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IMAGENS: O voo de 17 bombardeiros B-25 Mitchell no tributo aos “Doolittle Tokyo Raiders”

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Um clássico bombardeiro B-25 Mitchell voa próximo ao Museu Nacional da USAF, na Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, no dia 18 de abril durante o voo em meória dos Doolittle Tokyo Raiders. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)

Um dos maiores eventos de reunião de bombardeiros B-25 Mitchell desde a Segunda Guerra Mundial foi realizado como parte do tributo aos “Doolittle Tokyo Raiders” durante a 68ª reunião do grupo realizada no Museu Nacional da U.S. Air Force, em Dayton, Ohio, nos dias 17 e 18 de abril. Nós divulgamos o evento, e aqui publicamos algumas imagens liberadas essa semana pela USAF.

Bombardeiros B-25 Mitchell sobrevoam o Museu Nacional da USAF durante os 68 anos da histórica missão de "Jimmy" Doolittle na Segunda Guerra Mundial. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)
O voo realizado no dia 18 de abril de 2010, sobre a Base Aérea de Wright-Patterson, reuniu 17 bombardeiros B-25 Mitchell de proprietários civis. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)

Foram 17 aeronaves de todo o país que pousaram na pista próxima ao museu na manhã do dia 17 de abril. As aeronaves permaneceram na exposição estática para o público poder ver de perto cada aeronave e conhecer os pilotos e as tripulações.

O voo comemorou o histórico voo realizado pelo Tenente Coronel da USAF, Jimmy Doolittle, que no dia 18 de abril de 1944 voou com um esquadrão de 16 bombardeiros B-25 Mitchell para atacar o Japão. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)
O bombardeiro B-25 Mitchell "Axis Nightmare" foi uma das aeronaves que esteve presente no voo realizado sobre o Museu Nacional da USAF, no dia 18 de abril. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)

No domingo, dia 18 de abril, as aeronaves decolaram e sobrevoaram o museu em formação. O treinamento para o sobrevoo foi realizado antes do evento, na pista de Grimes, em Urbana, Ohio, onde praticaram os voos de formação e também ofereceram passeios para as pessoas interessadas.

Mike Polley, piloto do B-25 Mitchell "Pacific Pricess", veio de Chino, na California, para participar do evento. Na imagem ele prepara a aeronave antes do voo em formação com outras aeronaves B-25. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)
Os bombardeiros B-25 Mitchell no convés de voo do porta-aviões USS Hornet, durante a Segunda Guerra Mundial, quando seguiam para o ponto de lançamento, de onde decolariam para bombardear o Japão. (Foto: U.S. Navy)

No dia 18 de abril de 1942, 80 homens e 16 aviões B-25 alcançaram o inimaginável quando eles decolaram a partir de um porta-aviões numa missão ultra-secreta para bombardear o Japão. Esses homens, liderados pelo Tenente Coronel James H. “Jimmy” Doolittle, vieram a ser conhecidos como os “Doolittle Tokyo Raiders”.

Vários bombardeiros B-25 Mitchell durante os preparativos para o voo sobre o Muse Nacional da USAF no dia 18 de abril. (Foto: Tech. Sgt. Jacob N. Bailey / U.S. Air Force)

O Museu Nacional da Força Aérea dos Estados Unidos fica localizado na Base Aérea de Wright-Patterson, próximo a cidade de Dayton, no Estado de Ohio.

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VÍDEO: “The Doolittle Tokyo Raiders” comemoram o aniversário do ataque a Tóquio com ‘revoada’ de 17 B-25

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Bombardeiros B-25 Mitchell durante evento no Museu da USAF na Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, durante preparação para um sobrevoo para celebrar o raid dos bombardeiros comandandos por Doolittle na Segunda Guerrea Mundial. (Foto: Lance Cheung / U.S. Air Force)

Três dos 80 aviadores americanos que bombardearam o Japão em 1942 esperando mudar o curso da Segunda Guerra Mundial foram honrados no último domingo, dia 18 abril, com um sobrevoo de bombardeiros B-25, o modelo que voaram para atacar o Japão.

