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IMAGENS: Visita ao MUSAL, com direito a acionamento de P-47 e T-6 e uma olhadinha no Jaguar

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Em cerimônia no MUSAL no dia 20 de abril, foram acionados os motores do P-47 "B4" e o T-6 "Celacanto". (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nosso amigo e colaborador Mauro Lins de Barros esteve nessa sexta-feira, dia 20 de abril, visitando o MUSAL (Museu Aeroespacial) no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, e trouxe oara nós gratas surpresas, incluindo uma imagem do caça britânico SEPECAT Jaguar quase pronto, que vocês poderão ver a seguir.

A cerimônia ocorrida no MUSAL na sexta-feira, dia 20 de abril, foi para reinauguração dos hangares 8 e 9, e para apresentar a única aeronave IPT-16 Surubim "PP-ZDB", que foi completamente restaurada. (Fotos: Mauro Lins de Barros / Cavok)

A visita de sexta-feira foi devida a uma solenidade que ocorreu no MUSAL para a reinauguração dos Hangares 8 e 9, os quais estavam há muito tempo em péssimo estado de conservação e praticamente abandonados. A partir de agora, eles vão abrigar a “Reserva Técnica”. Aproveitando a ocasião, a direção do MUSAL incorporou ao acervo o único IPT-16 Surubim “PP-ZDB”.

O IPT-16 Surubim foi projetado em 1949, por Joséf Kovacs e Sílvio de Oliveira. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

O Surubim começou a ser projetado em 1949, por Joséf Kovacs e Sílvio de Oliveira. Desde o primeiro voo em 1959, demonstrou bom desempenho e excelente velocidade para a sua classe de potência. Após os ensaios, o trem retrátil foi substituído por um trem fixo. Voou então no Aeroclube de Rio Claro até 1988, quando foi doado ao MUSAL, já necessitando restauração. Por falta de recursos, esta não foi iniciada até recentemente. Segundo o MUSAL, não foi uma tarefa fácil, dadas a falta de desenhos originais e deterioração da estrutura de madeira. Mas valeu a pena, pois o Surubim está impecávelmente restaurado. Como curiosidade, Kovacs fez o bom uso de sua experiência com o Surubim para anos mais tarde projetar o Universal e posteriormente o treinador de sucesso EMB-312 Tucano.

No hangar 9 encontra-se o jato britânico Jaguar GR.1 que está quase pronto e promete ser uma das atrações do MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

No Hangar 9 estavam várias aeronaves, mas o destaque era o enorme SEPECAT Jaguar GR.1 “XX577”, nas cores da RAF, que foi doado pelo Reino Unido ao Brasil, e que encontra-se com a montagem bastante adiantada. A aeronave foi enviada ao Brasil em fevereiro desse ano.

O acionamento do motor do P-47 Thunderbolt...
... e o T-6 "Celacanto" já acionado, deixando os convidados empolgados com o ronco dos motores radiais. (Fotos: Mauro Lins de Barros / Cavok)

No final, como um brinde para os convidados, o Brigadeiro Bhering, Diretor do MUSAL, fez que fossem acionados os motores do P-47 ‘B4’ e do T-6 ‘Celacanto’. O som dos motores radiais foi com certeza uma música polifônica que há muito tempo não era ouvida pelos felizardos presentes.

A aeronave P-47 Thunderbolt "B4" com seu motor acionado no MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nosso amigo Mauro estará presente no domingo na Base Aérea de Santa Cruz, para o Dia da Aviação de Caça. Aguardamos ansiosamente as imagens do evento.

Nota do Editor: Agradecemos a gentileza do amigo Mauro pelo envio de belas imagens e por permitir que mais uma vez o Cavok passe uma informação em primeira mão aos seus leitores, relativo a situação atual do Jaguar no MUSAL. O amigo Mauro e seu irmão Flávio Lins de Barros estão fazendo o novo catálogo do MUSAL, que vai contar com grandes novidades.

