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IMAGENS: Domingo Aéreo do Museu Aeroespacial – RJ

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Domingo foi dia de evento aéreo no Rio de Janeiro, a Esquadrilha da Fumaça esteve presente, e o Cavok também esteve no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Final de semana com mais show aéreo, e o Museu Aeroespacial (MUSAL) no Rio de Janeiro abriu seus portões para o tradicional evento “Domingo Aéreo” na Base Aérea dos Afonsos. O Cavok esteve presente e trás para você as imagens do colaborador Marco Vinicius Esteves.

O Grumman ShowCat da Wingwalker Marta Bognar. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

No mês de outubro, como sempre, ocorrem diversos eventos nas bases aéreas da FAB, todas em comemoração ao Dia do Aviador (23 de outubro), e como não podia ficar de fora, o MUSAL realizou mais um belo evento aeronáutico na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro, e cerca de 30 mil pessoas foram conferir de perto as aeronaves militares da Força Aérea Brasileira (FAB) e também outros shows de acrobacia com experientes pilotos.

O fantástico show aéreo de wingwalking da brasileira Marta Bognar, presença constante no Domingo Aéreo do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Marta se apresenta sobre a asa do seu avião Grumman Showcat especialmente preparado para este tipo de apresentação. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Outra aeronave de acrobacia que participou das apresentações foi o Extra 200 de Paulo Medina. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre os destaques a presença de Paulo Medina com seu novos Extra 200 e a única wingwalker da América Latina, a brasileiríssima Marta Bognar com seu Grumman Showcat, que sempre encanta o público com seu balé aéreo sobre a asa do biplano de acrobacia.

Os caças da FAB, como o F-5EM da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, fizeram diversas passagens sobre a pista nos Afonsos. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
O caça F-5EM do 1° Grupo de Aviação de Caça efetuo passagens baixas durante o Domingo Aéreo do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
A Esquadrilha da Fumaça esteve presente no Domingo Aérea do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
No final da tarde, os sete aviões T-27 Tucano do EDA decolaram para mais uma de suas empolgantes apresentações. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
As cerca de 30 mil pessoas presentes no MUSAL aplaudiram várias manobras da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre as atrações militares em voo, passagens baixas de caças F-5EM do 1° Grupo de Aviação de Caça da Base Aérea de Santa Cruz (BASC) e aeronaves A-1 do Esquadrão Adelphi. Uma aeronave C-130 da Base Aérea do Galeão também fez uma passagem sobre a pista dos Afonsos, que ainda teve no final da tarde a sempre empolgante apresentação da Esquadrilha da Fumaça com as sete aeronaves T-27 Tucano pintados nas cores da bandeira brasileira.

Na exposição estática estava o Republic P-47 Thunderbolt "B4" que lutou com a FAB na Segunda Guerra Mundial, e reformado pelo MUSAL é hoje o único P-47 da FAB em condições de voo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Veículos militares e blindados também estiveram expostos no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Na estática, aeronaves veteranas como o P-47 Thunderbolt “B4” do Brig. João Eduardo Magalhães Motta, o único P-47 em condições de voo da FAB, e outras raridades do MUSAL, como um Mirage III, F-5, C-115 Buffalo, S-2 Tracker, Xavante, e diversos veículos militares.

Um helicóptero Esquilo da Polícia Militar do Rio de Janeiro ficou exposto para o público. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Um detalhe do helicóptero Sea King da Marinha Brasileira com a Esquadrilha da Fumaça ao fundo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Um helicóptero Super Puma da FAB efetuou uma demonstração de rapel durante o Domingo Aéreo no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre as aeronaves em operação, haviam um helicópteros Esquilo da Polícia Militar do Rio de Janeiro, um Sea King da Marinha Brasileira, e um helicóptero Super Puma da FAB, que também efetuou uma demonstração de rapel, além de paraquedismo e aeromodelos.

Durante o evento no MUSAL também teve paraquedismo com um dos integrantes descendo com a Bandeira do Brasil preso ao corpo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

O Museu Aeroespacial também estava aberto para visitação, e quem quisesse pagar a pequena quantia de 3 reais podia conhecer todo o acervo de um dos maiores museus aeronaúticos do mundo, que possui um rico acervo de aeronaves históricas, militares e também civis.

