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IMAGENS: Caças da Aviação Militar Bolivariana durante a celebração do Dia da Independência na Venezuela

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Um Sukhoi Su-30 da Força Aérea Venezuelana participa das celebrações do bicentenário da Independência da Venezuela, em Caracas. (Foto: Juan Barreto / AFP)

Diversos caças da Força Aérea da Venezuela (Aviação Militar Bolivariana) participaram no dia 19, segunda-feira, sobre a Avenida Los Próceres, Caracas, do desfile da Independência e Revolução, comemorando com diversas manobras aéreas o bicentenário da independência da Venezuela, que ocorreu no dia 19 de abirl de 1810. Na sequência pode-se ver um vídeo da parada militar.

Caça Sukhoi Su-30MK2. (Foto: Rosalía Barreto / ABN)
Nas passagens os caças Su-30MK2 lançavam cargas de flare, o que deixava a apresentação bem mais empolgante. (Foto: AFP)
Durante a apresentação, quatro caças Su-30MK2 efetuaram diversas passagens sobre o desfile militar em Caracas. (Foto: Rosalía Barreto / ABN)
Os caças Su-30MK2 são as aeronaves mais modernas da Força Aérea Venezuelana. (Foto: Jorge Silva / Reuters)
Os caças Su-30MK2 da Força Aérea da Venezuela fazem parte do Grupo Aéreo 13, da Base Aérea El Libertador. (Foto: AFP)

Com as notas da conhecida peça de folclore venezuelana Pajarillo como fundo, as turbinas dos caças F-16 e dos Sukhoi Su-30MK2 fizeram tremer o solo, além de outros componentes da Aviação Militar Bolivariana.

Um caça F-16 da Força Aérea Venezuelana participa da celebração do Bicentenário da Independência da Venezuela, em Caracas, no dia 19 de abril. (Foto: Juan Barreto / AFP)
Os caças F-16 foram adquiridos em 1983 pela Venezuela. (Foto: AFP)
Os caças F-16 fazem parte do Grupo Aéreo 16, da Base Aérea de El Libertador. (Foto: Rosalía Barreto / ABN)
No final das passagens os pilotos puxavam grande cargas de Força "G", criando vórtices sobre as asas dos caças Falcon. (Foto: Rosalía Barreto / ABN)

Nessa cerimônia militar o público que assistia de casa pela televisão pode observar tomadas de dentro dos caças, em pleno voo, pois os pilotos dos caças estavam com câmeras a bordo transmitindo ao vivo as passagens.

Os caças F-16 Fighting Falcon, de fabricação norte-americana, são utilizados pela Força Aérea da Venezuela desde 1983, enquanto que os caças Sukhoi Su-30MK2 foram adquiridos mais recentemente. Ambos são caças bombardeiros capazes de operar em quaisquer condições meteorológicas e estão equipados com radares modernos.

Um caça VF-5B (CF-5B) Freedom Fighter, do Grupo Aéreo 12, também participou das comemorações do Bicentenário da Independência da Venezuela no dia 19 de abril. (Foto: ABN)
As novas aeronaves de treinamento de combate Hongdu K-8 também fizeram passagens sobre a capital Caracas. (Foto: ABN)

Ainda se apresentaram caças VF-5 Freedom Fighter e os novos treinadores militares K-8 Karakorum, que foram recebidos no início desse ano, e que foram adquiridos da China.

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Peru compra 8 helicópteros da Rússia para combater narcotráfico

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Helicóptero de combate Mil Mi-35

O ministro da Defesa do Peru, Rafael Rey, anunciou na quinta feira a compra de oito helicópteros russos por US$ 250 milhões para combater o narcotráfico e o restante do grupo Sendero Luminoso.

Rey informou que serão comprados seis helicópteros Mi-17, destinados a transporte, e dois helicópteros de combate Mi-35, similares aos modelos entregues para a Força Aérea Brasileira. Justificou a opção por estes helicópteros serem os que mais se adequam às operações na zona de cultivo da folha de coca e produção de cocaína do Valle del Río Apurimac e Ene, adiantando que os militares peruanos já estão habilitados a pilotar os aparelhos.

O Peru é, segundo a Organização das Nações Unidas, o segundo maior produtor mundial de folha de coca, a seguir à Colômbia, com 56 100 hectares. A Europa é o principal destino da cocaína peruana, que também chega ao Brasil e ao México, de onde é re-exportada para os Estados Unidos.

Fonte: Jornal do Algarve via Hangar do Vinna

Índia informa que terá caças de quinta-geração em 2018

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O novo caça da Índia, FGFA, será baseado na aeronave conceito Sukhoi T-50 PAK-FA, que já fez dois voos de testes na Rússia.