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RAF doa jato Jaguar GR1 para o MUSAL

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A aeronave SEPECAT Jaguar GR1, após desmontada na Inglaterra, sendo levada ao porto para seguir para o Rio de Janeiro. (Foto: Patrick)

O Museu Aeroespacial (MUSAL), sediado no Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro, em breve receberá uma nova aeronave, e dessa vez ela virá da Inglaterra. Um jato de ataque SEPECAT Jaguar GR1, usado pela Royal Air Force entre 1974 e 2007, foi desmontada no Reino Unido em  janeiro de 2012, e deve chegar ao Rio de Janeiro no final de fevereiro.

O adido aeronáutico da FAB em Londres, Cel. Dittrich, em frente a aeronave Jaguar GR1 doada para o MUSAL. (Foto: Patrick)

A aeronave virá desmontada, como pode ser visto nas imagens feitas pelo Sr. Patrick, e será transportada por um navio. A asa será enviada inteira e precisou de um suporte especial para o transporte.

O autor das fotos, junto ao Jaguar da RAF já desmontado e que será exposto ainda este ano no MUSAL.

A aeronave doada pela RAF foi levada até o porto por um caminhão especialmente preparado, e depois de chegar no MUSAL, deverá passar por mais três meses de montagem e preparação para ficar exposta em definitivo no acervo do museu.

VÍDEO: Avião presidencial VC-96 chega no Museu Aeroespacial

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A aeronave que serviu durante 34 anos a FAB no transporte de autoridades, chegou no dia 7 de novembro no Campo dos Afonsos, onde ficará exposto no Museu Aeroespacial (MUSAL), (Foto: FAB)

Depois de 34 anos de serviço ao país, a aeronave VC-96 (Boeing 737) realizou na segunda-feira  (7/11) sua última missão. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apoiou o transporte de sete Presidentes da República, no período de 1976 a 2010, foi levado de Brasília para o Rio de Janeiro e incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL). O pouso ocorreu às 11 horas no Campo dos Afonsos. Veja a seguir a matéria da Globo sobre a aeronave histórica.

Em 1976, a FAB adquiriu dois aviões Boeing 737, batizados de VC-96, matrículas 2115 e 2116, para a substituição do antigo VC-92 (BAC-111), o primeiro jato do Grupo de Transporte Especial (GTE) e que estava em operação desde 1968 para o transporte presidencial. “A aeronave foi utilizada por 34 anos, transportou sete presidentes e permitiu que o Brasil se fizesse presente no exterior e nos quatro cantos do país”, afirma o Tenente Coronel Aviador Emilio Carlos Ambrogi, Comandante do GTE.

A cabine de comando do Boeing 737 (VC-96) da FAB. (Foto: Agência da Força Aérea)

Da chegada desses aviões ao Brasil, em agosto de 1976, até a sua desativação, em 16 de abril do ano passado, os Boeing 737 da Força Aérea totalizaram mais de 50 mil horas de voo – o equivalente a mais de cinco anos ininterruptos de voo. Ao longo do período de operação, a aeronave passou por processos de modernização, como em 1989, quando teve a parte interna reconfigurada para um melhor cumprimento da missão.

A cabine reservada para a comitiva durante as missões governamentais. (Foto: Agência da Força Aérea)

Durante quase 10 anos, os VC-96 dividiram espaço nos hangares do GTE, em Brasília, e a honra de transportar presidentes com outra aeronave que já faz parte do acervo do MUSAL: o Vickers Viscount 789D (VC-90), que foi desativado na gestão do presidente João Figueiredo. O avião recebido pelo MUSAL, matrícula 2115, realizou mais de 20 mil pousos em missões de transporte presidencial.

Em 1980, o Boeing 737 da FAB realizou uma de suas missões mais lembradas: o VC-96 prefixo FAB 2116 percorreu 11 Estados transportando o Papa João Paulo II.

As duas aeronaves VC-96 que operavam no GTE foram substituídas por novos jatos da Embraer. (Foto: Agência da Força Aérea)

Os dois VC-96 (Boeing 737) foram substituídos no ano passado por modernas aeronaves VC-2 EMBRAER 190.

