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Tag: Operação Atlântico

Aeronave da FAB lança ressuprimento para Força Naval durante a Operação Atlântico III

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O piloto do Bandeirante do 5° ETA sobrevoa a baixa altura sobre a embarcação da Marinha Brasileira. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)

O Esquadrão de Transporte Aéreo (5º ETA), sediado em Canoas, no Rio Grande do Sul, lançou neste domingo (25/11) uma carga de equipamento para a Força Naval que participa da Operação Atlântico, no mar territorial entre Santa Catarina e o Espírito Santo. Veja a seguir o vídeo da missão de ressuprimento.

A tripulação do C-95 Bandeirante encontrou a Esquadra da Marinha depois de seguir as coordenadas por mais de uma hora em alto mar. “No oceano, a missão fica mais desafiadora, porque diferentemente do continente, você não tem a referência do relevo”, explica o Comandante da Missão, Tenente Aviador Rodolfo Giacomelli.

A carga de ressuprimento foi lançada próxima do navio. (Foto: Sgt. Rezende / Agência Força Aérea)

Uma equipe da Agência Força Aérea acompanhou o treinamento a bordo da aeronave que sobrevoou a região a pouco mais de 100 metros de altura.

Fonte: Agência Força Aérea

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VÍDEO: Caças da FAB participam de ataque naval simulado na Operação Atlântico

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Caças A-1 da Força Aérea Brasileira realizam manobras de ataque naval simulado em conjunto com a Marinha durante a Operação Atlântico III, no mar territorial entre Santa Catarina e o Espírito Santo. As aeronaves de combate realizam treinamento em um ambiente simulado de guerra. Pilotos empregam táticas e equipamentos reais em treinamento com a Força Naval. Durante um reabastecimento na Base Aérea de Florianópolis, o Comandante da Missão Major Aviador Renato Alves explicou qual o ganho operacional para a defesa estratégica da Amazônia Azul.

Fonte: Agência Força Aérea

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IMAGENS: P-3AM realiza missão de guerra antissubmarina no Sul durante a Operação Atlântico

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A cabine do P-3AM Orion durante uma missão no ínicio da noite na Operação Atlântico. (Foto: Sgt. Paulo Rezende / Agência Força Aérea)

Já era quase noite, quando o P-3AM Orion, chamado de Guardião do Pré-Sal, decolou da Base Aérea de Florianópolis, na quarta-feira, 20, para detectar, identificar e localizar um suposto submarino inimigo no mar territorial da região Sul.

No treinamento conjunto com a Marinha, os militares empregaram equipamentos e táticas reais em um ambiente de guerra simulada. Curvas apertadas e voo a baixa altura são as características exigidas neste tipo de missão.

A aeronave P-3AM após realizar uma missão noturna na Operação Atlântico. (Foto: Sgt. Paulo Rezende / Agência Força Aérea)

A aeronave com modernos sensores e vários operadores especialistas a bordo varreu uma área delimitada pela Marinha em busca de ameaças que pudessem cruzar o o caminho da Força Naval amiga lá embaixo. No jargão militar, a ação é chamada de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês).

A aeronave P-3AM vem realizando missões de guerra antissubmarina na Operação Atlântico. (Foto: Sgt. Paulo Rezende / Agência Força Aérea)

Durante o exercício, o P-3AM lançou sonobóias, equipamentos que captam sons emitidos por submarinos e embarcações. Em contato com a água do mar, as sonobóias se abrem e hidrofones passam a enviar para os computadores a bordo as informações sonoras.

Durante oito horas de voo, mais de 70 embarcações reais foram registradas pelos sensores e analisadas pelos operadores que têm alto grau de especialização. Um deles, por exemplo, é especialista em identificar o tipo de embarcação ou submarino apenas pelo som das hélices. “Cada navio ou submarino têm uma assinatura acústica, como se fosse uma impressão digital”, explica o técnico em comunicações formado pela FAB.

A aeronave de patrulha marítima P-3AM está realizando as missões a partir da Base Aérea de Florianópolis. (Foto: Sgt. Paulo Rezende / Agência Força Aérea)

Além dos modernos sensores eletrônicos, a autonomia também é outro diferencial do P-3AM. O quadrimotor pode permanecer em voo durante 16 horas – o que equivalente a uma viagem de Recife a Madri sem escalas. Tudo isso confere ao P-3AM a capacidade estratégica de vigilância marítima de longo alcance.

