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Marinha dos EUA declara capacidade operacional inicial do MQ-8C Fire Scout

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O helicóptero não tripulado MQ-8C Fire Scout conduz o teste de voo no Anexo do Campo Webster, na Estação Naval de Patuxent Rver, Maryland. (Foto: U.S. Navy)

A Marinha declarou no dia 28 de junho a capacidade operacional inicial (IOC) do helicóptero não tripulado MQ-8C Fire Scott, abrindo caminho para operações e treinamento de frota.

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Northrop Grumman recebe contrato da Marinha dos EUA para 24 novos E-2D Advanced Hawkeye

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Com o novo pedido, a Marinha dos EUA já tem contratado 50 aeronaves E-2D Advanced Hawkeye.

O Comando de Sistemas Aéreos Navais dos EUA (NAVAIR) concedeu à Northrop Grumman Systems um contrato plurianual para a compra de 24 novas aeronaves E-2D Advanced Hawkeye.

Caças F-35B/C aumentam a capacidade operacional para o reabastecimento noturno

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O F-35B durante testes da iluminação de reabastecimento dentro de um hangar em Patuxent River. (Foto: NAVAIR)

O programa F-35 concluiu recentemente os testes da iluminação aprimorada para sinalização junto ao reabastecedor KC-135, que permitirá que as variantes do F-35 com a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais sejam reabastecidas atrás do avião-tanque à noite.

Novo helicóptero presidencial dos EUA pousa pela primeira vez na Casa Branca

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O Sikorsky VH-92A aterrissa na Casa Branca durante um teste em 22 de setembro de 2018. (Foto: NAVAIR)

O próximo helicóptero presidencial dos EUA, o VH-92A construído pela Sikorsky, aterrissou com sucesso na Casa Branca durante seu primeiro teste em setembro, informou a NAVAIR nesta semana.

NAVAIR conduz teste disparo real com o pacote de armas Harvest Hawk Plus usando um KC-130J

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Disparo de um míssil Hellfire a partir do KC-130J do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.(Foto: NAVAIR)

O Comando de Sistemas de Aviação Naval (NAVAIR, Naval Air Systems Command) anunciou a conclusão bem-sucedida do evento de disparo real de desenvolvimento e teste integrado (DT / IT) com uma aeronave de reabastecimento aéreo KC-130J integrada com o sistema Harvest Hercules Airborne Weapons Kit (HAWK) Plus ou HH+.

Marinha dos EUA testa com sucesso o novo míssil ar-solo JAGM no helicóptero AH-1Z

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Um Bell AH-1Z foi usados nos testes do JAGM na Estação Naval de Patuxent River. (Foto: NAVAIR)

A Marinha dos EUA completou com sucesso o seu primeiro teste de voo do Joint Air-to-Ground Missile (JAGM) no helicóptero AH-1Z, no dia 5 de dezembro, em Patuxent Rover, Maryland.

VÍDEO: Helicóptero CH-53K King Stalion inicia etapa de testes em Pax River

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Chegada do CH-53K King Stallion na Estação Aérea da Marinha da Patuxent River, Maryland, no dia 30 de junho. (Foto: U.S. Navy)

O primeiro pouso do helicóptero CH-53K King Stallion na Estação Aérea da Marinha (NAS) de Patuxent River, Maryland ocorreu no dia 30 de junho. O helicóptero partiu do Centro de Voo de Desenvolvimento da Sikorsky em West Palm Beach, Flórida, e é o primeiro de sete helicópteros CH-53K que deverão chegar na estação ao longo dos próximos 12 meses.

Lockheed recebe contrato para iniciar fabricação de mais 240 caças F-35

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Um caça F-35C aciona a pós-combustão durante decolagem de um porta-aviões.O Departamento de Defesa (DoD) dos EUA concedeu à Lockheed Martin um contrato avaliado em US$ 1,38 bilhão par a aquisição adiantada de materiais de longo prazo, peças, componentes e trabalho para a produção de taxa baixa inicial de caças F-35. De acordo com o DoD dos EUA os materiais são necessários para a fabricação do lote 12, que abrange 130 caças F-35 destinados para Força Aérea, Marinha e Fuzileiros Navais dos EUA, e clientes de vendas militares estrangeiras (FMS).