Ficha Técnica:
Comprimento – 30,48 m
Envergadura: 28,35 m
Altura: 11,28 m
Velocidade Máxima: 747 km/h

SAIBA MAIS – Museu Aeroespacial ( www.musal.aer.mil.br ) 

Fonte: Agência Força Aérea

 

Museu Aeroespacial do Rio de Janeiro recebe avião presidencial VC-96

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O Boeing 737 (VC-96) "FAB 2115", que era utilizado para transporte de autoridades. (Foto: FAB)

Depois de 34 anos de serviço ao país, a aeronave VC-96 (Boeing 737) realiza na próxima segunda-feira (7/11) sua última missão. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apoiou o transporte de sete Presidentes da República, no período de 1976 a 2010, será levado de Brasília para o Rio de Janeiro e incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL).

Em 1976, a FAB adquiriu dois aviões Boeing 737, batizados de VC-96, matrículas 2115 e 2116, para a substituição do antigo VC-92 (BAC-111), o primeiro jato do Grupo de Transporte Especial (GTE) e que estava em operação desde 1968 para o transporte presidencial. “A aeronave foi utilizada por 34 anos, transportou sete presidentes e permitiu que o Brasil se fizesse presente no exterior e nos quatro cantos do país”, afirma o Tenente Coronel Aviador Emilio Carlos Ambrogi, Comandante do GTE.

Da chegada desses aviões ao Brasil, em agosto de 1976, até a sua desativação, em 16 de abril do ano passado, os Boeing 737 da Força Aérea totalizaram mais de 50 mil horas de voo – o equivalente a mais de cinco anos ininterruptos de voo. Ao longo do período de operação, a aeronave passou por processos de modernização, como em 1989, quando teve a parte interna reconfigurada para um melhor cumprimento da missão.

Durante quase 10 anos, os VC-96 dividiram espaço nos hangares do GTE, em Brasília, e a honra de transportar presidentes com outra aeronave que já faz parte do acervo do MUSAL: o Vickers Viscount 789D (VC-90), que foi desativado na gestão do presidente João Figueiredo. O avião recebido pelo MUSAL, matrícula 2115, realizou mais de 20 mil pousos em missões de transporte presidencial.

Em 1980, o Boeing 737 da FAB realizou uma de suas missões mais lembradas: o VC-96 prefixo FAB 2116 percorreu 11 Estados transportando o Papa João Paulo II.

Os dois VC-96 (Boeing 737) foram substituídos no ano passado por modernas aeronaves VC-2 EMBRAER 190.

Ficha Técnica:
Comprimento – 30,48 m
Envergadura: 28,35 m
Altura: 11,28 m
Velocidade Máxima: 747 km/h

Fonte: Agência Força Aérea

Museu Aeroespacial recebe Mirage que Ayrton Senna voou

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Um piloto da FAB dentro do caça F-103BR Mirage no qual Ayton Senna fez um voo. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O Museu Aeroespacial (MUSAL) incorporou, na quinta-feira (04/08), em seu acervo a aeronave F-103DBR Mirage III, na qual voou, em 1989, o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna. Além do supersônico o Musal também recebeu umEmbraer Super Tucano (ALX) e um Embraer VU – 9 Xingu. As aeronaves estarão em exposição a partir do dia 9 de agosto, de terça a sexta-feira das 9h às 15h, sábados, domingos e feriados das 9h30 às 16h.

INCORPORAÇÃO DE AERONAVES NO ACERVO DO MUSAL

O evento que marcou a chegada das aeronaves contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. Estavam presentes o Comandante Geral de Apoio, Tenente Brigadeiro do Ar Ricardo Machado Vieira; o Ex Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista; o Diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho; o Diretor Superintendente do Instituto Embraer, Pedro Ferraz; e a Assessora de Gestão Corporativa e Relações Institucionais do Instituto Ayrton Senna, Naira Collaneri.

INCORPORAÇÃO DE AERONAVES NO ACERVO DO MUSALNa ocasião também foram apresentados os livros “Mirage III”, de Paulo Fernando Kasseb, e “No Céu, na Terra e no Mar – Memórias de um Piloto de provas”, do Coronel Aviador Luis Fernando Cabral.

