jobim para a decisão do governo entre os aviões de caça francês, americano e sueco que disputam a multibilionária compra brasileira.

Não há indício algum, hoje, de que a decisão entre os três possíveis fornecedores esteja ao menos próxima. Apesar de completados, quando em 19 de fevereiro Nelson Jobim avisou que em 20 dias sairia a decisão, já um ano e duas semanas da advertência do comandante da Aeronáutica de que a compra precisava ser fechada em 2009, sendo 2010 ano de eleição presidencial. E ainda se completavam nada menos do que dois anos da notícia dada ao país, por Lula, de haver “negociações muito adiantadas para a compra do caça francês” Rafale, do qual o presidente Sarkozy se fez agente de venda.

Nelson Jobim não conseguiu demover a FAB das conclusões a que chegou a análise, extensa e minuciosa, das conveniências de cada avião e das respectivas propostas para os seus planos de modernização e autonomia industrial.

O argumento brandido pelo Ministério das Relações Exteriores, supõe-se que baseado em conhecimentos aeronáuticos e financeiros nunca pressentidos, de que “às vezes o barato sai caro”, não se limitou ao autor dessa percepção extraordinária, ministro Celso Amorim. Foi adotado contra a FAB e a opinião crítica.

É, porém, nesse mesmo quesito financeiro, embora considerado em outra de suas incidências, que está uma das importantes constatações da FAB que os associados ao projeto Rafale não conseguem derrubar.

Seja qual for a redução de preço oferecida pelo fabricante Dassault e pelo governo francês, o Rafale continua sendo, de longe, mais caro do que o americano F-18E e o sueco Gripen NG. Mas não é aí que está a mais forte restrição financeira ao caça francês. É que, mesmo vindo o seu preço a tornar-se milagrosamente inferior aos outros dois, o custo de sua hora de voo continuará a mesma. E exigirá da FAB gasto de três vezes e meia a hora de voo do Gripen, o indicado pelas conclusões da análise tripla.

Ou seja, com o gasto de uma hora de exercício em um Rafale o piloto da FAB pode fazer três horas e meia com o Gripen. Além de querer seus pilotos capacitando-se o máximo possível, a FAB tem ciência de que o seu orçamento não será jamais, em todo o futuro antevisto, um presente dos deuses.

A par de questões como o fornecimento de peças, sobre o qual a FAB não teve experiência satisfatória com a Dassault para os seus Mirage, e atransferência de tecnologia, a preferência de Lula e de Jobim pelos franceses encontrou mais obstáculos resistentes. E, como previu ocomandante Juniti Saito, o ano de campanha para eleição de presidente não é apropriado para negócios bilionários. Ainda mais tratando-se deuma insistência pelo que é mais bilionário e, apesar de tentativas variadas, não se explica de maneira convincente. Muito pelo contrário.

Fonte: Folha de São Paulo – Jânio de Quadros via NOTIMP

Pilotos da Esquadrilha da Fumaça finalizam o Curso de Tráfego Aéreo Internacional

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O Capitão Márcio revalida seu TAI. (Foto: Ten. Eveline / EDA)

Durante duas semanas, no período de 22 de fevereiro a 05 de março, três militares da Base Aérea do Galeão estiveram no Esquadrão de Demonstração Aérea para ministrar o Curso de Tráfego Aéreo Internacional (TAI). Como grande parte dos pilotos já obtiveram o certificado em anos anteriores, os esforços foram no sentido de revalidar a habilitação de doze dos treze pilotos da Esquadrilha da Fumaça, sendo necessária apenas uma obtenção.

Os ministrantes do Curso dividiram seu tempo de atuação entre os militares do EDA e da Academia da Força Aérea (AFA). A necessidade do inglês no cotidiano do piloto brasileiro é tão contemporânea que foi grande a procura espontânea pelo Curso por parte dos pilotos da AFA, unidade onde o EDA está sediado. Dentre os pilotos da Academia foram concluídas duas obtenções e, aproximadamente, vinte revalidações.

O TAI tem se mostrado cada vez mais importante para o bom cumprimento da missão do EDA, visto que as viagens internacionais são uma realidade bastante presente em sua rotina. Nos últimos sete anos, a Esquadrilha da Fumaça visitou aproximadamente 10 países, mais do que a média histórica dos seus 50 primeiros anos de existência.

Fonte: EDA

Northrop Grumman desiste de competir no KC-X da USAF

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Concepção artística da aeronave KC-30 (Airbus A330), da Northrop Grumman / EADS.

A Boeing, que recentemente apresentou uma nova proposta para o KC-X (conforme divulgado aqui no Cavok na semana passada), parece que não precisará se preocupar, pois hoje o CEO da Northrop Grumman Corporation, Wes Bush, liberou um comunicado sobre o programa para nova aeronave de reabastecimento aéreo da U.S. Air Force, avaliado em mais de US$ 35 bilhões, confirmando que a parceria Northrop Grumman /EADS e sua aeronave KC-30 (Airbus A330) está fora da concorrência.

“Após uma compreensiva análise da Requisição para Propostas (RfP) do Departamento de Defesa, a Northrop Grumman decidiu que não enviará sua proposta para o programa KC-X. Nós chegamos a essa conclusão baseado na estrutura da fonte da metodologia de seleção definida pela RfP, a qual claramente favorece o reabastecedor menor da Boeing e não oferece reconhecimento adqueado do valor e das capacidades adicionais de uma aeronave reabastecedora maior, indo ao encontro de qualquer oportunidade para nós competirmos.

O processo de escolha do no reabastecedor aéreo da Força Aérea dos Estados Unidos vem se arrastando por anos, com a Boeing vencendo um primeiro processo de escolha e com a Northrop Grumman, em parceria com o grupo europeu EADS, vencendo a segunda competição para o KC-X com sua aeronave reabastecedora baseada no Airbus A330. Após uma nova revisão do programa, a decisão em favor da Airbus foi revogada e uma nova competição foi iniciada, mas com a terceira RfP visivelmente beneficiando a aeronave da Boeing.

Comparativo dos tamanhos entre o atual KC-135, o KC-767 (Boeing) e o KC-30 (Airbus).

A decisão da EADS de não participar da competição deixou o Pentágono numa situação ruim. O Presidente Barack Obama tem sido um defensor na promoção da concorrência com contratos governamentais, especialmente aqueles com um valor tão elevado como o programa KC-X. O Pentágono será forçado a escolher a opção da Boeing som existir concorrência.

“Reconhecemos que nossa decisão cria um provável resultado de único fornecedor para a Boeing. Apelamos ao Departamento para manter em mente as conclusões econômicas da rodada antes da licitação, uma vez que toma medidas para proteger o contribuinte quando da definição do único contratado”, disse Bush em um comunicado.

A USAF deverá pagar “muito menos” por aeronave do que os US$184 milhões por cada unidade que seria pago pra cada um dos primeiros 68 aviões da Northrop da oferta de 2008.

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