Marinha dos EUA conduz primeiro teste de disparo real do NIFC-CA em conjunto com o F-35

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O sistema de disparo integrado NIFC-CA testado pela Marinha dos EUA. (Foto: NAVAIR)
O sistema de disparo integrado NIFC-CA testado pela Marinha dos EUA. (Foto: NAVAIR)

A Marinha dos EUA realizou no dia 12 de setembro sua primeira demonstração de fogo real para testar com sucesso a integração dos F-35 com a existente arquitetura do Naval Integrated Fire Control-Counter Air (NIFC-CA), um sistema Integrado de Controle de Fogo da Marinha.

Marinha dos EUA e Força Aérea Italiana ampliam capacidades de reabastecimento do KC-767A

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Um Boeing KC-767A da Força Aérea Italiana inicia os testes de avaliação do sistema de reabatecimento aéreo com uma aeronave F/A-18C Hornet, durante um teste no dia 25 de agosto, em Patuxent River, Maryland. (Foto: NAVAIR)
Um Boeing KC-767A da Força Aérea Italiana inicia os testes de avaliação do sistema de reabatecimento aéreo com uma aeronave F/A-18C Hornet, durante um teste no dia 25 de agosto, em Patuxent River, Maryland. (Foto: NAVAIR)

Os testes para os aviões de caça da Marinha dos EUA para receber combustível em voo da aeronave KC-767A da Força Aérea Italiana está em andamento na Estação Naval de Patuxent River, Maryland.

Bell Boeing recebe contrato para 99 aeronaves tiltrotoras V-22 Osprey

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Aeronaves MV-22 Osprey voando em formação sobre o Alabama. (Foto: U.S. Marine Corps)
Aeronaves MV-22 Osprey voando em formação sobre o Alabama. (Foto: U.S. Marine Corps)

O programa Bell Boeing V-22, uma aliança estratégica entre a Bell Helicopter e a Boeing, foi premiado com um contrato de cinco anos do Comando de Sistemas Aéreos da Marinha dos EUA (NAVAIR) para a produção e entrega de 99 aeronaves tiltrotoras V-22 Osprey, incluindo 92 modelos MV-22 para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e sete modelos CV-22 para o Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos EUA.

Vendas dão nova vida aos excedentes C-130s nos EUA

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A primeira aeronave KC-130 que está passando por um processo de restauração na Base Aérea de Hill, antes de ser entregue para Força de Auto-Defesa Marítima do Japão. (Foto: NAVAIR)
A primeira aeronave KC-130 que está passando por um processo de restauração na Base Aérea de Hill, antes de ser entregue para Força de Auto-Defesa Marítima do Japão. (Foto: NAVAIR)

As aeronaves KC-130Rs retiradas de operação com o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estão sendo restauradas para atender um pedido de Venda Militar Estrangeira (FMS) entre a Marinha dos EUA e a Força de Auto-Defesa Marítima do Japão.

Seis aeronaves KC-130R, parte de um excesso as necessidades do governo dos EUA, estão passando por um processo de restauração para voltar ao estado ativo junto a Força de Auto-Defesa Marítima do Japão, ou JMSDF.

“Esta venda através do canal FMS suporta uma iniciativa estratégica global para preservar a segurança e a estabilidade da região Ásia-Pacífico”, disse o capitão Michelle Guidry, gerente de programa de Aeronaves de Transporte Táticas e de Apoio (PMA-207), que gerencia as aeronaves C-130 Hercules com a Marinha e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. “Estamos ansiosos para uma parceria contínua com a JMSDF através da sustentação de seus KC-130Rs”.

A JMSDF receberá os KC-130Rs com capacidade roll-on/roll-off de configurações do compartimento de carga, facilitando o apoio ao movimento de tropas, bens e serviços; e participar de missões de esforços humanitários, transporte de líderes e evacuação médica.

Atualmente, quatro aviões foram recuperados da seção cinco do AMARG (Aerospace Maintenance and Regeneration Group) na Base Aérea de Davis-Monthan, em Toscana, no Arizona, e introduzidos no depósito na Base Aérea de Hill, em Ogden, Utah, para faseada regeneração em intervalos de manutenção.