As aeronaves B-25 Mitchell voaram em formação sobre o Museu da USAF localizado em Dayton.

Thomas Griffin, 92, de Cincinatti, David Thatcher, 88, de Missoula, Montana, e Dick Cole, 94, de Comfort, Texas (que era o co-piloto do líder do ataque, James Doolittle), observaram a passagem dos B-25s sobre o Museu Nacional da Força Aérea dos EUA em Dayton, Ohio. Os antigos aviões haviam decolado minutos antes de uma pista atrás do museu.
Um quarto do ataque de 1942, Robert Hite, 90, de Nashville, Tennessee, esteve com grupo no sábado, mas voltou para casa antes do voo de domingo.

O voo foi programado para acontecer logo antes de oficiais da Força Aérea homenagearem os veteranos num monumento dedicado a eles. 17 bombardeiros B-25 de proprietários privados voaram para lá de todo o país, no que a Força Aérea chamou de “o maior voo do tipo desde a Segunda Guerra Mundial”.

“A palavra ‘herói’ é bastante usada nos EUA, e aplicada a esportistas, músicos e outros”, disse à platéia o diretor do museu, Charles Metcalf. “Hoje, no verdadeiro sentido da palavra, estamos entre heróis”.

Dezessete aeronaves B-25 de proprietários civis compareceram ao evento em comemoração realizado em Ohio.

Cole, que cresceu em Dayton, disse que as reuniões anuais dos veteranos pelo país são realizadas para honrar a memória dos camaradas que caíram. “É um reconhecimento àqueles que se foram antes de nós”, disse Cole. “Todos dividimos os mesmos riscos”.

Os homens então assinaram autógrafos para os visitantes do museu.

Oito dos aviadores de Doolitle ainda vivem. Os outros quatro não puderam fazer a viagem até Dayton. São eles: William Bower, 93, de Boulder, Colorado; Frank Kappeler, 96, de Santa Rosa, Califórnia; Charles Ozuk, 93, de San Antonio, Texas; e Edward Saylor, 90, de Puyallup, Washington.

Fonte: Dayton Daily News via Hangar do Vinna

IMAGENS: Membros da Base Aérea de Barksdale restauram um B-17G para o Museu da 8ª Força Aérea

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O Boeing B-17G que está localizado junto ao Museu da 8ª Força Aérea, em Barksdale, Louisiana. (Foto: Staff Sgt. John Gordinier / U.S. Air Force)

O Boeing B-17G ‘Flying Fortress’, matrícula 44-83884, atualmente em exposição na Base Aérea de Barksdale, na Louisiana, está sendo restaurado por voluntários, nas cores que a aeronave voou com o Major General Lewis E Lyle, um piloto de B-17 da USAAF na Segunda Guerra Mundial.

O Major General Lewis E. Lyle (no centro da fileira de trás) e sua tripulação posam defronte o B-17G "Miss Liberty" antes de partirem para a missão do dia 22 de março de 1944, em Molesworth, Inglaterra, durante a Segunda Guerra Mundial.

O Tenente Coronel Lyle foi o comandante do 303° Grupo de Bombardeiros e voou o B-17G (42-31340) ‘Miss Liberty’ como um líder de formação em missões de bombardeiro sobre a Alemanha. A aeronave que será restaurada, seguirá o modelo de pintura usada por Lyle no dia 22 de março de 1944.

Naquele dia 28 aeronaves decolaram de Molesworth, Inglaterra, para bombardear a fábrica de aeronaves Ernest Heinkel em Oranienburg, Alemanha. O segundo alvo foi a Estação de Friedrichstrasse, em Berlin.