A Índia introduzirá o seu avançado caça a jato de quinta-geração (FGFA) que está sendo desenvolvido com a Rússia, em 2018, um movimento que trará sofisticação ao seu poder aéreo, mas poderá também gerar mais desconforto com seus vizinhos China e Paquistão.

A Índia está assistindo cautelosamente como a China vem rapidamente ampliando sua frente de defesa, preocupada nessa estratégia de longo prazo da China na região, que poderia circundar a fronteira com a Índia. Comandantes militares da Índia vem se esforçado para aumentar o poder de fogo como contra-medida, particularmente para a força aérea.

O caça de quinta-geração conjunto com a Rússia é parte dessa estratégia. “A nova aeronave de quinta-geração poderia possuir tecnologias as quais nós proveríamos, ganhando vantagem nas guerras aéreas do futuro,” disse PV Naik, o Chefe da Força Aérea da Índia (IAF). “A China está rapidamente modernizando sua força aérea… De nossa parte, a Força Aérea da Índia está revendo suas táticas regularmente para aumentar seu potencial de combate,” disse Naik.

Os planos da Índia de apoiar sua força aérea inclui a modernização de mais de 50 bases aéreas na fronteia com a China e o Paquistão, ele disse. Tradicionalmente, qualquer movimento feito pela Índia para adquirir novos armamentos tem visto um movimento similar feito pelo Paquistão, colocando a frágil segurança reginal sob uma tensão maior ainda.

Os caças de quinta-geração, comparados ao seu rival norte-americano F-22 Raptor, pode enganar radares sofisticados eand will be able to take off from short airstrips and remain in the air for longer than the current fighters, air force officials say.

A Força Aérea da Índia diz que possui mais de 800 aeronaves de combate mas que fica pequena perto da China, que possui mais de 2.000 aeronaves de caça. As requisições de novas armas estão dolorosamente em processos lentos na Índia devido a acusações de corrupção em vencedores de competições.

A Índia planeja requisitar pelo menos 200 caças de quinta-geração, cada um avaliado em cerca de US$ 100 milhões, num acordo o qual os analistas dizem que está sendo vigiado de perto pelos vizinhos Paquistão e China. A Índia pretende investir mais de US$50 bilhões nos próximos cinco anos para modernizar suas imensas frotas de aeronaves da época da União Soviética.

Os governos da Rússia e da Índia já assinaram o acordo para o jato avançado, embora as duas companhias que irão fabricar o caça ainda não terem assinado.

Oficiais dizem que isso é uma mera formalidade e será completada esse ano. A produção do caça stealth é uma parceria 50-50 entre a fabricante russa Sukhoi e a indiana Hindustan Aeronautics Limited (HAL), a qual está fabricando o computador de missão, displays do cockpit e outros sistemas de navegação. A Índia também está adquirindo 126 aeronaves de combate multi-missão e deve selecionar os finalistas para o acordo de US$ 11 bilhões da competição MMRCA entre junho e julho, disse Naik.

Fonte: RIA Novosti – Tradução: Cavok

Diferenças dos cockpits do A-29: FAB e FACh

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Cockpit AT-29 da Força Aérea do Chile (FACh).

Um vídeo da Força Aérea do Chile (FACh) apresenta as novas aeronaves Super Tucano que o Chile recebeu no final de 2009.  Numa das passagens aparece o cockpit, momento que aparece na imagem acima, onde pode-se ver três telas LCD multifunção, enquanto que no modelo da Força Aérea Brasileira são somente duas telas laterais, com instrumentos de voo analógicos na seção central do painel. Vejam o vídeo a seguir.

Abaixo o modelo de cockpit usado nos A-29 da FAB, notando-se a diferença.

Cockpit do Super Tucano da FAB.

A aeronave Super Tucano usada para a criação do vídeo feito pela Embraer foi o A-29B (5936), que aparece na imagem abaixo.

Cockpit do Embraer A-29B (5936) Super Tucano

A dúvida é: por que o Brasil não optou por este tipo de painel full digital?

Agradecemos a dica do colaborador Carlos Eduardo Nascimento.

VÍDEO: Voo no helicóptero AH-2 (Mi-35) Sabre da Força Aérea Brasileira

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O helicóptero de combate, AH-2 (Mi-35) Sabre, da Força Aérea Brasileira foi recebido oficialmente no dia 17 de abril, na Base Aérea de Porto Velho. Acim um vídeo do voo no dia da cerimônia, que contou com a participação do Ministro da Defesa Nelson Jobim e o Brigadeiro do Ar Juniti Saito.