Usando dados históricos anteriores de manutenção em hangar da Marinha, a equipe de FMS do PMA-207 determinou que a manutenção é necessária para garantir que a segurança de voo seja atingida.

A primeira aeronave introduzida no hangar da Base Aérea de Hill, número de fabricação 160015, começou a regeneração em novembro de 2012 e deve concluir a regeneração no terceiro trimestre de 2013.

“Dependendo da condição da aeronave, quando recuperada do AMARG, os mantenedores estão realizando diferentes níveis de modificações estruturais antes de completar as modificações especificadas JMSDF”, disse Ken Moritz, gerente do programa de FMS com o PMA-207. “A regeneração total, revisão e atualização de cada aeronave está prevista para durar aproximadamente 10-12 meses.”

As modificações estruturais que estão sendo executadas em todas as seis aeronaves incluem a substituição de suportes do trem de pouso, apoio da porta de carga, acessórios do centro da asa e reparação da corrosão. Além de modificações estruturais, os C-130 japoneses vão receber 30 reformulados motores T56-A-16 e upgrades digitais no cockpit para incluir um GPS digital.

“A Marinha japonesa está assumindo a responsabilidade para os esforços de engenharia não-recorrentes necessárias para incorporar um novo GPS digital nas aeronaves da JMSDF”, disse Moritz. “Esse esforço visa evitar custos para a Marinha/Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA se a informação recolhida for utilizada como uma solução provisória para os sistemas atuais de GPS nas cabines da frota confrontados com questões de obsolescência”.

Começando no terceiro trimestre, com a aeronave 160015, a CAE irá fornecer 6-8 semanas de treinamento inicial local para pilotos na Base Aérea de Davis Monthan, bem como 10 semanas de treinamento em sala de aula para a tripulação e equipes de manutenção na instalação da CAE, em Tampa, na Flórida.

“O treinamento é o último passo antes da entrega da aeronave”, disse Moritz. A Marinha dos EUA planeja entregar a primeira aeronave para estação de Atsugi, no Japão, em março de 2014 e a última aeronave um ano depois.

“Nós estamos no caminho para entregar uma plataforma de transporte tático testada e comprovada para um de nossos aliados”, disse Guidry. “O C-130 é essencial para nossas forças militares, e é por isso que estamos felizes de podermos fornecer para a JMSDF uma aeronave essencial que eles precisam para apoiar a sua missão.”

Fonte: NAVAIR – Tradução: Cavok

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Marinha dos EUA emite ordem para instalar radar de vigilância marítima em helicópteros não tripulados MQ-8 Fire Scout

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O helicóptero não tripulado Northrop Grumman MQ-8B Fire Scout em uso pela Marinha dos EUA.
O helicóptero não tripulado Northrop Grumman MQ-8B Fire Scout em uso pela Marinha dos EUA.

Membros da Marinha dos EUA emitiram uma ordem urgente para equipar os helicópteros não tripulados MQ-8B Fire Scout do serviço com o sistema radar de vigilância marítima RDR-1700 da Telephonics Corp.

O Northrop Grumman MQ-8 Fire Scout é um veículo aéreo helicóptero não tripulado (UAV) implantado em fragatas, navios de combate litorâneos, e outras embarcações de combate de superfície da Marinha, para tarefas de reconhecimento, consciência situacional e designação de precisão.

Telephonics 1700 30 Dec 2012
A suíte do radar RDR-1700 Telephonics.

Membros do Comando de Sistemas Aéreos da Marinha (NAVAIR) na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, escolheram a divisão de Sistemas Aeroespaciais da Northrop Grummam em San Diego para um contrato de US$ 33,3 milhões no início deste mês, visando a instalação do radar de vigilância marítima RDR-1700 da Telephonics em nove UAVs Fire Scout.

Oficiais da Marinha disseram que querem o contrato de resposta rápida concluído dentro de um ano. A urgente encomenda foi feita após o chefe de operações navais ter declarado as suas necessidades urgentes operacionais para um programa de capacidade de mobilização rápida do radar para o MQ-8B Fire Scout.