Membros da inteligência informaram a equipe que a planta da Heinkel estava produzindo cerca de 30 aeronaves He-177 por mês para Alemanha. Oficiais da Oitava queriam terminar com essa produção se as condições do tempo permitissem; no entanto, o clima não colaborou, e a equipe moveu-se para o segundo alvo.

As aeronaves lançaram mais de 1.000 bombas de 30 quilos de uma altitude de 27.000 pés sobre Berlin. O General Lyle descreveu a missão como uma “enervante boa missão.”

Nove horas depois de decolarem, todos os 28 bombardeiros retornaram para Molesworth com o sucesso da missão. A maioria dos bombardeiros receberam danos por artilharia antiaérea alemã, considerado normal sobre Berlin. Dois tripulantes sobreram ulceração provocada pelo frio, mas nenhum ficou seriamente ferido.

“O General Lyle foi o piloto dos pilotos,” disse Gary Miller, o diretor do museu da Oitava Força Aérea em Barksdale. “Ele foi o mais condecorado piloto na Oitava, e após tornou-se general no Comando Aérea Estratégico (SAC). Se você tiver que escolher um herói da Oitava, este foi ele, que voou 72 missões de combate sobre a Alemanha.”

O General Lyle continuou sua carreira na Força Aérea e se aposentou no dia 1° de julho de 1967. Ele faleceu no dia 6 de abril de 2008, aos 92 anos de idade.

O B-17G exposto na Base Aérea de Barksdale, será restaurado para ficar igual a aeronave que era voada pelo General Lewis E. Lyle. (Foto: Staff Sgt. John Gordinier / U.S. Air Force)

O B-17G que está em Barksdale foi o antepenúltimo fabricado pela Douglas Aircraft Company através do contrato feito com a Boeing, e saiu da linha de montagem em julho de 1945.

Informações históricas aqui descritas foram pesquisadas junto ao histórico do 303° Grupo de Bombardeiro e do Museu da 8ª Força Aérea.

Concorde da Air France vai taxiar novamente somente com a força de seus motores

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Concorde F-BTSD visto no Museu em Le Bourget, na França.

Uma das aeronaves supersônicas BAC-Aerospatiale Concorde anteriormente operada pela Air France está atualmente num processo de restauração que permitira que ela taxie novamente com a potência de seus próprios motores.

O Concorde F-BTSD quando em operação com a companhia aérea Air France.

O jato supersônico – aeronave 213, prefixo F-BTSD – está em exibição no museu francês Musee de l’Air et de l’Espace, localizado em Le Bourget, nos arredores de Paris.

O diretor do museu Gerard Feldzer disse que está apoiando os esforços de restauração para permitir aos espectadores uma demonstração anual da aeronave taxiando. Informa ainda que o museu está trabalhando em parceria com os técnicos da Air France que trabalhavam com a frota de Concorde antes da companhia aérea tirar de serviço o modelo em 2003.

A aeronave Concorde F-BTSD vista no Salão Aeroespacial de Le Bourget.

Os técnicos farão uma inspeção nos motores e nos sistemas. “Levarão um ano para reparar os tanques de combustíveis e o sistema hidráulico,” ele diz. “Isso está sendo um grande desafio.”

Mas ele espera que o custo do esforço seja relativamente pequeno. Apesar de estimar que serão necessárias 10.000 horas de trabalho, essas serão basicamente feitas por trabalho voluntário.

Uma vez que o trabalho técnico seja concluído, os sistemas de motores da aeronave serão testados inicialmente sem abastecer a aeronave. Se estes testes forem satisfatórios, o jato será abastecido e a aeronave taxiará com sua própria potência.

A única aeronave Concorde a receber um esquema de pintura especial, coincidentemente foi o F-BTSD, que recebeu a pintura da Pepsi.

Cada aeronave Concorde é equipada com quatro turbinas Rolls-Royce/Snecma Olympus 593. Feldzer disse que o engenheiro tentarão reparar todos os quatro motores, mas que somente dois serão usados nas demonstrações de táxi.