Nota do Editor: Parabéns ao colaborador Marco Vinicius pela presteza em enviar em tão curto espaço de tempo o material fotográfico do Domingo Aéreo do MUSAL. Os leitores do Cavok também agradecem por ver em primeira mão como foi o evento.

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Brasília recebe exposição em homenagem ao patrono da aviação de caça

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Parte da Exposição "Nero Moura 100 Anos" no Aeroporto Internacional de Brasília. (Foto: VI COMAR)

A Exposição Itinerante “Nero Moura 100 Anos” chegou ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek nesta sexta-feira (1), trazendo para Brasília um pouco da história do Patrono da Aviação de Caça no Brasil e um dos incentivadores da criação do Ministério da Aeronáutica: o Brigadeiro-do-Ar Nero Moura. A mostra, que na sua inauguração contou com a presença do Comandante do Sexto Comando Aéreo Regional, Brigadeiro-do-Ar Sérgio Peinado Mingorance, e do Superintendente da Infraero, Antonio Erivaldo Sales, fica em Brasília até o dia 10 de outubro, seguindo depois para Belém.

Idealizada e coordenada pelo MUSAL (Museu Aeroespacial), a exposição reúne painéis iluminados com textos e imagens sobre a trajetória do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, réplicas de objetos relativos à participação da FAB na Segunda Guerra Mundial, uma miniatura da aeronave P- 47 Thunderbolt, aeronave utilizada pelo 1º Grupo de Aviação de Caça no período da Segunda Guerra, além de um vídeo inédito sobre Nero Moura.

História

O Brigadeiro-do-Ar Nero Moura foi o fundador do Grupo de Transporte Especial e Ministro da Aeronáutica entre 1951 e 1954. Como ministro, Nero Moura foi responsável pela chegada dos primeiros caças a jato do Brasil, os Gloster Meteor, além da construção dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e Salgado Filho, em Porto Alegre. A exposição ficará aberta 24h e o visitante ainda recebe um livreto institucional comemorativo do centenário de nascimento do Brigadeiro.

Exposição “Nero Moura 100 Anos”
Local: Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek
Data: 1º a 10 de outubro
Exposição ficará aberta ao público 24h

Fonte: VI COMAR

Exposição comemora centenário de nascimento de Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça, no RJ

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Vista da Exposição Nero Moura 100 AnosEm comemoração ao Centenário de Nascimento do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça Brasileira,o Comando da Aeronáutica abriu ao público, no dia 27 de agosto, a exposição Nero Moura 100 Anos, no  Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Antônio Carlos Jobim. A mostra itinerante fica no local até o dia 12 de setembro e depois segue para Recife.

Com produção executiva do Museu Aeroespacial e pesquisa do Centro de Documentação da Aeronáutica , a exposição temporária possui painéis iluminados, maquete de P-47 Thunderbolt, vitrines com réplicas, além da exibição de vídeo inédito sobre a trajetória de Nero Moura com destaque para sua participação na Segunda Guerra Mundial.
A solenidade de abertura contou com as presenças do Brigadeiro-do-Ar Márcio Bhering Cardoso, Diretor do Museu Aeroespacial, e do Superintendente do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, André Luis Marques de Barros.

carreira

Nero Moura nasceu na Cidade de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, em 30 de janeiro de 1910. Filho de fazendeiros de arroz, fez o curso primário no próprio município indo depois cursar o Colégio Militar de Porto Alegre.

Em 1927, foi admitido como Cadete na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte escolheu a Arma de Aviação sendo transferido para Escola de Aviação Militar (E.A.M.), no Campo dos Afonsos, onde completou os estudos de Oficial Aviador do Exército. Foi declarado Aspirante em 22 de novembro de 1930 e em janeiro de 1931 promovido a Segundo Tenente. Suas primeiras missões foram no Correio Aéreo Militar.Vista da Exposição Nero Moura 100 Anos

Advindo a Revolução de 1932, Nero Moura participou do lado das forças legais executando voo de reconhecimento, bombardeio e ataque ao solo na região do Vale do Paraíba. Chegou a completar 100 horas de voo em missões reais.