O sistema de radar para o Fire Scout consiste no sistema de radar RDR-1700 da Telephonics, um radome modificado para o MQ-8B, e interfaces para o helicóptero UAV e sua estação de controle.

A Northrop Grumman é a fabricante original do Fire Scout, e é a única fonte capaz de integrar uma carga complexa de radar no existente helicóptero não tripulado Fire Scout dentro do tempo exigido, disseram oficiais da Marinha.

A Northrop Grumman projetou as principais interfaces para integrar o radar no Fire Scout, o que exigirá modificações para a unidade de softwares do Fire Scout. A Northrop Grumman detém os direitos de informações para o Fire Scout relativos aos processadores e softwares de controle, que devem ser modificados como parte deste projeto, disseram as autoridades.

O Fire Scout é uma versão do helicóptero tripulado Schweizer 333 da Schweizer Aircraft Corp, em Horseheads, NY, que é uma empresa da Sikorsky Aircraft.

O radar de busca e vigilância RDR-1700 da Telephonics serve para tarefas de pesquisa e vigilância aérea, enquanto realiza papéis secundários como mapeamento do terreno, radar meteorológico e auxílio de navegação. A Telephonics Corp está baseada em Farmingdale, N.I.

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VÍDEO: Caça F-35B completa segundo lançamento de armas, o primeiro lançamento de uma GBU-12

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A aeronave de testes F-35B “BF-03”, com o Lt. Cmdr. Michael “Sniff” Burks nos controles, completou o primeiro lançamento em voo de uma bomba guiada a laser inerte GBU-12 de 500 libras. (Foto: Lockheed Martin)

A Força Integrada de Testes (ITF) do F-35 Lightning II realizou outro teste significativo no dia 3 de dezembro, quando um F-35B lançou com sucesso uma outra arma em vôo. A aeronave F-35B “BF-03”, uma variante de decolagem curta e pouso vertical do F-35, lançou pela primeira vez uma bomba guiada a laser inerte GBU-12 Paveway II de 500 libras sobre a faixa de testes sobre o Oceano Atlântico, enquanto viajava numa velocidade Mach 0,8, ou 485 kts, numa altitude de aproximadamente 5.000 pés. Veja a seguir o vídeo do momento do lançamento.

“A realização deste teste de separação de armas é uma prova da flexibilidade da ITF, onde todos os dias nós estamos verificando diferentes partes do envelope de vôo do F-35 ou validando múltiplos recursos planejados”, disse o capitão da Marinha Erik Etz, diretor de teste para as variantes navais do F-35. “O lançamento feito no dia 3 da GBU-12 pela primeira vez foi o resultado de um esforço extraordinário por nossa equipe de mantenedores, engenheiros, pilotos e outros que constantemente trabalham longas horas para oferecer a capacidade bélica do F-35 para os serviços dos EUA e nossos parceiros internacionais.”

O lançamento foi o segundo do F-35B, e o quarto no geral para o programa. Até à data, variantes do F-35 lançaram com sucesso a GBU-12 de 500 libras, a GBU-32 de 1.000 libras, um GBU-31 de 1 tonelada e um míssil ar-ar AIM-120 AMRAAM.

A GBU-12 de 500 libras foi lançada do compartimento interno de armas, e foi o segundo lançamento de armas em voo da versão F-35B. (Foto: Lockheed Martin)

“Estamos expandindo o envelope para a frota”, disse o tenente-comandante Michael Burks, piloto de testes para a missão. “A GBU-12 é uma arma fundamental no arsenal do F-35 e será vital na nossa missão de apoiar as tropas no solo.”

Um evento de separação aérea de armas testa a liberação apropriada e segura da arma a partir do seu sistema lançamento e para longe da trajetória da aeronave. É o culminar de um número significativo de testes, incluindo controles no solo, lançamentos de ajuste no fosso e de transporte aéreo em voos cativos para garantir que o sistema está funcionando corretamente antes de expandir o envelope de teste em voo.