“E espero que possamos efetuat isso pelo menos uma vez por ano,” ele adiciona, mas fica frustrado por não conseguir colocar a aeronave de volta em condições de voo.

O Concorde ‘Sierra Delta’, o qual efetuou seu primeiro voo em 1978, foi entregue ao museu pela Air France no dia 14 de junho de 2003.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

O Museu Regional Militar de Houma, na Louisiana, EUA, está pronto para receber sua aeronave ‘Air Force One’

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Aero Commander U-4B 'Air Force One' (Foto: National Air Force Museum)

O Museu Regional Militar de Houma, na Louisiana, EUA, deverá receber nos próximos dias sua própria aeronave ‘Air Force One’ para exibição: um Aero Commander U-4B, que foi usado pelo Presidente Dwight D. Eisenhower.

Essa aeronave Aero Commander U-4B, que foi usada pelo Presidente Dwight D. Eisenhower, deverá ser levada para o Regional Military Museum, em Houma, na metade desse ano.

A aeronave Aero Commander U-4B, que foi usada pelo Presidente Dwight D. Eisenhower, entre os anos de 1956 e 1960, está sendo doada para o museu pela Coleção de Aviação de Wedell-Williams, do Museu do Estado da Louisiana, em Patterson.

O U-4B (55-4648) é uma das duas aeronaves usadas por Eisenhower para as viagens curtas dentro do continente norte americano e é a menor aeronave até hoje a transportar a etiqueta de ‘Air Force One’, bem como foi a primeira a utilizar o estabelecido esquema de pintura azul e branco. O outro avião U-4B está na Coleção Presidencial do Museu da Força Aérea dos EUA (USAF), em Dayton, Ohio.

O U-4B usado pela U.S. Air Force, era uma versão militar do Aero Commander 680, que utilizava o selo e a designação “Air Force One” quando o Presidente Eisenhower estava a bordo.

A aeronave representa a mais esperada aquisição do museu até hoje, de acordo com C.J. Christ, presidente do museu.

O Museu Regional Militar abriu oficialmente em fevereiro de 2008, mas os organizadores vem coletando artefatos militares por anos.

O transporte da aeronave, previsto para junho, deverá ser feito por caminhões especiais.

Fonte: DailyComet.com – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Guindaste recoloca bombardeiro Vulcan do Museu em Sunderland de volta a posição normal

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ANTES: O Vulcan encontrado pelo curador do museu, com a parte frontal apontando para o céu.

Um bombardeiro da época da Guerra Fria Vulcan B2 que pendeu para trás devido a neve acumulada sobre as asas no dia 9 desse mês (veja matéria aqui no Cavok), foi recolocado na posição normal na terça-feira, dia 19, com a ajuda de engenheiros e de um guindaste.

DURANTE: A ajuda para o serviço de recolocação do Vulcan na posição original veio de uma empresa privada e de voluntários.

O Avro Vulcan B2 (XL319) foi encontrado, pelo curador do Museu North East Air, em Sunderland, no Reino Unido, com a parte frontal apontando para o céu no início desse mês.

Dormentes de ferrovia foram colocados sob o trem de pouso dianteiro para prevenir que esse fosse danificado caso a neve derretesse sobre as asas.

Um guindaste e especialistas ergueram o trem de pouso na terça-feira, recolocando a aeronave na sua posição normal. A ajuda veio de uma empresa privada e de voluntários.

DEPOIS: Guindaste ajuda na recolocação do Vulcan na posição original no Museu.

A quantidade de neve que caiu no início do mês na região havian feito com que o Vulcan pendesse para trás e ficasse com o trem de pouso levantado a cerca de 2,4 metros do solo.

O Curador do Museu Keith Davison disse que ele estava “nas nuvens” por ver a aeronave novamente na suas posição original, e que amarrará a aeronave para que não penda novamente para trás.