O treinamento faz parte da Operaçao Atlântico que reúne até o fim do mês 10 mil militares em uma faixa do litoral entre Santa Catarina e Espírito Santo.

A aeronave P-3AM refletida numa torreta FLIR. (Foto: Sgt. Paulo Rezende / Agência Força Aérea)

Coordenado pelo Ministério da Defesa, a manobra militar aprimora técnicas e doutrinas de forma conjunta para a defesa dos recursos do mar e das estruturas estratégicas do Brasil como portos, refinarias e usinas hidrelétricas.

Fonte: Agência Força Aérea

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P-3AM participa pela primeira vez de exercício coordenado pela Defesa durante a Operação Atlântico

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A aeronave P-3AM Orion, que está sendo usada na Operação Atlântico. (Foto: Luís André Ribas Werlang / Cavok)

Chamadas de “Guardiães do Pré-Sal”, as aeronaves de patrulha P-3AM deixaram a sede em Salvador e operam a partir da Base Aérea de Florianópolis (BAFL), durante a Operação Atlântico III, que reúne a entre Marinha, o Exército e a Força Aérea Brasileira (FAB) na área marítima entre as regiões Sul e Sudeste do país, que integram a Amazônia Azul.

É a primeira vez que as aeronaves de patrulha marítima P-3AM participam de uma operação coordenada pelo Ministério da Defesa. “Exercícios militares como esse se traduzem em um importante ganho operacional para as nossas tripulações”, afirma o Comandante da Força Aérea Componente 106 (FAC -106), Major-Brigadeiro Carlos Eurico Peclat dos Santos, responsável pelo emprego de todos os meios aéreos no treinamento.

A Operação iniciada nesta segunda-feira (19/11), mobiliza 10 mil militares que aprimoram técnicas e doutrinas de forma conjunta para a defesa dos recursos do mar e das estruturas estratégicas do Brasil como portos, refinarias e usinas hidrelétricas. Até o fim do mês, as três Forças vão realizar manobras que incluem controle de tráfego marítimo e aéreo, patrulha marítima, missões de interceptação, transporte aéreo logístico e defesa antiaérea.

Além do quadrimotor P-3AM, a Força Aérea Brasileira disponibiliza ainda aeronaves de ataque, de patrulha, de transporte e helicópteros. A Marinha emprega navios escolta, navios de apoio, submarinos, navios-patrulha e helicópteros. O Exército participa da operação com viaturas de transporte, blindados e ambulâncias.

O comando da Operação Atlântico está a cargo do Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld, Comandante de Operações Navais, que terá o apoio de um Estado-Maior Conjunto, sediado no Rio de Janeiro.

Além das atividades militares, serão realizadas Ações Cívico-Sociais (ACISO) na área do exercício. Comunidades locais receberão atendimentos médicos e odontológicos realizados por profissionais militares de saúde.

As aeronaves P-3AM Orion da FAB estão baseada em Salvador, na Bahia. (Foto: Cb. Silva Lopes / Agência Força Aérea)

O P-3AM Orion devolveu há cerca de um ano à Força Aérea Brasileira a capacidade de detectar, localizar, identificar e, se necessário, afundar submarinos. É o que o jargão militar chama de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês).

Além da capacidade ASW, o P-3AM também carrega armamentos como os mísseis Harpoon, capazes de afundar navios de guerra além do alcance visual. Com quatro motores, a aeronave tem grande autonomia, podendo permanecer em voo durante 16 horas – isso equivale a uma viagem de Recife a Madri sem escalas. Os sensores eletrônicos embarcados na aeronave são os mais modernos que existem. Tudo isso confere ao P-3AM a capacidade estratégica de vigilância marítima de longo alcance. Soberania – A Petrobrás estima que a camada do pré-sal contenha o equivalente a cerca de 1,6 trilhão de metros cúbicos de gás e óleo. Toda essa riqueza encontra-se no Oceano Atlântico, na zona econômica exclusiva (ZEE) brasileira. O P-3AM esta envolvida na vigilância dessa área.

Além do patrulhamento dessa área estratégica, o P-3AM assumiu um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, assinada com a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área de mais de 6 milhões de km² (praticamente todo o Atlântico Sul).

Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungam (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira.

A aeronave também ajuda na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, rastrear a embarcação, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, que com as provas poderão aplicar multas.

Fonte: Agência Força Aérea

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