Os sistemas de monitoramento de teste da aeronave e no solo coletaram os dados desde a separação de sucesso, que está em análise pela ITF do F-35 na Estação Aérea de Patuxent River.

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Lockheed Martin vai modernizar os aviônicos dos C-130T da Marinha dos EUA

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As aeronaves C-130T da Marinha dos EUA vão receber novos aviônicos e sensores para melhorar a consciência situacional dos tripulantes.

O Comando de Sistemas Aéreos da Marinha dos EUA (NAVAIR) concedeu a Lockheed Martin um contrato de US$ 30 milhões para integrar os novos aviônicos e softwares nas múltiplas aeronaves C-130T, como parte de seu programa de atualização de aviônicos.

Nos termos do contrato, a Lockheed Martin vai incorporar o conformal cockpit Future Airborne Capability Environment do Departamento de Defesa, o que oferece uma capacidade e flexibilidade sem precedentes para Marinha dos EUA na reutilização de múltiplas plataformas de aviação.

As aeronaves C-130T da Marinha vão receber os aviônicos novos.

A Lockheed Martin também vai desenvolver e entregar nove kits de cockpit iniciais, proporcionando a Marinha com a capacidade de equipar suas aeronaves C-130T com os mais recentes aviônicos e tecnologias de software, ampliando a capacidade de missão da frota por mais 20 anos.

“Este prêmio valida a confiança da Marinha dos EUA na nossa solução de cockpits e amplia nossas ofertas de produtos além dos cockpit padrões para helicópteros MH-60“, disse Mark Swymeler, vice-presidente, da linha de produtos eletrônicos da divisão de negócios de Sensores e Sistemas de Missão da Lockheed Martin. “Este programa é parte integrante do programa de atualização dos antigos aviônicos do Departamento de Defesa visando melhorar a consciência situacional, produtividade e segurança da tripulação.”

O contrato inclui uma capacidade de capacidade de gerenciamento de comunicação, navegação de vigilância / tráfego aéreo, completa atualização do sistema de exibição, e irá fornecer uma interface homem máquina significativamente melhor. O trabalho será realizado em Owego, New York, e deve estar concluído no primeiro trimestre de 2016.

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IMAGENS: Caça F-35B realiza voos de testes com mísseis ar-ar AIM-9X Sidewinder

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O caça ” BF-3″ realiza o primeiro voo de um F-35B com mísseis AIM-9X Sidewinder. (Foto: Lockheed Martin)

A Marinha dos EUA realizou no dia 19 de setembro o primeiro voo de um caça F-35B com mísseis ar-ar inertes AIM-9X Sidewinder. O voo havia partido da Estação Naval de Patuxent River, em Maryland, e foi realizado sobre o Oceano Atlântico.

O voo serviu para avaliar as cargas aerodinâmicas na aeronave durante as manobras do caça. (Foto: Lockheed Martin)

A bordo da aeronave F-35B “BF-3” estava o tenente Christopher Tabert, da Marinha dos EUA, que durante o voo de testes avaliou as cargas estruturais e as qualidades de vôo da aeronave durante as manobras. O F-35B é a variante do Joint Strike Fighter projetado para uso pelos Fuzileiros Navais dos EUA, bem como os parceiros internacionais do F-35 no Reino Unido e na Itália.

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Equipe F-35 atinge importante etapa nos testes de armas

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Uma bomba guiada por GPS GBU-32 é liberada de um F-35B de testes na NAVAIR, em Patuxent River, Maryland. (Foto: Lockheed Martin)

Depois de “lançar” uma bomba de 500 libras do avião de testes F-35B “BF-3”, a equipe de teste do JSF tomou fôlego, e viu como ela caia em direção à plataforma de concreto. Caindo na espuma que cobre o fundo do poço, a queda da bomba no dia 29 de março marcou o fim de duas semanas de testes com nove combinações diferentes de armas de dentro dos dois compartimentos internos de armamentos do Joint Strike Fighter.

“A conclusão dessas liberações de armas dentro do fosso nos aproxima da liberação de armas em voo do F-35”, disse o capitão da Marinha Erik Etz, diretor de teste e avaliação para as variantes navais do F-35. “É mais um passo na expansão das capacidades de combate do F-35.”