O Vulcan do museu servia com os esquadrões 617 (“Dambusters”), 44 e 83 os quais eram baseados em Waddington ou Scampton. Foi o segundo Vulcan B2 entregue ao Esquadrão 617 no dia 20 de outubro de 1961, e um dos 20 existentes e ainda completos bombardeiros Vulcan em exposição.

A aeronave fez parte do arsenal nuclear do Reino Unido durante a Guerra Fria, e também foi usado em missões de bombardeiro convencional durante a Guerra das Malvinas ou Falklands.

Existe apenas um bombardeiro Vulcan voando atualmente em todo mundo, a aeronave XH558, que depende de doações de fãs e entusastas para continuar operando e participando de shows aéreos pela Europa, conforme divulgado aqui no Cavok. O restante está exposto em museus.

Fonte: BBC – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Única aeronave Fairchild XSM-73 ‘Bull Goose’ agora em exposição no museu da USAF em Dayton, EUA

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Fairchild XSM-73 ‘Bull Goose’ visto já em exposição no Museu da Força Aérea dos EUA.

Mais uma histórica e única aeronave foi removida do depósito, restaurada por voluntários, e colocada em exposição no Museu Nacional da Força Aérea dos Estados Unidos, em Dayton, Ohio, na Galeria de Pesquisa e Desenvolvimento, junto a Base Aérea de Wright-Patterson. A recente adição do museu é o Fairchild XSM-73 ‘Bull Goose’, um míssil chamariz de longo alcance que foi desenvolvido para importantes missões durante o período da Guerra Fria, entre 1946 e 1990.

O XSM-73 sendo lançado do solo durante o seu desenvolvimento.

O míssil de 10,21 metros de comprimento e 2,16 metros de envergadura foi projetadi no início de 1950 para confundir as defesas inimigas através da simulação de assinaturas radar de grandes bombardeiros como os B-36, B-47 e B-52. O pensamento foi que se vários mísseis intercontinentais SM-73 fossem lançados do solo, poderiam saturar os sistemas radar da defesa, para então os bombardeiros reais terem melhores chances de atingirem seus alvos. Os planos da USAF eram de adquirir cerca de 2.328 mísseis chamarizes e mais 58 aeronaves iguais a exposta no museu para o programa de desenvolvimento. A alcance do XSM-73 era de 7.360 quilômetros e voava numa altitute de 50.000 pés (15.200 metros).

O míssil XSM-73 sendo preparado para um voo de testes em 1958.

Tendo voado pela primeira vez em 1957, o experimental XSM-73 foi cancelado em 1958, devido a problemas no motor, estruturais e eletrônicos, três anos antes do planejado. Apesar de nunca entrar em operação, as asas feitas de resina de fibra de vidro do Bull Goose forneceram experiência na construção de aeronaves com materiais compostos.

Em setembro de 2009, 40 anos após receber seu XSM-73, o museu ficou apto a colocar a peça em exposição. Foram necessárias 422 horas de restauração, durante um período de seis meses de trabalho para fazer com que o XSM-73 ficasse parecendo novo.

Fonte: U.S. Air Force National Museum – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

IMAGENS: Excesso de neve sobre as asas “empina” um bombardeiro Vulcan no North East Air Museum

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Vulcan B2, do Nortn East Air Museum, que pendeu para trás devido a neve sobre as asas.

Um bombardeiro Avro Vulcan B2 (XL319), que está exposto no North East Air Museum, em Sunderland, no Reino Unido, não aguentou o peso da neve sobre as asas e pendeu para trás, ficando com a frente da aeronave apontando para o céu, numa posição de decolagem. O incidente ocorreu na noite de sexta-feira para sábado, dia 9 de janeiro.

O bombardeiro ficou com o trem de pouso elevado, como que numa posição de decolagem.
A cauda e o bordo de fuga das asas do Vulcan ficaram encostadas no chão.