Fonte: MUSAL

 

Embraer doa protótipo do jato ERJ 145 ao Musal

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O jato de testes Embraer EMB140 (PT-ZJA) já nas instalações do Museu Aeroespacial. (Foto: Embraer)

A Embraer entregou nesta sexta-feira o protótipo ERJ 140-801, de prefixo PT-ZJA, ao Museu Aeroespacial (MUSAL). A cerimônia foi realizada nas instalações do museu, localizado no Campo dos Afonsos, município do Rio de Janeiro. A aeronave, que deu início à bem-sucedida família de jatos regionais ERJ 145 da Empresa, passará a integrar o acervo do Museu, que hoje conta com cerca de uma centena de outras aeronaves históricas, muitas das quais fabricadas pela Embraer.

“O protótipo PT-ZJA é de incontestável valor histórico, pois foi utilizado para realizar os testes não somente de um, mas dos três diferentes modelos de jatos da família ERJ 145 da Embraer: ERJ 145, ERJ 135 e ERJ 140”, disse Pedro Ferraz, Diretor do Instituto Embraer de Educação e Pesquisa. “E é com enorme orgulho e satisfação que o transferimos para compor o valioso acervo do Musal.”

O primeiro modelo da família de jatos regionais foi o ERJ 145, resultado de uma demanda do mercado aeronáutico por jatos capazes de voar mais rápido e com menores custos. A Embraer começou a desenvolver uma aeronave a jato para 50 assentos em 1989, mas o projeto foi interrompido devido à crise por que passava a Empresa.

Em 1991, porém, o desenvolvimento do EMB 145 (designação original do ERJ 145) foi reativado, e, no mesmo ano, começaram os estudos para programar algumas alterações. Assim, o protótipo  PT-ZJA do ERJ 145 realizou o primeiro vôo em agosto de 1995, obtendo a primeira certificação do então CTA (Centro Técnico de Aeronáutica), atualmente DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em 1996.

Para atender ao mercado, a Embraer decidiu desenvolver novas versões utilizando a plataforma do ERJ 145, o que resultou no lançamento do ERJ 135, com fuselagem encurtada em 3,54m e capacidade para 37 assentos. Assim, o protótipo PT-ZJA, até então com características de um ERJ 145, teve a configuração original alterada para ERJ 135 e voou pela primeira vez em 4 de julho de 1998, obtendo as certificações do CTA e da Federal Aviation Administration (FAA) em 1999.

Posteriormente, como resposta às necessidades dos clientes, a Embraer anunciou o desenvolvimento do ERJ 140, em setembro de 1999. O modelo foi concebido para acomodar 44 passageiros, com fuselagem 2,12m maior do que a do ERJ 135 e 1,42m mais curta do que ERJ 140 matrícula PT-ZJA a do ERJ 145. Novamente, o protótipo PT-ZJA foi modificado em sua estrutura e voou pela primeira vez na configuração do ERJ 140 em 27 de junho de 2000.

Museu Aeroespacial inaugura exposição “A FAB na Guerra”

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O Museu Aeroespacial (MUSAL) abre ao público, a partir do dia 20 de novembro, a exposição “A FAB na Guerra”, no Campo dos Afonsos, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ).

A mostra reúne peças originais trazidas pelos pilotos do Primeiro Grupo de Caça, como uniformes completos, distintivos e  coleções de armamento. Além disso,  réplicas de cenários contam episódios que fazem parte da história dos militares na campanha da Segunda Guerra Mundial. Todo este material foi entregue na Base Aérea de Santa Cruz e já fazia parte do acervo do MUSAL.

“A sociedade precisa conhecer quem são os heróis da FAB, que venceram barreiras físicas, meteorológicas e emocionais na Segunda Guerra Mundial”, disse a Major Sahara Buriti Cirino, museóloga e autora do projeto. Ouça a entrevista.

O que caracteriza a exposição atual é a interatividade. Entre as novidades do acervo, iconografias que nunca foram vistas pelo público, vídeos, mapas interativos que mostram os locais da Itália em que os pilotos foram abatidos, uma réplica do P-47 Thunderbolt, aeronave usada pelos militares. A exposição segue até a época atual, em que um mapa mostra as atuações da Força Aérea Brasileira nas Forças de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

A exposição “A FAB na Guerra” está aberta ao público de terça a sexta-feira, das 9h às 15 h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 16h. A entrada é gratuita. O endereço do Museu Aeroespacial é Av. Marechal Fontenelle, 2000 – Campo dos Afonsos – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 2108-8954

Fonte: MUSAL

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