A coleta de dados dos testes de liberação de armas medem as tensões sobre a estrutura e compartimentos adjacentes, e garante a funcionalidade da arma e dos equipamentos de fixação, e valida os modelos de separação para as características de liberação das munições, incluindo as trajetórias e velocidades.

“Nós levamos a equipe ao limite, exigindo todos tipos de testes”, disse John Fahnestock, engenheiro líder do governo em armamentos. “Nós vamos passar algum tempo analisando os dados para validar os modelos, mas até agora parece tudo bem.”

Várias armas, incluindo bombas e mísseis, foram liberadas de um F-35B para testes no solo. (Foto: Lockheed Martin)

A partir do cockpit, o lançamento das armas demonstraram efeitos mínimos na aeronaves F-35 a partir dos compertimentos internos de armas da esquerda e direita.

“Ter os armamentos de teste a bordo não é realmente perceptível a partir do assento”, disse os pilotos de testes dos fuzileiros navais, o tenente-coronel Matthew Taylor. “Mas o que realmente importa sobre a realização da equipe é que estamos fazendo progresso em direção à entrega de uma aeronave de combate à frota.”

O teste incluiu versões inertes da bomba guiada a laser GBU-12, uma Joint Direct Attack Munition de 1.000 libras GBU-32 e o míssil ar-ar AIM-120 AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missile).

Mais testes de armas nos F-35B e F-35C estão em andamento na Estação Naval de Patuxent River. Os eventos atuais de teste, incluindo lançamentos no fosso, cargas de armas e os voos instrumentados de armas, são fases anteriores dos testes de lançamento em voo previstos para este ano..

Fonte: NAVAIR – Tradução: Cavok

IMAGEM: Primeira decolagem com catapulta do F-35C na Estação Naval de Patuxent River

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O caça de teste CF-3, um F-35C que será destinado para a Marinha dos EUA, é lançado por uma catapulta pela primeira vez a partir da Estação Naval de Patuxent River, no dia 4 de novembro. (Foto: U.S. Navy)

O piloto de testes da Marinha, o tenente Chris Tabert, decolou com a aeronave de teste F-35C CF-3 da catapulta a vapor TC-7 na Estação Naval de Patuxent River, no dia 04 de novembro. O lançamento foi a primeira vez que a catapulta de testes de PAX RIVER lançou um F-35C Lightning II Joint Strike Fighter. Os testes anteriores de lançamentos em catapulta estavam ocorrendo em Lakehurst, New Jersey.

O modelo do JSF F-35C embarcado em porta-aviões é diferente dos modelos F-35A e F-35B devido a sua superfície alar maior e do trem de pouso reforçado para resistir ao lançamento de catapulta e os impactos do pouso associado num porta-aviões. Os testes iniciais embarcados em porta-aviões com o modelo F-35C estão programados para 2013.

Atualmente o F-35C está passando por testes e avaliações na Estação Naval de Patuxent River antes da entrega à frota da U.S. Navy, a Marinha dos EUA.

Aeronaves P-3 Orion modernizadas no padrão C4 atingem capacidade operacional inicial com a Marinha dos EUA

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Uma das cinco primeiras aeronaves P-3 Orion entregues no padrão modernizado C4 destinado as operações de Guerra Anti-Submarina (ASW). (Foto: NAVAIR)

As primeiras cinco aeronaves P-3 Orions equipadas com modernizados computadores foram agora entregues a frota da Marinha dos EUA, permitindo que o programa P-3 de Comando, Controle, Comunicações e Computadores para Guerra Anti-Submarina (C4 for ASW) tenha atingido a capacidade operacional inicial no dia 27 de setembro.

“Eu não poderia estar mais animado com a significativa capacidade que o programa está proporcionando a frota ou mais orgulhoso com a equipe”, disse o capitão Mike Moran, gerente do programa de Aeronaves de Patrulha Marítima e Reconhecimento (PMA-290). “Através de sua inabalável dedicação e criatividade, o sucesso da equipe do programa P-3 trouxe de volta à vida as aeronaves e entregou elas para a frota, dentro do cronograma e no orçamento.”