Caça Gripen NG Demo deve chegar na Índia no dia 17 de maio

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O caça Gripen NG Demo durante testes em Linkoping, Suécia, no mês passado. (Foto: Gripen International)

A equipe de avaliação da Força Aérea da Índia que foi para Europa para Fase 3dos Testes de Avaliação em Voo (FET) para os caças Eurofighter Typhoon e Gripen Demo ficaram trancados no continente europeu devido a nuvem de cinzas do vulcão da Islândia. Ainda não está confirmado se eles retornaram para Índia, mas eles tiveram um bom período em Linkoping, Suécia, durante a primeira semana desse mês quando um membro da Força Aérea da Índia tornou-se o primeiro piloto de fora da Suécia a voar com a caça Gripen NG Demonstratror no assento da frente do cockpit.

A equipe efetuou oito voos com a aeronave, e irão voar com ela novamente no mês que vem. O caça Gripen Demo deve chegar em Jamnagar, na Índia, no dia 17 de maio, onde a Força Aérea da Índia decidirá a sequência de avaliações que a aeronave deverá passar.

Enquanto o pessoal da Gripen ainda está com as informações quentes sobre o desempenho de seu par de caças Gripen-D durante a fase de avaliação na Índia, a equipe está notadamente nervosa sobre o translado do Gripen Demo para Índia.

O representante da Gripen para o programa MMRCA, Eddy de la Motte, disse: “Enquanto nós estamos muito confiantes que o Gripen Demo execute com perfeição aquilo que for exigido dele, nós esperamos que não ocorram problemas em levar ele para Índia. Nós levaremos ele da Suécia para Índia e achamos que não haverá qualquer problema, mas acima de tudo a aeronave é um protótipo, e precisamos tomar todo cuidado.”

A Força Aérea da Índia tem a intenção de colocar o Gripen Demo através de todos tipos de ensaios em Bangalore, Jaisalmer e Leh, mas talvez não nessa ordem. Todavia, as avaliações do Gripen Demo serão feitas numa aeronave substancialmente diferente das duas aeronaves que voaram na Índia no mês passado.

A fase de seleção dos finalistas do MMRCA está programada para ocorrer em outubro desse ano.

IMAGENS: A terceira aeronave Tejas LCA de pré-serie voa pela primeira vez

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O Tejas LSP-3 decola para o primeiro voo. (Foto: DRDO)

A terceira aeronave pré-série (Limited Series Production (LSP) 3) do HAL Tejas LCA (Aeronave Leve de Combate), decolou pela primeira vez ontem, dia 23 de abril. Essa é a nona unidade de testes que foi integrada aos outros protótipos que estão efetuando os testes de voo para o desenvolvimento da Aeronave de Combate Leve Tejas buscando a liberação operacional para entrada na Força Aérea da Índia no final do ano.

O primeiro voo do Tejas LSP-3 partiu de Bangalore, na sede da fabricante HAL. (Foto: DRDO)

A aeronave Tejas LSP-3 é uma salto imenso em termos de equipamento instalado na aeronave. A aeronave é quase a configuração final, incluindo novos computadores de dados de voo, radar multimodo (MMR) Israeli Elta, novos equipamentos de comunicação e navegação e receptor de aviso radar (RWR). Com o sucesso de voo, o programa LCA está bem perto de receber a Liberação de Operação Inicial (IOC), que deverá ser atingida em dezembro. Os esforços remanescentes é na maioria voos de testes e demonstração de sensores e desempenho dos armamentos.

O piloto do Tejas LSP-3, Comandante de Ala G Thomas, e a equipe de técnicos da ADA e da HAL após do sucesso no voo. (Foto: DRDO)

A aeronave de teste foi pilotada pelo Comandante de Ala G Thomas, do Centro Nacional de Voo de Teste (NFTC). Para acompanhar o primeiro voo, uma aeronave Tejas de treinamento também decolou, com os pilotos, Capitão RR Tyagi, o chefe dos pilotos de teste e o Comandante de Ala (Reserva) PK Raveendran SC, o diretor do grupo de Testes de Voo. O voo foi todo conduzido pela estação de telemetria no solo da Aeronautical Development Agency (ADA), a projetista da aeronave. O voo partiu do aeroporto da HAL (Hindustan Aeronautics Ltd.) em Bangalore e todos objetivos do voo foram alcançados durante os 52 minutos de duração.

O primeiro voo da terceira aeronave pré-série do Tejas teve uma duração de 52 minutos. (Foto: DRDO)

Com esse voo, o número total de horas de testes acumulou, entre as nove aeronaves do programa Tejas, o número de 1.350 e registrou cerca de 800 horas de voo.

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