Passada a Revolução foi convocado para ser instrutor de voo na E.A.M. Sua promoção a Primeiro-Tenente ocorreu em 1933 e, em 1934, deixou a Escola de Aviação para fazer o curso de aperfeiçoamento na França.

Logo ao regressar, participou do combate à Intentona Comunista de 1937, onde vários de seus colegas foram assassinados a sangue frio no Campo dos Afonsos. No dia 28 de novembro, realizou uma missão real de bombardeio ao Terceiro Regimento de Infantaria na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Após a promoção a Capitão em 1937, foi designado Subcomandante e Comandante substituto do Terceiro Regimento de Aviação em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Tinha ordens de, se necessário, combater um possível levante do governo estadual.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira em 1941, Nero Moura participou de sua organização já como Major-Aviador, tendo sido instrutor do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

Em 28 de dezembro de 1943, foi designado Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça com a missão de organizá-lo para combater na Segunda Guerra Mundial. Seu desempenho como comandante foi excepcional e, apesar de inúmeras dificuldades, conseguiu que o seu Grupo fosse um dos mais eficientes e destacados no teatro de operações do centro sul europeu.

Nero Moura cumpriu sessenta e duas missões de combate na Itália e várias outras de patrulha no Atlântico Sul. Pelos seus feitos na guerra recebeu as seguintes condecorações: Medalha da Campanha da Itália, Medalha da Campanha do Atlântico Sul, Cruz de Aviação fita “A” com três estrelas, Distiguished Fying Cross (E.U.A.), Air Medal With Two Stars (E.U.A.), Legion du Merit (França), Croix de Guerre Avec Palm (França), Order of the British Empire (Inglaterra).

Em setembro de 1945, como Tenente Coronel, foi designado Comandante do Primeiro Regimento de Aviação em Santa Cruz. Esta função, à época, era mais abrangente do que um comando de Base Aérea.

Seus feitos em combate, durante toda a sua carreira de Oficial, permitiram computar legalmente o tempo de serviço necessário à passagem para a reserva, com todos os direitos assegurados e uma experiência de mais de cinco mil horas de voo. Nero Moura, com trinta e cinco anos de vida, dedicou-se então à Aviação Civil, tendo sido fundador e organizador da Aerovias Brasil e do Loyde Aéreo.

Getulio Vargas ao ser eleito para Presidente da República, o convidou para ser Ministro da Aeronáutica em 1951.

Nero Moura com sua personalidade congregadora e perfil profissional invejável, conseguiu fazer uma administração excelente, apesar do fato inusitado de ser o Oficial-General mais moderno e mais jovem da Força Aérea.

Neste período, a Aviação de Caça recebeu os aviões Gloster Meteor, tornando a uma das mais bem equipadas e profissionais forças aéreas da época. Em agosto de 1954, pediu demissão do Ministério da Aeronáutica e voltou a dedicar se às atividades civis.

Nero Moura sempre manteve estreita ligação de amizade com todos os seus subordinados da Campanha da Itália, sem qualquer distinção. Após a Revolução de 1964, em solidariedade a alguns desses subordinados que foram proibidos de entrar em unidades militares, Nero Moura não compareceu mais a nenhuma festividade cívico-militar até o ano de 1979.

Sua reprovação silenciosa teve grande influência na revogação deste ato. No dia 22 de abril de 1979, o então Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica foi a sua casa e pessoalmente o convidou e o conduziu à Base Aérea de Santa Cruz onde, junto com todos os seus companheiros, foi reverenciado e assistiu às solenidades do Dia da Caça.

As tradicionais e concorridas reuniões mensais em sua residência no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, continuaram acontecendo até o fim de sua vida.

Nero Moura faleceu aos 84 anos, no dia 17 de dezembro de 1994, e permanece, em espirito, junto a todos os caçadores brasileiros.

Fonte: Agência Força Aérea/MUSAL

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