O capitão Aaron Rondeau, chefe de departamento do P-3 disse: “A equipe do P-3 aqui no PMA-290 com sucesso assumiu o papel de liderar a integração de um programa não concluído de um contratante inicial, e entregar os tão necessários recursos de missão crítica para a frota dentro do cronograma MPRA. ”

“A atualização para o C4 só vai reforçar ainda mais a eficácia da estação de apoio MPRA aos comandantes dos grupos de batalhas”, disse Rondeau.

A modernização C4 inclui o Link 16, que permite uma consciência situacional melhorada e total interoperabilidade com os grupos de batalha da Marinha dos EUA, com outros serviços militares dos EUA e com as forças da OTAN. Outras atualizações incluídas estão uma suite de comunicação via satélite marítimo internacional (INMARSAT) com capacidade de prestação de serviços de banda larga criptografada para a frota e uma gama completa de serviços de comunicação semelhantes aos disponíveis em computadores pessoais, tais como chat, acesso à web e e-mail, e, eventualmente, streaming de vídeo em alta resolução.

“É como ir do MSDOS para um programa de computador baseado em Windows”, disse o tenente Maureen Marlowe, que recentemente participou do treinamento sobre o novo sistema na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, e está atribuído a 11ª Ala de Comando, Patrulha e Reconhecimento, em Jacksonville, Flórida, que recebeu quatro das cinco primeiras aeronaves equipadas com o padrão C4.

Vários anos atrás, o departamento P-3 do PMA-290 assumiu o projeto como integrador de sistemas líder do C4 para as melhorias de guerra anti-submarina (ASW) para a frota, que incluiu projeto, desenvolvimento, testes, treinamento e logística. Agora, o programa é capaz de fornecer esses componentes críticos para equipar melhor os atuais P-3 dos operadores, para atender aos requisitos operacionais através da consciência situacional melhorada e melhor interoperabilidade com os comandantes da frota.

De acordo com o comandante Nagel Sullivan, líder da equipe com a missão de integrar os sistemas do P-3, o C4 para ASW nos P-3 também beneficia a próxima geração de aviões de reeconhecimento e de patrulha marítima, o P-8A Poseidon. Ele acrescentou que o C4 vai ajudar a mitigar os riscos para o P-8A porque muitas das coisas que os P-3 oferecem no Conceito de Operações Link 16-INMARSAT vai ajudar a refinar o CONOPS do P-8A antes de ser entregue a frota.

“Embora não sejam idênticos, esses recursos vão lançar as bases para o P-8A”, disse Sullivan. “Isso vai permitir que a Família de Sistemas [MPRA], que inclui o BAMS, o P-8, o P-3 e o TACMOBILE, possam trabalhar juntos.”

Ao longo dos próximos anos, 50 adicionais P-3s deverão receber a modificação C4. O P-3 Orion vai continuar a desempenhar a missão ASW até que a transição da Marinha para o P-8A Poseidon esteja completa.

Caça F-35C finaliza testes de defletores de calor das turbinas

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A aeronave F-35C "CF-1" durante testes de defletores de calor da turbina juntamente com um F/A-18E Super Hornet, no dia 13 de agosto de 2011, em Lakehurst, New Jersey. (Foto: NAVAIR)

O F-35C deu mais um passo para iniciar os ensaios a bordo de um porta-aviões em alto mar. A força de ensaio integrada do caça F-35 finalizou os testes de defletores de calor das turbinas (Jet Blast Deflector – JBD) na instalação da NAVAIR em Lakehurst, New Jersey, no dia 13 de agosto, durante uma rodada de testes com duas aeronaves. A aeronave de teste F-35C “CF-1”,  juntamente com um F/A-18E Super Hornet, testou uma combinada configuração do painel de refrigeração JBD para avaliar a integração dos caças F-35s nas operações de lançamento de aeronaves a bordo do porta-aviões.

Os futuros testes de adequação no porta-aviões devem ocorrer durante todo este ano, incluindo os testes em curso, de lançamento com catapulta e o início do teste de catrapo – o pouso em porta-aviões – em preparação para os ensaios iniciais embarcados previsto para 2013.

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