Keith Davison, proprietário do Museu disse: “Eu abri o museu no sábado de manhã e foi a primeira coisa que eu vi. Eu pensei, caramba! Isso é diferente. O simples peso da neve sobre as asas fez com que a aeronave pendesse para trás, levantando a parte frontal da aeronave e deixando o trem de pouso dianteiro a cerca de 3 metros do solo. Agora a parte de trás da fuselagem e o bordo de fuga das asas estão tocando o chão. É a primeira vez que ele fica nessa posição desde que deixou de voar na base aérea da RAF de Waddington, no dia 23 de janeiro de 1983.”

Durante a noite foram colocados dormentes embaixo do trem de pouso dianteiro para evitar que quebre quando a neve sobre as asas derreter.
O Vulcan B2 do museu deverá ficar assim pelo menos até o final do inverno no hemisfério norte.

O proprietário do museu, Keith Davison, não tem como erguer o Vulcan com um guindaste para recolocá-lo na posição normal. A equipe colocou dormentes de ferrovia abaixo do trem de pouso dianteiro, para que ele não quebre ao retornar ao normal quando a neve derreter.

O Vulcan B2 (XL319) do museu, quando ainda estava em operação, pousando numa base da RAF na Alemanha. (Foto: Lieuwe Hofstra)

O Vulcan servia com os esquadrões 617 (“Dambusters”), 44 e 83 os quais eram baseados em Waddington ou Scampton. Esse do museu foi o segundo Vulcan B2 entregue ao Esquadrão 617 no dia 20 de outubro de 1961, e um dos 20 existentes e ainda completos bombardeiros Vulcan em exposição.

A aeronave fez parte do arsenal nuclear do Reino Unido durante a Guerra Fria, e também foi usado em missões de bombardeiro convencional durante a Guerra das Malvinas ou Falklands.

Aqui, o Vulcan B2 (XL319) do museu é visto numa tarde ensolarada do verão de 2008.

Existe apenas um bombardeiro Vulcan voando atualmente em todo mundo, a aeronave XH558, que depende de doações de fãs e entusastas para continuar operando e participando de shows aéreos pela Europa, conforme divulgado aqui no Cavok. O restante está exposto em museus.

Nova atração do Museu do Helicóptero, na Inglaterra

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Boeing Heavy Lift Helicopter em exposição no Museu do Helicóptero
Boeing Heavy Lift Helicopter em exposição no Museu do Helicóptero

Pedaços de um dos maiores helicópteros do mundo, o Boeing XCH-62 Heavy Lift Helicopter (HLH), estão sendo colocados em exibição no Museu do Helicóptero em Weston.

Componentes de um Boeing Heavy Lift Helicopter abandonado a mais de 20 anos atrás foram revelados pelo museu no mês passado.

O HLH foi um projeto de helicóptero de transporte pesado que foi cancelado em 1975. O protótipo foi desmontado e ficou num depósito em Fort Rucker, no Alabama, até 2005.

Boeing Heavy Lift Helicopter armazenado em Fort Rucker
Boeing Heavy Lift Helicopter armazenado em Fort Rucker

Algumas dimensões do helicóptero gigante: 27 m (89 pés) de comprimento com motores em tandem, cada um com um diâmetro de 28 m (92 pés), e uma altura de cerca de 12 m (38 pés). O projeto era de um helicóptero que pudesse transportar cerca de 20 toneladas de carga externa nos campos de batalha.

O Curador do museu Elfan Ap Rees disse: “Nós estamos extremamente contentes pela Boeing e a Fundação Prism MLA unirem-se para patrocinar os custos de transporte desses componentes e peças a partir dos EUA e por ajudar na montagem dessa exibição.” As peças foram transportadas de navio, entre os EUA e a Inglaterra, e depois vários voos de helicópteros Chinook foram necessários para transportar as peças do porto até o museu.

As peças estão expostas na exibição Heavy Lift Helicopter no museu de Weston, na costa sudoeste da Inglaterra.

Para maiores informações sobre o Museu do Helicóptero, o maior museu de helicópteros do mundo, visite o site oficial aqui.

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